Reavivados por Sua Palavra


I JOÃO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
19 de março de 2025, 0:50
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1006 palavras

1 Para que não pequeis. Livrar-se totalmente do pecado é a meta estabelecida perante os filhos de Deus, e cada provisão foi feita para que todos possam alcançá-la. CBASD – Comentário bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 699.

Se, todavia, alguém pecar. Embora o objetivo de João seja a impecabilidade, João reconhece a possibilidade de um cristão sincero cometer um pecado (cf. com. de 1Jo 1:7-9). Ele faz isso não para tolerar o pecado, mas para apresentar Aquele que pode salvar o cristão que tenha caído. CBASD, vol. 7, p. 699, 700.

Advogado (gr. paraclētos, “chamado para o lado”). Bíblia Shedd.

Alguém que intercede em favor de outra pessoa. Bíblia de Estudo Andrews.

3 o temos conhecido. Não apenas conhecer a respeito dele, mas conhecê-lo pessoalmente. Bíblia de Estudo Andrews.

5 Tem sido aperfeiçoado. Tem cumprido seu propósito (4:16-19; 5:3). Bíblia de Estudo Andrews.

O amor para com Deus é aperfeiçoado na plena obediência à Palavra. Bíblia Shedd.

Como Ele andou. O padrão de obediência é o exemplo de Cristo (1 Pe 2.21; cf Cl 2.6). Bíblia Shedd.

6 permanece nele. Continua em constante relacionamento com ele (Jo 15:4-5). Bíblia de Estudo Andrews.

7 palavra. Mensagem.

9 Odeia. O menor traço de ódio é suficiente para mostrar que o Deus de amor não tem pleno domínio no coração (Mt 5:21, 22; MDC, 55-58). CBASD, vol. 7, p. 703.

12-17 O que os cristãos têm em Deus, em contraste com o que o mundo tem a oferecer. Bíblia de Estudo Andrews.

13, 14 Conheceis. […] denota uma relação pessoal com Cristo (13) e com Deus (14) que determina a nova vida. Bíblia Shedd.

15 o mundo. Neste texto, o termo representa tudo que se coloca em oposição a Deus e a seus caminhos (5:19; Jo 1:10). Bíblia de Estudo Andrews.

16 A concupiscência da carne. A concupiscência da carne é o desejo que impele à indulgência ao mal. […] Os escritores do NT consideram que o corpo humano tem disposição para o bem e também para o mal, portanto, está sujeito à redenção adquirida por Cristo (Rm 12:1; 1Co 6:15; Fp 1:20; 3:21). A expressão “concupiscência da carne” inclui tudo aquilo que tende irresistivelmente a uma complacência que contradiz a vontade de Deus. O apóstolo não acusa seus leitores de pecados vis, mas os adverte contra a inimizade entre Deus e todas as manifestações do pecado, a fim de salvá-los. CBASD, vol. 7, p. 707.

A concupiscência dos olhos. … pode ser entendida como uma referência ao prazer mental, estimulado através da visão. Grande parte do prazer pecaminoso do mundo se experimenta através dos olhos (ver com. de Mt 5:27, 28). Muitos dos que se apressam em negar qualquer intenção de ceder ao pecado aberto, sentem um vivo desejo de ler sobre o pecado, contemplá-lo em uma imagem, ou vê-lo retratado numa tela. Aqui se aplicam as palavras de 1Coríntios 10:12: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia” (cf. com. de Gn 3:6). João pode ter pensado nos espetáculos de esportes brutais da arena romana, onde os homens lutavam entre si ou com animais selvagens até a morte. Esses esportes despertavam a mesma curiosidade mórbida que os espetáculos sádicos hoje. CBASD, vol. 7, p. 707.

soberba. Do gr. alazoneia, “vanglória”, “ostentação”, “exibição” (cf. com. de Tg 4:16). CBASD, vol. 7, p. 707.

Vida. A expressão “orgulho da vida” implica uma satisfação materialista com bens terrenos, um estado de espírito que substitui o espiritual pelo material. Todos, em diferentes graus, são propensos a tal orgulho e devem se precaver contra ele. Alguns se orgulham indevidamente de seu trabalho, outros, de suas posses, de sua própria beleza, ou de seus filhos. CBASD, vol. 7, p. 707.

18-28. Instrução sobre como reconhecer e lidar com aqueles a quem a epístola chama de “anticristos”. Bíblia de Estudo Andrews.

18 Última hora. A principal preocupação dos escritores da Bíblia que buscavam preparar os seus leitores com o encontro com Jesus era espiritual e não cronológica. Eles não pretendiam fornecer dados cronológicos sobre os últimos dias (cf. com. de At 1:6, 7). A mensagem de João teve o valor imediato de estimular seus irmãos na fé a viver na expectativa do breve retorno de Cristo. Estimulou-os a viver, como todos os cristãos deveriam, como se cada dia fosse o último. O solene anúncio: “É a última hora”, também moveria os crentes a testemunhar mais fervorosamente, apressando o advento de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 708.

O anticristo. Alguém que atua contra Cristo e que, em última instância, tenta tomar seu lugar. Jesus e outros escritores bíblicos profetizaram a respeito deste agente, sobretudo sobre aquele que aparecerá logo antes do retorno de Cristo (Dn 7:25, 26; 8:23-25; Mt 24:4, 5; 2Ts 2:1-10; 2Tm 3:1-8; Ap 13:1-6). Bíblia de Estudo Andrews.

A palavra pode significar … “aquele que se opõe a Cristo”, ou “alguém que reivindica o lugar de Cristo”, ou quem combina essas duas funções. O título de vice-Cristo, ou vice-regente de Cristo, transmitiria uma ideia semelhante quando usado por alguém que falsamente alegava ser investido da autoridade de Jesus. O apóstolo João é o único que usa o vocábulo “anticristo” no NT (aqui, e em 1Jo 2:22; 4:3; 2Jo 7), porém não dá nenhuma pista definitiva para a identificação de uma pessoa específica, pessoas ou instituição. Ele supõe que seus leitores já conheciam o tema, que esperavam a vinda do “anticristo” e que acreditavam que sua presença indicava a proximidade dos últimos dias. Sem dúvida, João pensava em heresias de sua época como o docetismo e o cerintianismo, ramificações do gnosticismo (ver p. 625, 626; vol. 6, p. 40-45; ver também com. de 1Jo 2:22; 2Jo 7). É oportuno recordar que o “anticristo” original é Satanás, que se opõe a Cristo com a ajuda de diversos instrumentos humanos. Antes de o homem ter sido criado, Satanás tentou destituir a Cristo (ver com. de Is 14:12-14; Ez 28:12, 13) e, desde então, tem inspirado sem cessar toda oposição contra Deus e Seu Filho Jesus Cristo (cf. com. de 2Ts 2:8, 9). CBASD, vol. 7, p. 708, 709.

19 fosse manifesto. Mostrados como realmente são. Bíblia de Estudo Andrews.

23 não tem o Pai. Ao rejeitar Jesus, a quem o Pai enviou, rejeita-se o Pai também. Bíblia de Estudo Andrews.

24 o que ouvistes. A verdade sobre Jesus e a vida eterna (v. 23, 25). Bíblia de Estudo Andrews.

27 Ensina (cf Jo 14.26, 1 Co 2.9-16). O Espírito e a Palavra (24-26) cooperam suprindo toda a necessidade dos fiéis. Bíblia Shedd.

29 A prática da justiça é resultado do novo nascimento (Ef 2.10). Bíblia Shedd.



I JOÃO 2 – Comentário Pr Heber Toth Armí
19 de março de 2025, 0:40
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I JOÃO 2 – É fundamental entender a verdadeira natureza de Cristo e a natureza humana para compreendermos nossa necessidade de um Salvador. Foi isso que João deixou claro no capítulo anterior, além de destacar o aspecto da comunhão.

Quanto ao problema do pecado que afeta a comunhão, João declara que temos um advogado, O qual sacrificou-Se por nossos pecados visando purificar-nos (I João 2:1-2). Desta forma, a graça divina não é “licença” para pecar, mas um chamado a viver em santidade, sabendo que temos Jesus como intercessor.

A mera opinião torna-se convicção sem a revelação. Para alertar-nos, João diz que quem afirma conhecer a Deus, mas não Lhe obedece, está mentindo. A obediência é a evidência de conhecê-lO (I João 2:3-6). “Quando a fé sadia, a obediência e o amor operam juntos, eles resultam em felicidade, santidade e certeza. Constituem a evidência, a prova decisiva, de um verdadeiro cristão” (John MacArthur).

João lembra que o amor ao próximo é um mandamento antigo – desde o Antigo Testamento – porém, também é novo, porque Jesus o viveu de maneira perfeita (I João 2:7-11); portanto,

• Quem ama seu irmão na fé permanece na luz.
• Quem, porém, o odeia, está em trevas sem saber aonde vai.

João faz uma pausa e dirige-se a três grupos na fé (I João 2:12-14):

• Filhinhos, os novos convertidos – que conhecem o Pai.
• Jovens, os espiritualmente mais maduros – que venceram o maligno.
• Pais, os mais experientes na fé – que conhecem Deus a mais tempo.

Depois, João alerta que o amor ao mundo é incompatível com o amor a Deus. E apresenta três tipos de tentações que intentam afetar-nos espiritualmente (I João 2:15-17):

• A cobiça da carne – desejos pecaminosos.
• A cobiça dos olhos – materialismo, consumismo.
• A ostentação dos bens – orgulho, vaidade.

Na sequência, João alerta contra os anticristos e falsos profetas. É fundamental que os crentes estejam cientes dos falsos cristãos, saibam discernirem falsos ensinos e permaneçam na verdade – na doutrina de Cristo (I João 2:18-23).

Por fim, o apóstolo lembra que os crentes receberam a unção do Espírito Santo, que os ensina e mantém-nos na verdade (I João 2:24-27):

• Permanecer na Palavra divina garante a vida eterna.
• Praticar a justiça evidencia a vida regenerada em Cristo.

Portanto, rejeitemos influências que nos afastam de Cristo! – Heber Toth Armí.



I JOÃO 1 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
18 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I JOÃO 1 – Primeiro leia a Bíblia

I JOÃO 1 – BLOG MUNDIAL

I JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I JOÃO 1
18 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1jo/1

Cada membro da igreja tem suas características. Alguns são simplesmente problemáticos. Isso era tão verdadeiro nos dias do apóstolo João como nos nossos dias. Em sua congregação alguns indivíduos afirmavam que estavam em situação regular como membros da igreja, embora estivessem andando “em trevas”. Reivindicando estarem sem pecado e sem a possibilidade de cometerem atos pecaminosos, o apóstolo afirma que eles estavam vivendo uma mentira.

João viu claramente o problema dessas pessoas. No verso 8 ele os chama de mentirosos e no verso 10 ele diz que tais reivindicações fazem de Deus um mentiroso. Afinal, Deus é enfático em dizer que “todos pecaram” (Rom. 3:23), como Paulo deixa claro na primeira metade de Romanos 3, utilizando para isso uma grande quantidade de citações do Antigo Testamento.

A boa notícia em relação à reivindicação de uma “vida sem pecado”, por parte de alguns, é que ela deu a João a oportunidade para exaltar o evangelho do perdão. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (verso 9 NVI).

Uma coisa que gosto em João é que ele é capaz de encontrar algo útil mesmo em situações ruins. Temos algo a aprender com essa atitude de João.

George Knight
Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1jn/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



I João 1 – Comentários Selecionados
18 de março de 2025, 0:50
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692 palavras

1 O que era. Estas palavras iniciais da epístola podem receber duas interpretações, pois o pronome ho, que se traduz como “o que”, é neutro, e poderia se referir a: (1) ao testemunho a respeito da revelação do Verbo da vida, ou (2) ao Verbo da vida (Cristo). O estilo de João torna a segunda interpretação mais provável (Jo 4:22; 6:37, em que os pronomes neutros se referem a pessoas) Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 689.

Com respeito ao Verbo. Ou, “sobre a Palavra”. O apóstolo não tem a pretensão de lidar com todos os aspectos concernentes ao Verbo, mas declara em sua epístola verdades baseadas em experiência pessoal com o Verbo. O uso da “palavra” (logos) referindo-se a Jesus Cristo é peculiar ao quarto evangelho (Jo 1:1, 14) a esta epístola (l Jo 1:1; 5:7) e ao Apocalipse (19:13) e apoia a ideia de que eles têm uma autoria comum. CBASD, vol. 7, p. 690.

2 A vida eterna. A associação de “vida” com “eterna” se apresenta 22 vezes nos escritos de João. O apóstolo pensa em termos de eternidade e sublinha a natureza eterna do seu amado Senhor e da vida que almeja compartilhar com Ele (Jo 3:16). CBASD, vol. 7, p. 691.

E nos foi manifestada. O autor está pleno de respeito reverente ao compreender o privilégio que lhe foi concedido de ver Aquele que estava com o Pai desde a eternidade. O esplendor da revelação nunca diminui na mente de João. Pelo contrário, permanece no centro de sua visão espiritual (Jo 1:14). CBASD, vol. 7, p. 691.

Completa. Ou, “plena”. Jesus tinha expressado a mesma razão para falar “estas coisas” aos Seus discípulos (Jo 15:11), e as palavras do discípulo amado podem ter sido um eco às palavras de seu Mestre. A plenitude da alegria é um tema frequente nos escritos de João (Jo 3:29; 16:24; 17:13; 2Jo 12). A religião cristã é feliz (Jo 15:11). CBASD, vol. 7, p. 692.

Deus é luz. Na Bíblia, a luz está associada com a divindade. Quando o Senhor iniciou a Criação, a luz foi o primeiro elemento a ser trazido à existência (Gn 1:3). As manifestações divinas são geralmente acompanhadas de glória inefável (Ex 19:16-18; Dt 33:2) . Deus é descrito como “luz eterna” (Is 60:19, 20) e “que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver” (ITm 6:16). Essas manifestações físicas simbolizam a pureza moral e a santidade perfeita que distinguem o caráter de Deus. CBASD, vol. 7, p. 692.

Mentimos. João destaca a hipocrisia daqueles que professam seguir o caminho da luz, porém voluntariamente andam nas trevas. Se Deus é luz (v. 5), todos os que tem comunhão com Ele também devem andar na luz. Por isso, qualquer um que afirmar ter comunhão com o Pai e andar nas trevas estará mentindo. CBASD, vol. 7, p. 693.

A nós mesmos nos enganamos. Se enganamos a nós mesmos, não podemos culpar ninguém. A pretensão de estar sem pecado é uma exaltação própria, uma ressurreição do velho homem, um ato de orgulho, de pecado, portanto, uma contradição característica de uma pessoa que se engana. Recusando-se a admitir sua própria pecaminosidade, o coração humano enganoso inventa inúmeras maneiras de alegar sua inocência. Só o poder penetrante da Palavra de Deus pode revelar o verdadeiro estado do coração e predispor a mente a receber a revelação. CBASD, vol. 7, p. 695.

Purificar. Ou “limpar. Ao confessar seu grande pecado, Davi orou: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro” (SI 51:10). O propósito do Senhor é purificar o pecador arrependido de toda injustiça. Ele pede perfeição moral de seus filhos (Mt 5:48). E fez provisão para que todos os pecados possam ser resistidos e vencidos com sucesso (Rrn 3:1-4). Enquanto houver vida, haverá novas vitórias a ganhar e novas excelências a alcançar. Este processo diário de purificação do pecado e crescimento na graça é denominado santificação. CBASD, vol. 7, p. 696.

10 Sua palavra. A referência não é a Cristo, a Palavra viva, mas à palavra escrita ou falada de Deus como o veículo mediante o qual Sua verdade (v. 8) é transmitida. Essa Palavra é a verdade (Jo 17:17) e não pode habitar em quem contradiz suas declarações evidentes. Se os seres humanos não aceitam o testemunho de Deus, negam-se a validar a descrição de sua condição. Assim agindo, rejeitam Sua Palavra e não podem mais tê-la no coração. CBASD, vol. 7, p. 697.



I JOÃO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
18 de março de 2025, 0:40
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I JOÃO 1 – Este capítulo tem propósito fundamental dentro da estrutura da primeira carta de João: estabelecer a base doutrinária da comunhão com Deus e refutar ensinos errôneos no cristianismo.

João inicia sua epístola reafirmando a realidade da encarnação de Cristo, enfatizando que Ele foi visto, ouvido e tocado pelos apóstolos (I João 1:1-3).

• Esta introdução não é apenas uma saudação, é um forte argumento contra as heresias relacionadas à natureza de Cristo.
• Por isso, João testemunha que Jesus é real, tangível e foi plenamente revelado.

Depois definiu a comunhão com Deus: Aqueles que andam na luz, seguindo a verdade de Deus, estão em comunhão com Ele e com seus irmãos. Deus é absolutamente puro e santo, e não pode haver comunhão com Ele se vivermos na prática do pecado (I João 1:3-7). Por conseguinte, a confissão sincera dos pecados assegura-nos o perdão e a purificação pelo sangue de Cristo (vs. 8-10).

• Somos limitados, nossos conceitos serão equivocados caso não nos pautarmos pelas Escrituras.

O ser humano, por natureza, tenta justificar suas falhas. Podemos nos comparar com outros e pensar: “Eu sou uma pessoa boa, não faço nada de errado”. Porém, João alerta que essa mentalidade é ilusória/autoengano.

• O pecado não é apenas cometer atos errados, mas também o estado do coração separado de Deus.

Os fariseus, no tempo de Jesus, exemplificam claramente isso. Eles seguiam rigorosamente regras externas, mas não percebiam orgulho, hipocrisia, cobiça e falta de amor em seus corações. Quanto mais distantes estavam de Cristo, mais santos pensavam ser.

“Quanto maior a distância entre a pessoa e Cristo, tanto mais justa ela parecerá a seus próprios olhos”, reafirma Ellen White.

• Diante disso, I João 1:9 contém uma linda promessa: Deus não exige perfeição imediata, mas sinceridade. Ele quer que reconheçamos nossas falhas e nos voltemos para Ele.

• I João 9:10 revela a gravidade de negar o pecado: Recusar-se a admitir o pecado é chamar Deus de mentiroso! Ele nos deu Sua Palavra para mostrar-nos nossa real condição, e ignorá-la nos afasta dEle.

Quanto mais próximos de Cristo, mais nítido se torna o contraste entre a pureza dEle e nossas falhas. É como entrar num cômodo escuro e não perceber a poeira; mas, ao acender a luz, cada partícula fica evidente!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II PEDRO 3 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
17 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: II PEDRO 3 – Primeiro leia a Bíblia

II PEDRO 3 – BLOG MUNDIAL

II PEDRO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II Pedro 3 – Comentários Selecionados
17 de março de 2025, 0:50
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1275 palavras

3 Segundo as próprias paixões. Esses escarnecedores eram semelhantes aos falsos mestres, regidos pelas próprias paixões (cf. 2Pe 2:2, 10). As paixões decidiam a teologia deles. Pessoas de mente sensual não podem desejar o retorno do Santo. CBASDComentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 674.

4 Onde está. Este era um escárnio comum que os justos sofriam no AT (Sl 42:3, 10; 79:10, 115:2). Bíblia de Estudo Andrews.

Vinda. Do gr parousia, palavra comum do NT para o retorno de Cristo (ver com. de Mt 24:3). CBASD, vol. 7, p. 674.

5-10 Pedro responde à quarta objeção (v. 4): de que Jesus não é fiel à promessa e não voltará.O apóstolo o faz se referindo a três ações de Deus por meio de sua palavra: a criação dos céus e da terra (v. 5), o dilúvio (v. 6) e a preservação do mundo até o dia do juízo (v. 7). Isso mostra que “as coisas” não permanecem iguais desde a criação (v. 4) e que a palavra do Senhor tem pode suficiente para cumprir o que promete. Bíblia de Estudo Andrews.

isto escapa à sua atenção por sua própria vontade (ARC). Os escarnecedores sabiam do dilúvio, mas deliberadamente escolhiam ignorar a catástrofe e sua mensagem para a humanidade. Assim fazendo, eles fechavam a mente à possibilidade de uma nova intervenção divina, quando Cristo voltar. CBASD, vol. 7, p. 675.

Surgiu da água e através da água. A expressão pode ser traduzida como: “composta de água e por meio de água”. Um dos passos na preparação da Terra como a morada da humanidade foi o ajuntamento das águas em um só lugar (Gn 1:9). Pedro não está tentando descrever a criação em termos científicos modernos, mas explicando o trabalho criativo de Deus para as pessoas de sua época. CBASD, vol. 7, p. 675.

7 Entesourados. Do gr. thesaurizo, “entesourar”, de onde vem thesaurus. O tempo verbal implica que os céus foram e estão sendo preservados. CBASD, vol. 7, p. 675.

Para fogo. […] para que o fogo faça sua destruição, assim como a água fez seu trabalho destrutivo na época do dilúvio (cf. com. de Ml 4:1; 2Ts 1:8). CBASD, vol. 7, p. 675

8, 9 Pedro explica dois motivos para a demora: (1) Deus e os seres humanos têm percepções diferentes acerca do tempo (v. 8), e (2) Deus é paciente conosco, esperando que cheguemos ao arrependimento (v. 9). Bíblia de Estudo Andrews.

8 Um dia. Pedro tem em mente o Salmo 90:4: Deus é eterno, para Ele não há passado nem futuro; todas as coisas são eternamente presentes. Ele não está restrito ao nosso conceito de tempo. Não podemos limitá-Lo à nossa escala de dias e anos. Ao sublinhar esta verdade, Pedro repreende a impaciência e o ceticismo dos escarnecedores, que, ao julgar Deus por seus próprios padrões débeis, duvidam de que Ele cumpra as promessas relacionadas ao fim do mundo. CBASD, vol. 7, p. 677.

10 Virá. No texto grego, o verbo é enfático. O fato de que o dia do Senhor virá é incontestável. CBASD, vol. 7, p. 677.

Ladrão. Do gr. kleptes (vem com. de Jo 10:1). A mesma figura é empregada por Jesus (Mt 24:43), Paulo (1Ts 5:2) e João (Ap 3:3; 16:15) para salientar a imprevisibilidade do retorno do Senhor. Aquele que deseja ser salvo deve estar em paz com Deus antes que chegue o dia do Senhor, pois, naquele grande dia, não haverá oportunidade para arrependimento. CBASD, vol. 7, p. 677.

Elementos. É provável, embora não seja certo, que Pedro fale dos elementos físicos de que o mundo é composto, matéria que vai se “desfazer”, sob os fogos purificadores do último dia. CBASD, vol. 7, p. 677.

11 Visto queTendo em vista que todas as coisas ligadas ao pecado devem ser destruídas, cabe àqueles que conhecem a iminência do dia, em que o mundo atual será dissolvido em um holocausto de fogo, ser diligentes em afastar de sua vida todos os vestígios do pecado. CBASD, vol. 7, p. 677.

Tais. Aqui, Pedro revela que sua grande preocupação não é com os eventos, mas com as pessoas, isto é, com a vida de seus leitores. Ele entrou em detalhes sobre os acontecimentos dos últimos dias a fim de lhes mostrar a necessidade imperativa de santidade; então, dedica o restante da epístola para impressioná-los com essa necessidade. CBASD, vol. 7, p. 677.

13 Novos. Do gr. kainos, “novos”, no sentido de diferente, novos em espécie, em vez de neos, que geralmente significa “recente” ou novo no sentido de idade. Pedro antecipa que os céus e a Terra renovados serão purificados de toda imundícia (cf. com. de Ap 21:1). CBASD, vol. 7, p. 678

14 Paz. Ver com. de Rm 5:1. Sem mácula e irrepreensíveis. Comparar com com. de Ef 1:4; Fp 2:15; Ap 14:5. Aquele a quem Cristo encontrar assim certamente estará “em paz”, isto é, imbuído da calma interior que provém da ausência de culpa. Essa pessoa vive em paz com Deus e com os semelhantes. Os falsos mestres vivem numa situação oposta a isso (ver 2Pe 2:13; comparar com o remorso dos ímpios, no com. de Jr 8:20). CBASD, vol. 7, p. 678.

15 tende por salvação a longanimidade. Não que a longanimidade de Cristo seja a salvação, mas que possibilita a salvação. CBASD, vol. 7, p. 678.

Nosso amado irmão Paulo. […] suas palavras demonstram o carinho dele por Paulo a despeito de qualquer diferença de opinião passada (ver com. de Gl 2:11-14). CBASD, vol. 7, p. 678.

A sabedoria que lhe foi dada. Pedro sugere que a sabedoria espiritual de Paulo não lhe era inerente, mas dependia do dom divino, como em todos os crentes. CBASD, vol. 7, p. 679.

16 Certas coisas. Não fica claro a que temas Pedro se refere. No entanto, se a referência for ao tema geral da segunda vinda, esse assunto encontra lugar em todas as principais cartas de Paulo e não há necessidade de uma identificação mais específica. CBASD, vol. 7, p. 679.

Difíceis de entender. Embora estas questões difíceis não sejam identificadas, a maioria dos comentaristas concorda que dizem respeito à frouxidão moral decorrente de má interpretação dos ensinos de Paulo sobre a segunda vinda e sobre a relação do cristão para com a lei, assuntos de destaque em 1 Tessalonicenses e Gálatas. CBASD, vol. 7, p. 679.

Ignorantes. Eles seriam ignorantes em relação aos escritos de Paulo, ou talvez, simplesmente sem instrução e ignorantes nos assuntos espirituais em geral. A religião de Jesus Cristo, quando levada ao coração, refina e cultiva a mente, mas aqueles que rejeitam seus preceitos caem presa de tentações, como aquelas defendidas pelos escarnecedores e falsos mestres. CBASD, vol. 7, p. 679.

as demais Escrituras. Pedro classificou os escritos de Paulo como parte da Bíblia (sobre a inspiração e o escopo da Bíblia, ver 2Pe 1:20, 21; 2Tm 3:15-17). Bíblia de Estudo Andrews.

17 Firmeza. O verdadeiro cristão tem seu próprio fundamento seguro (cf. 1Co 3:10-14) e não deve abandoná-lo por qualquer tipo de liberdade que os mestres licenciosos procurem lhe oferecer. CBASD, vol. 7, p. 680.

18 crescei. Neste texto, Pedro nos lembra da exortação inicial em 1:5-7. O crescimento espiritual é a melhor defesa contra a apostasia. No entanto, para ser eficaz, ele precisa ter duas dimensões: o conhecimento e a experiência da graça. Bíblia de Estudo Andrews.

O crescimento é uma característica do verdadeiro filho de Deus, que deve ocorrer naturalmente, visto que encontrou uma nova vida em Cristo Jesus (cf. 1Co 4:15). Seu objetivo é a semelhança com o caráter perfeito do Senhor e uma mente capaz de reproduzir a mente de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 680.

Conhecimento. Pedro se refere a um conhecimento particular, aquele que nos familiariza totalmente com a pessoa, o ofício, o trabalho e o poder de Jesus Cristo. Esse é um conhecimento que pode e deve crescer. A cada dia, o cristão deve crescer na compreensão da missão do Mestre para o mundo e para si mesmo. CBASD, vol. 7, p. 680.

A Ele seja a glória […] eterno. Isto é a Cristo. Ao longo desta epístola, Pedro reafirma de diversas maneiras a divindade de Cristo (cf. 2Pe 1:11, 17; 2:20) e, aqui, no mesmo espírito, faz sua doxologia (cf. com. de Jd 24, 25). CBASD, vol. 7, p. 680.



II Pedro 3 – Comentário Pr Heber Toth Armí
17 de março de 2025, 0:40
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II PEDRO 3 – Todo cristão deve basear sua conduta na Escritura, na piedade e na firmeza contra os enganos que corrompem a verdadeira fé no genuíno evangelho. O apóstolo Pedro nos equipa com critérios claros para identificar os falsificadores da fé e refutá-los com firmeza.

Cada um de nós precisa…

• Fundamentar-se na Palavra de Deus.
• Ser vigilante contra as heresias.
• Denunciar o erro com coragem e sabedoria.
• Confiar na justiça e livramento de Deus.

Após aprendermos como identificar, resistir e refutar falsos mestres, Pedro encerra sua carta chamando os cristãos a permanecer firmes na esperança do advento de Cristo e a viver de maneira santa e irrepreensível, resistindo à influência dos zombadores e permanecendo na verdade.

Diante da existência de falsos cristãos com ensinamentos deturpados, nossa mente precisa ser despertada e devemos recordar as palavras dos profetas e apóstolos (II Pedro 3:1-2).

Nossa fé precisa estar fundamentada na Palavra de Deus, jamais em sentimentos ou ideias pautadas meramente na lógica humana.

Diante dos perigos espirituais dos últimos dias, devemos estar cientes que se levantarão zombadores ignorando a revelação e atuação de Deus no mundo (II Pedro 3:3-7).

Ainda que devamos esperar oposição à verdade, não precisamos ficar obcecados com estudos pervertidos dos falsos pregadores, mas confiar que Deus cumprirá Suas promessas no tempo certo.

Diante dos alarmistas e pessimistas espirituais, devemos formular nossos conceitos exclusivamente na Bíblia, conhecer o caráter de Deus e Seus propósitos para a humanidade (II Pedro 3:8-13).

Em vez de duvidar, cada cristão que vive os dilemas dos últimos dias deve reconhecer a graça e a paciência divina, usando bem o tempo que tem para se preparar e preparar outros para a segunda vinda de Cristo.

Apesar de existirem muitas pessoas que deturpam os ensinos apostólicos/bíblicos, cada cristão deve esforçar-se para ser achado irrepreensível, sendo vigilante e crescendo na graça e no conhecimento de Cristo (II Pedro 3:14-18).

Devemos ser firmes na doutrina, crescendo constantemente na graça e no conhecimento de nosso Salvador Jesus Cristo.

Nossa vida neste mundo deve refletir a esperança da eternidade com Deus. Por isso, a mensagem de Pedro encerra-se com um convite para que vivamos à luz da eternidade, guardando a fé, resistindo aos enganos e aguardando com esperança o glorioso advento de Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



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16 de março de 2025, 1:30
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

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