Reavivados por Sua Palavra


ATOS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de novembro de 2024, 0:40
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ATOS 9 – A força do evangelho alcançou inclusive um dos maiores inimigos da Igreja Cristã: Saulo.

O relato de Atos 8 revelou que o poder do evangelho transforma vidas e que o Espírito Santo não pode ser comprado, manipulado ou submetido a propósitos egoístas.

• Somos chamados à pureza espiritual e à rejeição de toda prática que contradiga o caráter de Deus.

Por isso, em Atos 9, Saulo, embora fosse um indivíduo dedicado à religião judaica, como o mágico de Atos 8, devia reconhecer a superioridade do cristianismo ao revelar que o único poder digno de confiança é aquele que vem de Deus, transformando pessoas para viverem em conformidade com Sua vontade e para a glória de Seu nome.

Atos 9 lembra-nos que Deus tem o poder de transformar completamente qualquer vida que se dispõe a conhecê-lO.

• Somos chamados a ser instrumentos em Suas mãos como Ananias, ajudando a acolher e discipular pessoas, independente do passado. A história de Saulo nos desafia a viver em plena obediência, com uma nova identidade em Cristo e em comunhão com a Igreja.

O apoio e acolhimento de Barnabé nos lembra da importância da comunhão e do apoio mútuo na igreja. Todos enfrentamos lutas e desafios, e o papel de irmãos maduros é essencial para o crescimento espiritual (Atos 9:26-31).

• Somos chamados a ser acolhedores e generosos, ajudando outros a se integrarem, especialmente aqueles que vêm de contextos difíceis. Pergunte-se: Sou um “Barnabé para alguém em minha congregação? Tenho estendido a mão para os novos na fé?

Encontramos no texto o relato de Dorcas, uma discípula querida e admirada pela comunidade em Jope por sua bondade/generosidade. Sua morte causou grande comoção; então, a Igreja chamou Pedro que orou por ela, trazendo-a de volta a vida. Sua história nos ensina que todos nós temos dons dados por Deus e que cada um de nós é insubstituível na missão de servir e abençoar o próximo.

Hoje não precisamos que Dorcas seja ressuscitada; precisamos, sim, que os dons que Deus nos deu sejam aplicados no serviço ao próximo.

Portanto, seja um atencioso Ananias ou um Barnabé na missão e acolhimento ou uma Dorcas na compaixão e atendimento aos necessitados, a fim de que tenhamos mais pessoas convertidas no Reino de Deus!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ATOS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
4 de novembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ATOS 8 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 8 – BLOG MUNDIAL

ATOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ATOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
4 de novembro de 2024, 0:50
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1640 palavras

1 Saulo consentia. A escuridão deste momento desponta esperança ao sermos apresentados ao homem que se tornou o maior dos missionários cristãos – o Apóstolo Paulo. Andrews Study Bible.

Ele estava de acordo com o ato, embora não tenha participado do apedrejamento. Sem dúvida, o testemunho destemido de Estêvão teve mais influência sobre Saulo do que ele se deu conta. Isso resultou num conflito interior entre seu fanatismo farisaico e a suspeita de que a causa de Estêvão era correta. A consequência desse conflito foi o aumento da amargura contra os cristãos e perseguição intensificada. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 208.

Naquele dia. O apedrejamento de Estêvão marcou o início da perseguição organizada contra a igreja. Depois de não poupar esforços para matar o diácono, a liderança judaica concentrou sua raiva nos cristãos. CBASD, vol. 6, p. 209.

A permanência dos apóstolos em Jerusalém seria animadora para os encarcerados e serviria de centro ao qual os dispersos poderiam recorrer. A igreja passou a ser subterrânea. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 Grande pranto. Foi necessária muita coragem para realizar os ritos funerais para Estêvão, pois este fora alvo da fúria do Sinédrio. Em geral, a pessoa morta por apedrejamento, não tinha sepultamento honroso. O lamento público por parte dos “piedosos” pode ter sido uma forma de protesto contra os que causaram a morte de Estêvão. CBASD, vol. 6, p. 210.

3 devastava. V 22.4. A palavra grega em questão diz respeito, ás vezes, às devastações provocadas por animais selvagens. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O verbo grego é enfático, e significa não somente perseguição, mas um esforço para destruir a igreja. Bíblia de Genebra.

Casas. Sugere que Saulo entrava primeiro nas sinagogas em busca das vítimas e depois perseguia os cristãos de casa em casa. As casas também podiam ser locais de encontro dos cristãos. CBASD, vol. 6, p. 210.

4 dispersos pregando a palavra. Através da perseguição, a mensagem foi espalhada mais longe e mais rapidamente (11.19). Como disse Tertuliano, “o sangue dos cristãos é a semente da igreja”. Bíblia de Genebra.

5 Filipe. O Filipe desta história não é o apóstolo Filipe (1:13; Jo 1:43-46). Tudo que sabemos dele nos vem de At 6:1-7 (onde ele é um dos sete diáconos), esta passagem [At 8:5], e At 21:8, 9. Em 21:8-9 ele é “Filipe, o evangelista”, tinha se estabelecido em Cesareia [Marítima] (ver 8:40), e tinha quatro filhas que profetizavam. Andrews Study Bible.

Anunciava-lhes. Do gr. kêrussõ, que significa “proclamar”, subentendendo uma pregação mais formal e deliberada que a dos cristãos não ordenados. O mesmo termo é usado para a pregação de João Batista e a de Cristo (Mt 3:1, 4:17). O tempo verbal indica que Filipe pregava continuamente. CBASD, vol. 6, p. 212.

uma cidade da Samaria. Alguns manuscritos trazem “a cidade de Samaria”, referência à antiga capital de Samaria, que recebera o novo nome de Sebaste ou Neápolis (atual Nablus). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Justino Mártir afirma que Simão Mago era natural de Gita na Samaria. Bíblia Shedd.

6 atendiam. A ótima preparação dos samaritanos fora feita por Cristo (Jo 4). Bíblia Shedd.

9 Simão. Este homem costuma ser chamado de mago. Relatos posteriores dos pais da igreja o descrevem como um inimigo persistente de Pedro, a quem seguiu até Roma, a fim de se opor a seus ensinos ali. CBASD, vol. 6, p. 212.

Nos escritos cristãos primitivos, o “feiticeiro” (Simão, o Mago) é apresentado como arqui-herege na igreja e “pai” da doutrina gnóstica. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O gnosticismo (nome que vem da palavra grega gnosis, que significa “conhecimento”) ensinava que uma pessoa ganhava a salvação não pelo mérito da morte de Jesus pelos pecadores, mas por conhecimento especial a respeito de Deus. Bíblia de Genebra.

13 Abraçou a fé. Convencido do poder sobrenatural exercido por Filipe, Simão creu intelectualmente sem se converter de fato. Bíblia Shedd.

Sem dúvida, Simão ficou impressionado com os milagres que Filipe operava. Viu que estava na presença de um Poder infinitamente maior do que o dele. Simão compreendeu o bastante para ser batizado, mas a atitude posterior demonstrou que o batismo não representou um nascimento para uma vida mais elevada. Lucas traça uma distinção entre a crença dos samaritanos e a de Simão: o povo foi conquistado pela pregação de Filipe, ao passo que Simão foi atraído pelas maravilhas que viu. Deus, porém, não rejeitou sua fé imperfeita, Ele a aceitou como uma base sobre a qual Simão deveria desenvolver uma crença mais aceitável. CBASD, vol. 6, p. 213.

14 recebera a palavra. Samaria forma o terceiro passo na prometida expansão geográfica do evangelho (1.8; 5.16n). Bíblia Shedd.

João. Filho de Zebedeu, autor do evangelho e de três epístolas, aparece aqui pela última vez em Atos (cf Gl 2.9). Aquele que quis trazer fogo do céu sobre os samaritanos (Lc 9.54) agora lhes traz o Espírito Santo. Bíblia Shedd.

15 recebessem o Espírito Santo. Os crentes samaritanos, até esse ponto, não haviam recebido a evidência da dinâmica presença interior do Espírito Santo, embora, como crentes, o Espírito Santo estivesse habitando neles (Rm 8.9). Bíblia de Genebra.

Deparamos aqui o Pentecostes de Samaria (cf 10.44). Bíblia Shedd.

19 Concedei-me. O caráter de Simão foi plenamente revelado. Ele não queria o Espírito Santo como um dom espiritual que selaria seu batismo, mas para usar o poder e dominar os outros. Queria o poder exterior sem passar pela mudança interna que justifica o dom. É possível que tivesse a intenção de ganhar dinheiro com a habilidade de conceder o Espírito Santo a outros a seu bel-prazer. CBASD, vol. 6, p. 215.

20 dinheiro. Nenhum dom divino pode ser adquirido com dinheiro. Bíblia Shedd.

21 Não tens parte nem sorte. Este não foi um pronunciamento arbitrário, mas um juízo baseado no conhecimento do coração de Simão. Ele não pertencia à família de Deus, portanto não se qualificava a ter parte em seus privilégios e responsabilidades. CBASD, vol. 6, p. 215.

22 O pecado de Simão não é aquele que Cristo declarou ser imperdoável (Mt 12.32). O perdão depende do pecador se arrepender, confessar seu pecado e pedir perdão. Bíblia Shedd.

23 fel de amargura. Esta expressão tem origem em Dt 29.18 (citado em Hb 12.15). Nesse contexto trata da influência má que, de um indivíduo, passa a contaminar o povo todo. Bíblia Shedd.

Pelas suas ações, Simão comprovou que não cria em Cristo. … Uma profissão de fé sem arrependimento é inválida. Bíblia de Genebra.

24 Rogai vós por mim. A súplica de Simão revela que ele não fora tocado por um arrependimento genuíno. Ele não demonstra tristeza nem senso de necessidade de mudança. Só pede para ser poupado da ameaça de punição. CBASD, vol. 6, p. 216.

25 Jerusalém. Evidentemente a Igreja de Jerusalém não criou embaraços para a inclusão dos samaritanos na Igreja (contraste-se 11.3). Bíblia Shedd.

27 etíope. O etíope era um homem de prestígio, influente, rico, educado (ele está lendo um rolo), e piedoso (veio para adorar; vv 27-28). Andrews Study Bible.

Ireneu (180 d.C.) diz que ele se tornou em missionário entre os etíopes. Bíblia Shedd.

A Etiópia correspondia nesse período à Núbia, desde a região do alto Nilo, na primeira catarata (Assuã), até Cartum. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O cristianismo africano não se iniciou com os missionários da era colonial, mas encontra suas raízes no tempo dos apóstolos. Andrews Study Bible.

Candace. O título da rainha-mãe, que governava em lugar de seu filho. Acreditava-se que ele era sagrado demais para ser envolvido com negócios seculares. Bíblia de Genebra.

28 Vinha lendo. Se o etíope estivesse lendo a passagem sobre a misericórdia do Senhor para com os eunucos (Is 56.3-5; cf Dt 23.1), teria sido natural para ele ler também Is 53. Bíblia de Genebra.

29 disse o Espírito a Filipe. Lucas deixa bem claro que o avanço da Igreja foi dirigido passo a passo pelo Espírito Santo. Bíblia Shedd.

Filipe é dirigido à carruagem do etíope (provavelmente parte de uma grande caravana) e o escuta lendo Is 53:7-8 (nos tempos antigos, era costume ler em voz alta). Andrews Study Bible.

31 Convidou. Ou, “suplicou”. A palavra expressa um pedido intenso e revela a avidez do eunuco por receber mais instrução. A ordem do Espírito se cumpre de maneira natural. Filipe se aproxima, e o próprio eunuco convida o evangelista a entrar em sua carruagem e viajar com ele. CBASD, vol. 6, p. 218.

A passagem profética de Is 52.13-53.12 é quase incompreensível para os que desconhecem a história de Cristo. Bíblia Shedd.

35 Explicou. Sempre que o termo ocorre no NT, sugere um discurso bem formulado, não o mero ato de falar. CBASD, vol. 6, p. 219.

37 Este versículo não consta nos melhores manuscritos. Preserva, no entanto, uma liturgia muito antiga e uma fórmula de credo dos primeiros tempos. Bíblia Shedd.

38-39 o batizou. O NT conhece apenas uma forma de batismo cristão pela água, que é por imersão. Eles desceram à água e saíram da água. Para mais sobre batismo, ver Rm 6:3-8. Andrews Study Bible.

39 Saíram. Isto ocorreu para que o eunuco fosse batizado por imersão. CBASD, vol. 6, p. 220.

E este foi. Isto sugere que o etíope aceitou o desaparecimento de Filipe como um ato sobrenatural, por isso não perdeu tempo buscando aquele que o ensinara e batizara. Em vez disso, seguiu o próprio caminho, ou seja, continuou a jornada. CBASD, vol. 6, p. 220.

cheio de júbilo.Indica a presença do Espírito Santo [comparar com o jovem rico, Mc 10.22]. Bíblia Shedd. .

40 Azoto. É a Asdode do Antigo Testamento (1Sm 5.1), uma das cinco cidades filisteias, cerca de 32 km ao norte de Gaza e 96 km ao sul de Cesaréia, na costa. Bíblia de Genebra.

Cesaréia. Uma grande cidade que Herodes, o Grande, tinha reconstruído. … Tinha um excelente porto que Herodes expandiu para importante tráfego marítimo (21.8) e servia como quartel general para os procuradores romanos, tais como Pilatos, Félix (23.33-24.4) e Festo (25.6). Filipe deve ter se radicado em Cesaréia, porque anos depois ele ainda está lá. Bíblia de Genebra.

Evangelizava. Ou, “ele estava evangelizando” ou “continuava a evangelizar”. A experiência extraordinária de Filipe com o eunuco não interrompeu suas outras atividades de pregação do evangelho. CBASD, vol. 6, p. 221.

O relato, nessa altura, deixa Filipe em Cesaréia; quando reaparece, 20 anos mais tarde, ainda está localizado na mesma cidade (21.8). Bíblia de Estudo NVI Vida.



ATOS 8 – PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de novembro de 2024, 0:40
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ATOS 8 – Com a perseguição à igreja (Atos 8:1-3), o cristianismo espalhou-se rapidamente. Um exemplo é o relato do batismo do Eunuco por Felipe (Atos 8:26-40).

Com o avanço da Igreja no mundo gentio (Atos 8:4-8), os cristãos lidaram com formas de religião contrárias à revelação de Deus. Um exemplo foi a magia de Simão (Atos 8:9-25).

O mágico Simão intentava impressionar o povo de Samaria com práticas sobrenaturais, e vemos como a chegada do evangelho através de Filipe, e posteriormente Pedro e João, revelou a superioridade do poder de Deus sobre a magia e a bruxaria.

A cultura da época misturava-se frequentemente com crenças e práticas pagãs que viam o sobrenatural como fonte de poder. Em contraste, o cristianismo apresentava-se como uma fé baseada na revelação de Deus através das Escrituras e da manifestação visível do poder de Deus na vida de Jesus e de Seus apóstolos.

Diferente da magia, que manipula forças para benefício próprio ou para impressionar, o poder que acompanha a pregação de um cristão vem diretamente de Deus e é voltado para a libertação e salvação das pessoas. Contudo, quando observou os milagres realizados pelo poder do Espírito Santo, Simão impressionou-se e, aparentemente, converte-se ao cristianismo, sendo batizado.

Mesmo depois de batizado, quanto Pedro e João chegam a Samaria e os samaritanos recebem o Espírito Santo, Simão oferece dinheiro para comprar essa capacidade. O fato é que o Espírito Santo não pode ser comprado ou manipulado, pois o cristianismo trata de um relacionamento autêntico com Deus, no qual o Espírito é dado gratuitamente como presente divino. A tentativa de Simão de adquirir o poder de distribuir o Espírito Santo demonstra seu entendimento equivocado do cristianismo e sua visão ainda enraizada nas práticas de manipulação espiritual que ele conhecia.

Em Atos 8:20 Pedro expõe que o verdadeiro poder espiritual não é algo negociável; é concedido por Deus Àqueles que O seguem com sinceridade. Tal confronto serve para ressaltar que o evangelho não é um meio de obter poder para si, mas um chamado à submissão a Deus e serviço aos outros!

Os apóstolos rejeitam qualquer tentativa de misturar o evangelho com práticas espirituais pagãs ou mágicas. A resposta de Pedro a Simão é, em essência, uma repreensão contra o sincretismo… – Heber Toth Armí.



ATOS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de novembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ATOS 7 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 7 – BLOG MUNDIAL

ATOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ATOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
3 de novembro de 2024, 0:50
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708 palavras

1 Porventura, é isto assim? A pergunta do sumo sacerdote serviu para interromper a perplexidade dos observadores ao contemplarem a face de Estevão, mas era a forma padrão de dar inicio a um julgamento formal. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 192.

2 Estevão respondeu. A resposta de Estevão foi uma declaração de fé. Era também uma denúncia aos acusadores. CBASD, vol. 6, p. 192.

3 Sai. Estevão cita Gênesis 12:1. CBASD, vol. 6, p. 192.

9 Invejosos. O registro diz que seus irmãos “odiaram-no” (Gn 37:4, 5) e “lhe tinham ciúmes”. Este é o primeiro passo no argumento de Estevão de que os mensageiros de Deus sempre sofreram oposição daqueles que eram representantes da nação hebraica em cada época. CBASD, vol. 6, p. 193.

25 Cuidava. Ou, “estava supondo”. Ele tinha certeza de que os hebreus entenderiam seu ato e seus motivos. Logo se desiludiu. O vislumbre do que se passou na mente de Moisés não é extraído do AT, mas pode ter sido revelado a Estevão pelo Espírito Santo. O orador também podia estar sugerindo uma comparação entre Moisés e Jesus, uma vez que ambos foram rejeitados pelo povo que queriam ajudar. CBASD, vol. 6, p. 196.

Não compreenderam. Expressão sucinta, mas eficaz, em destacar a estupidez do povo. Com frequência, o povo de Deus não entende, nem está preparado para os atos divinos de livramento (a atitude dos judeus em relação a Cristo, Jo 1:11). CBASD, vol. 6, p. 196.

37 Um profeta. Estevão, como Pedro (At 3:22), se refere à profecia de Deuteronômio 18:15 a 18. Assim como Pedro, ele entende que ela se cumpriu em Jesus. Ele pretendia confrontar o Sinédrio com este Profeta na pessoa de Jesus, a quem eles crucificaram. CBASD, vol. 6, p. 197.

49 O céu é o Meu trono. Isaías afirma que o Altíssimo não pode se confinar a limitações humanas, mas habita com aquele que é “aflito e abatido de espírito”. Estas palavras eram uma repreensão aos judeus que as ouviram. O apelo velado de Estevão era para que aceitassem o Ser Divino que andara entre eles com tanta humildade e lhes demonstrara o caráter amoroso do Pai celestial. CBASD, vol. 6, p. 200.

51 Homens de dura cerviz. Sem dúvida, a mudança súbita no discurso de Estevão se deveu à agitação crescente do Sinédrio e ao ressentimento que suas palavras despertaram. Ao que tudo indica, ele percebeu que seu fim estava próximo e que nada mais que ele dissesse mudaria a questão. CBASD, vol. 6, p. 200.

52 Traidores e assassinos.  Ao ler no rosto de seus acusadores o destino que logo lhe sobreviria, Estevão os lembrou de suas ações passadas contra Cristo. CBASD, vol. 6, p. 201.

53 Não a guardastes. Estas palavras são proferidas em contraste com a expressão “recebestes a lei”, e devem ter sido um golpe a quem as ouviu. Eles não guardavam a letra da lei nem sua intenção. A lei, entregue por intermédio de anjos, poderia ter sido a glória deles, mas a perversão dela gerou vergonha e destruição. CBASD, vol. 6, p. 201.

55 No céu. Estêvão viu “os céus abertos”. Nenhum dos observadores viu aquela glória do Céu, e a declaração de Estêvão parecia agravar sua culpa. Mas somente os profetas seriam capazes de dizer se o que viram foi com a percepção espiritual ou por meio da visão física. CBASD, vol. 6, p. 201.

58 E […] o apedrejaram. Literalmente, “o estavam apedrejando”, como se a execução continuasse à medida que o mártir orava. O apedrejamento era a pena para a blasfêmia segundo a lei mosaica. Todavia, por mais que o Sinédrio estivesse seguindo de perto essa lei, eles não tinham direito de tirar a vida de alguém sob o domínio romano. CBASD, vol. 6, p. 202.

59 Invocava. A oração mostra Estevão invocando ao Senhor Jesus, a quem ele acabara de ver em pé, à direita de Deus. CBASD, vol. 6, p. 202.

60 Não lhes imputes este pecado! Estevão não podia fazer muito pelos pecados anteriores daqueles que o perseguiram, mas podia pedir perdão pela transgressão presente. Ao rogar por eles, revelou que adquirira por completo o espírito de perdão que havia caracterizado seu Mestre. CBASD, vol. 6, p. 203.  

Adormeceu. Ao encerrar o relato do ministério do mártir, Lucas preserva a atmosfera santa em sua palavra final: “adormeceu”.  A batalha terminou e a vitória foi conquistada. O fiel guerreiro de Deus deixa o tumulto e adormece tranquilamente até o dia da ressurreição. Os capítulos seguintes revelam que sua morte não foi em vão. CBASD, vol. 6, p. 203.  

Compilação: Tatiana W



ATOS 7 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
3 de novembro de 2024, 0:40
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ATOS 7 – A morte de Estêvão é um evento de grande relevância na história do cristianismo e na interpretação das profecias de Daniel, especialmente as 70 semanas mencionadas em Daniel 9:24-27.

Estêvão foi um dos primeiros líderes nomeados pelos apóstolos na igreja primitiva, o qual se destacou por sua eloquência. Seu poderoso discurso diante do Sinédrio é uma recapitulação da história do povo de Deus, destacando a resistência desse povo e culminando numa advertência contundente contra os líderes religiosos da época. Ele os confronta, dizendo que eles sempre resistiram ao Espírito Santo e mataram os profetas.

• A resposta violenta dos ouvintes, que apedrejaram Estêvão até a morte, marca a primeira vez que um cristão é martirizado, simbolizando a rejeição do evangelho por parte dos líderes judeus.

As 70 semanas de Daniel 9:24-27 são frequentemente interpretadas como um período profético que abrange desde o decreto da restauração de Jerusalém até a vinda do Messias. De acordo com essa profecia, o “Ungido” (ou Messias) seria cortado (morto) após 69 semanas – isto é, a crucificação de Cristo. Daniel 9:27 menciona que o Messias fará uma aliança com muitos por uma semana, e que em meio à semana Ele será cortado.

O fim das setenta semanas coincide com a morte de Estêvão. Noutras palavras, sua morte é um marco que representa o fim do tempo destinado ao povo de Israel, conforme a profecia de Daniel. Ao rejeitar Estêvão, os líderes israelitas rejeitaram a mensagem do Evangelho e também selaram seu destino como povo escolhido de Deus. Este evento aponta para a conclusão do apelo de Deus aos judeus, que culmina com a morte de Cristo e agora, extrapola com a morte do primeiro mártir.

• Tudo isso sinaliza uma nova fase no plano de Deus, onde a salvação é oferecida a todos, incluindo os gentios.

Algumas implicações do sermão e morte de Estêvão: Esse episódio representa…

• a transição da liderança espiritual de Israel para a Igreja Cristã, incluindo os gentios como povo de Deus.
• a rejeição final da mensagem cristã pelos líderes israelitas. A partir desse momento, a Igreja se expande rapidamente, conforme o livro de Atos.
• que o tempo de graça para Israel étnico se esgotou, e Deus agora Se volta para um novo povo.

Portanto, devemos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



ATOS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
2 de novembro de 2024, 17:38
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Texto bíblico: ATOS 6 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 6 – BLOG MUNDIAL

ATOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ATOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
2 de novembro de 2024, 0:50
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763 palavras

1 naqueles dias. Marca nova divisão no livro (cf 1.15). Bíblia Shedd.

O zelo missionário partiu dos crentes helenistas, menos tradicionais e desembaraçados do problema da língua, visto que o grego era língua franca do Império Romano. Bíblia Shedd.

Helenistas. Isto é Judeus de língua grega. Os helenistas eram judeus da diáspora que além de falar o grego, haviam absorvido em parte a cultura grega. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 182.

Hebreus. Estes eram os judeus que haviam nascido na Palestina, moravam ali e falavam a língua aramaica. CBASD, vol. 6, p. 182.

viúvas. A igreja tinha assumido a responsabilidade de seu cuidado (4:32-34; 1 Tm 5:3-16). Andrews Study Bible.

Aqui o velho problema da discriminação tinha emergido: as viúvas dos judeus gregos (ou de fala grega) eram consideradas forasteiras pelos judeus nativos e assim não estavam recebendo sua porção na distribuição de alimentos, provavelmente derivada em parte da generosa doação de 4.34-37. Bíblia de Genebra.

2 a palavra de Deus. Nesta organização inicial da igreja do Novo Testamento, dois ministérios estão listados: o ministério da palavra e oração (v. 4) e o ministério de satisfazer as necessidades físicas do povo, tal como servir à mesa. Bíblia de Genebra.

3 Sete homens. Era razoável que os apóstolos pensassem no número sete. Havia uma reverência pelo numero entre os judeus. CBASD, vol. 6, p. 183.

5 escolheram. Pelos nomes gregos se supõe que todos eram helenistas, inclusive um prosélito (gentio convertido ao judaísmo) cristão. Bíblia Shedd.

6 Apresentaram-nos. Provavelmente para exame, instrução, e é claro ordenação. CBASD, vol. 6, p. 185.

impuseram as mãos. Ação que simboliza uma doação, quer de bênção (Mc 10.16), cura (Mc 6.5), o Espírito Santo (At 8.17; 19.6) ou responsabilidade e autoridade para serviço (At 13.3; 1Tm 4.4). Bíblia Shedd.

8 Cheio de graça e poder. Graça e beleza de espírito deveriam acompanhar a proclamação da mensagem evangélica. O “poder” era a realização de milagres. Estevão devia ter a mesma plenitude de dons do Espírito que os doze. CBASD, vol. 6, p. 186.

9 Libertos. Descendentes dos judeus levados a Roma por Pompeu (63 a.C.) e logo libertos, junto com outros das regiões mencionadas. Bíblia Shedd.

10 Não podiam resistir. Literalmente, “não eram fortes para permanecer contra”. Esta experiência cumpriu a promessa de Cristo a Seus seguidores (Lc 21:15). CBASD, vol. 6, p. 187.

Sabedoria. Estevão foi o primeiro mestre da nova comunidade a ser destacado por sua sabedoria. […] Possuía uma clara visão da verdade e a habilidade para revelar verdades não percebidas até então. CBASD, vol. 6, p. 188.

11 Subornaram. Às vezes, esta palavra era usada para o ato de empregar, instigar ou instruir um agente secreto. CBASD, vol. 6, p. 188.

Incapazes de contradizer os argumentos de Estêvão a respeito de Jesus, os membros da Sinagoga [dos Libertos] espalharam falsas acusações sobre ele. No furor resultante, Estêvão foi arrastado ao Conselho [Sinédrio]. Andrews Study Bible.

blasfêmias contra Moisés e contra Deus. Estêvão só dizia, como está evidente no cap. 7, que Moisés, como Jesus – e como o próprio Estêvão – foi rejeitado pelo povo (7.35, 39). Isto não poderia ser tomado como blasfêmia contra Moisés e contra Deus. Bíblia de Genebra.

12 Sublevaram. Por meio das acusações falsas, agitaram o povo que testemunhara os milagres de Estevão. CBASD, vol. 6, p. 188.

13 lugar santo. O templo, para os judeus, era o lugar mais sagrado do mundo, o centro do universo, por ser a habitação de Deus. Bíblia Shedd.

Estêvão não falou contra o templo, mas somente declarou que Deus não estava confinado a um templo terreno, uma vez que o céu era Seu lar e Seu trono (7.48-50). Estêvão, na verdade, sustentava a lei mosaica e o seu ensino, especialmente naquilo que apontava para o Cristo vindouro (7.37-38). Bíblia de Genebra.

14 Esse Jesus. Mais uma vez, uma menção com desprezo, embora este nome soasse belo ao sair de lábios cristãos. CBASD, vol. 6, p. 189.

temos ouvido dizer que esse Jesus … mudará os costumes que Moisés nos deu. Estêvão percebendo que a fé cristã não se manteria dentro do judaísmo (cf Mc 7.18, 19; Mt 23.25, 26; Lc 11.39-41), antecipa a teologia universal de Paulo. Sua visão é de um cristianismo mundial, sem as restrições do judaísmo e da Lei. Bíblia Shedd.

Para Estêvão, Jesus, aquEle que está à direita do Pai no Céu (7:55-56), é o “Profeta como eu” que Moisés mesmo predisse que viria, a Pessoa definidora da História cujo significado extrapolaria o judaísmo. Similarmente, nem o tabernáculo nem o templo poderiam conter Deus (7:44-50). Estêvão está plenamente convicto de que a culminação de todo o Antigo Testamento é alcançado em Jesus. Andrews Study Bible.

15 Rosto de anjo. Seu rosto devia estar iluminado com um brilho divino. […] O rosto de Estevão se iluminou por sua proximidade de Cristo e pela luz da visão que estava prestes a ter de Jesus à destra de Deus. CBASD, vol. 6, p. 188.



ATOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
2 de novembro de 2024, 0:40
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ATOS 6 – “A nomeação dos sete, como são chamados por Lucas (At 6:3; cf. 21:8), foi a primeira divisão do ministério além dos apóstolos a fim de satisfazer as necessidades das congregações individuais. Sua nomeação, porém, teve um enorme impacto na missão mundial da igreja, pois eles – e aqueles associados a eles – se tornaram os primeiros missionários cristãos a pregar o evangelho além das fronteiras judaicas (At 8:1, 4-8, 26-40; 11:19-21) e, assim, começar de fato a cumprir a missão de Atos 1:8)” (Wilson Paroschi).

Assim como Jesus organizou seus discípulos para o ministério, a Igreja Cristã seguiu Seu exemplo; hoje também é fundamental essa organização a fim de garantir que cada membro tenha um papel claro e significativo no avanço do Reino de Deus. Os apóstolos fizeram isso, e foi uma bênção ao avanço da missão evangelística em meio a titânicos desafios (Atos 6:1-15).

Estêvão “foi nomeado como um dos sete homens escolhidos pela igreja de Jerusalém e ordenado a supervisionar a distribuição de alimento aos membros necessitados (v. 1-6), conforme o sistema adotado pela nova igreja (At 4:32, 34-35). Os homens que desempenhavam esse ofício deviam ser ‘de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria’ (At 6:3)” (Dicionário Bíblico Adventista).

A escolha de líderes ‘de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria’ revela que a Igreja precisa de pessoas que vivam e pratiquem princípios éticos e espirituais, assegurando que as necessidades da congregação sejam atendidas com eficiência e amor.

A falta de uma estrutura administrativa leva ao caos (Atos 6:1). Mas a implementação de um sistema claro, como idealizado pelos discípulos (Atos 6:2), garante que as responsabilidades sejam distribuídas de maneira organizada, justa e eficientemente, evitando sobrecargas em líderes e membros (Atos 6:3-6), viabilizando a oração a fim de dar poder à pregação da Palavra de Deus.

• A organização da Igreja não apenas facilita o serviço local, como também prepara a congregação para cumprir a missão global, como demonstrado pelo papel dos sete na evangelização além das fronteiras judaicas.

• Uma boa organização promove um ambiente de colaboração e apoio mútuo, essencial para fortalecer a comunhão entre os membros e testemunhar do amor de Cristo de maneira eficaz.

Como cristãos, pertencemos ao corpo (Igreja) de Cristo. Cumpramos fielmente nossa missão! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.