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Muitos gostam de viver no limite de muitas coisas, prova disso são os esportes radicais; arriscando, alguns perdem a vida. O mesmo se dá no aspecto espiritual; neste caso, a consequência é morte eterna.
A Bíblia de Jerusalém é da opinião de que toda a narrativa deste capítulo “revela a simplicidade e a profundidade da religião de Davi”; contudo, muitos querem tornar coisas simples e profundas em complexas e erradas.
Há situações neste capítulo que podem levar instáveis e ignorantes a interpretações esdrúxulas. Por exemplo:
1. Deus é tirano, cruel, intolerante, desprovido de graça e misericórdia por fulminar instantaneamente Uzá quando, simplesmente, segurou a arca da aliança para ela não cair (vs. 1-9);
2. Davi dançou perante a arca do Senhor, portanto, podemos dançar na igreja, em baladas, etc. (vs. 14-16);
3. É amaldiçoada a mulher que condena ao marido naquilo faz com a melhor das intenções (vs. 20-23).
É muito fácil interpretar incorretamente a Bíblia e fazê-la dizer o que almejamos. Por conseguinte, Charles R. Swindoll declara: “por muitos séculos a Bíblia tem sido lida de modo errado, torcida, forçada e corrompida, tanto por santos quanto por pecadores”.
E quanto a você…
• …está seguro de tuas interpretações do texto bíblico?
• …interpreta corretamente a Bíblia, ou como convêm, conforme tuas inclinações?
Pior que não ler a Bíblia é ler a Bíblia equivocadamente. Portanto, leia-a suplicando discernimento do Espírito Santo.
Após afirmar que não há nenhum tipo de dança litúrgica no Antigo nem no Novo Testamento, Augustus Nicodemus, referindo-se ao evento deste capítulo em apreço, declara:
“Acho que o rei de Israel cairia de costas se visse tudo o que se inventou hoje no culto a Deus com base naquele dia em que ele saltou de alegria diante da arca do Senhor”.
• E, o que dizer do Espírito Santo, diante de tantas aberrações interpretativas hodiernas?
• Muitos intérpretes pós-modernos não morreriam por perverter as Escrituras Sagradas assim como Uzá e Aiô ao tocarem a arca?
Concluindo, observe estas aplicações:
1. Agir conforme imaginamos diante do sagrado, ignorando a revelação, desagrada ao Senhor e atrai Seu juízo (vs. 1-11);
2. Deus abençoa quando demonstramos reverência para com Ele (vs. 11-19);
3. Atitudes corretas podem ser interpretadas incorretamente (vs. 20-23).
Alegremo-nos no Senhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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A graça de Deus é tão clara no Antigo Testamento quanto no Novo; tanto quando em nossa vida neste século pleno de pecado, imoralidade e perversão.
Apesar dos seus erros, as promessas, planos e propósitos de Deus a Davi foram acontecendo. Foi difícil a Davi viver a vontade divina no plano humano, por isso foi ungido três vezes:
1. Perante seus irmãos (I Samuel 16:12-13);
2. Diante dos homens de Judá, sua tribo (II Samuel 2:4);
3. Perante sua nação, Israel (II Samuel 5:1-5).
Além de mais uma reiteração da unção de Davi, neste capítulo encontramos:
• Davi conquista um território para si (vs. 6-10);
• Davi é reconhecido rei no exterior, por Hirão, rei de Tiro (vs. 11-12);
• Davi comete mais pecados: Toma mais mulheres e concubinas para aumentar sua família (vs. 13-16);
• Davi derrota os filisteus que insurgiram contra seu reinado (vs. 17-25).
Um dos marcos deste capítulo é frisado por D. L. Moody:
“A tomada de Jerusalém marca um ponto muito importante na história de Israel. Até agora, a vida nacional não tinha um verdadeiro ponto central. A residência de um juiz, profeta ou rei servia como ponto de reunião temporário, tal como a ‘palmeira de Débora’, Siló, Mispa, Gibeá (de Saul), Nobe ou Hebrom. Desse momento em diante, o centro foi fixado, e, pelo menos quanto ao reino do Sul, todas as outras cidades se tornaram cada vez menos importantes em comparação com a nova capital”.
Porém, a revelação mais importante desde capítulo é a busca incessante de Davi por Deus. Precisamos de discernimento espiritual para perceber nossa necessidade de Deus e, como Ele age em nossa vida. Ellen G. White nos adverte:
“Devemos estar atentos às atuações da Providência Divina como o exército de Israel estava atento ao ‘ruído de andadura pelas copas das amoreiras’ [v. 24] – o sinal de que o Céu agiria em seu favor”.
Como experimentar a ação do Céu entre nós aqui na Terra? QUANDO…
• …unimo-nos como um povo para cumprir os planos divinos (vs. 1-5);
• …dependemos do poder do Deus dos Exércitos para avançar (vs. 6-12);
• …consultamos a Deus para tomar cada decisão (vs. 17-24);
• …obedecemos sem questionar as orientações de Deus (v. 25).
Você crê que Deus tem planos para você? Busque-O! – Heber Toth Armí.
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O que Deus te falou através deste capítulo bíblico?
Hoje, fique junto de mim enquanto caminhamos por este comentário a fim de que alcancemos interpretações corretas que atinjam profundamente nosso imperfeito coração.
Estes 12 versículos podem ser sumarizados conforme sintetizado por Matthew Henry:
1. Dois de seus próprios servos [Baaná e Recabe] o mataram [a Isbosete, filho de Saul, que reinava em Israel ignorando Davi], e levaram sua cabeça a Davi (vs. 1-8).
2. Davi, em vez de recompensá-los, os condena à morte pelo ato praticado (vs. 9-12).
Aqueles que executaram traiçoeiramente Isbosete foram executados por ordem de Davi. Pois, Davi não era favorável à vingança ou aderente à cultura a qual ditava que, ao assumir o trono, o rei devia matar todos os familiares do antigo rei. Assim, “os cadáveres dos benjamitas serviam como lembrete público de que Davi recusava obter o trono de Israel pela força” (Ben F. Philbeck Jr.).
Cuidado com gente como Baaná e Recabe: “Ao levar a cabeça do rei assassinado a Davi, esses violentos criminosos tentaram justificar seu crime com piedosa referência à vingança que o Senhor teria executado em favor de Davi; mas Davi persistiu honrando a casa de Saul, castigando qualquer que o ferisse” (Merrill F. Unger).
Neste relato, perceba que Deus cumpre Suas promessas. Ele sempre tem a palavra final; concordem os homens com Ele – ou não! “A casa de Saul foi reduzida de tal maneira que coisa alguma, além de um menino aleijado, poderia ter continuado sua dinastia. Foi assim que se cumpriu a maldição de Samuel contra a linhagem de Saul. Ver I Sam. 13.13,14” (Russel Norman Champlim).
Com Davi aprendemos…
• …a confiar plenamente na vontade de Deus, em Suas promessas e planos.
• …que precisamos crer piamente que Deus está no controle da história mundial.
• …que o senso de justiça não aceita piedade enraizada na crueldade. Davi mandou executar os dois assassinos de Isbosete por seus atos bárbaros de matar o rei enquanto dormia, sem poder defender-se (ver Deuteronômio 27:24).
• …que atos abomináveis (crimes/traições/crueldades) não devem ser recompensados/premiados, mas punidos.
• …que piedade baseada na crueldade visando interesse egoísta/bajulação/oportunista resulta em punição.
• …que nenhum sucesso (ou posto/cargo) deve ser conquistado mediante atos desumanos.
Não faça politicagem. Confie a Deus teu sucesso! – Heber Toth Armí.
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