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Quando Deus não governa nossa vida, o pecado inescrupulosamente tomará conta dela por completo. O pecado arruína mais que o pior que podemos imaginar.
Ao examinar as Escrituras atentamente pode-se confirmar devidamente as palavras de Jesus em João 5:39, que elas (Antigo Testamento) testemunham dEle. Jesus antecede às Escrituras, as quais foram reveladas visando conduzir a humanidade a Ele.
A Bíblia apresenta Deus guiando um povo do qual nasceria Seu Filho que morreria pelo mundo. “Os dez últimos versículos do capítulo 9, praticamente iguais a 8:29-40, descrevem a linhagem de Saul e preparam o cenário para a seção histórica de 1Crônicas (10-29)” (William MacDonald).
“O cronista usa a derrocada de Saul e seus filhos como trampolim para introduzir o verdadeiro rei do Senhor, Davi” (Merrill F. Unger). Davi se torna o antecessor do Messias no lugar de Saul. Tendo em vista reis imperfeitos, espera-se um rei perfeito: Jesus!
Temos muitas lições para extrair deste capítulo:
• Quando deixamos de viver o ideal de Deus damos motivos para os inimigos da verdade pensarem que estão certos.
• Quando os pais fazem parte do povo de Deus, sem, contudo, viver para este Deus, certamente arruinará sua família.
• Quando o pecado ocupa espaço em nossa vida não sobra espaço para Deus, assim a destruição será nosso destino em vez de nossa restauração.
Deus escolheu um rei segundo o coração do povo: Saul – orgulhoso, arrogante e incorrigível. Como este falhou terrivelmente, Deus escolheu outro rei, desta vez, um homem segundo o Seu coração – humilde, submisso, corrigível, embora imperfeito: Davi.
Avançando mais no sentido do texto inspirado, note dois pontos importantes:
• A vida de Saul foi longa; no tobogã por onde desceu deixou muitas histórias; porém, como crônicas resume tudo em 14 versículos? Uma história sintetizada? Creio mais que seja uma história detalhada, não da vida, mas da morte de Saul.
• Os dois últimos versículos do capítulo possuem informações exclusivas. O cronista interpreta a morte de Saul e explica a razão de Deus ter trocado sua linhagem pela de Davi.
Deus nunca falou diretamente com Saul, mas este não percebeu que Deus falava a ele através de pessoas. Ao ignorar a Deus, o pecador afunda-se nos mais desvairados pecados.
Ouça a Palavra de Deus, independente dEle te falar indiretamente!
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A graça divina não nos livra das desgraças de nossos pecados, mas nas desgraças causadas por eles.
Deus nunca pretendeu que Israel tivesse outro rei além dEle. Como houve resistência à vontade de Deus e insistência na instituição de um reino terrestre, o Soberano do Universo cedeu à exigência da criatura. O capítulo em questão visa mostrar, ao leitor, a tribo da qual saiu o primeiro rei de Israel, cujo reinado deu início à monarquia israelita.
“As genealogias que o cronista formula de Israel terminam com um segundo relato longo de Benjamim (ver 7:6-12) […] mas seu final segue outro rumo. Ao fechar suas genealogias com um longo relato de Benjamim, o cronista elevou esta tribo ao nível de Judá e Levi”.
Avançando em seu comentário sobre este capítulo Richard Pratt Jr. explica que um segundo registro da genealogia de Benjamim “é que o cronista distinguia dois grupos de benjamitas. Quando as tribos setentrionais se separaram de Judá por volta de 722 a.C., a tribo de Benjamim dividiu sua lealdade. Alguns benjamitas seguiram para o norte (ver 1Rs 11:31,32), enquanto outros permaneceram com Judá (ver 1Rs 12:21) […]. O segundo registro… se concentra nos benjamitas que foram leais a Jerusalém… Esses benjamitas receberam atenção maior porque foram fieis ao monarca de Jerusalém e ao Templo, tal como foram Judá e Levi”.
O comentário Bíblico Adventista divide assim este capítulo:
1. Os filhos de Benjamim e os chefes das famílias (vs. 1-32);
2. A linhagem de Saul e Jônatas (vs. 33-40).
As 12 tribos de Israel foram unificadas por Saul. Mas, a nação foi divida em dois reinos após a morte de Salomão: Ao sul, o reino de Judá, composto das duas tribos: Judá e Benjamim; e, ao norte, o reino de Israel, formado pelas outras 10 tribos, que ficaram conhecidas como “as dez tribos perdidas de Israel”, após terem o reino invadido pela Assíria em 722 a.C.
• Seguir os planos divinos é melhor que lutar por nossas maiores ambições humanas. Ignorar estes planos significa assinar nosso fracasso.
No tempo do cronista, havia sobrado apenas as tribos de Judá e Benjamim. As quais foram cativas em Babilônia, mas Deus não desistiu de investir nestes remanescentes! Que bom, assim a Bíblia foi preservada!
“Senhor, reaviva-nos espiritualmente!” – Heber Toth Armí.
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