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Em meio a tanta confusão religiosa, Deus continua conduzindo um povo na execução de Seus projetos no mundo?
Após retornar do exílio babilônico, a questão aos ex-exilados era se ainda eram o povo de Deus. As genealogias são importantes para garantir o “sim” da resposta divina.
Neste capítulo Deus cita seis tribos além das outras citadas em capítulos anteriores. Estas ficavam a oeste do Jordão. São elas:
· Issacar (vs. 1-5);
· Benjamim (vs. 6-12);
· Naftali (v. 13);
· Manassés (vs. 14-19);
· Efraim (vs. 20-29);
· Aser (vs. 30-40).
Neste capítulo consta a menor das genealogias. Em apenas um versículo o cronista cita a genealogia de Naftali.
· Nem pequenez ou pecado pode impedir Deus de realizar Seu plano no mundo.
Em Seu plano Deus não exclui tribos de Seu povo; porém, algumas tribos se excluíram da vontade de Deus e acabaram sendo consumidas pelos próprios pecados.
Deus deu oportunidade e habilidade, bênçãos e mais bênção ao Seu povo que vivia num contexto de guerra (vs. 2, 4-5, 7, 9, 11, 40). Ainda que os filhos de Efraim morressem em batalha e o luto tomasse conta dos sobreviventes (vs. 21-24) a genealogia de Josué englobou esse triste fato (vs. 20-21, 25-27).
Cada tribo tinha um propósito específico no plano divino, pena que desviaram-se terrivelmente desse propósito. Cada tribo tinha direito ao Seu lugar na Terra Prometida, nem mesmo as que estavam dalém do Jordão ou as mulheres (vs. 14-18) estava fora dessa herança deixada por Deus. Ao voltar do exílio nenhuma tribo deveria ser esquecida.
Após 70 anos exilados babilônico, não era hora do povo lamentar, mas de reavivar. Eis uma das razões pela qual o Espírito Santo inspirou o cronista: Israel ainda era povo especial. Deus aviva a fé do aflito remanescente com as genealogias. Deus quer ativar nossa esperança ao mostrar que mesmo não parecendo, Ele continua no controle!
1. Estamos diante de problemas mundiais, a mornidão espiritual está dando lugar à frieza; contudo, os planos de Deus de salvar o mundo acontecem apesar de nós; Ele os concretizará apesar de nós.
2. O Messias veio apesar da indiferença do povo no passado, Ele voltará apesar de nossa indiferença no presente. Entretanto, levará apenas o remanescente fiel para o céu!
Reavivemo-nos antes que seja tarde demais! – Heber Toth Armí.
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Os que ministram o serviço de culto a Deus devem ser bem orientados e treinados, pois Deus não merece um culto desleixado.
Do capítulo em anexo Kenneth A. Mathews destaca:
“A linhagem do sumo sacerdote é traçada com cuidado (6:1-15, 50-53) e distinguida da linhagem de outras famílias levíticas (6:16-30), já que só os filhos de Arão tinham permissão de oferecer sacrifícios no templo (6:49). Os levitas serviam como músicos do templo e ali desempenhavam outras tarefas (6:31-48; 54-81)”.
Os levitas não deveriam ter outra ocupação a não ser cuidar da casa de adoração. O louvor a Deus deve ser conduzido por pessoas consagradas, devidamente separadas a fim de que a adoração não seja uma afronta a Deus como no caso de Nadabe e Abiú.
Deus, o Ser adorado, não aceita qualquer adorador. Deve haver ordem, responsabilidade e normas devidamente estabelecidas na música para louvar e adorar ao Deus Criador e Salvador (v. 32).
Considerando que a adoração é o “X da questão” no grande conflito, o cronista dedicou um capítulo inteiro contendo 81 versículos para enfatizar os ministros e seus ministérios no templo. “O capítulo apresenta a linhagem da tribo de Levi, com foco especial na casa de Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel” (Bíblia de Estudo Andrews).
Sendo que na atualidade, como observa A. W. Tozer, “é comum muitas igrejas evangélicas oferecerem às pessoas, especialmente aos jovens, o máximo de entretenimento e o mínimo de instrução”, deve-se rever nossa forma de adoração a Deus.
· Para Deus não serve qualquer coisa.
· O culto a Deus não deve ser de qualquer jeito; deve ser bem organizado.
· O Espírito Santo deve ser o diretor principal de música na igreja.
· Deus procura verdadeiros adoradores que O adorem em espírito e em verdade.
· Ofereçamos o melhor para Deus.
· A organização do culto não é para qualquer pessoa.
“Não existe questão mais importante para a igreja do Senhor Jesus do que cultuarmos a Deus como Ele deseja que o façamos […]. Quando conduzida corretamente, a teologia é a conversa do povo de Deus procurando entender o Senhor que adoramos e saber como Ele quer ser adorado […] Nossa adoração confusa corrompe nossa teologia, e nossa teologia fraca corrompe nossa adoração” (R. Albert Mohlher, Jr.).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Elas apresentam resumidamente a história humana. Por trás de cada nome há histórias. Se conhecidas, citando apenas o nome, não é necessário recontar a história. Eis a importância das longas genealogias!
Pelas dificuldades com a escrita antiga, os escritores bíblicos investiram em genealogias desde Gênesis (ver Gênesis 4:17-22; 5; 11:10-26; 19:37; 22:20-24; 25:1-4, 12-18; 36; 46). Genealogias economizam na escrita contando uma longa história.
De tão importantes, o Novo Testamento inicia com genealogia (Mateus 1:1-17). Portanto, como o Espírito Santo inspirou grandes escritores a investir nessa questão, é razoável que cada filho de Deus considere com atenção as genealogias.
Entre de cabeça no capítulo em apreço, o qual chama nossa atenção para os seguintes pontos propostos pelo Comentário Bíblico Adventista:
• A posteridade de Rúben (vs. 1-10);
• A posteridade de Gade (vs. 11-17);
• As conquistas dos filhos de Rúben, Gade e Manassés (vs. 18-22);
• A herança da meia tribo de Manassés (vs. 23-26).
A genealogia é uma coleção de indivíduos, mais que uma coletânea de nomes. Consequentemente, Heredogramas são criados para se conhecer melhor a história de uma família ou de um povo.
Rúben foi o primeiro filho de Jacó – o primogênito. Contudo, não teve o privilégio das bênçãos da primogenitura devido ao desrespeito ao seu pai, tendo um caso com a concubina dele. Ainda que Judá fosse a tribo mais poderosa, e de onde saiu Davi, “os direitos de filho mais velho foram transferidos para José” (v. 2). Apesar de tudo, Deus não abandonou os descendentes de Rúben. Assim, eles cresceram materialmente e obtiveram vitórias sobre inimigos pagãos.
Gade e a meia tribo de Manassés habitaram juntos com a tribo de Rúben, por isso as genealogias destes estão vinculadas.
Embora possuindo força e coragem, estas tribos oraram e confiaram em Deus para vencer seus opositores (vs. 18-22). Porém, quando O desprezaram seguindo outros deuses, cavaram sua própria ruína; arruinaram para sempre seu futuro (vs. 23-26).
1. Desonrar o quinto mandamento significa arruinar o futuro de nossa família.
2. Mesmo possuindo habilidades e recursos, precisamos confiar em Deus;
3. Ignorar a Deus certamente atraíra a desgraça a nossa vida e a quem amamos.
4. Sem comunhão com Deus e sem ação baseada em Suas orientações estaremos irremediavelmente perdidos.
Portanto, clamemos a Deus! – Heber Toth Armí.
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