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EZEQUIEL 33 – Sem avivamento não existe avanço na missão. Sem derramamento do poder do Espírito Santo não existe motivação para evangelizar. Sem consciência da revelação de Deus e do plano da salvação para os perdidos, não existe responsabilidade na salvação de pessoas.
Quando você quiser ser um cristão mais bíblico, consagre-se mais ao estudo da Bíblia; quando desejar uma igreja mais fervorosa, comece você a buscar mais fervor; quando desejar mais frequência aos cultos, experimente dar o exemplo frequentando todos os cultos da semana. Só assim você poderá ver a mudança que você espera na igreja.
A responsabilidade na religião é grande, portanto devemos prestar muita atenção no capítulo em questão. Leia-o e deixe o Espírito Santo falar ao teu coração:
• Como uma sentinela que ignora sua função e a morte de uma nação é responsabilidade dela, o servo de Deus que não anunciar o perigo aos pecadores serão culpados e condenados pela morte dos injustos; porém, se avisar, e o injusto rejeitar, o servo será inocentado (vs. 1-8).
• O mais difícil é dizer ao povo de Deus quando este está no caminho errado; mas Deus quer que a sentinela tenha coragem e ousadia, pois Deus quer desse povo o arrependimento e a salvação (vs. 9-11).
• O evangelista e o missionário podem parecer sem lógica; entretanto caso alguém se converta e abandonar seus erros e entrega-se a Deus para ser transformado por Ele, certamente terá seus pecados cancelados e receberá a vida eterna (vs. 12-20).
• Muitas vezes Deus envia atalaias ousadas, corajosas e responsáveis não para converter as pessoas, pois Deus sabe quando isso não acontecerá; todavia, quer as pessoas saibam que Ele agiu, enviou profetas para avisar do destino do caminho do pecado ignorado pelos desavisados (vs. 21-33).
Medite atenciosamente:
• Como Deus não tem prazer na morte do perverso, Ele envia mensageiros para tentar mudar a sua sorte. Ou somos perversos ou somos os evangelistas. Ou seja, quem não se preocupa com a salvação dos outros deve se preocupar com a própria salvação.
Igrejas que não evangelizam devem ser evangelizadas. A igreja que não tem alvo missionário deve ser alvo de algum missionário, pois ela está perdida pensando estar salva. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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EZEQUIEL 32 – Pior que começar mal é terminar numa tragédia. É triste ver que as pessoas poderiam, devido à graça de Deus, ter um fim glorioso, mas preferiram um fim vergonhoso. É certo que,
• Quem se exalta será humilhado; quem se humilha será exaltado.
• Nenhum poder é confiável, a não o poder de Deus.
• Nenhuma grandeza deve ser louvada, a não ser a grandeza de Deus.
• Qualquer pecador, mesmo merecedor da morte, poderia esperar no Senhor para reverter a sua sorte.
Este foi o caso do Egito, que preferiu confiar em sua força, não no Deus que criou o ser humano e ainda lhe deu força, habilidade e inteligência. Tal indiferença atrai terríveis consequências. A negligência a Deus é o cúmulo da arrogância. Portanto, Deus precisa julgar e dar a sentença.
Nobreza, destreza e riquezas não protegeram os egípcios da desgraça do pecado. A tristeza do profeta Ezequiel é um reflexo da tristeza de Deus por causa da dureza do coração egípcio. A alteza da arrogância egípcia produziu a baixeza moral em seus habitantes.
1. Ser grande e poderoso mas só fazer barulho e bagunça, significa perder tempo e oportunidade de fazer o que é certo (vs. 1-2).
2. A desgraça do Egito impactará as nações, servindo de exemplo do que o pecado faz com suas vítimas mesmo depois de tantas oportunidades oferecidas por Deus. Se Deus é contra nós, quem será por nós? Só terão segurança os que estiverem a favor de Deus (vs. 3-10).
3. Deus usará um instrumento para realizar Seus intentos contra o Egito. A Babilônia seria a espada divina, mas Deus não estaria feliz com isso – como se nota no pedido a Ezequiel sobre o lamento ao Egito; contudo, isso Deus tornaria conhecido no mundo (vs. 11-16).
4. Grandes orgulhosos, valentes guerreiros, povos jactanciosos, todos vão para o mesmo buraco: O mundo dos mortos (vs. 17-32).
“Quem está neste lugar? E quem não está? Encontram-se nesse as nações do passado que desafiaram a Deus… Não estão ali nenhum dos fieis a Deus. Uma grande separação ocorreu entre os justos e os injustos. Os que espalham terror agora habitarão juntos (32:32)”, diz Paul R. House.
Deus quer salvar! Por isso, lamenta o fato dos pecadores não aceitarem Seu plano de salvação! Qual decisão tomaremos? – Heber Toth Armí.
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EZEQUIEL 30 – A Bíblia e a experiência espiritual nos ensinam que qualquer coisa ruim pode acontecer com aqueles que preferem confiar em si mesmos e em conceitos filosóficos humanos em detrimento dos princípios e ensinos divinos.
O Egito é “a sétima e última nação dessa lista de juízo… Os juízos aqui descritos parecem ser os mais severos de todos. Sem o rio Nilo, o Egito morreria. Enquanto seria natural seu povo dar valor à vida, o Egito é a terra da morte. O livro mais conhecido da cultura egípcia é o Livro dos Mortos. Os maiores monumentos dessa nação são túmulos gigantescos em forma de pirâmide. Seus reis construíram palácios pequenos, mas sepulcros enormes, e eram embalsamados para desfrutar o tempo na sepultura! Seguros de si, os egípcios não se impressionavam com a morte. Deus considerou necessário, portanto, julgar essa nação que, na Bíblia, retrata o mundo, em especial o mundo sem Deus” (William MacDonald).
Reflita:
• O dia do Senhor é nublado, escuro e medonho aos amantes do pecado (vs. 1-3).
• O Egito e as cidades vizinhas que se aliaram confiando em seu poder serão destruídos a fim de que reconheçam ao único Deus verdadeiro (vs. 4-8).
• Deus revela detalhes de como se dará o fim do Egito, pois só Ele conhece o fim desde o princípio (vs. 9-12).
• É Deus quem executa o juízo e a sentença; Seu objetivo primário não é destruição de pessoas, mas a restauração da verdadeira religião (vs. 13-19).
• O rei babilônico será instrumento de Deus contra o Egito, pois Ele está soberanamente no controle de tudo o que acontece no Universo (vs. 20-26).
O juízo divino é como uma tempestade, as profecias são como os trovões que a anuncia (vs. 1-5). Povos poderosos não podem escapar à ira da natureza, muito menos da ira divina (vs. 6-19). O maior objetivo de Deus é revelar Seu poder e tornar-se conhecido visando à conversão do mundo (vs. 20-26).
Quatro vezes aparece no texto a expressão: “Saberão que Eu sou o Senhor”. O juízo fará o que Israel negligenciou: Revelar Deus ao mundo!
• E nós, temos investido na missão?
Israel estava no cativeiro porque não priorizou o reino de Deus. O Egito seria devastado porque desprezou a Deus. E nós, aprendemos a lição?
Vamos priorizar Deus? – Heber Toth Armí.