Filed under: Sem categoria
621 palavras
2 Externar o seu interior. Ou seja, o insensato fala o que passa em sua mente e o que acredita ser a sabedoria (ver Pv 12:23; 13:36; 15:2; 17:28). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1137.
4 Águas profundas. São sujas, obscuras (comparar com 20:5). Bíblia de Estudo Andrews.
5 Ser parcial com o perverso. Comparar com Lv 19:15; Dt 1:17; Pv 24:23-25; 28:21. CBASD, vol. 3, p. 1137.
Qualquer tipo de favoritismo era condenado na lei (v. Lv 19.15; Dt 1.17; 16.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Por açoites brada a sua boca. Convida o castigo (comparar co 17:10; Dt 25:2). Bíblia de Estudo Andrews.
O insensato entra em confusão por causa de suas palavras imprudentes. CBASD, vol. 3, p. 1137.
7 Sua própria destruição. Quando expressa seus pensamentos, o insensato revela sua loucura e seu caráter pecador. Portanto, é pela boca que traz punição sobre si. CBASD, vol. 3, p. 1137.
8 Mais interior do ventre. Parece indicar algo agradável, divertido. Bíblia de Estudo Andrews.
9 Negligente. O preguiçoso não consegue produzir sua parte, por isso fica no mesmo nível da pessoa desperdiçadora e destruidora. CBASD, vol. 3, p. 1137.
10 Torre forte. O nome do Senhor representa tudo que Deus é para Seu povo. … Somente a graça divina dá esperança de salvação ao pecador. Coberto por essa graça, o pecador é como uma fortaleza invencível a Satanás e suas tentações (ver DTN, 324; TM, 16, 18; MDC, 119). CBASD, vol. 3, p. 1137.
11 Imagina. É somente em aparência que o rico forma uma “alta muralha”. Alguma mudança no mercado, uma série de infortúnios e a proteção se esvai. A defesa que Deus oferece é real e indestrutível (ver Pv 10:15; 18:10). CBASD, vol. 3, p. 1137.
12 Diante da honra. José, Moisés e Daniel passaram pela disciplina do cativeiro ou do exílio antes dos momentos de grande honra (ver Pv 15:33; 16:18; T5, 50). CBASD, vol. 3, p. 1137.
14 Sustém. O espírito corajoso de muitos homens e mulheres que sofreram acidentes ou doenças incapacitantes testemunha da verdade da primeira oração. CBASD, vol. 3, p. 1137.
16 Presente. A palavra para “presente” neste versículo é diferente da traduzida por “suborno” em Provérbios 17:8. Todos amam quem dá presentes (ver cap. 19:6), e o doador logo ganha acesso a círculos distintos como um amigo bem-vindo. CBASD, vol. 3, p. 1137.
17 O que começa. Ou seja, o primeiro a defender sua causa. CBASD, vol. 3, p. 1137.
Parece justo. Uma visita a um tribunal demonstrará esta verdade. CBASD, vol. 3, p. 1137.
21 O que bem a utiliza. Ou, “aquele que a ama” (ARC). A língua pode manchar uma reputação e levar o indivíduo à pobreza ou à morte. Mesmo sendo tão pequena, consegue causar danos enormes. Quando usada em harmonia com a vontade de Deus, para alegrar ou proclamar o evangelho, é capaz de fazer muito bem. Quem ama a língua, mimando-a e dando a ela livre domínio, causará muitos prejuízos, os quais retornarão sobre si mesmo (ver Mt 12:36; Tg 3; Ed, 235; T5, 57). CBASD, vol. 3, p. 1138.
22 O bem. Obviamente Salomão estava falando da esposa ideal, uma mulher prudente e virtuosa, que é leal em apoiar o marido nos esforços de servir ao Senhor (Pv, 12:4; 19:14; 31:10; cf. CBV, 359). Aquele que se une a uma esposa como essa recebe, de fato, um favor de Deus. CBASD, vol. 3, p. 1138.
23 O pobre. O rico pode responder como quiser, e as pessoas não se ofendem abertamente, pois desejam sua amizade. Já o pobre precisa medir suas palavras para não ofender aqueles de quem depende sua sobrevivência (ver Pv 14:21; 17:5). CBASD, vol. 3, p. 1138.
24 O homem que tem muitos amigos sai perdendo. Há muitos amigos que não são verdadeiros, os quais esgotam nossos recursos e não permanecem ao nosso lado no momento de calamidade. CBASD, vol. 3, p. 1138.
Mas há amigo mais chegado do que um irmão. O sentido principal desta afirmação sem dúvida é que os amigos, às vezes, vão embora (ver Pv 17:17). A linguagem da expressão pode ser aplicada a Cristo, o amigo fiel e verdadeiro, que nunca falaha (ver T2, 271). CBASD, vol. 3, p. 1138.
Filed under: Sem categoria
PROVÉRBIOS 18 – Neste capítulo, nossas palavras continuam precisando ser avaliadas, a fim de que nossa língua seja reavivada e reformada.
• Como está a tua comunicação?
• Precisa melhorar?
Então vamos continuar juntos refletindo na Palavra Sagrada com objetivo de sermos miraculosamente transformados:
Lendo Provérbios 18:4-8, 13, 19-21 somos desafiados a cair de joelhos e clamar por uma forte intervenção divina em nossa terrível língua. “Salomão tinha muito a dizer a respeito do que dizemos. Na verdade, língua, boca, lábios e palavras aparecem aproximadamente 150 vezes no livro de Provérbios. Em média, uma referência à fala aparece cinco vezes em cada um dos trinta e um capítulos”, observa Charles Swindoll.
Comentando sobre Provérbios 10:8, 19 e 17:27-28, Swindoll afirma: “A verborragia é o costume de falar demais, dizendo pouco. As pessoas que são verborrágicas normalmente se sentem impelidas a comentar sobre toda e qualquer coisa, seja porque temem o silêncio ou porque creem, sinceramente, que uma conversa sem sentido é melhor que nenhuma. Assim, essas pessoas enchem o abençoado silêncio com conversas vazias. Irrompem sem hesitação. Falam primeiro e pensam depois… se é que pensam! E, com tudo o que falam, não ouvem”.
• Como precisamos de transformação em nossa comunicação! Graças a Provérbios, podemos obter essa percepção: “A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; os que gostam de usá-la comerão do seu fruto” (Provérbios 18:21).
Além de nossas palavras, nosso trabalho e salário precisam ser influenciados pelos princípios celestiais o tempo todo; do contrário, vivemos como os incrédulos que não temem a Deus:
1. “Quem relaxa em seu trabalho é irmão do que o destrói” (Provérbios 18:9). A preguiça empobrece, a diligência enriquece (Provérbios 10:4; 12:24). Por isso, Paulo foi taxativo: “Se alguém não quiser trabalhar, também não coma” (II Tessalonicenses 3:10). O trabalho afasta de nós três grandes males: Tédio, vício e necessidade.
2. “O pobre implora misericórdia, mas o rico responde com aspereza (Provérbios 18:23). A disparidade social e econômica não é motivo para desprezo ou mesmo exploração, tanto o pobre quanto o rico precisa alinhar sua vida aos princípios divinos!
Enfim, em tudo na vida precisamos permitir que Deus nos molde. Nas palavras, no trabalho, no salário, na sociedade, na família… (Provérbios 18:1-5, 11-12, 15-18, 22-24). Portanto, vamos reavivar-nos? – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: PROVÉRBIOS 17 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
414 palavras
4 O malfazejo. Os malfeitores se deleitam em ouvir quem pensa como eles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1134.
5 O que se alegra da calamidade. O contraste sugere que o tipo de calamidade mencionado no texto se refere à que leva a pessoas à pobreza. Aqueles que prosperam com a aflição dos pobres ganham um alto retorno de seu investimento, mas tamb;em uma medida esmagadora de remorso no dia que se enxergarem como Deus os vê. CBASD, vol. 3, p. 1134.
8 O suborno. O suborno faz brilhar os olhos do indivíduo que o recebe com tanta intensidade que ele trabalha duro para se tornar digno do presente ou para obter ainda mais benefícios. Ao declarar este traço do comportamento humano, Salomão não está, por este motivo, aprovando-o. CBASD, vol. 3, p. 1134.
9 Encobre a transgressão. Aqueles que insistem em repetir relatos de males feitos por outros costumam criar inimizade entre amigos, mesmo que a transgressão original tenha sido pequena (ver Pv 16:28; 1Co 13:6, 7; T2, 54; T4, 607). CBASD, vol. 3, p. 1134.
12 Uma ursa roubada. A notória ira da ursa de quem se tiraram os filhotes não é tão perigosa quanto a adversidade obstinada do insensato (ver Os 13:8). CBASD, vol. 3, p. 1135.
16 Não tem entendimento. Isto é, não tem cabeça ou compreensão. O dinheiro gasto na educação de uma pessoa assim é desperdiçado. CBASD, vol. 3, p. 1135.
19 Faz alta a sua porta. Alguns acham que o texto se refere à construção de uma passarela elevada que faria uma casa pequena parecer uma mansão. Esse tipo de ostentação tola só serviria para atrair a atenção de coletores de impostos e ladrões, convidando, assim, a destruição. Não se sabe, porém, se havia esse costume nos tempos antigos (ver Pv 10:14; 16:18). CBASD, vol. 3, p. 1135.
23 Suborno. O suborno de qualquer tipo faz pecar tanto quem o dá quanto quem o recebe. A Bíblia tem muito a dizer contra esta prática perversa, que tende a tornar o rico ainda mais rico e o pobre cada vez mais pobre (ver Êx 23:8; Dt 16:19; Is 1:23; Ez 13:19). CBASD, vol. 3, p. 1135.
26 Príncipe. Do heb. nevibim, referindo-se talvez à nobreza do indivíduo, não à sua posição no reino. CBASD, vol. 3, p. 1135.
27 Sereno. Todo o conteúdo dos escritos de Salomão é contrário à fala apressada, sem pensar (ver Pv 15:23; 18:6; 25:11; 29:20; Ec 5:2, 3; 10:14; 12:10). CBASD, vol. 3, p. 1135.
28 Até o estulto. Aquele que duvida da própria sabedoria … se sente compelido a demonstrar sua inteligência, falando demais. Só quem tem firme confiança no próprio entendimento consegue permanecer em silêncio até chegar o momento de dizer poucas palavras sábias. CBASD, vol. 3, p. 1135.
Filed under: Sem categoria
PROVÉRBIOS 17 – A renovação espiritual (reavivamento) capacita-nos a viver de acordo com os sábios princípios divinos, enquanto a reorganização prática (reforma) ajuda-nos a manifestar essa espiritualidade em nossas ações diárias.
• O reavivamento nos ajuda a ter discernimento espiritual, enquanto a reforma nos leva a mudar nossos hábitos e práticas para refletir essa sabedoria.
• Reavivamento espiritual leva-nos a buscar a sabedoria que vem de Deus, enquanto a reforma implica em mudar nossos conceitos e “pré-conceitos” para alinhá-las com a sabedoria celestial.
• O reavivamento espiritual nos ajuda a sintonizar nosso coração e mente com Deus, enquanto a reforma envolve a reorganização de nossos planos, decisões e ações de acordo com Sua maravilhosa vontade.
O discernimento espiritual auxilia-nos a receber correções com humildade e a aprender com elas, permitindo que a sabedoria de Deus penetre em nossa mente e coração (Provérbios 17:10). Esse tipo de discernimento disponível aos fieis ajuda-nos a distinguir entre o que é certo e o que é errado aos olhos do Soberano Juiz, evitando justificar comportamentos injustos (Provérbios 17:15). Esse discernimento provido pelo Espírito ensina-nos a controlar nossas palavras, mostrando sabedoria no falar e refletindo um coração sereno e inteligente (Provérbios 17:27).
Nossas palavras revelam o que temos no coração (Mateus 12:34). Nossa língua destila sabedoria ou loucura, dependendo da fonte em que abastecemos nossa mente e coração. Somos moldados por influências celestiais ou infernais, divinas ou diabólicas? (Tiago 3:13-18). Enquanto alguns prezam por uma reforma de roupa, o sábio vai além de mudar as aparências.
Para uma reforma em nossas palavras, considere com atenção e oração sincera:
• Quem aprecia fofocas, calúnias, zombarias, xingamentos e palavrões devem reavivar-se e reformar-se (Provérbios 17:4-5).
• Quem não controla sua língua e não valoriza o silêncio para evitar conflitos, brigas e contendas, precisa aprender do Espírito a ter domínio próprio e sábio uso das palavras (Provérbios 17:27-28).
• Quem é arrogante e mentiroso, independente de quem seja, mesmo a um governante, não é nada elegante; então, precisa de reavivamento e reforma urgentemente (Provérbios 17:7).
• Quem gosta de brigas, confusões, dissensões e desavenças deve buscar o arrependimento antes que suas más atitudes causem irremediáveis desgraças (Provérbios 17:1, 14, 19-20).
Precisamos ouvir a voz de Deus no livro de Provérbios caso queiramos experimentar reavivamento e reforma de verdade, no íntimo! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: PROVÉRBIOS 16 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
1544 palavras
1 Do homem. Este versículo mostra um contraste evidente no hebraico: “Os conselhos do coração são do homem, mas a resposta vem dos lábios do Senhor.” A verdade do provérbio é demonstrada na experiência de Balaão. O profeta ganancioso planejou amaldiçoar Israel e ganhar as recompensas oferecidas por Balaque, mas o Senhor, em cujo nome Ele afirmava falar, controlou as palavras que saíram de sua boca (Nm 22-24). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1129.
2 São puros. Embora a maioria das pessoas tenha consciência de seus defeitos, é raro pecarem de maneira deliberada sem tentar se justificar. Talvez se comparem a outros e decidam que, considerando a própria experiência e suas dificuldades pessoais, são pelo menos tão boas quanto eles. Ou podem raciocinar que têm certas fraquezas, as quais levarão o Senhor a perdoar desvios ocasionais do que é certo. Aceitam os padrões estabelecidos por Deus, mas não estão prontas a obedecer-lhes por completo. O ser humano que se considera a própria lei se convence de que seus caminhos são puros. Como suas conclusões poderiam ser diferentes se o único padrão de julgamento que ele possui é o próprio? É obra do Espírito Santo romper com essa condescendência e trazer a convicção de que existe um padrão absoluto, declarado com toda a clareza na Palavra de Deus, além de ilustrado e exemplificado com toda clareza na vida de cristo. Somente o Criador conhece os motivos subjacentes ao coração enganoso das pessoas. Ele usa todas as agências do Céu para convencer a necessidade de um Salvador e da suficiência do poder divino para a regeneração (ver Pv 21:2; 24:12; Jr 17:9, 10; Jo 16:8; Tg 2:12; PJ, 159). CBASD, vol. 3, p. 1129.
3 Estabelecidos. Quando o ser humano reconhece sua necessidade e procura orientação e auxílio no Senhor para cada ato e decisão, os poderes do Céu descem para ajudá-lo e o capacitam a tomar decisões sob a influência do Espírito Santo. Quando a pessoa está envolta por esse poder, até os demônios se maravilham diante da mudança operada no coração, antes fraco, vacilante, mas, ao mesmo tempo, orgulhoso e obstinado (ver TM, 18). CBASD, vol. 3, p. 1129.
4 Para determinados fins. Esta passagem quer dizer que Deus teria o plano de criar pessoas perversas na Terra com o propósito de um dia puni-las e destruí-las? O versículo tem sido usado para apoiar a espantosa doutrina do decreto da Providência, a qual ensina que o Senhor deliberadamente criou algumas pessoas para sofrer a condenação eterna. A tradução literal da primeira frase (“O SENHOR fez todas as coisas as coisas para determinados fins”) é a seguinte: “Deus criou todas as coisas para seu fim [ou resposta].” A palavra traduzida por “determinados fins” é vertida por “resposta” nos cap. 15:1 e 16:1. Isto sugere que o autor não estava falando da doutrina do decreto da providência, mas, sim, da ordem eterna e imutável das coisas que fazem o pecado ocasionar sofrimento e morte. Deus fez o ser humano justo, mas quando as pessoas foram atrás de fábulas e pecaram (Ec 7:29), colocaram-se no caminho da destruição, no dia da consumação de todas as coisas. Aqueles que usam o livre-arbítrio e decidem nascer de novo (Jo 3:3, 7) se tornam aptos para a vida eterna e um dia herdarão o mundo purificado (2Pe 3:13). Deus criou tudo para ter o destino apropriado – no caso da humanidade, por escolha própria, e o resto da criação terrena pelo envolvimento inocente na ruína causada pelas pessoas. Portanto, o Senhor nos garante que previu cada eventualidade e Se preparou para elas. Nunca haverá pecadores imortais, entristecendo o Céu com seu sofrimento por toda a eternidade (ver com. de Êx 4:21). CBASD, vol. 3, p. 1129, 1130.
5 Arrogante de coração. Deus não pode fazer nada pelo arrogante, que pensa não precisar da ajuda divina. A presunção espiritual é a forma mais perigosa de orgulho, pois enche a alma com o sentimento de autossuficiência, o qual impede ao Espírito Santo convencer da necessidade de auxílio. CBASD, vol. 3, p. 1130.
6 Pela midericórdia e pela verdade. Amar a Deus e as pessoas de todo o coração, ser fiel no cumprimento de promessas e obrigações e apegar-se à verdade divina é deixar de ser pecados e se tornar um verdadeiro servo do Senhor. É o afastamento do mal, não o oferecimento de presentes ou de muitos sacrifícios, que coloca o ser humano no favor do Céu. Este ensino era muito diferente da atitude de muitos daquela época, que multiplicavam os sacrifícios, na esperança de comprar o favor de Deus sem a necessária purificação da vida e das obras (ver Pv 3:3; 14:22; 20:28; Mt 22:37). CBASD, vol. 3, p. 1130.
7 Reconcilia. Quando o ser humano vive como o Senhor gostaria, a inimizade de seus adversários geralmente é amenizada por sua bondade, mesmo sem uma intervenção divina especial. CBASD, vol. 3, p. 1130.
8 Justiça. As riquezas sem justiça não trazem paz de espírito, nem garantem a saúde do corpo. Também não há contentamento na posse de recursos obtidos de forma ilícita. Mas o pouco que o justo ganha com correção traz um retorno pleno de felicidade, sem despertar inveja ou avareza (ver Pv 13:7, 25; 15:16). CBASD, vol. 3, p. 1130.
9 O SENHOR tudo dirige. Tudo que fazemos é realizado na vida que Deus nos empresta e,portanto, com Sua permissão. O ser humano planeja, mas não sabe se viverá para executar seus planos. Em claro reconhecimento desta verdade, alguns cristãos adotaram o costume de dizer: “Se Deus quiser…”, quando anunciam seus planos para o futuro (ver Tg 4:13-15). É necessário que as pessoas planejem o futuro com sabedoria, mas todos os planos devem ser avaliados de acordo com a lei e a vontade de Deus reveladas, a fim de garantir que estão em harmonia com os padrões divinos. As deliberações devem ser conduzidas em oração, pedindo direcionamento e com a disposição de sofrer mudança ou obstrução dos planos por parte do Senhor (ver Lc 12:17-20; MDC, 101). CBASD, vol. 3, p. 1130.
10 Nos lábios do rei se acham decisões autorizadas; no julgar não transgrida, pois, a sua boca. Talvez o versículo signifique: “Como se considera que os reis falam com sabedoria superior à humana, eles devem tomar cuidado especial para não pecar em suas decisões.” CBASD, vol. 3, p. 1131.
12 Abominável. A maldade em um rei é muito pior do que em pessoas comuns. Por esse motivo, o trono dos reis perversos lhes é tirado, ao passo que os governos justos recebem o privilégio de perdurar (ver Dn 4:17; Rm 13:1-6; PR, 535). CBASD, vol. 3, p. 1131.
16 Quanto melhor. A sabedoria … o entendimento … são mais valiosas do que os metais para os quais os seres humanos lutam com tanta avidez para conseguir (ver Pv 3:14; 8:10, 11). CBASD, vol. 3, p. 1131.
17 O caminho. Aquele que se preocupa em estar em harmonia com o plano de Deus pensará com cuidado sobre a direção em que transita, a fim de er a certeza de que seus pés não se desviaram (ver Pv 4:26; 15:19; 2Tm 2:19). CBASD, vol. 3, p. 1131.
18 A soberba [arrogância]. A despeito das repetidas advertências contra a soberba, cada geração observa as pessoas se tornarem orgulhosas e arrogantes, apenas para cair em problemas e em desgraça (ver v. 19; Pv 11:2; 17:19; 18:12). Aqueles que mantêm seu orgulho e sua posição nesta vida serão forçados a reconhecer humildemente a soberania de Deus no juízo (ver GC, 670, 671). CBASD, vol. 3, p. 1131.
20 O que atenta para o ensino acha o bem. Também pode ser traduzida como: “O que atenta para a palavra acha o bem.”Traduzido dessa forma, o versículo declara uma verdade vital e bem conhecida. Quando o ser humano dá a devida atenção à Palavra de Deus, ele não deixará de prosperar nas áreas física, mental e espiritual, além de encontrar felicidade em tudo que fizer (ver Jo 13:17; Tg 1:25; DTN, 314). CBASD, vol. 3, p. 1131, 1132.
24 Medicina. Sempre se soube que as palavras agradáveis são doces, mas a relação precisa entre palavras, humor e saúde teve de esperar até esta era de experimentação para ser demonstrada. O discurso briguento e antagonista traz enfermidade tanto a quem fala quanto a quem ouve; já as palavras gentis e confortantes comunicam cura ao corpo inteiro (ver PP, 556). CBASD, vol. 3, p. 1132.
26 A fome … o faz trabalhar. É a necessidade de alimento, roupa e abrigo que costuma impulsionar o ser humano ao trabalho. Dos três, o apetite é a necessidade principal. Pelo suor do rosto, a raça humana supre suas necessidades (ver Gn 3:19; Ec 6:7; 2Ts 3:10). CBASD, vol. 3, p. 1132.
27 O homem depravado. Literalmente, “o homem de Belial”, que significa “o homem sem valor”. CBASD, vol. 3, p. 1132.
30 Morde os lábios. A pessoa maligna e ardilosa é tão determinada que estreita os olhos para planejar uma perversidade e aperta os lábios para esconder o sorriso cruel. O mal, então, já está tão desenvolvido quanto se houvesse sido colocado em prática (ver Pv 6:14; 10:10). CBASD, vol. 3, p. 1132.
31 As cãs. Quando os idosos seguem o caminho da justiça, coroam as realizações de sua vida mediante conselho sábio e influência positiva. existe, porém, uma triste incongruência nos homens e mulheres de cabelos brancos que persistem em trilhar o caminho do mal (ver Pv 20:29; CBV, 204, 205). CBASD, vol. 3, p. 1132.
33 A sorte. Não é desejo do Senhor que as pessoas decidam todos os assuntos, usando o procedimento de lançar sortes. Quando há boas evidências ou um princípio pertinente para guiar a mente na tomada de uma decisão, o uso da sorte enfraquece tanto a mente quanto o caráter. Esse método só deve ser escolhido se Deus assim o direcionar de maneira específica; do contrário, não pode haver garantia de uma resposta inspirada. CBASD, vol. 3, p. 1132.
Filed under: Sem categoria
PROVÉRBIOS 16 – O tema do reavivamento está presente em Provérbios. O pecado abate, deprime, adoece e mata seus hospedeiros; mas os princípios divinos restauram àqueles que o pecado arruinou!
A mensagem de Provérbios fomenta o reavivamento e a reforma. “Reavivamento e reforma são duas coisas diversas. Reavivamento significa renovamento da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma significa uma reorganização, uma mudança nas ideias e nas teorias, hábitos e práticas. A reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja ligada com o reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem efetuar a obra que lhes é designada, e no realizá-la, precisam fundir-se”, diz Ellen White.
Considere com oração:
• “Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema ao Senhor e evite o mal. Isso dará a você saúde ao corpo e vigor aos ossos”, ou seja, reavivamento (Provérbios 3:7-8).
• “Meu filho, escute o que digo a você; preste atenção às minhas palavras. Nunca as perca de vista; guarde-as no fundo do coração, pois são vida para quem as encontra e saúde para todo o seu ser” (Provérbios 4:20-22).
• “Quem confia em suas riquezas certamente cairá, mas os justos florescerão como a folhagem verdejante” (Provérbios 11:28).
• “Os ímpios cobiçam o despojo tomado pelos maus, mas a raiz do justo floresce” (Provérbios 12:12).
• “No caminho da justiça está a vida; essa é a vereda que nos preserva da morte” (Provérbios 12:28).
• “O ensino dos sábios é fonte de vida e afasta o homem das armadilhas da morte” (Provérbios 13:14).
• “O temor do Senhor é fonte de vida, e afasta das armadilhas da morte” (Provérbios 14:27).
• “O caminho da vida conduz para cima quem é sensato, para que ele não desça à sepultura” (Provérbios 15:24).
• “O entendimento é fonte de vida para quem o têm…” (Provérbios 16:22).
• “As palavras agradáveis são como um favo de mel, são doces para a alma e trazem cura para os ossos” (Provérbios 16:24).
Provérbios 16 mostra que precisamos de reavivamento e reforma:
1. …Em nossas decisões (Provérbios 16:1-9).
2. …Nas nossas atitudes e relações (Provérbios 16:10-15).
3. …Na sabedoria e no entendimento (Provérbios 16:16-33).
Uma vida reavivada e reformada será diferente de uma vida deformada e depravada! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: PROVÉRBIOS 15 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
1119 palavras
1 A resposta branda. Esta declaração é tão verdadeira que mesmo quando o procedimento é usado por enganadores habilidosos, a resposta branda lhes permite controlar suas vítimas e levá-las a sofrer grande perda. O natural para o homem e a mulher é reagir com raiva. Desse podo, a dificuldade aumenta e as feridas se tornam mais duradouras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1125.
3 Contemplando. Ou melhor, “vigiando”. Às vezes, as crianças recebem a impressão de que Deus as vigia para encontrar razões para culpá-las; na verdade, nosso Pai celestial nos vigia com o olhar amoroso e compassivo de quem conhece a fragilidade de nossa natureza (ver Sl 33:13; 90:8; 103:13, 14; Hb 4:13). CBASD, vol. 3, p. 1125.
4 A língua serena. Literalmente, “língua que cura”. O tipo de cura que uma língua serena é capaz de operar é demonstrado pela declaração contrastante: “quebranta o espírito”. As feridas causadas por uma língua perversa se alojam no coração e na mente. Palavras ferinas costumam causar dor por anos; elas sugam a energia física e mental, além de atrapalhar a vida espiritual. A língua que cura, por aliviar essas feridas e colocar fim às perdas, é bem caracterizada como uma árvore da vida (ver Tg 3:1-10; CBV, 492; T4, 256; OE, 120. CBASD, vol. 3, p. 1125.
8 É abominável. O contraste apresentado no versículo é entre o sacrifício do pecador, que tem a expectativa de comprar o favor divino e continuar impune em pecado, e a simples oração do justo, que leva ao Senhor o sacrifício de um coração submisso. O perdão de Deus não está “a venda por preço nenhum; é sempre um dom gratuito, disponível a todos que decidem abandonar seus pecados (ver 1Sm 15:22; Is 1:11; Jr 6:20). CBASD, vol. 3, p. 1125.
9 O caminho do perverso. O bondoso não só acompanha a justiça; ele a busca persistentemente. CBASD, vol. 3, p. 1125.
11 O além. Uma análise dos vários versículos em que a palavra ocorre mostra que she’ol é uma alusão figurada ao lugar para onde as pessoas vão quando morrem (Gn 37:35; 1Sm 2:6; Jó 7:9; 14:13; Sl 49:14, 15). … Em nenhuma passagem, o she’ol é caracterizado como um lugar de castigo após a morte. Esse conceito foi posteriormente ligado a gehena (Mc 9:43-48) [lugar de fogo inextinguível], não ao hades, a palavra grega que traduz she’ol de forma apropriada, com apenas uma exceção (Lc 16:23). CBASD, vol. 3, p. 1125, 1126.
O abismo. Do heb ‘abaddon, do radical ‘abad, “extraviar-se”, “perecer”. Sobre ‘abaddon como um lugar de destruição, ver Jó 26:6. O sentido desta passagem parece claro. Se Deus conhece o caráter e tem o registro dos atos dos que já morreram, quanto mais pode Ele discernir o coração e a mente dos vivos (ver Sl 33:13-15; 90:8; 139:1-16; Hb 4:12, 13)!. CBASD, vol. 3, p. 1126.
12 O escarnecedor. O escarnecedor do bem se une ao pecador endurecido para rejeitar instruções e conselhos (ver Is 29:20, 21). CBASD, vol. 3, p. 1126.
13 O coração alegre. O rosto brilha de alegria quando o coração se encontra cheio de luz e paz. Mas o espírito é quebrantado pela tristeza constante no coração. Quando a ansiedade tem permissão para reinar, a resistência se enfraquece cada vez mais, até que o poder da mente por fim se abate. Os problemas mentais refletem na condição física do corpo (ver Pv 17:22; Ls, 255-258; PJ, 167, 168). CBASD, vol. 3, p. 1126.
15 Todos os dias do aflito são maus, mas a alegria do coração é banquete contínuo. A segunda oração sugere que pode ser a aflição mental que torna todos os dias maus. Os pessimistas se preocupam demais com o passado, que não podem mudar, e com o futuro, o qual não conhecem. Isso os impede de aproveitar com sabedoria o presente, o único que lhes pertence. Essa atitude de melancolia mancha a visão da pessoa e sua reação aos outros. O coração alegre e contente festeja no pouco que recebe com gratidão, esquece os problemas que ficaram para trás e olha para frente com alegria e confiança, rumo a um futuro sob o cuidado amoroso do Pai celestial (Lc 12:22-32). CBASD, vol. 3, p. 1126.
16 Melhor é o pouco. As riquezas ilimitadas de um mundo perfeito serão derramadas sobre todos aqueles que alcançarem perfeição de caráter (ver 1Tm 6:6-10, 17-190. CBASD, vol. 3, p. 1126.
19 É plana. Ou seja, elevada e nivelada como uma passarela. A atitude interior afeta todo o ambiente. O preguiçoso se fixa na ideia de evitar tudo que se pareça difícil; no entanto, quanto mais pensa em problemas, mais problemas vê. Enquanto o justo se encaminha constantemente para a direção do Céu, as dificuldades desaparecem à sua frente, pois a fé move a mão de Deus, e ele anda passo a passo numa estrada plana e elevada do restante do mundo. CBASD, vol. 3, p. 1126.
20 Despreza a sua mãe. Até mesmo quando o filho cresce o suficiente para perceber que sua mãe é humana e falível como os outros seres humanos, os íntimos laços criados tendem a preservar o respeito salutar por ela. Só quem perdeu a decência é capaz de destruir as memórias da infância de tal modo a desprezar a própria mãe (Pv 10:1; CBV, 376-378). CBASD, vol. 3, p. 1126.
23 O homem se alegra. Quando alguém dá uma resposta adequada ou um conselho sábio, sente-se alegre por ter conseguido fazer o bem (ver Pv 10:31, 32; 25:11). CBASD, vol. 3, p. 1126.
26 Os desígnios. As ações surgem dos pensamentos ou desígnios (Pv 23:7; Mc 7:21). Quando alguém é impedido, por circunstâncias externas, de realizar um mau desígnio, isso não lhe tira a culpa. CBASD, vol. 3, p. 1127.
27 O que odeia o suborno. O tema principal parece ser a aceitação de subornos para perverter a justiça (ver Dt 16:19; Is 1:23; Ez 22:12). Aquele que é tão ganancioso que se rebaixa a ponto de vender a honra não conquistará riquezas duradouras. Mais cedo ou mais tarde, suas ações serão conhecidas, e a família que viveu com luxo imerecido de repente se descobrirá pobre. CBASD, vol. 3, p. 1127.
29 Longe dos perversos. O Senhor não está longe de ninguém, a não ser daqueles que se recusam a buscá-Lo. Quem coloca os próprios desejos à frente da obediência a Deus descobre que seus pecados o separam do Senhor (ver Pv 15:8; Is 59:1-4). CBASD, vol. 3, p. 1127.
30 Boas-novas. Salomão aponta para a relação íntima entre os pensamentos ou humores e a condição física do corpo (ver v. 13; POv 16:24). CBASD, vol. 3, p. 1127.
32 Rejeita. Aquele que rejeita a instrução é irresponsável. Os assuntos em questão podem parecer simples, mas toda decisão afeta o destino eterno (ver Pv 8:36). CBASD, vol. 3, p. 1127.
33 Precede a honra. O temor do Senhor é a humildade verdadeira. Esse estado é necessário para receber a instrução capaz de tornar a pessoa sábia. Nas questões seculares, é igualmente verdadeiro afirmar que a honra verdadeira só é obtida por quem se mostra humilde o bastante para aprender a subir a escada do sucesso de quem já teve essa experiência (ver Pv 18:12; Mt 23:12; Tg 4:6). No exemplo de Cristo, a humildade e o sofrimento antecederam a grande exaltação (Fp 2:5-11; Hb 12:2; 1Pe 1:11). CBASD, vol. 3, p. 1127.