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1114 palavras
1-16 Um lamento (ver nota sobre 27:1-36) pelo faraó (Hofra), usando a imagem de um crocodilo sendo capturado e morto. Bíblia de Estudo Andrews.
1 ano duodécimo … no primeiro dia. 3 de março de 585 a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
Ano duodécimo. Do cativeiro de Joaquim …, isto é, 585 a.C. … Nessa época, Jerusalém já havia sido destruída, pois sua queda ocorrera em julho do ano anterior. Este capítulo encerra uma série de profecias contra o Egito. Nos v. 1 a 16 continua a denúncia contra o Egito por meio da figura de um dragão. Os v. 17 a 32 são um canto de lamentação pela descida do Egito ao she’ol. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 753.
2 Foste comparado a um filho de Leão. Como o leão é o rei dos animais, assim o faraó acreditava ser um grande líder mundial. CBASD, vol. 4, p. 753, 754.
Crocodilo. Do heb. tannim, mas segundo vários manuscritos tannin, “dragão”, que pode ser uma referência ao crocodilo (ver com. [CBASD] de Ez 29:3). CBASD, vol. 4, p. 754.
Heb leviatan. Pela descrição dada em Jo 41.1-14, pensa-se no crocodilo, mas é possível que se trate de linguagem figurada, tirada das tradições antigas. É interessante saber que o nome árabe de crocodilo é faraun. Bíblia Shedd.
Sujando os rios. A civilização que os Faraós fundavam ao longo do Nilo desde 2850 a.C. era tão idólatra, que aos olhos de Deus não passava de uma poluição das águas. Bíblia Shedd.
7 Cobrirei os céus. Um símbolo de destruição e luto. CBASD, vol. 4, p. 754.
9 Perturbarei os corações. Este versículo e o que se segue refletem o medo provocado sempre quando alguma grande potência cai, pois as nações menores ficam conscientes de que elas são ainda mais vulneráveis. Cf. sentimentos semelhantes despertados pela queda de Tiro (26.16-18; 27.35; 28.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Pasmados a teu respeito. Eles ficarão assombrados ao ver tanta riqueza e poder serem reduzidos a nada (Ap 18.17). Isso irá enchê-los de temor. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
Tremam. O relato da trágica sorte do Egito iria paralisar de medo os povos de outras terras, os quais temeriam que a espada que derrotou o Egito fosse brandida contra eles. CBASD, vol. 4, p. 754.
11 A “espada do rei da babilônia”, na realidade, era a espada do Senhor (cap. 21; 30:25). Bíblia de Genebra.
12 Os mais terríveis dos povos. Ver Ez 30:11. Uma descrição apropriada do açoite babilônico que varreu nação após nação. CBASD, vol. 4, p. 754.
14 Farei assentar as suas águas. O que significa, aqui, permitir que os sedimentos se assentem para que as águas se tornem claras. A LXX diz: “assim estarão em repouso suas águas”. O gado não mais agitaria a água com seus pés (ver v. 13). Em outras palavras, cessaria a movimentada cena da vida e da atividade egípcia. CBASD, vol. 4, p. 754.
Como o azeite. Isto é, suavemente; sem ser perturbado por homens e animais. CBASD, vol. 4, p. 754.
Filhas das nações. No antigo Oriente Médio, as mulheres eram contratadas para realizar atos formais de luto. CBASD, vol. 4, p. 754.
17-32 A sétima profecia de Ezequiel contra o Egito. profundezas … cova. Trata-se de uma profecia cheia de simbolismos. As nações que foram mortas e seus líderes são personificados e representados como se estivessem na cova ou she’ol, falando com faraó. Em vez de apoiar a continuação da vida após a morte em uma existência sombria no além, esta profecia simbólica enfatiza que as grandes nações que aterrorizavam a terra dos vivos um dia seriam destruídas. Bíblia de Estudo Andrews.
18 Pranteia sobre a multidão do Egito. O profeta é ordenado a predizer a destruição dessa nação. Contudo, deveria profetizar como alguém que tivesse uma afetuosa preocupação com ela. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
Faze-a descer. Quando um profeta, um fiel servo de Deus, pronuncia a sentença, considera-a como o próprio cumprimento da sentença. Mesmo os pagãos da antiguidade tinham medo de um pronunciamento profético por este motivo. Bíblia Shedd.
Profundezas da terra. Isto é, o she’ol (ver com. do v. 21), que era concebido como uma região das profundezas da terra (ver com. de Ez 31:15; para mais informação sobre o she’ol como o reino figurativo dos mortos, ver com. de Pv 15:11). CBASD, vol. 4, p. 754.
19 Os incircuncisos. A circuncisão era praticada no Egito antes de os hebreus irem para lá. Deitar-se com os incircuncisos seria considerado o ápice da indignidade. CBASD, vol. 4, p. 754.
21 Juntamente … lhe gritarão. As várias nações são representadas como se estivessem deitadas juntas no she’ol, e como se estivessem, figurativamente, mantendo uma conversa. Isaías também faz uso desta figura de linguagem (ver com. [CBASD] sobre o “rei da Babilônia” em Is 14:4, 15-19). CBASD, vol. 4, p. 754.
O Faraó é acolhido no Xeol por todos os príncipes bárbaros caídos antes dele nas batalhas. Bíblia de Jerusalém.
22-31 Este trecho descreve a jazida final de todas as nações pagãs da época, em linguagem figurada que não permite à passagem ser empregada como fonte de doutrina sobre a natureza do além, já que o profeta está se dirigindo aos pagãos, na linguagem dos mesmos. É o momento dos mais dramáticos da história do mundo, pois desde o tempo da queda de Samaria até à época do ministério de Ezequiel, a maioria das nações da terra, então conhecidas, foram totalmente eliminadas, para nunca mais serem restabelecidas. Bíblia Shedd.
22 A Assíria. Nínive, a capital da Assíria, fora capturada pelos caldeus em 612 a.C., e a última resistência foi esmagada em 608 a.C., antes da chegada dos aliados egípcios. Bíblia Shedd.
24 Elão. País a leste da Assíria, no atual Irã (ver Is 11:11). Bíblia de Estudo Andrews.
Nação que ocupava regiões montanhosas a leste da babilônia. Ela perdeu a independência para os assirios e foi, mais tarde, dominada pelos babilônios (ver com. de Jr 49:34). CBASD, vol. 4, p. 754.
Elão com toda a sua multidão. A visão que essa profecia nos dá de países arruinados pode mostrar-nos algo do mundo atual, e o império da morte que nele está. Os homens são engenhosos em encontrar maneiras de destruírem uns aos outros.
26 Meseque e Tubal.Este povo da área hoje conhecida como Turquia era linhagem grega, mas passou a pertencer aos persas. Levaria mais um século para descer ao sepulcro. Bíblia Shedd.
Ver 27.13, nota [Estes dois povos (32.26; 38.2-3; 39.1; Gn 10.2; 1Cr 1.5) estavam localizados na Ásia menos, na costa nordeste do mar mediterrâneo. Também são conhecidos através das inscrições assírias]. Bíblia de Genebra.
Ver 38:2. Bíblia de Estudo Andrews.
27 Não se acharam. A LXX traduz o texto assim: “E eles jazem com os gigantes de outrora que caíram.” CBASD, vol. 4, p. 755.
29 Edom. O cumprimento da profecia de 25.12-14. Bíblia Shedd.
30 Príncipes do Norte. Talvez a referência seja a chefes sírios. CBASD, vol. 4, p. 755.
Os reis da Síria, que afligiam os israelitas com a espada enquanto os sidônios os afligiam com a idolatria, na época de Acabe e Jorão (1 Rs 20.1-2; Rs 7.20). Bíblia Shedd.
Sidônios. Nome usado para os fenícios em geral. CBASD, vol. 4, p. 755
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EZEQUIEL 32 – Todas as pessoas, até mesmo as mais poderosas, são confrontadas pela autoridade de Deus, que governa sobre os destinos dos homens e das nações.
A justiça divina prevalece sobre os poderosos da Terra, trazendo humildade aos soberbos e consolo aos oprimidos. Mesmo os mais altivos são confrontados pela autoridade incontestável de Deus, que julga com misericórdia sem ignorar Sua justiça.
“Faraó podia se imaginar um filho de leão, mas, aos olhos de Deus, não passava de um crocodilo que ele pegaria em sua rede e destruiria. O rei da Babilônia acabaria com a soberba do Egito, e a terra ficaria destruída e silenciosa. As nações lamentariam com lágrimas. O Senhor ordenou que Ezequiel proferisse uma lamentação […] sobre o Egito e toda sua pompa”, sintetiza William MacDonald sobre Ezequiel 32:1-16.
Ezequiel 32:17-32 contempla a “sétima profecia sobre o Egito… Trata-se de uma profecia repleta de simbolismos. As nações foram mortas e seus líderes são personificados e representados como se estivessem na cova ou she’ol, falando com faraó. Em vez de apoiar a continuação da vida após a morte em uma existência sombria no além, esta profecia simbólica enfatiza que as grandes nações que aterrorizavam a terra dos vivos um dia seriam destruídas”, explica a Bíblia Andrews.
Três pontos sobressaem de Ezequiel 32:
• A soberba leva à queda – O Faraó, embora poderoso, foi advertido sobre sua arrogância e orgulho, que resultariam em destruição. Por outro lado, a humildade precede a honra. Reconhecer nossas limitações e dependência do Senhor capacita-nos a receber Sua graça e favor.
• A soberba cega a realidade – O Faraó foi comparado a um leão entre as nações, mas sua visão grandiosa o impediu de ver sua vulnerabilidade diante do juízo divino. Em outras palavras, o juízo divino é inevitável. A integridade moral e a submissão aos princípios divinos são essenciais para evitar a ruína espiritual e pessoal.
• A soberba aliena aliados – O texto destaca como o Egito e seus aliados serão humilhados, mostrando como a arrogância pode afastar uns dos outros. Portanto, o cuidado com a soberba é essencial. Vigiar contra a arrogância e cultivar a humildade diante de Deus e dos outros promove relacionamentos saudáveis, uma vida de satisfação e, por fim, a vida eterna.
Vamos refletir e reavivar-nos? – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: EZEQUIEL 31 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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809 palavras
Imagem intensamente simbólica da queda do orgulhoso faraó (Hofra) e de seu povo. Essa derrocada é comparada ao corte de uma árvore majestosa (que representou primeiro a Assíria e depois o Egito (v. 2, 3, 12). Bíblia de Estudo Andrews.
Assim como a Assíria, o Egito se orgulhou em sua força e beleza; isto seria sua derrota. Ele cairia como uma poderosa árvore e seria colocada no lugar dos mortos. Não há permanência à parte de Deus, mesmo para uma grande sociedade com cultura magnificente e poder militar. Life Application Study Bible Kingsway.
1 No undécimo ano, no terceiro mês, no primeiro dia do mês. 11 de junho de 586 a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
Undécimo ano. Do cativeiro de Joaquim (ver com. [CBASD] de Ez 1:2). … Esta profecia foi dada cerca de dois meses após a anterior. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 751.
2 Faraó. Hofra, ou Ápries, que foi notório por seu orgulho (ver com. [CBASD] de Ez 29:3). CBASD, vol. 4, p. 751.
3 Considere a Assíria. Grande nação que tinha caído. Em 609 a.C. o faraó Neco foi até Carquemis a fim de ajudar o Império Assírio, que estava cambaleando debaixo dos ataques de Nabucodonosor. O esforço fracassou e a Assíria desapareceu da história. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O profeta usa o destino da Assíria como uma advertência ao Egito, pois o antes poderoso Império Assírio tinha entrado em colapso entre 640-609 a.C. Alguns estudiosos pensam que é improvável que em um oráculo contra o Egito o enfoque primário tivesse caído sobre a Assíria (vs 3-17). Esses estudiosos sugerem que um erro do copista alterou uma das consoantes do texto e traduzem “Assíria” como “cipreste” ou como “ao que vos posso comparar”, o que seria um paralelismo melhor com a última frase do v. 2. Com essa correção, a passagem inteira fica girando em torno do Egito. Bíblia de Genebra.
4 As águas o fizeram crescer. A referência é ao Nilo ou ao Tigre, dependendo da interpretação adotada. CBASD, vol. 4, p. 751.
5 Se elevou a sua estatura. Ele era mais alto do que todas elas. Ele superava todos os príncipes ao seu redor, que eram como arbustos para ele. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
8 Os cedros do jardim de Deus não eram rivais para ele. O aspecto do orgulho é introduzido. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 Da mais poderosa das nações. Ou, “do dominador das nações”, (BJ), isto é, Nabucodonosor (ver com. [CBASD] de Ez 29:19). CBASD, vol. 4, p. 751.
14 Não se exaltem. Esta é a lição a ser extraída da parábola. Que as outras árvores não confiem na própria força nem se envaideçam com a prosperidade. CBASD, vol. 4, p. 751.
10 Como te elevaste na tua estatura. O rei do Egito assemelha-se ao rei da Assíria em pompa, poder e prosperidade. Da mesma maneira, assemelha-se a ele em seu orgulho. A mesma tentação de uma poderosa nação pela qual alguns são dominados é fatal para muitos outros também. O Egito irá assemelhar-se também à Assíria em sua queda. Ciáxares, rei dos Medos, junto com Nabucodonosor,, rei da babilônia, destruiu Nínive e, com ela, o império assírio. A respeito dos assírios [e também dos egípcios], podem-se afirmar três coisas. 1. É o próprio Deus que ordena sua ruína; 2. É o próprio pecado deles que procura sua ruína; 3. É algum poderoso dentro dos pagãos que é o instrumento de sua ruína. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
15, 16 Além. Do heb. she’ol, hades, na LXX, a morada figurativa dos mortos, representada como uma caverna subterrânea (ver com. [CBASD] de Pv 15:11). CBASD, vol. 4, p. 752.
A palavra heb sheol, que consta no texto original, na tradução brasileira, se traduz [foi traduzida por] “inferno” na antiga versão de Almeida. … “O além” é mais exato. Bíblia de Estudo NVI Vida. [Jacó disse em Gn 42:38, logo antes de sua morte, que iria para o Sheol, o que torna a tradução “inferno” inválida].
15 De preto por causa dele. As árvores do Líbano que ainda estavam em pé estavam de luto por ele, porque podiam ler seu próprio destino com a sua queda. A derrubada do cedro significa o massacre desse poderoso monarca e de todos os que o apoiavam. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
16 À cova. A palavra heb é bar, poço; dá-nos a ideia de sepultura. Bíblia Shedd.
Termo poético para a sepultura. profundezas. Outro termo poético para sepultura. Bíblia de Estudo Andrews.
17 Traspassados à espada. Aqui a realidade irrompe através da figura. CBASD, vol. 4, p. 752.
Seu braço. Seus auxiliares, aqueles que o ajudavam em suas conquistas. CBASD, vol. 4, p. 752.
18 Às profundezas. Já é outra palavra para o lugar dos mortos. Em heb é tahit que quer dizer “embaixo”. Bíblia Shedd.
Incircuncisos. O rito da purificação da circuncisão era praticado pelos egípcios, que lhe davam muita importância. Daí ser vergonhoso passar a “jazer no além”com as nações “incivilizadas”, a ponto de ser objeto do escárnio das mesmas. Bíblia Shedd.
Este é Faraó. Esta é a aplicação da alegoria. CBASD, vol. 4, p. 752.
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EZEQUIEL 31 – Aqui, o profeta Ezequiel apresenta uma profecia contra o Egito, utilizando a metáfora de uma árvore alta e majestosa para representar o poder e a glória do Faraó do Egito. A árvore representa especificamente o Faraó e seu reino.
Ezequiel inicia comparando o Faraó a uma árvore majestosa no Jardim de Deus – alta, com ramos espessos e muitos galhos, que simbolizam a grandeza e o poder do Egito e de seu líder (Ezequiel 31:1-11).
No entanto, apesar de sua grandeza, a árvore é derrubada por Deus, representando a queda do Faraó do Egito (Ezequiel 31:10-14). O evidente julgamento divino se deve à arrogância e à soberba do Faraó, que se considerava mais grandioso do que qualquer outra nação ou líder. “Em Daniel 4:11-12 e 20-22 a própria Babilônia é comparada a uma árvore frondosa, cuja altura chagava até o céu e nos ramos da qual as aves do céu faziam morada”, observa Siegfried Schwantes.
A queda de Faraó serve como aviso a outras nações que também são orgulhosas e confiam em sua própria força, em vez de confiar em Deus. Ezequiel conclui o capítulo reafirmando a soberania e o poder de Deus sobre todas as nações e advertindo que aqueles que se elevam em orgulho serão humilhados (Ezequiel 31:15-19).
“Despojando a alegoria de seu adorno poético, conclui-se que ‘o jardim de Deus’ é este mundo, e as árvores que nele se encontram são as várias nações”, diz Schwantes.
Em essência, Ezequiel 31 é uma advertência profética contra a arrogância e a autoconfiança das nações, utilizando a queda de Faraó e do Egito como exemplo poderoso do julgamento de Deus sobre o terrível orgulho humano.
Uma das duas lições importantes extraídas de Ezequiel 31 por Schwantes são as seguintes:
• “Não é a prosperidade de uma nação que é condenada, mas o orgulho e a arrogância que geralmente acompanham a prosperidade”.
• “A luta por supremacia entre as nações não passa de um exercício fútil. Todas as nações estão destinadas a perecer. Sua sorte não é melhor do que a do homem mortal que também descerá à cova”.
Orgulho é destrutivo! Independentemente de nossa nacionalidade, e de nossa função na sociedade, todos nós precisamos assimilar ao nosso coração as verdades de Ezequiel 31. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 30 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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734 palavras
Continuação do tema iniciado na seção anterior: Nabucodonosor é o agente de Deus para o juízo do Egito. Bíblia de Estudo Andrews.
Este é um lamento pelo Egito e seus aliados. Por causa do orgulho e da idolatria dos egípcios, eles seriam derrubados. Life Application Study Bible Kingsway.
3 O Dia do SENHOR. Ver com. [CBASD] de Is 2:12. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 748.
O tempo dos gentios. Ou, “o tempo das nações”. Deus mantém um registro de contas com as nações. Ele determina quando se enche a medida da iniquidade delas. CBASD, vol. 4, p. 748.
5 Etiópia. O vizinho do Egito ao sul, região do Nilo (Gn 10:6). Pute. Ou Líbia. Ficava no norte da África. Lude. Ou, Lídia, na Ásia menor; os lídios eram mercenários no exército egípcio. toda a Arábia. Provável referência a mercenários estrangeiros de várias terras (ver Jr 25:20; 50:37). Bíblia de Estudo Andrews.
8 Saberão que Eu sou o SENHOR. Esta frase é um refrão constante no livro de Ezequiel. É uma declaração do grande objetivo de Deus, ou seja, levar a toda humanidade um conhecimento de Si mesmo que produza salvação. Ele emprega vários meios para declarar Seus conselhos à raça humana. Fala por meio da voz da consciência, por meio de profetas inspirados e através de providências e juízos divinos. Seu objetivo supremo é que o conhecimento do Seu nome permeie toda a Terra como as águas cobrem o mar (Hc 2:14). A mensagem inspirada contra o Egito pode ser considerada como a tentativa de Deus de revelar Sua solicitude pela vasta multidão de pessoas que habitava aquele país (ver com. [CBASD] de Ez 6:7). CBASD, vol. 4, p. 748, 749.
9 Mensageiros. Pode se referir aos egípcios que fugiram e, ao chegarem à Etiópia, alarmaram a população dali com a notícia da queda do Egito, ou a um enviado especial para advertir os etíopes. CBASD, vol. 4, p. 749.
Descuidada. Do heb. betach, alguém que está seguro, que não suspeita de nada. CBASD, vol. 4, p. 749.
12 Rios. Do heb. ye’orim, … uma forma plural e pode ser usada para descrever o Nilo com seus afluentes e sua rede de canais. CBASD, vol. 4, p. 749.
13 Mênfis. Antiga capital do Cairo, ficava a 24 km da moderna capital do Cairo. Bíblia de Estudo Andrews.
14 Nô. Outro nome para Tebas, cidade na margem oriental do Nilo, cerca de 500 km ao sul do Cairo (ver com. [CBASD] de Jr 46:25). CBASD, vol. 4, p. 749.
A moderna Luxor. Bíblia de Estudo Andrews.
17 Áven. Corresponde a Om, de Gênesis 41:45 e 50 (de onde saiu a esposa de José), a Bete-Semes (casa do sol), de Jeremias 43:13, e à Heliópolis (cidade do sol) dos gregos, assim chamada porque desde os mais remotos tempos havia sido a principal sede do culto egípcio ao Sol. CBASD, vol. 4, p. 749.
Pi-Besete. Uma cidade situada no Delta do Nilo, cerca de 80 km a nordeste de Mênfis, no sítio que hoje é denominado Tell Basta. Era o centro do culto a Bastet, deusa de cabeça de gato, adorada com orgias (ver Heródoto, ii.66). Foi encontrado um cemitério para gatos neste antigo sítio, do qual hoje existem apenas ruínas. A cidade é mais comumente conhecida pelo nome de Bubastis. CBASD, vol. 4, p. 749.
18 Tafnes. Uma cidade cerca de 40 km a sudoeste de Pelúsio (ver com. [CBASD] de Jr 2:16; Ez 30:15). Esta é a cidade para a qual os judeus fugiram depois do assassinato de Gedalias. Como sinal da destruição dos judeus remanescentes no Egito, foi ordenado a Jeremias que escondesse pedras na entrada do faraó, em Tafnes, a fim de marcar o local onde Nabucodonosor estenderia seu baldaquino real (Jr 43:9-11). CBASD, vol. 4, p. 749.
Escurecerá. Um símbolo profético comum que descreve uma calamidade futura (ver Is 13:10; Jl 2:10, 31; 3:15; Am 8:9). CBASD, vol. 4, p. 750.
21 Faraó, rei do Egito. Hofra, ou Ápries (589-570 a.C.),um homem de grandes empreendimentos e de gênio militar (ver vol. 2 [CBASD], p. 75, 76). CBASD, vol. 4, p. 750.6:10).
21-26 Esta profecia foi dada a Ezequiel em 587 a.C. Deus destruiu a superioridade militar do Egito e a deu à Babilônia. Deus permitiu que nações subissem ao poder para desempenhar um propósito particular, geralmente além da nossa compreensão imediata. Quando você ler [escutar] a respeito de exércitos e guerras, não se desespere. Lembre-se que Deus é soberano e no comando de tudo, até mesmo o poder militar. Além de orar pelos seus líderes militares e civis, ore para que os maiores propósitos de Deus se cumpram e que isto se cumpra “na terra, assim como no céu” (cf. Mt 6:10). Life Application Study Bible Kingsway.
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EZEQUIEL 30 – Olhando atentamente, o texto em análise ressalta a soberania e a justiça do único Deus, Senhor do Universo, em contraste com a impotência e o vazio dos ídolos adorados pelas nações do mundo.
Ezequiel 30 apresenta uma mensagem profética que aborda a queda iminente do Egito, bem como a intervenção divina nesse complexo processo. Dentro desse contexto, emerge uma sentença aos ídolos, aos deuses falsos e à religião pervertida que permeavam as sociedades antigas – oferecendo aplicações hodiernas.
Mênfis, a capital do Baixo Egito, era um dos principais centros religiosos e culturais do antigo Egito. Nesta cidade, encontravam-se importantes templos e divindades como Ptan e Apis. Ptan era considerado o deus criador e patrono da cidade de Mênfis, enquanto Apis era um deus touro, frequentemente associado à fertilidade e à renovação. No entanto, Ezequiel profetiza a destruição desses ídolos e dos templos em Mênfis. A mensagem é clara:
• A adoração de ídolos e deuses falsos é vazia e será submetida à ira divina.
• A menção específica a Mênfis ressalta a gravidade da idolatria e a necessidade de se voltar ao verdadeiro Deus.
Heliópolis, conhecida como On no Antigo Testamento, era famosa pelo seu culto ao sol. O nome Heliópolis significa “Cidade do Sol”, e era uma cidade que se concentrava o culto ao deus sol, Rá. Este culto era central na religião egípcia, e o sol era visto como uma divindade poderosa e benéfica. O profeta, no entanto, não poupa Heliópolis da condenação divina. Ao chamar a cidade de Áven, que significa “iniquidade” ou “perversidade”, Ezequiel destaca a corrupção religiosa e social que permeava o culto ao sol. A referência a Heliópolis com Beth-Shemesh, “casa do sol”, em Jeremias 43:13, reforça a ideia e aponta para a necessidade de abandonar a adoração falsa e voltar-se para o verdadeiro Deus.
Ezequiel 30 nos alerta da fragilidade e da vaidade dessas práticas religiosas quando desprovidas do verdadeiro conhecimento e adoração ao único Deus verdadeiro.
A condenação dessas cidades e seus deuses não é apenas um julgamento sobre as práticas religiosas do Antigo Egito, mas um chamado universal à pureza na adoração e à rejeição de qualquer forma falsa de religião.
Meditemos sobre nossas práticas religiosas e procuremos ter uma adoração genuína ao Soberano Senhor! Reavivemos-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 29 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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1073 palavras
29:1 – 32:32 Sete profecias contra o Egito, a maioria delas durante os últimos anos antes da destruição de Jerusalém, quando o faraó-Hofra … insistia em que o rei Zedequias se rebelasse contra Nabucodonosor (Jr 37:5-8; Ez 17:15). Bíblia de Estudo Andrews.
O Egito tinha grande tesouros artístico, uma florescente civilização e poder militar mundialmente reconhecido. Infelizmente, era um país mau, egoísta, idólatra e tremendamente cruel com os cativos. Por estes pecados Deus condenou o Egito. Na batalha de Carquemis em 605 a.C., Babilônia esmagou o Egito junto com a Assíria, seus rivais à posição de potência hegemônica mundial. Life Application Study Bible Kingsway.
1 No décimo ano. Do cativeiro de Joaquim (ver com. de Ez 1:2). A data do mês aqui dada corresponde a janeiro de 587 a.C. … Talvez a profecia tenha sido dada pouco depois de os babilônios levantarem temporariamente o cerco a Jerusalém por causa da aproximação dos egípcios enviados por Hofra (Jr 37:5, 11). Jeremias havia profetizado o fracasso dessa tentativa (37:6-10). A notícia desses acontecimentos pode ter produzido nos exilados nova esperança de que Jerusalém seria livrada, e talvez a profecia de Ezequiel contra o Egito tenha sido dada por causa dessas circunstâncias. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 745.
3 Faraó. O faraó que estava no trono era Hofra, o Ápries dos gregos, o qual reinou de 589 a 570 a.C. (vol. 2 [CBASD], p. 65, 76). CBASD, vol. 4, p. 745.
eu o fiz. Ver também Ez 29:10. … Esta era uma reivindicação de divindade por parte do faraó-Hofra. O historiador grego Heródoto (ii.170) relata a arrogância de Ápries ao afirmar que nem mesmo um deus poderia tirá-lo do poder. Os faraós da 26ª dinastia ousaram sonhar que seriam capazes de reconstruir o antigo império egípcio na Ásia e desafiaram o então recente império neobabilônico. Bíblia de Estudo Andrews.
O Nilo é meu. O Nilo era e alegria e o orgulho do Egito, um rio doador de vida que cortava o deserto. Em vez de agradecer a Deus, contudo, o Egito dizia: “O Nilo é meu, eu o fiz”. … Muitas vezes não damos valor o que Deus nos tem dado, pensando que tudo o que fazemos é de nosso único crédito. Sem dúvida, nós colocamos um bocado de esforço, mas Deus nos forneceu os recursos, nos deu as habilidades e nos proveu as oportunidades para que tudo viesse a acontecer. Em vez de proclamar nossa grandeza, como os egípcios fizeream, devemos proclamar a grandeza de Deus e dar a Ele a glória. Life Application Study Bible Kingsway.
O meu rio. De acordo com Heródoto (ii.170), Ápries se gabava de estar tão bem estabelecido que nem mesmo um deus poderia tirá-lo do poder. Os monumentos do Egito dão testemunho do orgulho dos faraós. CBASD, vol. 4, p. 745.
4 Os peixes dos teus rios. Provavelmente, representavam os exércitos egípcios ou os aliados do Egito. O faraó não pereceria sozinho; envolveria outros na mesma ruína. CBASD, vol. 4, p. 746.
5 Campo aberto. Lançados em campo aberto, eles seriam devorados pelas aves de rapina e por animais predadores. O Egito seria destinado à pilhagem. CBASD, vol. 4, p. 746.
6 Um bordão de cana. A figura é local. Canas ou juncos crescem abundantemente nas margens do Nilo (ver Êx 2:3). … A aliança de Zedequias com o Egito estava fadada ao fracasso (Jr 37:5-7). CBASD, vol. 4, p. 746.
Os habitantes de Judá depositaram falsas esperanças em Hofra, julgando que a cidade [Jerusalém] seria poupada se confiassem nele. Bíblia de Estudo Andrews.
10 Sevene. Uma cidade na fronteira do sul do Egito, representada pela moderna Aswân (ou Assuã), que está situada próxima às ruínas da antiga. As duas cidades, Migdol e Sevene, representam as extremidades norte e sul da terra. CBASD, vol. 4, p. 746.
11 Quarenta anos. O número 40 lembra o castigo que a geração do deserto recebeu por ter se rebelado contra o Senhor. O Egito sucumbiu aos babilônios em 568 a.C.; Nabucodonosor atacou o palácio do Faraó em Tafnes, queimou o templo dos deuses egípcios e destruiu o obelisco do faraó de Heliópolis (Jr 43-44; ver notas sobre Ez 30:13-18). Não existe nenhum registro preservado de um exílio de 40 anos do povo egípcio, seguido de um retorno (durante o governo persa), mas isto não é improvável. Bíblia de Estudo Andrews.
reino humilde. O Egito nunca mais recuperaria sua glória do passado. Bíblia de Estudo Andrews.
13 Ajuntarei os egípcios. Diferentemente de Tiro, de outras cidades-estados cananeias e, posteriormente, de Babilônia, o Egito devia ter uma restauração. É difícil determinar o evento histórico aqui predito. CBASD, vol. 4, p. 746.
15 Nunca mais se exaltará sobre as nações. Isto se cumpriu historicamente. O Egito foi dominado por nações estrangeiras pouco mais d meio século depois dessa época, e embora tenha sobrevivido a todos os dominadores estrangeiros, nunca mais voltou a ter grandeza e o prestigio antigos. CBASD, vol. 4, p. 746.
16 A confiança. O povo de Deus havia pecado repetidamente ao olhar para o Egito em busca de ajuda (2Rs 17:4; 23:35; Is 30:2, 3; cf. Is 35:4, 6). Esta tentação seria inteiramente removida. CBASD, vol. 4, p. 746.
17 No vigésimo sétimo ano. Do cativeiro de Joaquim (ver com. [CBASD] de Ez 1:2); a data do mês se dá em abril de 571 ou 570 a.C. (ver p. [CBASD] 624). Esta é a data mais tardia em Ezequiel. A mensagem dos v. 17 a 21 foi colocada aqui a fim de que todas as profecias sobre o Egito fossem agrupadas. CBASD, vol. 4, p. 746.
18 Não houve paga. O cerco de Tiro, que durou 13 anos, terminou em 573 a.C. Nabucodonosor não conseguiu conquistar a cidade que ficava na ilha (ver com. [CBASD] de Ez 26:7). O cerco de Tiro é representado como um serviço prestado a Deus, pelo qual Nabucodonosor não havia sido devidamente recompensado. CBASD, vol. 4, p. 746.
19 Nabucodonosor. Tabletes cuneiformes de Nabucodonosor falam de uma campanha contra o Egito no 37º ano desse rei … O tablete está quebrado e, por isso, não se tem o relato completo da campanha. CBASD, vol. 4, p. 746.
21 Naquele dia. Fórmula comum para indicar um período escatológico e/ou a era messiânica (ex., 38:19; 39:11; ocorre mais de 40 vezes em Isaías). Bíblia de Estudo Andrews.
O poder. No hebraico, “chifre”, um símbolo do poder (ver Dt 33:17; Sl 92:10). Quando Israel aprendesse a colocar a confiança unicamente em Deus, e não em um poder terreno como o Egito, esse chifre que fora cortado começaria a despontar novamente. CBASD, vol. 4, p. 747.
Farei brotar o poder. Prediz a vinda do Messias, ecoando a oração profética de Ana (ver nota sobre 1Sm 2:10; ver também Sl 132:17; 148:14). É uma das cinco profecias messiânicas em Ezequiel. Bíblia de Estudo Andrews.
E te darei que fales livremente. Provavelmente, não uma referência ao silêncio imposto a Ezequiel (mencionado em Ez 24:27), mas à obra do profeta como ensinador do povo. CBASD, vol. 4, p. 746.