Reavivados por Sua Palavra


JÓ 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
21 de setembro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

JÓ 2 – Tem capítulos da vida que ninguém gostaria de passar. Alguém gosta de injustiças, rejeições e solidão?

Após a primeira rodada de provas, Jó experimenta a segunda, bem mais intensa:

• No Céu, uma reunião se repete da mesma forma que antes dos primeiros ataques satânicos ao servo de Deus (v. 1);

• Deus inicia diálogo com Satanás – como no capítulo anterior (v. 2);

• Deus novamente introduz Jó na conversa, assim provoca a Satanás (v. 3);

• Satanás desafia o diagnóstico de Deus sobre Jó (vs. 4-5);

• Deus libera Satanás a fazer o que propôs para abalar a fé de Jó (v. 6);

• Satanás não perdeu a oportunidade, nem tempo: Ele foi eficiente em fazer o que se propôs, sem brincar no trabalho e sem desperdiçar nenhum dos limites dado por Deus: Jó ficou tomado de tumores malignos – da cabeça aos pés (v. 7);

• Jó, vítima dos diálogos entre Satanás e Deus, sentou-se em cinzas e começou a coçar-se com caco de cerâmica (v. 8);

• Assim como outros personagens que Satanás não eliminou propositalmente (ver 1:14-18), sua esposa foi preservada para pressioná-lo ainda mais a “amaldiçoar a Deus e morrer” (v. 9);

• A resposta de Jó à esposa revela sua firmeza diante da investida acirrada de Satanás (v. 10);

• Três amigos de Jó aproximaram-se, mas durante sete dias não ajudaram em nada, estavam pasmos diante da situação e sofrimento que viram (vs. 11-13).

Quando tudo sai de nosso controle, quando toda tranquilidade e paz tornam-se numa ebulição de problemas, em que/quem apoiaremos? Na família? Os dez filhos de Jó estavam mortos. O cônjuge? Bem… o cônjuge é muito importante nestas horas…

Contudo, “as palavras da esposa de Jó – amaldiçoa teu Deus e morre – foram provavelmente a provação mais amarga para ele. Ironicamente, a pergunta que ela faz – ainda reténs a tua sinceridade? – apresenta quase as mesmas palavras utilizadas antes pelo Senhor (Jó 2:3). A repetição dessa sentença ressalta a perseverança de Jó, que sua esposa interpretou de forma equivocada como loucura ou fanatismo religioso. Ela provavelmente pensou que o marido se recusava cegamente a encarar a realidade de sua situação desesperadora” (Earl D. Radmacher, Ronald B. Allen e H. Wayne Hause).

Apesar de tudo, é melhor nunca perder a fé? Vale a pena orar/adorar ao Senhor? – Heber Toth Armí.



JÓ 1 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de setembro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

JÓ 1 – Grandes nomes de personagens intelectuais como Tomas Carlyle e Victor Hugo tem o livro de Jó em alta estima alegando que o mesmo foi considerado “a obra prima da literatura humana”.

Este foi o primeiro livro bíblico a ser escrito. Seu autor é Deus, mas o escritor é Moisés – o qual pastoreava ovelhas do sogro (Jetro), um não-israelita, quando soube da história de Jó, outro não-israelita.

Jó viveu na parte leste do rio Jordão, conhecido atualmente como Jordânia. Ele era rico e respeitado na região. Mesmo não sendo descendente de Abraão, servia o mesmo Deus e tinha a mesma atitude de adoração que o patriarca que se tornou o pai da fé.

Enquanto que Abraão fosse oriundo de uma família pagã, politeísta e idólatra conforme revelado por Deus em Josué 24:2-3, e seus netos fossem avessos à piedade (Gênesis 34-38), os filhos de Jó tinham um pai exemplar, que, conforme revelado por Deus, era íntegro, reto, temente/fervoroso/piedoso e desviava-se do mal.

Além de estruturada espiritualmente, a família em questão era estruturada financeiramente. Entretanto, sua vida passou por uma reviravolta negativa. O capítulo foi assim sintetizado por John E. Hartley:

• Fé e prosperidade de Jó (vs. 1-5);
• Primeira cena diante de Yahweh (vs. 6-12);
• Infortúnio trágico de Jó (vs. Vs. 13-22).

As cenas alternam entre o céu e a terra. Deus provoca Satanás e Satanás provoca a Deus infernizando a vida de Seu servo Jó. Satanás tem acesso ao Céu e a Terra; contudo, não tem poder para ultrapassar os limites instituídos por Deus.

• Deus é soberano; Satanás não pode fazer nada sem Sua permissão!

Jó era homem de oração; todavia, tragicamente perdeu tudo o que tinha. Ele, que orava pelos filhos, os perdeu num só dia! Satanás é um ser real, mau, cruel e destruidor; sem a interferência divina sua periculosidade aumentaria descomedidamente.

Jó, embora seja o livro bíblico mais antigo, escrito décadas antes da composição de Gênesis, contando de uma época cerca de 2000 anos antes de Cristo, não apresenta assuntos elementares e/ou desatualizado.

Jó ficou falido num só dia, fez o funeral dos dez filhos e, depois, adorou a Deus (vs. 20-22). Portanto, pare de reclamar para que tenhas mais tempo de adorar ao Senhor.

Observaste o servo Jó? Reaviva-te! – Heber Toth Armí.



ESTER 10 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
19 de setembro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

ESTER 10 – Fim do túnel, beco sem saída, desgraça iminente, suspense, e, por fim emoção, satisfação e alegria. A história bíblica do livro de Ester é fantástica, extraordinária.

“Enquanto a trama dá reviravoltas, o autor desenvolve uma história subjacente sobre o caráter de Deus. A narrativa demonstra a providência e a soberania divinas em uma situação que parecia sem saída. Os israelitas estavam vivendo entre estrangeiros que não se importavam com eles […]. Mas numa época em que Deus parecia estar distante, Ele na verdade se preparava para libertar Seu o povo […]. Na capital persa, Deus demonstrou Sua lealdade ao pacto com os israelitas. Muito tempo antes, Ele prometera a Abraão que amaldiçoaria qualquer pessoa que amaldiçoasse os israelitas (Gn 12.2,3). A queda de Hamã ilustrou de forma dramática a fidelidade de Deus a essa promessa. Até com relação aos israelitas que permaneceram em terras estranhas Ele manteve Sua palavra, pois, apesar disso, considerou-os Seu povo. Assim, o autor de Ester ilustra claramente o que os israelitas estavam festejando no Purim: a fiel proteção que Deus provê a Seu povo” (Earl D. Radmacher, Ronald B. Allen e H. Wayne House).

O último capítulo de Ester é bem curtinho, contém somente três versículos. Ester não é mencionada na conclusão de seu livro como não foi mencionada no primeiro capítulo. Mordecai tornou-se o segundo maior do reino persa, teve o prestígio do povo; isso tudo, porém, foi pela reviravolta que Deus fez na Pérsia em seus dias.

O Comentário Bíblico Adventista destaca o caráter religioso e o ensino moral do livro de Ester:

• Embora o nome de Deus não seja mencionado, Sua providência é manifestada no livro todo.

• O livro de Ester fornece um relato da origem de um importante festival nacional judaico, a Festa de Purim, que ainda é observada com alegria a cada ano.

• Uma lição moral vital permeia a narrativa. Com o decorrer do breve dia de popularidade de Hamã, a natureza transitória da prosperidade e do poder terrestre se torna dolorosamente evidente. Deus humilha os soberbos e exalta aqueles que confiam nEle.

• A providência de Deus é impressionantemente apresentada. O poder divino está unido ao esforço humano. Os meios utilizados são humanos, mas a libertação, em si, é divina.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Atenção! Escreva tua reação ao livro de Ester:



ESTER 9 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
18 de setembro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

 

ESTER 9 – Se chegarmos ao extremo de nossas forças, sem percebermos possibilidades de resistir, portas e janelas da graça abrem-se miraculosamente para observarmos a poderosa providência de Deus agindo sobre a ignorância e arrogância dos incorrigíveis pecadores maus.

Antes, porém, se Deus nos conduz ao limite de nossas capacidades é porque quer despertar a fé dormente em nosso coração, moldar nossa espiritualidade e desenvolver nossa confiança nEle.

É exatamente essa preparação que o autor inspirado demonstra-nos nos capítulos 1-8. Deus preparou Ester, a qual tornou-se corajosa, destemida e ousada; foi sábia, estrategista e muito capaz. Porém, o herói da história é Deus, mesmo que Seu nome não apareça explicitamente no texto. Como reverter uma lei irrevogável como a lei dos Persas?

Por causa disso, e de outras reviravoltas sobrenaturais, foi óbvia a atuação de Deus em prol de Seu povo, o qual é a menina de Seus olhos. Neste capítulo, Seu povo reage após a graça de Deus operar e criar oportunidades de livrar-se dos seus inimigos cruéis e destrutivos.

• Ester: Uma menina órfã, cujo povo estava na terra do exílio quando deveria ter voltado à Terra da promessa, foi alvo da graça de Deus para livrar Seu povo negligente da desgraça eminente (vs. 1-2);
• Mordecai: Um homem comum, aspirando glórias políticas para o futuro, um judeu dedo duro, permitiu-se, assim como Ester, ser alvo da graça do Deus que transformou o que ele fez em bênçãos revertendo a desgraça dos judeus em graça (vs. 3-15);
• Os judeus na Pérsia: Um povo acomodado, negligente, materialista, porém deu ouvidos às instruções de Ester, jejuaram e agiram com ousadia e fé diante de uma ameaça irreversível. Por fim, criaram e celebraram a festa do Purim por causa da graça divina (vs. 16-32).

“Embora existam males na igreja, e tenham de existir até ao fim do mundo, a igreja destes últimos dias há de ser a luz do mundo poluído e desmoralizado pelo pecado. A igreja, débil e defeituosa, precisando ser repreendida, advertida e aconselhada, é o único objeto na Terra ao qual Cristo confere Sua suprema consideração. O mundo é uma oficina em que pela cooperação de agentes divinos, Jesus está, por Sua graça e divina misericórdia, fazendo experiências em corações humanos” (Ellen G. White).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 7 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
16 de setembro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

ESTER 7 – A morte prematura rouba toda a vaidade do orgulhoso e dos inimigos do bem. O fim de Hamã ilustra o fim de todos os que se opuseram ao povo de Deus durante toda a história.

O capítulo pode sumariado em dois pontos:

• Paciente e estrategicamente Ester apresenta sua intrigante petição ao rei, seu marido (vs. 1-6);
• O promotor da morte dos inocentes morre na forca que ele preparou para Mardoqueu – que ironia do destino! (vs. 7-10).

Deus triunfará miraculosamente sobre os inimigos de Seu povo. Quem intenta frustrar os planos divinos terminará frustrado. Note o que escreveu Hans K. LaRondelle:

“A destruição final é chamada de ‘obra estranha’ de Deus (Isa. 28:21), porque Deus não nos destinou para sermos receptáculos de Sua ira, mas, pelo contrário, de Sua salvação pela fé no Senhor Jesus Cristo. I Tess 5:9. […] Por mais confusas que sejam as circunstâncias, por mais hostis que sejam as forças que se opõem ao povo do concerto de Deus, não importa quão desanimadora sejam as deficiências do povo escolhido, nosso Criador fará triunfar o Seu plano e Seus desígnios divinos [Sal. 33:10-12]”.

E ainda mais: “Esse desígnio da vontade divina se aplica tanto ao bem-estar presente como ao futuro do povo de Deus dentro dos movimentos complexos da história do mundo […]. Deus não é meramente um expectador dos eventos terrestres ou um vaticinador do que a humanidade fará. Sua providência, de um modo misterioso, porém efetivo, leva avante o que o eterno conselho de Deus determinou e prometeu que deveria ocorrer no planeta Terra [Isa. 14:27]”.

Ellen G. White declarou categoricamente: “Nos anais da história humana o crescimento das nações, o levantamento e queda dos impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição e capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda a marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade”.

Creia que Deus é…

1. …Senhor da História;
2. …Soberano no Universo;
3. …Salvador/vindicador do ser humano;
4. …Supremo juiz.

Tenhamos fé nEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 6 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de setembro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

ESTER 6 – Perceba a providência do Salvador mesmo que o pecador haja com negligência. A existência de Hamã era devido à negligência de Saul no passado (I Samuel 15:7-9); assim como a aflição dos judeus era devido à negligência de retornar a Jerusalém.

• Cuidado com negligências!

Intitulado por Warren Wiersbe “Sinais de Perigo” o capítulo oferece os seguintes pontos:

1. Uma noite de revelação (vs. 1-5):
• A insônia do rei (v. 1a);
• O entretenimento que o rei escolheu (v. 1b);
• O livro que o servo escolheu (v. 1c);
• A demora do rei em recompensar Mordecai (vs. 2-3)
• A chegada oportuna de Hamã (v. 4).
2. Uma manhã decisiva (vs. 6-10);
3. Um dia de desonra (vs. 11-14).

“Deus soa o alarme, mas Hamã não escuta”, observa Wiersbe: “A humilhação nas ruas da cidade e essas palavras [de sua família] deveriam ter alertado Hamã para o perigo e o levado a mudar o rumo de seus atos. Deus estava avisando Hamã, mas, em seu orgulho, o primeiro-ministro não deu ouvidos. Se tivesse se arrependido de todo o coração e clamado por misericórdia, é bem provável que tivesse salvado a própria vida e a de seus dez filhos”.

Negligência! Hamã rejeitou a graça conscientemente! Contudo, sua família pagã “ecoa um dos temas centrais do livro: aqueles que tentam subverter os planos de Deus para seu povo certamente cairão em ruína” (Bíblia Andrews).

Saber que Deus tem um povo…

• …e, tentar destruí-lo, é loucura – rejeição da graça;
• …é insuficiente para a salvação;
• …sem unir-se a esse povo age estupidamente;
• …e negligenciar o Deus do povo significa desprezar a própria vida.

Providência reverte negligências: “Ao passo que o cap. 4 marca o ponto de virada pessoal na vida de Ester, o cap. 6 é o ponto de virada da história inteira. Reis que não conseguem dormir costumam estar prestes a ser surpreendidos por Deus (Dn 2:1; 6:18). Todo o capítulo parece ser uma série de coincidências que levam o leitor reflexivo a se perguntar: ‘Quem está por trás de tudo isso?’. Só há uma resposta válida: o mesmo Deus que designa reis, que os demove de seus propósitos (Dn 2:21) e que controla os corpos celestes (Jr 31:35)” (Bíblia Andrews).

Providência resulta da graça, não da negligência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de setembro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

ESTER 1 – Embora o livro trata Ester como heroína – e de fato ela foi – o livro é intrigante, cheio de aparentes mistérios:

“Como é bem conhecido, Ester e Cântico dos Cânticos são os únicos dois livros no cânon que nunca mencionam Deus diretamente […]. Nas últimas décadas, a integração desse livro [Ester] ao cânon foi examinada com algum detalhe, em parte por causa de sua natureza aparentemente secular e em parte porque ele é a única obra incluída no AT que não foi atestada pelos manuscritos do mar Morto” (Paul R. House).

Além do que já foi dito acima, nada de Ester é citado no Novo Testamento.

Por não falar de Deus, por ser de natureza secular e, não ser bem visto assim na história teológica, o livro foi (e ainda é) questionado por muitos. Contudo, “a história de Ester desperta nos leitores a compreensão das oportunidades que a providência de Deus pode trazer para o mais fraco dos fracos” (Francis D. Nichol); pois, Ester estava em um ambiente puramente secular, pagão e imoral.

Observe como começa o livro:

• 180 dias de festanças nada espiritual (vs. 1-4);
• Mais 7 dias de festa para o público (vs. 5-9);
• Uma recusa digna de nota da esposa do rei Assuero (vs. 10-12);
• Vasti, esposa do rei foi enxotada por não rebaixar-se moralmente (vs. 13-22).

Informação importante: “Os acontecimentos registrados no livro ocorreram entre o sexto e o sétimo capítulo de Esdras, durante o reinado de Assuero (Xerxes), rei da Pérsia” (William MacDonald).

Os judeus deveriam ter voltado para Jerusalém. A libertação do exílio era real; alguns tinham retornado como se vê nos livros de Esdras e Neemias. Mas, teve gente que preferiu criar raízes em terras estrangeiras. A família de Ester é um exemplo disso.

Bebedeiras, autoritarismo, machismo, imoralidade, perversidade, arrogância, orgulho, humilhação, desprezo, etc. – é com isso que abre o livro de Ester.

• Aplicação: Num ambiente sem Deus a festa é carnal, diabólica e infernal por mais que sejam de pessoas da alta sociedade.

Vasti, a rainha deposta, é a única ênfase positiva num capítulo de déspotas: Rei, conselheiros, etc. “Ela agiu em harmonia com uma consciência pura” – analisa Ellen G. White.

• Aplicação: Enquanto o secularismo despreza a mulher, a Bíblia mostra sua dignidade!

Busquemos reavivamento! – Heber Toth Armí.



NEEMIAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de agosto de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

NEEMIAS 1 – A oração é o meio de atingir alvos impossíveis, por conectar seres limitados ao Deus todo-poderoso. Oração é uma forma simples de se comunicar com o maior Soberano do Universo.

O livro de Esdras terminou com oração, e, na sequência, o de Neemias começou com oração. Certamente, Deus usa pessoas que oram, dependem dEle e agem conforme Seus planos.

• Neemias tornou-se instrumento de Deus ao orar e jejuar intensa e sinceramente (vs. 1-4);
• Os primeiros passos de Neemias na realização de algo foram orações intencionais e fervorosas, avançou dedicando-se à oração e chegou ao topo de seus planos pautados pela oração: “Ele inicia o livro com a transição completa de uma súplica pelo povo da aliança (1.5-11), finalizando-a com quatro petições ‘lembra-te de mim’, das quais a última é sua assinatura (13.14,22,29,31), e, no curso da narrativa, sai um pouco do rumo para registrar várias outras orações (J. I. Packer).

Horas dispensadas em oração e jejum, clamor e súplica em prol de um alvo que exige ação não é desperdício de tempo; pelo contrário, é o único meio de obter verdadeiro sucesso na obra de Deus num mundo tomado por inimigos do Seu eterno reino.

O exemplo de Neemias, sua intenção e planos, sua forma de agir e decidir demonstram serem corretas as palavras de Rick Warren: “As pessoas podem recusar o nosso amor ou rejeitar nossas palavras, mas não têm defesas contra nossas orações” (Rick Warren). Neemias lidaria com pessoas, tanto seu chefe (v. 11) como os membros de seu povo – que estava em péssimas condições após retornarem do exílio para Jerusalém (v. 3).

É certo o que disse Bill Rybels que, “quando nós temos o hábito de orar, nós ficamos constantemente sintonizados na presença de Deus e abertos a receber Suas bênçãos”. A bênção que Deus derramou sobre Neemias devido a sua vida de oração foi tão grande que, como veremos, abençoou imensamente ao remanescente de Deus.

A oração de Neemias revelou seu conhecimento e grande compromisso com a Palavra de Deus (vs. 7-9, conf. Dt. 28:14; 30:1-4). Realmente, conhecimento bíblico é essencial para que nossa oração tenha foco certo!

Tudo o que fizermos precisa ser pautado pela Palavra de Deus! Até mesmo nossas orações em prol de nossas ações! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 7 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
24 de agosto de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

ESDRAS 7 – Deus tem grandes alvos para cada membro de Seu povo. “Um membro dedicado, que ama a Cristo, fará mais bem na igreja do que uma centena de obreiros meio convertidos, não santificados e autoconfiantes” destacou Ellen G. White.

O capítulo em pauta pode ser assim dividido:

• A genealogia de Esdras, um sacerdote e escriba (vs. 1-5);
• Breve relato do retorno do cativeiro (vs. 6-10);
• Uma cópia do decreto de Artaxerxes (vs. 11-26);
• A gratidão de Esdras (vs. 27-28).

Estamos diante do último grande reavivamento registrado no Antigo Testamento. Sua base foi a pregação bíblica e o exemplo de vida religiosa de Esdras. A liderança espiritual de Esdras causou um impacto nacional.

Esdras “buscava a lei de Deus, obedecia a ela e a ensinava. Era um homem de amplos conhecimentos; mas, com o passar dos anos, desejou aprender novas coisas sobre a história de Israel e as razões para sua atual debilidade espiritual. Almejava estar em harmonia com Deus e cumprir o concerto do qual Israel se desviara tantas vezes”. Ele “era apenas um homem; sua vida teve, porém, significativa influência no desenvolvimento do caráter de jovens e idosos. Sua fidelidade em preservar e transcrever muitas cópias dos escritos sagrados conduziu a um reavivamento no estudo da Bíblia e a nova compreensão do desígnio de Deus para a igreja. Isso nos mostra qual é a parte que as Escrituras desempenham no verdadeiro reavivamento e reforma” (Frank Holbrook).

A Bíblia não é lida como deveria. Muitos crentes nem a leem. Quando leem, não fazem questão de entendê-la. Quando entendem, não se esforçam para praticá-la; uns poucos que praticam, não a comunicam a outros.

Esdras é ícone da pregação que produziu reavivamento espiritual em toda uma nação. Comentando sobre isso, Hernandes Dias Lopes declarou:

“O melhor exemplo que temos no Antigo Testamento sobre a pregação expositiva talvez seja Esdras. Ela era expositor por excelência”.

Como Esdras, precisamos…

1. Ter um coração preparado e dedicado ao estudo da Bíblia;
2. Estar disposto a praticar tudo o que aprendemos na Bíblia;
3. Compartilhar profusamente com outros os ensinos da Bíblia.

Atualmente a Bíblia não está sendo usada nos púlpitos como deveria, porque os três passos acima estão sendo ignorados pelos pregadores pós-modernos.

Então, vamos fazer a diferença? – Heber Toth Armí.



ESDRAS 6 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
23 de agosto de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

ESDRAS 6 – A maior satisfação humana está em realizar os projetos divinos. A sensação é incomparável, mesmo tendo enfrentado ferrenhas oposições infundadas.

Derek Kidner sintetiza o capítulo em questão nos seguintes tópicos:

• O decreto de Ciro redescoberto (vs. 1-5);
• Dario autoriza a obra (vs. 6-12);
• Conclusão (vs. 13-15);
• O templo é dedicado (vs. 16-18);
• Uma páscoa prazerosa (vs. 19-22).

Nós, seres humanos, somos extremamente limitados para as grandes obras de Deus a serem feitas neste mundo dominado pela oposição ao bem. O templo foi concluído em 12 de março 515 a.C., quando o decreto de Ciro autorizando sua reconstrução foi em 538/537 a.C.

Os que investem tempo, talento e tesouro nas coisas de Deus em benefício espiritual dos pecadores e no avanço do reino de Deus no mundo, são as pessoas mais felizes e produtivas.

• Adam Clark investiu 40 anos de sua vida para realizar um comentário de toda a Bíblia;
• Noah Webster investiu 36 anos para elaborar um dicionário, cruzando o oceano duas vezes em busca de material visando oferecer dados mais corretos;
• John Milton interrompia seu sono diariamente às 4 h da madrugada para compor e reescrever poemas que se tornaram parte da melhor literatura do mundo.
• Edward Gibbon dedicou 26 anos escrevendo “O declínio e queda do Império Romano”, o qual é um monumento para a pesquisa histórica.
• William C. Bryant reescreveu 100 vezes uma de suas obras primas visando alcançar beleza poética e perfeição de expressão.

Fazer coisas incríveis que marcam a história exige muito daqueles que se dedicam a fazer bem feito o que sonham para a humanidade. Contudo, o prazer de colocar toda a força, habilidade, tempo e recursos numa obra, não tem preço que pague e não se compara a mais nada.

As dificuldades existentes na elaboração de algo, servem para aprimorar o sonho e a convicção para agir com mais dedicação o que precisa ser feito. Foi assim que os judeus terminaram a reconstrução do templo e assim muitos concluem grandes feitos.

Quando o povo busca a Deus para fazer Sua vontade e Deus Se inclina para ajudar Seu povo, nada e nem ninguém conseguirá impedir a satisfação de concluir uma obra divina no mundo.

Anima-te! Arregace as mangas, faça alguma coisa importante e útil!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.