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COLOSSENSES 1 – Quando tornar-se cristão não está vinculado a conhecer o verdadeiro Cristo, é necessário meditar nesta curta, porém, profunda, carta de Paulo aos crentes de Colossos.
Jesus é Supremo e deve ter supremacia em todas as áreas da vida. Observe os seguintes pontos deste primeiro capítulo:
1. Cristo tem a supremacia na mensagem do Evangelho (vs. 1-12);
2. Por causa de Cristo, a cruz também deve ter supremacia na vida do cristão (vs. 13-14);
3. Na criação, Cristo tem e deve ter a supremacia – Ele é Criador (vs. 15-17);
4. Na igreja, Cristo tem a supremacia e deve ser tratado como Ser supremo (vs. 18-23);
5. Por mais nobre que sejam nossas atividades, Cristo precisa ter supremacia sobre elas, como teve no ministério de Paulo (vs. 24-29).
Só quem não conhece a Jesus não dá a Ele o devido lugar. Ele deve ser central na vida diária e religiosa. Paulo “argumenta com humildade e escreve com a força de um amor que expressa consideração” – observa Eugene Peterson. Ainda diz que o apóstolo “apresenta algo que os cristãos vieram a apreciar muito em Paulo: a união de um intelecto brilhante e determinado com um coração terno e maravilhosamente bondoso”.
Certamente, quem realmente conhece a Jesus e é transformado por Ele, deixa de ser arrogante e lhe dá a supremacia em tudo: Torna-se humilde e submisso a Cristo.
Jesus não foi criado. Ser o primogênito da Criação não significa ser o primeiro a ser criado. Pelo contrário, Ele é a causa de toda criação: Acima e abaixo, visível e invisível, de absolutamente tudo, inclusive de todos os anjos, Ele é soberano, com Ele tudo começou e tem propósito nEle.
Desta forma, Jesus é tão eterno, divino e poderoso quanto Deus Pai. Se realmente tudo foi criado por Jesus, é impossível ser Ele criado. Ele não é criatura, mas Criador. Contudo, Ele Se fez criatura e, ao morrer na cruz, tornou-Se nosso soberano Salvador:
O maior milagre indescritível é o ato do divino Jesus de resgatar-nos de nossa situação deplorável de pecado.
Neste capítulo devemos reconhecer que Cristo é agente da criação, Senhor do Universo, Cabeça da igreja e Administrador de nossa reconciliação.
Portanto, vamos dar a Jesus a honra que Ele realmente merece! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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FILIPENSES 1 – Precisamos de líderes eclesiásticos que tiram os olhos das coisas materiais para fixá-los nas coisas espirituais; pois os crentes do presente precisam dos mesmos ensinamentos que os crentes do passado.
Nesta carta aos crentes de Filipo, “Paulo queria que eles fossem frutíferos na compreensão espiritual rica e profunda, de modo que permanecessem irrepreensíveis até o dia de Cristo. Esse dia será uma ocasião de julgamento das obras dos crentes, quando o Senhor se manifestar e a fidelidade deles for recompensada” (David S. Dockery).
Após a saudação (vs. 1-2), temos três tópicos no capítulo em questão, conforme apresentado por William MacDonald:
• Ação de graças e oração de Paulo em favor dos crentes (vs. 3-14);
• As glórias de Cristo, Cabeça da Igreja (vs. 15-23);
• O ministério confiado a Paulo (vs. 24-29).
A amizade cristã é uma das ênfases no primeiro capítulo da epístola. Gene Getz, comentando-o, destaca que: “Os relacionamentos humanos não acontecem simplesmente – nem mesmo em Cristo. Devem ser cultivados e mantidos cuidadosamente. Por exemplo, os filipenses faziam tudo para expressar seu amor em Cristo por Paulo. Conservaram abertas as linhas de comunicação. Paulo, por sua vez, fazia o mesmo”.
Os versículos 20-26 oferecem uma mensagem pouco percebida por aqueles que pouco estudam ou apenas leem superficialmente o texto sagrado. Destaco os seguintes pontos:
1. Cristãos verdadeiros têm como alvo diário engrandecer a Cristo na vida e na morte, não importa a situação (v. 20).
2. Desafios na existência cristã são tão grandes que, no sofrimento, o desejo de estar com Cristo no Céu é muito maior que viver ou morrer numa sociedade tão insana (vs. 21-23):
• O viver é Cristo, mas neste mundo até Cristo sofreu;
• O morrer é lucro, porque repousa até a ressurreição;
• Por isso, mais do que viver ou morrer por Cristo, melhor mesmo é ascender aos Céus para estar com Cristo.
3. Ainda que seja melhor estar no Céu em vez de viver numa sociedade opressora, servos de Deus estão dispostos a influenciar pessoas para Cristo até o dia de Seu advento (vs. 24-26).
A esperança do cristão não é morrer. A morte é salário do pecado (Romanos 6:23), nunca poderia ser caminho para o Céu. O caminho para o Céu é uma existência vivida em Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.