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“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (v.6).
O versículo acima é um dos maiores consoladores de pais cristãos que, em algum momento na vida, viram seus filhos escolhendo um caminho diferente do que lhe foi ensinado. Mas também uma forte confirmação do que Deus já havia ordenado em Deuteronômio 6:4-9. A Bíblia não diz para ensinar a criança o caminho, e sim, “no caminho”. Isto é, sejam os pais os primeiros a praticar o que ensinam. Ensinem pelo exemplo. Ensinem no caminho. Caminhem juntos.
Foi assim que Jesus ensinou os Seus discípulos. Ele instruía os doze enquanto andavam juntos, comiam juntos, sentavam juntos. O Salvador não perdia a oportunidade de ensinar-lhes e fazia isso pessoalmente. A presença de Cristo era-lhes um particular tesouro de ilimitada sabedoria e Suas palavras eram tão somente um eco de Suas obras. Ele não ensinou o amor, Ele ensinou amando. Ele não ensinou a paciência, Ele ensinou sendo longânimo. Ele não ensinou a mansidão, Ele ensinou sendo manso. Se a criança já nasce com o coração inclinado para o mal (v.15), ela precisa ser instruída e disciplinada de acordo com o método que a ensine da melhor maneira que ela possa compreender: pelo exemplo.
A jornada de trabalho diária tem retirado de muitos pais a plenitude do relacionamento pais e filhos. Os pais perdem a oportunidade ímpar de instituir na vida dos filhos, marcos (v.28) que lhes seriam regras áureas e imutáveis. E o que era para ser uma educação presencial, tem sido uma educação, em grande parte, à distância. Pais são administradores de vidas; vidas que necessitam receber a orientação da “vara da disciplina” (v.15). Esta expressão não deve ser aplicada apenas no sentido da disciplina física, mas dá a ideia de presença, pois uma vara, para ter utilidade, precisa de alguém que a maneje.
Se guardarmos no coração (v.18) as palavras do Senhor e se a nossa confiança estiver nEle, andaremos no caminho e no caminho ensinaremos. “A certeza das palavras da verdade” (v.21) precisam ser vistas pelos filhos na vida de seus pais. Deste modo, serão evitadas as más associações que corrompem a alma (v.24-25). Foi assim na vida de Daniel e de José, que amando a pureza, conquistaram a amizade de reis (v.11) e, por estes, foram colocados em postos de honra (v.29).
As lições práticas de pais tementes a Deus podem não mostrar seus resultados de imediato, mas certamente revelar-se-ão a mais proveitosa e gratificante obra no futuro e na eternidade. Homens e mulheres valorosos, “dos quais o mundo não era digno” (Hb.11:38), foram aqueles que consideraram com diligência “os marcos antigos” (v.28). Vigiemos e oremos a fim de que os nomes dos nossos filhos estejam registrados na galeria celestial da fé.
Encerramos aqui os provérbios que definem uma linha de separação entre o justo e o perverso, o sábio e o insensato. Se esta distinção for vista na vida de pais cristãos que lutam para transmitir a seus filhos os verdadeiros valores “da humildade e o temor do Senhor” […] “riquezas, e honra, e vida” (v.4) os seguirão. Porém, a decisão de desfrutar deste resultado será de cada filho, que tem o livre arbítrio para escolher entre “a vida e a morte, a benção e a maldição” (Dt.30:19).
“Excelentes coisas acerca de conselhos e conhecimentos” (v.20) a Palavra do Senhor tem nos ensinado. Que possamos guardá-las no coração e aplicá-las em nossa vida diária para que, pela graça de Deus, alcancemos a vitória final. O chamado de Deus para você hoje, é: “Escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Dt.30:19). Escolha seguir o exemplo de Jesus, “e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31).
Nosso Deus e Pai, livra-nos do pecado da incredulidade, para que tenhamos uma fé inabalável em Tuas fiéis promessas! Derrama em nosso lar o poder do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, pais tementes a Deus e filhos prudentes!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios22 #RPSP
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“Melhor é morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e iracunda” (v.19).
Toda mulher passa por um ciclo mensal que abala a sua estrutura emocional, que pode ser em maior ou menor grau. A tensão pré-menstrual, a famosa TPM, é provocada por uma série de mudanças hormonais, que podem influenciar, e muito, o estado de humor da mulher. Portanto, este é um período crítico, mas provisório e deve ser encarado com paciência por parte do cônjuge, assim como a mulher também deve compreender os momentos em que o homem precisa se “esconder” na “terra do nada”. E a partir desta introdução, me permitam destacar dois versos do capítulo de hoje: os versos 9 e 19.
Não obstante existam casos de TPM mais severas, o que pode ser tratado e amenizado com o devido uso dos oito remédios naturais e acompanhamento médico, a Bíblia não fala da mulher com tensão pré-menstrual, mas da mulher com tensão pré, pós e sempre. Uma casa com uma mulher rixosa torna-se o último lugar para o qual o marido deseja voltar após um dia de trabalho. A palavra “rixosa” significa “aquela que gosta de provocar brigas; briguenta”. Tudo se torna motivo para reclamações e discórdias. Ela não é uma mulher agradável e não zela para que a sua casa seja um lugar de paz. Ou seja, um ambiente com uma mulher assim torna-se inabitável e insuportável. Ela é um completo contraste com a mulher sábia (Pv.14:1) e virtuosa (Pv.31:10-31).
Já a pessoa “iracunda” é aquela que se irrita com facilidade, que tem um gênio difícil, que guarda rancor. E a Palavra nos diz que é melhor morar em um deserto do que com uma mulher iracunda. Ora, no deserto não tem água, não tem comida, o calor castiga de dia e o frio à noite, há feras e animais peçonhentos, e ainda assim é melhor morar em um lugar desses a ter de dividir o mesmo teto com alguém de natureza briguenta e geniosa. Meus amados, com toda a convicção que tenho na santa Palavra do Senhor, nós não fomos chamados para viver esta terrível situação. E se por um acaso a estamos vivendo, precisamos urgentemente clamar pelo auxílio divino.
Mas você pode estar se perguntando: E porque a Bíblia se referiu apenas às mulheres? Não existem também homens rixosos e iracundos? Sim, existem. Mas quem o Senhor dotou da habilidade de cuidar do ambiente do lar foi a mulher. Pode perceber que o estado de espírito da mulher será o estado de espírito de toda a casa. Se a mulher está bem ela promove bem-estar a toda a família. Se por algum motivo ela está mal, da mesma forma todos irão sofrer. A mulher é o equilíbrio emocional do lar. Quando a Bíblia diz que “a mulher sábia edifica a sua casa”, está afirmando que em suas mãos pesa a responsabilidade de fazer do seu lar um lugar aprazível e feliz. E não encare isso como um discurso machista e ultrapassado, mas como um conselho do Criador que bem conhece o nosso potencial.
O homem também carrega sobre si uma tremenda responsabilidade. Se preciso for, deve dar a própria vida em favor de sua esposa (Ef.5:25). Há, portanto, um dever mútuo que envolve amor e respeito (Ef.5:33). Assim sendo, que marido não daria a sua vida por uma mulher sábia? Ou que mulher sábia não teria prazer de respeitar o seu marido que a ama mais do que a própria vida? Mas o real desafio está em cada um cumprir com o propósito que lhe foi confiado por Deus, fazendo tudo “de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Cl.3:23): eis o segredo para tornar o lar um pedacinho do Céu.
Eu sei que este não é um assunto fácil e que cada um de nós vive uma realidade diferente. Mas a Bíblia está repleta de promessas para aqueles que confiam em Deus e creem em Sua Palavra e a obedecem. Ainda que o seu marido não seja merecedor do seu respeito, peça ao Senhor que a ajude a respeitá-lo, pois assim Deus é honrado. Se a tua mulher não tem sido digna do teu amor, peça ao Senhor para amá-la, pois assim faz quem ama o Senhor. Este foi o grande desafio que Jesus nos deixou e que por Seu exemplo nos ensinou. Portanto, procuremos fazer a nossa parte e confiemos que “a vitória vem do Senhor” (v.31).
Pai, em meio ao caos deste mundo, salva a nossa casa! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, lares de esperança!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios21 #RPSP
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“Quem pode dizer: Purifiquei o meu coração, limpo estou do meu pecado?” (v.9).
Ser justo não significa deixar de ser pecador. Ser justo significa que Alguém nos justificou: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm.5:1). Cristo assumiu a nossa culpa ao entregar a Sua vida na cruz e nos concedeu o privilégio da salvação por meio de Seu sacrifício e ressurreição. Porém, todos nós estamos sujeitos ao pecado até que Ele venha pela segunda vez e nos liberte de uma vez por todas. O apóstolo Paulo comparou o pecado com uma lei que rege a nossa natureza pecaminosa: “mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros” (Rm.7:23). Isto é, a partir do momento em que aceitamos pela fé a justiça de Cristo, inicia-se uma batalha entre o bem e o mal em nós mesmos; batalha que só terá fim quando estivermos selados para a redenção (Ap.7:3).
Quando Jesus foi confrontado pelos líderes judeus acerca do adultério de uma mulher, a Sua sabedoria fez com que todas as pedras caíssem ao chão. Aqueles líderes não tiveram argumentos diante de tais palavras: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (Jo.8:7). Certamente, o primeiro atrevido a lançar uma pedra, seria ele mesmo apedrejado pelos demais. Era considerada uma grande blasfêmia afirmar tal coisa. A Bíblia afirma que todos nós nos extraviamos e nos corrompemos (Sl.14:3). Por isso, necessitamos de um Advogado, do único que é verdadeiramente Justo: “Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1).
Quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossa vida, inicia-se uma metamorfose espiritual. É como se Deus olhasse do Céu e ao invés de enxergar a nossa natureza pecaminosa, Ele notasse que há um “casulo” que nos reveste, que é a justiça de Cristo. E somente se permanecermos dentro deste seguro revestimento, alcançaremos a plenitude da vida. Assim como uma lagarta para se tornar em borboleta precisa obedecer a todo o processo natural, precisamos viver a justiça de Cristo e a novidade de vida que nos foi outorgada: “segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento” (1Pe.1:15).
Então, aquele que trilha o caminho eterno não será vencido pelo álcool (v.1), ele se desviará de contendas (v.3), não comerá o pão da preguiça (v.4), não será desonesto (v.17), não se envolverá em fofocas (v.19), não desonrará pai e mãe (v.20), não será vingativo (v.22) e aceitará a repreensão (v.30). Cada provérbio tem nos ensinado, e como um guia de sobrevivência nos fortalecido para o conflito espiritual que travamos a cada dia. Não podemos ignorar essa realidade e precisamos aprender, mediante as Escrituras, a fazer “a guerra com prudência” (v.18). Tome posse da armadura de Deus (Ef.6:11) e erga “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito” (Ef.6:17-18) e, os teus passos serão “dirigidos pelo Senhor” (v.24).
Santo Deus, o pecado fez separação entre nós e o Senhor. Mas Jesus nos estendeu uma ponte no abismo e por Seu sacrifício fomos justificados. Agora, Pai, queremos andar Contigo, e isso significa que queremos ser santificados, sendo preparados para a volta do nosso Redentor. Toma-nos pela mão e habilita-nos para recebermos o poder do Teu Espírito. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados pela fé em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios20 #RPSP
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“O que guarda o mandamento guarda a sua alma; mas o que despreza os seus caminhos, esse morre” (v.16).
Temos estudado diversas comparações, todas referentes à diferença entre o justo e o perverso. Percebemos que o pecado traz consigo consequências que maculam o que Deus criou para ser perfeito; que o fato de Ele nos amar, independente do que fazemos ou deixamos de fazer, não muda o outro fato de que um dia Ele terá de aplicar a Sua justiça e fazer separação entre justos e ímpios.
Os provérbios de Salomão não são simplesmente um relato sobre o que é correto e o que é errado, mas palavras do Senhor que deseja nos conduzir à vida (v.23). Por isso, “ouve o conselho e recebe a instrução, para que sejas sábio nos teus dias por vir” (v.20) e para que não venhas a participar dos juízos preparados “para os escarnecedores” (v.29).
Em tempos em que o amor de Deus tem sido confundido com conformidade, precisamos ter muito cuidado para que a nossa mente não seja embrutecida com os rudimentos deste mundo, considerando normal o que seja leviano. Satanás mudou sua estratégia quanto a enganar o ser humano desde que percebeu que o sangue dos mártires era como semente. As fogueiras da perseguição haviam se tornado nos mais poderosos púlpitos e das chamas ascendiam os mais convincentes testemunhos a favor de Cristo. Sendo assim, as artimanhas do maligno saíram das fogueiras para os holofotes.
O apóstolo Paulo já havia advertido que nos últimos dias os homens seriam, dentre tantas outras coisas, “egoístas” (2Tm.3:2). Como primeira iniquidade da lista, o egoísmo indica o risco que corremos quando colocamos o nosso eu em evidência. E o que mais deveria nos assustar não é a extensa lista de pecados elencados por Paulo, mas o que ele afirma no final: “tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder” (2Tm.3:5). Ou seja, religiosos cuja piedade não passa de uma tremenda farsa. Não há o poder do Espírito Santo. Não há coerência entre o que pregam e o que vivem.
O que temos feito, amados, para amenizar o sofrimento alheio? Temos clamado pelo poder do Espírito Santo com a sinceridade de quem verdadeiramente deseja fazer a vontade do Senhor e salvar pessoas para o reino de Deus? Precisamos ser “ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir” (1Tm.6:18). Mas isso não é possível se nossas ações não tiverem a assinatura do Espírito de Deus. Só podemos viver a sabedoria de Provérbios se estivermos dispostos a humilhar o nosso coração diante de Deus, reconhecendo a nossa total dependência e a nossa grande necessidade do poder do alto.
Cuidemos em desempenhar com diligência o papel que nos cabe como membros da família celestial. Bons maridos, boas esposas e bons filhos também serão bons membros da igreja de Deus. Então, não haverá lugar para o egoísmo (v.4), para a acepção de pessoas (v.6), para a mentira (v.5 e 9) ou para lares infelizes e desfeitos (v.26). Todo aquele que compreende o que Deus entregou em nosso favor (Jo.3:16), certamente se compadecerá de quem necessita (v.17) e zelará pelo bom andamento de seu lar e da casa do Senhor. Pois “a discrição do homem o torna longânimo, e sua glória é perdoar as injúrias” (v.11).
Podem acreditar, meus irmãos, que daqui para frente veremos muitas coisas estranhas acontecendo, até mesmo entre o professo povo de Deus. A nossa parte, porém, é vigiar e orar, sem esmorecer, esperando no Senhor. Sabem porquê? Porque “o que profere mentiras perece” (v.9). Portanto, seguremos firme a verdade de Cristo que um dia nos libertou e confiemos que “o desígnio do Senhor permanecerá” (v.21).
Querido Deus, nosso Pai amado, guarda o nosso coração da mornidão prevalecente e retira dele tudo o que possa impedir de que recebamos o poder do Espírito Santo. Não só pedimos ou desejamos, mas necessitamos deste poder, pois queremos ser testemunhas de Jesus apressando a Sua volta. Ajuda-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios19 #RPSP
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“O solitário busca o seu próprio interesse […] mas há amigo mais chegado do que um irmão” (v.1 e 24).
O capítulo de hoje inicia com a solidão egoísta e termina com o firme fundamento de uma verdadeira amizade. A irmandade tão aclamada na Bíblia é uma relação que envolve os aspectos físico, mental e espiritual. Físico, pelo prazer da companhia. É maravilhoso estar perto de quem gostamos, principalmente se somos correspondidos. Mental, porque envolve sentimentos e emoções. Com nossos amigos compartilhamos momentos alegres e tristes, e dividimos confissões e vitórias. E, por fim, espiritual, porque a nossa comunhão com Deus ou a negligência dela, terá uma grande influência no crescimento ou no declínio de nossas amizades.
Diante desta introdução, pergunto: Quantos amigos você tem? Ou seria melhor perguntar: Quantos amigos de verdade você tem? O que a Bíblia nos diz hoje é que é melhor ter um amigo verdadeiro do que um milhão de seguidores no Instagram. Uma amizade genuína não pode ser comparada a um milhar de colegas. Mas, e se não temos em quem confiar? E se as pessoas que mais amamos nos decepcionam? “Torre forte é o nome do Senhor, à qual o justo se acolhe e está seguro” (v.10).
Amigos são atraídos uns pelos outros por afinidades, certo? Eu diria que, nem sempre. Muitos têm ido por este caminho e se decepcionado quando percebem que os gostos podem ser parecidos, mas não são eles que unem pessoas. Eu tenho uma amiga que considero como uma irmã. A nossa amizade vem desde a infância e, sinceramente, se fôssemos depender de gostos parecidos para sermos amigas, na infância mesmo nossa amizade teria acabado. Sempre fomos muito diferentes e nossos projetos de vida até nos separaram por algum tempo, mas a amizade nunca esmoreceu. Nem a distância nos separa uma da outra. Sabem porquê? Porque fomos unidas não por gostos e preferências iguais, mas porque decidimos nos acolher na mesma Torre Forte (v.10).
Sobre isto, escreveu Ellen White: “Se vocês desejam ter visão ampla, pensamentos e aspirações nobres, escolham amigos que fortaleçam os princípios corretos” (Só para jovens, CPB, p.110). Não há exemplo mais precioso do que o do nosso Salvador. Ele andava com todos e procurava ajudar a todos, mas escolheu para o Seu convívio particular doze homens bem diferentes uns dos outros. E, dentre os doze, havia três que Lhe foram uma especial companhia e refrigério nos momentos mais difíceis e marcantes de Seu ministério terrestre.
“Os lábios do insensato” (v.6) e “as palavras do maldizente” (v.8) devem ser evitados. E “se eles afirmam ser cristãos”, diz Ellen White, “devem ser mais temidos ainda” (Só para jovens, CPB, p.110). Dê mais valor a um amigo que lhe diz uma verdade do que vários que lhe enchem de elogios. Não pense que você é forte o suficiente para sentar “na roda dos escarnecedores” (Sl.1:1) e sair dali ileso. Não seja “negligente na sua obra” (v.9) de procurar o saber (v.15). Não permita que a transformação do seu caráter seja maculada por companhias que não lhe edificam.
Você não deve fazer acepção de pessoas para ajudar ou amar, mas precisa ser sábio no quesito confiança e relacionamento íntimo. Se ainda não tem forças o suficiente para agir diferente do insensato, não junte-se a ele ou acabará tendo o mesmo destino. Que o Senhor seja a sua Torre Forte, pois somente de lá surgem amizades que edificam!
Senhor, Tu és a nossa Torre Forte onde estamos sempre seguros! Ajuda-nos a estabelecermos laços de amizade que nos edifiquem e nos aproximem mais de Ti! Toca em nossos lábios com a brasa viva do Teu altar e purifica a nossa língua! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, amigos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios18 #RPSP
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“Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa” (v.13).
Atitudes prudentes e palavras que edificam são duas coisas de que o mundo carece e de que necessitamos exercitar. Em meio ao caos de uma sociedade moralmente egoísta, praticamente destituída de altruísmo, somos desafiados a viver “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6). Imbuídos do Espírito Santo, nossa natureza carnal deve ser combatida mediante diligente esforço em perseverar no estudo das Escrituras e “orando em todo tempo no Espírito” (Ef.6:18). Essa batalha, que é diária, só pode ser vencida pela firme confiança nos méritos do Salvador, que tudo deu a fim de nos tornar “sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo” (Fp.1:10).
As verdades e advertências a nós outorgadas no livro de Provérbios são valiosas gemas dos tesouros da sabedoria e do conhecimento do Céu. Não se tratam de suposições, mas de afirmações que retratam a realidade dos “que servem a Deus e [dos] que não O servem” (Ml.3:18). A repetição quanto ao procedimento dos filhos com relação aos pais explica o cenário degradante na maioria das famílias. Insensatez, ausência de disciplina e carência de amor genuíno no lar, corrompem os relacionamentos produzindo uma atmosfera tóxica e quase insustentável. As ocupações e preocupações da vida absorvem o que de fato é importante e, sobrecarregada, a mente irrompe em atos impulsivos e palavras impensadas.
Através de contendas (v.19), “lábio mentiroso” (v.7) e rebeldia (v.11) muitos têm se enveredado por caminhos tortuosos sob o disfarce encantado de uma falsa religião. Contudo, “aos corações prova o Senhor” (v.3). Uma obra é realizada para provar de que material somos feitos. Para tanto, não há trincheira mais delicada e tão desejada quanto a mente humana. Há uma batalha acontecendo neste exato momento na sede de nosso entendimento. Um conflito entre o bem e o mal. E só temos duas escolhas a fazer: submeter-nos às nossas más inclinações e fraquezas, ou colocá-las sob o governo de Cristo que pode torná-las em poderoso testemunho do poder transformador de Deus.
“O perverso de coração jamais achará o bem” (v.20). Um coração impenitente e duro não consegue avaliar o mal que faz a si mesmo. Por isso que “Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato” (v.10). Que ao provar o meu e o seu coração, o Espírito Santo encontre um terreno fértil e pronto para dar “muito fruto” (Jo.15:5). Que o mundo veja em nós amigos que amam e irmãos que acolhem (v.17). Seja o nosso alvo a sabedoria de Cristo (v.24), que, em Sua vida, nos oferece a fonte de todo o saber. E, muito em breve, no Dia de Sua volta, seremos encontrados por Ele como filhos prudentes.
Oh, Senhor, quão difícil tem sido enfrentar essa batalha diária, quando muitas vezes nós mesmos nos sabotamos, permitindo que o nosso eu prevaleça! Por favor, Pai, transforma o nosso caráter! Esvazia-nos de nós mesmos e enche-nos do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, filhos prudentes do Pai do Céu!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios17 #RPSP
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“O que atenta para o ensino acha o bem, e o que confia no Senhor, esse é feliz” (v.20).
A vida do homem é fazer planos. Acordamos e já temos que tomar decisões. Alguns chegam a perder o sono por causa da ansiedade provocada pela expectativa de que seus objetivos do dia seguinte sejam alcançados. Outros possuem todo um projeto de vida esquematizado, de tal forma que cada detalhe precisa ser seguido à risca. Não é errado fazer planos, amados. O erro está em fazê-los em desconexão com o planejamento divino.
Quando paro e penso nos planos que tinha traçado para a minha vida a alguns anos, percebo que não sabia o que estava fazendo. Eram projetos de cunho pessoal, egoístas e que não incluíam a aprovação de Deus. Eu simplesmente pensava que por não serem ofensivos a ninguém e para maior conforto e bem-estar meu e de minha família, então estava no caminho certo. O meu coração fez muitos planos, mas o Senhor chegou na hora certa, com a resposta certa (v.1). Hoje posso afirmar, por experiência própria, que por mais que o mundo diga que eu perdi muita coisa, eu nunca fui tão feliz! Eu não perdi nada. Eu ganhei tudo! Pois descobri que não há melhor projeto de vida do que confiar o meu caminho ao Senhor (Sl.37:5).
Entregar-se não é fácil e eu demorei muito tempo até entender que esta é a única forma que temos de conhecer a Deus de fato. O Espírito Santo foi retirando do meu coração todos os meus sonhos egoístas e colocando no lugar sonhos que envolvem a minha salvação e da minha família, bem como a salvação do meu próximo, mesmo aqueles que nem sequer conheço e até de meus inimigos. E podem acreditar, amados, quando aceitamos seguir os propósitos do Senhor, inimigos se levantam, mas Ele providencia para que até estes se tornem em amigos (v.7).
Por mais que os caminhos que traçamos pareçam puros (v.2), muitas vezes não foram os que Deus planejou para nós. Entendem? E atentem bem para isto: pela segunda vez, Salomão pronunciou as mesmas palavras também contidas em Provérbios 14:12, no verso 25 do capítulo de hoje, que diz: “Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte”.
O mundo tem estabelecido padrões e estilos de vida como regras que, se não observarmos, somos considerados “estorvos sociais”. O mundo diz: “Faça o que você quiser, a vida é sua”. Deus diz: “O caminho dos retos é desviar-se do mal” (v.17). O mundo diz: “Corra atrás dos seus objetivos, ainda que tenha que passar por cima de alguém”. Deus diz: “com justiça se estabelece o trono” (v.12). O mundo diz: “Não importa o que você faz, o importante é ser feliz”. Deus diz: Aquele que confia em Mim, “esse é feliz” (v.20). A que voz estamos obedecendo?
Portanto, continue fazendo planos e sonhando, mas que o Senhor dirija os seus passos (v.9). Que os seus desígnios sejam estabelecidos conforme a confiança que tem em Deus (v.3). Que o seu caminho seja agradável a Ele e até os inimigos se tornarão seus amigos (v.7). Entregue ao Senhor o controle da sua vida, pois disto depende a sua felicidade e “do Senhor procede toda decisão” (v.33).
Querido Pai, ser feliz Contigo não significa que nunca enfrentaremos dificuldades, mas que, ainda que elas surjam, sabemos que estás conosco e que tudo irá cooperar para o nosso bem, porque nós Te amamos. Dá-nos coração sábio, prudência e doçura no falar e palavras agradáveis que sejam doces para alma e medicina para o corpo de nossos semelhantes. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, felizes com Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios16 #RPSP
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“O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate” (v.13).
A palavra “provérbio” vem do hebraico “mashal”, que significa “ser semelhante a” ou “ser comparado a”. Encontramos muitas figuras de linguagem no livro de Provérbios, utilizando coisas e situações do cotidiano, para transmitir mensagens específicas. Por exemplo: “A língua serena é árvore de vida” (v.4), ou, “Na casa do justo há grande tesouro” (v.6), expressões que denotam, respectivamente, a bênção que há em agir com brandura e no lar edificado sobre a justiça de Cristo. Em cada ensinamento encontramos a distinta evidência entre o justo e o perverso, e o cumprimento da áurea sabedoria na pessoa de Jesus Cristo.
Salomão escreveu a sabedoria, mas Jesus a viveu. Ao derramar “o conhecimento” (v.7) aos filhos dos homens, falava do que Lhe era próprio. Com propriedade jamais vista, era objeto de admiração das multidões e constantemente testado pelos religiosos que ficavam transtornados ante a Sua sabedoria prática. Jesus não proferia palavra alguma ao acaso ou conforme a indelicadeza alheia, mas, meditando acerca do que havia “de responder” (v.28), valorizava a palavra dita a seu tempo (v.23). Com “olhar de amigo” (v.30) consolava os aflitos, curava os enfermos e repreendia os insensatos.
Ninguém que ia até Jesus podia acusá-Lo de preconceito ou indiferença. Cada tentativa de coagi-Lo era respondida com “palavras bondosas” (v.26), ainda que em forma de repreensão. E até mesmo em Seu trato com os irracionais demonstrava o cuidado para com o que no princípio criou. “O temor do Senhor” (v.33) estava impresso em Sua vida e obras e, com humildade, apontava ao ser humano “o caminho da vida que o leva para cima” (v.24). Na vida de Jesus vemos o fiel cumprimento da sabedoria infinita e em cada parábola proferida sob o princípio “mashal”: “semelhante a” (Mt.18:23), apontava para o reino dos céus como galardão supremo e eterno de todo “homem sábio” (v.21).
“Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons” (v.3); não como quem espreita uma presa, mas como um pai ansioso por salvar o filho do perigo. A entrega de Seu Unigênito como oferta por nossos pecados é prova suficiente de Seu amor incondicional e de Sua infinita graça. Ao aceitarmos esse amor, necessitamos subir mais e mais em nosso relacionamento com Cristo, descobrindo, em cada degrau, a verdadeira alegria que nos “aformoseia o rosto” (v.13) e que nos concede um “banquete contínuo” (v.15) em Sua presença.
Estude a vida do Salvador juntamente com o livro de Provérbios e você descobrirá “grande tesouro” (v.6).
Senhor, nosso Deus, somos pobres e necessitados, mas confiamos na maravilhosa graça de Cristo que nos alcança e nos dá poder para vencer o mal. Ajuda-nos a olhar para Jesus, pois Ele é “o caminho da vida” que nos leva para cima. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados por Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios15 #RPSP
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“Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (v.12).
Estamos examinando conselhos que, se seguidos com humildade, redundam em uma vida de paz e de bem-estar. Cada capítulo deve ser estudado com minuciosa atenção, pois cada versículo traz uma reflexão diferente e de particular importância para a edificação do caráter cristão. Portanto, não se contente com um estudo rápido e descuidado, mas procure absorver verso por verso, clamando ao Senhor que lhe ajude a compreendê-los e a viver os seus sábios ensinamentos.
O capítulo de hoje inicia com a diferença entre a mulher sábia e a mulher insensata. Dizem as Escrituras: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos a derriba” (v.1). Quando paramos para pensar em quantos avanços as mulheres conquistaram na sociedade, percebemos que temos sido voz ativa em todo lugar. E isto nos concedeu direitos e deveres que antes não faziam parte do universo feminino. Porém, nem toda mudança produz somente pontos positivos. Com a modernidade e com o capitalismo desenfreado, o homem deixou de ser o único provedor da casa, passando a dividir com a mulher este encargo. Mães têm feito um esforço descomunal para desempenhar seu papel dentro e fora do lar. Outras têm deixado a cargo de terceiros a responsabilidade de educar os filhos que Deus as confiou. Longe de ser um discurso contra a mulher que trabalha fora, a Bíblia apresenta qual deve ser a nossa prioridade: a família.
Estamos diante de uma sociedade banalizada e praticamente destituída do que seja fazer diferença entre o certo e o errado. A voz da insensatez tem falado mais alto e o resultado inevitável é a destruição. Muitos têm seguido pelo caminho que lhes parece justo. Caminho largo (Mt.7:13) que aparenta ser bom, porque a maioria segue por ele. Mas é aí onde entra o papel dos pais. O de orientar e instruir os filhos a serem prudentes e atentarem “para os seus passos” (v.15), a serem cautelosos e se desviarem do mal (v.16). Pois uma mãe sábia que instrui seus filhos os edifica para serem árvores que florescem (v.11) e dão bons frutos (Sl.1:3). E um pai temente a Deus “é refúgio para os seus filhos” (v.26).
A paz que tanto é aclamada pelo mundo seria alcançada se tão somente começasse dentro de cada lar. A pobreza que tanto causa tristeza seria amenizada se não fôssemos tão egoístas dentro de nossa própria casa. A injustiça que tanto causa revolta seria evitada se a justiça fosse uma regra de ouro em cada família. Amadas mulheres, o Senhor nos faz um apelo hoje. O de sermos exatamente o que Ele nos chamou para ser: mulheres sábias que edificam sua casa sobre firme fundamento (Mt.7:24). Homens, Deus vos chama para o sacerdócio do lar, imprimindo o temor do Senhor no coração de seus filhos.
Escolha fazer a diferença, mesmo que o sistema deste mundo diga que você deve permanecer onde está. “Amor e fidelidade haverá para os que planejam o bem” (v.22).
Santo Deus, ajuda-nos a sermos sábios para planejar o bem, sendo guiados pelo Teu Santo Espírito em nossa missão doméstica. Que possamos Te honrar com tudo o que temos e somos. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, mulheres sábias e homens tementes a Deus!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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“O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina” (v. 24).
Eis a nossa geração: “nos últimos dias sobreviverão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus […] Foge também destes” (2Tm.3:2-5).
Vivemos em um tempo em que dar uma palmada em um filho virou crime, mas permitir que sua inocência seja destruída por mídias inapropriadas tornou-se normal. Um tempo em que a educação na justiça (2Tm.3:16) foi trocada pela “deseducação” da televisão e da internet. Um tempo em que pais e mães estão tão ocupados em prover o sustento do lar que não têm tempo de evitar a ruína dos filhos. Tempo onde a mente das crianças nunca obteve tanta informação e nunca foi tão vazia do que realmente é importante. Uma geração que nunca teve tantos “amigos”, mas que nunca se sentiu tão sozinha. O que, afinal, está acontecendo? Porque tudo o que o apóstolo Paulo escreveu a centenas de anos está se cumprindo com tanta precisão?
No início do capítulo de hoje lemos o seguinte: “O filho sábio ouve a instrução do pai” (v.1). Filhos obedientes, de acordo com a Bíblia, são filhos sábios que alegram o coração de seus pais (Pv.10:1). Este é o verso que inaugura o tema central de Provérbios. Ou seja, Salomão enfatizou a importância de uma família bem ordenada. E o que é uma família bem ordenada? É aquela cujos pais entendem e praticam os princípios bíblicos e cujos filhos são ensinados por preceito e por exemplo a seguir lhes os passos. Satanás sabe que não há instrumento mais poderoso a favor de Deus do que uma família bem ordenada, cuja luz “brilha intensamente” (v.9). Por isso que faz de tudo para que os pais estejam ocupados demais para instruir seus filhos e os filhos desocupados demais para que ele mesmo os destrua.
O ensino de pais que buscam a sabedoria do Senhor “é fonte de vida” (v.14) para os filhos, herança que é deixada “aos filhos de seus filhos” (v.22). Filhos que são ensinados nas sagradas letras, desde a infância, tornam-se sábios “para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (2Tm.3:15). Você percebe que a única forma de salvar a nossa família daquele quadro caótico descrito por Paulo é fazendo dela o nosso primeiro ministério?
Nunca houve um tempo tão oportuno para jejum e oração pelas famílias, como hoje; para deixarmos de lado as coisas vãs e passageiras deste mundo e cuidar da “herança do Senhor” (Sl.127:3); para deixar a companhia dos insensatos e andar com amizades que nos edifiquem (v.20). O nosso lar é alvo do mais puro amor de Deus. Mas também é o principal alvo da mais terrível cólera do inimigo (Ap.12:12).
Que o seu lar seja um pedacinho do Céu na Terra! Não há sermão mais eficiente do que este. Que sejamos salvos para salvar! É um tremendo desafio. Mas “para Deus não haverá impossíveis em todas as Suas promessas” (Lc.1:37).
Pai nosso, que privilégio o nosso de sermos chamados de Teus filhos! E como Teus filhos queremos ir morar Contigo para sempre. Oh, Deus amado, vence as lutas que acontecem em nosso lar, para que se cumpra o Teu propósito, como está escrito em Isaías 61:9: “todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor”. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias justas do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100