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“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! […] Ali, ordena o Senhor a Sua bênção e a vida para sempre” (v.1 e 3).
Afinal de contas, o que é a união fraternal? A Bíblia nos apresenta um grupo de pessoas que se amam mutuamente, e uma experiência que promove uma bênção transbordante:
“É como o óleo […] que desce” (v.2). “É como o orvalho […] que desce” (v. 3). A união entre irmãos é algo que não cabe dentro de um lugar, ela transborda em sua esfera de influência, porque está ligada à Fonte que jorra “para a vida eterna” (Jo.4:14).
Atentem para este precioso detalhe: o óleo é derramado de cima para baixo. O orvalho cai de cima para baixo. A união genuína só acontece quando ela provém do alto. A união com Cristo promove a união fraternal em Cristo, pelo desenvolvimento dos dons espirituais, “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho de seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo” (Ef.4:12). Não há amor e muito menos união onde Cristo não seja o Doador do amor, e sim grupos divididos dentro de um mesmo lugar. A esta realidade, porém, Cristo nos deixou séria advertência: “toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt.12:25).
Oh, amados! Precisamos buscar no exemplo de Cristo o amor que devemos viver. Somente quando experimentamos este amor, é que começamos a entender, na prática, a identidade do verdadeiro discípulo de Jesus: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35). A respeito disso, eu confesso, de todo o meu coração, que ainda preciso galgar muitos degraus para viver de verdade este ministério sagrado. Precisamos ser sinceros com o Senhor e uns para com os outros. Necessitamos de uma comunhão plena com Deus para que a bênção da comunhão fraternal seja uma realidade em nossa vida.
Viver em união com os diferentes não é fácil. Mas o que seria da orquídea sem a árvore hospedeira, e vice e versa? Não há relação de prejuízo entre estes seres vivos, muito pelo contrário, há uma relação que a biologia chama de simbiose, onde um fornece alimento para o outro formando uma união perfeita. São diferentes, mas se completam.
Não podemos, porém, confundir união com conivência, amados. Jesus atraía todos a Si, mas não foram as multidões que permaneceram com Ele. Ellen White escreveu: “Quando amarem a Deus de todo o coração, serão sábios para a salvação” (Este Dia com Deus, CPB, p.130). Apenas guiados pelo genuíno amor divino seremos sábios para discernir a vontade de Deus como membros do corpo de Cristo.
Você almeja a bênção de Deus e a vida? Ame ao Senhor com todo o seu coração, entendimento e força, e Ele lhe ajudará a viver a “simbiose” com seus semelhantes, a prima virtude do fruto do Espírito: o amor (Gl.5:22).
Nosso amado Pai, Jesus nos advertiu que, em nossos dias, o amor se esfriaria de quase todos. Não esse falso amor que tem sido pregado, mas o verdadeiro amor, que emana de Tua Palavra. Enche-nos do Teu Espírito e dá-nos sabedoria em nossos relacionamentos para que, unidos a Ti, possamos viver aqui a união fraternal do Céu! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, unidos em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos133 #RPSP
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“Levanta-Te, Senhor, entra no lugar do Teu repouso, Tu e a arca de Tua fortaleza” (v.8).
Observando a prosperidade de seu reino e a grandeza de seu palácio, Davi declarou: “Eis que moro em casa de cedros, mas a arca da Aliança do Senhor se acha numa tenda” (1Cr.17:1). A edificação de um templo fixo tornou-se o maior desejo do coração de Davi. Seu coração anelava por construir um lugar que excedesse qualquer construção na Terra; digno de abrigar a arca da aliança de Deus, objeto supremo de Sua glória. Inicialmente motivado pelas palavras positivas do profeta Natã, o rei exultou em poder dar início ao que julgava ser justo.
As intenções humanas, porém, por melhores que sejam, não definem a vontade de Deus. Apesar de legítimo, o desejo de Davi não estava em harmonia com os propósitos divinos. A diferença das respostas do profeta prova que profecias não são dadas com base em planejamentos humanos, mas em um claro e infalível “Assim diz o Senhor” (1Cr.17:4). O templo seria construído por Salomão, e mesmo diante da frustração de seus planos, como temente servo de Deus, Davi expressou a sua submissão a Ele: “Que mais ainda te poderá dizer Davi acerca das honras feitas a teu servo? Pois Tu conheces bem Teu servo” (1Cr.17:18).
Estamos, nós, dispostos a aceitar os propósitos divinos revelados em Sua Palavra? Você já orou pedindo que Deus lhe mostre o posto de seu dever em Sua obra nesta geração? Mais importante do que projetos bem intencionados, precisamos fazer de nossa vida um “lugar para o Senhor” (v.5). Em meio a uma geração de cristãos consumistas de sensações e emoções, programas bem elaborados e apresentações ovacionadas são tidos por espirituais, desconsiderando muitos dos conselhos da Palavra e dos Testemunhos inspirados. O mundo não necessita de uma religião semelhante a ele, e sim semelhante a Cristo, fiel à Palavra de Deus e à Lei contida na arca de Sua eterna aliança, como está escrito: “não mais andeis como também andam os gentios[…] não foi assim que aprendestes a Cristo” (Ef.4:17 e 20).
A Davi foram dadas duas profecias incondicionais: seu filho Salomão construiria o templo e de sua linhagem nasceria “Um rebento” (v.11), o Messias. Profecias que foram cumpridas à risca. Mas também lhe foi dada uma profecia condicional: “Se os teus filhos guardarem a Minha aliança e o testemunho que Eu lhes ensinar, também os seus filhos se assentarão para sempre no teu trono” (v.12). Infelizmente, a condição foi quebrada e a descendência de Davi perdeu a coroa que até hoje teria, caso tivesse sido fiel às palavras do Senhor. Mas o Senhor Jesus tem uma coroa eterna para cada um de nós, e esta promessa também envolve uma condição: “Sê fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10).
Deus está em Sua santa morada, e não faz caso de quem quer que seja que O busque com inteireza de coração. “Entremos na Sua morada” (v.7). Pela fé e pelos méritos dAquele que rasgou o véu da separação (Mt.27:51), entremos no santíssimo do “santuário de Deus, que se acha no Céu”, onde está “a arca da Aliança” (Ap.11:19), e adoremos ao Criador “ante o estrado de Seus pés” (v.7). A fidelidade que Ele nos pede não está condicionada ao que fazemos, mas ao que permitimos que Seu Espírito realize em nós e através de nós. Está chegando o Dia que “de júbilo exultarão os Seus fiéis” (v.16). Aqueles que permanecerem em submissão ao Senhor e Sua Palavra, sobre estes “florescerá a sua coroa” (v.18), e eu estou plenamente certa que, se aceitarmos, “Aquele que começou a boa obra em [nós] há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp.1:6).
Louvado seja o Teu nome, Senhor, porque Tuas palavras são fiéis e verdadeiras! Queremos receber a coroa da vida. Para isso, ajuda-nos a olhar para Jesus e estarmos em tão íntima comunhão com Ele que não desejemos nada mais do que estar com Ele para sempre, a começar aqui. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, moradas do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos132 #RPSP
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“[…] fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança, é a minha alma para comigo” (v.2).
Havia a necessidade de sossego e contentamento. Até então, minha vida girava em torno de mim mesma e dos meus desejos e projetos pessoais. Ao contrário do salmista, andava “à procura de grandes coisas” (v.1), como se as exigisse de Deus; como recompensas de minha religião farisaica. Sustentando um cristianismo raso e superficial, não enxergava um palmo à minha frente do que fosse uma vida cristã significativa. Foi em meio a essa riqueza e abastança de justiça própria que o Senhor abriu os meus olhos para a realidade: “tu és infeliz, sim, miserável, pobre, [cega e nua]” (Ap.3:17).
Foi quando vi minha real condição, que compreendi não conhecer Aquele quem professava servir. Então, aceitei o chamado do Espírito Santo que, me guiando “a toda a verdade”, tem me anunciado “as coisas que hão de vir” (Jo.16:13), convencendo-me “do pecado, da justiça e do juízo” (Jo.16:8). Através do “dia a dia” com Deus (Lc.9:23), descobri que havia despertado a ira de um inimigo que estava satisfeito com meu estado de letargia anterior. Mas também descobri que neste conflito diário tenho o auxílio que faz o adversário tremer e que não permite que o meu coração seja soberbo “nem altivo o meu olhar” (v.1); que me lembra constantemente da necessidade de vigilância e oração.
Esta dependência de Deus não é alcançada por isolada experiência, mas deve ser comunicada à alma em uma busca diária, perseverante e contínua. Imagino Davi compondo este Salmo perto do fim de sua vida, pela madura experiência de toda uma vida com Deus. Mas pode ser que tenha sido quando jovem, em meio aos prados verdejantes de sua lida pastoril. Qualquer que tenha sido o período em que escreveu tão singelas, mas tão primorosas palavras, as escreveu com base em um relacionamento íntimo e profundo com o Senhor. Deus não mede a nossa experiência com Ele pelos anos, mas a engrandece pelo tempo que Lhe dedicamos cada dia.
Em minha jornada de descobertas espirituais, de enxergar o que nunca havia conseguido antes, de estabelecer uma amizade com Deus e conhecimento de Seu caráter e amor através de Cristo Jesus, quer acreditem ou não, “quer ouçam quer deixem de ouvir” (Ez.2:7), Ele me falou em oração, e me disse há mais de dez anos, as seguintes palavras:
“Filha,
A Minha obra de intercessão no santuário celeste ainda não está completa. Tenho intercedido junto ao Pai por todos os crentes e como tem sido difícil para mim o veredito de alguns!
Filhinha, a Minha luta tem sido para que vocês não Me louvem apenas com os lábios, porque para estes, quando Eu voltar, com o coração partido, terei que dizer: Nunca vos conheci!
Vocês precisam Me buscar e Me louvar com todo o vosso coração. Se vocês Me louvam com o coração cheio de orgulho, vaidade ou raiva que sentem por alguém, este louvor é maldito e para Mim não tem valor algum.
O Meu povo precisa compreender que necessita buscar o coração de uma criança, precisa almejar ser como criança. Precisa buscar um coração puro, rápido para amar, rápido para perdoar.
Assim como um dia Eu disse: Deixai vir a Mim os pequeninos, Eu direi naquele grande Dia: Vinde, benditos de Meu Pai! Não será diferente, pois virão a Mim todos aqueles que aceitaram tornar-se como crianças.
Por isso, filhinha, busque este ideal e leve esta mensagem para quantos Eu colocar em seu caminho.
Eu te amo! Volto logo!
Com lágrimas de amor, Jesus, teu Salvador”.
Guardo esta cartinha de amor de Jesus em meu coração e, desde então, tenho buscado este ideal pelo poder de Deus a fim de, como Davi, poder dizer: “fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo” (v.2). Não merecemos sequer um olhar de compaixão de Jesus, mas Ele escolheu nos amar até o fim e nos levar de volta para a casa do Pai. Ele já nos garantiu este galardão. Basta aceitá-lo. Como crianças, aceitemos este presente de amor e, dentro em breve, Jesus irá declarar ao Universo a nosso respeito: “dos tais é o reino de Deus” (Lc.18:16).
Ensina-nos, Pai celestial, a sermos Tuas crianças no sentido de completa dependência e confiança em Ti! Enche-nos do Espírito Santo e dá-nos ouvidos sensíveis à Tua doce voz. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Rosana Garcia Barros
#Salmos131 #RPSP
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“Aguardo o Senhor, a minha alma O aguarda; eu espero na Sua Palavra” (v.5).
Um grito de socorro ecoa do Salmo de hoje. “Das profundezas” (v.1) do desespero e do pecado, o salmista recorreu ao Único capaz de livrá-lo e de perdoá-lo (v.4). Ao reconhecer a sua condição e o abismo em que estava, sentiu saudades do Pai que não Se importa em estender a Sua santa mão através do abismo para redimir um filho que se arrepende. Contemplado pelo perdão e pela “copiosa redenção” (v.7), seu desejo era de estar perto do Senhor e andar com Ele. E esta obra tem sido realizada na vida de muitos que, das profundezas do pecado e da depressão, têm suplicado por auxílio.
A Bíblia apresenta diversos testemunhos de homens e mulheres como você e eu, que estiveram no fundo do poço, mas que, pela oração e súplica, foram iluminados pela luz divina. Pessoas que o mundo rejeitou, mas que Deus abraçou. A mulher adúltera, por exemplo, foi exposta ao vexame e jogada no meio de um tribunal popular e ilegal. Sua mente confusa e amedrontada pelo castigo e pela culpa não conseguia formular sequer uma palavra que pudesse ir de encontro às suas necessidades. Mas Aquele a quem a turba enfurecida esperava autorizar a morte da pecadora era o Leitor de corações, que ouviu o grito da alma daquela mulher e a despediu com o perdão imerecido (Jo.8:11).
Sabem, amados, desde a entrada do pecado no mundo, todos nós fomos lançados nas profundezas. A nossa natureza carnal luta contra a espiritual e nossas armas são impotentes diante deste conflito. Não fosse o Senhor, e todos estaríamos mortos em nossos delitos. Esta Terra tornou-se um lugar escuro, mas Deus derramou sobre ela “copiosa redenção” (v.7) ao nos enviar o Seu Filho. O cumprimento das profecias através do ministério terrestre de Cristo e de Sua vitória sobre a morte apontam para o fiel cumprimento de Sua última promessa: “Eis que vem com as nuvens, e todo olho O verá” (Ap.1:7). Por isso que eu “Aguardo o Senhor, a minha alma O aguarda; eu espero na Sua Palavra. A minha alma anseia pelo Senhor mais do que os guardas pelo romper da manhã” (v.5-6).
Precisamos esperar “no Senhor, pois no Senhor há misericórdia” (v.7). Só Ele pode nos redimir de todas as nossas iniquidades e nos tornar novas criaturas em Cristo Jesus. Eis que é tempo de afligir a nossa alma em arrependimento e confissão de pecados, indicando ao Israel espiritual de Deus a Fonte do perdão, para que temam a Deus (v.4). Cavemos nas profundezas de nosso coração o que ainda precisa ser abandonado e confiemos ao Espírito Santo a obra de moldar o nosso caráter.
Eu posso não conhecer você, mas eu conheço Aquele que não Se importa com o tamanho do seu pecado, porque “onde abundou o pecado”, Deus deseja superabundar “a graça” (Rm.5:20). Isso, amados, não nos autoriza a viver pecando, mas a aproveitarmos a oportunidade de uma nova vida em Cristo e nEle buscarmos forças para obedecer a Sua amável ordem: “Vai, e não peques mais” (Jo.8:11).
Querido Deus e Pai, como necessitamos da Tua graça! A nossa natureza carnal é má, mas se o Teu Espírito edificar o nosso caráter sabemos que somos mais que vencedores por meio de Cristo. Molda o nosso caráter um dia de cada vez até que estejamos prontos para Te encontrar. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, vencedores em Cristo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Salmos130 #RPSP
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“Desde a minha mocidade, me angustiaram, todavia, não prevaleceram contra mim” (v.2).
Existem duas formas de considerarmos este Salmo. Uma delas é do ponto de vista pessoal. O outro, da perspectiva bíblica acerca de como devemos lidar com aqueles que nos aborrecem. Muitas situações podem ser tratadas de maneiras diferentes a depender da ótica de quem sofre. É inevitável sentir-se irado ou magoado diante de injustiças e afrontas, mas, pelo poder de Deus, é possível reverter a ira em súplicas e confiança nAquele a quem pertence a vingança (Rm.12:19).
O salmista recordou as suas angústias desde a sua mocidade. Suas lembranças, porém, não revelam um passado sobre derrotas, mas vitórias conquistadas pela boa mão do Senhor, que “cortou as cordas dos ímpios” (v.4). Ainda que muitas vezes angustiado e maltratado, o povo de Deus se tornará forte caso escolha ser guiado pelo mesmo caminho. Ellen White escreveu: “Nada temos que recear quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado, e os ensinos que nos ministrou no passado” (Testemunhos Seletos, v. 3, CPB, p. 443).
Quando estudamos os testemunhos contidos nas Escrituras e como Deus tem cuidado dos Seus filhos, vislumbramos um passado solene, nos fortalecemos no presente e saudamos o futuro. Jó é um exemplo de um homem temente a Deus que, mesmo em face da morte e cercado de acusadores, teve a sua sorte mudada “quando este orava pelos seus amigos” (Jó 42:10). Apesar das maldições proferidas pelo salmista, este também confiou na providência divina, confessando: “Mas o Senhor é justo” (v.4).
Não devemos encarar nossas tribulações passadas com pensamentos de vingança, mas com perdão e certeza de que o Senhor tomará nas mãos as nossas causas com justiça e misericórdia. É necessário compreender que “a nossa luta não é contra o sangue e a carne”, ou seja, não é contra pessoas, “e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal” (Ef.6:12). Satanás e seus anjos são os verdadeiros adversários por trás das pessoas que nos aborrecem. E embora já seja um inimigo vencido, não podemos subestimar a grande ira que ele tem contra a igreja de Deus.
Recordemos a tão relevante advertência de Pedro para os nossos dias: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Portanto, amados, fortaleçamos o nosso coração rememorando a vida dos servos de Deus e, “considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram” (Hb.13:7), “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:2).
Nosso amado Deus, muitas vezes é doloroso olhar para o passado. Mas quão diferente é quando percebemos o Teu cuidado paternal conosco. Que possamos viver o presente e olhar para o futuro com esperança. Ajuda-nos a confiarmos todas as nossas aflições a Ti, pois o Senhor é justo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhinhos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Salmos129 #RPSP
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“Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos Seus caminhos” (v.1).
Eis como será abençoado o homem que teme ao Senhor (v.4):
1. Será mais do que feliz (v.1);
2. Estará satisfeito com o seu trabalho e tudo lhe irá bem (v.2);
3. Terá um casamento feliz e filhos que o honram (v.3);
4. Terá longevidade e saúde para conviver com seus netos (v.5-6).
A paz que tanto almejamos inicia quando reconhecemos que ela só pode vir de Deus (v.6). Ele é a fonte de toda a paz e de toda a felicidade.
E o que dizer do temor? Afinal, o que há de tão importante nesta ação a ponto de ser uma das últimas advertências que deve ser proclamada ao mundo nestes últimos dias? (Ap.14:7). O temor a Deus tem a ver com confiança, obediência e amor. Quando Noé recebeu de Deus a incumbência de construir a arca, ele confiou nas palavras do Senhor e obedeceu às Suas instruções porque O amava, porque andava com Deus (Gn.6:9); e o resultado foi a sua salvação e de sua casa.
Sifrá e Puá foram tementes a Deus, preferindo ser fiéis a Ele do que às ordens de Faraó, e Deus lhes constituiu família (Êx.1:21). Josué, diante da indecisão do povo, tomou uma firme decisão: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15), e Deus abençoou a sua descendência e o fez longevo (Js.24:29). Ana cumpriu seu voto levando o menino Samuel ao templo para servir ao Senhor, e Deus a abençoou concedendo-lhe mais filhos (1Sm.2:21).
Diante destes e de tantos outros exemplos na Bíblia, podemos ter a certeza de que há bênção quando tememos a Deus e andamos em Seus caminhos. A bênção é tamanha que não pode ficar restrita somente a nós, ela é manifestada em todo o nosso lar. Quando o carcereiro perguntou a Paulo e Silas o que poderia fazer para ser salvo, a resposta poderia ter sido: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo”. Ponto. Mas aqueles servos de Deus não pararam por aí. Eles conheciam as Escrituras e o plano de Deus para as famílias. Por isso que a resposta foi a seguinte: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). A ordem de fazer discípulos foi executada por eles e deveria ser iniciada na vida do carcereiro primeiro para os de casa.
Jesus também nos deixou exemplo ao libertar o endemoninhado geraseno. Vendo-se livre da furiosa casta de demônios, aquele homem estava profundamente grato e o seu desejo era o de seguir o Mestre onde quer que Ele fosse. Mas Jesus lhe deu a seguinte ordem: “Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti” (Lc.8:39).
Compreendem, amados? Por melhores que sejam as nossas intenções em servir ao Senhor, Ele nos deixou uma ordem expressa de que o discipulado deve começar em nosso lar. O carcereiro não obrigou sua família a aceitar o mesmo evangelho, mas a mudança que ele permitiu que Deus fizesse em sua vida foi o que levou toda a sua casa a fazer a mesma escolha.
Talvez você esteja esperando que um grande prodígio aconteça para que sua família tome uma decisão ao lado do Senhor, mas o maior milagre pode acontecer da forma mais simples e inimaginável: através do que Jesus fez e está fazendo em sua vida. Eu acredito que já estamos no tempo do cumprimento profético de Malaquias 4:6: “Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais”. Por isso, ore, confie, obedeça ao Senhor e ame-O acima de todas as coisas. Ou seja: tema a Deus! O resultado, amados? “Serás salvo, tu e tua casa”, e, “todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor” (Is.61:9).
Não desista dos seus. Ainda que aos olhos humanos o caso de alguns seja impossível, lembre-se das palavras do nosso bom Pastor: “Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as Suas promessas” (Lc.1:37). Descanse no Senhor e persevere em oração. Porque a batalha não é nossa, mas do nosso Deus Todo-Poderoso.
Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, como o Senhor chamou esses patriarcas a fim de abençoar todas as famílias da Terra, clamamos a Ti que abençoes o nosso lar, especialmente aqueles que ainda não Te conhecem. Usa-nos com Teu Santo Espírito para que a nossa vida seja um instrumento de salvação para os de nossa casa! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias do Senhor Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Salmos128 #RPSP
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“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam […]” (v.1).
No primeiro capítulo do livro de Êxodo, encontramos o relato da descendência dos filhos de Jacó no Egito. Mas há ainda a história de Sifrá e Puá. Pouco crédito é dado a estas duas servas de Deus que preferiram temer ao Senhor do que aos homens. Elas eram parteiras e receberam de Faraó a ordem de matar todos os meninos hebreus que nascessem. “As parteiras, porém, temeram a Deus e não fizeram como lhes ordenara o rei do Egito; antes, deixaram viver os meninos” (Êx.1:17). E devido a este ousado ato de fé, o Senhor as abençoou: “E, porque as parteiras temeram a Deus, Ele lhes constituiu família” (Êx.1:21). Sifrá e Puá temeram a Deus.
Comentando este relato, escreveu Charles R. Swindoll: “[…] quando o decreto do rei violar diretamente a vontade expressa de Deus, devemos temer a Deus como duas mulheres corajosas chamadas Sifrá e Puá O temiam. E elas, mesmo mortas, ainda falam. […] As parteiras valorizavam mais o favor de Deus do que o de Faraó”.
O Salmo de hoje deixa bem claro que um lar sem a presença de Deus é uma edificação falida. Uma família sem o temor do Senhor torna-se uma bandeira na causa de Satanás, como bem pontuou Ellen White: “Na família Satanás está em atividade. Sua bandeira tremula, mesmo nos lares que se professam cristãos. Há invejas, suspeitas, hipocrisias, separação, emulação, contenda, traição de santos legados, satisfação das paixões. Todo o conjunto de princípios e doutrinas religiosas, que deveriam constituir o fundamento e arcabouço da vida social, assemelha-se a uma massa vacilante, prestes a ruir” (O Grande Conflito, CPB, p. 590).
Há realmente um grande conflito envolvendo cada família e toda família humana. Cada lar tem se tornado um palco, ou do poder de Deus ou da ação de Satanás. Famílias que aparentemente parecem bem equilibradas estão sendo destruídas pelos ataques malignos por não confiarem a Deus o primeiro lugar em suas casas e em seus corações. O mundo precisa de mais mulheres sábias que edifiquem a sua casa (Pv.14:1), sob o sólido fundamento do temor a Deus; de mais homens que amem suas esposas assim como “Cristo amou a igreja” (Ef.5:25); de pais que eduquem seus filhos “na disciplina e na admoestação do Senhor” (Ef.6:4); de filhos que obedeçam a seus pais no Senhor, “pois isto é justo” (Ef.6:1).
Nunca houve uma geração tão desvirtuada do conceito do que seja temer a Deus como esta. O levantar das mãos, músicas com apelos emocionais e palavras que amaciam o ego têm sido o fundamento de uma fé frágil e superficial. O “assim diz o Senhor” tem sido trocado pelo assim disse o homem. As práticas mundanas têm invadido os lares, e dos lares à igreja. O consumismo se instala na mente como uma doença que só pode ser “curada” com trabalho excessivo e sem repouso, inclusive no desrespeito ao santo sábado do Senhor. Mas quão grande bênção há para os amados de Deus! A estes, o Senhor abençoa “enquanto dormem” (v.2).
Meus queridos irmãos, há pouco mais de dez anos o Senhor me despertou e me fez enxergar o quanto eu estava negligenciando o que deveria ser o meu primeiro ministério: a minha família. A minha primeira missão passou a ser realizada dentro do meu lar e Deus tem provado a grande bênção que há em seguir o Seu propósito. Vejam o que escreveu o apóstolo Paulo: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm.5:8).
Que séria advertência, amados! Precisamos compreender, que não há maior sermão do que uma família temente a Deus. Devemos proclamar as três mensagens angélicas de nossa casa para o mundo. Permita que o Senhor Deus seja o edificador de sua casa e “todos os teus filhos serão ensinados do Senhor; e será grande a paz de teus filhos” (Is.54:13).
Pai amado, não tem sido fácil a tarefa de educar filhos para a eternidade. Muitas vezes nos sentimos desanimados e até fracassados. Mas cremos que se edificarmos o nosso lar sobre o sólido alicerce da Tua Palavra, o Senhor nos honrará. Ajuda-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Como nunca antes, amados: Vigiemos e oremos!
Feliz semana, lares de esperança!
Rosana Garcia Barros
#Salmos127 #RPSP
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“Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (v.6).
Há uns anos passei por uma experiência muito triste com minha família. A nossa calopsita, que voava solta pelo apartamento, ficou presa na tela da janela e antes que conseguíssemos tirá-la, ela se esforçou para sair e acabou voando para a rua. Ficamos correndo de uma janela para a outra para ver se ela pousaria em algum lugar próximo. Mas ela voava de um lado para o outro até que voou mais longe e desapareceu. Enquanto meu filho chorava, tentava consolá-lo de que Deus estava cuidando do nosso bichinho e que se fosse da Sua vontade, Ele o traria de volta.
Não é fácil lidar com a perda, ainda que seja apenas de um animalzinho. A saudade dói e deixa marcas difíceis de serem esquecidas. “Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião” eles ficaram como quem sonha (v.1); ficaram boquiabertos com a provisão de Deus e grande foi a alegria deles; tão grande, que despertou a atenção das demais nações (v.2). As obras do Senhor no meio do Seu povo foram tão grandiosas (v.3) que os povos vizinhos não tiveram dúvidas de que eram verdadeiramente obras de Deus.
Mas os versos 5 e 6 trazem um conceito um tanto desanimador. Quer dizer que para colhermos a alegria precisamos semear com lágrimas? Para respondermos a esta pergunta, eu lhes faço uma segunda: É melhor entrar chorando e sair sorrindo, ou entrar sorrindo e sair chorando? Multidões têm se embriagado com o vinho e com o banquete de Babilônia em troca de curtos momentos de prazer. Literalmente, entram sorrindo e saem chorando. E a cada decepção encontram motivos para buscar ainda mais fundo na fonte errada a alegria que, desta forma, jamais encontrarão.
Contudo, para os que confiam no Senhor, aqueles versos não são desanimadores, mas motivadores. Para estes há consolo: “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados” (Mt.5:4). Amados, Deus tem pressa em restaurar a nossa sorte. O que estamos fazendo com o privilégio de ainda estar debaixo da graça divina? Chorando e derramando lágrimas de arrependimento ou vivendo conformados com este mundo que está cada vez mais escuro?
“Jesus chorou” (Jo.11:35) não é apenas o segundo menor verso da Bíblia, mas uma linda e grande prova de que assim como Ele chorou pela incredulidade do Seu povo, hoje, Ele derrama lágrimas de amor por cada um de nós. A vida de Jesus na Terra foi o maior exemplo de Alguém que semeou chorando, mas que colherá sorrindo. Pois “Ele verá o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito” (Is.53:11). O Céu está em expectativa para o cumprimento da maior promessa de Cristo: “…voltarei e vos levarei para Mim mesmo para que onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3).
Que você e eu façamos parte dos feixes de trigo que o Senhor em breve virá buscar. Então, Ele converterá o nosso pranto em júbilo e a nossa tristeza em alegria! Eu quero fazer parte da alegria final de Jesus. E você?
Nosso Pai, ajuda-nos a confiar em Tua provisão e cuidado ainda que tenhamos que chorar aqui! Pois sabemos que muito em breve enxugarás nossas lágrimas e estaremos para sempre com o Senhor. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, feixes da seara do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Salmos126 #RPSP
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“Os que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre” (v.1).
Encontramos várias referências na Bíblia a respeito de Sião: Sião como um outro nome para Jerusalém, como um monte ou também como um outro nome para a cidade celestial. Todas elas com o relevante significado da presença de Deus. Neste Salmo, encontramos uma referência ao monte Sião. Não havia nada de especial no monte em si. Ainda hoje ele existe e fica situado em Jerusalém, ao lado da antiga muralha. Este pequeno monte foi o palco das mais significativas construções da história do povo de Israel: a Cidade de Davi e o templo de Salomão. Essas edificações tornaram-se o cenário político e religioso da nação por longos anos. E o que havia então de especial naquele monte? A presença de Deus.
Ali estava o templo do Senhor, estabelecido e firmado com o propósito de ser uma Casa de oração ao verdadeiro e único Deus. Sabemos que a estrutura do templo foi destruída e não restou “pedra sobre pedra” (Mt.24:2). Mas o monte permanece no mesmo lugar. Entendem, amados? O Senhor não disse que os que nEle confiam são como edificações falíveis, mas como edificações espirituais, cuja estrutura não pode ruir. O Senhor está “em derredor do Seu povo, desde agora e para sempre” (v.2), e esta promessa faz com que “o monte Sião” esteja localizado em todas as partes do mundo onde quer que estejam os bons e os retos de coração (v.4).
Deus não permitirá que a impiedade chegue ao limite de contaminar os justos (v.3). Disse Jesus: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt.24:22). O reino do mal está com seus dias contados. No “relógio” de Deus, o seu tempo está se esgotando. E todo aquele “que perseverar até o fim” (Mt.24:13), viverá o tão sonhado “Paz sobre Israel” (v.5) “para sempre” (v.1).
A confiança exige de nós um relacionamento sério, íntimo e fiel com Aquele que tem o poder de transformar miseráveis pecadores em pessoas boas e retos de coração. Assim como o templo e as muralhas de Jerusalém foram destruídas, mas o monte Sião permanece em pé, ainda que feridos e aflitos neste mundo, a nossa vida está firmada sobre o alicerce sólido e indestrutível: sobre a Rocha, que é Cristo Jesus.
Que nossas maiores edificações neste mundo sejam as espirituais, porque sobre estas, amados, podem vir os ventos e as tempestades, elas permanecerão firmes e inabaláveis para sempre (Leia Mt.7:24-25).
Oh, Deus de Sião, firma a nossa vida na Rocha inabalável que é Cristo, até que Ele volte! Dá-nos Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, firmados na Rocha!
Rosana Garcia Barros
#Salmos125 #RPSP
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“O nosso socorro está em o nome do Senhor, Criador do céu e da terra” (v.8).
“Não fosse o Senhor, que esteve ao nosso lado” (v.1), e o que seria de nós? Como nosso Criador, Deus sempre estabeleceu limites seguros para o nosso bem-estar. Fora da segurança divina não passamos de presas fáceis para as setas inflamadas do Maligno. E, “não fosse o Senhor” (v.2), “águas impetuosas teriam passado sobre a nossa alma” (v.5) e teríamos morrido em nossos pecados.
Ao término da criação, o Senhor estabeleceu um dia especial “por causa do homem” (Mc.2:27), a fim de que a humanidade jamais esquecesse de que Ele é o “Criador do céu e da terra” (v.8): o sábado. O sétimo dia da semana é o memorial da criação, santificado e abençoado (Gn.2:1-3) para um propósito específico: Lembrar-nos de que o Senhor é o nosso Criador e para servir de sinal entre Deus e o Seu povo. “Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Ez.20:20).
Amados, no grande conflito em que estamos envolvidos passamos por muitas provas e dificuldades. Mas, ao findar de cada semana de lutas, há um amoroso convite do Criador para descansarmos em Seu refúgio no tempo; um oásis em meio aos desertos desta vida. “Não fosse o Senhor” (v.1) instituir este áureo mandamento, e a humanidade já teria esquecido por completo do seu Criador. Não é sem razão que no quarto mandamento o Senhor inicia com a expressão “Lembra-te” (Êx.20:8).
“Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9). Resta um refúgio para todo aquele que reconhece o Senhor como Criador. Há liberdade em guardar os mandamentos de Deus (Êx.20:2; Tg.2:10-12). Há bênção em seguir o “assim diz o Senhor” (Is.58:13-14). Um dia, conhecemos o Senhor e a Sua verdade, então “nos vimos livres” (v.7). Pois Cristo mesmo afirmou: “e, conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32).
Há algum tempo, milhares foram impactados pela história altruísta do jovem adventista do sétimo dia, Desmond Doss. O comovente testemunho de sua vida provou que o mesmo Deus que salvou os três jovens hebreus na fornalha de fogo ardente, é o mesmo que deseja, hoje, salvar-nos “como um pássaro do laço dos passarinheiros” (v.7). Ao recusar-se quebrar os mandamentos de Deus, inclusive o quarto mandamento, como os três amigos de Daniel, Desmond colocou a sua própria vida em risco. Mas o Senhor fez da terrível zona de guerra o seu “campo de Dura” (Dn.3:1), deixando na história mais um relato de fidelidade e livramento.
Nas cenas finais deste mundo, “quando os homens se [levantarem] contra nós” (v.2), veremos o cumprimento da fiel promessa: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido” (Sl.91:7). “Não fosse o Senhor” que estará ao nosso lado, e não suportaríamos o derradeiro tempo de angústia. Logo só haverá dois grupos: “os que guardam os mandamentos de Deus e fé em Jesus” (Ap.14:12) e “os que não conhecem a Deus e […] que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts.1:8). Que façamos parte do primeiro grupo, ao qual Cristo prometeu: “E eis que estarei convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20).
Pai, o Senhor nos formou e fez para a Tua glória e nos salvou como prova do Teu grande amor por nós. Louvado seja o Teu nome!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos124 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100