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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/25
Deus estabeleceu um sistema financeiro para o povo de Israel com o objetivo de lembrá-los de que Ele era o seu Deus, aquEle que cuidava deles. A cada sétimo ano um ano sabático deveria ser celebrado, onde a terra descansava e nada deveria ser plantado e colhido. Tudo o que crescesse sem a intervenção humana poderia ser usado por qualquer um, rico ou pobre, incluindo o estrangeiro. Se um homem que tinha uma dívida tivesse que se vender a quem ele devia, agora podia ser resgatado (mesmo de um proprietário não-israelita) pela família ou por amigos. Mas o sétimo ano Sabático era um ano Jubileu e todos os escravos tinham de ser libertados.
Nunca existiu um sistema financeiro igual ao que Deus ordenou fosse implantado em Israel. A economia operava primariamente com base na terra, bens e serviços e não no dinheiro. Deus proibiu expressamente as pessoas de cobrarem juros dos pobres. Os escravos eram tratados como servos contratados, não como escravos.
Por causa da aproximação do ano do Jubileu a cada 50 anos, quando tudo era restituído aos donos originais, o valor da terra dada como pagamento de dívida se desvalorizava em cerca de 2 por cento (1/50) ao ano. Mas apesar de que o valor da terra caía, o valor dos bens que ela produzia aumentava. O crescimento da população ajudava a economia e evitava tanto a extrema pobreza, quanto a riqueza em demasia. A terra, as pessoas e até mesmo os animais desfrutavam de um descanso no ano sabático.
Deus deseja que ainda demonstremos bondade e compaixão para com os pobres e os ajudemos em tempos de necessidade.
Dean Davis
Atlantic Union College, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/25
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/24
Emanuel. Deus conosco. A primeira metade deste capítulo nos lembra que Deus está conosco em todos os aspectos da nossa adoração. Ele é a nossa Luz e Ele é a nossa vida, representada pelo óleo que produz luz nos candelabros e pelos finos bolos de farinha.
Como uma mulher que aprecia fazer bolos e pães, acho interessante que Deus tenha especificado as proporções exatas de farinha para os doze bolos, e exatamente como apresentá-los depois de assar. Imagine o seu aroma depois de serem pincelados com incenso! Todos os Sábados, a oferta adocicada oferecida a Deus lembrava aos israelitas que Deus era seu Criador-Provedor.
Aos nossos olhos modernos, a penalidade por blasfêmia descrita na segunda metade do capítulo pode parecer severa demais. No entanto, tal justiça precisa impedia a distinção entre classes sociais e a retaliação excessiva. Embora hoje não vivamos sob uma teocracia e, portanto, não apedrejemos nossos vizinhos por blasfêmia, a ofensa de atacar a divindade por palavras ou ações ainda é uma afronta a Deus.
Cindy Tutsch
Diretora Associada (aposentada) do patrimônio Ellen G. White
Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Silver Spring, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/24
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/23
As festas do santuário se baseavam no calendário agrícola e se organizavam em torno do número sete e do Sábado. A sequência das festas era: Páscoa e Pães Asmos, Primícias, Pentecostes, Trombetas, Dia da Expiação e Tabernáculos (também chamado de Cabanas).
As festas da Páscoa e dos Pães Asmos [ou ázimos, sem fermento ou não levedados] comemoravam o êxodo do Egito – porque o anjo do Senhor passou por cima deles e os poupou – e a massa sem fermento que levaram consigo ao sair.
As festas das Primícias [Primeiros Frutos] e Pentecostes celebravam o início e o fim da safra de grãos da primavera.
A festa das Trombetas anunciava a preparação para o Dia da Expiação (ou Julgamento), e a dos Tabernáculos comemorava a sua vida em tendas no deserto e a provisão de Deus e sua aceitação no Julgamento. Cada festa foi projetada para enfatizar o cuidado de Deus e libertação no passado, bem como o Seu amor e disposição no presente.
Nós ainda devemos seguir o que Deus espera de nós hoje, observando momentos pessoais e dias especiais para lembrar o que Ele fez por nós e dar-Lhe graças e louvor pelo Seu amor e graça. E porque Ele é santo, devemos crescer em santidade. Isso só poderá ser realizado quando passarmos tempo com nosso Senhor e mantivermos um estreito relacionamento com Ele.
Dean Davis
Atlantic Union College, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/23
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/22
Levítico 22 descreve como as ofertas poderiam ser tornadas profanas pelos sacerdotes (1-9), se oferecidas por não-sacerdotes (10-16), se imperfeitas (17-24), se oferecidas por compulsão (18-19, 29), por incrédulos (25), por abuso contra os animais (26-28) e por desobediência (29-30). Essa descrição destaca a santidade de Deus que libertou Israel da escravidão para torná-los santos (31-33).
Portanto, Deus apela repetidamente a Israel: “Sede santos; porque eu sou santo” (Lv 11:44, 45; 19:2; 20:7, 26; 21:8). Isso indica que o padrão de santidade é tão alto quanto Deus, e que a única fonte de santidade é Deus. Mesmo anjos e seres humanos sem pecado caíram da santidade em que foram criados por Deus – não por causa de qualquer falha na criação de Deus, mas pela rejeição de Deus.
Deus convida novamente através de Pedro: “Seja santo; porque eu sou santo” (1 Pedro 1:16). Podemos responder a esse apelo recebendo a santidade de Deus através de Jesus. Como Pedro escreve: “À medida que se aproximam dele, a pedra viva — rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele — vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo.”(1 Pedro 2:4-5 NVI).
Deste modo, homens e mulheres tornam-se “um sacerdócio real” e “uma nação santa” (1 Pedro 2:9).
Martin Hanna
Professor Associado
Seminário Teológico Adventista do Sétimo Dia
Universidade Andrews
Berrien Springs, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/22
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/21
Na antiga teocracia, os sacerdotes possuíam muito poder. Eles tinham muita visibilidade entre as demais pessoas – e com razão, pois Deus os havia designado.
O que era exigido de um sacerdote incluía uma lista detalhada do que e de quem poderia corrompê-lo ritualmente – como se casar com uma mulher errada ou preparar um corpo para ser enterrado – a menos que a pessoa que havia morrido estivesse intimamente ligada a ele por sangue. E um sumo sacerdote nunca devia rasgar suas roupas.
O Novo Testamento apresenta “o sacerdócio dos crentes”. Além do que se espera de todos os membros, requisitos para os líderes incluem orientações relativas a casamento e família, aptidão para ensinar, não serem dados ao vinho, etc., mas no geral estas orientações se aplicam menos sobre serem “separadas” e mais sobre como melhor servir.
Jesus destacou a importância de viver para servir. Ele alertou Seus discípulos a respeito da opressão que tantas “grandes autoridades” exerciam sobre suas nações: “Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo; como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
Não será assim entre vocês. Mas quem quer que seja grande entre vós deve ser teu servo, e quem quer que seja o primeiro entre vós deve ser o seu escravo, assim como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20:25-28 NVI).
Jesus é nosso salvador e exemplo.
Virginia Davidson
Profa. da Esc Sabatina, membro da equipe de louvor e do comitê de decoração da igreja
Igreja Adventista do Vale
Vale de Spokane, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/21
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/20
Obviamente, nós, como cristãos, geralmente não somos culpados de sacrificar nossos filhos a Moloque hoje. Mas seríamos culpados de sacrificá-los ao fogo de outros deuses modernos como ceticismo, materialismo, racismo, emocionalismo, sensacionalismo? Ou seríamos culpados de adultério espiritual?
Tudo o que Deus ordenou no deserto baseou-se em princípios que afetam nossas vidas hoje. Se a pureza das relações familiares ou das relações no casamento forem corrompidas, a santidade da igreja será afetada, e em breve a sociedade como um todo começará a desmoronar. Então, a fim de impedir que isso aconteça, Deus começa nos próprios alicerces … nossos filhos, nossos pais e nós! “Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos!” (Mateus 18:10 NVI). Se você amaldiçoar seus pais (a linhagem sanguínea a partir da qual eu te formei), meu sangue não poderá mais te cobrir. E se você corromper a instituição sagrada do casamento, ou tiver um caso com outros amantes (assim profanando o santuário do seu coração), seu coração e corpo não poderão mais ser Meu lar.
Examinemos minuciosamente nossos corações e peçamos o perdão do Senhor e Sua misericórdia (1 João 1:8,9).
Melody Mason
Coordenadora do projeto “Unidos em Oração”
Conferência Geral da IASD, Maryland, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/20
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/19
“Sejam santos porque eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo.” (v. 2, NVI). Isso é um comando? Ou uma promessa?
Jesus disse: “Portanto, sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês” (Mt 5:48, NVI). O que isto significa? “Você deveria ser!”? … ou “Boas notícias: se você permanecer comigo, um dia você será perfeito!”?
O grego original pode significar qualquer dos dois. Com Deus, todo mandamento é uma promessa!
“Perfeito” significa maduro; “Santo” significa separado. Do que devemos nos separar? Não de uma vida cotidiana de trabalho comum, mas de egoísmo, rebelião, sobrevivência do mais apto, poder sobre os outros.
O contexto de ambos os textos é o amor – para com o próximo, para com “o estrangeiro que permanece contigo”, até mesmo para com o seu “inimigo”! – “para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos” (Mt 5:45, NVI).
“Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (I João 4:19, NVI). Porque Deus ama, podemos saber o que é amor. E porque o amor dele nos transforma, também podemos amar. Somos santos porque Ele é santo … e nós somos dEle.
Virginia Davidson
Professora da Escola Sabatina, membro da equipe de louvor e do comitê de decoração da igreja
Igreja Adventista do Vale
Vale de Spokane, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/19
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/18
Deus nos criou para a intimidade. Somos seres relacionais, feitos à imagem de Deus com um desejo de conexão. Em Gênesis 2:18, Deus declara: “Não é bom que o homem esteja só …” Embora esse princípio possa ser aplicado amplamente a amizades, família da igreja e conhecidos, foi aplicado primeiramente à unidade íntima de um relacionamento matrimonial.
Ao longo de Levítico 18, Deus dá diretrizes diretas e inflexíveis sobre o que não é permitido nas relações sexuais. Este capítulo nos mostra que Deus se importa profundamente com as áreas íntimas de nossas vidas.
A intimidade sexual é uma bênção de Deus, da qual nunca devemos nos envergonhar. Mas Satanás é um mestre em tomar o que é bom e abençoado e distorcê-lo em algo perverso, imoral, perigoso ou degradante. Como Deus queria poupar os israelitas e a nós dessas experiências negativas, Ele deu um conselho específico e claro sobre que tipos de intimidade evitar.
No verso 5 Deus declara: “Obedeçam aos meus decretos e ordenanças, pois o homem que os praticar viverá por eles. Eu sou o Senhor” (NVI). Deus, nosso Criador, sabe que, se seguirmos o plano dEle para as nossas vidas, seremos mais saudáveis, mais felizes e estaremos mais seguros.
Eric Sayler
Pastor, IASD de Eastgate
Walla Walla, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/17
Aqui Deus adverte o seu povo contra o uso indevido de um dom que escorria de seus sacrifícios: o sangue. Deus, através de Moisés, diz ao seu povo “… Eu o dei [o sangue] a vocês para fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz propiciação pela vida”(v. 11 NVI).
Talvez isso contradiga seu conceito de sacrifício. Não é o sacrifício um presente do adorador para Deus? Sim, isso é verdade. Um sacrifício é trazido pelo adorador, mas o sangue do sacrifício faz com que o povo de Deus fique consciente de onde a expiação (perdão e reconciliação com Deus) vem. Não vem do trabalho duro do devoto ao cuidar das ovelhas no campo, ou de sua generosidade em trazer um animal perfeito para o sacrifício.
Deus está declarando que o perdão vem somente com o dom do sangue, apontando para o sacrifício de Jesus na cruz. Assim como Paulo claramente aponta em sua carta aos Romanos: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (6:23 NVI).
Eric Sayler
Pastor, IASD de Eastgate
Walla Walla, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/17
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/16
Este era o dia que Deus desejava fosse lembrado por todos na nação de Israel. O foco mudara de sangue derramado para sangue aplicado. Depois de termos visto os serviços diários, somos apresentados agora ao serviço anual conhecido pelos filhos de Israel como Yom Kippur, o Dia da Expiação. Cada indivíduo tinha que mostrar lealdade a Deus praticando a renúncia própria. Se fossem descuidados ou indiferentes ao que se passava dentro do véu, sofreriam a pena de morte.
Dois bodes eram escolhidos, mas apenas um seria sacrificado. Apenas o bode para o Senhor era sacrificado. Seu sangue era aspergido sobre o propiciatório, limpando simbolicamente o santuário de todos os pecados que tinham sido perdoados durante o ano. O outro bode era enviado vivo para o deserto, uma terra desabitada longe do santuário, e deixado sozinho para morrer.
Embora fosse um dia solene, também era um dia de grande alegria. Para os que compreendiam a importância do evento e não permitiam suas mentes se desviarem para outros assuntos, era um dia de purificação e triunfo. O mesmo pode acontecer conosco hoje! Através do sangue de Cristo, foi feita a provisão para a nossa purificação do pecado e está chegando o dia em que o pecado não mais existirá!
Christian Martin
Pastor sênior
Igreja Adventista do Sétimo Dia do Sul de Denver
Denver, Colorado EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/16
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara