Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de janeiro de 2019, 0:45
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Não podemos ver a Deus por causa de nossos pecados. Eles separam-nos de Deus. Mas quando amamos mais a Deus que o pecado, poderemos desfrutar de Sua presença e companhia em nossa caminhada cristã.

1. A presença de um anjo de Deus já seria suficiente para que Suas promessas se cumprissem, mas devemos desejar, buscar e clamar mesmo pela presença de Deus (vs. 1-4);

2. A dureza de coração, a rebeldia, a ingratidão, a idolatria, a imoralidade, irritam o coração de Deus, separam-nos dEle e perdemos Suas bênçãos, proteção e cuidado (vs. 3, 5);

3. Ao aproximarmos de Deus é necessário tirar todo pecado, até mesmo a sutil vaidade impregnada no coração externalizada nos atavios desnecessários, como: brincos, pulseiras, colares, correntinha, piercing, pinturas, etc. (vs. 6-11);

4. Precisamos aprender com Moisés a buscar ao Senhor não apenas para obter milagres, mas para obter orientação, para saber o que fazer durante a caminhada cristã (vs. 12-14);

5. Nunca deveríamos dar sequer um passo sem a certeza da presença de Deus em nossa vida; em Sua presença encontramos descanso, segurança e orientação (vs. 14-17);

6. Quem ama a Deus sempre quer mais de Deus; Moisés não se contentou apenas em ter a presença de Deus, ele quis ver a Sua glória e foi atendido (vs. 18-23);

7. Quando mais nos aproximamos de Deus, mais nítido fica Seu caráter bondoso, misericordioso e compassivo que é perdoador e restaurador do pecador (v. 19), não vingativo, destrutivo ou autoritário.

“Algumas pessoas ficam satisfeitas com o perdão de Deus, que enfatizam os dons divinos. Outros progridem para um desejo pela presença dEle, que enfatizam a orientação de Deus. Tal como Moisés, dizem: ‘Se a tua presença não for comigo, eu não irei’. Mas existem outros, possivelmente poucos, que perseguem a mais alta intimidade, buscando um vislumbre da glória de Deus. Essas pessoas descobrem o verdadeiro propósito da oração” (Erwin W. Lutzer).

• A desgraça de nossa vida é passar mais tempo com qualquer coisa do que com Deus.
• A desgraça que enfrentamos é porque preferimos ao pecado antes que a Deus.
• A desgraça que atraímos é porque não buscamos a graça da presença divina.

Quanto mais buscamos a Deus, mais desejaremos Sua presença e obteremos a Sua glória! Reavivemo-nos – Heber Toth Armí.



ÊXODO 33 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
3 de janeiro de 2019, 0:05
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ÊXODO 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
2 de janeiro de 2019, 0:55
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ÊXODO 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
2 de janeiro de 2019, 0:45
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Após grandes manifestações de Deus, depois de o povo ver Suas magníficas operações, o povo descambou rumo à apostasia. Não muito depois de superar obstáculos insuperáveis e testemunhar que nenhum Deus é como Aquele que libertou a nação escrava da maior potência do mundo daquela época.

Atenção: É muito fácil perverter a religião verdadeira. A fé pode facilmente ser adulterada. Por conseguinte, a apostasia torna-se corriqueira. Apostasia não é ateísmo, é desvio da fé: Ilusão com a fé falsa.

Fique alerta!

• Quem se deixa guiar pela impaciência despenca pelo desfiladeiro da imprudência espiritual. Ao considerar que Moisés demorava, o povo de Deus projetou uma nova perspectiva religiosa. Impaciência resulta em corrupção teológica (v. 1);

• A voz do povo não é a voz de Deus; na história do pecado, a maioria sempre esteve equivocada/enganada/perdida/iludida (v. 1);

• Nem todo fervor, entusiasmo, dedicação, generosidade e disposição de madrugar para festejar ao Senhor é verdadeiro reavivamento espiritual, muito menos verdadeira reforma. O povo arrancou adornos e ofertou, depois levantou-se de madrugada para adorar um bezerro de ouro (vs. 3-6);

• Nem todo líder religioso serve a Deus, uns servem ao povo. Ao fazer o que é conveniente às pessoas líderes se tornam indiferentes e desobedientes a Deus, como exemplificado por Arão (vs. 2, 4-5);

• Deus vê a perversão humana, e não “cruza os braços”. Ele toma iniciativa para impedir o avanço da megalomaníaca corrupção humana (vs. 6-10);

• Embora haja líderes que se corrompam e favoreçam à depravação da fé do povo de Deus como fez Arão, ainda há verdadeiros líderes religiosos que intercedem pelo povo apostatado, como fez Moisés (vs. 11-14, 30-34);

• A desobediência significa quebrar os santos Mandamentos de Deus; ao quebrar as recém feitas tábuas de pedras, Moisés deixou essa verdade bem nítida para todos nós (vs. 15-19);

• Líderes relapsos diante da pressão do povo têm dificuldades de assumir culpas e reconhecer suas fragilidades; eles justificam-se com desculpas esfarrapadas ou transferem a culpa a outros, como fez Arão quando confrontado por Moisés (vs. 20-23);

• O pecado, por mais prazeroso, sempre tem consequências desastrosas (vs. 24-29, 35); entretanto, na corrupção em massa ainda existem remanescentes fieis, representados pelos levitas.

Não importa a sinceridade… idolatria é uma afronta ao verdadeiro Deus, resultante da apostasia do coração. Fique alerta! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
2 de janeiro de 2019, 0:05
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ÊXODO 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
1 de janeiro de 2019, 0:55
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ÊXODO 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
1 de janeiro de 2019, 0:45
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Para alguns, nem toda palavra que sai da boca de Deus traz vida. Alguns creem que algumas palavras divinas valem menos que heresias humanas. A deterioração teológica parece ter maior valor que as palavras do Senhor prescrita na Bíblia.

Este capítulo não vale muito para quem não dá crédito a totalidade da Palavra de Deus. Contudo, quem compreende a origem divina e sobrenatural da revelação consideram com atenção e submissão estas preciosas e incisivas orientações válidas para todas as nações e gerações.

O assunto “sábado” foi controverso desde que Israel saiu do Egito (Êxodo 16), antes, porém, de Moisés receber de Deus as tábuas dos Dez Mandamentos (Êxodo 20). Inclusive, as maiores controvérsias dos líderes judaicos com Jesus foram sobre sábado; contudo, Jesus não rebaixou a norma. Ele categoricamente declarou:

“O sábado foi feito por causa do ser humano, e não o ser humano por causa do sábado” (Marcos 2:27).

Até hoje os seres humanos confrontam este assunto relevante para Deus, para Jesus Cristo e para o Espírito Santo que inspirou escritores bíblicos a escreverem sobre ele.

Neste capítulo, Deus é direto, taxativo:

“Guardem o sábado: ele é sagrado para vocês. Quem o profanar será condenado à morte. Quem trabalhar nesse dia será condenado à morte” (v. 14, AM).

Por que Deus parece tão enérgico? Imagino que é para despertar nosso interesse! Por que seguir a recomendação divina quanto ao sábado é tão importante?

Porque o sábado…

• …pertence a Deus, não a nós (v. 12);
• …é a aliança de compromisso entre Deus e Seu povo (v. 12);
• …é lembrete de que Deus é quem nos santifica (v. 12);
• …é dia sagrado/santo (v. 14);

Portanto, santificar o sábado é um sinal de pertencer ao dono/Senhor do sábado (vs. 15-16).

Bezalel e Aoliabe foram indicados por Deus e capacitados pelo Espírito Santo para lidar com a construção dos móveis sagrados do santuário (vs. 1-11); todavia, não deviam fazer esse trabalho especial de construção da casa/santuário de Deus no tempo sagrado, no santo sábado (vs. 12-17).

Os Mandamentos não se originam em Moisés. Moisés nem mesmo foi inspirado para escrevê-los. Deus mesmo os escreveu com Seu dedo em pedras; então, entregou-os a Moisés (v. 17).

O sábado não é de Moisés, é de Deus: Santifique-o! – Heber Toth Armí



ÊXODO 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
1 de janeiro de 2019, 0:05
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ÊXODO 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
31 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
31 de dezembro de 2018, 0:45
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Quem é o maior pedagogo? Quem usou melhor didática ao transmitir com simplicidade assuntos complexos?

Não há como pensar num Ser mais didático que Deus. Sua pedagogia supera a de qualquer pedagogo; Ele extrapola quaisquer didáticas e pedagogias, deixando-nos – além de exemplos sobre didática – preciosos e especiais ensinamentos.

Como mais expoente pedagogo, Deus ensina Moisés a ensinar; é transmitindo ensinamento que alunos aprendem. Sobretudo, Deus usa outros recursos didáticos com profundos significados. Assim, através de Moisés, do Santuário e rituais sagrados Ele quer que aprendamos grandes verdades que farão diferença em nossa vida.

Nós aprendemos ouvindo, ensinando, envolvendo, principalmente fazendo. Como Moisés, devemos ouvir a Palavra de Deus, transmitir aos outros, envolver-nos com ensinamentos divinos e, aplicando-os diariamente.

O Santuário é a didática de Deus para apresentar o plano de salvação, a forma de adoração e o evangelho que liberta da condenação.

1. Deus ensina através da fumaça do altar do incenso que a oração constante deve sempre subir ao céu (vs. 1-10); Deus Se satisfaz com orações assim como era agradável o cheiro de incenso.

2. Deve-se levar a sério a oração, ela deve ser pura, não contaminada com egoísmo e desejos pervertidos (vs. 30-34).

3. Todos somos pecadores e o preço do pecado é a morte; ninguém está livre da condenação, portanto, todos precisam de libertação – ricos não devem menos nem mais que os pobres (vs. 10-16).

4. A bacia de bronze ensinava a necessidade de limpeza, não apenas física, mas da limpeza moral; os germes e bactérias do pecado devem ser lavados de nosso caminhar e proceder (vs. 17-21).

5. A santa unção com óleo é essencial para que haja verdadeira adoração ao Senhor; não devemos deturpar este assunto; é preciso reverência e submissão antes de qualquer ação (vs. 22-33).

Diferentemente do altar de sacrifícios localizado no átrio do Santuário, Deus instruiu Moisés a fazer o altar de incenso dentro do tabernáculo (vs. 1-10). Antes de chegar ao que ele representava, seria necessário passar por todo o processo ritualístico orientado por Deus. Logo, apenas quem foi redimido (vs. 11-16), purificado (vs. 17-21) e ungido (vs. 34-38) aproxima-se de Deus verdadeiramente pela oração, louvor e adoração (vs. 34-38).

Sendo Deus o melhor pedagogo, só não aprende quem não quer! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.