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GÊNESIS 15 – Após recusar bens materiais do rei de Sodoma e entregar os dízimos dos bens materiais ao rei de Salém em resposta à vitória que Deus lhe concedera sobre Quedorlaomer e seus aliados opressores, “veio a Palavra do Senhor a Abrão, numa visão” (v. 1).
Abrão estava aprendendo a colocar Deus em primeiro em tudo, na família, nas lutas da vida e também sobre os bens materiais. A família de Caim tornou-se materialista e perdeu-se nas águas do dilúvio (Gênesis 4:20-22), a família de Abrão se afastava desse caminho perigoso devolvendo dízimos.
• Aplicação: A fé nos ergue das coisas passageiras deste mundo.
Na nova revelação de Deus a Abrão, este pergunta da promessa que recebera de ter um filho. E Deus reitera ao ansioso Abrão Sua promessa e direciona seus pensamentos àquilo que realmente aconteceria (vs. 1-5).
O verso 6 é fundamental no texto, na vida de Abrão e também para nós. “E Abrão acreditou! Acreditou no Eterno. E Deus o declarou: ‘Justificado diante de Deus’”.
• Esse ato de fé que justifica o pecador diante de Deus refere-se à soteriologia – doutrina da salvação.
• Essa fé viva, ativa e orientada, “não se baseia na carne envelhecida de Sara nem nos ossos carcomidos de Abrão, mas na palavra revelada de Deus” (Walter Brueggemann).
• A fé requerida por Deus dos seres humanos significa confiança absoluta nEle, nas Suas obras e nas Suas Palavras.
“Deus percebe o valor e a natureza enérgica da fé e reconhece que ela é o primeiro passo rumo à ação de obediência. A fé leva Abrão a demonstrar sua justiça mediante o oferecimento de um sacrifício (15.7-21), a fé sustenta Abrão quando ele aprende que levará mais de quatrocentos anos até seus descendentes herdarem a terra (15.13-14) e a fé fornece, portanto, a base para a aliança entre Deus e Abrão, implícita em Gênesis 12-14 e explícita em Gênesis 15. Sem fé não pode existir justiça. No entanto, onde a fé existe, seguir-se-ão mais e mais ações justas, à medida que o relacionamento humano-divino se desenrola” (Paul R. House).
Além de orientar a religiosidade, estas palavras deveriam avivar a esperança dos israelitas escravos que completava o período indicado na profecia.
Note: Deus está no controle; portanto, reavivemo-nos também! Com Deus, existe esperança! – Heber Toth Armí.
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GÊNESIS 14 – O calmo e tranquilo Abrão envolveu-se em guerra e tornou-se importante vencedor. A vida humana não é pacífica. Ambição, injustiças, corrupção e opressão motivam pessoas de fé a arregaçarem as mangas e lutar pelos seus familiares.
Com pessoas orgulhosas e egoístas, a sociedade tomada pelo pecado sempre foi marcada por desafios e guerras:
• O rei de Elão evidencia que pessoas se envolvem em guerras bem distantes de suas terras; e, potências da Mesopotânia guerream contra reinos e os controlam por vários anos, mostrando que os seres humanos buscam poder oprimindo a outros (vs. 1-4);
• Quedorlaomer e mais três aliados invadiram e conquistaram mais seis grupos: Refains, zuzins, emins, horeus e toda a região dos amalequitas e amorreus – indicando a sobrevivência dos mais fortes (vs. 5-7);
• Numa revolta, os cinco reis subjugados se uniram para enfrentar Quedorlaomer com mais três reis. Os opressores continuaram invictos e, os reis de Sodoma e Gomorra fugiram desesperados (vs. 8-10).
• Sodoma e Gomorra ficaram sem proteção, então Quedorlaomer saquearam estas cidades, levaram todo o alimento e todas as ferramentas, e também Ló com tudo o que possuía (vs. 11-12).
Ao ser informado, Abrão saiu e venceu aqueles que até então eram invictos (vs. 13-17). “Com apenas 318 homens, Abrão conseguiu afugentar um exército que havia derrotado cinco reis e seus exércitos! Sua vitória reflete a escolha sábia de pessoas para executar a tarefa, bom planejamento e, é claro, a mão do Senhor que os capacitou. Lembra-nos que um líder não precisa estar cercado por multidões para ser bem-sucedido. Uma boa equipe e uma estratégia criteriosa são as chaves para o sucesso. Esse princípio se aplica para todas as instituições, inclusive aos governos. Não é o número de assessores ou ministros que importa, mas sim quem eles são e quão sabiamente planejam” (Bernabe Assohoto e Samuel Ngewa).
Quando Deus está a frente de nossas realizações…
1. Pessoas abençoadas com nossas ações ficam agradecidas, como o rei de Sodoma (vs. 17, 21-24).
2. Reis aparecem de longe para abençoar aquele que testemunhou de Deus, exemplificado por Melquisedeque. Abrão rejeita bens materiais do rei de Sodoma e dá o dízimo de todo seu patrimônio a Melquisedeque (vs. 18-20).
Cuidemos de nossos familiares e testemunhemos mais de Deus! Consagremo-nos para vencer! – Heber Toth Armí.
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GÊNESIS 13 – Os princípios para a vida humana são vistos nos primeiros capítulos de Gênesis, conforme destaca Warren W. Wiersbe:
• Deus é real e podemos confiar nEle;
• Vivemos na criação de Deus;
• Somos feitos à imagem de Deus;
• A obediência é a chave para a produtividade, a alegria e a bênção;
• Satanás é real, mas é um inimigo;
• O pecado existe;
• Deus criou o sexo e sabe melhor do que nós como deve ser usado;
• Todos os seres humanos são uma só raça;
• Israel é o povo escolhido de Deus;
• Deus não muda e está sempre no controle;
• Nosso relacionamento com Deus baseia-se na fé;
• A vida mais gratificante é aquela dedicada a Deus.
Até o capítulo 12 Moisés prepara o texto para introduzir no relato a família de Abraão. Desta família virá a nação que prepararia as nações para a vinda do Messias, abençoando assim a todas as famílias da Terra. Essa informação e os princípios citados acima eram extremamente importantes para os israelitas escravos dos egípcios.
Entendemos até aqui que Deus não abandona os pecadores, não ignora o sofrimento humano, não está alheio e indiferença às injustiças e crueldades na sociedade, nem de braços cruzados frente às investidas de Satanás à humanidade.
A família de Abrão não foi perfeita. Nem a trajetória dele após ser chamado por Deus. Observe este esboço do Comentário Bíblico Africano de Gênesis 13:
1. Abrão volta do Egito (vs. 1-4);
2. Abrão e Ló se separam (vs. 5-18);
a) Abrão protege os laços de família (vs. 5-13);
b) O Senhor renova a confiança de Abrão (vs. 14-18).
Após ser humilhado, mas trazendo muitas riquezas do Egito, ainda havendo fome na terra, a situação não era fácil para ninguém. Abrão voltou ao lugar onde havia levantado um altar e ali adorou a Deus novamente.
A fé precisa amadurecer e se desenvolver. Tudo conspira contra isso. Depois de voltar e adorar, Abrão teve de lidar com um conflito devido ao superpovoamento e ao limitado espaço para pastagem do gado.
Um poderoso alerta deste capítulo é: Nossas melhores escolhas, excelentes, porém egoístas, nos levam ao desastre espiritual e empurra para o centro da perversidade – evidentes nos passos de Ló.
Portanto, precisamos consultar sempre a Deus antes de agir! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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