Reavivados por Sua Palavra


NAUM 2 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
29 de dezembro de 2017, 0:20
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NAUM 1 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
28 de dezembro de 2017, 0:55
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NAUM 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de dezembro de 2017, 0:45
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NAUM 1 – Incrivelmente Deus une justiça e misericórdia! Naum nos revela e esclarece muitos temas teológicos. Observe:

Assíria, no século VII a.C., representava toda nação que se opunha a Deus. Enquanto ela causava pavor ao povo judeu, o próprio Deus preparava a sentença para quem parecia inatingível.

Contudo, como diz Eugene Peterson, “a maneira característica de Deus agir é no silêncio e por meio da oração… Se estamos condicionados a reagir apenas a tudo que faz barulho e a coisas grandes, vamos perder a palavra e a ação de Deus”.

Embora Naum expusesse a realidade vivida pelos pagãos, Peterson garante que sua “finalidade não é fomentar o ódio religioso contra o inimigo, mas dizer: ‘Não admirem esses inimigos nem se sintam intimidados por eles. Eles serão julgados pelos mesmos padrões que nós’”.

• Desta forma, não há como fugir da mensagem do profeta; ela nos adverte tanto quanto advertiu aos judeus do passado.

O primeiro capítulo pode ser dividido em duas partes:

1. Revelação do Juiz e do juízo (vs. 1-7): Deus é um Juiz sério. Ele é justo e vinga com justiça. Sua justiça fundamenta-se em Sua paciência; a qual, porém, não anula Seu poder. Contudo, aos que O buscam em qualquer situação encontrarão refúgio em Sua presença misericordiosa. Assim, a única forma de sermos absolvidos no dia do juízo é aliando-se ao divino Juiz!

2. Revelação do julgamento celestial (vs. 8-15): Cidades opulentas, aparentemente invencíveis, se orgulham de sua política e filosofia contrárias aos princípios do Céu revelados na Bíblia; nações opressoras, que exploram os fracos… no dia do juízo pagarão pelo que fizeram – eis a intervenção divina para libertar os crentes.

“O texto afirma que Deus é zeloso, vingador e cheio de ira, mas também tardio em irar-se e grande em poder […] O zelo do senhor é o zelo bom e justo de um marido pela esposa a quem ama, não um zelo que inveja a felicidade dos outros” (William MacDonald).

Chafurdando-se numa sociedade cruel, busquemos piedosamente ao bondoso Deus. Observe o versículo sete: “O Senhor é bom, um lugar de refúgio em tempos difíceis. Ele reconhece e recebe qualquer um que busca ajuda, não importa o tamanho do problema”.

Podemos nos alegrar e nos reavivar com Deus! Confiaremos plenamente nEle? –Heber Toth Armí.



NAUM 1 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
28 de dezembro de 2017, 0:15
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MIQUEIAS 7 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
27 de dezembro de 2017, 0:55
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MIQUEIAS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
27 de dezembro de 2017, 0:48
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MIQUEIAS 7 – Em seu livro pioneiro intitulado “Em busca de sentido” Viktor F. Frankl, prisioneiro de um campo de concentração nazista, observou que as pessoas que criavam fantasias e geravam esperanças surrealistas de sair do campo de concentração, e em seguida tinham sua esperança frustrada, entravam em um colapso nervoso, ficavam mais dispostas a doenças e morriam pouco tempo depois.

A esperança é a mola propulsora aos pecadores para enfrentarem com fé as dificuldades que visam minar os princípios divinos.

As promessas de Deus não promovem esperanças surrealistas. No decorrer da trajetória israelita, Deus sempre levantou profetas para avivar sua esperança. No cristianismo não é diferente – leia com atenção ao livro de Apocalipse.

Agora volte ao último capítulo do profeta Miqueias. Veja com atenção cada um destes pontos:

• Diante do desespero da religião decadente, de uma sociedade depravada, de líderes políticos corrompidos e laços familiares em extinção (vs. 1-6), só resta esperar em Deus (v. 7).
• Diante de qualquer situação caótica, deplorável e desesperadora, a intervenção divina pode promover disciplina, correção, instrução, esperança e restauração. Através da esperança Deus anseia moldar o coração de Seu povo carente de direção (vs. 8-14);
• Diante das impossibilidades do povo, Deus é capaz de operar grandes maravilhas que, com as quais, impactará o coração dos incrédulos e pagãos (vs. 15-17);
• Diante das terríveis e tenebrosas façanhas do pecado e do destino assustador do pecador, só a misericórdia, compaixão e perdão divino para levar-nos a confiar e esperar no Deus que é fiel às Suas promessas (vs. 18-20).

Miqueias significa “quem é como Deus?”; ele termina seu livro com a pergunta: “Quem, ó Deus, é semelhante a ti, que perdoas…?” A resposta é obvia: Ninguém é como Deus!

Observe atentamente com oração:

• Quando o trio do mal (pecado, transgressão e iniquidade) se levanta contra nós, Ele envia o trio do bem (misericórdia, compaixão e perdão) a favor de nós.
• Quando os deuses pagãos exigia o sacrifício dos filhos da humanidade, Deus entrega Seu próprio Filho para nascer, viver e morrer pela humanidade.
• Quando Deus oferece o perdão para quem perece a destruição, não há como não cantar e testemunhar alegremente de um Deus sem rival, incomparável em Seus feitos.

Com uma mensagem como esta só nos resta esperar nEle! – Heber Toth Armí.

Escreva como a mensagem de Miqueias te impressionou:



MIQUEIAS 7 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
27 de dezembro de 2017, 0:15
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MIQUEIAS 6 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
26 de dezembro de 2017, 0:55
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MIQUEIAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
26 de dezembro de 2017, 0:44
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MIQUEIAS 6 – Deus é sensivelmente intolerante à hipocrisia. “O hipócrita não pode curtir a verdadeira espiritualidade, pois está envolvido pela aparência e não pela essência, absorto em si mesmo e não em Deus. O hipócrita fica parado naquilo que a espiritualidade aparenta ser” (Brennan Manning).

Observe com atenção que, para Álvaro César Pestana o livro profético de Miquéias tem três grandes ensinamentos:

1. Deus sente-se pessoalmente ofendido quando ocorrem injustiças sociais: Opressão e ganância não são pequenas faltas da sociedade humana que não têm nada a ver com Deus ou com a religião. Miqueias mostra que os pecados no trato de uns para com outros serão punidos pelo justiceiro maior, Deus.
2. A falsa segurança logo será desmascarada: Os judeus sempre achavam que por serem povo de Deus, guardiões do templo, nenhuma desgraça os alcançaria (3:11-12). Mas não há escape para quem provoca a ira de Deus. Não há refúgio.
3. Deus quer nosso coração e consagração e não apenas obediência externa: Este problema antigo e moderno ainda perturba os homens. É necessário adorar a Deus no dia a dia e não apenas nos momentos designados de “culto”.

O capítulo em pauta está relacionado com a hipocrisia, ou o legalismo. Fica claro que ninguém consegue salvar-se, mesmo oferecendo ou fazendo a Deus ofertas ou obras grandiosas.

• A falta de relacionamento íntimo e dependência de Deus a tal ponto de refletir a justiça e a misericórdia na prática resultará em uma religião enfadonha (vs. 1-8).
• Injustiça, exploração e opressão social presentes nos crentes que dizem servir a Deus atraem o julgamento e não livramento do Deus Onipotente, pois usar a máscara da religião significa pecar em nome de Deus e isso significa difamar o Seu santo nome (vs. 9-16).

“A primeira mensagem de Miqueias foi apresentada como uma cena que se desenrola no tribunal, e essa forma se repete em sua terceira mensagem. O Juiz declarou a acusação (Mq 6:1-8), pronunciou a sentença (Mq 6:6-7:7) e, em sua graça, prometeu misericórdia (Mq 7:7-20)! Miqueias usou esses fatores – culpa, castigo e misericórdia – como argumentos para suplicar ao povo que se arrependesse e que voltasse para o Senhor” (Warren W. Wiersbe).

Vamos rejeitar à hipocrisia! Sejamos súditos do reino do Messias! “Senhor, reaviva-nos para que sejamos íntegros!” – Heber Toth Armí.



MIQUEIAS 6 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
26 de dezembro de 2017, 0:14
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