Reavivados por Sua Palavra


Josué 11 – Comentário Pr Heber Toth Armí
25 de janeiro de 2016, 0:45
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JOSUÉ 11 – É muito bom dedicar tempo para ler, analisar, meditar e aplicar a Palavra de Deus à vida pessoal. Caso Michael Rossane esteja certo ao declarar que, “a leitura é um dos melhores métodos para expandir sua visão, conhecimento e uma melhor compreensão de tudo a sua volta” – quanto mais a leitura diária da Bíblia!

Experimente-a sem moderação! Aprofunde-se intensamente! Leia Josué 11, depois considere o que Francis A. Schaeffer observou:

“Josué 11, do mesmo modo que os capítulos anteriores, insiste na continuidade da lei de Moisés […]. Essa insistência é importante porque os teólogos liberais tentam inserir uma cunha entre o Pentateuco e o restante da Bíblia. Isso não pode ser feito. O restante da Bíblia, começando com Josué, está em total continuidade com o Pentateuco”.

Após conquistar a parte sul de Canaã, o exército israelita avançou rumo ao norte. Observe o esboço baseado no que foi realizado por Harold L. Willmington:

A CAMPANHA DO NORTE:
1. Os cabeças do movimento de oposição: Rei Jabim com outros reis do norte de Canaã para lutar contra Israel (vs. 1-5);
2. A confirmação: O Senhor garante vitória a Josué (v. 6);
3. A expulsão: Josué devasta completamente todos aqueles reis (vs. 7-9);
4. A devastação: Josué arrasa as cidades inimigas, matando pessoas e levando seus bens (vs. 9-15).

PANORAMA DE TODAS AS CAMPANHAS:
1. Terra inimiga ocupada (vs. 16-23);
2. Líderes inimigos derrotados (Josué 12:1-24 – aguarde detalhes amanhã).

Preste atenção:

• Neste mundo, o povo de Deus vive um grande conflito sem fim; pois, o mal anseia domínio total principalmente no coração dos filhos de Deus.

• Aos que se opõem ao povo de Deus, que insurgem em batalhas organizadas para combater aos servos de Deus… está claro que eles devem preparar-se para a derrota.

• Hoje, o conflito continua; o Apocalipse revela sua intensificação no tempo do fim, mas dá a certeza da vitória àquele que se submete a Deus, como Josué; e, garante derrota a quem O ignora, como os canaanitas.

• Quanto maior a oposição ao povo de Deus, maior o combate; mas, também, maior será a vitória. Isso aponta ao Armagedom vinculado ao retorno de Cristo!

Vamos continuar estudando adequadamente a Palavra de Deus; senão, não venceremos! Vamos à luta?

Que Deus te abençoe! – Heber Toth Armí.



Josué 10 – Comentário Pr Heber Toth Armí
24 de janeiro de 2016, 8:00
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JOSUÉ 10 – “O inferno treme quando o cristão medita nas inúmeras bênçãos recebidas no passado; nas incontáveis providências de Deus”, declarou o Dr. Markus DaSilva

Josué foi um homem consagrado, um líder militar submisso ao Príncipe dos Exércitos do Senhor, e, dedicado a fazer avançar os planos divinos neste planeta dominado pelo inimigo do Criador. Por isso, estamos diante de um capítulo sem igual na história do mundo.

Richard S. Hess o intitula: “A vitória sobre o líder de Jerusalém e a aliança do sul de Canaã”. Merrill Frederik Unger o divide em três tópicos:

1. Adoni-Zedeque e sua aliança (vs. 1-6);
2. A guerra e o milagre (vs. 7-15);
3. Uma grande vitória e conquistas subsequentes (vs. 16-43).

Num contexto bélico, a ajuda de Deus para Seu povo não poderia ser diferente senão operar maravilhas por meio de guerras. Numa época em que as forças eram meditas pelos exércitos e conquistas, a promessa de Deus a Israel precisou passar pela guerra.

Além da polêmica incompreendida por muitos em relação às muitas guerras no Antigo Testamento, o caso do atraso do sol a pedido de Josué é um assunto muito discutido entre estudiosos. Sobre isso, apenas destaco as palavras de Unger após oferecer algumas linhas interpretativas para o milagre do dia mais longo do mundo:

“A impressionante singularidade do milagre é enfatizado [v. 14], e portanto pode ser considerada enfaticamente inexplicável”.

Aplicações:

• Quem se coloca ao lado de Deus terá suas próprias experiências miraculosas.

• Para Deus não há impossibilidades, qualquer meio utilizado pelo inimigo, Deus o enfrenta e obtém a vitória para Seu povo.

• Tem coisas que Deus faz por, e através de nós, que não adianta a ciência tentar encontrar explicação que só perderá seu tempo.

• Por mais que cinco exércitos se levantem contra o povo de Deus, ou mesmos as hostes satânicas insurjam com seus demônios, a vitória é certa a todo aquele que se submete a Deus.

• Promessa dada por Deus será promessa cumprida, ainda que tudo no mundo físico e espiritual se opõe conspirando para impedir tal cumprimento.

• O plano de salvação avança como e quando Deus quer, mesmo contra todos os incrédulos, opositores ou obstáculos que Deus possa encontrar no caminho.

Por isso, confiemos nas promessas divinas! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Josué 9 – Comentário Pr Heber Toth Armí
23 de janeiro de 2016, 0:45
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JOSUÉ 9 – Você deve tomar muito cuidado se não quer ser enganado(a). O engano sempre vem disfarçado, visando tornar-nos derrotados. Neste texto “Josué fez aliança com o inimigo pensando estar tomando uma decisão sábia. A situação parecia tão óbvia que ele nem chegou a consultar a Deus” (Hernandes Dias Lopes).

Nossas habilidades e capacidades podem ser ludibriadas devido a nossas limitações; portanto, precisamos sempre consultar a Deus ainda que a situação pareça fácil ser controlada. Hernandes observa que “o inimigo disfarçado foi mais poderoso do que os inimigos que empunharam armas de guerra (Js 9.1,2). O inimigo camuflado prevaleceu”, o declarado não!

As notícias das vitórias de Israel sobre Jericó e Ai percorreram todo o território cananita, como Deus planejara; contudo, ao invés de conversões, houve endurecimento dos corações. Os gibionitas, movidos por medo, reconhecendo que logo poderiam ser destruídos, elaboraram uma estratégia de engano.

Utilizando-se de sandálias velhas e remendadas, roupas gastas e rasgadas, odres de vinho velho e quebrados e, pão seco e bolorento, sugeriram assim estarem vindo de uma terra longínqua. Segue a sequencia:

1. Israel foi enganado e fez aliança com os gibionitas;
2. Três dias após a aliança feita, tudo foi descoberto;
3. Israel desejou destruí-los;
4. Os príncipes de Israel optaram por honrar o compromisso feito;
5. Os gibionitas tornaram-se servos de todo o Israel para…
• …rachar lenha, e,
• …tirar água.

Reparando a loucura: “Josué e os príncipes agiram [agora] com sabedoria ao honrar a aliança, mesmo sabendo que foram enganados. Mais tarde, Saul tentou acabar com os gibionitas, e foi punido por isso (2Sm 21)” (William MacDonald).

REFLITA:

1. Não confies em tua capacidade de análise e julgamento, por mais fáceis que sejam as propostas, elas podem conduzir-te a situações complexas e problemáticas.

2. Tuas decisões jamais deveriam ser tomadas sem antes consultar ao Deus que sabe todas as coisas e conhece cada situação. Ainda que determinado caso pareça obvio, ele pode ser isca do inimigo tentando enfraquecer tua vida e tua fé, objetivando levar-te ao fracasso físico e espiritual.

3. Após cometer erros e dar tua palavra, cumpra ainda que corras risco. A mentira gera consequências duráveis, como aconteceu aos gibionitas.

Cuidemos para que não sejamos enganados, nem enganadores. Submetemo-nos inteira e constantemente a Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Josué 8 – Comentário Pr Heber Toth Armí
22 de janeiro de 2016, 0:12
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JOSUÉ 8 – Examino este capítulo e imagino Deus dizendo: “Não era para ser assim!”. Tem capítulos de nossa vida que seriam diferentes se não fosse o pecado, nosso ou dos outros. Contudo, Deus toma nossa vida a partir de nossos fracassos e a conduz ao sucesso.

Se, ao menos permitirmos Deus operar em nosso fracasso, em nossas derrotas, a partir de nossos erros, certamente Ele não pisará em nós, mas nos conduzirá à vitória. Essa verdade deveria ser um alívio para…

• Pais que erraram na educação dos filhos;
• Parentes que tiveram algum desentendimento;
• Cônjuge que cometeu erros em relação ao casamento;
• Filhos rejeitados, não planejados, órfãos…
• Qualquer pessoa que arruinou sua vida ou a do próximo com sua conduta pervertida…

Dos destroços de nossa vida, Deus nos reconstrói. Das tragédias, Deus nos restaura. Aqui o povo deveria agir como quando fora derrotado; Deus orienta-o a fingir que estava fugindo como na primeira tentativa para conquistar a cidade de Ai. Ao fugir, outro grupo invadiria por trás e entraria na cidade. O que de fato, deu certo.

Quando observo o relato da destruição de Jericó, imagino que os planos de Deus para conquistar Ai eram diferentes. Contudo, Deus desce onde estamos com medo para nos erguer. Deus é estrategista, Ele é sábio demais; Ele acerta até a partir de nossos erros, e vence a partir de nossas derrotas –, claro, se entregarmo-nos a Ele dispostos a obedecê-lO!

Sobre este capítulo Gene Getz oferece-nos estes princípios de vida:

1. Deus jamais abandona Seus filhos, não importa o quanto estes O tenham abandonado;
2. Deus pega os erros dos Seus filhos e usa-os para alcançar resultados positivos;
3. Deus nos dá liberdade para desenvolvermos um plano estratégico, mas este deve sempre estar em harmonia com Suas diretrizes e princípios básicos.

Deus age em nossa vida para que nossa atitude seja testemunhar dEle. Nossas vitórias são de Deus através de nós e, devemos deixar isso muito bem esclarecido. “O altar de pedras com a lei lavrada em cima representa um testemunho do verdadeiro Deus para todos os que ali passassem” (Richard M. Davidson).

Entregue teu sucesso ou mesmo teu fracasso para Deus. Ele te surpreenderá com o resultado. Mas, não se esqueça de testemunhar dEle!

“Senhor, reaviva-nos… restaura-nos…” – Heber Toth Armí.



Josué 4 – Comentário pr Heber Toth Armí
18 de janeiro de 2016, 0:45
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JOSUÉ 4 – Comungar com Deus é uma ação incomparável. Relacionar-se com servos de Deus é privilégio inigualável. E, partir para a missão de Deus dependendo dEle e dos demais servos dEle resultará em experiência indescritível!

Utilizando esta filosofia experimentaremos milagres no presente e deixaremos marcas no mundo para que, no futuro, ao relembrar o passado, testemunhemos poderosamente de como Deus conduziu-nos até onde estivermos.

Precisamos registrar as maravilhosas obras de Deus em nossa vida para que as circunstâncias do futuro não apaguem as lembranças do que Deus operou por nós no passado. Esse exercício nos auxiliará a não desviarmos do Deus que fez para nossa prosperidade, felicidade e salvação.

Quem esquece as obras realizadas por Deus facilmente descambará para crenças e filosofias mundanas que nada têm que ver com o Deus que nos deu vida, família e recursos para viver neste mundo em decomposição pelo pecado.

Sabendo disso, Deus ajudou Seu povo no passado e ajuda-nos com as Escrituras no presente e outros símbolos como a Santa Ceia. “A palavra em hebraico para ‘memorial’ é zikkaron. É um termo técnico teológico para uma coisa, um lugar ou evento repetido, que pretende servir como lembrete vívido de algum ato de Deus pelo Seu povo” – explica Richard O. Lawrence.

As pedras empilhadas no meio do Rio Jordão após a passagem de Israel a seco foram estratégias de Deus para ativar a memória de Seu povo no futuro. Assim, “tocar e sentir estas pedras ajudaria a tornar a história – e Deus – real para as gerações futuras” (Lawrence).

1. Deus quer que a COMUNHÃO com Ele nunca fique no passado, ou guardada na gaveta da teoria, ou caia na valeta do esquecimento (vs. 1-18);
2. Deus quer que o RELACIONAMENTO entre irmãos seja real baseado na união e companheirismo, na família e na sociedade (vs. 19-23);
3. Deus quer que abracemos a MISSÃO de testemunhar às nações mundiais dos Seus grandes feitos, o principal deles: A morte de Jesus (v. 24).

Através da comunhão com Deus obtemos a visão da direção que devemos ir. Mediante a união com outros servos de Deus promovemos o relacionamento que fortalecerá o cumprimento da vontade de Deus. Por conseguinte, a missão de Deus será executada por meio de Seus servos.

“Reaviva-nos, Senhor!” – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 3 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
17 de janeiro de 2016, 0:45
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JOSUÉ 3 – Avançar com base nos propósitos divinos é a maior garantia de experimentar milagres durante a jornada rumo ao Céu. Santificar-se genuinamente através do poder do Espírito Santo é o melhor meio de preparar-se para ver Deus agir em nosso favor.

O Pr. Laércio Mazaro destacou que “Deus comissionou Josué para realizar 3 coisas: conduzir o povo à terra, derrotar os inimigos e tomar posse da herança”. Disposto a cumprir os propósitos de Deus juntamente com o povo do qual era responsável, Josué chamou cada um a inteira consagração.

Observe a síntese de aplicações do capítulo:

· Para viver os grandes planos de Deus para nossa vida, precisamos aprender com Josué a levantar-se de madrugada e agir com precisão e rapidez (v.1);

· Para experimentar a vitória que vem de Deus é necessário organizar a vida de nossos liderados na presença de Senhor da vitória (vs. 2-4);

· Para provar das maravilhas de Deus em nossa vida pessoal e coletiva é fundamental a santificação total do coração de todo o povo com a participação especial de seus líderes espirituais (vs. 5-6);

· Para viver à altura do sucesso especificado por Deus é importante dar atenção a todas as palavras e orientações de Deus (vs. 7-8);

· Para que o povo de Deus viva os extraordinários planos dos Céus aqui na Terra, o líder espiritual deve estar 100% focado na Palavra de Deus ao orientar cada passo a ser dado (vs. 9-13);

· Para ver, experimentar e viver milagres reais é preciso agir com base na Palavra de Deus, com fé na certeza de que o que parece impossível com Deus torna-se possível (vs. 14-17).

Deus prepara condições (abre o mar) para quem quiser fazer Sua vontade e ver Seus grandes milagres. E, isso tudo é apenas o começo! O início da caminhada com Deus já começa com extraordinários milagres, mas nunca devemos deixar de avançar porque já experimentamos alguns deles. Para a vitória total, é preciso avançar!

Além de levar-se de madrugada evidenciando não ser preguiçoso e, buscar a santificação evidenciando não ser indiferente à consagração, Josué demonstrou fé nas orientações divinas: Falou que o sacerdote colocaria os pés nas águas do rio Jordão e elas abririam caminho ao povo – crendo que realmente isso aconteceria. De fato, aconteceu! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 2 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
16 de janeiro de 2016, 0:45
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JOSUÉ 2 – Prostituição não é mal do século, é o mal da história do mundo. Contudo, restauração é fruto do coração de Deus. Perdão divino gera transformação em qualquer pessoa, inclusive naquelas marcadas por grandes amarguras da prostituição.

De certa forma, somos todos prostitutos e prostitutas; traímos Deus por nada, adulteramos doutrinas e agimos como se nunca tivéssemos assumido compromisso com Ele. Nosso relacionamento é mais para prostituição em relação a Deus do que fidelidade sincera. Precisamos da mensagem deste capítulo.

Pagamos caro para pecar assim como pessoas pagam para prostituir-se, e inúmeras vezes rejeitamos a graça gratuita divina. Investimos no pecado, fugimos de Deus. Esse é o estrago que Satanás planejou para cada um de nós; mas, restauração é o plano de Deus para todos.

Este capítulo revela o método divino de realizar Seus planos de salvar acoplado aos planos daqueles que agem dependendo dEle:

1. Deus conquista Seus próprios planos ajudando os seres humanos a conquistarem os deles: Raabe já havia abandonado a prostituição quando aos espias chegaram a sua casa. Assim como os espias não sabiam, ela também desconhecia o meio de salvar-se; mas nada disso era impossível para Deus, o qual criou estratégias para driblar aos atentos guardas de Jericó e levar salvação à casa da ex-funcionária da prostituição!

2. Deus não ignora o menor vestígio de vontade de salvar-se existente numa alma, por mais moribunda que esteja: Raabe ouvira sobre Deus, sabia o fim de seu povo, arriscou sua vida para salvar os espias e, foi salva. Deus conhecia seu coração e a conduziu à salvação. Ela já havia mudado de profissão, talvez agora trabalhasse com estalagem, evidência que ela cedera à religião do Deus de Israel!

3. Deus guia, protege e concede sucesso àqueles que estão no centro de Sua soberana vontade, por mais desafios que tal decisão exija: Os dois espias foram bem-sucedidos e trouxeram mais informações do que Josué lhes pedira porque Deus os abençoou!

Talvez não saibamos lidar com prostitutas recém conversas a Deus, mas Deus sabe como lidar com Seus servos para que sejam instrumentos de salvação aos que anseiam por Ele. A missão de Josué aos espias era militar, mas Deus cumpriu neles Sua missão de salvar! Entregue-Lhe teus planos, e te surpreenderás! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 1 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
15 de janeiro de 2016, 0:45
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JOSUÉ 1 – Você já leu o livro de Josué com atenção? Já parou para analisar, meditar e extrair lições para a vida? “Os relatos de Josué estão entre os mais empolgantes da Bíblia” destaca Richard Hess. E, então, afirma: “…hoje, mais do que nunca, sua mensagem precisa ser ouvida”.

· Este livro extraordinário possui mensagens relevantes para cada habitante deste planeta!

Deus quer interagir conosco. Ele não é um Ser arrogante, orgulhoso e autoritário, distante e indiferente às nossas lutas e desafios. Ele é um Deus que promete, incentiva, cria estratégias, age, luta e vence para nós.

· Aquele que, humildemente, se inclina perante Deus para ouvir Suas instruções certamente alcançará a vitória!

Sobre o capítulo, Marten H. Woudstra sintetiza da seguinte forma:

1. Introdução e temas principais do livro:

a) Exortação e ânimo (vs. 1-9);

b) Todo o Israel participa da conquista (vs. 10-18).

Deus quer dar a vitória aos que querem compartilhá-la com Seu povo. Deus Se doa aos que se doam para Seus filhos. Deus abençoa aqueles que desejam ser uma bênção; pois, vencer egoisticamente leva ao orgulho – o que é pecado – e, Deus não compactua com isso.

O livro de Josué foi escrito por ele mesmo, entre 1451-1426 a.C., nas planícies de Moabe. Seu nome é significativo: “Jeová, o Salvador”. Através dele, Deus estava conduziria o plano de salvação de Israel e do mundo.

Aplicações:

1. Líderes espirituais são essenciais; por isso, Deus suscita um na ausência de outro para benefício de todos (vs. 1-5);

2. Promessa, vitória e conquista são obras de Deus, mas quer cooperação humana; conhecendo nossa limitação, Deus dá instruções, capacitação, motivação e proteção (vs. 5, 9);

3. Um dos segredos do sucesso é falar da Lei para não esquecê-la, meditar nela diariamente para absorver Seus ensinamentos, e, praticá-la completamente (vs. 7-8);

4. Orientar e organizar o povo para viver a vontade de Deus – sair desta harmonia é rebelar-se contra Ele: Nisto consiste o segredo do fracasso (vs. 10-18).

Este primeiro capítulo deixa claro que Deus não deseja o fracasso de ninguém. O fracasso é para os que não buscam a Deus; para os ingratos diante dos atos de amor e misericórdia de Deus; para os indiferentes aos planos maravilhosos que Deus tem para nós.

Reavivemo-nos e venceremos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 34 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
14 de janeiro de 2016, 0:45
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DEUTERONÔMIO 34 – Ninguém escreve nada depois que morre. A morte é o aborto da vida, o fim de planos, o término das ações humanas! Portanto, Moisés escreveu o livro de Deuteronômio, mas não todo. O último capítulo é um apêndice escrito por alguém.

Ao morrer, Moisés deixa o ‘posto’, para de escrever e Josué assume a liderança do povo de Deus. Sua vida é inspiração e exemplo de liderança para Josué – e também para nós. Sua paciência, mansidão e dependência de Deus nos motiva. Sua intimidade com Deus e Seu estilo de servir ao povo de Deus são legados que devem alcançar nosso coração.

Moisés morreu com 120 anos, não como um velho caduco, fraco, acabado pelos anos e pelo deserto, mas em toda força e vigor:

• Ele subiu a campina de Moabe, ao monte Nebo (v. 1);
• O Senhor mostrou-lhe toda a terra (vs. 1-3);
• O Senhor falou-lhe sobre a promessa e o cumprimento dela, a qual foi o alvo de sua missão (v. 4).
• Com 120 anos, enxergava bem e tinha muita capacidade ainda (v. 7).

Moisés morreu sozinho, na presença de Deus apenas:

• No monte Nebo, na terra de Moabe (v. 6);
• Ninguém achou sua sepultura, pois talvez a idolatrassem (v. 6);
• O povo liderado por ele chorou 30 dias e só depois partiu – um mês de luto (v. 8).

Em vida, Moisés marcou a história:

• Impôs as mãos sobre Josué, que estava cheio do espírito de sabedoria (v. 9);
• Ordenou ao povo a obedecer a Josué (v. 9);
• Falou face a face com Deus como ninguém antes nem depois dele falou, a não ser Cristo (v. 10);
• Foi um poderoso instrumento nas mãos de Deus para cumprir extraordinários planos divinos neste mundo (vs. 11-12).

Após morrer, Moisés foi ressuscitado logo em seguida. Devido a seus pecados Satanás creu que seu corpo era propriedade sua, não de Deus. Por isso, houve disputa espiritual, mas Cristo venceu Satanás (Judas 9). Consequentemente, Moisés, cerca de 3500 anos depois, apareceu a Cristo momentos antes de Sua morte, na companhia de Elias que fora levado ao Céu sem ver a morte (Mateus 17:1-5).

Quem serve a Deus…

1. …pode até morrer, mas ressuscitará;
2. …na terra, continuará servindo-O no Céu!
3. …deixa grande legado!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

Abaixo deixe tua impressão sobre Deuteronômio:



DEUTERONÔMIO 32 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
12 de janeiro de 2016, 0:45
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DEUTERONÔMIO 32 – A música cantada por Moisés foi ordenada por Deus, destinada ao povo de Deus, para que o povo cantasse e servisse de testemunha contra os negligentes aos ensinamentos contidos na música (Deuteronômio 31:19, 30).

Destacam-se neste cântico os seguintes pontos:

1. Um cântico com objetivo definido: Reafirmar o compromisso humano com Deus tendo céus e terra por testemunhas (vs. 1-3);

2. Proclamação da fidelidade impecável de Deus e corrupção irregenerável do povo (vs. 4-9);

3. Anúncio da bondade de Deus na formação de um povo neste mundo de pecado, confusão e morte (vs. 10-14);

4. Reconhecimento de que a abundância material induz ao abandono espiritual de Deus a tal ponto de cultuar aos demônios (vs. 15-18).

5. Assimilação do juízo divino sobre a corrupção física, moral, social e espiritual e, a ação da graça e bondade de Deus impondo limite ao Seu julgamento (vs. 19-27);

6. Aceitação da insensatez que caracterizou o comportamento humano diante de tanta sabedoria oferecida por Deus ao Seu povo (vs. 28-33);

7. Compreensão da misericórdia imensurável de Deus ao vindicar Seu povo no futuro para revelar Seu caráter perante todo o Universo (vs. 34-43).

Esta canção assimilada no coração era a teologia que Deus queria que o povo construísse sua história, moldasse seu caráter e regesse sua vida pessoal, familiar e coletiva. O futuro de todos dependia de uma vida desprendida da cultura pagã (vs. 44-47). E o nosso futuro?

Moisés está para dar o último suspiro. A lição aqui: Deus mostra que o fim de nossa história altera conforme vivemos a submissão a Ele (vs. 48-52).

Moisés cantou ao transpor o Mar Vermelho e compôs outra canção no final da vida. Este último cântico “tem sido considerado ‘como a chave de toda a profecia’, por se referir à origem de Israel como nação, à ingratidão e à apostasia do povo e, finalmente, ao castigo que sofreu e à restauração que, graças ao Senhor, o elevou à dignidade primitiva. O tema é o nome do Senhor, o carinho com que tratou o Seu povo, a justiça e a misericórdia com que o distinguiu. Abrange a história do povo eleito desde a criação do Universo até ao Dia do Juízo final” (G. T. Manley).

Reflita no que aprendeu! – Heber Toth Armí.