Reavivados por Sua Palavra


COMENTÁRIO GÊNESIS 24 – PR. HEBER TOTH ARMÍ
5 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 24 – A escolha do cônjuge é fundamental para nossa vida neste mundo e na vida porvir. Quando o casamento vai mal, afeta o sucesso profissional, social e até espiritual. O contrário também é verdadeiro.

Em 2007 os divórcios aumentaram em 200% em relação ao primeiro estudo do IBGE em 1984. De 30.847 passou a 179.342 divórcios por ano. A desgraça está tomando conta da vida de muitos casais simplesmente por não darem ouvidos à voz da graça de Deus em Sua Palavra. “Cautela!”

Quem casa com qualquer pessoa vive uma vida qualquer, sem valor, sem significado. Muita gente não vive exatamente o que Deus propôs para o casamento porque não pede a Deus para guiar na escolha do cônjuge. É preciso aprender com Isaque e Rebeca:

1. A escolha do cônjuge ideal só acontece mediante a intervenção de Deus, o qual pode utilizar-se de pais e servos experientes (vs. 1-4);

2. É fundamental que a esposa creia e sirva ao mesmo Deus que o marido, e, como só Deus vê o coração, só Ele saberá escolher corretamente (vs. 5-14);

3. Sem muita oração pré-nupcial o casamento facilmente poderá não ser bênção, mas medonha maldição. O servo de Abraão orou com sinceridade pela esposa de Isaque (vs. 12-14). A intercessão pode ser incompleta se o noivo não se dispuser a orar a Deus e meditar em Sua Palavra. Isaque era jovem espiritual, orava e meditava antes de decisões tão importantes que envolvem o casamento (vs. 62-63);

4. Quando se busca a Deus a resposta é surpreendente! Deus valoriza aquele que O busca, compensando na resposta às suas orações. As orações resultaram em uma esposa trabalhadeira, prestativa, atenciosa, educada, amada, bonita, inteligente, decida e reservada (vs. 15-16, 20, 55, 57-78, 65);

5. Amor à primeira vista só acontece de verdade e dá certo apenas quando Deus dirige o encontro de duas pessoas altamente espirituais que consagraram a vida a Ele (vs. 63-67);

6. Os rituais de namoro, noivado e casamento variam de lugar para lugar e de cultura para cultura; contudo, Deus responde a qualquer oração, independente das práticas culturais, quando, antes de procurar casamento, primeiramente busca-se a Ele (vs. 15-61).

Apliquemos esses pontos para vivermos um alto padrão nos relacionamentos! “Conduza, Senhor, meu casamento!” – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
5 de novembro de 2018, 0:05
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GÊNESIS 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
4 de novembro de 2018, 1:55
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COMENTÁRIO GÊNESIS 23 – PR. HEBER TOTH ARMÍ
4 de novembro de 2018, 1:45
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GÊNESIS 23 – Mais cedo ou mais tarde, a morte chega a cada um dos habitantes deste mundo. A morte é inevitável. Não há como driblá-la. Nem como fugir dela. Contudo, ela é inesperada. Muitos não se preparam para ela, então, os que ficam terão de apressar-se para preparar algo.

Sara morreu com 127 anos. Abraão teve de providenciar um lugar para enterrá-la, pois mesmo velhos não tinham se preparado nada. Na época, havia dinheiro, mas não havia cemitério. Abraão teve de comprar um campo com uma caverna para depositar ali sua morta.

Devido a isso, Abraão criou um tipo de sepultura familiar em Macpela. Após a morte de sua esposa (vs. 1-9), ele negocia com Efrom um campo pelo preço de 400 siclos de prata (vs. 10-20). “A caverna que Abraão comprou para enterrar Sara e para um sepulcro familiar, chegou a ser o primeiro pedaço de terreno que ele possuiu na terra prometida” (Arthur J. Ferch).

Abraão chorou por Sara (v. 2). O choro no velório vai muito mais além da impotência em relação à morte. Embora lágrimas aflorem por não ter mais o que fazer além de enterrar quem morreu, essas mesmas lágrimas estão mescladas com lembranças, saudades, etc. – há uma ausência de alguém que fez a diferença!

Desta forma, ainda que seja por meio de lágrimas de tristezas, o choro por alguém que morreu é uma celebração à vida vivida na companhia desta pessoa. O choro é uma forma de dizer que seu jeito de ser, sua companhia, sua presença será sentida ainda que tenha muitas outras pessoas vivas especiais em volta.

127 anos bem vividos fez com que Abraão não aceitasse de graça um local para colocar o corpo morto de sua esposa em terra estrangeira (vs. 3-11). Ele fez questão de pagar e adquirir um campo e todos os seus familiares seriam ali colocados quando morressem (vs. 12-18). Assim, a primeira propriedade de Abraão em Canaã se deu por causa da morte de sua esposa (vs. 19-20).

1. A morte é inevitável;
2. Chorar nem sempre significa desespero;
3. Uma vida bem vivida será bem sentida após a morte;
4. Um enterro decente é uma forma de valorizar a quem amamos.

Aprendamos a agir corretamente frente à morte! Preparemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
4 de novembro de 2018, 1:05
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COMENTÁRIO GÊNESIS 22 – PR. HEBER TOTH ARMÍ
3 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 22 – O que Deus mais quer que saibamos é sobre a salvação; em contrapartida, Satanás faz tudo para impedir-nos de entender tão precioso e relevante assunto.

O Evangelho antes do “Evangelho” foi sempre o mesmo. A graça, antes de sua plena manifestação na cruz foi sempre a mesma. No Antigo Testamento o método de salvação tinha a mesma forma e o mesmo endereço, só a didática era diferente!

Neste relato do “sacrifício” de Isaque, o filho da promessa, por seu pai Abraão, o pai da fé, observamos estes três importantes pontos:

1. Didaticamente Abraão representava a Deus Pai (vs. 2-3, 16);
2. Didaticamente Isaque prefigurava a atitude de Jesus, o Deus Filho (vs. 6-10);
3. Didaticamente o cordeiro simbolizava o sacrifício de Cristo (vs. 8, 13-14).

Abraão era pecador e deveria pagar com a vida o preço de seu pecado. Isaque era pecador e deveria pagar com a vida o preço do seu pecado. Nós somos pecadores e devemos pagar com a vida o preço de nosso pecado. Assim como Isaque deveria morrer de verdade, também deveria Abraão e cada um de nós.

Assim como câncer não se cura com aspirina, pecado não se cura com qualquer coisinha simples. Obediência, práticas, rituais e cerimônias religiosas não podem, de forma alguma, curar a desgraçada doença do pecado. Contudo, para Deus a pior doença tem cura.

Cada pecador deste mundo deveria morrer – o que está ilustrado em cada sacrifício do Antigo Testamento. Como Isaque, deveríamos estar sobre o altar de sacrifícios, mas Cristo, o Cordeiro de Deus, assumiu nosso pecado. Nossos terríveis pecados levaram Jesus à morte. O preço foi alto demais, altíssimo!

Isaque era extensão da vida de Abraão. Se Isaque morresse sem filhos implicava também a morte de Abraão. Mas ambos tiveram a oportunidade de viver, devido à morte de um cordeiro substituto, o qual apontava para Cristo. Assim como o cordeiro inocente assumiu o lugar do culpado, Jesus assumiu nosso lugar.

Assim como o cordeiro morreu em lugar de Isaque, Jesus morreu em nosso lugar. Portanto, em Cristo, e somente através dEle, seremos livres da condenação. Assim como Abraão entregou seu filho, Deus nos entregou o Seu – o verdadeiro Filho da Promessa. Aleluia!

Conheça, experimente e viva o plano da salvação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
2 de novembro de 2018, 0:55
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COMENTÁRIO GÊNESIS 21 – PR. HEBER TOTH ARMÍ
2 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 21 – Ser chamado e abençoado por Deus não torna automaticamente pecadores em santos, nem em abençoadores. Leia atentamente aos versículos do capítulo em pauta. Com oração dedique-se à meditação a fim de que os ensinamentos ali contidos nutram o teu coração.

Após um momento de reflexão, aprofunde-se observando estas análises:

1. Quando aconteceu o cumprimento da promessa do nascimento de Isaque (vs. 1-7) as atitudes do casal Abraão e Sara não foram dignas de imitação. Após discussões, a serva Hagar e seu filho foram despejados, descartados como objetos imprestáveis, com pouco suprimento para perambular por um deserto infindo (vs. 8-21).
2. Além disso, Abimeleque suspeitou de Abraão; por isso, preferiu fazer uma aliança com ele. Contudo, os benefícios dessa aliança favoreceram a Abraão, não a Abimeleque. O crente Abraão não era um piedoso abençoador altruísta, mas um negociador egoísta (vs. 22-34).

Ao analisar o relato bíblico, fica evidente que, a todo instante Deus atua na desgraça humana, através de seus atos de graça. Mesmo após Abraão resolver dois conflitos (um familiar e outro econômico), do próprio jeito, Deus estava agindo para abençoar a todos. Olhe novamente para a mensagem do capítulo.

Note que há lições úteis para se aplicar a nossa vida nos dias atuais:

• Assim como Hagar, quando pensamos que a situação exige de nós um ponto final em nossa história, Deus entra em cena para dar início a um novo capítulo a nossa história de vida.
• Quando problemas familiares, brigas, desvalorização e rejeição atingem o máximo do sofrimento, como quando aconteceu com Hagar ao esperar a morte de seu filho com seu ex-proprietário (Abraão), a graça divina interfere para colocar limites à desgraça e oferecer livramento aos arruinados pelos erros de outros.
• Por mais falhos que sejamos ou por mais complicada que seja nossa situação familiar ou financeira, certamente o plano de Deus é abençoar-nos graciosamente.

Assim como Deus abençoava Abraão e Sara em seus erros, abençoava à egípcia Hagar e seu filho (Ismael), quer graciosamente te abençoar também – independente da situação em que você se encontra neste momento. Entretanto, você…

• …precisa ouvir a voz de Deus;
• …deve prestar atenção ao que Deus te falar; e,
• …seguir diligentemente às orientações de Sua Palavra.

Saiba que Deus está no controle; então, reaviva-te! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
2 de novembro de 2018, 0:05
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GÊNESIS 20 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
1 de novembro de 2018, 0:55
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