Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 3 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de dezembro de 2018, 0:45
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Neste capítulo Moisés está beirando 80 anos. Dos quais, metade viveu no Egito e a outra metade nos desertos midianitas, cuidando do rebanho do sogro. Nesse contexto, aparece Deus para fazer uma revolução na vida pacata desse acomodado cidadão.

Você sabia que Deus dá chance a quem não tem nenhuma? E que, Ele dá oportunidade de fazer algo grande para quem não vê nenhuma possibilidade de fazer mais nada?

Deus tem uma missão. Ele poderia fazê-la sozinho, mas prefere dar oportunidade aos humanos objetivando transformá-los, e, revelar-Se através deles. Deus quer tornar-Se conhecido. Teologia é o estudo sobre Deus, do qual todos nós deveríamos ser eternos alunos. Infelizmente muitos fogem destas aulas!

Contudo, para chamar nossa atenção Deus usa coisas simples como uma sarça ardente!

Diante da possibilidade de agir com poder em nome de Deus, Moisés revela a verdadeira fraqueza e insignificância humana. Comentando sobre esse relato Erwin W. Lutzer observa que “a boca fala do que existe em abundância no coração” e, então, lista as desculpas de Moisés:

1. Não sou adequado. Sou um zé-ninguém – longe dos planos de Deus não sabemos quem somos (vs. 11-12);
2. Não sei o suficiente – afastado de Deus temos medo até de não saber responder perguntas que nem sabemos se existirão (vs. 13-14).

No capítulo 4 veremos mais objeções de Moisés. O que importa agora é conhecer a maneira de Deus lidar com pessoas resistentes ao Seu chamado. “Êxodo 3 e 4 é um relato teológico denso. Praticamente cada versículo revela tanto a natureza do Deus descrito [na Bíblia] quanto o papel da raça humana nos planos divinos de erradicar o mal e cumprir as promessas feitas a Abraão, Isaque e Jacó” (Paul R. House).

1. Deus diz: “Certamente eu serei contigo”. Isso basta! A presença de Deus em nossa vida faz toda a diferença diante de quaisquer desafios.
2. Deus diz: “EU SOU O QUE SOU”, e assim deves dizer: “EU SOU me enviou a vós”. Saber quem é Deus destrói nossa descrença.

Está claro que a questão não é quem somos, mas Quem está conosco ao permitirmos ser Seus instrumentos na execução de Sua missão.

Encontre-se com Deus e verás que tua vida não será a mesma! Deixe Deus revolucionar tua vida! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
4 de dezembro de 2018, 0:05
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ÊXODO 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
3 de dezembro de 2018, 0:56
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ÊXODO 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de dezembro de 2018, 0:45
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Diante de críticos desafios econômicos, sociais e políticos, enfrentando miséria, escravidão e aflição, Anrão e Joquebede tiveram seu terceiro filhinho. Quanta coragem!

Observe que, neste texto, onde há bastantes detalhes do nascimento de Moisés, nem mesmo se menciona o nome de seus pais – eram pessoas desprovidas de destaque na família israelita.

Contudo, numa época difícil de ser mãe, quando o Faraó/rei havia dito que todo menino que nascesse dos hebreus fosse jogado no rio Nilo para morrer afogado, Joquebede foi heroína; deixando princípios importantes a todas as mães do mundo. A mãe…

1. …que quiser o sucesso de seu filho deve arriscar sua vida para protegê-lo do mal na infância dele (vs. 1-4);
2. …que quer dar um futuro brilhante a seu filho deve ser ousada na educação espiritual nos seus primeiros anos de vida (vs. 5-9);
3. …de sucesso será aquela que fizer tudo o que estiver ao seu alcance, dependendo do poder divino, visando preparar seu filho para fazer a diferença no mundo (vs. 10-11).

Joquebede foi muito sábia, educou Miriã para ser uma filha companheira, esperta e prestativa. Mãe e filha ousaram um projeto arriscadíssimo: Jogaram o bebê vivo no rio Nilo conforme a lei, porém, num cesto de juncos.

O resultado? A criança foi encontrada pela filha de Faraó que o adotou; mas, quem o criou foi Joquebede, que, inclusive ganhou salário para educar o próprio filho. Inacreditável!

Quando grandinho, Moisés foi viver nas cortes do palácio egípcio – a maior potência do mundo daquela época. Ali foi educado para ser Faraó. Contudo, “ele sabia que havia sido chamado para ser o libertador de seu povo. Sua mãe lhe dissera como Deus o tinha preservado num cesto no Nilo. E mais: ele sentia a obrigação da liderança” (Erwin W. Lutzer).

• Por isso, ao ver um egípcio maltratando um hebreu, o assassinou; entretanto, foi descoberto (vs. 11-14);
• Por causa disso, ele fugiu pelo deserto a Midiã – onde casou-se e fixou residência (vs. 15-22);
• Apesar de tudo, Deus não Se esqueceu de Seu povo (vs. 23-25).

Projetado a Faraó, Moisés tornou-se pastor de ovelhas – ofício abominável aos egípcios (Gênesis 46:34). Aparentemente, os planos de Deus estavam acabados! Só que não! (vs. 24-25).

Deus ouve os gemidos daqueles que clamam a Ele! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
3 de dezembro de 2018, 0:00
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ÊXODO 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
2 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
2 de dezembro de 2018, 0:45
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Neste primeiro capítulo do segundo livro da Bíblia é perceptível a fé abrindo caminho em meio ao medo.

Êxodo começa onde terminou Gênesis, no Egito. Êxodo significa saída. É o livro que narra a saída dos israelitas após a libertação miraculosa da escravidão egípcia. Este capítulo é a introdução de toda a história do livro composto de 40 capítulos:

1. Conexão entre o livro de Êxodo com o livro de Gênesis. Genealogia introdutória. Narra o sucesso dos descendentes de José após sua morte (vs. 1-7);
2. Explicação da escravidão dos filhos de Jacó/Israel no Egito: Crescimento extraordinário da família de José o qual levou Faraó a ter medo deles (vs. 8-14);
3. Narração das atitudes de Faraó baseadas no medo: Matança/genocídio de bebês como meio de controle de natalidade devido a que todos os meios anteriores falharam (vs. 15-22).

Atitudes baseadas no medo geralmente levam outros a regirem por medo também. Ameaças são medos tentando intimidar os outros. Com medo, Faraó queria, ao decretar a morte dos bebês, assombrar aos israelitas que já enfrentavam a pressão de terem que trabalhar como escravos – e isso por cerca de quatro séculos.

Contudo, quem teme a Deus não terá medo de nada. As parteiras ousaram e desafiaram a ordem do Faraó. Sifrá e Puá têm seus nomes nas páginas sagradas como mulheres corajosas, não como mentirosas. O problema é que sempre focamos no problema quando não focamos em Deus e, não vemos que em meio aos problemas estas mulheres focaram em Deus.

Se acusarmos as parteiras de mentiras, estaremos do lado do acusador que queria destruir a nação donde viria o Messias. Antes de julgá-las e condená-las devemos colocar-nos no lugar delas: Escravas, ameaçadas, correndo riscos de perder a vida – não somente o emprego, etc.

Isso não justifica a mentira delas, mas revela que Deus atua independente dos méritos humanos. A graça sempre foi a forma de Deus lidar com nossa desgraça.

Alguém escreveu: “O medo aprisiona, a fé liberta; o medo paralisa, a fé dá poder; o medo desanima, a fé encoraja; o medo debilita, a fé cura; o medo torna inútil, a fé torna útil”.

Sifrá e Puá foram úteis a Deus embora tivessem falhas! Aleluia!

Reflita! Você tem fé ou tem medo? – Heber Toth Armí.



ÊXODO 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
2 de dezembro de 2018, 0:05
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GÊNESIS 50 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
1 de dezembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 50 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ
1 de dezembro de 2018, 0:45
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Moisés escreveu este livro para mostrar coisas importantes ao povo que saíra do Egito, taxado de escravo, tratado de forma inferior a animais. Sua importância era tão real como a nossa:

• Nossa nobre origem divina revela nossa importância (Gênesis 1-2);
• Após o pecado, o Criador revelou um plano: Haveria um Salvador para libertar todo pecador (Gênesis 3);
• Com a multiplicação do pecado, foi necessário limitá-lo por meio de um dilúvio mundial e a confusão das línguas na Torre de Babel (Gênesis 4-11).
• Deus investiu em Abraão no processo do plano de salvação, o qual seria o pai da nação donde viria o Messias.

Até o 11º capítulo Moisés sintetiza cerca de 2000 anos de História mundial, os 39 restantes contam em detalhes a origem do povo judeu (nossa também) e expõe a razão de Israel estar no Egito.

Chegamos ao último capítulo do livro das origens/gênese. Estamos contidos nele devido a que o plano de salvar o mundo envolve a todos nós. Além das muitas lições que aprendemos esta é a mais importante delas.

Com tal lição em foco, observe com atenção o legado de José para nós que chegamos na conclusão de sua história:

1. Poder, política e status podem perverter muitas pessoas (quase todas), mas José ensina-nos que nenhum sucesso precisa corromper quem humildemente teme a Deus;

2. Autoridade, fama e riquezas podem corromper muitas pessoas, mas José demonstra que nenhum lance pode tornar vingativo um servo de Deus;

3. Sabedoria, habilidades e vitórias não devem deixar nenhum filho de Deus ignorante, insensível ou estúpido; pelo contrário, como José, deve reconhecer, humildemente, a poderosa mão divina em tudo e, ajudar àqueles que precisam.

Antes de morrer, José deixou-nos o segredo teológico que norteou sua vida, ao dizer a seus irmãos: “Não é preciso ter medo. Por acaso estou no lugar de Deus? Será que vocês não percebem que planejaram o mal contra mim, mas Deus transformou o mal em bem […] salvando a vida de muita gente? […] Vou cuidar de você e de seus filhos” (vs. 19-21).

Se esta filosofia reger tua vida experimentarás grandes sucessos e colaborarás com a salvação de muita gente! Você aceita?

Você tem absorvido aos princípios bíblicos de vida? Em que Gênesis te influenciou? – Heber Toth Armí.