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Texto bíblico: ZACARIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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677 palavras
1-8 A oitava visão (Zc 6:1-8) representa Deus supervisionando os negócios da terra para a realização de Seu propósito divino, como estabelecido nas visões anteriores, e garantindo a Israel o sucesso em sua missão.
5 Ventos. Do heb. ruchoth, singular ruach.
Saem. Essa passagem pode ser traduzida como na RSV: “Eles saem para os quatro ventos do céu”.
6 Terra do Norte. Devido às rotas invasoras de Babilônia entrarem na Palestina pelo norte, os babilônios tinham sido designados como um poder do norte (ver com. de Jr 1:14, 15). O termo poderia, apropriadamente, ser [também] aplicado aos persas, que tomaram os territórios de Babilônia. … A delegação para a terra do norte, possivelmente, simbolizava a influência exercida sobre os governantes do império persa para promover a obra de Deus. … A visão deve ter levado grande encorajamento aos desalentados construtores, pois deu-lhes a certeza de que a missão para a terra do norte seria bem-sucedida. … Dario emitiu um decreto logo depois, permitindo que a obra avançasse, encorajando a iniciativa com recursos públicos e ameaçando qualquer um que se opusesse (Ed 6:7-12).
7 Cavalos fortes. … a impaciência e avidez de todos os cavalos pode ter sido a intenção da representação, mostrando assim, a rapidez com que o Céu interviria para dissipar a angústia e insegurança vigentes (ver com. do v. 6).
8 Fazem repousar o Meu Espírito. “Espírito” (do heb. ruach) pode ser usado neste versículo no sentido de “vontade” ou “volição” (ver com. de Ec 12:7). A expressão pode se referir ao cumprimento da vontade de Deus na Pérsia; ou seja, a emissão de um decreto favorável aos judeus (ver com. de Zc 6:6; ver também 1:11, 15).
9 Palavra do SENHOR. Nos v. 9 a 15 é retratado um notável simbolismo da obra do Messias.
10 Recebe dos que. Nas oito visões (1:7 a 6:8), Zacarias foi apenas um observador. Pode ser que as instruções dadas ao profeta neste versículo deveriam ser realizadas como parte da cerimônia inaugural do sumo sacerdócio de Josué, no tempo em que os serviços do templo foram reiniciados.
Dos que foram levados cativos. Alguns têm sugerido que os três homens eram representantes dos judeus que ainda estavam em Babilônia e tinham voltado com ofertas para o templo.
11 Josué. Neste versículo, o sumo sacerdote representa o Messias, assim como Zacarias 3:1 a 4 ele representa o povo.
12 Renovo. Do heb. tsemach (ver com. de Zc 3:8). Uma clara profecia messiânica reconhecida como tal pelos judeus.
Brotará. Do heb. tsamach, “brotar”, “germinar”. De tsamach, é derivada tsemach, a palavra traduzida por “Renovo”.
Edificará o templo. Neste versículo, é anunciada mais do que a conclusão física do templo por Zorobabel (Ed 6:14, 15). O profeta vislumbra a casa espiritual (ver com. de Zc 6:15; cf. 1Co 3:16, 17; Ef 2:19-22; 1Pe 2:3-5; GC, 416).
13 Depois da oitava visão, o profeta apresenta uma ilustração inspirada da vinda do Messias, um “sacerdote no Seu trono” (Zc 6:13), e o ajuntamento das nações da Terra ao verdadeiro Deus (v. 15). Tudo isto [as oito visões], como explicado em 1:7 a 6:15, certamente ocorreria caso Israel diligentemente obedecesse à voz do Senhor (Zc 6:15; cf. Dt 28:1, 14; ver p. 17-21).
Sacerdote. Como Melquisedeque, que exercia o duplo ofício de sacerdote e rei (Lc 1:32, 33; Hb 5:5, 6, 10; 7:1, 2, 15-17; 8:1, 2), Cristo seria sacerdote e subiria ao “trono de Seu pai Davi”(ver Sl 110:1-4). Na época de Seu primeiro advento, Cristo Se qualificou para servir como sumo sacerdote no santuário celestial (Hb 2:17), para remover o pecado do ser humano e lhe transformar o caráter. Em Seu segundo advento, Ele virá como Rei, para reinar (ver com. de Mt 25:31).
Perfeita união. Assim se descreve a harmonia entre o Pai e o Filho para a salvação do ser humano (ver T8, 269; GC, 416, 417).
14 Coroas. Ou, “coroa”.
15 Que estão longe. Estes são os gentios que se juntariam aos judeus no reino messiânico (ver Is 11:9; 57:13). Deus está agora realizando Seus propósitos por meio do Israel espiritual (ver Ef 2:19-22; 1Pe 2:3-5; AA, 595; ver p. 15-23).
Se. Os judeus poderiam ter formado o núcleo da casa espiritual de Deus. No entanto, as promessas feitas a eles eram condicionais, como claramente indicado neste versículo. Mesmo assim, a despeito da falha humana, os propósitos da vontade de Deus avançarão continuamente e serão realizados por meio daqueles que, em cada nação, constituem Sua casa espiritual hoje (ver p. 21-23).
Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1207-1209.
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ZACARIAS 6 – As visões de Zacarias e as visões de João na Ilha de Patmos possuem diversas relações, tanto temáticas quanto simbólicas, refletindo a continuidade e o desenvolvimento da revelação divina ao longo das Escrituras; por exemplo:
• Zacarias foca na reconstrução do templo e na restauração de Jerusalém após o exílio babilônico. No Apocalipse, João descreve a redenção final sobre a escravidão do pecado e a vitória de Deus sobre o mal, culminando na Nova Jerusalém.
• Em Zacarias há uma luta entre as forças divinas e as malignas na figura de Satanás opondo-se ao sumo sacerdote Josué (Zacarias 3). No Apocalipse, a batalha entre o Cordeiro e o Dragão é central (Apocalipse 12).
• Zacarias tem visões de cavalos de diferentes cores (Zacarias 1:8; 6:1-8) que representam os espíritos do Céu patrulhando a Terra. No Apocalipse, os quatro cavaleiros (Apocalipse 6:1-8) simbolizam diferentes forças influenciadoras e julgamento da terra.
• Zacarias 4 descreve um candeeiro de ouro com duas oliveiras ao lado, simbolizando a presença do Espírito Santo e os líderes de Deus – Zorobabel e Josué. No Apocalipse, João vê dois candeeiros e duas oliveiras (Apocalipse 11:4), representando as duas testemunhas de Deus.
• Zacarias 2 fala sobre a medição de Jerusalém, simbolizando sua futura proteção e glória. No Apocalipse, João vê a Nova Jerusalém descendo do Céu, uma cidade perfeita e gloriosa preparada por Deus para Seu povo (Apocalipse 21).
• Zacarias fala de Josué, o sumo sacerdote, e Zorobabel, o governador, como líderes escolhidos de Deus. Em Apocalipse, Jesus Cristo é descrito como o Sumo Sacerdote e Rei dos reis, liderando Seu povo à vitória final (Apocalipse 19).
• Zacarias dá grande ênfase na reconstrução do templo em Jerusalém como símbolo da presença e da adoração a Deus (Zacarias 6:9-15). No Apocalipse, o Templo celestial é um tema recorrente; e, no final do livro, é dito que não haverá templo na Nova Jerusalém, porque Deus e o Cordeiro estarão literalmente presentes recebendo adoração (Apocalipse 21:1-22:5).
Em Zacarias 6:12 faz-se referência ao “Renovo”, simbolizando a continuidade e a renovação da promessa divina, que será realizada plenamente no estabelecimento do reino milenar de Cristo, quando após o Milênio estabelecerá Seu Reino eterno.
Temos uma maravilhosa esperança real para ver sua concretização, a qual é um motivo especial para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ZACARIAS 5 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Zacarias 5 usa ilustrações que não fazem muito sentido para os que vivem no desenvolvido mundo moderno. Eu também não tenho certeza de quanto sentido elas fizeram para Zacarias, pois ele perguntou ao anjo “O que é isso?” (Zc 5:6). Essas visões me dizem duas coisas. Em primeiro lugar, Deus sabe que nos confundimos facilmente e quer que entendamos o que está acontecendo, tanto que ele enviou um anjo para explicar a visão a Zacarias.
Lembro-me de ensinar Provérbios 3:5,6 aos nossos filhos: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas.” e perguntando a nossos filhos o que eles achavam que isso significava. Nosso filho mais novo respondeu: “Significa que muitas coisas confusas vão acontecer com você, mas não se preocupe com isso.” Deus promete que vai deixar claro o que Ele quer que façamos.
A outra coisa que este capítulo me diz é que Deus vai colocar uma restrição sobre o mal, assim como colocou uma tampa pesada de chumbo sobre a boca do cesto em que a mulher iníqua se assentou (ver Zacarias 5:8). Algum dia, a maldade não terá mais rédea solta.
Karen D. Lifshay
Hermiston SDA Secretário de Comunicações da Igreja, Oregon, EUA
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450 palavras
1 Tornei. Na sexta visão (v. 1-4), por meio de um rolo voante, a Zacarias é mostrado como Deus lidaria com os israelitas que se recusavam a, simbolicamente, trocar as vestes (Zc 3:4) e que se rebelavam contra a liderança do Espírito Santo (Zc 4:6; ver com. de 1:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1205.
Rolo. O rolo que Zacarias viu, possivelmente, era feito de couro. CBASD, vol. 4, p. 1205.
2 Comprimento. Como Zacarias conseguia estimar as dimensões, o rolo parecia estar totalmente aberto. Pela medição moderna, o rolo tinha entre cinco e dez metros. CBASD, vol. 4, p. 1205.
3 Furtar. O furto representa ofensas contra pessoas e o jurar falsamente, uma ofensa contra Deus (ver com. de Mt 5:33-37). Esses dois males foram largamente praticados contra os judeus que retornaram do exílio e, por isso, foram apontados como exemplos de um declínio geral da moralidade. CBASD, vol. 4, p. 1205.
Expulso. A fim de realizar os planos de Deus, era necessário que o Israel da restauração fosse puro. CBASD, vol. 4, p. 1206.
4 Entrar. Não há escapatória ao pecador. A maldição entrará na casa do ladrão e daquele que jura falsamente e “pernoitará” ali até que tenha realizado o seu propósito, inclusive a destruição dos ocupantes da casa. CBASD, vol. 4, p. 1206.
5 E vê que é isto que sai. A sétima visão (v. 5-11) simboliza a remoção da iniquidade da terra (ver com. de Zc 1:8). CBASD, vol. 4, p. 1206.
6 efa (ARA; NVI: “vasilha”). Referência a uma cesta, um barril comum usado como medida, cujo volume geralmente equivale a 22 l. Bíblia de Estudo Andrews.
Uma medida de volume para secos, equivalente a 22 litros. Já que um recipiente deste tamanho não seria suficiente para conter uma mulher (v. 7), alguns têm sugerido que a intenção da descrição seja a forma e não o volume. CBASD, vol. 4, p. 1206.
8 Impiedade. Esta mulher personificava a iniquidade do Israel apóstata, que Deus procurava remover. Desta forma, a visão está relacionada à anterior (ver com. dos v. 1-4). CBASD, vol. 4, p. 1206.
E a lançou. Aparentemente, a mulher tentou sair do efa [vasilha, caixa] quando a tampa foi erguida, mas o anjo a lançou de volta. CBASD, vol. 4, p. 1206.
Peso de chumbo. Isto é, a tampa de chumbo. A tampa era pesada, pois a finalidade era manter a mulher confinada dentro do efa. CBASD, vol. 4, p. 1206.
11 Sinar. Babilônia (ver com. de Dn 1:2) é representada como o local onde habitava a iniquidade. Aqueles que saíram de Babilônia deveriam deixar suas iniquidades ali. No entanto, ainda hoje há provisão para o pecado (ver Zc 3:1-5; ver com. de Zc 5:3). Assim como o povo de Deus foi ajuntado fora de Babilônia, os que estavam entre Seu povo e recusavam permitir a transformação do caráter deveriam ser ajuntados fora de Israel e retirados para Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 1206.
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ZACARIAS 5 – O contexto histórico de Zacarias é crucial para compreender suas mensagens. O profeta é contemporâneo de Ageu, e ambos enfrentam o desafio de revitalizar a comunidade no processo da reconstrução do Templo e na restauração espiritual, após o retorno dos judeus do cativeiro babilônico. As visões de Zacarias servem tanto como advertências quanto como mensagens de esperança, incentivando o povo a afastar-se do pecado e a confiar na intervenção divina para sua restauração.
“Algo particularmente interessante nos escritos de Zacarias é o registro das oito visões, cheias de imagens dramáticas (Zc 1:7-21; 2:1-13; 3:1-10; 4:1-14; 5:1-11; 6:1-15). Essas imagens e outros aspectos da obra do profeta, tanto nas visões como nos oráculos que se seguem (Zc 9:1-11:17; 12:1-14:21), são elementos de um tipo especial de profecia, descrita tecnicamente como ‘apocalíptica’. Esses elementos incluem o uso abundante de animais simbólicos, intervenções dramáticas e impressionantes de Yahweh na história humana, cenas bizarras de vasos e rolos voadores etc. Essa linguagem apocalíptica já fora empregada antes por Ezequiel e até mesmo por Isaías, mas nenhum profeta supera Zacarias no uso desse método de revelação” (Luter Boyd).
As visões de Zacarias 5 são complexas e ricas em simbolismos, que refletem tanto o contexto histórico de seu tempo quanto temas teológicos profundos:
• A primeira visão do pergaminho voador (vs. 1-4) destaca a condenação do pecado, especificamente o perjúrio e o roubo, indicando um julgamento iminente e abrangente sobre os pecadores.
• A segunda visão da mulher dentro de um cesto (vs. 5-11) simboliza a iniquidade sendo retirada de Israel, enfatizando a purificação e restauração da comunidade.
Teologicamente, Zacarias 5 confronta-nos com a seriedade do pecado e a inevitabilidade do julgamento divino, mas também nos oferece uma visão da graça purificadora de Deus. O rolo/pergaminho voador é um lembrete de que a Lei de Deus ainda é a norma válida pela qual a humanidade é medida, e que a violação desta Lei tem sérias consequências. A mulher no cesto, por outro lado, ilustra a remoção do pecado do povo de Deus, apontando para a promessa divina de purificar o povo e restaurar a justiça.
Assim, Zacarias 5 nos desafia a refletir sobre a santidade e a justiça de Deus, bem como Seu compromisso contínuo em nos redimir! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: ZACARIAS 4 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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350 palavras
1 E me despertou. Este incidente marca a transição de uma visão para outra.
2 Candelabro. O simbolismo é evidentemente um empréstimo do candelabro no santuário.
Vaso. Este continha o óleo, que alimentava as sete lâmpadas nos sete tubos.
6 Zorobabel. Neste versículo, Zorobabel representa a liderança e a administração civil, assim como Josué (Zc 3:1) representa a liderança religiosa da nação.
Pelo Meu Espírito. O óleo fornecido pela oliveira (v. 3) tipificava o Espírito Santo (ver PJ, 408). Somente a graça divina venceria todos os obstáculos que os reconstrutores enfrentariam em Jerusalém (ver p. 1181). Zorobabel e seus companheiros estavam deprimidos por sua débil habilidade e escassos recursos para realizar a obra de restauração contra a oposição de seus inimigos. A visão mostrou que os propósitos de Deus para Israel seriam alcançados não por “força” ou “poder” humanos, mas pelo Seu próprio Espírito e poder.
7 Grande monte. Símbolo das dificuldades aparentemente insuperáveis que Zorobabel teria de enfrentar para realizar seu propósito (ver com. de Is 2:2).
Pedra de remate. A Zorobabel é assegurado que ele concluiria a obra de restauração ao colocar a pedra de remate ou pedra angular (ver T7, 170).
10 Humildes começos. Isto é, o pequeno progresso feito até então.
Alegrar-se-á. Isto é, com a realização do parecia impossível.
Aqueles sete olhos. Neste versículo, eles se convertem num símbolo de onisciência e onipresença de Deus. “O Guarda de Israel” não dormita nem dorme (Sl 121:4). De Seu grande e elevado trono, Ele dirige os negócios desta terra e cumpre os propósitos desta terra e cumpre os propósitos de Sua vontade. Nada escapa à Sua observação (ver Sl 139:1-12; ver com. de Dn 4:17).
11 Que são … ? O significado das duas oliveiras (v. 3) ainda não tinha sido dado.
14 Dois ungidos. Os ungidos, portanto, representam os instrumentos celestiais por meio dos quais o Espírito Santo é concedido aos seres humanos que são completamente consagrados ao Seu serviço.
[Nota: Os comentários da Bíblia de Andrews interpretam as duas oliveiras como sendo Josué e Zorobabel; A comentarista do blog mundial, Karen D. Lifshay, interpreta as duas oliveiras como sendo o Antigo e o Novo Testamento.]
Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1203, 1204.
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ZACARIAS 4 – A melhor forma de enfrentar os desafios é confiando no poder divino; diante do desânimo por causa de uma sequência de fracassos em fazer a vontade de Deus, nada melhor que depender da atuação sobrenatural do Espírito Santo.
“Os israelitas estavam desanimados por causa dos fracassados planos de reconstruir o Templo de Jerusalém. A queda de Babilônia em 539 a.C. havia despertado esperanças em todos os judeus de que retornariam a Jerusalém e começariam a reconstrução, mas surgiu grande oposição e o projeto foi interrompido” (Bíblia do Discípulo). Da mesma forma que os israelitas enfrentaram oposição ao tentar reconstruir o Templo, nós também enfrentamos obstáculos em projetos e sonhos pessoais e como povo de Deus. Contudo, a confiança em Deus capacita-nos a transformar essas dificuldades em triunfos, nos guiando e fortalecendo em cada passo.
Os maiores desafios tornam-se oportunidades de vitória quando confiamos no poder do Espírito Santo. Diante do desânimo causado pelos fracassos, como o que os judeus sentiram ao ver seus planos interrompidos, é essencial buscar a atuação sobrenatural do Espírito. Ele nos oferece renovação e nos motiva a continuar, mesmo quando parece impossível avançar.
Note como Zacarias 4 auxilia-nos em nossa perseverança especialmente enfrentando resistências:
• Quando enfrentamos desafios e desânimos precisamos confiar no poder de Deus ao invés de depender de esforços humanos (Zacarias 4:1-6).
• Quando a missão não avança facilmente nem se vê grandes resultados, precisamos nos alegrar com os pequenos começos, pois Deus Se alegra com o progresso e com cada pequeno passo dado com fé em Sua direção (Zacarias 4:7-14).
O candelabro de ouro simboliza a luz divina e a iluminação espiritual, sustentada pelo Espírito Santo, representado pelo azeite. As duas oliveiras são identificadas como Zorobabel e Josué, os dois líderes ungidos por Deus para servir ao povo e para avançar na reconstrução do Templo. Representam as funções complementares de liderança espiritual (sacerdotal) e civil (governamental) sob a unção divina.
A visão de Zacarias 4 prefigura a necessidade de uma liderança que é simultaneamente ungida por Deus para governar e guiar o povo espiritualmente. É certo que o sucesso na obra de Deus depende de Seu Espírito e não de esforços humanos!
Perseverar na missão, confiando no poder divino, é a chave para vencer qualquer oposição! – Heber Toth Armí.