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ISAÍAS 42 – Quando tudo parecer perdido, o mal parecer ter vencido e a escuridão invadir ao máximo trazendo trevas morais sobre o mundo todo, Deus revelará Sua glória e iluminará toda a Terra trazendo a vitória aos que nEle esperaram.
“A vitória culminante será, naturalmente, o grande conflito final do Armagedom” diz D. L. Moody comentando este capítulo.
1. Para esta batalha cósmica, Deus apresenta Seu guerreiro com Suas singelas qualidades, explica Sua missão e descreve Seu caráter servil (vs. 1-4).
2. O Messias revelará o caráter do Criador do Universo, o qual sustenta toda a humanidade. Sua submissão humilde garante Seu sucesso e torna mediador da aliança da graça, luz para os gentios e libertador dos prisioneiros do diabo. Assim, um juízo trará vindicação aos injustiçados servos de Deus e destruição aos oponentes do verdadeiro Deus (vs. 5-9).
3. O juízo será o mais justo da história. Os inimigos de Deus tiveram toda a chance e várias oportunidades e tempo para tornarem-se amigos; como não quiseram, verão que ser amigos de deuses falsos e ídolos imprestáveis não adiantou nada ao terem que responder por suas atitudes. Nesse tempo haverá um louvor ao Deus que age em prol do bem (vs. 10-17).
4. Como um Pai que repreende Seus filhos, Deus amorosamente chama a atenção dos desobedientes, ingratos e ignorantes filhos. Deus não pode ignorar o mal, a rebeldia e a indiferença, mas antes de punir aos apóstatas e idólatras aconselha-os a fazerem uma autoanálise e convidam a um reavivamento e reforma espirituais (vs. 18-25).
“Mateus 12 cita Isaías 42 e o aplica ao ministério silencioso mas amorável de Jesus, o Filho amado de Deus, em quem Ele Se compraz (Isa. 42.1; Mat. 3:16-17; 17:5). É aquele cujo ministério restabelece a conexão da aliança de Deus com Seu povo (Isa. 42:6; Dan. 9:27). Jesus e Seus discípulos conquistaram a justiça para o povo libertando-os do sofrimento, da ignorância de Deus e da escravidão aos espíritos do mal, provocada pela opressão de Satanás (Luc. 10:19). Então, Jesus morreu para ratificar a ‘nova aliança’ (Mat. 26:28) e trazer justiça ao mundo expulsando Satanás, o estrangeiro que usurpou a posição de ‘príncipe deste mundo’ (João 12:31-33)” – amplia Roy Gane.
Certamente, Deus vencerá. Ligados a Ele, também venceremos! – Heber Toth Armí.
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ISAÍAS 39 – A exibição ególatra das próprias riquezas materiais traz consequências infernais. Ezequias, rei que se empenhou para erradicar a idolatria em seu reino, idolatrou bens materiais – como fazem adoradores dos falsos deuses.
Ezequias, aquele que recebera de Deus cura miraculosa duma enfermidade mortal, desperdiçou uma oportunidade de ouro ao valorizar mais as riquezas do que o Deus que as deu.
• Atenção: Filosofias capitalistas desviam-nos dos caminhos da verdadeira religião.
Visitas ilustres, homens importantes, com intenções políticas visitaram o rei Ezequias devido a sua cura e, provavelmente, pelo retrocesso do sol adorado como deus em diversas nações; mas, em vez de falar do Deus verdadeiro, Ezequias revelou sua vaidade.
A vaidade faz o indivíduo ser educado, mas com segundas intenções. Promove a política da boa vizinhança, visando algo de seu próprio interesse. Por fim desconsidera o cuidado, a direção, a proteção e a bênção de Deus – o verdadeiro responsável por tudo o que temos e somos (vs. 1-4).
A vaidade conduz até o piedoso, que recebeu uma graça miraculosa de Deus, à ingenuidade espiritual. A ingenuidade não discerne perigos por agir independente de Deus. Nem percebe o mal de priorizar coisas em vez de glorificar a Deus. Não distingue as oportunidades que Deus dá para testemunhar dEle, por isso, usa tais oportunidades para falar de si mesmo ignorando as consequências de perder a oportunidade de ouro (vs. 5-8).
A vaidade materialista demonstra-se ambição que preocupa-se apenas com o presente, não pensa no futuro. Por isso, a exploração exagerada da natureza, o desperdício abundante de água, o aumento das fábricas que eliminam gases que diminuem a camada de ozônio, que resultam em aquecimento global, derretimento das geleiras, gerando assim grandes catástrofes no presente, mas principalmente no futuro…
Eis o mal da vaidade: A filosofia materialista rouba…
• …os dízimos para investir em si mesmo tirando a oportunidade da pregação do evangelho.
• …a glória de Deus para exaltar-se.
• …o lugar de Deus, pois Sua missão não é importante para o materialista.
“O rei estava desfrutando sua fama e fortuna e, ao que parece, negligenciando sua vida espiritual”, conclui Warren W. Wiersbe sobre Ezequias.
E quanto a nós? Não estamos aproveitando as bênçãos de Deus para nos engrandecermos diante das pessoas em vez de exaltarmos a Deus? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.