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1 Por amor de Sião. Este capítulo continua o tema de Isaías 61, sem interrupção: o glorioso futuro de Israel como o mensageiro escolhido por Deus para proclamar a verdade ao mundo, sob a condição de que permanecesse fiel (ver p. 13-17 [CBASD]). Israel falhou em viver à altura dos privilégios da aliança, por isso as promessas ainda se cumprirão para o novo Israel (ver p. 21-23). Ainda é o Messias quem fala, como em Isaías 61:1, e diz o que fará em favor de Sião ( ver com. do Sl 48:2). Sião é o nome poético para Jerusalém. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 341.
Não Me aquietarei. Cristo promete não deixar de trabalhar em favor de Seu povo até que o propósito eterno para ele se cumpra (ver com. de Is 42:4). CBASD, vol. 4, p. 341.
2 Um nome novo. Os filhos de Deus recebem um novo nome apropriado à sua condição, ao estágio glorioso ao qual alcançaram como nação. CBASD, vol. 4, p. 341.
4 Hefzibá (ARC e NVI; ARA: “Minha-Delícia”). Literalmente, “meu deleite está nela”. Esse nome era uma promessa da restauração do favor divino.CBASD, vol. 4, p. 341.
Desposada (ARA; NVI: “Beulá”). Literalmente, “possuída” ou “casada” (ver Ez 16:8). Aquela que ficara viúva e desolada seria a esposa honrada do Rei-Messias! CBASD, vol. 4, p. 341.
5 Como o jovem desposa a donzela. Na Bíblia, usa-se com frequência o casamento para representar a aliança entre Deus e Seu povo (ver Is 54:5; Jr 3:14; Ez 16:8-14; Os 2:19; 2Co 11:2; Ef 5:23, 27; Ap 19:7; 21:2). Como a noiva traz alegria ao noivo, a igreja alegra o coração de Deus. ele cuidará dela como um esposo fiel provê sustento e protege a esposa amada.CBASD, vol. 4, p. 341.
6 Guardas. Todo líder espiritual é um guarda, cujo dever é vigiar sobre os muros de Sião (ver com. de Is 21:11). CBASD, vol. 4, p. 342.
Todo o dia e toda a noite. A obra de um ministro fiel jamais está completa (ver 2Tm 4:2). Quando outros estão fracos, ele deve ser forte. Ele deve ser vigilante, abnegado e alerta, pois de sua fidelidade depende a segurança do povo sob seu cuidado. Se ele dorme ou falha, o inimigo pode obter vitórias, e almas se perdem. CBASD, vol. 4, p. 342.
Fareis lembrado o Senhor (ARA: NVI: “Vocês que clamam pelo SENHOR). O guarda espiritual não deve prestar contas somente ao povo, mas também a Deus. CBASD, vol. 4, p. 342.
9 Os que o ajuntarem [o cereal, o trigo (NVI)] o comerão … e os que o recolherem [o vinho] beberão nos átrios do Meu santuário. A Lei levítica dizia que as ofertas pacíficas deviam ser levadas ao templo em gratidão pelas bênçãos recebidas (Dt 12:5-18;14:23). CBASD, vol. 4, p. 342.
10 Passai pelas portas; preparai o caminho ao povo. Isaías se refere de forma profética à vinda do Messias (ver com. de Is 40:3-5). Todos os obstáculos seriam removidos; toda ofensa deveria ser posta de lado. CBASD, vol. 4, p. 342.
Arvorai [erguei] bandeira. Uma bandeira significa autoridade e exorta o ser humano a ser leal a essa autoridade. É dever solene dos guardas espirituais de Deus arvorar [erguer] a bandeira da verdade que Deus lhes confiou. CBASD, vol. 4, p. 342.
11 Até as extremidades da terra. A mensagem de salvação deve alcançar as partes mais distantes da Terra. CBASD, vol. 4, p. 342.
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ISAÍAS 62 – O amor de Deus é essencial para nossa salvação. Sua motivação em restaurar-nos deve-se ao Seu infinito amor.
• Isaías 62 “continua o tema de Isaías 61, sem interrupção: o glorioso futuro de Israel como mensageiro escolhido por Deus para proclamar a verdade ao mundo, sob a condição de que permanecesse fiel. Israel falhou em viver à altura dos privilégios da aliança, por isso as promessas se cumprirão para o novo Israel. Ainda é o Messias quem fala, como em Isaías 61:1, e diz o que fará em favor de Sião. Sião é nome poético para Jerusalém”, analisa o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia. E continha: “Cristo promete não deixar de trabalhar em favor de Seu povo até que o propósito eterno para ele se cumpra”.
Podemos notar que Deus expressa Seu zelo e amor por Seu povo. Ele promete não sossegar, mas agir em favor da justiça e salvação. O amor de Deus por Seu povo é comparado a um casamento. Ele não apenas ama, Seu amor é comparado ao amor de um noivo por Sua noiva – a ênfase é colocada na restauração da dignidade e honra de Sião aos olhos do mundo.
Deus designa intercessores para Seu povo, que estejam continuamente buscando o bem-estar dele – até que a restauração seja completa!
Deus promete nunca abandonar Seu povo. A imagem da Terra Prometida produzindo frutos reflete a bênção e prosperidade que virá sobre o povo restaurado. Apesar da falha de Israel em produzir esses frutos, Deus não falhará em levar avante Suas intenções, e ninguém O impedirá.
• “Cristo jamais abandonará a alma por quem morreu. A alma poderá deixá-lO, e ser vencida pela tentação; Cristo, porém, não pode nunca Se desviar daquele por quem pagou o resgate com a própria vida”. Por isso, “vivei em contato com o Cristo vivo, e Ele vos segurará firmemente com uma mão que nunca soltará. Conhecei e crede o amor que Deus os tem, e estareis seguros; esse amor é uma fortaleza inexpugnável contra os enganos e os assaltos de Satanás”, diz Ellen White.
A confirmação das promessas divinas aos fieis (Isaías 62:1-4) move os pregadores a propagar as boas-novas (Isaías 62:5-9), e a preparar um povo para desfrutar do plano divino (Isaías 61:10-12). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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1 O Espírito. Este é um dos capítulos mais notáveis de Isaías. Para todos os cristãos, esta é uma profecia claramente messiânica, que Jesus aplicou para Si mesmo. … (Lc 4:16-21). Quem fala é Cristo, no Seu papel de Servo de Deus (ver com. de Is 41:8). O tema de Isaías 61 está intimamente relacionado ao de Isaías 60. … Os v. 1 a 3 apresentam um quadro vívido do que o Messias realizaria por Israel e às pessoas. … Porém, ao rejeitar Jesus como o Messias (ver p. 17-20), a nação não se beneficiou do ministério de Cristo. CBASD, vol. 4, p. 338.
O SENHOR me ungiu. Na cerimônia de unção, a pessoa era separada para um ofício ou missão particular. … Cristo seria ungido por Deus, o Pai (Sl 45:7), por meio do Espírito Santo (At 10:38), por ocasião de Seu batismo (Mc 1:10; Lc 3:21, 22). CBASD, vol. 4, p. 338.
Pregar. Após a unção, Jesus foi de lugar em lugar pregando a mensagem de perdão e aceitação da parte de Deus (Lc 4:14, 15, 21, 31, 43, 44, 5:32; 6:20; 8:1; etc.). CBASD, vol. 4, p. 338.
Aos quebrantados. O próprio Jesus era “manso e humilde de coração” (Mt 11:19), e aqueles que fossem a Ele deviam se tornar como Ele (ver 1Jo 3:1-3). CBASD, vol. 4, p. 338.
Curar. Cristo é o grande médico capaz de curar o coração e a alma dos seres humanos. CBASD, vol. 4, p. 338.
Proclamar libertação. Os que se entregam ao pecado se tornam seus cativos e escravos (Jo 8:34; Rm 6:16). Cristo veio libertar o ser humano da escravidão do pecado e fazê-lo livre nEle (Jo 8:36; Rm 6:1-23; 8:2, 15, 21). A frase em si e a ideia que expressa são tiradas da proclamação feita no ano do jubileu (Lv 25:10; Jr 34:8; Ez 46:17; ver com. de Lc 4:18). CBASD, vol. 4, p. 338.
2 O ano aceitável. Literalmente, “o ano do favor [de Deus ao ser humano]”. Isto se refere à manifestação da graça salvadora de Deus conforme demonstrada na vida e no ministério do Salvador (ver com. de Lc 4:19). CBASD, vol. 4, p. 338.
O dia da vingança. O contraste é entre “favor” para os que aceitam o Messias e “vingança” para os que O rejeitam. CBASD, vol. 4, p. 338.
Todos os que choram. Isto é, pelos seus pecados (ver com. de Mt 5:4) e pelos pecados de outros. CBASD, vol. 4, p. 339.
3 Coroa. Literalmente, “enfeite de cabeça”, “diadema”, ou “guirlanda”, como a usada por um noivo ou um guerreiro vitorioso. CBASD, vol. 4, p. 339.
Em vez de. As vestes de luto deveriam ser substituídas pelas que eram usadas em ocasioes de alegria (ver Zc 3:3-5; cf. Lc 15:22). CBASD, vol. 4, p. 339.
Para Sua glória. Deus é honrado quando Seus filhos produzem os frutos da justiça e revelam em sua vida os traços de caráter divinos (Jo 15:8; Gl 5:22, 23). CBASD, vol. 4, p. 339.
5 Estranhos. Isto é, gentios. … Os que tinham deixado o país desolado cooperariam com sua restauração. CBASD, vol. 4, p. 339.
6 Sacerdotes. Isaías prediz o ministério de todo o povo de Deus, como um “reino de sacerdotes”, na grande tarefa de levar aos gentios o conhecimento do verdadeiro Deus (Ex 19:6; 1Pe 2:5-9; ver p. 15-17). CBASD, vol. 4, p. 339.
7 Dupla. O povo de Deus sofreu demasiadamente,mas Deus o recompensaria em dobro (ver Is 40:2; Zc 9:12; cf. Jr 16:18; Ap 18:6). CBASD, vol. 4, p. 339.
9 Conhecida. Todos reconhecerao que o povo de Deus é especialmente abençoado e favorecido pelos ceus (ver Dt 4:6-8; 28:10; p. 15, 16). CBASD, vol. 4, p. 340.
10 Regozijar-me-ei muito. Siao agradece e louva a Deus pelos maravilhosos favores concedidos. Em Sua graça, Deus removeu a vergonha e tornou Sião gloriosa aos olhos do mundo (Is 49:13-23; 54:1-8; ver com. de Is 54:5-7; 61:7). CBASD, vol. 4, p. 340.
Vestes de salvação. Estas “vestes” representam o caráter de Cristo (T4, 88) que Seu povo deve vestir, já nesta vida … Ha um contraste marcante entre essas vestes e os “trapos de imundicia” (ver com. de Is 64:6). CBASD, vol. 4, p. 340.
11 Os seus renovos. O evangelho da graça fará com que os lugares desérticos floresçam e produzam frutos de justiça para a gloria de Deus (ver com. de Is 61:3; Gl 5:22, 23). CBASD, vol. 4, p. 340.
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ISAÍAS 61 – Os planos de Deus acontecerão (Jó 42:2), independentemente do péssimo comportamento de Seu povo (João 1:10-11).
A glória de Jerusalém entoada em Isaías 60 será vista no final do milênio, quando o mal for completamente erradicado, conforme revelado em Apocalipse 21:1-22:5.
A restauração prevista acontece mediante o ministério de Cristo, primeiramente terrestre (Isaías 61:1) e, posteriormente, no final do milênio (Isaías 61:2-3); não mais com uma Jerusalém terrestre renovada e restaurada (Isaías 61:4-7), mas com uma Nova Jerusalém, num Novo Céu e Nova Terra (Apocalipse 20:11-21:5).
O Deus que declara em Isaías 61:8 que ama a justiça e odeia o roubo e toda maldade, não deixará qualquer pessoa entrar na Nova Jerusalém. Isso está claro na profecia de João: “Os covardes, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que cometem imoralidade sexual, os que praticam a feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos – lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte… Nela jamais entrará algo impuro, nem quem pratique o que é vergonhoso ou enganoso, mas unicamente aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro” (Apocalipse 21:8, 27).
Entretanto, os perseverantes fieis servos do Senhor serão recompensados. A salvação está disponível para quem reconhece sua condição, e aceita o perdão submetendo-se à justiça de Cristo (Isaías 61:8-10). A salvação é gratuita a nós, embora tenha custado muito para Deus. O sacrifício de Cristo proveu uma oportunidade onde não havia nenhuma luz no fim do túnel. Por isso, Ele pode dizer com segurança:
“Está feito. Eu Sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, darei de beber gratuitamente da fonte da água da vida. O vencedor herdará tudo isto, e Eu serei Seu Deus, e ele será Meu filho… Já não haverá maldição nenhuma. O trono de Deus e do Cordeiro estará na cidade, e os Seus servos O servirão” (Apocalipse 21:6-7; 22:3).
O Deus que restaurará as nações conforme Isaías 61:11, promete que terá uma árvore, cujas “folhas servem para a cura das nações” (Apocalipse 22:2).
Vivemos num mundo onde as tribulações muitas vezes nos cercam, mas podemos ter nossos mantos de lamentos por vestes de louvor. Permitamos que as promessas divinas nos reavivem! – Heber Toth Armí.
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574 palavras
1 Dispõe-te, resplandece. O profeta descreve a obra gloriosa a ser realizada por Israel, supondo que haveria uma reforma, em harmonia com Isaías 58:6 a 14. Os cap. 60 a 62 descrevem essa obra grandiosa. Esse era o plano divino para o antigo Israel. Mas como nação, os israelitas falharam na obra da reforma; e, portanto, Deus não pôde libertá-los de seus inimigos nem convertê-los em agentes capazes de levar salvação aos gentios (ver p. 13-17). Por isso, os privilégios e as responsabilidades da aliança foram transferidos ao Israel espiritual. Desde então, a gloriosa vitória do evangelho descrita nos cap. 60 a 62 pertence ao povo da nova aliança (ver p. 21-23). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 333.
Tua luz. A luz é símbolo da presença divina. CBASD, vol. 4, p. 334.
2 Escuridão.isto é, escuridão espiritual. CBASD, vol. 4, p. 334.
Sua glória.É a luz da glória de Deus refletida que se vê sobre seu povo. CBASD, vol. 4, p. 334.
3 As nações se encaminham. O reflexo do caráter divino visto em Israel, junto com as bênçãos do Céu, teria atraído os gentios e os convencido da superioridade da adoração e do serviço a Yahweh (ver p. 15-17;cf Is 49:6, 22). Pela providência divina, esta promessa se cumprirá com o novo Israel. CBASD, vol. 4, p. 334.
5 estremecerá. Literalmente, “tremer”, isto é, de alegria (ver Jr 33:9). Israel se emocionaria com a realização de seu destino glorioso. CBASD, vol. 4, p. 334.
As riquezas. Gentios convertidos fariam contribuições generosas e, dessa forma, apressariam a proclamação do evangelho. CBASD, vol. 4, p. 334.
Para o Meu agrado subirão ao meu altar.Os presentes dos gentios seriam aceitos pelo Senhor com sinal de que também são recebidos como indivíduos. CBASD, vol. 4, p. 334.
9 As terras do mar. Povos distantes reconheceriam a mensagem da graça divina. CBASD, vol. 4, p. 334.
Edificarão os teus muros. Edificar os muros de Sião significava aumentar sua força. Gentios ajudariam os judeus na proclamação do evangelho. CBASD, vol. 4, p. 334.
No Meu furor te castigarei. O cativeiro babilônico. CBASD, vol. 4, p. 334. [Nota: Observe-se que isto foi escrito antes do cativeiro babilônico, com objetivo de consolo aos cativos e advertência profética aos exilados retornados.]
11 Abertas de contínuo. Como medida de segurança, as portas da cidade eram fechadas à noite. Portas abertas à noite indicavam paz e segurança. CBASD, vol. 4, p. 334.
13 A glória do Líbano. O Líbano era famoso por sua beleza, em particular, pelos majestosos cedros. CBASD, vol. 4, p. 334.
Meu santuário. Isaías anteviu um novo templo que … superaria em glória [ao templo de Salomão]. Ezequiel recebeu instruções detalhadas para este novo templo, que, porém, nunca foi construído (ver Ez 40-44). CBASD, vol. 4, p. 334.
14 Inclinando-se. isto é, em submissão voluntária. CBASD, vol. 4, p. 334.
15 Abandonada. Como uma esposa abandonada, Sião se tornou objeto de escárnio e opróbrio para seus vizinhos. CBASD, vol. 4, p. 335.
16 O leite. Isaías introduz outra metáfora para a riqueza e os recursos dos gentios. CBASD, vol. 4, p. 335.
17 Por bronze. Assim como o outro tinha mais valor que o bronze, e a prata, mais que o ferro, o senhor aumentaria a riqueza de Israel. CBASD, vol. 4, p. 335.
Farei da paz os teus inspetores. Os líderes de Israel conduziriam a nação ao êxito e à prosperidade. CBASD, vol. 4, p. 335.
18 Violência. Em vez de opressão, brutalidade e luta. CBASD, vol. 4, p. 335.
20 A tua luz perpétua. Enquanto o ser humano estiver neste mundo, se alternarão sol e sombra, luz e escuridão, riso e lágrimas. Mas, na cidade santa, Deus será a luz e a alegria constantes de Seu povo. CBASD, vol. 4, p. 335.
22 O menor. “Uma pessoa insignificante”. CBASD, vol. 4, p. 336.
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ISAÍAS 60 – As profecias deste capítulo não se cumpriram como Deus predissera. Pois, Israel falhou; não preencheu os pré-requisitos para viver a glória de Jerusalém. O povo não viveu para ser luz entre as nações.
Além de tornarem-se exclusivistas, egoístas e com sentimentos de superioridade, os judeus não melhoraram sua espiritualidade após o exílio babilônico. As evidências dessa perversão são as repreensões de Ageu, Zacarias, Esdras, Neemias e Malaquias. Porém, Deus não cancelou Suas maravilhosas promessas; pelo contrário, Ele as ampliou, graças à obra de Cristo na cruz!
• Em Isaías 60:1-3, 19-20 a luz e a glória divinas se levantariam sobre Jerusalém. A cidade é descrita como brilhante e iluminada pela presença de Deus. Porém, será na Nova Jerusalém, profetizada por João, que não precisará de sol nem de lua, “pois a glória de Deus a ilumina, e o Cordeiro é Sua candeia. As nações andarão em sua luz, e os reis da Terra lhe trarão a sua glória. Suas portas jamais se fecharão de dia, pois ali não haverá noite” (Apocalipse 21:23-25; 22:1-5).
• Em Isaías 60:4-12 está profetizado sobre reuniões das nações em torno de Jerusalém, trazendo riquezas e recursos à cidade. Contudo, de forma plena, isso acontecerá na Nova Jerusalém, após o milênio, quando “a glória e a honra das nações lhe serão trazidas” (Apocalipse 21:26).
• Em Isaías 60:13-16 Jerusalém é mencionada como uma noiva adornada para seu esposo, simbolizando a união especial com Deus. Mas, será quando forem recriados Novos Céus e Nova Terra que Jerusalém será retratada como a noiva do Cordeiro – quando “o tabernáculo de Deus esta[rá] com os homens, com os quais Ele viverá. Eles serão seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus” (Apocalipse 19:7-9; 21:1-3).
• Em Isaías 60:17-18, 21-22 fala de Jerusalém totalmente restaurada, “sem violência em sua terra, nem de ruína e destruição dentro de suas fronteiras”, em que “todo o seu povo será justo…”. Tal realidade se dará quando o mal for completamente exterminado e, Deus não permitir que entre na Cidade Santa covardes, incrédulos, depravados, assassinos, imorais, amantes de feitiçaria, idólatras e mentirosos (Apocalipse 21:8).
A garantia divina no final de Isaías 60 foi reiterada em Apocalipse 21:5 “estas palavras são verdadeiras e dignas de confiança”. Então… aguardemos! – Heber Toth Armí.
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593 palavras
1 A mão do SENHOR não está encolhida. Muitos em Israel atribuíam as dificuldades da nação à incapacidade de Deus de libertá-los. … Nesta passagem, o Senhor responde a essas objeções. A culpa não está nEle, mas com eles. CBASD – Comentario Biblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 329.
2 Vossas iniquidades fazem separação. Se os céus parecem distantes da Terra, é porque o pecado colocou um véu de separação entre o homem e Deus. CBASD, vol. 4, p. 329.
3 Vossas mãos. Embora os judeus professassem de forma vigorosa a religião, suas palavras e obras eram continuamente más. CBASD, vol. 4, p. 329.
4 Ninguém há que clame pela justiça. A ideia é que, quando vai ao tribunal contra alguém, a pessoa o faz nao para alcançar justiça, mas para assegurar a sanção dos tribunais para a injustiça e a opressão. CBASD, vol. 4, p. 329.
5 Tecem teias de aranha. Teciam teias de engano para seduzir o próximo. … instrumento de morte. CBASD, vol. 4, p. 329.
6 As suas teias não se prestam para vestes. Os que se ocupam em tecer teias de aranha perdem tempo produzindo o que não só é inútil, mas prejudicial. CBASD, vol. 4, p. 329.
7 Seus pés correm para o mal. Depois de cometer um ato perverso, ficavam impacientes para cometer o seguinte (comparar com Pv 1:16; 6:17, 18; Mq 7:3). CBASD, vol. 4, p. 329.
Pensamento de iniquidade. Pensamentos maus dao origem a atos ímpios. Tentativas para frustrar o mal quando este alcança o estagio de ação geralmente sao inúteis. A única maneira de se prevenir acoes mas é transformar os pensamentos (ver com. de Mt 5:17-22). CBASD, vol. 4, p. 329, 330.
8 O caminho da paz. O povo de Deus desfruta paz (Is 32:18) porque tem paz no coração. CBASD, vol. 4, p. 330.
10 Apalpamos. Quando os seres humanos se recusam a andar no caminho da retidão e da justiça, Deus permite que a escuridão lhes sobrevenha (Is 6:10; cf Rm 11:25). CBASD, vol. 4, p. 330.
12 Nossas transgressões. Representando o povo de Judá, Isaías reconhece com sinceridade suas transgressões. CBASD, vol. 4, p. 330.
13 Retirarmo-nos do nosso Deus. O pecado afasta as pessoas de Deus, nunca as aproxima. CBASD, vol. 4, p. 330.
14 O direito de retirou. Isaías descreve a triste situação que prevalecia nos tribunais e nos negócios particulares dos judeus. Personifica-se a justiça, que é descrita como fugindo para sua própria segurança. Ela temia se aventurar em publico. CBASD, vol. 4, p. 330.
15 O SENHOR viu isso. Estas palavras dao inicio uma nova seção. Concluiu-se a acusação divina dirigida a Judá (v. 9-15). O Senhor entao estuda a condição desesperada de Judá e Se oferece como salvador e intercessor. CBASD, vol. 4, p. 331.
16 Sua própria justiça o susteve. É a misericórdia divina que faz com que o Onipotente intervenha em favor de Seu povo sitiado. … Sem a intervenção divina, o ser humano nao tem esperança. CBASD, vol. 4, p. 331.
17 Couraça. Isaias descreve Cristo como um guerreiro armado que entra na batalha pela salvação do ser humano (ver Ef 6:14, 17). CBASD, vol. 4, p. 331.
18 Segundo as obras deles. Quando Cristo retornar, será “para retribuir a cada um segundo as suas obras (Ap 22:12). CBASD, vol. 4, p. 331.
Às terras do mar. Isto é, nacoes distantes que oprimiriam o povo de Deus. CBASD, vol. 4, p. 331.
19 Temerao, pois, o nome de Deus. A manifestação final do poder de Deus em favor de Seu povo fará com que todos O reconheçam, de uma extremidade à outra da Terra (Sl 50:1-6; Ml 1:11; Ap 5:13; 15:3, 4). CBASD, vol. 4, p. 331.
Virá como torrente. Uma tradução literal da frase seria: “Ele virá como um rio de angústia”. CBASD, vol. 4, p. 332.
20 Virá o Redentor. Esta profecia se cumprirá na segunda vinda de Cristo. O Senhor voltará para salvar Seu povo: os que abandonaram a transgressão e O aceitaram como salvador. CBASD, vol. 4, p. 331.
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ISAÍAS 59 – Este capítulo continua a abordar temas relacionados à justiça, pecado, restauração e redenção seguindo o fluxo de mensagens dos capítulos anteriores.
Em Isaías 59, o profeta trata dos seguintes itens:
• A prática insistente do pecado produz afastamento de Deus, cria obstáculo ao relacionamento íntimo com Ele e, consequentemente, impede Suas preciosas bênçãos resultantes do envolvimento com Ele (Isaías 59:1-2).
• O afastamento de Deus resultante das práticas incorretas da religião descritas em Isaías 56, 57 e 58 resulta em ações incorretas no dia a dia da sociedade; as pessoas passam a ferir o próximo, falam mentiras, reclamam, ignoram a justiça, acusam falsamente, “concebem maldade e geram iniquidade”, enganam, maquinam o mal, agem com violência, “seus pés correm para o mal”, “seus pensamentos são maus”, “não conhecem o caminho da paz” (Isaías 59:3-8). São pessoas briguentas, perigosas e cruéis; “…os ímpios são como o mar agitado, incapaz de sossegar e cujas águas expelem lama e lodo” (Isaías 57:20).
• Nossa sociedade é a evidência do que acontece quando esquivamos da verdadeira religião: Nosso habitat se torna um lugar onde a justiça está ausente e as pessoas estão sempre se envolvendo em práticas que tornam a sociedade num lugar de alta periculosidade. Por isso, “todos nós urramos como ursos; gememos como pombas. Procuramos justiça, e nada! Buscamos livramento, mas está longe!” (Isaías 59:9-11).
• Então, precisamos analisar nossa condição e avaliar nossa situação a fim de reconhecermos que por nós mesmos não conseguimos solução, redenção e transformação em parte alguma (Isaías 59:12-15).
• A atuação de Deus Pai, enviando Seu Filho através do Espírito Santo traria solução aos que Se arrependessem de seus pecados; assim, teríamos livramento nesta sociedade decadente, deplorável e corrompida (Isaías 59:15-21). O próprio Deus decide agir por conta própria e trazer redenção! A salvação do pecador passa pela necessidade de reconhecimento e arrependimento diante do pecado.
Em meio à escuridão da imoralidade, podemos iluminar a sociedade com a luz da verdade que restaura. Através da mensagem bíblica podemos melhorar o mundo.
“Embora existam muitos livros de autoajuda ou reflexivos que tenham mudado a mente de várias pessoas, nenhuma produção literária da História modificou tantas vidas como a Bíblia Sagrada”, diz Rodrigo Silva!
Caso queiramos uma sociedade melhor, devemos compartilhar a mensagem da Bíblia! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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1 Clama a plenos pulmões. Em Isaías 57:15 a 21, o profeta apresenta a mensagem celestial de reconciliação e paz. No cap 58, ele fala sobre o que constitui o arrependimento e o que é essencial para que as bênçãos prometidas sejam derramadas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 324.
2 Ainda Me procuram dia a dia. Exteriormente, a nação de Judá professava seguir o Senhor, mas o coração estava longe dEle. As pessoas se apegavam a formas externas da religião e negligenciavam seus princípios básicos. Jejuavam e oravam, observavam o sábado e as festas sagradas, apresentavam ofertas no templo e participavam das assembleias solenes, ao mesmo tempo em que se envolviam com toda forma de iniquidade (Is 1:11-15). CBASD, vol. 4, p. 325.
3 Por que jejuamos … ? A hipocrisia permeava a vida religiosa (ver com. de Mt 6:2). Eles pensavam que recebiam a aceitação de Deus por meio da aflição física. … Esqueceram-se de que a essência da verdadeira religião é o exercício da justiça, misericórdia e humildade (Mq 6:8; ver com. de Is 57:15). CBASD, vol. 4, p. 325.
Cuidais dos vossos próprios interesses. As pessoas jejuavam porque queriam assim obter a aprovação divina. Não compreendiam o significado espiritual do jejum e da observância do sábado, e criam que cumprir as formas de religião lhes permitia satisfazer as próprias paixões e oprimir o pobre e o desamparado. CBASD, vol. 4, p. 325.
Exigis que se faça todo o vosso trabalho. Literalmente, “oprime todos os vossos trabalhadores” (ver Lv 19:13; Tg 5:4). CBASD, vol. 4, p. 325.
4 Para contendas e rixas. As formas do jejum eram religiosamente seguidas, mas o espírito do verdadeiro jejum (ver v. 6) havia se perdido. Práticas rigorosas serviam apenas para causar irritação. O jejum conforme ordenado por Deus (v. 6) teria resultado num viver virtuoso. CBASD, vol. 4, p. 325.
5 Seria este o jejum … ? Eles jejuavam apenas para garantir o favor de Deus e assegurar a aprovação de seus atos maus, como se a abstinência de alimento fosse mais importante para Deus do que se afastar da iniquidade (ver com. de Mt 6:16). CBASD, vol. 4, p. 325.
6 Que soltes as ligaduras. O verdadeiro jejum foi designado para purificar as inclinações e reformar a vida. Mas, entre os judeus, as práticas religiosas tinham se tornado um manto para ocultar a opressão dos fracos, o roubo às viúvas e aos órfãos, e todas as formas de suborno, engano e injustiça (Is 1:17, 23; Os 4:2; Am 2:6, 3:10; 4:1; 5:11; 8:4-6; Mq 6:11, 12). O verdadeiro propósito da religião é libertar o ser humano dos fardos do pecado, eliminar a intolerância e a opressão e promover justiça, liberdade e paz. Deus queria que Seus filhos fossem livres, mas os líderes de Israel os estavam convertendo em escravos e mendigos. CBASD, vol. 4, p. 325. [Destaque acrescido].
7 Repartas o teu pão. A verdadeira religião é prática. Sem dúvida, inclui os ritos e as cerimônias da igreja, mas é na atitude perante o próximo que se manifesta a presença ou a ausência da verdadeira religião. Não é tanto uma questão de se abster do alimento quanto o é de compartilhar o alimento com o faminto. A bondade na prática é o único tipo de religião reconhecida no juízo final (Mt 25:34-46). CBASD, vol. 4, p. 325.
8 Tua cura. O que se faz para o bem de outros resulta em benefício para si mesmo. CBASD, vol. 4, p. 325.
Tua retaguarda. Quando são trilhados os caminhos que Deus escolhe, pode-se ter a certeza de Sua presença e proteção. CBASD, vol. 4, p. 326.
9 Se tirares do meio de ti o jugo. Com crítica, censura, fofocas e insinuações, muitas pessoas tornam o fardo do próximo quase insuportável. Muitos cristãos são esmagados e enviados à sepultura desanimados e derrotados por terem sido objeto de escárnio de de outros cristãos. Deus não pode Se aproximar de Seu povo enquanto este estiver ocupado em criticar e oprimir o próximo. CBASD, vol. 4, p. 326.
10 Se abrires a tua alma ao faminto. Isto é, ter interesse pessoal. Se a igreja vivesse à altura de suas oportunidades e responsabilidades, se seus membros fossem cristãos tanto em espírito como no nome, logo se cumpriria a missão, e o Senhor voltaria em glória. Vidas de serviço egoísta afastam a luz da glória de Deus (ver Is 9:2; 60:1, 2). CBASD, vol. 4, p. 326. [Destaque acrescido.]
11 O SENHOR te guiará. Para ser guiada por Deus, a pessoa deve primeiramente abandonar o eu e se entregar por completo à obra do Mestre. Deus não pode guiar os obstinados, convencidos e egoístas. CBASD, vol. 4, p. 326.
Fartará a tua alma até em lugares áridos. Em tempos de aridez espiritual, Deus promete refrigério aos que buscam com sinceridade ser uma bênção ao próximo. CBASD, vol. 4, p. 326.
12 Os teus filhos edificarão as antigas ruínas … serás chamado restaurador de brechas. Aqui se descreve uma grande obra de reavivamento, reforma e restauração. Havia uma brecha no muro, devido à falta da prática da verdadeira religião (v. 3-5). CBASD, vol. 4, p. 326.
13 Desviares o pé. A obra de restauração deve começar com um reavivamento da verdadeira observância do sábado, cuja essência é a comunhão com Deus e recordação do Seu poder criador, no dia que Ele tornou sagrado. … Nunca foi o propósito divino que o sábado fosse um fim em si mesmo, mas um meio pelo qual o ser humano pudesse se familiarizar com o caráter e os propósitos do Criador (ver com. de Êx 20:8). CBASD, vol. 4, p. 326.
Teus próprios interesses. A essência do pecado é o egoísmo; fazer o que se deseja, sem levar em consideração a Deus ou ao próximo. O sábado dá ao ser humano a oportunidade de subjugar o egoísmo e cultivar o hábito de fazer o que agrada a Deus (1Jo 3:22) e que contribui para o bem-estar de outros. Quando compreendido e observado corretamente, ele se torna a chave para a felicidade do ser humano tanto aqui quanto no porvir. A verdadeira observância do sábado conduzirá à reforma descrita em Isaías 58:5 a 12. Os que não participam do espírito do sábado como Deus ordenou não percebem o que estão perdendo. O sábado é uma das maiores bênçãos do Criador aos seres criados. CBASD, vol. 4, p. 326, 327.
Deleitoso. Os que consideram o sábado uma carga não descobriram seu verdadeiro significado e valor. A mera observância do sábado tem pouco valor. CBASD, vol. 4, p. 327.
E o honrares. Eis a prova decisiva para se determinar o que é certo e apropriado fazer no sábado: Isso honra a Deus? Toda atividade cujo objetivo seja aprender mais dos caminhos, do caráter, das obras e da vontade do Criador, ou que seja um canal pelo qual Seu amor pode alcançar o coração e a vida do próximo, é sem dúvida, uma honra a Deus. CBASD, vol. 4, p. 327.
14 Então, te deleitarás. Os que fazem do sábado o que Deus planejou que ele fosse têm comunhão íntima com Ele. CBASD, vol. 4, p. 327.
Os altos da terra. Promete-se prosperidade material e espiritual a que de coração toma parte no espírito do sábado (ver com. de Mt 6:33). CBASD, vol. 4, p. 327.
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ISAÍAS 58 – Seguindo a sequência da mensagem de Isaías 56 e 57, temos um maravilhoso clímax no capítulo 58. As práticas espirituais instituídas por Deus visam a nossa saúde espiritual. A negligência ou perversão delas resultam em corrupção moral, podridão espiritual – danificam a fé.
Para que sejamos saudáveis espiritualmente, devemos atentar àquilo que o Médico da Alma prescreve em Sua Palavra. Note o que diz Tiago White: “Se o homem sempre tivesse observado o sábado, não poderia ter havido um idólatra ou ateu”.
• Nosso mundo está tomado de idólatras e ateus, devido à distorção do quarto mandamento da Lei de Deus (Êxodo 20:8-11).
Note que, “se as bênçãos garantidas ao homem pelo sábado forem apenas um dia de descanso das labutas diárias e um dia para culto público a Deus, então a teoria de um dia entre sete e a de nenhum dia em particular parecem bastante plausíveis. O homem pode descansar seus membros cansados, ou o cérebro fatigado, tanto em um dia da semana como em outro. E, se o único propósito for garantir um período de tempo para o culto, o domingo pode servir de resposta. De fato, um dia em seis poderia ser tão adequado para descansar e adorar como um dia em sete, se essas forem as únicas razões para o estabelecimento do sábado”. Mas, “o propósito original do sábado era que ele fosse um memorial do Criador”. Em Isaías 58:13-14 “o grande objetivo do sábado é definido: honrar a Deus. Requer-se que o homem desvie o seu pé do sábado e se abstenha de buscar seus próprios caminhos, palavras e prazeres nesse dia, não porque ele precisa de um dia de descanso, mas porque, ao fazer isso, ele pode honrar o grande Deus. Os que guardam o sábado com esse objetivo em vista, vão chamá-lo de deleitoso, o santo dia do Senhor e digno de honra”, afirma Tiago White.
Da mesma forma que o verdadeiro sábado é essencial à saúde espiritual é prática do verdadeiro jejum, que significa aproximar-se de Deus para ser transformado por Ele, e então exercer justiça, bondade, amor, misericórdia e compaixão na sociedade adoecida, desprovida da verdade (Isaías 58:1-12).
• Isaías 58 chama nossa atenção para o reavivamento e reforma no jejum e no sábado.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.