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Mais que um manual de instrução, a Bíblia é um manual de vida! Desviar-se dela significa preferir o caminho da morte.
Após ler o capítulo bíblico, avance a leitura deste comentário com oração e atenção. Primeiramente, note o panorama geral deste segundo capítulo do primeiro livro de Reis:
1. Antes de morrer Davi aconselha sabiamente a seu filho Salomão (vs. 1-12);
2. Antes de assumir propriamente a regência de Israel, Salomão teve que fazer uma faxina radical, resolver algumas pendências deixadas por seu pai:
a) Adonias foi morto por ter praticado o pecado da sedição (vs. 13-25);
b) Abiatar, sacerdote que apoiou Adonias em suas ambições políticas, embora expulso do cargo, permaneceria vivo, devido ao serviço leal a Davi (vs. 26-27);
c) Joabe, executado pelos seus erros passados e por sua associação traiçoeira com Adonias (vs. 28-35);
d) Simei, ainda que praticara muitas injustiças, viveria sob condicional; mas, após ultrapassar o limite acordado com Salomão, foi morto (vs. 36-46).
A monarquia humana geralmente foi marcada pela autoridade e assassinato a fim de ser estabilizada. Seria plano divino?
Reflita na última sentença deste capítulo escrito pelo autor inspirado conforme traduzido do hebraico ao português na Bíblia de Jerusalém: “E a realeza então consolidou-se nas mãos de Salomão”.
A Bíblia de estudo Andrews faz a seguinte síntese: “Este capítulo narra como o reino foi assegurado nas mãos de Salomão. Começou com as instruções de Davi ao filho sobre como executar justiça, proteger seus aliados e eliminar inimigos em potencial”.
Por mais que esteja dando certo, nunca tinha sido plano de Deus que Seu povo tivesse um rei à parte dEle. Jim Zackrison amplia esta questão dizendo que, “Israel, por ter escolhido um rei, haveria de sofrer para o resto de seus dias por sua decisão desastrada”. Contudo, Deus estava sendo paciente, amoroso e gracioso. Por isso, diz Zackrison:
“Como devemos ser todos gratos por Deus ainda estar disposto a trabalhar conosco, não importando como tenhamos errado o caminho”.
Certamente, Deus…
• …cede, abre mão e adapta-Se para não perder as pessoas criadas a Sua imagem e semelhança;
• …ajuda, abençoa e guia até quando Seus filhos descambam por caminhos que Ele nunca traçou.
• …merece mesmo nossa devoção, amor e adoração!
• …é Rei dos reis!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Iniciando a leitura deste livro avançamos em nosso projeto de reavivamento espiritual através da Palavra de Deus. Nos capítulos subsequentes analisaremos a história sagrada, o agir de Deus e Seu plano, focando a realeza hebraica.
Os livros de Reis abarcam aproximadamente “quatrocentos anos em pouco mais de 50.000 palavras”, conforme relata Charles G. Martin; portanto, muitas informações são extremamente limitadas. O escritor inspirado ocupou-se somente no que realmente importa. Desta forma, aquilo que está revelado é essencialmente relevante!
Na abertura do livro destacam-se os seguintes pontos:
• A velhice chega até ao menino fiel e corajoso que enfrento terríveis gigantes e desafios colossais: Após ter colecionado vitórias Davi estava tão envelhecido que foi preciso arranjar uma moça para aquecê-lo em seu leito gelado (vs. 1-4).
• Quem não busca a Deus, nem Seus planos, buscará oportunidades nas debilidades alheias visando alcançar ambições pessoais: O vaidoso Adonias, irmão de Absalão, acreditou ser ele o sucessor do trono de seu pai; aproveitando a fragilidade de Davi devido à idade avançada, “mexeu os pauzinhos” para sua autocoroação (vs. 5-10).
• Nas grandes vicissitudes mundiais um pequeno remanescente trabalha pelo avanço dos planos divinos: Natã e Bate-Seba comunicaram a Davi aquilo que ninguém havia lhe informado. Adonias, sabendo que estava errado, para a sua coroação não enviara convites ao profeta Natã, a Benaia, à guarda pessoal de Davi, a Salomão, e nem mesmo a Davi (vs. 11-29).
• A frouxidão na educação deverá ser quebrada com rigidez na vida adulta: Davi mimara demasiadamente a Adonias, mas agora precisará ser firme para que as consequências não corrompam os planos de Deus (vs. 30-40).
• O seguinte adágio geralmente revela verdades: “Quem deve, teme”. Adonias sabia que estava errado, portanto, ficou apavorado, morrendo de medo de morrer. Graciosamente, Salomão o acalmou! (vs. 41-53).
Após os eventos negativos na regência de Saul e os desafios enfrentados por Davi no estabelecimento da monarquia israelita, Salomão entra em cena para reinar. (Lembrando que Salomão era filho de Davi com a ex-mulher do falecido Urias: Deus não culpa os filhos pelos erros dos pais). Não sendo nada fácil, somente pela graça divina operando nas desgraças dos pecadores, que prosperou o estabelecimento do trono davídico.
Verdade bíblica: A graça divina age inclusive na desgraça humana!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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O livro de II Samuel terminou no capítulo 20. Desde o capítulo 21 são apenas apêndices, os quais não deixam de ser inspirados e tão relevantes a nós como qualquer outra porção bíblica.
Concluindo nosso estudo nos livros de Samuel importa destacar esta aplicação expressa por Rosalie Haffner Lee:
“O relato da vida de Davi serve para relembrar-nos que, não importa quão estranha seja a nossa vida, quanto nos afastamos do plano de Deus para nós, ou quão penosas as circunstâncias em que nos encontramos, o amor e a misericórdia de Deus são maiores do que o nosso pecado, e a Sua salvação é mais ampla do que a nossa necessidade”.
Davi fez muitas coisas erradas. Assim como nós, ele não precisava ingressar numa escola de pecado para aprender a praticá-lo; como nós, ele também precisava permitir ser instruído pelo Mestre Divino a fim de amadurecer espiritualmente.
No último capítulo de II Samuel, notam-se os seguintes pontos:
• Primeiro, Deus permitiu que Satanás provasse Davi. Davi cedeu e caiu na sutil armadilha diabólica (v. 1; ver I Crônicas 21:1).
• Segundo, Davi permitiu que Satanás aplicasse orgulho e autoconfiança ao seu coração (vs. 2-9).
• Terceiro, Davi vê a propagação coletiva de seu pecado individual aprendendo que, qualquer pecado, por mais sutil que seja, é extremamente maligno; então, ele reconheceu e confessou sua culpa por ter desviado o povo de Deus com suas atitudes (vs. 10-17).
• Quarto, Deus orientou Davi através de Seu profeta Gade a erigir um altar para sacrificar nele; fazendo isso, cessaria a praga sobre Israel. Em breve, no lugar deste altar, seria erigido um templo ao Senhor (vs. 18-25).
Neste último apêndice, o autor inspirado mostra que, como pecador, Davi pode facilmente ser comparado a nós; e, também revela que Deus é incomparável. O Deus incomparavelmente misericordioso do passado é o mesmo no presente. Só precisamos ser humildes para aprender dEle como Davi aprendeu:
“Cria em mim, ó Deus,
Um coração puro
E renova dentro de mim
Um espírito inabalável.
Não me repulses de tua presença,
Nem me retires o teu Santo Espírito”.
Diante de nossa situação de miseráveis pecadores perante o Deus descrito nas páginas sagradas, seria orgulho e arrogância não fazer da oração de Davi nossa oração. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Queremos saber: O que mais chamou a tua atenção no segundo livro de Samuel?
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