Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
6 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 7 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 7 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 7- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MATEUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
6 de agosto de 2024, 0:50
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783 palavras

1 não julgueis. Não se proíbe o uso de critérios sãos. O que é proibido é o espírito de crítica, que aumenta o erro alheio. Bíblia Shedd.

Jesus se refere em especial ao fato de julgar as intenções de outra pessoa, não ao fato de julgar se seus atos são certos ou errados. … Jesus não se refere à percepção da qual o cristão deve distinguir o certo e o errado (Ap 3:18; cf. T5, 233), mas sim ao hábito da crítica e da censura, em geral, injusta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol 5, p. 369.

3 cisco … viga. Exemplo de hipérbole nos ensinos de Jesus. … Seu propósito é deixar uma lição bem clara. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 trave. O cristão que descobre o erro do irmão irá corrigi-lo “com espírito de brandura” (Gl 6:1), considerando que ele próprio pode ter sido tentado e pode ter caído naquele mesmo ponto, ou pode cair no futuro. CBASD, vol 5, p. 369.

5 verás claramente. Somente quando a pessoa está disposta a sofrer, se preciso for, para ajudar um irmão errante, ela deixa de ser cega para ajudá-la. CBASD, vol 5, p. 370.

6 o que é santo. O obreiro do evangelho não deve perder tempo com aqueles que “só fariam do evangelho um objeto de contenção e ridículo”. CBASD, vol 5, p. 370.

7 pedi. Esta passagem nos encoraja a sermos persistentes em buscar a Deus e Ele nos dará todas as dádivas que Ele sabe que precisamos. Andrews Study Bible.

12 Longe de pagar o mal com o mal, devemos fazer o bem a todos. Foi assim que Deus respondeu à rebelião dos homens oferecendo-lhes a salvação pela graça (Ef 2.8, 9). Bíblia Shedd.

Apenas aqueles que fazem da regra áurea sua lei para a vida e a praticam podem esperar ser admitidos no reino da glória. A atitude para com o próximo é um indicativo infalível da atitude para com Deus (ver 1Jo 3:14-16). … A regra áurea toma o egoísmo supremo (o que gostaríamos que os outros nos fizessem) e o transforma em suprema abnegação (o que devemos fazer para os outros). Essa é a glória do cristianismo. CBASD, vol 5, p. 371.

esta é a Lei. Cristo nega de forma enfática que o princípio apresentado na regra áurea seja algo novo; é a própria essência da lei, dada por Moisés (a Torah), e o que os profetas escreveram; em outras palavras, todo o AT. … Quem atribui a lei do amor apenas ao NT, e relega o AT ao esquecimento, como um sistema religioso obsoleto, critica o Mestre, que declarou especificamente que não veio para mudar os grandes princípios contidos na “Lei” e nos “Profetas”. … Todo o Sermão do Monte, de Mateus 5:20 a 7:11 ilustra essa grande verdade. CBASD, vol 5, p. 371.

13, 14 porta estreita. Jesus chama o caminho do céu de “porta estreita” ou “caminho apertado” … porque na prática muito poucas pessoas renunciam ao eu-próprio para procurar a Deus. Bíblia Shedd.

15 falsos profetas. Um verdadeiro profeta é aquele que fala no lugar de Deus. Um falso profeta é alguém que finge estar falando no lugar de Deus, quando na realidade fala apenas dos pensamentos pervertidos de seu próprio coração. CBASD, vol 5, p. 372.

22 profetizamos. No NT, esse verbo significa em primeiro lugar transmitir uma mensagem da parte de Deus, não necessariamente uma predição. Bíblia de Estudo NVI Vida.

muitos milagres. As Escrituras deixam claro que a realização de milagres não é em si evidência conclusiva de que o poder divino está em operação. O maior milagre de todos os tempos e da eternidade é uma vida transformada à semelhança divina (ver DTN, 406, 407). CBASD, vol 5, p. 373.

25 ventos. Os “ventos” da tentação e das provas (DTN, 314), ou os ventos dos falsos ensinos que tendem a retirar a pessoa do firme fundamento da fé (Ef 4:14). CBASD, vol 5, p. 374.

edificada sobre a rocha. Isto é, sobre os ensinamentos de Cristo. neste caso particular, os ensinos do Sermão do Monte (v. 24). CBASD, vol 5, p. 374.

26 homem insensato. “Insensato” porque não fez o que sabia que deveria ser feito (comparar com o homem sem a veste nupcial [Mt 22:11-13] e com as cinco virgens néscias [Mt 25:2, 3]). CBASD, vol 5, p. 374.

sobre a areia. Aquele que não dá ouvidos ao evangelho constrói sobre a instável areia do eu, sobre seus próprios esforços (MDS, 152) e sobre teorias e invenções humanas (DTN, 314). CBASD, vol 5, p. 375.

29 Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não por meio de dogmas, mas com Sua própria autoridade, em vez de citar expositores anteriores da lei, como faziam os rabis. Observe o uso frequente nos evangelhos da expressão “em verdade vos digo”. … O ensino dos escribas era dogmático e baseado em tradições dos anciãos. No método de Cristo havia poder vivificante, bem como nas verdades que apresentava, em contraste com o formalismo morto dos ensino dos escribas. CBASD, vol 5, p. 375



MATEUS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
6 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 7 – Observe que o Evangelho escrito por Mateus moldura sua teologia com a presença da Trindade, quando o profeta João Batista batiza o Messias (Mateus 3:17-18), e termina com a Grande Comissão (Mateus 28:19-20), quando os convertidos são batizados, que explicitamente menciona o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Esse arcabouço sugere uma teologia trinitária subjacente ao evangelho.

• Jesus frequentemente refere-Se a Deus como “Pai” durante o Sermão da Montanha. Em Mateus 6:4, 6, 8-9, 14-15, 18, 26 e 32, Ele enfatiza a proximidade e a acessibilidade de Deus como Pai.

• Embora o Espírito Santo não seja mencionado no sermão descrito por Mateus, Sua presença não foi ignorada por Cristo. Em Mateus 7:7-11, Jesus fala sobre dar boas dádivas aos filhos, e em Lucas 11:13, um paralelo a este texto, Ele menciona especificamente que o Pai dá o Espírito Santo aos que pedirem.

• A conclusão do primeiro sermão de Jesus destaca Sua autoridade única. O povo se maravilhava com Seu ensino porque Ele ensina com autoridade (Mateus 7:28-29), diferente dos escribas e fariseus. Esta autoridade divina implica na divindade de Jesus.

Nota-se então, o empenho da Trindade na implantação do Reino dos Céus no Planeta Terra: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo operam juntos na salvação e na vida do pecador que aceita tornar-se súdito do governo divino. A compreensão da ação Trinitária no Evangelho bíblico é essencial para a fé cristã e para a transformação da vida do crente. “A verdade contida nesta profunda doutrina forma a base essencial para o próprio âmago do que representa o cristianismo”, destaca Woodrow Whidden.

Com autoridade divina, Jesus chama Seus seguidores em Mateus 7 para viverem os princípios essenciais para uma vida cristã autêntica e para a preparação para o juízo divino – o qual distinguirá os súditos dos não-súditos.

Deste modo, Mateus 7:1-28 é rico em ensinamentos práticos e espirituais que conclui o Sermão da Montanha com poderosas exortações e advertências. Ele chama os crentes a viverem uma vida de discernimento, oração, obediência e fidelidade, fundamentada nos ensinos de Jesus. Através de Suas palavras, somos desafiados a examinar nosso próprio coração, a buscar a verdade e a viver de maneira que reflita o amor e a justiça de Deus.

Enfim, devemos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
5 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 6 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 6 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 6- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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Mateus 6 – Comentários selecionados
5 de agosto de 2024, 0:50
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549 palavras

1 justiça. Jesus afirma o valor positivo que há na justiça prática, mas somente quando praticada em submissão a Deus e por amor a Ele, ao invés de feito em busca de glória pessoal humana.  Bíblia de Genebra.

Ele [Jesus] não está condenando a oração, jejum e caridade públicos e, sim, a natureza centrada em si mesma da religiosidade pública (em 5:14-16 temos os atos centrados em Deus). Andrews Study Bible.

a humildade, e não o orgulho, é a base da comunhão com Deus.  Bíblia Shedd.

2 hipócritas. A palavra grega significa “ator de teatro”. … Aqui, refere-se aos que fingem ser consagrados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

No Novo Testamento, o hipócrita é aquele que alega ter um relacionamento com Deus e amar a justiça, mas que está buscando seu próprio interesse, enganando-se a si mesmo. Bíblia de Genebra.

3 mão esquerda … mão direita. …a pessoa não deve chamar atenção para a sua generosidade. A autoglorificação é um risco sempre presente. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jesus quer dizer que os cristãos não devem fazer caridade a fim de obterem louvor e honra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 358.

7 sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Estes citavam nas orações longas listas com os nomes de seus deuses, na esperança de, mediante a constante repetição, invocarem o nome daquele deus que os ajudasse.  Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 nosso. A oração do Pai Nosso é uma oração pública.  Andrews Study Bible.

…embora reflita, até certo ponto, as orações do judaísmo, a oração do Senhor é, contudo, inspirada e original. Sua originalidade está na escolha das petições e no seu arranjo. Sua aceitação universal reflete o fato de que expressa mais perfeitamente do que qualquer outra oração as necessidades fundamentais do ser humano. CBASD, vol. 5, p. 359.

Santificado seja o Teu nome. Santificamos Seu nome quando reconhecemos a santidade de Seu caráter e permitimos que Ele reproduza esse caráter em nós. CBASD, vol. 5, p. 360.

11 dai-nos. A oração se inicia com Deus e Seus assuntos e somente então se dirige para os nossos pedidos e desejos.  Andrews Study Bible.

12 dívidas. A referência aqui é a dívidas pessoais. Os cristãos perdoam os outros em resposta ao perdão de Deus (18.32-33); porém, se não perdoarmos os outros, não podemos clamar pelo perdão de Deus para nós mesmos (vs 14-15). Bíblia de Genebra.

16-18 jejum. Is 58:3-9, a mais extensiva passagem da Bíblia sobre o jejum, fala do jejum, não como sendo um ritual, mas em termos de alcançar os pobres e necessitados.  Andrews Study Bible.

O jejum não é condenado se tiver como alvo o aproximar-se de Deus e a negação de si mesmo. Bíblia Shedd.

17 arrume o cabelo e lave o rosto. Os judeus colocavam cinzas na cabeça ao jejuarem. Jesus manda manter a aparência regular [normal]. O jejum não deve ser realizado de modo ostensivo.  Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 Tesouros no céu ajuntam-se somente convertendo pecadores que viverão eternamente.  Bíblia Shedd.

24 riquezas. Gr mamõn, transliteração da palavra aramaica que significa “riqueza”, mas que Jesus aqui está dando como nome pessoal, como se fosse um ídolo pagão. Bíblia Shedd.

26 não semeiam, não colhem….os passarinhos não se preocupam com o que o futuro reserva. Bíblia de Genebra.

27 côvado. Medida de comprimento de 46 cm. Aqui é humoristicamente considerada como mais um pedacinho de vida.  Bíblia Shedd.



MATEUS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 6 – O Evangelho em análise revela profundamente o caráter do Reino dos Céus e a relação íntima que Jesus, o Rei, deseja estabelecer com Seus súditos. Desde o início, Mateus destaca Jesus como o Rei que veio estabelecer um reino não de poder político, mas espiritual, governando o coração e a mente dos fiéis.

Por conseguinte, a súplica na oração modelo “venha o Teu Reino; seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu” (Mateus 6:10) vai além de premissas a serem decoradas e recitadas. Ela exige uma vida inteira de compromisso com a justiça e valores do Reino dos Céus (Mateus 6:1-18), e um inteira dependência desse Reino (Mateus 6:19-34). Com tal pedido, o Rei Jesus está chamando Seus súditos a desejarem profundamente a manifestação plena do Reino dos Céus na Terra.

“Venha Teu Reino” é um pedido pela manifestação pessoal e plena do Reino Divino. Embora o Reino de Deus na Terra tenha sido inaugurado com a presença de Jesus, aguardamos Sua consumação total na segunda e terceira vindas de Cristo (Mateus 25:14-46; Apocalipse 19:1-20:15). No contexto de Mateus 6, o pedido “Venha Teu Reino” reflete o desejo que o Reino dos Céus se torne uma realidade tangível na vida diária dos crentes. Isso implica uma mudança de prioridades, uma transformação no estilo de vida: Abandonar as preocupações terrenas (Mateus 6:25-34) e focar na busca pelas prioridades do Reino Eterno.

Em Mateus 6:33, a Majestade do Céu na Terra diretamente apela veementemente para que Seus súditos busquem em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça, prometendo que todas as nossas necessidades terrenas – que produzem ansiedade – serão supridas. Essa promessa está profundamente enraizada na compreensão do que significa viver sob o senhorio de Cristo e dentro da economia do Reino dos Céus.

Mário Veloso argui: “Mateus explica as coisas. Jesus não é um homem comum. É o Rei de Israel. Seu reino cresce dentro de cada crente. E descreve como isso acontece. Descreve como cresce na comunidade universal de crentes, a Igreja. E descreve como cresce entre todos os seres humanos, os quais, embora pecadores, sempre são objeto da obra salvadora de Jesus. Porque, além de Rei de Israel, é também o Salvador do mundo”.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
4 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 5 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 5 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 5- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MATEUS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
4 de agosto de 2024, 0:50
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1485 palavras

1 multidões. Ao que tudo indica, essas multidões eram as “numerosas multidões” de Mateus 4:25 que seguiam Jesus depois de Sua primeira viagem missionária pelas cidades e vilas da Galileia. O Sermão do Monte foi feito provavelmente no fim do verão (MDC, 2, 45) do ano 29 d.C., por volta da metade de Seus três anos e meio de ministério. … o Sermão do Monte é a o mesmo tempo o discurso inaugural de Cristo como Rei do reino da graça e também a constituição do reino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 333.

monte. Mateus continua a traçar paralelos entre Cristo e Moisés. Andrews Study Bible.

O monte no qual Cristo proferiu o Sermão do Monte é chamado de “Sinai do Novo Testamento”, visto que ele é para a igreja cristã o que o monte Sinai foi para a nação judaica. CBASD, vol. 5, p. 333.

O conteúdo deste sermão é semelhante ao sermão da planície, registrado em Lc 6. Bíblia de Genebra.

Apesar de algumas diferenças no relato do sermão e sobre as circunstâncias de seus ouvintes, … não se pode questionar o fato de que esses dois relatos se refiram à mesma ocasião. … os relatos não são excludentes, mas complementares. … Várias outras partes do Sermão do Monte apresentadas em Mateus ocorrem em pontos diferentes do evangelho de Lucas, sem dúvida porque Cristo repetiu esses pensamentos em ocasiões posteriores. O Sermão do Monte apresenta um contraste notável entre o cristianismo e o judaísmo da época de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 334.

discípulos. Lit., “alunos”. … pode ter sido empregado aqui em sentido mais amplo, não se referindo somente aos doze. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3-12 bem-aventurados. gr. makarios. Bíblia Shedd.

A palavra significa mais que “feliz”, porque a felicidade é um sentimento que muitas vezes depende das circunstâncias externas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Nas primeiras palavras do Sermão do Monte, Cristo enfatiza o desejo supremo de todo coração humano: felicidade. Esse desejo foi implantado no ser humano pelo próprio Criador e, originalmente, tinha o propósito de levá-lo a encontrar verdadeira felicidade por meio da cooperação com o Deus que o criou. O pecado acontece quando o ser humano tenta alcançar a felicidade como um fim em si mesma, sem considerar a obediência a Deus. … A felicidade está no coração daqueles que estão em paz com Deus (cf Rm 5:1) e com seu próximo (cf. Mq 6:8), que caminham de acordo com os dois grandes mandamentos da lei de amor (ver Mt 22:37-40). CBASD, vol. 5, p. 335.

Inclui bem-estar espiritual, tendo a aprovação de Deus e, assim, um destino mais feliz (Sl 1). Bíblia de Genebra.

Se as bem-aventuranças forem divididas em dez (uma para cada verso), elas podem ser divididas de modo similar às duas tábuas a lei dada no Monte Sinai: as primeiras quatro tratam do relacionamento do homem com Deus e as seis últimas do relacionamento do homem com seus semelhantes. Andrews Study Bible.

3 pobres “em” espírito (NVI). Os pobres “em espírito” podem se referir a todos que dependem de Deus, não importa seu status social ou econômico. Andrews Study Bible.

…[O termo] se refere àqueles que são extremamente pobres no sentido espiritual e sentem necessidade daquilo que o reino dos céus tem a lhes oferecer (cf. At 3:6; ver com. de Is 55:1). CBASD, vol. 5, p. 336.

Reino dos céus. Os judeus imaginavam que o reino dos céus se baseava na força que obrigaria as nações da terra a se submeterem a Israel. Mas o reino que Cristo veio estabelecer começa no coração do ser humano, permeia a vida e transborda para o coração de outras pessoas

O reino não é algo merecido por serviços prestados. É mais uma dádiva que uma recompensa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 mansos. A mansidão aqui referida é de natureza espiritual, uma atitude de humildade e submissão a Deus. Nosso modelo de mansidão é Deus. Bíblia de Genebra.

13 sal. O sal era utilizado para dar sabor e preservar (em uma sociedade sem refrigeração). A metáfora é um chamado evangelístico para se misturar com o mundo e transformá-lo. Andrews Study Bible.

Os depósitos de sal, ao longo do mar Morto, contêm não só o cloreto de sódio, mas uma variedade de outros minerais também. Este sal pode tornar-se sem utilidade quando a chuva lava sua salinidade, tornando-o insípido no correr dos anos. Bíblia de Genebra.

17 lei … profetas. Os cinco primeiros livros do AT e todos os demais da Escritura hebraica. Jesus não está fazendo distinção entre as leis cerimoniais, civis e morais. Ele está aqui confirmando toda a vontade de Deus registrada nas Escrituras hebraicas e mostrando sua continuidade. E mais, Ele as cumpre. Andrews Study Bible.

cumprir. Jesus cumpriu a lei no sentido de dar a ela seu significado pleno. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 escribas e fariseus. Eles eram exatos e escrupulosos em seguir as 613 leis encontradas na Torah. Mas a justiça que Jesus exigia estava acima das particularidades externas da lei. Ia ao cerne da intenção. Jesus dá seis exemplos nos vv. 21-48. Andrews Study Bible.

21-48. As questões abordadas nestes versos foram chamadas tradicionalmente de “as seis antíteses” (ou declarações por contraste), porque cada uma se inicia com “Vocês tem escutado o que foi dito… mas Eu digo a vocês“. Jesus toma um ensino ou entendimento de uma passagem da Escritura e lhe dá um entendimento mais profundo, completo e cristão.  Andrews Study Bible.

22 inferno de fogo. Literalmente, “o geena [gr. geena] de fogo”, ou “o inferno de fogo”. Geena, inferno, é uma transliteração do heb. ge’ ben hinnom,  “vale de Hinom” ou “vale do Filho de Hinom” (Js 15:8). Esse vale está ao sul e a oeste de Jerusalém e se encontra com o vale de Cedrom ao sul da Cidade de Davi e do tanque de Siloé (ver com. de Jr 19:2). O ímpio rei Acaz (ver vol. 2, p. 70) parece ter introduzido o rito pagão bárbaro de queimar crianças a Moloque num lugar chamado Tofete, no vale de Hinom (2Cr 28:3; cf. PR, 57), no tempo de Isaías … Manassés, neto de Acaz, retomou essa prática (2Cr 33:1, 6; cf. Jr 32:35). … Como punição por essa e outras maldades, Deus advertiu Seu povo de que o vale de Hinom um dia se tornaria “o vale da Matança” para os cadáveres deste povo” (Jr 7:32, 33; 19:6; cf. Is 30:33). Da mesma forma, o fogo de Hinom se tornou símbolo do último grande dia de juízo e punição dos ímpios (cf. Is 66:24). No pensamento escatológico judaico, derivado em parte da filosofia grega, geena era o lugar onde as almas dos pagãos eram mantidas sob punição até o dia do juízo final e das recompensas. A tradição que diz que o vale de Geena era um lugar onde se queimava lixo e, portanto, um símbolo do fogo do último dia, parece ter se originado com o Rabbi Kimchi, um erudito judeu dos séculos 12 e 13. CBASD, vol. 5, p. 347,

27, 28 não adulterarás. Adulterar, para o judeu, observando-se a letra de Êx 20.14, seria deitar-se com a mulher do seu próximo. Para Jesus, é isto e ainda algo mais. Bíblia Shedd.

31-32 divórcio. Duas escolas rabínicas tinham interpretações diferentes para Dt 24:1, quanto ao divórcio: Hillel o permitia para qualquer motivo; Shammai o permitia apenas por adultério. Jesus está mais próximo ao pensamento de Shammai. … Além disso, Ele corrige o mau uso da passagem bíblica acentuando a importância e permanência do matrimônio.  Andrews Study Bible.

34 de modo algum jureis. Jesus está se referindo a um legalismo estreito e enganador, que exige um juramento específico para obrigar o cumprimento daquilo que foi falado. A implicação de uma tal abordagem com relação à honestidade, é que só necessitamos ser verdadeiros sob juramento.  Bíblia de Genebra.

38-42 Jesus está ensinando um pacifismo ativo. Ele rejeita vingança violenta e retaliação.  Andrews Study Bible.

40 túnica … capa. A túnica era uma roupa interna, e a capa, uma roupa solta, externa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 se alguém te obrigar. A possibilidade de um soldado romano coagir uma pessoa a servir como guia ou transportador de carga era real. Mesmo se compelido por força a fazer alguma coisa por alguém, a pessoa pode demonstrar liberdade para fazer voluntariamente mais do que foi exigido, ao invés de fazer o serviço de má vontade.  Bíblia de Genebra.

42 Provavelmente, não uma referência de dar a todos os que pedirem, mas uma referência específica aos pobres (cf. Dt 15.7-11; Sl 112.5, 9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

43 odeie o seu inimigo. …o ódio para com os inimigos era parte aceitável na ética judaica da época. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isto não está no Antigo Testamento, mas era uma falsa conclusão derivada do ensino dos escribas, inferido da estreita compreensão daquilo que significava “próximo”, que para eles era simplesmente um outro judeu. Jesus mostra que a verdadeira intenção de Lv 19.18 é incluir até os inimigos (Lc 10.29-37). Bíblia de Genebra.

Esta expressão pertence à tradição popular dos judeus, à época. Bíblia Shedd.

Nota: Infelizmente, por questões práticas de tempo disponível e espaço, tivemos que restringir a compilação dos excelentes comentários do Comentário Bíblico Adventista, vol 5, que apresenta 22 páginas sobre o cap. 5, o qual em muito recomendamos.



MATEUS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 5 – A realeza messiânica é a ênfase dado por Mateus, inspirado pelo Espírito Santo. Desde Sua genealogia real (Mateus 1:1-17), Cristo, o ungido, vem sendo revelado como Rei, da linhagem de Davi.

O nascimento virginal de Jesus, cumprindo a profecia de Isaías 7:14, indica um nascimento divino e especial, digno de um Rei. Jesus é chamado de “Emanuel” (Deus Conosco), sublinhando Sua autoridade divina e realeza. Jesus não tornou-Se divino, nem rei; Ele já era divino e rei quando tornou-Se um bebê (Mateus 1:18-25).

Os importantes magos do Oriente, trazendo presentes adequados a um rei, perguntaram em Jerusalém: “Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a Sua estrela no oriente e viemos adorá-lO” (Mateus 2:1-2).

Preocupado com o próprio trono, Herodes vê Jesus como uma ameaça ao seu poder; então ordena a matança dos meninos de Belém a fim de exterminar o menino-Rei. Herodes reconhece implicitamente a realeza de Jesus (Mateus 2:3-18).

João Batista prepara o caminho para o Rei Jesus, pregando a vinda do Reino de Deus e chamando as pessoas ao arrependimento (Mateus 3:1-12). Inclusive Satanás reconhece que Jesus veio assumir o reino, por isso mostrou-lhe os reinos deste mundo em uma das tentações (Mateus 4:8-10).

Jesus começa a pregar que “o Reino dos Céus está próximo”, estabelecendo-Se como o Rei desse Reino Eterno. Por isso, escolhe Seus discípulos como um rei escolhe seus oficiais (Mateus 4:12-25).

Desta forma, em Mateus 5 Jesus está estabelecendo as bases do Seu Reino e formando Seus seguidores, como um rei instrui seus súditos.

• As Bem-Aventuranças descrevem as características dos cidadãos do Reino dos Céus; anúncio semelhante a um edito real que define os valores e princípios do Reino Messiânico (Mateus 5:1-12).

• Ao instruir Seus seguidores a serem sal e luz, Jesus está enfatizando o impacto transformador do Seu Reino no mundo, mostrando a glória e a influência de Seu governo (Mateus 5:13-16).

• Jesus como o cumprimento da Lei pode interpretar a Lei para Seus discípulos, revelando Sua autoridade como Rei e Legislador (Mateus 5:17-48).

Temos a opção de submeter-nos à realeza de Cristo, tornar-nos súditos de Seu Reino e viver, nos reinos corruptos deste mundo, os princípios e valores elevados do Reino dos Céus.

Vamos expandir o Reino de Deus na sociedade? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 4 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 4 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 4- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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