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Deixe Cristo reformar aquilo que o pecado deformou em você! A Bíblia tem grande participação em nossa transformação. Quanto mais você abandonar o pecado que mata, para buscar a Cristo, mais vivificado serás, pois Ele é fonte de vida!
Davi era excelente rei, mas péssimo pai. Seus filhos estavam extraviados, ele entristecido. Sua vida demonstra que nenhum sucesso compensa o fracasso da família. Não há honra ser rei respeitado pelos súditos nem mérito quando se está de luto por um filho que morreu tentando lhe matar.
• O fracasso no lar pode levar ao fracasso profissional: Joabe repreendeu o rei Davi por negligenciar o bem-estar dos israelitas (vs. 1-8).
• Para agir com responsabilidade em prol de um povo, às vezes será necessário sacrificar os sentimentos oriundos dos sofrimentos causados pela irresponsabilidade na educação (vs. 9-10). “Iniciou-se um movimento para restaurar Davi ao trono. ‘Por que vos calais e não fazeis voltar o rei?’ é uma pergunta apropriada para a igreja apática de hoje”, afirma William MacDonald.
• É necessário sabedoria e perdão para resolver a situação causada por negligência espiritual (vs. 11-15). MacDonald também comenta: “Davi resolveu remover Joabe do comando do exército (provavelmente por ter matado Absalão) e colocou Amasa em seu lugar. Pouco tempo antes, Amasa, sobrinho de Davi, havia comandando as tropas de Absalão. Para alguém de fora, pode parecer que o rei puniu a lealdade e recompensou a rebelião, uma política de governo que dificilmente poderia trazer estabilidade. Sua decisão, porém, moveu […] o coração de todos os homens de Judá em favor dele, e lhe enviaram uma mensagem unânime de boas-vindas”.
• Tratar com cortesia, amabilidade e compaixão qualquer pessoa é uma forma de permitir que Deus aja através de nós para auxiliar e restaurar o estrago que causamos em Seus planos para nossa vida. Davi perdoou Simei, saiu para receber bem a Mefibosete após ouvir fofoca sobre ele, e ainda valorizou o velho Barzilai (vs. 16-39).
• Embora inveja atrapalhava, Deus, através de Sua graça e misericórdia operava a reunificação do governo davídico. Desta forma, os efeitos bombásticos do pecado ainda continuavam no reino de Davi (vs. 40-43); e, Deus também!
“Senhor, reconhecemos que falhamos. Perdoa-nos. Carecemos de ajuda para lidar com as consequências de nossas escolhas erradas! Fortalece-nos!” – Heber Toth Armí.
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Este capítulo é rico e cheio de preciosas aplicações! Leia-o com oração e alcançarás pérolas espirituais de grande valor…
Lúcifer usou sua habilidade, criatividade e liberdade para inventar o pecado. A partir daí suas características são nítidas nas pessoas que caem do nível do pecado da desobediência ao da rebeldia. Contudo, notam-se, também, traços de Deus nos filhos dEle:
• Absalão trilhou o mesmo caminho de Lúcifer, aventurou-se pela estrada da vaidade e ambição (vs. 9, 18; Ezequiel 28:16-17).
• Absalão levou boa parte do povo de Deus a participar da rebelião, assim como Lúcifer conquistou o coração da terça parte dos anjos (v. 7; Apocalipse 12:3-4).
• Absalão intentou usurpar através da guerra ao trono dado por Deus a Davi, da mesma forma que Lúcifer intentou usurpar ao trono de Deus (vs. 1-6; Ezequiel 28:13-16).
• Davi experimentou o desafio da rebeldia de seu filho, assim como Deus provou o enfrentamento bélico de Lúcifer e seus anjos (vs. 7-17; Apocalipse 12:7-9).
• Davi amou imensamente e desejou o bem de seu filho rebelde, assim como Deus amou a Lúcifer mesmo quando este O atacava (vs. 5, 19-32; Isaías 14:12-15).
• Davi chorou pela morte de seu filho Absalão, o que ilustra a tristeza de Deus pela rebelião de Lúcifer que, por sua nova personalidade formada pelo pecado tornou-se Diabo e Satanás (v. 33; Apocalipse 12:10).
O pecado é impetuoso em sua função destrutiva. Ele tornou Lúcifer, um anjo de luz, em Diabo e Satanás; arrastou a terça parte dos anjos; levou à morte mais de 20.000 homens de Israel, em batalha contra Davi; tornou o príncipe Absalão, o pai da paz, em ícone da rebelião contra os planos divinos.
Um dia Lúcifer terá fim como teve Absalão (Apocalipse 20). E, quem estiver com ele morrerá como os mais de 20.000 homens do exército de Absalão. Precisamos precaver-nos para que não participemos do exército do maligno; devemos ser membros do povo de Deus, então sairemos vencedores.
Precisamos abandonar avenidas do inferno para entrar pelo caminho do Céu (João 14:6); pois, em breve, o mal será eliminado! Nesse momento, o coração de Deus ficará partido porque muitos de Seus filhos preferiram a rebelião antes que Jesus – a salvação (Isaías 28:21).
A quem você reflete: Cristo ou o Diabo? – Heber Toth Armí.
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A destruição dos planos de Deus é o objetivo incessante de Satanás. Contudo, os planos divinos para tua vida não ruirão se tua confiança estiver firmada no Senhor, apesar das falhas, imprudências e quedas espirituais.
Absalão queria usurpar o trono de Davi, seu pai. Aquele que não hesitou matar seu irmão Amnon, estava determinado a matar seu pai. Sobre essa guerra civil entre pai e filho, Warren W. Wiersbe observou:
“Absalão estava confiando em seu charme, em sua popularidade, em seu exército e na sabedoria de Aitofel, porém Davi confiava no Senhor [Salmo 61:1, 2]”.
1. Absalão chamou dois conselheiros: Aitofel e Husai:
• Aitofel sugeriu-lhe agilidade, intrepidez e ação imediata com apenas 12.000 homens à noite no combate a Davi – o que teria dado certo, Davi seria derrotado (vs. 1-13);
• Husai deu um conselho mais bem elaborado, aparentemente mais seguro e certeiro; mas sua execução seria mais morosa e daria tempo para avisar a Davi (vs. 14-22).
2. Sabendo Aitofel da decisão de Absalão sobre a aceitação do plano de Husai, com seu discernimento aguçado visualizou a derrota do filho do rei; então, suicidou-se (v. 23).
3. Deus cuidava de tudo: Dissipou o bom conselho de Aitofel (v. 14), preservou a vida e proveu sustento ao rei escolhido por Ele (vs. 24-29).
O pecado traz terríveis consequências. Davi está colhendo o que plantou; todavia, Davi “manifestou disposição para receber a correção de Deus e, confiante, voltou-se para Ele como Sua única esperança. Deus recompensou a humilde confiança que Davi depositou nEle, anulando o conselho de Aitofel e preservando-lhe a vida”, comenta Ellen G. White.
Note estes princípios:
1. Está claro no currículo de Davi que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus; confiando nEle, veremos esse princípio em nossa vida também (Romanos 8:28).
2. Assim como no relato o filho queria a morte do pai, por amor a Deus atraímos ódio mortal de pessoas descomprometidas com Ele (Romanos 8:36).
3. Contudo, absolutamente nada (nem tribulação, nem angústia, nem perseguição, nem fome, nem nudez, nem perigo, nem espada) nos separa do amor de Cristo; e, se Deus é por nós, quem será contra nós? (Romanos 8:31-35).
Então, por que não reavivar tua confiança em Deus? Entregue-se! Confie! – Heber Toth Armí.
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