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“Não se fará mal nem dano algum em todo o Meu santo monte, porque a Terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (v.9).
De tudo o que o homem pode conquistar, certamente a busca pelo conhecimento intensifica as realizações. Quanto mais se obtém conhecimento acerca de algo, mais aumentam as oportunidades de crescer e de colher os resultados almejados. De nada adianta, porém, conhecer e não praticar. A teoria aliada à técnica aperfeiçoa e revela a nossa capacidade e constante necessidade de aprender.
Como alunos na escola de Cristo, precisamos conhecê-Lo a fim de estreitar de tal forma o nosso vínculo com Ele a ponto de como Pedro declararmos: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que Tu és o Santo de Deus” (Jo.6:68-69).
É importante lembrar que o apóstolo Pedro fez essa declaração quando ainda no início de sua vida cristã. Ele havia compreendido que a sua vida não fazia sentido sem Jesus e que andar com Ele e dEle aprender poderia até frustrar seus planos terrenos; ele descobriria também quão débil era a sua fé e quão sujo o seu coração, mas quão maravilhosa é a graça imerecida que o levou a suportar os açoites deste mundo a fim de lograr a coroa da vida. De um homem rude e impetuoso, a um evangelista e líder piedoso, Pedro foi brilhando mais e mais, avistando, pela fé, a consumação do dia perfeito (Pv.4:18). Com os olhos fitos em Jesus, despido de sua arrogância e ruins suspeitas, cheio do “Espírito do Senhor” (v.2), ele compõe a lista dos que serão ressuscitados e recolhidos “desde os quatro confins da Terra” (v.12) na gloriosa volta de Jesus.
Fomos criados e formados com a necessidade intrínseca de conhecer a Deus, pois Ele “pôs a eternidade no coração do homem” (Ec.3:11). Sendo assim, o conhecimento das Escrituras deve refletir em nós o desejo profundo de nos encher de Deus e da beleza de Sua santidade. É o esforço humano aliado ao poder do Espírito Santo que nos impulsiona em nossa jornada cristã, nos faz querer estar mais perto de Cristo e vivifica o nosso desejo de habitar na morada gloriosa (v.10).
Certa vez, ouvi um experiente ferreiro dizer que apenas olhando para o seu pai e prestando atenção no que ele fazia, aprendeu o seu ofício. Jesus declarou: “E a vida eterna é esta: Que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Olhar para Jesus, o “rebento” do “tronco de Jessé” (v.1), é a chave da vitória que nos levará para a terra em que “o lobo habitará com o cordeiro” (v.6) e “o leão comerá palha como o boi” (v.7).
Jesus é o estandarte para onde devem afluir todos os povos (v.10). Todos são convidados à salvação e a experimentar a fragrância de uma vida movida pelo Espírito excelente (v.2). Nas palavras de Cristo e nas atitudes que revolucionaram aquela geração e alvoroçaram o cenário religioso da época, encontramos a plenitude do conhecimento de Deus aliada ao perfeito altruísmo. Jamais rejeitaremos o que o mundo oferece se não olharmos para Aquele que nos oferece um mundo melhor. Jamais conheceremos Jesus se não estivermos dispostos a viver como Ele viveu: “Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e igualmente Eu vivo pelo Pai, também quem de Mim se alimenta por Mim viverá” (Jo.6:57).
Ergamos a nossa cabeça para o céu enquanto curvamos o nosso coração ante a Majestade Celeste! A nossa redenção se aproxima, amados! Quando o Senhor “julgará com justiça os pobres e decidirá com equidade a favor dos mansos da Terra […] e com o sopro dos Seus lábios matará o perverso” (v.4). Conhecer a Jesus e praticar as Suas obras é tudo de que necessitamos! Então, perceberemos que mais do que um lar glorioso, mais do que um lugar de paz e de alegria, aguardamos ansiosos pelo encontro face a face com o nosso Senhor e Salvador; que amamos a Sua vinda não somente pelo que Ele prometeu, mas porque não vemos a hora de abraçar Aquele que não desistiu de nos procurar.
Permita que o Espírito de Cristo repouse sobre a sua vida e Ele lhe conduzirá por “caminho plano” (v.16) até o pleno conhecimento de Deus (v.9).
Querido Pai, quando eu estava mergulhada nas águas turvas de uma religião sem sentido, o Senhor me viu e me amou. E eu não pude resistir a um convite tão cheio de amor, misericórdia e graça! E cada dia tens estendido a Tua mão poderosa moldando o meu caráter. Geralmente, esse processo é doloroso, Senhor. Mas, oh, que alegria sem par produz a vara da Tua disciplina, quando nos submetemos a Ti! Que cada um de nós experimentemos e conheçamos o Senhor de forma pessoal. Então, nos concederás o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor que nos conduzirá ao Teu encontro face a face. Oh, Senhor, abre os nossos olhos para que possamos perceber o quão perto estás de voltar! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, mansos da Terra!
Rosana Garcia Barros
#Isaías11 #RPSP
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“Os restantes se converterão ao Deus forte, sim, os restantes de Jacó” (v.21).
O capítulo dez de Isaías inicia com um único Ai: “Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão” (v.1). Trata-se de uma continuação do final do capítulo anterior. A corrupção e a injustiça haviam atingido a sua pior proporção, acabando com qualquer chance de favor até para viúvas e órfãos. O “direito aos aflitos” (v.2) era subjugado e as leis, ao invés de servir-lhes de segurança, eram-lhes cadeias.
Se trouxermos este relato para o cenário atual, perceberemos que a nossa realidade não tem sido diferente. Apesar das inúmeras leis a favor da sociedade, temos sofrido com a corrupção daqueles que supostamente as criaram. Contudo, não devemos esperar da justiça humana a materialização de nossos direitos. Não devemos esperar que o “trapo da imundícia” (Is.64:6) revele coisas boas, mas na justiça que vem do alto (v.3-4), que “num só dia” (v.17) determinará a destruição “transbordante de justiça” (v.22).
Em todos os tempos o ser humano tem julgado ser o dono de sua própria vida e com soberba afirma: “Com o poder da minha mão, fiz isto, e com a minha sabedoria, porque sou inteligente” (v.13). Mas o Senhor não está com a Sua mão encolhida. Como viu o profeta Isaías, Deus está no Seu trono (Is.6:1) e de lá governa, tendo o controle de todas as coisas. O cálice de Sua ira está se enchendo, e, quando for derramado, “Ai” daqueles que oprimiram os Seus pequeninos! Ele virá com grande poder para destruir “os que destroem a terra” (Ap.11:18) e para dar um Lar de justiça eterna aos oprimidos.
Apesar de ter sido apenas instrumento de disciplina (v.15) nas mãos de Deus para julgar o Seu povo, o rei assírio exaltou-se a si mesmo, e, de forma desmedida, procurou extremar a sua maldade. O Senhor, porém, castigaria “a arrogância do coração do rei da Assíria e a desmedida altivez dos seus olhos” (v.12). Há “uma destruição, e essa já determinada” (v.23) para todos os que não se arrependerem de seus maus caminhos. E ainda que os ímpios se tornem “como a areia do mar, o restante se converterá” (v.22) e no glorioso Dia do “Senhor, o Senhor dos Exércitos” (v.23), haverá grande manifestação de júbilo.
“Havendo o Senhor acabado toda a Sua obra” (v.12), mais uma vez ouviremos a voz de Cristo a dizer: “Está feito!” (Ap.16:17). Deus está reunindo o Seu remanescente dos quatro cantos desta terra. Todo aquele que primeiro busca ao Senhor entende que, apesar das injustiças como cidadão terrestre, a sua verdadeira cidadania é a celeste. Para estes, Deus conforta e diz: “Povo Meu […] não temas” (v.24) a opressão e a injustiça dos reinos deste mundo, pois dentro em breve “voltarei, e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3). Creia nesta promessa, porque ela é fiel e verdadeira! Não fique revoltado com as injustiças deste mundo, mas creia que muito em breve você será farto da sua “fome e sede de justiça” (Mt.5:6). Permita que o Senhor, do Seu trono de glória, governe a sua vida, e a “Luz de Israel” (v.17) iluminará os seus caminhos até a vitória final!
Pai de amor, queremos fazer parte dos Teus restantes, que pelo poder da Tua graça, herdarão novos céus e nova terra nos quais habita a justiça. Enche-nos do Teu Espírito e prepara-nos para o Teu reino eterno! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, “restantes de Israel”!
Rosana Garcia Barros
#Isaías10 #RPSP
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“Porque um menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (v.6).
A escuridão provocada pelas escolhas erradas do povo de Deus não duraria para sempre. Em meio às trevas morais deste mundo, surgiria uma “grande luz” (v.2). De diversas formas, Israel havia testemunhado o governo de líderes, juízes e reis que não conseguiram dissipar a corrupção e nem estabelecer de uma vez por todas um reino de paz. A “borracha” humana jamais poderá apagar a sujeira que o pecado faz. Por mais que alguns líderes tenham obtido êxito, não o conseguiram por mérito próprio, mas mediante o poder de Deus. A tão almejada promessa de um Salvador foi deturpada pelo anseio de conquistas terrenas, a tal ponto que a “grande luz” (v.2) veio “e os Seus não O receberam” (Jo.1:11).
Em todos os tempos o ser humano tem julgado ser o dono de seu próprio destino, fazendo da dádiva da vida um amontoado de derrotas. Vez após outra, as estratégias humanas têm falhado e à cada nova tentativa, só encontramos frustração e desespero. O que mais tem destruído pessoas não são fenômenos da natureza, ou acidentes, ou doenças. O que mais destrói pessoas são pessoas! A realidade é que somos nossos próprios algozes, “ninguém poupa a seu irmão” (v.19) e “cada um come a carne do seu próximo” (v.20).
A impiedade humana nos torna a pior espécie viva que habita nesta terra, “porque a maldade lavra como um fogo” (v.18), destruindo tudo o que vê pela frente. E esta seria a causa de nossa própria destruição, não fosse por Alguém. Alguém que trocou o louvor dos anjos pelo desprezo humano. Que deixou um trono glorioso para nascer como “um menino” em uma manjedoura. Que não hesitou em despir-Se das vestes divinas e vestir-se de humanidade. “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25).
Só por Jesus conseguimos ascender ao trono da graça divina e, pela fé, tocar nas vestes que curam. Somente no Maravilhoso Conselheiro encontramos as respostas certas e verdadeiras. Apenas no Deus Forte podemos encontrar a perfeita segurança. É só no Pai da Eternidade que temos a esperança de viver “desde agora e para sempre” (v.7). Exclusivamente o Príncipe da Paz oferece a “paz sem fim” (v.7). Cristo é o caminho. Cristo é a verdade. Cristo é a vida. (Jo.14:6).
Apesar da terrível situação na qual nos encontramos hoje, “para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade” (v.1). À semelhança do cumprimento da primeira promessa de Sua vinda (v.6), Jesus virá segunda vez. Ele voltará para destruir, de uma vez por todas, “o salário do pecado” (Rm.6:23). Mas Ele não virá mais como um “homem de dores” (Is.53:3), e sim como “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap.19:16). Todos os que andaram “em soberba e altivez de coração” (v.9) terão de enfrentar “a ira do Senhor dos Exércitos” (v.19), “porque todos eles são ímpios e malfazejos, e toda boca profere doidices” (v.17). Porém, aqueles que perseverarem até o fim, serão salvos (Mt.24:13). “O zelo do Senhor dos Exércitos fará isto” (v.7).
Permita que Jesus governe o teu coração e, certamente, você fará parte do Seu Reino de paz sem fim!
Maravilhoso Conselheiro, dá-nos Tua sabedoria! Deus Forte, esconde-nos em Teus braços! Pai da Eternidade, queremos habitar Contigo para sempre! Salva-nos, Senhor! Príncipe da Paz, concede-nos paz e serenidade em meio ao caos destes últimos dias! Em Teu nome clamamos, Jesus! Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, herdeiros do Reino de paz eterna!
Rosana Garcia Barros
#Isaías09 #RPSP
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“À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (v.20).
Quanto mais avanço em minha jornada cristã, tanto mais percebo a minha indignidade. Minha natureza pecaminosa me acusa e mais aumenta a minha certeza de que não seria nada não fosse Jesus. A promessa de que “Deus é conosco” (v.10) em nossa caminhada é a nossa única salvaguarda. O reino de Judá havia rejeitado o cuidado divino do Príncipe “Emanuel” (v.8) e o medo derretia seus corações (v.6) diante da expectativa de uma violenta investida. O segundo filho de Isaías, semelhante ao primogênito, também era um anúncio vivo do que aconteceria com o povo como resultado de sua rebeldia (v.3).
Isaías foi fortemente advertido pelo Senhor (v.11) a depositar a sua esperança tão somente nEle, não se associando com o povo e nem compartilhando de seu medo (v.12). Deus lhe seria santuário, enquanto às duas casas de Israel seria “pedra de tropeço” (v.14). A escolha feita em temer a Deus ou temer a homens define o nosso futuro eterno, habilitando-nos para a salvação ou para perdição. Diante de nós há dois caminhos, e ambos envolvem condições. Deus requer de nós obediência à Sua Palavra, por preceito e por exemplo: “sela a lei no coração dos Meus discípulos” (v.16). Por sua vez, uma vida contrária à vontade divina também requer algo: desobediência à lei de Deus.
As práticas da necromancia, adivinhação e mediunidade são abominações ao Senhor (v.19) e o povo havia se corrompido com essas “densas trevas” (v.22). Trocavam o “assim diz o Senhor” por agouros de homens, sendo levados à “escuridão e sombras de ansiedade” (v.22). Algo que tem se repetido em nossos dias, através da mídia que, por sinal, é uma palavrinha cuja raiz está relacionada à palavra em latim “medium”. Interessante, não?
Muitos cristãos manifestam horror às práticas ocultas, mas levam para dentro de suas casas as mesmas práticas através de filmes, séries, novelas e jogos. Não há lugar para tais abominações no coração que sob o selo da aliança eterna é guardado por Emanuel. Todo aquele que espera no Senhor (v.17), e comparece com sua família ao santuário (v.14) todos os dias, muito em breve terá a grande alegria em dizer-Lhe: “Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu” (v.18). Que esta seja a minha e a sua esperança!
Diante da proximidade de avistarmos “a alva” (v.20), precisamos erguer a bandeira da verdade sem temer a reação de homens. “Quando vos disserem” (v.19) que não precisam mais obedecer aos mandamentos do Senhor, não se deixem enganar! “Acaso, não consultará o povo ao seu Deus?” (v.19). Continue estudando as Escrituras e o Espírito Santo continuará lhe guiando “a toda a verdade” (Jo.16:13).
Querido e Santo Deus, se ainda estamos ouvindo e contemplando algum tipo de abominação, que o Teu Espírito nos mostre e nos dê a força para abandonarmos tudo aquilo que não Te agrada. Nós Te amamos, Senhor, por isso queremos Te servir! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, discípulos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Isaías08 #RPSP
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“Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (v.14).
Alianças políticas eram muito comuns entre os povos antigos e a Bíblia relata várias delas. A união entre a Síria e Israel (Efraim) causou pavor ao rei Acaz e ao povo de Judá, justamente porque o rei havia se negado a fazer parte desta mesma aliança contra a Assíria. Esta negativa representou uma afronta para aqueles dois reinos, e a possibilidade deles se levantarem contra Jerusalém era iminente. Diante disso, o cenário era de medo e de total desespero (v.2).
No entanto, o Senhor enviou Isaías para transmitir a Acaz as Suas palavras: “Acautela-te e aquieta-te; não temas, nem se desanime o teu coração por causa destes dois tocos de tições fumegantes […]” (v.4). “Sear-Jasube”, que quer dizer “Um-Resto-Volverá” (v.3), era o primogênito do profeta e uma espécie de recado vivo de que o remanescente subsistiria. Na iminência de uma provável batalha, Deus enviou uma mensagem de esperança e de alento. Ele agiria em favor do Seu povo e Acaz não precisava temer. O Rei dos reis decretou: “Isto não subsistirá, nem tampouco acontecerá” (v.7). Porém, Acaz precisava crer (v.9).
Deus foi tão longânimo que Ele mesmo incentivou o rei de Judá a Lhe pedir um sinal: “Pede ao Senhor, teu Deus, um sinal” (v.11). Infelizmente, muitas vezes a nossa fé é movida pelo sobrenatural. Como Tomé, precisamos ver para crer (Jo.20:24-25). Deus conhecia o duro coração daquele rei e por isso propôs um sinal. Contudo, Acaz se negou a pedir: “Não o pedirei” (v.12), decidindo confiar na aliança política com a Assíria (2Rs16:5-7). O que resultou ao reino de Judá (v.17) a tão temida desolação (v.18) e vergonha (v.20).
Mesmo que a dureza do coração do homem insista em perdurar, há sinais divinos que não dependem da minha ou da sua vontade. Ainda que Acaz houvesse negado o privilégio de presenciar um sinal de Deus, outro sinal aconteceria, quer ele quisesse, quer não: “eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e Lhe chamará Emanuel” (v.14). Precioso Cordeiro de Deus! Aquele que traria ao mundo a vitória, não apenas de batalhas terrenas, mas, do grande conflito de todos os tempos! Príncipe da Paz que estabeleceria, não um reino mortal, mas, um reino eterno!
Cristo veio a primeira vez e prometeu voltar (Jo.14:1-3)! Pode ser que você esteja pedindo ou esperando que um grande sinal aconteça para finalmente tomar uma firme decisão ao lado do Senhor. Entenda, não é errado pedir sinais, desde que você tenha o bom senso de buscar a Deus, primeiramente, na fonte que Ele nos deixou como o sustentáculo de nossa fé: a Bíblia. O estudo da Palavra, aliado à uma vida de oração, deve ser o fundamento de nossa vida cristã. Quando Gideão pediu sinais ao Senhor (Jz.6:17, 36-40) não foi para fundamentar a sua fé em Deus, mas porque se considerava incapaz para a missão que lhe foi confiada (Jz.6:15).
Portanto, amados, a fé verdadeira é aquela que, fundamentada na Palavra de Deus, confia nos sinais que o Senhor já nos revelou, nos que têm cumprido e naqueles que certamente cumprirá. “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem” (Mt.24:30). Este é um sinal que, acreditem ou não, em breve vai se cumprir! Não endureça o seu coração como fez Acaz! Prepara-te, ó remanescente fiel! O Rei vem vindo!
Pai, estamos tão cansados deste mundo e de tantas situações ruins acontecendo ao nosso redor! Mas, ao mesmo tempo, Te damos graças porque o Senhor tem cuidado de nós e porque as Tuas promessas são fiéis e verdadeiras. O Senhor prometeu que voltará. E o Senhor vai voltar! Prepara-nos para este glorioso momento! Queremos estar prontos para Te encontrar! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, “Um-Resto-Volverá”!
Rosana Garcia Barros
#Isaías07 #RPSP
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“Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim” (v.8).
Isaías teve uma visão de Deus em Seu trono. A Bíblia relata a respeito de poucos que tiveram uma visão do trono divino, como, por exemplo: Daniel (Dn.7:9), Estêvão (At.7:56) e João, o discípulo amado (Ap.4:2). Mas a experiência de Isaías foi, de todas, a que nos deixou uma grande lição de humildade, e de sublime noção de santidade. Primeiro, O PROFETA VIU “O SENHOR” (v.1), o trono, os serafins e toda a santidade que envolvia aquele cenário glorioso, de onde se podia ouvir incansavelmente (Ap.4:8): “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda terra está cheia da Sua glória” (v.3). Logo depois, ISAÍAS VIU A SI MESMO. “Contemplando Isaías esta revelação da glória e majestade de seu Senhor, sentiu-se oprimido com o senso da pureza e santidade de Deus” (EGW, Profetas e reis, p.157).
Quando alguém tem um encontro verdadeiro com Deus, o resultado deve ser um coração contrito e uma atitude humilde. Olhar para Deus deve produzir arrependimento e confissão de pecados. Isaías viu o Perfeito e então, se deu conta de sua imperfeição. Só quando olhamos para o Santo dos Santos é que enxergamos a nossa real situação: pecadores que necessitam de um Salvador. Ellen White declara: “E quando uma pessoa, ao perceber o seu desamparo, busca a Cristo, Ele revela-Se de maneira poderosa. Quanto mais percebemos nossa necessidade de chegar-nos a Ele e à Sua Palavra, mais elevada será a visão que teremos de Seu caráter, e mais plenamente refletiremos Sua imagem” (EGW, Caminho a Cristo, p.57).
Precisamos volver os nossos olhos para o alto todos os dias. Se anjos perfeitos e sem pecado proclamam noite e dia a santidade de Deus “uns para os outros” (v.3), quanto mais nós necessitamos ter sempre um cântico no coração e testemunhar uns aos outros do amor divino. O encontro com Deus produz um intenso desejo de utilidade na obra. O Senhor olha do Céu e não procura corações orgulhosos, mas aqueles que, como Isaías, confessam: “Ai de mim! Estou perdido!” (v.5).
A obra que o profeta recebeu foi extremamente desafiadora, pois o povo havia endurecido o coração a tal ponto que o juízo de Deus viria sobre ele, mesmo com a pregação de Isaías (v.10). O mesmo juízo foi proferido por Jesus aos líderes judeus (Mt.13:14-15) e também pelo apóstolo Paulo (At.28:26-27). Ou seja, é uma atitude que se repete em gerações futuras e que chegou até nós, hoje: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap.3:17).
Mas em meio à desesperança, Deus suscita a esperança: “A santa semente é o Seu toco” (v.13). Sempre haverá, mesmo que em pequena proporção, um povo que teme a Deus e guarda os Seus mandamentos. O ministério do profeta não seria de todo infrutífero. Hoje, temos uma grande seara e precisamos seguir a ordem de Cristo e rogar ao Pai que envie mais “Isaías” para a Sua obra atual (Mt.9:38); homens e mulheres que se colocam a serviço de Deus com humildade de coração. Não poucas vezes, eles questionarão: “Até quando, Senhor?” (v.11). Contudo, como Isaías, não esmorecerão diante das dificuldades, apegando-se cada dia mais à santa convicção de que o Senhor estará até o fim (Mt.28:20) com aqueles que O amam:
“Não te mandei Eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares” (Js.1:9). Permita que a brasa do altar de Deus toque a sua vida e te purifique para dar ao mundo a última mensagem de esperança!
Oh, Senhor, purifica-nos de nossa impureza e capacita-nos para a Tua última grande obra! Cremos que logo o nosso Salvador voltará e queremos fazer parte da santa semente que Ele vem buscar. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, “Isaías” atuais!
Rosana Garcia Barros
#Isaías06 #RPSP
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“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (v.20).
Com a finalidade de ser ouvido, o profeta entoou um cântico. Possivelmente, as palavras do Senhor seriam rejeitadas pela força da repreensão. O acúmulo de bens, a avareza, a embriaguez, a apostasia, o orgulho, o abandono da Lei e desprezo pela Palavra de Deus, havia maculado de forma vergonhosa o chamamento pelo qual Deus fez da casa de Israel “a vinha do Senhor dos Exércitos”, e dos filhos de Judá “a planta dileta do Senhor” (v.7). Como uvas amargas, intragáveis ao paladar, eles colheriam o resultado de seu afastamento de Deus. Apesar de todo o cuidado do amado Agricultor, o solo infértil do coração tornou-se em deserto e lugar de “trevas e angústia” (v.30).
O constante apelo divino através dos profetas pouco se dava a destinatário estrangeiro. Era Seu povo o alvo de Seus mais veementes esforços. Pois Israel tinha o conhecimento que os outros povos não possuíam. Com interesse e amor paterno, o Senhor não desistia de Israel enquanto houvesse uma fagulha sequer de esperança. Como um pai apela ao coração de um filho, Deus apelava para que Seu povo Lhe desse ouvidos e se arrependesse de seus maus caminhos. As ações da nação eleita não condiziam com a fé que professavam ter, causando desonra ao nome de Jeová. A forma que Isaías usou para declarar estas verdades demonstra o amor de Deus por Seu povo, mas também a dificuldade que teria em lhes falar abertamente.
A rejeição da verdade e anuência do engano tem sido um mal a ser considerado em todas as épocas. Creio que há perigo semelhante ou pior que este, identificado pelo próprio Jesus ao declarar: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis Eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta” (Mt.23:37-38). A lamentação de Cristo em linguagem comovente revela as mesmas dificuldades do passado e o mesmo resultado final declarado pelo profeta Isaías: “torná-la-ei em deserto” (v.6). Uma religião de aparências pode até crescer e frutificar, mas jamais poderá “a árvore má produzir frutos bons” (Mt.7:18).
Há um apelo atual e urgente no capítulo de hoje. Se não dedicarmos tudo o que temos e somos a serviço do Senhor e finalização de Sua obra, corremos o sério risco de ouvir a dura e definitiva sentença: “Servo mau e negligente” (Mt.25:26). Não é o que fazemos ou os nossos tolos esforços que abrirão para nós as portas de pérola, mas o Santo, que “é santificado em justiça” (v.16), Aquele que pagou o nosso resgate, Ele abrirá os portais da eternidade para todos os que aceitaram a Sua graça e viveram pela fé em Seu perfeito sacrifício. Jesus, por meio do Seu Espírito, guiará no caminho do bem todos os que O amam com o coração e O adoram em espírito e em verdade.
Fazer a vontade de Deus significa alegria e liberdade para os que conhecem o seu Redentor. Não se perca em um mundo onde “ao mal chamam bem e ao bem, mal” (v.20), onde tudo é relativo e muitos “são sábios aos seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conselho” (v.21). “A Lei do Senhor é perfeita e restaura a alma” (Sl.19:7). “Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz” (Hb.4:12). Examinemos as Escrituras que testificam do nosso Salvador (Jo.5:39). Olhemos para Cristo com o sincero desejo de dEle aprender e nEle permanecer. E o Espírito Santo produzirá em nós o Seu fruto excelente (Gl.5:22-23).
Senhor, nosso Deus, necessitamos do Teu Santo Espírito para discernir a Tua vontade. São tantos os apelos do mundo no sentido de tentar nos confundir! Mas confiantes na Tua providência, pedimos que nos livres do mal e nos guies na senda do bem. Santifica-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos para serem santos!
Rosana Garcia Barros
#Isaías05 #RPSP
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“Naquele dia, o Renovo do Senhor será de beleza e de glória; e o fruto da terra, orgulho e adorno para os de Israel que forem salvos” (v.2).
Continuando a última sessão do capítulo anterior, o texto de hoje inicia com o resultado do vil comportamento das mulheres de Jerusalém, uma grande proporção de mulheres que ficariam sozinhas em vista da morte e da captura da maior parte dos homens de Jerusalém. O desespero seria tão grande que elas estariam dispostas a buscar o seu próprio sustento, visto que cabia ao homem a provisão do lar. Naquela época era considerada uma grande desgraça uma mulher sem marido e sem filhos, o que explica a expressão: “[…] tira o nosso opróbrio” (v.1).
Trazendo para um contexto atual, ponderemos sobre a aplicação deste texto na situação da comunidade cristã contemporânea. Todas as igrejas cristãs, “sete mulheres”, dizem servir a Cristo, “um homem”, mas a grande maioria se recusa a “comer” do pão oferecido por Ele, buscando por si mesmas o próprio sustento espiritual, querendo apenas ser “chamadas pelo [Seu] nome”. Apesar de ser uma interpretação particular, isto não tem sido uma realidade?
O termo “cristianismo” foi banalizado a tal ponto que muitos, mesmo acreditando em Jesus Cristo, têm criado certa aversão às igrejas que professam segui-Lo. Seus cultos se resumem a apelos emocionais e extorsão de dinheiro, distorcendo o verdadeiro “culto racional” (Rm.12:1) e a verdade sobre os dízimos e as ofertas conforme a Palavra de Deus. O problema é que a Bíblia tem sido trocada por palavras de homens e a oração sincera por discursos apelativos.
Contudo, esta realidade não precisa ser a minha e nem a sua. Jesus nos chama para fazer parte dos “restantes de Sião”, os que “serão chamados santos” (v.3). Fomos chamados “para a vida” sendo guiados pelo “Espírito de justiça” e transformados, de glória em glória, pelo “Espírito purificador” (v.4). Quando o Espírito Santo tem liberdade de trabalhar no coração, o resultado é um reavivamento das intenções e uma reforma das atitudes.
Da mesma forma que Deus guiou e protegeu o Seu povo Israel no deserto (Êx.13:21-22), Ele prometeu nos guiar e proteger nestes últimos dias (v.6). Atentem às palavras seguintes: “Nosso crescimento na graça, nossa felicidade, nossa utilidade – tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora – permanecendo nEle – que devemos crescer na graça. Ele é não somente o Autor mas também o Consumador de nossa fé. É Cristo primeiro, por último e sempre. Ele deve estar conosco, não só ao princípio e ao fim de nossa carreira, mas a cada passo do caminho” (EGW, Caminho a Cristo, CPB, p.69).
Estude a Bíblia. Faça como os bereanos (At.17:11). Examine-a. Veja se, de fato, é o “assim diz o Senhor” que rege a sua vida. Permita que o Espírito Santo lhe conduza a toda a verdade (Jo.16:13). Como reforça a seguinte citação: “O conhecimento experimental de Deus e de Jesus Cristo […] faz de seu possuidor filho de Deus e herdeiro do Céu. Leva-o à comunhão com a mente do Infinito e lhe abre os ricos segredos do Universo. Esse é o conhecimento obtido pelo estudo da Palavra de Deus” (EGW, Parábolas de Jesus, CPB, p.114). Persevere neste propósito, pois todo aquele “que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13).
Querido Pai Celestial, queremos ser Teus verdadeiros adoradores. Não queremos apenas ter o nome de Cristo, mas queremos que Ele habite em nós. Que a Tua graça nos motive cada vez mais a viver segundo a Tua Palavra. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, restantes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Isaías04 #RPSP
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“O aspecto do seu rosto testifica contra eles; e, como Sodoma, publicam o seu pecado e não o encobrem. Ai da sua alma! Porque fazem mal a si mesmos” (v.9).
A cena de um julgamento é apresentada no capítulo de hoje. Diante da rebeldia e apostasia de Judá, o Senhor anunciou a Sua sentença contra os impenitentes. A escassez de alimento e de água e uma liderança fraca e despreparada seriam as primeiras consequências de sua conduta vil. Deus condenou a vida de excessos com que viviam os líderes de Seu povo enquanto oprimiam o povo e desprezavam os pobres (v.15). O luxo e a ostentação os levou a uma vida religiosa medíocre, e tanto os homens como as mulheres trocaram a beleza das virtudes divinas pela aparência do mal.
Estavam tão acostumados com o pecado, que não se importavam em torná-lo público, desafiando a gloriosa presença de Deus (v.8). Havia opressão entre o povo. Uma constante agitação com provocações e dissensões debilitava a nação, de forma que até as crianças perderam o respeito pelos mais velhos, e os que eram considerados desprezíveis eram atrevidos contra os mais nobres. Jerusalém se tornou na capital da desordem e do caos. Não fosse pela mão de Deus a intervir e pelos justos que ainda restavam ali (v.10), e a cidade poderia ter tido o mesmo fim de Sodoma e Gomorra.
“Oh! Povo Meu!” (v.12), é uma expressão que denota compaixão, mas também uma profunda tristeza. O Senhor estava profundamente triste com as atitudes daqueles que se chamavam pelo Seu nome. Aos anciãos e príncipes de Judá foi dito: “Que há convosco que esmagais o Meu povo e moeis a face dos pobres? — diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos” (v.15). Deus estava dizendo aos líderes: “O que há com vocês? Porque vocês praticam a iniquidade contra aqueles que deveriam estar cuidando?” Dois grupos estão bem destacados neste capítulo: os líderes e as mulheres.
Grande é a responsabilidade dos líderes espirituais diante de Deus e daqueles por quem Cristo morreu. Ninguém em sã consciência deveria assumir tal responsabilidade senão mediante humilde e constante entrega do coração a Deus. Um líder não consagrado se torna em uma pedra de tropeço que, a depender de seu nível de influência, pode levar milhares à perdição. Com palavras suaves e discursos agradáveis apela ao juízo dos ingênuos com a religião onde o amor é a “desculpa” para se pisar na lei que julga observar, ignorando que o Deus que é amor (1Jo.4:8) é O mesmo que estabeleceu a Sua Lei como o imutável fundamento de Seu amor e caráter.
Igualmente as mulheres possuem a sagrada e santa responsabilidade de serem as auxiliadoras do marido e educadoras dos filhos. Não foi sem razão que Salomão declarou: “A mulher sábia edifica a sua casa” (Pv.14:1). Uma mulher temente a Deus tem uma obra a desempenhar no lar que supera qualquer obra realizada na Terra. Quando bem compreendida a sua função e assumidos os deveres com a devida dedicação e consagração, a mulher recebe do alto as virtudes que a farão bem-sucedida no que fizer, ainda que não consiga ver os resultados como gostaria.
Amados, que de nós seja dito: “Dizei aos justos que bem lhes irá; porque comerão do fruto das suas ações” (v.10). Não fomos chamados para seguir pessoas, a não ser que estas revelem o caráter de Cristo. Também não fomos chamados para nos assemelharmos ao mundo. Mas fomos chamados para seguir os passos do nosso Salvador, olhando firmemente para Ele e pelo Espírito Santo sendo santificados através da Palavra. Para que, então, possamos dizer como Paulo: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co.11:1).
Senhor dos Exércitos, há um inimigo irado sabendo que pouco tempo lhe resta e que tem feito de tudo para nos destruir. Os líderes e as mulheres do Teu povo têm sido fortemente atacados com ideologias e teorias humanas que relativizam a Tua Palavra. Pai, livra-nos deste mal e ajuda-nos a vivermos a Tua vontade, ainda que mal compreendidos ou perseguidos. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, imitadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Isaías03 #RPSP
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“Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do Senhor” (v.5).
A visão de Isaías a respeito dos “últimos dias” (v.2), destaca a missão do Israel espiritual de Deus como hospedeiro de “todos os povos” (v.2). Como na parábola do bom samaritano, o Senhor tem um povo peculiar pronto para receber “muitas nações” (v.4) e ensiná-las a andar “pelas Suas veredas” (v.3), sob o firme alicerce de Sua Palavra. Antes que venha o juízo, Deus acrescentará ao Seu povo todos aqueles que, de coração, trocarão os instrumentos deste mundo pelos instrumentos divinos (v.4). A Bíblia será examinada com seriedade e humildade, e seu teor considerado como fonte suprema da vontade de Deus. Os mandamentos do Senhor estarão no coração de um só povo que, à semelhança dos três amigos de Daniel, permanecerão fiéis ainda que em face da fornalha da aflição.
A obra de Cristo como nosso Sumo Sacerdote está prestes a ser concluída. E a Sua grande luta tem sido para que o Seu povo não O adore apenas com os lábios, porque para estes, no “Dia do Senhor dos Exércitos” (v.12), com o coração partido, terá que dizer: “Nunca vos conheci!” Precisamos buscar o conhecimento de Jesus com o coração de uma criança, rápido para amar, rápido para perdoar e totalmente dependente. O conhecimento da Palavra de Deus vai muito além de teoria, é muito mais que teologia, é conhecer e obedecer a voz que sai da boca de Deus.
Não há lugar para o “assim diz o Senhor” no coração orgulhoso. “A arrogância do homem” (v.17) cria um bloqueio para as verdades das Escrituras e sua mente torna-se privada de receber o “pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor” (2Pe.1:2). As verdades de Deus são negligenciadas e o engano, facilmente admitido, como declara Ellen White: “Satanás bem sabe que todos quantos ele pode levar a negligenciar a oração e o exame das Escrituras, serão vencidos por seus ataques” (CPB – O Grande Conflito, p.524).
Está chegando o dia em que “os ídolos serão de todo destruídos” (v.18), inclusive as pessoas que fizeram de si mesmas objetos de culto, porque “só o Senhor será exaltado naquele dia” (v.11 e 17). A altivez e a arrogância levarão muitos a receber o mesmo castigo que foi “preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41). Precisamos urgentemente nos aproximar cada vez mais de Jesus e de Sua Palavra (v.3), que como uma bússola nos guiará ao polo celestial, e, ao mesmo tempo, devemos nos afastar “do homem cujo fôlego está no seu nariz” (v.22), pois, “quando os cristãos escolhem a sociedade dos ímpios e incrédulos”, diz a irmã White, “expõem-se à tentação […] Não podem ver que tal companhia é calculada a fazer-lhes mal” (CPB – O Grande Conflito, p.512). Assim, vão se tornando mais parecidos com o mundo e mais dessemelhantes de Cristo.
Quando Deus “Se levantar para espantar a Terra”, haverá grande terror entre os ímpios, que “se meterão nas cavernas das rochas e nos buracos da terra” (v.19), como também foi revelado ao profeta João: “se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes” (Ap.6:15). O Senhor nos convida, hoje, a andar em Sua luz (v.5), a despir-nos de nossas vontades e gostos, a provar e ver que Ele é bom (Sl.34:8) e a experimentar da maravilhosa graça que ainda está à nossa disposição. Então, faremos parte do Israel de Deus dos últimos dias que, como um agente influenciador, conduzirá muitos à justiça (Dn.12:3).
Senhor, nosso Deus, enche-nos do Teu Espírito a fim de que tenhamos a mente de Cristo e a disposição de uma criança, completamente dependentes de Ti. Só assim, estaremos capacitados para a Tua última grande obra. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, Israel espiritual de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Isaías02 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100