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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/efesios/ef-capitulo-6/
Em Efésios Paulo descreve a igreja como o corpo de Cristo (1:22-23; 4:11-16), como o templo de Deus (2:19-22), e como a noiva/esposa de Cristo (5:21-33). Em Efésios 6:10-20, Paulo retrata a igreja como o exército de Deus e oferece um vigoroso convite às armas. É uma passagem que oferece muitos benefícios e corre o risco de ser mal interpretada.
Através desta vívida metáfora militar, a igreja não é chamada à guerra no sentido tradicional. Paulo está pensando no campo de batalha do grande conflito e nos chama para nos alistarmos no exército de Deus.
Nós não apenas enfrentamos inimigos humanos, mas “as forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (v. 12, NVI), liderados por um general astuto, o diabo (v. 11). No entanto, não precisamos ser intimidados por nossos inimigos, pois Deus está presente conosco na batalha (v. 10) e forneceu-nos a melhor das armas, a Sua própria armadura, a “armadura de Deus” (v 11; cf. Is. 59:15b-17). Ele colocou à nossa disposição a verdade, a justiça, a paz, a fé, a salvação e o Espírito (vs. 13-17). Deus vai adiante de nós e equipados da cabeça aos pés com a armadura que Ele forneceu, não podemos falhar. A vitória está garantida.
Que Deus abençoe a você, membro do Seu exército, que luta pela paz no poder do Seu nome!
John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1349
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/24
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados18-07-2018.mp3
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/efesios/ef-capitulo-5/
Se você ler Efésios 5 isoladamente, perderá a beleza completa de um tema que se move como um fio de ouro. Então comece de novo e leia com atenção Ef 4:32 a 5:2. Como crentes, somos chamados a estabelecer nosso comportamento para com os outros com base no modelo do perdão e da graça de Deus para conosco. Devemos imitar a Deus! (Cf. Mt 5:43-48).
Paulo contrasta este amor que imita o amor de Deus com o estilo de vida usual, pagão. Em vez de valorizar os outros como irmãos e irmãs na família de Deus, os seres humanos, muitas vezes, usam os outros para seu próprio prazer sexual e depois ainda se gabam disso (vs. 3-4). O apóstolo adverte que essa atitude não tem lugar no novo mundo planejado por Deus (vs. 5-7).
Paulo, a seguir, aplica o tema da imitação do amor de Deus aos lares cristãos. O abnegado amor de Cristo pela igreja torna-se o modelo para os maridos (vs. 25-33), enquanto que a fidelidade da igreja a Cristo torna-se o modelo para as esposas (vs. 22-24).
“Sejam imitadores de Deus, como filhos amados” (v. 1 NVI). Pela graça de Deus, você é chamado hoje a viver essa exortação de Paulo em suas relações com os outros.
John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1348
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/23
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados17-07-2018.mp3
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/efesios/ef-capitulo-4/
Efésios 4 começa e termina com apelos tocantes para cuidarmos uns dos outros como membros da igreja (vs. 1-3, 32). Entre esses chamados para amar uns aos outros, Paulo oferece forte apoio à idéia de que devemos valorizar e nutrir a unidade na igreja. Ele começa listando sete “uns”: Há um só corpo, um só Espírito, uma só esperança, um só Senhor (Jesus Cristo), uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai (vv. 4-6). Estamos unidos por estas realidades espirituais. Estamos, de fato, unidos.
Enquanto a unidade é uma certeza teológica, mantê-la requer trabalho árduo. Por isso devemos estar sempre “esforçando-nos para manter a unidade do Espírito” (v. 3). Uma maneira de fazermos isso é sermos “partes” ativas do corpo de Cristo (vv. 7-16). Cada membro é uma parte do corpo com muitos talentos e deve contribuir para a saúde do mesmo (vv. 7, 16).
Este capítulo sobre a unidade é bastante fácil de se ler quando as coisas estão tranquilas. Porém é muito mais desafiador lê-lo quando estamos envolvidos em algum conflito. Mais importante ainda do que ler é praticar estes conselhos. Você está contribuindo para a unidade do corpo de Cristo?
John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1347
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/22
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados16-07-2018.mp3
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/efesios/ef-capitulo-3/
Paulo começa falando acerca de suas orações em favor dos crentes em Éfeso (v 1; cf. 1:15-23), mas interrompe para discutir a maravilha da criação da igreja por Deus (vv 2-13.). Ao longo de seu texto chegamos a entender coisas importantes sobre o “plano” ou o “mistério” de Deus, antes que ele encerre seus pensamento sobre a oração:
• Na eternidade, Deus concebeu o “mistério” ou o Seu “plano” para a igreja (vs. 3-5, 9, 11).
• Através da vida e morte de Jesus, o Seu plano, oculto há tanto tempo, é “realizado” (v. 11, NVI; cf. 2:. 11-22).
• Através da revelação, Paulo compreende “o mistério” da igreja e o fato surpreendente de que os gentios têm o pleno direito de participarem dela (vs. 3-6).
• Paulo participa na ampla divulgação dessa boa notícia como pregador aos gentios das “insondáveis riquezas de Cristo” (vs. 8-9, NVI).
Esta compreensão da Igreja motiva Paulo a orar pelos crentes em Éfeso. Imagine-o, agora, fazendo a oração sincera dos versos 14-21 em favor de você. Imagine-o orando para que você seja cheio de “toda a plenitude de Deus” (v. 19. NVI) e participe plenamente no mistério incrível de uma igreja unificada.
John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1346
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/21
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados15-07-2018.mp3
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/efesios/ef-capitulo-2/
“Mas Deus …” (v. 4 ARA). Essas duas palavras devem ser as palavras mais cheias de esperança que a humanidade conhece. Nos versos 1-10 Paulo descreve o passado sombrio de sua audiência. Compartilhando o infortúnio de toda a humanidade que se pôs num caminho de rebelião contra Deus e teve suas vidas dominadas pelo pecado e por Satanás (vs. 1-3).
“Mas Deus…” interveio. E o que Deus fez por eles e por nós? 1) Ele nos ressuscitou com Cristo – a ressurreição de Cristo é a nossa ressurreição; 2) Ele nos fez ascender com Cristo – a ascensão de Cristo é a nossa ascensão; 3) No céu, ele nos fez assentar com Cristo – a coroação de Cristo é a nossa própria coroação (vs. 4-7). Nós não somos meros espectadores dos eventos palpitantes da vida de Cristo! Deus realiza essas fabulosas ações não por causa de qualquer mérito nosso, mas por causa do Seu amor (vs. 8-9) que nos habilita a vivermos em solidariedade com Jesus e praticar “boas obras” (v. 10).
Enquanto os versos 1-10 ensinam a nós que devemos viver em solidariedade com Jesus, os versos 11-22 ensinam que devemos viver em solidariedade uns com os outros, pois compomos Sua Igreja. Através da graça de Deus você tem o privilégio de viver este dia em solidariedade com Jesus e seus companheiros de fé.
John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1345
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/20
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados14-07-2018.mp3
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/efesios/ef-capitulo-1/
Alguém descreveu a carta aos Efésios como os Alpes do Novo Testamento. O nosso guia de montanhismo, o apóstolo Paulo, nos leva a uma subida rápida. Ficamos rapidamente sem fôlego e espantados com a vista que se abre diante de nós.
Efésios 1:3-14 funciona como um mapa no alto de uma montanha que identifica os demais picos no horizonte. A partir desse lugar privilegiado, Paulo nos apresenta a vasta paisagem do Plano de Salvação. O cenário abrange a extensão completa da história da salvação, desde a eternidade passada, até à eternidade futura. A redenção dos crentes está enraizada em iniciativas divinas tomadas “antes da fundação do mundo” (v. 4) e que agora estão produzindo efeito em nossas vidas (ver versos 7-8; 13-14).
Estar no topo de uma montanha inspira ações de graças ao Criador. Nos versos 15-19 Paulo dá graças a Deus ao orar para que os crentes possam experimentar a salvação que Deus planejou para eles. E nos encontramos em outra subida íngreme quando ele nos aponta para cima para o Cristo que ressuscitou, subiu ao céu e foi coroado, e que governa sobre todos os poderes imagináveis por todo o sempre (vv. 20-23).
Viva o dia de hoje no topo da montanha!
John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1344
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/19
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados13-07-2018.mp3
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-6/
A comunidade dos crentes na Galácia, como muitas igrejas de hoje, tinha ficado muito aquém do propósito de Deus. Por trás da insistência de que os homens gentios convertidos se submetessem à circuncisão havia uma mentalidade crítica e julgadora que estava destruindo a vida espiritual da igreja.
Paulo diz que a igreja deve ser um lugar onde aqueles que lutam para viver a vida cristã encontrem incentivo, esperança, amor e restauração quando caem (v. 1). Somos todos pecadores, completamente dependentes do perdão e da graça (v. 3) de Cristo. Como podemos, portanto, deixar de oferecer aos outros o perdão e a graça que Cristo nos concedeu (cf. Gal 5: 2; Rm 3:23-26; Mt 18:23-35)? Você pode imaginar o tipo de lugar que a igreja poderia ser hoje, se fosse um lugar onde fizéssemos “o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (v. 10)?
Paulo conclui a carta com um apelo final aos Gálatas, para manterem-se firmes a favor do evangelho. O que mais importa, diz ele, é o poder transformador do Cristo ressuscitado que muda o coração e a vida das pessoas (v. 15). A última palavra de Paulo aos Gálatas é a mesma palavra de bênção, com que ele começou a sua carta – graça (v. 18). Que possamos experimentar essa mesma graça e reparti-la com todos aqueles com quem nos encontrarmos!
Carl P. Cosaert
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1343
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados12-07-2018.mp3
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-5/
O fato de nossa salvação estar enraizada em Cristo significa que podemos nos comportar de qualquer maneira? Certamente não! Nosso modo de vida como cristãos é tão importante que o apóstolo Paulo fala sobre isso em todas as suas epístolas. Essa discussão, no entanto, sempre se segue às considerações de Paulo sobre o que Deus fez por nós em Cristo. Este padrão em suas cartas demonstra que nossas ações devem ser uma resposta à salvação que já temos em Cristo, em vez de serem um meio de obter a salvação.
Paulo nos lembra de que, embora tenhamos sido libertados da condenação da lei, nossa liberdade não deve se tornar uma desculpa para cedermos aos desejos egocêntricos (ver vv 19-21). A graça deve libertar-nos do poder dominante do pecado que procura manter-nos cativos. Então, ao invés de viver para agradar a nós mesmos, o evangelho nos liberta para servirmos uns aos outros por amor (cf. Gl 5:13; Lev 19:18).
Como você pode imaginar, este tipo de obediência está além do que somos capazes de alcançar por nós mesmos. É uma obra da graça divina que só o Espírito pode produzir em nós. Minha oração é que cada um de nós permita que o Espírito produza esse fruto em nossas vidas hoje.
Carl P. Cosaert
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1342
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/17
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados11-07-2018.mp3
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-4/
Depois de esperar 10 anos pela chegada do prometido, Abrão e Sara concluíram que Deus devia estar esperando que eles fizessem algo. Olhando para os costumes antigos de utilizar uma escrava como mãe de aluguel para uma esposa estéril, Abrão e Sara decidiram ter um filho através de sua serva egípcia, Hagar (Gn 16:1-6). Somente cerca de 15 anos depois Abraão finalmente percebeu que a promessa de salvação de Deus era algo que só Deus poderia efetuar – como o nascimento milagroso do filho Isaque através de sua esposa estéril Sara.
Olhando para trás é fácil e claro ver quão tola havia sido a tentativa de Abraão e Sara de tentar ajudar a promessa de Deus se cumprir. No entanto, quão frequentemente fazemos a mesma coisa? Em vez de esperar no Senhor para que Ele faça o que prometeu – seja em nossa própria vida ou na vida de familiares e amigos – ficamos impacientes e tentamos fazer com que as promessas se cumpram por nossos esforços resultando na maior confusão.
Que ao refletirmos na experiência de Abraão possamos aprender a confiar menos em nós mesmos e mais nas promessas de Deus.
Carl P. Cosaert
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1341
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/16
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados10-07-2018.mp3
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-3/
Quando a humanidade se perdeu, condenando-se ao esquecimento eterno, Deus, dentro do plano de salvação, tomou a iniciativa de enviar Jesus como nosso Salvador. E isso quando ainda éramos ímpios, fracos, e nos opúnhamos a Ele (Rm 5:6-10). Deus ainda traz pessoas para a nossa vida a fim de compartilhar o evangelho conosco, exatamente como Ele enviou Paulo para levar o evangelho aos Gálatas. Por que devemos pensar que a nossa salvação depende de alguma forma dos nossos esforços?
Paulo lembra aos Gálatas que o Antigo Testamento também revela que a salvação sempre se baseou na resposta de fé do homem em Deus e Suas promessas, não em obras (cf. Gl 2,16; Rm 3:28). Quando Deus fez a sua promessa de aliança com Abraão em Gênesis 12, Ele não pediu a Abraão para fazer algo para merecê-la (Gn 12:1-3). Ele só precisava aceitar o que Deus prometeu fazer por ele. Tudo isso aconteceu 25 anos antes de Abraão ser circuncidado. Por que devemos pensar, portanto, que a circuncisão ou qualquer outra coisa fosse um pré-requisito para a salvação?
Mas então por que Deus deu a lei a Moisés 430 anos mais tarde? Foi dada, diz Paulo, para apontar o pecado (cf. 3:19; Rm 5,20; 7:13) e seu remédio prefigurado no sistema sacrificial. O papel da lei é como o de um tutor designado para proteger, orientar e disciplinar uma criança (vv. 24-25). Tão importante quanto seja esse papel, a lei nunca foi destinada a ser a realidade definitiva. Esse papel é pertencente a Cristo, o único que nos libertou da opressão do pecado e da condenação da lei e que fez de nós parte da família eterna de Deus (cf. 3:26-29; 4:5).
Carl P. Cosaert
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1340
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/15
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados09-07-2018.mp3
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