Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 36 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
17 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
17 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 36 – A Palavra de Deus revela-nos grandes verdades, dão-nos elevadíssimas orientações e preciosíssimos conselhos práticos, tanto seculares como espirituais. Utilizando-a corretamente, amplia a percepção das coisas e alimenta nossa mente.

Observe com atenção o esboço do capítulo em questão:

1. Genealogia de Esaú em Canaã e seu afastamento desta terra (vs. 1-8);
2. Filhos e príncipes de Esaú até a terceira geração (vs. 9-19);
3. Filhos e príncipes de Esaú: Os Hereus de Seir (vs. 20-30);
4. Reis e príncipes de Edom (vs. 31-43).

Embora nota-se a família e descendência de Esaú prosperando, não se nota nenhum deles buscando a Deus; isso prova que prosperidade nem sempre está vinculada com fidelidade a Deus, apenas na cabeça dos ambiciosos e escrúpulos religiosos.

Percebe-se consagração, reavivamento e reforma em Jacó e sua família no capítulo anterior, mas no caso de Esaú e sua família não há nada de espiritualidade, mesmo obtendo grande prosperidade.

A conquista do Monte Seir revela grandeza de Esaú e sua realeza. Assim como Jacó teve seu nome mudando, Esaú também teve o seu, para Edom, que quer dizer avermelhado, devido à troca de sua primogenitura com um prato de lentilhas vermelhas – indiferença a algo tão nobre!

Negligência em buscar a Deus leva à indiferença aos princípios do Céu. O caminho trilhado por Esaú é uma advertência a quem não quer ir para o inferno.

Esaú foi pai dos edomitas, grande nação!

Esaú ficou sem a bênção da qual seu pai dera a Jacó, por engano. Contudo, Deus não o deixou na miséria. Ao dar-lhe vida, família e prosperidade, oferecia-lhe uma oportunidade de arrependimento; contudo, isso nunca aconteceu. O autor de Hebreus nos adverte:

“Cuidado com a síndrome de Esaú: desprezar o dom permanente de Deus para satisfazer um apetite passageiro. Vocês sabem que Esaú, mais tarde, se arrependeu daquele ato impulsivo e tentou, ora com lágrimas, ora sem lágrimas, recuperar a bênção de Deus – mas já era tarde demais” (Hebreus 12:16-17, AM).

Aplicações:

1. Insignificantes atitudes podem afetar a vida/família inteira;
2. Prosperidade não está sempre vinculada à fidelidade, pode ser oportunidade do pecador reconhecer Quem é o Abençoador;
3. Ninguém se perderá por falta de oportunidade ou de bênçãos, mas por falta de amor a Deus.

Precisamos relacionar-nos com Deus! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 36 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
17 de novembro de 2018, 0:05
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GÊNESIS 35 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
16 de novembro de 2018, 0:56
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GÊNESIS 35 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
16 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 35 – Existem coisas que são obvias que desagradam a Deus; contudo, pelo fato de agradar pretensões pervertidas do pecador tais coisas, geralmente, acompanham aos servos do Senhor. Consequentemente, carecemos de reavivamento e reforma.

1. Quando determina-se radicalmente encontrar-se com Deus de todo coração cada pecador sabe, no íntimo, como realmente age o adorador diante do Senhor. Jacó prontamente pediu à família que se livrasse e se purificasse dos ídolos para entrar na presença de Deus: Trocaram roupas, tiraram ornamentos e enterraram ídolos/deuses (vs. 1-9);

2. Quando o pecador reconhece Deus como Senhor e aceita servir-Lhe, Deus faz (ou renova) uma aliança com ele. Para Jacó, Deus…

• Reiterou o novo nome, Israel, apresentado em Gênesis 32:28 para lembrar-lhe sua transformação e seu compromisso (vs. 9-10);
• Revigorou sua promessa de torná-lo pai de uma multidão de nações (v. 11);
• Renovou a promessa de dar a seus descendentes a terra que fora prometida a Abraão e Isaque (v. 12).

3. Mesmo após ter experiência real, concreta e sobrenatural com Deus, coisas ruins acontecem, pois o mundo é mau (vs. 13-20). Raquel, a amada de Jacó, veio a óbito em sua segunda gestação. Contudo, teve tempo dar ao bebê o nome de Benoni, mas Jacó alterou para Benjamim (vs. 13-20);

4. Mesmo quem amadurece seu relacionamento com Deus e passa por reavivamento e reforma familiar, enfrentará agruras neste mundo vil. O pecado estava bem vivo nesta família. Rúben teve um caso com a concubina de seu pai. Isaque faleceu com 180 anos de idade; Jacó esteve em seu funeral, mas nunca mais viu sua mãe (vs. 21-29).

Aplicação:

Há muitos que preferem criar deuses transportáveis, que podem até ser roubados e mesmo enterrados, do que abrir mão de suas tralhas espirituais para adorar e servir ao Deus verdadeiro.

Santificar-se exige renúncia daquilo que nos separa de Deus. A vaidade é o maior ídolo da atualidade, ou sempre foi. Além dos ídolos/deuses, a família de Jacó abriu mão de roupas impróprias e ornamentos do corpo para encontrar-se com Deus. Reavivamento está ligado intimamente com reforma.

Distante de Deus, achamos que artigos de vaidade (pulseiras/pingentes/correntes/brincos/argolas/piercing/etc.; unhas pintadas/adesivadas/coloridas/etc.; maquiagens/batons/cabelos tingidos/luzes/tatuagens/etc.; roupas caras/indecentes/extravagantes/etc.) não têm nada a ver com fidelidade. Não é? (embora sejam um tipo de idolatria)…

“Reaviva-nos radicalmente, Senhor!” – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 34 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
15 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 34 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
15 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 34 – Muitos romanceiam as histórias bíblicas omitindo verdades que Deus revelou. Quantos sermões já foram pregados sobre este capítulo?

As famílias bíblicas estavam muito longe de serem perfeitas, devido a que as pessoas eram cheias de defeitos como nós:

• Abraão era pagão, idólatra e politeísta (Josué 24:2);
• Isaque, seu filho, foi um pai e marido mentiroso e indiferente;
• Jacó e Esaú, netos de Abraão, eram briguentos, trapaceiros, enganadores e problemáticos;
• Os filhos de Jacó, bisnetos de Abraão, vingativos e assassinos. Diná, a única filha de Jacó, foi estuprada (Gênesis 34).

Que família! Observe o esboço deste capítulo realizado por Victor P. Hamilton:

1. Diná é estuprada (vs. 1-7);
2. Hamor e Siquém representam o problema (vs. 8-12);
3. Os filhos de Jacó fazem uma proposta (vs. 13-17);
4. Os homens de Siquém são circuncidados (vs. 18-24);
5. Os filhos de Jacó vingam-se (vs. 25-31).

Há muitos religiosos que omitem os terríveis erros dos personagens bíblicos quando Deus quis que fossem registrados (não cometidos) os horrendos defeito de caráter deles.

Quando omitimos o que Deus revela ignoramos partes da Palavra que sai de Sua boca; e, meias-verdades são formas sutis de engano – fazendo isso, somos religiosos tão falhos quanto os familiares de Abraão.

Que tragédia: Diná estuprada. Seus irmãos traíram o povo de Siquém e vingaram-se brutalmente de seus habitantes massacrando-os completamente. Que desgraça!

“Os eventos de Siquém resultaram da demora de Jacó em obedecer a ordem de Deus de ir a Betel […]. Os filhos de Jacó haviam considerado a ação de Siquém como algo ‘que não se devia ter feito’ (v. 7), contudo, o massacre que eles cometeram violava tanto a consciência moral como a lei de retribuição de um crime”, destaca Arthur J. Ferch.

Por que aconteceu essa tragédia? Para ensinar-nos algo: “Os ardis [dos filhos de Jacó] foram enganos vis” – comenta Ferch – “traição a sangue frio, e matança sem piedade. [Eles] Degradaram o sinal do pacto da circuncisão, e fizeram a cruel violência como uma suposta administração de justiça. Quão diferente poderia ter sido se Jacó tivesse sido fiel a Deus e a Sua promessa e tivesse assentado em Betel”.

Atender as orientações de Deus evita tragédias, dores e sofrimentos. É para ensinar isso que a Bíblia registrou essa história! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 34 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
15 de novembro de 2018, 0:05
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GÊNESIS 33 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
14 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
14 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 33 – Não é a malignidade do pecado que leva-nos ao arrependimento; é bondade, tolerância e paciência de Deus que nos atraem ao arrependimento (Romanos 2:4). Contudo, tal bondade pode ser rejeitada, e o arrependimento, ignorado (Mateus 19:16-22).

A graça divina é bênção imerecida que resulta de bondade imensurável. Jacó respondeu positivamente à bondade de Deus, e você?

Com atenção, observe com espírito de oração ao capítulo de hoje. Destaca-se quatro bênçãos oriundas da bondade de Deus:

1. A bênção da reconciliação: Apenas pela graça de Deus houve reconciliação entre Jacó e Esaú. A reconciliação entre irmãos é uma bênção oriunda da ação direta de Deus. O que seria se Deus não inventasse o perdão? Nunca haveria reconciliação! (vs. 1-4).

2. A bênção da proliferação: Antes de serem frutos da intimidade amorosa entre marido e mulher, filhos são frutos “que Deus bondosamente” concede aos humanos. Num mundo de pecado e desgraça gerar vidas/filhos é resultado da graça/bondade de Deus! (vs. 5-7).

3. A bênção da prosperidade: Jacó demonstrou que sua comitiva não vinha reclamar herança, nem arrancar o que Esaú possuía; ao contrário, ofereceu-lhe muitos presentes e agiu como servo humilde. Explicou-lhe sobre aqueles presentes: Era “para achar graça aos olhos de meu senhor” (vs. 8-15).

4. A bênção do livre-arbítrio: Após Deus dar prosperidade, família e reconciliação, Jacó decidiu fazer um altar de adoração a Deus. Não houve coerção divina, houve decisão positiva humana em resposta às bênçãos/bondade de Deus. Isto chama-se livre-arbítrio (vs. 16-20).

A bondade de Deus opera para salvar o pecador. Deus espera o arrependimento, mas nunca o conquista a ferro e fogo, à força. Deus não coage ninguém, Ele age com amor esperando nossa decisão sincera.

Deus age no indiferente, no incrédulo, no polígamo, no imoral, no forte, no fraco, no rico, no pobre, no homem, na mulher, no fraudulento, no covarde, no vingador, enfim, em todo pecador. Jesus é nosso único Salvador, Ele oferece Seu amor e espera ansiosamente pela nossa devoção a Ele; a qual resulta em adoração total, de todo o coração…

Por meio de Jacó Deus estava preparando uma nação para revelar Sua bênção ao mundo inteiro. Jesus é fruto desta ação de Deus para alcançar você com a maior manifestação de Sua bondade!

“Reaviva-nos, Senhor!” – Heber Toth Armí.