Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 31 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
11 de janeiro de 2016, 6:03
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DEUTERONÔMIO 31 – Um futuro sem graça, ninguém merece! Portanto, sem Deus o futuro de qualquer um não terá graça nenhuma. A graça divina é fundamental para nossa existência. Sem a existência dessa graça a raça humana seria uma raça extinta há muito tempo.

1. Sucessor para um plano especial: O melhor que um líder pode fazer é treinar outros para ocupar seu lugar enquanto muitos cuidam de seu posto para que ninguém o “usurpe”. Tem muitos líderes de igreja que viram museu, apodrecem e ainda se orgulham, quando deveriam envergonhar-se, por não ter ninguém capaz de ocupar seu lugar. Moisés observou Josué, viu que ele era um líder em potencial e o treinou para continuar operando no plano divino (vs. 1-8);

2. Graça sobre graça, infinita graça: Mesmo sabendo da rebeldia, apostasia e perversão futura de Seu povo, Deus continuou investindo no presente desse povo. Embora com todo empenho em alertar amorosamente ao povo na obediência, Deus vê que futuramente a desobediência caracterizaria Seu povo; contudo o próprio Deus promete ir adiante, conquistar o inconquistável, vencer o invencível e alcançar o inalcançável ao povo que não aprendera a amar e confiar totalmente nEle (vs. 8-29);

3. Deus nunca abandona Sua obra, mesmo quando morre um grande líder espiritual: Com 120 anos, Moisés morreria. O projeto divino na terra não estava concluído; a Promessa da Terra ainda não se concretizara. O povo não deveria preocupar-se caso Moisés morresse pois Deus já havia “Se preocupado” e já tinha um nome para liderar Seu povo rumo à vitória. Josué seria o líder espiritual e militar das campinas de Moabe até o assentamento em Canaã (vs. 14, 23).

Nesse texto, “Moisés se dirige especificamente a Josué e lhe diz que seja forte e corajoso (31:7) – um incentivo repetido várias vezes (31:8,23; Js 1:6-9,18), sugerindo a dificuldade na tarefa da qual ele estava sendo incumbido. Para realizar essa tarefa, Josué deveria confiar na promessa de Deus de dar a terra a Israel (31:7) e de estar com ele o tempo todo (31:8)”, observa o comentário bíblico africano.

Se Deus nos…

· …chama para uma obra, jamais deveríamos fazê-la sem Sua orientação e presença!

· …escolhe para lidar Sua obra, devemos treinar outros líderes!

· …chama para algo difícil, Ele nos capacita!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 30 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
10 de janeiro de 2016, 0:45
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DEUTERONÔMIO 30 – Precisamos ser avivados, pois estamos muito desanimados com as coisas espirituais, e muito animados com as coisas que nos desviam do Céu.

· O pecado custa muito caro, seu fim é a morte.

Estamos indo como boiada para o matadouro, ao precipício. Deus, porém, pretendo desviar-nos deste destino, agiu miraculosamente, revelando milagrosamente o caminho da salvação, o caminho da vida. Além disso, o Salvador não mede esforços para incentivar-nos a fazer a melhor das escolhas para evitar a pior das tragédias.

Suas promessas são alento ao aflito, alcançam ao pobre e ao rico, aos doentes e saudáveis… Pela fé, todos podem beneficiar-se delas, sem custo algum. Em nossa caminhada louca nesta vida corrida, Deus tenta chamar nossa atenção ao Seu espetacular plano de vida eterna. Ignorá-lO implica preferir à morte e o sofrimento em detrimento à vida e à felicidade eterna.

Este capítulo intitulado “Chamado a tomar uma decisão: Vida e bênção ou morte e maldição” por Peter C. Craigie, é o final dos sermões de Moisés. Ele prega/escreve inspirado pelo Espírito Santo, estando à beira da morte. Lidara com o povo de Deus por duros 40 anos no deserto. Ele não mediu esforços para apelar ao coração dos ouvintes.

· Primeiramente, Moisés deixa bem claro as bênçãos existentes de voltar-se para Deus com todo coração; ele enfatiza as promessas divinas baseadas na infinita misericórdia divina (vs. 1-10)

· Em seguida, demonstra que o ideal de Deus não é um padrão inatingível, inacessível, impossível de praticar diariamente – isso nunca deveria ser desculpa para nossos pecados (vs. 11-14);

· Finalmente, o sermão apresenta dois caminhos, da vida e da morte; e, apela veementemente aos ouvintes a darem preferência ao caminho da vida (vs. 15-20).

Atualmente nosso compromisso espiritual concretiza-se no tanque batismal. A partir daí cabe a nós perseverar diariamente até o dia final, quando daremos adeus a este mundo e receberemos de Deus as boas-vindas, na Canaã Celestial.

A palavra “HOJE” aparece sete vezes no texto: Hoje é dia de decidir. Em relação à salvação, Deus nunca pediu-nos para decidir amanhã. Pois, pode ser muito tarde!

Então, valorize esta oportunidade. Não ignore-a; aceite-a!

“Senhor, aviva-nos. Dá-nos poder para termos mais paixão por praticar Tua Palavra e mais amor pelas almas por quem Cristo entregou Sua vida…” – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 28 – Comentário pr Heber Toth Armí
8 de janeiro de 2016, 0:45
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DEUTERONÔMIO 28 – Nossas decisões determinam quem somos e como viveremos. Nossas escolhas atraem bênçãos ou maldições; infelizmente, muitos escolhem mal por ignorância em relação ao resultado final de suas decisões.

• Claro que este sistema de bênçãos e maldições deste capítulo deveria reger Israel como nação. Não se aplica a nós hoje tão diretamente; não vivemos um sistema político teocrático. Era o formato de aliança instituída por Deus à nação de Israel; contudo, vale a pena estudá-lo.

J. A. Thompson analisa: Este capítulo “assume seu lugar, bem apropriadamente, como a declaração das sanções da aliança, seguida às estipulações de suserania do Oriente Próximo vindo em seguida às estipulações da aliança. Neste capítulo as bênçãos são pronunciadas nos versículos 1 a 14 e as maldições nos versículos 15-68”.

• Como é incomparavelmente mais fácil o pecador descambar para o lado mau! Deus sabe ser necessário apresentar a carranca do mal para que não enveredemos em sua direção. Por isso há mais maldições do que bênçãos.

William MacDonald sintetiza bênçãos versus maldições assim: “As bênçãos prometidas abrangem a preeminência entre as nações, prosperidade material, fecundidade, colheitas abundantes, vitória nas batalhas e sucesso no comércio exterior”. Já, “as maldições incluíam escassez, esterilidade, ferrugem, seca, derrota nas batalhas, loucura, medo, adversidade, calamidade e vulnerabilidade”.

• Uma das verdades mais fortes deste texto, independente das aplicações específicas para nós no período da nova aliança, onde o foco de Deus é a igreja em todas as nações e não mais uma nação exclusiva como era Israel, é o livre-arbítrio. A predestinação ensinada por muitas denominações não cabem neste capítulo.

Warren W. Wierbe atesta que, “pelo fato de sermos criados à imagem de Deus, temos a capacidade de pensar, coração para sentir e vontade própria para decidir, e Deus pede que tomemos as decisões certas. Não somos robôs; podemos ouvir a Palavra de Deus, descobrir a vontade e decidir se vamos obedecer ou não. Afinal, temos a verdade de Deus revelada em sua palavra e temos essa palavra a nossa disposição”.

Temos liberdade de escolha, mas não para administrar resultados.

Podemos ESCOLHER…

• Obedecer a Deus ou desobedecê-lO!
• Servir a Deus ou ao diabo!
• O caminho do Céu ou do Inferno…

Antes, porém, considere os resultados: Vitória ou derrota, salvação ou perdição!

Sejamos sábios! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 27 – Comentário Pr. Heber Toth Armi
7 de janeiro de 2016, 0:45
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DEUTERONÔMIO 27 – Creio que deveríamos ter aulas sobre decisão. Precisamos aprender decidir. Toda nossa vida gira em torno de decisões, somos e vivemos o que decidimos.

Para decidir corretamente é necessário ter consciência das consequências de nossas decisões, até quando decidimos não decidir. Se soubéssemos o estrago que faríamos a nós e a quem amamos com nossas decisões, nossas atitudes seriam diferentes.

Para precaver diversas desgraças, Deus revelou as consequências de decisões erradas; quem estuda a Bíblia torna-se sábio e vive melhor.

Leia em tua Bíblia o capítulo em apreço, e descubra o preço das decisões erradas, e evite desgraças:

· Possuir imagens de esculturas para veneração e adoração resulta em maldição, portanto, nunca as cultue no lugar de Deus (v. 15);

· Desprezar aos pais resulta em desgraça, por conseguinte, honre-os para teu bem (v. 16);

· Tirar vantagens, alterar o combinado, invadir propriedades, atraem desgraças; fique longe deste comportamento (v. 17);

· Aproveitar das deficiências dos outros, fazer o cego errar o caminho, por qualquer que seja o motivo, resulta em maldição; não faça isso (v. 18);

· Perverter o direito dos frágeis da sociedade, como estrangeiros, órfãos e viúvas, é preparar a própria armadilha para o sofrimento. Cuidado! (v. 19);

· Ter relação sexual com a madrasta, ou animal, ou com a irmã, mesmo sendo meia-irmã, ou com a sogra, resulta em profanação da bênção do sexo, o que é maldição; então, nunca descambe por esse caminho (vs. 20-23);

· Ferir pessoas pelas costas, ou em lugar escondido, ou aceitar suborno para matar gente inocente, implica cavar a própria sepultura; então, decida nunca ir por esse caminho (vs. 24-25);

· Aquele que ignorar estes ensinamentos e desprezar a lei do Senhor pode esperar a desgraça tomar conta de sua vida pessoal e/ou familiar (v. 26).

Visando o bem de seu povo, Moisés apresentou o caminho do sucesso, da felicidade e da bênção:

1. Guardar/obedecer a todos os mandamentos de Deus (v. 1);

2. Criar estratégias para relembrar todos os mandamentos (vs. 2-3);

3. Louvar, adorar, ofertar e servir somente ao Senhor Deus (vs. 4-7);

4. Escrever a lei como um contrato de compromisso com Deus (vs. 8-10).

Qual tua decisão? Decida-te pelo certo para que tua vida seja uma bênção!

Deus quer que sejamos sábios e felizes! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 26 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
6 de janeiro de 2016, 0:45
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DEUTERONÔMIO 26 – Existem cristãos de diversos tipos. Se usássemos uma classificação tipo A, B e C… que tipo de cristão seria você?

• Cristão tipo A, seria aquele que aceita a Bíblia inteira como soberana regra de fé e prática, valoriza toda a revelação de Deus e busca poder para viver a altura do padrão por Ele estabelecido.

• Cristão tipo B, nunca leu a Bíblia inteira e não crê que seja relevante no presente toda a revelação de Deus, congrega na igreja esporadicamente e ora de vez em quando.

• Cristão tipo C, passa uma semana sem orar, sem ler a Bíblia e alega estar cansado para ir à igreja, mas continua crendo que é cristão – GRANDE ilusão!

Moisés, exemplo de excelente líder espiritual, desejava implantar no coração de seu povo o mais alto nível de padrão moral. Ele queria que Deus estivesse em primeiro lugar, estivesse sempre acima das…

1. …bênçãos, da prosperidade e da produção das plantações (vs. 1-11);
2. …finanças, dos recursos e dos bens materiais – dinheiro (vs. 12-15);
3. …filosofias que regem a vida humana neste mundo (vs. 16-19).

Neste capítulo, Moisés apresenta ao povo uma ideia do que dizer a Deus ao oferecer-Lhe as primícias das colheitas; além disso, mostra também a declaração e a oração a ser proferida após a entrega do dízimo trienal (O dízimo prescrito neste capítulo refere-se ao dizimo do terceiro ano. Existiam três dízimos no período Teocrático de governo israelita. Não confunda um com outro); e, conclui apelando ao povo a ser íntegro no compromisso com Deus; por duas razões:

• Primeira, porque Deus é Deus, poderoso libertador, gracioso salvador;
• Segunda, pelo compromisso entre o povo e Deus.

A questão financeira é a que mais compromete nosso relacionamento com Deus; precisamos prestar atenção para que nossa religião não seja mera hipocrisia.

Amigo(a)… se Deus não for o primeiro em nosso coração, não restará nenhum espaço para Ele em nossa vida. Se Ele não for o primeiro em tudo, qualquer coisa ocupará o lugar do Autor da vida tornando-se ídolo que nos levará à morte.

Se não somos exclusivamente do Senhor, não somos nada dEle. Assim como ninguém quer um cônjuge que se entrega pela metade – um compromisso superficial –, Deus também anseia por relacionamento especial.

“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí



DEUTERONÔMIO 25 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
5 de janeiro de 2016, 0:45
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DEUTERONÔMIO 25 – Cada revelação divina é importante para cada ser humano em todos os tempos, se bem compreendida em seu devido contexto.

Tópicos do capítulo em apreço:

1. Orientações para o tribunal lidar com encrenqueiros (vs. 1-3);

2. Orientações para lidar com o boi (v. 4);

3. Orientações quanto ao parente de um falecido que deixou a esposa (vs. 5-10);

4. Orientações à mulher que ao brigar aperta no homem seus testículos (vs. 11-12);

5. Orientações quanto aos pesos e medidas justos (vs. 13-16);

6. Orientações em relação ao que fazer com os Amalequitas por terem afligido e destruído aos israelitas pelas costas, atacando aos mais fracos (vs. 17-19).

Deus preza pela justiça (vs. 1-4), pela família (vs. 5-12), pela honestidade (vs. 13-16) e pelo Seu povo, inclusive os frágeis (vs. 17-19). Deus ama, cuida e orienta; deseja o bem, prosperidade e felicidade de Sua igreja mesmo sabendo que dentro dela possa existir brigas, injustiças e debilidades.

Por isso, o plano divino visa a santificação do povo amado. “Os versículos de 1 a 12, as leis finais sobre a santidade do reino (23:1–25:12), resguardavam a santidade do homem como portador da imagem de Deus. Os versículos 13-19 concluem as leis do respeito pelas ordens da natureza, da família e da teocracia (vs. 22-25), tal como foram começadas (conf. 22:1-4), com o princípio da regra de ouro” (D. L. Moody).

O versículo 4 parece deslocado neste capítulo: “Não atarás a boca do boi, quando trilhar”. Ainda que pareça insignificante ele foi citado duas vezes pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 9:9 e 1 Timóteo 5:17-18. Aplicação: Se devemos respeitar animais que nos servem, quando mais os seres humanos criados à imagem de Deus!

DEUS…

· …quer levar-nos a um lugar melhor, mas devemos permitir que Ele melhore nosso comportamento.

· …não quer que percamos as iguarias da Nova Terra com as baixarias da Velha Terra.

Deus é justo e espera justiça de Seu povo e até daqueles que não O servem. Principalmente aos que afirmam servir ao justo Deus, a justiça deve caracterizar suas atitudes rotineiras. A vida secular deve ser regida por Deus em cada detalhe. As atividades fora da igreja devem seguir as orientações divinas tanto quanto as cerimônias eclesiásticas.

“Senhor, guia-me em santidade!” – Heber Toth Armí



DEUTERONÔMIO 24 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
4 de janeiro de 2016, 0:45
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DEUTERONÔMIO 24 – Precisamos aprender a viver. Deus está mais do que disposto a ensinar. Ele quer o nosso bem e a nossa felicidade mais do que ninguém. Ele tem o melhor para nós, cabe a nós desejar o bem que Ele quer para nós a fim de que vivamos melhor a cada dia.

Observe estes pontos:

1. Divórcio e novo casamento (vs. 1-4). O divórcio está em alta. Para muitos, ele é tão normal que o casamento começa com a possibilidade de divorciar-se. Contudo, o divórcio é uma aberração do casamento. É uma interrupção do maravilhoso plano de Deus para o mais íntimo dos relacionamentos.

2. Antídoto para combater o divórcio: Durante o primeiro ano de casado, o marido deve viver prioritariamente para promover a felicidade de sua esposa (v. 5);

3. Sobre o penhor (v. 6);

4. O castigo pelo sequestro: A morte (v. 7);

5. Cuidados em relação à doença da lepra (vs. 8-9);

6. Regulamentação quanto a empréstimos (vs. 10-13);

7. Ser justo e pronto no pagamento de salários a funcionários do povo de Deus ou não (vs. 14-15);

8. A responsabilidade em relação a crimes é individual, pais não pagam pelos filhos nem filhos pelos pais (v. 16);

9. Orientações em relação aos necessitados: Estrangeiros, órfãos e viúvas:

· Não perverter o direito, aproveitar de suas fraquezas, nem tomar roupas como penhor (v. 17);

· Deixar para trás restos de grãos na hora da colheita objetivando beneficiá-los (v. 19);

· Não tirar todas as azeitonas das oliveiras para deixar para os necessitados (v. 20);

· Deixar restos de uvas sem colher a fim de suprir as necessidades dos necessitados (v. 21)

Deus ensina, orienta e prescreve preciosos ensinamentos vitais. Ele usa diversos recursos didáticos: Adverte quanto ao pecado (v. 14), explica a importância da vida (v. 6), a importância de limitar a maldade na sociedade (v. 7); apresenta o caminho da justiça (v. 13) e a forma de evitar orações negativas (v. 15).

Contudo, o essencial é que Deus libertou Seu povo; por isso, Seu povo deve viver a altura do padrão por Ele apresentado (vs. 18, 22). Hoje devemos lembrar que Cristo morreu para nos libertar do pecado; portanto, nossa vida deve ser regida pelos princípios da Bíblia.

“Senhor, eleva nosso padrão comportamental!” – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 23 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
3 de janeiro de 2016, 0:45
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DEUTERONÔMIO 23 – Deus está tão preocupado com a vida secular dos seres humanos como está da espiritualidade. Seus princípios devem reger nossa vida integralmente, ou de nada nos valerá servir ao Senhor.

Tópicos do capítulo em apreço:

1. Pessoas proibidas de entrar na assembleia do Senhor: Os homens castrados, os amonitas e as primeiras gerações de edomitas e egípcios (vs. 1-8);

2. Lidando corretamente com a impureza no acampamento, ou melhor, como operar a limpeza no lugar onde se habita, em relação à guerra, à polução noturna, às fezes (vs. 9-14);

3. Agindo prudentemente em relação aos escravos fugitivos: Cuide dele (vs. 15-16);

4. Lei proibindo a prostituição espiritual, não imitar a religião adulterada, falsificada e pagã (vs. 17-18);

5. Quando é proibido cobrar juros e quando é permitido (vs. 19-20);

6. Lei sobre o cumprimento dos votos feitos ao Senhor (vs. 21-23);

7. Orientações sobre comer no campo alheio: O que é permitido e o que é proibido (vs. 24-25).

Deus não quer estar presente somente nos cultos e celebrações de louvor e adoração que Lhe rendemos, Ele quer estar sempre presente em nossa vida (v. 14). Podemos expulsar a presença de Deus em nossa rutina com nossa atitude impura, negligente e imoral.

Se agirmos constantemente demonstrando interesse pela presença de Deus em nossos afazeres diários, certamente teremos miraculosos e extraordinários livramentos (v. 14). Deus nos livra do mal, das astutas ações de inimigos diversos; Ele nos protege de todo perigo.

Deus quer habitar onde nós habitamos, Ele quer estar onde nós trabalhamos, Ele quer nos acompanhar em nossas lutas diárias; Ele quer não apenas nos livrar, Ele quer nos orientar a fim de vivamos melhor – eis aí o motivo das leis deste capítulo.

Deus está atento a tudo, inclusive à nossa higiene e à higiene de onde moramos. Ele quer nos dar saúde, mas temos de querer seguir Suas recomendações para evitar as enfermidades. “Deus não operará um milagre para preservar de enfermidades os que não têm nenhum cuidado consigo mesmos, mas estão violando constantemente as leis de saúde, e nenhum esforço fazem para evitar a doença” (Ellen G. White).

Deus quer proteger, abençoar e curar àqueles que se comprometem tanto com Ele a tal ponto de viver Seus princípios revelados. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 22 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
2 de janeiro de 2016, 0:45
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DEUTERONÔMIO 22 – As estatísticas sobre divórcio seriam outras na sociedade caso as pessoas se preparassem para o casamento como se preparam para um vestibular ou um concurso público. Não digo preparar-se para a festa/cerimônia, mas para o casamento em si.

O capítulo apresenta os seguintes tópicos:

· Conduta em relação à propriedade alheia (vs. 1-4);

· Lei proibindo o travestismo (v. 5);

· Conduta para com as aves em seu ninho (vs. 6-7);

· Responsabilidade na prevenção de acidentes (v. 8);

· Lei contra as misturas (vs. 9-11);

· Lei acerca das borlas (v. 12);

· Prevenção da impureza sexual pré-marital e o abuso sexual (vs. 13-21);

· Castigo em relação ao adultério (vs. 22);

· Prevenção em relação à violação sexual de uma mulher comprometida (vs. 23-27);

· Prevenção em relação à violação sexual de uma virgem comprometida (vs. 28-29);

· Proibição da prática do incesto (v. 30).

Ao invés de olhar o catálogo sexual oferecido pelo Diabo, que tal assimilar as leis e refletir nos princípios do catálogo sexual de Deus? Ao invés de olhar sites, revistas e filmes que promovem a depravação e o mal, por que não fixar na Palavra de Deus que eleva nosso padrão moral?

Se a virgindade fosse preservada com seriedade até a cerimônia de casamento, os problemas de muitos casais existentes no presente nunca existiriam. A virgindade cria expectativa, curiosidade e uma certa ansiedade que seriam superados no casamento; mas, ludibriá-la e corrompê-la destroem muitas coisas lindas existentes ao respeitar a cada etapa da vida.

A sentença para estupro é a morte do estuprador. A mesma sentença é dada para o adultério, ambos deveriam ser apedrejados. A fornicação devia gerar responsabilidade no homem de tomar a moça como esposa. Desta forma, Deus inibia a perversão sexual e a imoralidade entre Seu povo.

1. O “alicerce da sociedade humana é a família, uma dádiva de Deus para a qual não foi encontrado nenhum substituto adequado” (W. W. Wiersbe).

2. Difamar a esposa nunca foi plano de Quem projetou o casamento, é estratégia do diabo.

3. O casamento deve ser protegido pela pureza pré-nupcial a fim de promover o prazer pela qual foi projetado.

Fuja da promiscuidade sexual. Deus leva muito a sério a pureza sexual antes e depois do casamento.

Lute pela família que Deus te deu. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Deuteronômio 21 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
1 de janeiro de 2016, 6:16
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DEUTERONÔMIO 21 – Família e justiça parecem ser as maiores preocupações de Deus neste capítulo.

Neste mundo onde predomina a injustiça e a fragmentação da família, é fundamental que o povo de Deus seja um exemplo a ser observado e seguido pelo resto do mundo. As Leis descritas na mensagem proclamada por Moisés aos israelitas, inspiradas pelo Espírito Santo, escritas para nos alcançar são fortes, devido à complexidade da natureza perversa da humanidade.

· A família é o berço de uma sociedade justa, honesta e pacífica.

A base da educação está em Deuteronômio 6, onde fica claro que não se deve apenas informar os filhos, mas formar; não apenas tornar conhecido o que é certo ou errado, mas inculcar a lei de Deus na mente deles. Se, após seguir cada instrução, o filho vier a tornar-se indisciplinado e rebelde, arrogante e estúpido, a lei orientava aos pais a levarem este filho aos anciãos da cidade, onde seria avaliado publicamente na porta da cidade.

Se fosse comprovado que o filho causa abalos na unidade familiar, se recusa a obedecer aos pais e é uma ameaça à comunidade por ser um bêbado devasso, sem condições de restauração, este filho deveria ser apedrejado pela comunidade.

· Deus abomina o pecado e a desestruturação familiar.

Estas medidas eram preventivas e corretivas. Prevenia filhos e pais alertando-os quanto à negligência na educação, e corrigia, caso prevalecesse a perversão, rebeldia e torpeza.

Deus conhece bem as intenções do coração humano, por isso aplica leis para orientá-lo como no caso…

…do desprezo a um indigente (vs. 1-9),

…de um homem apaixonar-se por uma mulher dos povos conquistados (vs. 10-14),

…de casar-se com duas mulheres (vs. 15-17),

…da rebeldia de um filho (vs. 18-21).

Deus preza pela justiça e pela família! Para Deus desobediência é tão séria quanto a negligência na educação!

· Lendo sem preconceitos, sem questionar Deus – mas tentando em oração, de todo coração, entender a mensagem deste capítulo-, compreenderemos as preocupações de Deus.

Havia pena de morte, uma maldição devido ao pecado (vs. 22-23). Contudo, Jesus Se fez pecado por nós e tornou-Se maldito pendurado num madeiro para perdoar-nos, restaurar-nos e abençoar-nos (Gálatas 3:13).

· Jesus praticou a justiça. Ele é nossa única esperança!

Ore agora: “Senhor, reaviva a paixão espiritual da minha família!” – Heber Toth Armí.