Reavivados por Sua Palavra


ZACARIAS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
25 de julho de 2024, 0:40
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ZACARIAS 13 – Para purificar a restaurar os imundos pecadores deste mundo, o Filho de Deus precisou deixar o Céu, habitar entre nós, morrer (sacrificar-se) por nós, ressuscitar e ascender ao Céu, para, no Santuário Celestial, interceder por nós, a fim de conceder não apenas o perdão, mas também os recursos para nossa santificação. Os que aceitam Seu plano e permitem ser alvo de Suas ações, tornam-se parte de um povo puro e santo, preparado para Sua segunda vinda em glória e majestade.

Antes da segunda vinda de Cristo o povo será purificado, mas depois do milênio, a Terra toda será purificada das imundícias do pecado e das corrompidas formas de religiões. O processo da purificação total e da completa influência do pecado, ídolos e falsos profetas/mestres se intensifica com a segunda vinda de Cristo até a erradicação final do mal no final do milênio e o estabelecimento do Seu Reino de justiça e amor (Zacarias 13:1-6).

“Durante séculos, judeus e cristãos leitores da Bíblia encontraram no livro de Zacarias numerosas referências ao Messias e aos tempos messiânicos. Os cristãos têm compreendido que essas passagens se aplicam à vida e ministério de Cristo: o Rei triunfante e, no entanto, pacífico (Zc 9:9), Aquele que foi transpassado (Zc 12:10), o Pastor que foi ferido (Zc 13:7). Em Zacarias 13:7-9, foi revelada ao profeta uma cena em que a espada do juízo do Senhor vai contra o Bom Pastor. Em ocasião anterior, o profeta viu a espada sendo levantada contra o ‘pastor inútil’ (Zc 11:17). Mas nesta passagem (Zc 13:7-9), o Bom Pastor é ferido e o rebanho se dispersa. Sua morte resulta em grande aflição e prova para o povo de Deus, durante as quais alguns perecem. No entanto, todos os fiéis são purificados”, explica Zdravko Stefanovic.

A purificação pelo fogo refere-se às provações e testes que o remanescente fiel enfrentará. Considerando Zacarias 13:9, o Comentário Bíblico Adventista afirma: “Com o remanescente purificado, Deus estabelecerá Sua aliança (ver Ez 37:23; Os 2:23)”.

A erradicação do pecado e a purificação do povo de Deus são temas centrais que ecoam na mensagem bíblica sobre a preparação para o segundo advento de Cristo. Para tanto, reavivamento e reformas espirituais são essenciais!

Aceite fazer uma aliança séria com Deus! Comprometa-se! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
24 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 12 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 12 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
24 de julho de 2024, 0:50
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861 palavras

1 Sentença. Os cap. 12 a 14 constituem o segundo oráculo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1223.

2, 3 As duas metáforas usadas para Jerusalém (“um cálice de tontear” e “uma pedra pesada”) sugerem o desamparo e a injúria que sofreriam todas as nações que atacassem a cidade para destruí-la. Lutariam contra o povo de Deus para o próprio mal. Bíblia de Estudo Andrews.

2 Cálice de tontear. Isto é, um cálice cujo conteúdo produz temor (ver imagens similares em Is 51:17; Jr 25:15-18; 51:57; Hc 2:16). CBASD, vol. 4, p. 1223.

3 Todos … se ferirão. A proteção especial de Deus estaria sobre Seu povo, e os que tentassem feri-lo seriam feridos. CBASD, vol. 4, p. 1223.

4 Naquele dia. Esta expressão ocorre diversas nos cap. 12-14 e se refere ao dia do Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.

6 Chefes. Encorajados pelas evidências do poder protetor de Deus, os clãs de Judá alargaram suas fronteiras e ocuparam todo o território que Deus lhes designara (ver p. 16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1224.

As metáforas usadas para os líderes de Judá (“um braseiro ardente debaixo da lenha” e “uma tocha entre a palha”) deixam claro que seriam livrados, ao passo que os inimigos seriam destruídos no incêndio. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Não sejam exaltadas. Em consequência da exaltação das áreas rurais, a glória dos territórios da província de Judá equivaleria à da capital, a própria Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 1224.

8 Como Davi. Estas promessas de poder para vencer seriam cumpridas no remanescente de Judá. Esperava-se que, após o retorno do cativeiro, eles cooperassem com os propósitos celestiais. Uma nação firme com Deus é invencível. O indivíduo também pode reivindicar essas promessas em sua batalha contra a tentação e em suas conquistas para o Senhor (ver DTN, 250, 251; acerca da aplicação desta profecia à igreja cristã, ver p. 21-23; AA, 48). CBASD, vol. 4, p. 1224.

9 Procurarei destruir. Uma garantia adicional de vitória sobre toda oposição inimiga. CBASD, vol. 4, p. 1224.

10 Graça. Do heb. chen, palavra com duas diferenças básicas de sentido: (1) qualidade que torna alguém agradável (Pv 11:16; 22:1); e (2) “favor”, encontrado frequentemente na expressão “achar favor” ou “achar mercê” (Gn 18:3; 19:19; 32:5; etc.). Chen vem do radical chanan, que significa “ser gracioso”.

Súplicas. … o profeta está visualizando um profundo reavivamento espiritual, provocado por um novo vislumbre da malignidade do pecado, e caracterizado por uma intensa busca da justiça de Cristo. Olhando para o Messias “traspassado”, vendo nEle o cumprimento de todos os tipos do AT e percebendo como nunca antes o maravilhoso amor de Deus no dom de Seu Filho, as pessoas lamentariam profundamente seus defeitos de caráter.

O lamento “como se chora amargamente pelo primogênito” também pode ser o pesar da morte do Messias, uma dor experimentada por uma nação preparada para receber o Messias. Zacarias, neste versículo, está apresentando o futuro de Israel como poderia ter sido. Era desígnio de Deus que toda a terra estivesse preparada para o primeiro advento de Cristo (ver PR, 704). Teria sido bem diferente a história da nação judaica e de Jerusalém se o povo tivesse aceitado o dom do amado Filho de Deus (ver DTN, 576, 577). Se Ele tivesse vindo a uma nação assim preparada para recebê-Lo, e fosse “traspassado” repentinamente, seria extremamente profunda a dor das pessoas. essa dor seria ainda intensificada pela compreensão de que os próprios pecados causaram a morte dEle.

No entanto, estas palavras encontrarão ainda outro cumprimento. Parece haver uma alusão a Zacarias 12:10 em Mateus 24:30: “todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória”; e em Apocalipse 1:7: “Eia que vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos O traspassaram. e todas as tribos da terra se lamentarão sobre Ele. A palavra traduzida como “lamentarão”(AP 1:7) é a mesma em Mateus 24:30 e representa a interpretação da LXX em Zacarias 12:10. A lamentação descrita neste versículo ilustra a experiência daqueles que rejeitaram a Cristo em Seu primeiro advento. Quando eles O virem em toda Sua glória na segunda vinda, compreenderão plenamente a importância de suas obras (ver DTN, 580). Sem dúvida, os mais obstinados inimigos da verdade e de Seu povo” (GC, 637), em outras gerações, também estão incluídos na profecia feita aqui (ver também PE, 179). CBASD, vol. 4, p. 1224, 1225.

Traspassaram. Do heb daqar. A palavra é usada para a ideia de perfurar com uma arma (Nm 25:8; Jz 9:54; 1Sm 31:4; 1Cr 10:4). João observa que esta escritura foi cumprida quando um dos soldados romanos traspassou o lado de Jesus (Jo 19:37). CBASD, vol. 4, p. 1225.

11 A expressão “como o pranto de Hadade-Rimon, no vale de Megido” pode ser uma referência ao grande lamento que ocorreu quando Josias, o último rei piedoso de Judá, foi morto no vale de Megido, acontecimento pranteado por muitos anos (2Cr 35:20-25). Bíblia de Estudo Andrews.

12-14 O luto pela matança seria generalizado, intenso e sincero, não só uma demonstração exterior de tristeza. Bíblia de Estudo Andrews.

A enumeração de várias famílias nos v. 12 e 13, terminando a expressão “todas as mais famílias” (v. 14), transmite a ideia de um lamento universal. A “casa de Davi” representa a família real. “Natã”foi filho de Davi (1Cr 3:5). Ele pode ter sido mencionado neste versículo porque Zorobabel era descendente de Davi por intermédio de Natã (Lc 3:27, 31). Os levitas representam os líderes espirituais. A respeito da família dos “simeítas”, ver Números 3:17, 18 e 21. CBASD, vol. 4, p. 1225.



ZACARIAS 12 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
24 de julho de 2024, 0:40
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ZACARIAS 12 – Embora tenha sido escrito para um contexto desafiador dos judeus que retornaram do exílio para fortalecer a crença e a fé na vinda do Messias, o texto sagrado do profeta Zacarias transcende seu tempo; ou seja, é importante suas profecias para entender tanto o passado quanto os eventos futuros.

“Zacarias é um dos livros do Antigo Testamento mais citados no Novo Testamento (mais de 70 citações ou alusões). A maioria delas aparece nos evangelhos e no livro do Apocalipse. O livro de Zacarias fica atrás apenas de Ezequiel, seguido por Daniel, em sua influência sobre o Apocalipse”, analisa Zdravko Stefanovic, o qual também destaca as sete profecias messiânica proferidas por Zacarias:

1. Zacarias 3:8-9.
2. Zacarias 6:12-13.
3. Zacarias 9:9-10.
4. Zacarias 10:4.
5. Zacarias 11:4-14.
6. Zacarias 12:10-14.
7. Zacarias 13:6-9.

A sexta profecia messiânica consta no capítulo em análise. “Zacarias apresentou uma profecia sobre a reação da casa de Davi e dos habitantes de Jerusalém quando Jesus fosse crucificado: ‘Olharão para mim, Aquele a quem transpassaram, e chorarão por Ele como quem chora a perda de um único filho’ (v. 10). O quadro é sombrio: As pessoas olham para o Messias e choram amargamente por Ele, porque O transpassaram. Essa imagem da morte do Messias é usada em João 19:37 (compare com Sl 22:16; Is 53:5). Nossa necessidade de olhar para Jesus com fé é ressaltada em João 3:14-15 (compare com Nm 21:9; Is 45:22; Hb 12:2)” (Stefanovic).

• Zacarias 12 inicia com a ideia de que Jerusalém seria um centro de conflito, mas também seria protegia e sustentada por Deus. No ano 70 d.C., Tito Vespasiano a cercou e a destruiu, diferentemente do que Deus havia predito.
• Zacarias 12 encerra com um lamento oriundo do arrependimento, quando o povo reconheceria seus pecados e o Messias a Quem transpassaram. Na verdade, é Jesus quem chora e lamenta sobre Jerusalém porque seus habitantes O ignoraram, desprezaram ao Único que poderia salvá-los (Lucas 19:41-44).

Assim, Zacarias 12 é um chamado aos fiéis do tempo do fim para uma autoavaliação contínua e um arrependimento genuíno para não cair no mesmo erro de Israel.

Para fortalecer nossa fé nos dias finais da história humana precisamos focar nas profecias e suas conexões com o Apocalipse. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 11 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
23 de julho de 2024, 21:59
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ZACARIAS 11 – A mensagem de Zacarias continua a ressoar através dos séculos, chegando até nós, oferecendo esperança e direção para todos os que buscam entender os propósitos eternos de Deus.

Considere estes pontos:

1. Cedro, abeto e carvalho simbolizam líderes proeminentes ou nações diante da destruição de Jerusalém. Mesmo as nações e líderes mais poderosos não são imunes ao julgamento divino; assim, Zacarias 11:1-2, nos lembra da fragilidade das instituições humanas e da necessidade de depender de Deus.
2. Falsos pastores, líderes apóstatas, são responsabilizados pelo sofrimento do povo (Zacarias 11:3-6; ver Isaías 3:12; 9:16; Jeremias 2:8, 26-27; Ezequiel 22:23-31; 34:2-10). Tais pastores abandonaram seu rebanho (Zacarias 11:15-16; 10:2). Deus, então, ordena Seu profeta a cuidar do povo, pois sem guia, seriam destruídos.

Líderes ambiciosos traficavam as ovelhas, agradecendo ao Senhor pela fortuna adquirida (Zacarias 11:5). Eles seriam oprimidos por outras nações, e Deus os responsabilizaria pelo tratamento dado ao Seu povo (Isaías 10:5-7, 12).

3. A quebra das varas da Graça e da União pela rejeição do Messias refere-se à quebra da aliança com Deus e a fraternidade entre Judá e Israel (Zacarias 11:7, 14). Essas varas representavam os graciosos propósitos de Deus para o mundo.
4. Deus livrou Israel de líderes opressores; porém, quando recusaram Sua liderança, Ele prometeu não mais apascentá-los (II Reis 18:12; II Crônicas 36:14-16). Zacarias, representando o Pastor principal, pediu Seu salário ao povo, revelando ingratidão ao pagar apenas trinta moedas de prata (Zacarias 11:8-17) – o preço de um escravo (Êxodo 21:32). O povo rejeitou o Bom Pastor, e Zacarias assumiu o papel de pastor insensato.

Esta riquíssima narrativa nos brinda com importantíssimas lições de vida:

• A ambição desenfreada corrompe a liderança, seja secular ou espiritual, empresarial, política ou eclesiástica; para evitar isso, esteja ciente que a verdadeira liderança busca o bem do povo, não a riqueza pessoal.
• A ingratidão revela desprezo pelos dons divinos. Por isso, é imprescindível valorizar o que Deus tem feito por você, sem subestimar as Suas bênçãos.
• Rejeitar a liderança divina traz caos e sofrimento. Portanto, é essencial aceitar o Bom Pastor para guiar sua vida no caminho certo.
• Falsos líderes levam o povo à destruição. Então, é fundamental buscar orientação em líderes verdadeiros enviados por Deus que reflitam Seu caráter.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
23 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 11 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ZACARIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
23 de julho de 2024, 0:50
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717 palavras

Abre … as tuas portas. Dois pontos de vista principais têm sido sustentados: (1) A passagem é uma profecia do castigo que cairia sobre os judeus por causa da rejeição da liderança de Deus, especialmente do Messias. (2) A passagem é uma revisão da história passada de Israel, colocada em forma e parábola para alertá-lo sobre o que a transgressão futura lhe traria. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1221.

Cedros. As invasões geralmente eram acompanhadas da destruição arbitrária de madeira valiosa. CBASD, vol. 4, p. 1221.

2 Neste versículo, o cedro, o abeto (cipreste) e o carvalho são possivelmente usados metaforicamente para líderes proeminentes ou para as próprias nações. CBASD, vol. 4, p. 1221.

4-17 Em uma parábola muito difícil de se interpretar, o profeta se envolve em uma alegoria sobre a liderança do povo. As ovelhas (o povo de Israel) são julgadas por Deus, maltratadas por seus líderes e umas pelas outras (v. 4-6). em seguida, elas rejeitam o bom pastor (v. 7-14), que é substituído por um pastor insensato (v. 15-17). Bíblia de Estudo Andrews.

Apascenta. Deus ordena o profeta, como Seu representante, a cuidar de Seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1221.

Aqueles que as compram. Isto é, os maus pastores do v. 3, que traficavam as ovelhas e ainda tinham a audácia de bendizer ao Senhor pela fortuna adquirida dessa forma (v. 5). Cegados pelo próprio interesse, eles não se consideravam culpados quando pecaminosamente maltratavam o rebanho. CBASD, vol. 4, p. 1221.

Graça. Visto que a quebra da vara representa a quebra da aliança (Zc 11:10), a vara pode ser considerada um símbolo da aliança. CBASD, vol. 4, p. 1221.

A graça representa o cuidado gracioso de Deus por seu povo. Bíblia de Estudo Andrews.

União. Ou, “laços” (ARC). Do heb. chovelim, relacionada à palavra chevel, que significa “cabo” ou “corda”, e adequadamente representa a “união”. De acordo com o v. 14, esta vara representava a fraternidade entre Judá e Israel. … As duas varas simbolizavam os graciosos propósitos de Deus com relação ao Seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1222.

Esta vara representa a união do reino do norte, Israel, com o reino do sul, Judá (Ez 37:15-23). Bíblia de Estudo Andrews.

Três pastores. Não é possível, com segurança, aplicar a frase a funções ou indivíduos específicos. Parece melhor entender o texto no ensino geral: a saber, que Deus livrou Seu povo de toda a oposição e da liderança opressora. Ele fez todo o possível para que Seus planos com relação a Israel tivessem êxito (ver com. de Is 5:4; Zc 10:3). CBASD, vol. 4, p. 1222.

Já foram oferecidas mais de 40 interpretações para os “três pastores”, muitas delas identificando-os com três figuras históricas específicas. O que se pode dizer com toda certeza é que representam líderes maus. Bíblia de Estudo Andrews.

Não vos apascentarei. Deus tomou esta atitude quando o povo recusou Sua liderança de forma persistente (ver 2Rs 18:12; 2Cr 36:14-16). CBASD, vol. 4, p. 1222.

10 Tomei a vara chamada Graça e a quebrei. Este ato simbólico representa a quebra da aliança. CBASD, vol. 4, p. 1222.

12 Dai-me o meu salário. Falando pela pessoa do Pastor principal, Zacarias dirigiu-se a todo o povo israelita, solicitando seu salário. A pergunta destacava a grande ingratidão do povo. O profeta deixou o pagamento de seu salário ao senso de justiça deles. CBASD, vol. 4, p. 1222.

Trinta moedas de prata. Isto é, o siclo [shekel] … ou 342 g … Esta ínfima quantia refletia a ingratidão dos israelitas pelo que Deus tinha feito por eles. Trinta siclos era o preço de um escravo (Êx 21:32). … ( … acerca do cumprimento dos v. 12 e 13 na experiência do Senhor, ver com. de Mt 27:3-10). CBASD, vol. 4, p. 1222.

14 Quebrei. … acerca do rompimento do reino, ver 1Rs 11:26-37; 12:13-20. CBASD, vol. 4, p. 1222.

15-17 Na última parte da alegoria, o profeta assume o papel de um “pastor insensato”, representando um líder moralmente endurecido e perverso, que maltrata o povo. Quando as pessoas rejeitam a liderança escolhida por Deus, recebem o líder que merecem. Bíblia de Estudo Andrews.

15 Toma ainda. Uma vez que o povo rejeitara o Bom pastor, Zacarias é ordenado (ver v. 4) a assumir a função e a tomar os “instrumentos” (ARC) de um pastor insensato (do heb. ‘ewili, “inadequado”, “inútil”). CBASD, vol. 4, p. 1222.

16 Comerá a carne. Uma ilustração simbólica da experiência que sobreveio a Israel quando, por rejeitar a liderança de Deus, se tornou presa de nações hostis.

17 A espada. Uma advertência solene àqueles que assumem a liderança do rebanho, para que não sejam achados infiéis à verdade. CBASD, vol. 4, p. 1222.



ZACARIAS 11 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ – corrigido
23 de julho de 2024, 0:40
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ZACARIAS 11 – A mensagem de Zacarias continua a ressoar através dos séculos, chegando até nós, oferecendo esperança e direção para todos os que buscam entender os propósitos eternos de Deus.

Considere estes pontos:

1. Cedro, abeto e carvalho simbolizam líderes proeminentes ou nações diante da destruição de Jerusalém. Mesmo as nações e líderes mais poderosos não são imunes ao julgamento divino; assim, Zacarias 11:1-2, nos lembra da fragilidade das instituições humanas e da necessidade de depender de Deus.
2. Falsos pastores, líderes apóstatas, são responsabilizados pelo sofrimento do povo (Zacarias 11:3-6; ver Isaías 3:12; 9:16; Jeremias 2:8, 26-27; Ezequiel 22:23-31; 34:2-10). Tais pastores abandonaram seu rebanho (Zacarias 11:15-16; 10:2). Deus, então, ordena Seu profeta a cuidar do povo, pois sem guia, seriam destruídos.

Líderes ambiciosos traficavam as ovelhas, agradecendo ao Senhor pela fortuna adquirida (Zacarias 11:5). Eles seriam oprimidos por outras nações, e Deus os responsabilizaria pelo tratamento dado ao Seu povo (Isaías 10:5-7, 12).

3. A quebra das varas da Graça e da União pela rejeição do Messias refere-se à quebra da aliança com Deus e a fraternidade entre Judá e Israel (Zacarias 11:7, 14). Essas varas representavam os graciosos propósitos de Deus para o mundo.
4. Deus livrou Israel de líderes opressores; porém, quando recusaram Sua liderança, Ele prometeu não mais apascentá-los (II Reis 18:12; II Crônicas 36:14-16). Zacarias, representando o Pastor principal, pediu Seu salário ao povo, revelando ingratidão ao pagar apenas trinta moedas de prata (Zacarias 11:8-17) – o preço de um escravo (Êxodo 21:32). O povo rejeitou o Bom Pastor, e Zacarias assumiu o papel de pastor insensato.

Esta riquíssima narrativa nos brinda com importantíssimas lições de vida:

• A ambição desenfreada corrompe a liderança, seja secular ou espiritual, empresarial, política ou eclesiástica; para evitar isso, esteja ciente que a verdadeira liderança busca o bem do povo, não a riqueza pessoal.
• A ingratidão revela desprezo pelos dons divinos. Por isso, é imprescindível valorizar o que Deus tem feito por você, sem subestimar as Suas bênçãos.
• Rejeitar a liderança divina traz caos e sofrimento. Portanto, é essencial aceitar o Bom Pastor para guiar sua vida no caminho certo.
• Falsos líderes levam o povo à destruição. Então, é fundamental buscar orientação em líderes verdadeiros enviados por Deus que reflitam Seu caráter.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
22 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 10 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ZACARIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
22 de julho de 2024, 0:50
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438 palavras

Ao SENHOR. Zacarias mostra que, se o povo de deve receber as bênçãos prometidas, deveria buscá-las no Senhor, e não nos ídolos (v. 2). A certeza da abundância (Zc 9:17) incita o profeta que [a] apelar ao povo para confiar apenas em Deus em busca de bens materiais e espirituais.

Chuvas serôdias. Esta chuva ocorria na primavera, no final da estação chuvosa, e era necessária para amadurecer o grão antes da colheita (ver Dt 11:14). A primeira chuva inicia a estação, no outono, para promover o crescimento da semente recém-plantada (ver vol. 2, p. 92). Chuvas copiosas no início e no final da estação eram símbolo do cuidado e do favor divino e das bênçãos temporais e espirituais (ver Is 30:2; Jr 5:24; Jl 2:23).

Nuvens de chuva. Do heb. chazizim, “nuvens tempestuosas”. A imagem da chuva serôdia é utilizada para descrever o derramamento abundante do Espírito Santo nos últimos dias (ver com. de Jl 2:23). Este é o “tempo das chuvas serôdias”, quando as pessoas devem fazer sinceras orações para que a graça espiritual que prepara a igreja para a vinda do Filho do homem possa ser derramada rapidamente (ver AA, 55; TM, 506).

2 Ídolos. Do heb. terafim, deuses do lar, que normalmente tinham a forma de pequenas estatuetas humanas (ver com. de Gn 31:19).

Vãs. Fúteis, respostas completamente sem valor.

Adivinhos. Aqueles que pretendiam revelar a vontade dos deuses (ver Jr 29:8).

Anda o povo como ovelhas. A confiança desses enganadores levou os israelitas para o cativeiro.

Não há pastor. Uma referência à falta de rei para liderá-los e protegê-los (ver Os 3:4).

3 Bodes-guia. usado metaforicamente para os líderes.

Pedra angular. Ou, “pedra de esquina”. As variadas imagens enfatizam a firmeza e segurança de Judá. Os judeus consideravam este versículo como uma profecia messiânica.

Casa de Judá. O reino do sul (ver 1Rs 11:31, 32).

Casa de José. As dez tribos que compunham o reino do norte de Israel porque Efraim, um filho de José, era a mais numerosa e proeminente tribo do norte (Gn 41:50-52).

Os de Efraim. Isto é, os do reino do norte. Devido ao pecado, às dez tribos “não foi dada nenhuma promessa de completa restauração de seu domínio anterior na Palestina” (PR, 298).

10 Egito. Ver Jeremias 43 e 44 a respeito dos judeus que habitavam no Egito.

De Gileade e do Líbano. Estes países nas fronteiras ao leste e ao norte de Israel foram os primeiros a serem despovoados (2Rs 15:29; ver com. de 1Cr 5:26).

11 Passarão o mar. Uma referência ao milagre do Mar Vermelho (Êx 14). Novamente, Deus faria milagres na libertação de Seu povo.

Derribada. O castigo visitaria as nações que mantinham cativo o povo de Deus (ver Is 1o:12; 13:1-22; Ez 29-32; etc.).

ReferênciaComentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1218-1220.