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LEVÍTICO 12 – A vida humana deriva da vida divina. Não haveria vida se não houvesse Deus. A morte é resultado do pecado. O pecado desconecta o ser humano da fonte da vida, e, isso resulta em interrupção/cessação da vida.
O salário do pecado é a morte. Para qualquer pecado, a morte é a sentença. Santidade não combina com pecaminosidade. Deus é intolerante ao pecado. O pecado opõe-se a Deus e Deus opõe-Se ao pecado.
Assim, este capítulo revela a graça divina frente à desgraça humana caída na lama do pecado. A mulher foi a primeira a pecar, deveria ter morrido antes de induzir o homem a fazer o mesmo; contudo, é a mulher que tornou-se Eva, mãe de todos os viventes. Ambos deveriam morrer, mas recebem de Deus a graça de gerar filhos/vida.
Assim, quando a mulher gerava vidas/filhos, seja menino ou menina, ela deveria levar um cordeiro de um ano ao santuário para ser sacrificado/morto e um pombinho ou rolinha para expiação do pecado (v. 6). Se a mulher fosse pobre e não tivesse condições de levar um cordeiro, deveria oferecer dois pombinhos ou duas rolinhas (v. 8).
Sem exceção, deveria haver morte após o nascimento de toda criança.
Além disso, havia um ritual de purificação da mulher, não da criança quando nascesse.
1. Se fosse menino, a mulher deveria se resguardar por sete dias, e depois mais 33 dias deveria ficar em casa e não tocar nada sagrado.
2. Se fosse menina, a mulher deveria se resguardar por 15 dias, e depois mais 66 dias deveria ficar em casa e não tocar nada sagrado.
Nisso consiste o cuidado gracioso de Deus à mulher. Com essa lei ela esta estava livre para descansar das exaustivas atividades diárias quando recuperava suas forças. Também, Deus limitava as visitas que pudessem contaminá-la quando estava num período de maior risco de contrair infecções. Além de ser um momento de reflexão sobre como alguém que merece morte, gerava vida.
• “A declaração de impureza desempenha, portanto, uma função religiosa, simbólica e higiênica” (Merril F. Unger).
• “As normas do parto neste capítulo mostram o terno cuidado de Deus pelas mães. As mulheres, com certeza, ocupam um lugar de honra nos planos de Deus” (Francis D. Nichol).
Por tudo isso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Fumar e beber são pecados? No processo de consagração/santificação muitos desconsideram o item alimentação. Para Deus é relevante.
Muitos que afirmam serem servos de Deus absorvem culturas mundanas quando Deus espera que vivam a cultura celestial neste mundo contaminado pelo pecado.
Cristãos aceitam que o apóstolo Pedro tenha citado Levítico 11:44-45 referente ao imperativo divino sobre ser santo como Deus (I Pedro 1:15-16); mas esquecem de aderir ao regime alimentar prescrito pelo Deus que exige santidade (Levítico 11:2-43).
As leis sobre animais puros e impuros/imundos, referente ao que pode e ao que não pode comer (vs. 46-47) não são mosaicas. Moisés não é o autor destas leis, mas apenas o transmissor. Quem, então, as inventou?
O versículo 1 declara que Deus comunicou estas leis a Moisés e a Arão. Assim, declaradamente a Bíblia revela que é o próprio Deus Criador dos seres humanos e dos animais que liberou comer algumas carnes e proibiu muitas outras.
Comer carne de porco e seus derivados como bacon, toicinho, calabresa, mortadela, etc. tanto quanto comer camarão, lagostas, frutos do mar, etc. ou garça, coruja, gavião, etc., ou repteis, contamina o templo do Espírito Santo, pois tais carnes são abomináveis/repugnáveis a Deus.
Princípio espiritual: O que é abominável a Deus deve ser também para seus seguidores (vs. 12-13, 20, 23, 41-43). Toda carne imunda ingerida torna qualquer indivíduo imundo perante Deus.
Considere atentamente:
1. O texto sagrado não deixa implícito que a restrição alimentar imunda esteja ligado à saúde ou higiene, mas deixa explícito que tem a ver com santidade.
2. Como a Palavra de Deus não caduca e nem é exclusiva a um povo especial, a graça destas orientações alimentares destina-se a todos os que atentam para a revelação divina.
3. Estudada com atenção esta porção das Sagradas Escrituras percebe-se que a preocupação de Deus vai além da contaminação física; alcança a contaminação interior, a alma humana. Consequentemente, afeta/deteriora a espiritualidade.
4. Especialistas no estudo da Bíblia declaram que “é historicamente inimaginável que Jesus tenha ensinado coisas contrárias às leis alimentares da Torah” (David J. Rudolph).
Não considere insignificante o que Deus considera importante.
O gosto pessoal/paladar nunca deve estar acima da vontade divina. Jamais devemos desprezar/ignorar/rejeitar qualquer palavra que sai da boca de Deus.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Deus quer ensinar-nos grandes e preciosas lições; para isso requer nossa atenção devotada a Sua divina Palavra, a Bíblia Sagrada.
Russel Norman Camplin destaca dois pontos deste capítulo:
1. Nadabe e Abiú morrem diante do Senhor (vs. 1-11);
2. Direções sobre as coisas santas (vs. 12-20).
Eleazar e Itamar não cumpriram uma determinada regra, deixando Moisés furioso; mas, Arão o acalma explicando o ocorrido (vs. 12-20). Por outro lado, o desrespeito e negligência espiritual de Nadabe a Abiú atraíram instantaneamente o julgamento divino (vs. 1-11).
Cuidado com fogo estranho, pois, perante Deus ele provoca mortes. Fogo estranho é fervor demoníaco na ministração das coisas sagradas; é atitude errada perante Deus. É religiosidade que atrai pessoas, mas ofende a Deus. É o culto que parece verdadeiro, mas é falso.
No primeiro dia de trabalho no santuário, dois sacerdotes filhos de Arão cometeram um sacrilégio, oferecendo a Deus fogo não ordenado, por estarem embriagados. Não se deve considerar comum aquilo que é sagrado.
Não estar sóbrio e compenetrado na ministração do serviço a Deus atrai terríveis maldiçoes.
Atenção!
• O sexo é sagrado.
• O sábado é sagrado.
• A Bíblia é sagrada.
• O dízimo é sagrado.
Mesmo sabendo disso, muitos agem como Nadabe e Abiú. A pergunta que não quer calar é por que muitos estão profanando coisas sagradas e não estão caindo mortos na atualidade.
A resposta é: A morte instantânea de Nadabe e Abiú revela o fim daqueles que arrogantemente brincam com as coisas sagradas como se fossem banais. Quem brinca com fogo estranho se queimará diante do fulgurante fogo do Senhor.
O Santuário era a explanação do plano da salvação antes da encarnação de Cristo. Adulterá-lo ou manipulá-lo indisciplinadamente implicava em profanação do único método de salvação existente no Universo. Por isso, Leslie Hardinge e Frank Holbrook afirmam que,
Nadabe e Abiú “usaram esse fogo estranho para ter acesso a Deus. Isto não constituiu um erro insignificante. Era na realidade a rejeição do meio de expiação provido por Deus e o estabelecimento de seu próprio sistema de salvação […]. Os filhos de Arão não tinham o direito de introduzir seu próprio sistema de acesso a Deus”.
Este capítulo é um alerta! Deturpar o santuário equivalia a adulterar Jesus! Deus não deixou por menos! – Heber Toth Armí.
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