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O medo te leva a lugares que você nunca imaginou. Te induz a viver loucamente, como alguém desprovido de inteligência.
Dizem que “de médico e de louco todo mundo tem um pouco”. Provavelmente por isso Sêneca declarou: “Se me apetece rir de um louco, não preciso de ir procurar muito longe; rio de mim mesmo”.
Marcel Proust disse que, “para tornar a realidade suportável, todos temos de cultivar em nós certas pequenas loucuras”. Talvez Davi intentasse essa máxima!
Ao despedir-se de seu amigo Jônatas, Davi fugiu de Saul, que desejava avidamente sua morte sem razão alguma, senão sua inveja. Davi desceu a Node, omitiu informações, comeu pão sagrado, pegou a espada de Golias (vs. 1-9) e, dirigiu-se à Gate, terra de Áquis, habitada por inimigos filisteus (vs. 10-15).
Ali, fugindo com medo de Saul, Davi também teve medo dos filisteus. Davi já era famoso; portanto, foi reconhecido e entrou em pânico. E, buscando a sobrevivência, “fingiu estar louco, batendo com a cabeça na porta da cidade e espumando pela boca, enquanto a saliva corria pela barba”.
Que situação: Aquele que matou o gigante Golias nesse estado de humilhação! Como reagiu Áquis? “Aquis olhou para ele e disse àqueles líderes: ‘Não estão vendo que ele está louco? Por que o deixaram entrar? Já tenho loucos suficientes aqui, e vocês me trazem mais um! Tirem-no daqui!”
O que podemos aprender de tudo isso? Veja estes dois parágrafos apresentados por William MacDonald:
1. “Até mesmo os grandes homens têm pontos fracos. Davi não foi exceção. Esse capítulo triste registra as mentiras do fugitivo junto ao tabernáculo em Node (v. 1-9) e sua loucura fingida perante os filisteus (v. 10-15)”.
2. “Em meio a essa provação, porém, Davi aprendeu algumas lições importantes. Antes de passar ao capítulo seguinte de I Samuel, leia o salmo 34, escrito nessa época, e que nos permite entender melhor certos aspectos do caráter de Davi. Graças a sua resiliência admirável, mesmo quando errava, Davi crescia no conhecimento de Deus”.
Precisamos aprender a extrair lições de nossas loucuras. Pois, A MAIOR E PIOR DAS LOUCURAS É NÃO APRENDER NADA COM NOSSOS ERROS!
Martin Luther King alertou: “Temos de aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos”.
Sejamos sábios! – Heber Toth Armí.
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Baseando-se neste capítulo, Rosalie Haffner Lee sugere qualidades a serem consideradas na escolha de verdadeiros amigos:
1. Semelhança de gostos e interesses: Para andar juntas, duas pessoas precisam estar de acordo – assim como Davi e Jônatas.
2. Alguém que é sensível e bondoso: Embora em algumas pessoas se encontrem tais qualidades como força, coragem e persistência, em todo amigo verdadeiro deve haver uma fusão dessas qualidades com outras mais brandas, como delicadeza e simpatia – como na amizade de Davi e Jônatas.
3. Deve haver afeição: Jônatas estava disposto a renunciar à sucessão do trono de seu pai; seu desejo era ser leal ao amigo.
4. Deve haver aproximação de valores espirituais: Jônatas conhecia os caminhos de Deus do mesmo modo que Davi. Quando os dois amigos estavam prestes a separar-se, Jônatas foi confortado com o pensamento de que o Senhor dirigiria os acontecimentos de acordo com Sua vontade, e preservaria a amizade deles.
Sobre esse episódio na vida de Davi, quando corria risco de morte, Ellen G. White observou: “A amizade de Jônatas por Davi era também da providência de Deus, a fim de preservar a vida do futuro governante de Israel”.
Amigos são importantes para avançarmos neste mundo de tristezas. Um provérbio sueco reza: “A amizade dobra nossa alegria e divide a tristeza ao meio”. William Shakespeare declarou: “Depois de algum tempo você aprende que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida”.
Por causa dos satânicos objetivos do tentador, cumprir planos divinos é desafiador. Inimigos como Saul podem surgir de onde nem imaginamos. Cumprir os propósitos de Deus faz as hostes demoníacas se levantarem para criar estratégias intentando interrompê-los.
Diante desta realidade, “se desejamos uma vida além da mera existência biológica, é necessário interagir com Deus. Não há outra alternativa” – diz teólogo Eugene Peterson.
• Nossa amizade com Deus deve estar acima de qualquer amizade;
• Os amigos mais caros, nobres e importantes são aqueles presenteados por Deus;
• Os melhores amigos são aqueles que te apoiam e te ajudam a viver os planos divinos.
Assim, carecemos de boas amizades nos dias atuais. Por isso, precisamos ser bons amigos.
Faça sólidas amizades! – Heber Toth Armí.
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Aquele que não se entrega a Deus de verdade é porque tem um sério pacto com o pecado. A desgraça da vida está em não aceitar a graça divina.
O rei Saul desprezou a Deus. Sua vida tornou-se vulcão de sentimentos negativos. Perdeu o senso do dever. Desviou o foco administrativo para Davi com intuito de matá-lo. Em várias situações ele quase matou seu genro:
1. Queria que seu filho Jônatas, amigo e cunhado de Davi, o ajudasse a matá-lo (vs. 1-6);
2. Com sua lança tentou cravar Davi na parede de seu palácio (vs. 7-10);
3. Era para tê-lo matado em sua cama, mas os assassinos encontraram um ídolo que estava em seu lugar embaixo das cobertas (vs. 11-17);
4. O refúgio de Davi foi junto a Samuel, o profeta de Deus (vs. 18-24).
A vida não foi fácil para Davi após ter sido ungido por Samuel para ser rei em Israel. Davi só fazia o bem para o rei, mas este estava ávido para matá-lo. As palavras de Jônatas relembram ao pai que Davi era bom para ele – por um tempo Saul se convencera!
Davi era manso, sereno e calmo; tocava harmoniosamente sua harpa para acalmar o estresse, o conflito e a fúria de Saul. Mas, o brilho de Davi ofuscava os olhos do rei. Quanto mais se destacava, mais Saul o odiava.
Deus protege Seus servos de formas impensáveis. Com raiva e ódio à flor da pele, procurando Davi para assassiná-lo, Saul foi tomado pelo Espírito de Deus deixando-o estirado ao chão. Nota-se que, “a graça de Deus estava com Saul, mas a desobediência foi a sua ruína” (Merril F. Unger).
Reflita: O líder político…
• …que tem problemas pessoais deixa de administrar sua nação para criar problemas desnecessários.
• …sem princípios morais é regido por sentimentos baixos que o tornam inimigo dos bons e parceiro dos corruptos.
• …alheio as coisas espirituais – como oração, consagração e submissão a Deus – torna-se a desgraça de uma nação.
• …desfocado de seu dever devido a ter o foco no pecado provoca tragédias, que, se Deus não estivesse agindo, já teria provocado a ruína/destruição de todos.
• …desobediente a Deus é uma desgraça total!
Confiemos em Deus quando os políticos são corruptos! Ele cuida dos fiéis! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.