Reavivados por Sua Palavra


Isaías 21 – Comentado por Rosana Barros
14 de dezembro de 2023, 0:45
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Com dolorosos sintomas físicos e emocionais, Isaías revelou grande sensibilidade diante do que estava por vir. Sua comunicação com Deus receberia o reforço de uma terceira pessoa, um atalaia, que relataria o que o profeta não podia ouvir e nem ver (v.3). O Senhor conhece bem a estrutura de Seus filhos, e mesmo a Seus profetas, só pede o que sabe que podem realizar. Dia e noite, o atalaia aguardava o anúncio a ser proclamado. E a queda de Babilônia foi predita e proclamada como o rugido do símbolo de sua arrogância: “Caiu, caiu Babilônia” (v.9).

Enquanto a profecia anterior é clara, a profecia seguinte possui um requinte de mistério diante de uma pergunta sem uma resposta precisa: “Guarda, a que horas estamos da noite? […] Respondeu o guarda: Vem a manhã, e também a noite; se quereis perguntar, perguntai; voltai, vinde” (v.11, 12). Já a sentença contra a Arábia revela detalhes de um cenário de batalha, com fuga para os bosques, escassez de água e alimento e a presença de armas de guerra. Para o profeta, eram palavras difíceis de falar e que, pela sua reação inicial, profecias que ele compreendeu em seu sentido mais fiel.

Assim declara a segunda voz angélica: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8). O vinho sedutor da grande meretriz espiritual dos últimos dias logo dará lugar ao “vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira” (Ap.14:10). Eis uma revelação que também deve ter feito o profeta João tremer. Se a justiça de Deus aplicada às nações antigas já era considerada com temor, que dirá a Sua justiça final mediante o clímax de Sua ira. Certamente se cumprirá o que está escrito: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos” (Mt.5:6).

Mesmo diante de mensagens tão fortes e decisivas, não há o que temer para os que aguardam com perseverança o tempo de seu resgate; para os que, movidos pelo saudosismo de alcançar uma pátria superior, aguardam com expectativa o cumprimento da promessa: “Guarda, a que horas estamos da noite?” (v.11). Mesmo que não tenhamos uma resposta específica, mesmo que não saibamos o tempo exato da vinda do nosso Senhor e Salvador, precisamos permanecer em nossa “torre de vigia” (v.8), até que do alto possamos ouvir “a voz do Arcanjo” (1Ts.4:16).

“Tocai a trombeta em Sião e dai voz de rebate no Meu santo monte; perturbem-se todos os moradores da Terra, porque o Dia do Senhor vem, já está próximo” (Jl.2:1). Como derradeiros atalaias de Deus, precisamos gritar “como um leão” (v.8) que Jesus está voltando. Que Ele está às portas! Que este mundo está em contagem regressiva e não aguentará por mais tempo os destrutivos resultados do pecado. Ergamos as nossas cabeças, pois a nossa redenção se aproxima! E tão perto como estamos deste momento glorioso, se fizermos parte do seleto grupo dos salvos vivos, enfrentaremos o cenário da grande última batalha e nos sentiremos exaustos “diante do furor da guerra” (v.15). Mas teremos a nosso favor o Senhor dos Exércitos, poderoso nas batalhas, que de nossa fraqueza tirará forças. Ele nos sustentará até que do alto surja o raiar da tão desejada manhã gloriosa.

Enquanto aguardamos, amados, confiemos na confortante e fortalecedora promessa: “Reprime a tua voz de choro e as lágrimas de teus olhos; porque há recompensa para as tuas obras, diz o Senhor, pois os teus filhos voltarão da terra do inimigo. Há esperança para o teu futuro, diz o Senhor” (Jr.31:16, 17).

Senhor, o capítulo de hoje bem resume a nossa condição atual. Estamos vivendo na noite deste mundo aguardando o raiar da manhã da redenção. E nosso coração só pergunta: “A que hora estamos da noite?”. Mas sabemos que quando findar a graça estaremos em meio às trevas de um mundo condenado à destruição. O Senhor, porém, nos sustentará com pão e água e, em pouco tempo, veremos a linda face do Sol da Justiça. É nessa esperança que nos apegamos a cada dia! Fortalece-nos, Senhor e faz-nos Teus atalaias! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, atalaias dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#Isaías21 #RPSP

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Isaías 20 – Comentado por Rosana Barros
13 de dezembro de 2023, 0:45
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De tempos em tempos, diante da ameaça de nações vizinhas, Israel estabelecia alianças políticas com países de considerável influência e força bélica. Essas alianças, contudo, eram feitas sem a aprovação de Deus ou, até mesmo, desconsiderando por completo o auxílio divino. O papel do profeta em meio a essa insensatez consistia em apelar ao povo através de mensagens incisivas e objetivas, sendo muitas vezes a sua própria experiência um recado vivo e claro da decadência espiritual da nação.

De todas as ordens dadas pelo Senhor aos Seus profetas, certamente andar nu e descalço durante três anos foi a mais vexatória. Isaías poderia ter se negado a passar tamanha vergonha ou reclamado o peso de sua função, mas a Bíblia diz que “Assim ele o fez, indo despido e descalço” (v.2), exatamente como o Senhor lhe havia ordenado. Não sabemos até que ponto era essa nudez, mas a obediência do profeta era a mais clara oposição à desobediência dos filhos de Israel e das nações pagãs advertidas. A fidelidade de Isaías era um constante e incômodo lembrete àqueles que se negavam a dar ouvidos a Deus e a Seus profetas. E sua nudez, a revelação da condição espiritual daqueles povos.

Desde o surgimento das primeiras nações da Terra, a História relata inúmeros registros de alianças políticas, guerras e pactos que foram quebrados por desacordo das partes. Nações que eram consideradas imbatíveis, ruíram como uma cidade indefesa. Nações que eram consideradas frágeis, impactaram o cenário da época. Líderes com forte voz ativa se tornaram como meninos diante do fracasso de suas ambições. Líderes vistos como pouco promissores avançaram em conquistas surpreendentes. A História revela o caráter falível e vacilante dos acordos humanos e a nossa real necessidade de olhar para o alto, para o único Rei que não falha, e almejar o único reino que “subsistirá para sempre” (Dn.2:44).

Tão perto como estamos da reta final do grande conflito, e considerando os últimos acontecimentos como precursores do que ainda está por vir, a nossa segurança não deve estar firmada em palavras de homens, mas na “Palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1Pe.1:23). Amados, Deus não deixaria o Seu último povo na Terra sem a palavra profética. E “falou o Senhor por intermédio de” (v.2) Sua serva, Ellen G. White, a fim de abrir os nossos olhos para a exata compreensão das Escrituras e fortalecer a nossa fé na verdade presente. Lembremos das palavras inspiradas: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).

Satanás é oportunista e se aproveita das fragilidades humanas “para roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). “Como, pois, escaparemos nós?” (v.6). Revistamo-nos “de toda a armadura de Deus […] com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:11, 18). Que “o espírito da profecia” (Ap.19:10), através dos Testemunhos inspirados, em íntima comunhão com a Palavra de Deus e uma vida de oração, fortaleça a nossa fé todos os dias. E, muito em breve, a nossa exaustão será trocada pela vitalidade, e nossas lágrimas por vivas de júbilo.

Nosso Deus e Pai, dentre as características de Laodiceia está a nudez, exatamente como o profeta ilustrou em sua vida. Dá-nos as vestes brancas da justiça de Cristo, a fim de que não seja vista a vergonha da nossa nudez! Batiza-nos com o Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo perseverante!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Isaías20 #RPSP

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Isaías 19 – Comentado por Rosana Barros
12 de dezembro de 2023, 0:45
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Quando Abraão se viu em apuros devido à fome que assolava Canaã, foi buscar abrigo e alimento no Egito. Quando José foi vendido como escravo por seus irmãos, ele foi levado ao Egito. Foi no Egito que Moisés nasceu e cresceu como um príncipe, e para lá retornou como libertador de seu povo. Foi para o Egito que o anjo do Senhor orientou José a levar sua família, quando a vida do menino Jesus foi ameaçada pelo rei Herodes. Jesus passou os primeiros anos de sua infância tendo o Seu caráter moldado por seus pais em solo egípcio. Certamente o Egito foi palco das maiores manifestações de Deus na vida de Seu povo.

A profecia contra o Egito, suas imprecações e a forma como viraram as costas ao Senhor, tudo concorria para um fim trágico e definitivo. Mas o Senhor que abençoa até mil gerações dos que O amam e guardam os Seus mandamentos (Êx.20:6), vê o que ninguém consegue enxergar. As principais metrópoles do Egito foram citadas como determinantes do opróbrio da nação. Seus governantes eram néscios e absolutamente embriagados pela idolatria e corrupção (v.14). Nada se podia aproveitar tanto dos grandes quanto dos pequenos (v.15). O Egito havia se tornado de todo um lugar abominável.

Mas foi para ali que concorreu o Sol da Justiça no raiar dos primeiros anos de Sua vida terrena. Para o lugar menos provável, Deus enviou o argumento de maior valor probante de Seu amor pela humanidade caída. Onde as portas de milhares de casas receberam o sangue do simbólico cordeiro, repousou o infante Cordeiro de Deus. Onde os milhares de pés dos hebreus pisaram em busca de liberdade, correu o Libertador em brincadeiras inocentes. No lugar abominável, crescia o Desejado de todas as nações, até que de lá fosse chamado, cumprindo-se a profecia: “Do Egito chamei o Meu Filho” (Mt.2:15; Os.11:1).

Amados, o pecado tem um custo bem caro. Assim como Deus tinha um tempo determinado para a execução de Seu propósito na terra do Egito (v.17), Ele tem dia e hora marcados no calendário celeste para pôr fim a pecado e pecadores. Temos uma pendência com o Céu que jamais conseguiríamos pagar. Nosso coração é “desesperadamente corrupto” (Jr.17:9) e inconstante (Rm.7:19). Nossa justiça é comparada ao “trapo da imundícia” (Is.64:6) e toda a carne está enferma. Como o Egito, a nossa condição presume um fim aterrador e definitivo. Mas “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25). “Bendito seja o Egito” (v.25) que acolheu a Esperança do “Israel de Deus” (Gl.6:16) e que ainda existe como prova inquestionável do amor e da misericórdia “do Senhor dos Exércitos” (v.17)!

Ao mais vil pecador, ao mais improvável caso, Deus “Se dará a conhecer” (v.21) nesses últimos dias; “converter-se-ão ao Senhor, e Ele lhes atenderá as orações e os curará” (v.22). As feridas causadas pelos anos e até décadas de pecado serão transformadas em poderoso testemunho, de forma que “serão uma bênção no meio da Terra” (v.24). Quando olho para dentro de mim e em minha inconstância me deparo com tantas fraquezas e debilidades a serem vencidas; quando percebo que o que muitas vezes acredito ter alcançado é perdido em situações de desgaste emocional; quando me sinto tão longe do ideal de Deus que sou tentada a desanimar, o amor do Pai do Céu me envia “um Salvador e Defensor” (v.20) que me livra de mim mesma e me faz olhar na direção certa: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22).

Que a nossa vida, mesmo exausta e tão marcada pelos incursos deste mundo de pecado, seja “uma bênção no meio da Terra” (v.24) para a glória de Deus. E logo o nosso Salvador nos dirá: “Venham, benditos de Meu Pai! Meu povo, obra de Minhas mãos, Minha herança”!

Oh, Deus amado, tem misericórdia de nós! Salva-nos de nós mesmos! Ilumina a nossa mente com a luz do Teu Espírito, para que as trevas deste mundo não tenham poder sobre nós. Até quando, Senhor? Estamos tão cansados, Pai! Por isso, como criancinhas de colo queremos descansar em Teus braços de amor, em plena confiança e total dependência. Ajuda-nos! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos e curados pelo amor de Deus em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Isaías19 #RPSP

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Isaías 18 – Comentado por Rosana Barros
11 de dezembro de 2023, 0:45
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O Senhor dos Exércitos tem uma mensagem de juízo e salvação para “todos os habitantes do mundo” de todos os tempos. Apesar de Sua ilimitada misericórdia, a Sua justiça não permitirá que o mal avance o limite estabelecido. Nenhum agente humano e nenhuma “nação poderosa” (v.2), pode resistir à sentença do Todo-Poderoso. O início da eternidade tem data marcada para o remanescente, bem como para a destruição dos ímpios. E Deus convida a todos “os moradores da terra” a estar atentos aos sinais revelados em Sua Palavra.

O toque de trombeta em Israel tinha a função de ajuntar o povo para algum momento solene, geralmente para assembleias e festividades. Mas também eram muito comuns na guerra. De qualquer forma, era um instrumento cujo som lembrava o povo da constante presença do Senhor. As trombetas usadas em Apocalipse como alegoria, também são anúncios do poder de Deus, culminando na sétima e última trombeta, que será literalmente ouvida como uma convocação para o primeiro ajuntamento solene dos salvos de todas as épocas: “O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos” (Ap.11:15).

Deus não está em Seu trono aguardando a destruição dos perversos. Este não é o sentido do verso 4. E sim que Ele tem tudo sob controle e, no tempo determinado, terá de aplicar o Seu juízo. “Olhai” e “escutai” são um clamor urgente para que todos nós possamos estar entre aqueles que receberão a fiel promessa: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co.2:9).

Quando for proclamado: “chegou a hora de ceifar” (Ap.14:15), a obra intercessora de Cristo dará lugar à obra redentora de salvação dos remidos, mas Ele também efetuará a Sua “obra estranha […] de uma destruição, e essa já está determinada sobre toda a terra” (Is.28:21-22). O que estamos fazendo com o amorável convite do Céu? Tem você almejado a volta do nosso Salvador? Eu tenho saudades do meu Deus! Saudades de coisas que nunca vi e de sons que nunca ouvi! Estamos às vésperas do toque da última trombeta e, enquanto isso, “não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9).

“Aprontai-vos! Aprontai-vos! Aprontai-vos, pois a ardente ira do Senhor está para vir! Sua ira está para ser derramada, sem mistura de misericórdia, e, todavia, não estais prontos. Rasgai o coração, e não os vestidos” (EGW, Primeiros Escritos, p.119).

Nosso Deus e Pai, a Tua Palavra diz que o verdadeiro amor lança fora o medo. E o verdadeiro amor está em Te conhecer e saber que só Tu és Deus. Não queremos ter medo da volta do nosso Salvador, mas andar Contigo aqui em amor, para que nAquele Dia possamos reconhecer esse amor na face de Cristo. Ensina-nos a andar Contigo, Pai! Batiza-nos com Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, “vós, todos os habitantes do mundo”!

Rosana Garcia Barros

#Isaías18 #RPSP

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Isaías 17 – Comentado por Rosana Barros
10 de dezembro de 2023, 0:45
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Há duas vertentes no texto de hoje: uma que aponta para o juízo e outra para a redenção. A expressão “Naquele dia”, indicava a punição sobre Israel por ter se unido aos assírios contra o reino de Judá. Mas, a seguir, também se refere a “alguns rabiscos” (v.6), ou seja, um restante, que daria as costas à idolatria e tornaria a volver os olhos ao Criador. A profecia contra Damasco e Efraim não se trata apenas de um relato antigo, mas de uma mensagem tão atual quanto o noticiário de amanhã. O Santo de Israel (v.7) nos convida, hoje, a olhar para Ele e viver. A não nos esquecermos do Deus da nossa salvação e Rocha que nos fortalece (v.10).

“Ao anoitecer, eis que há pavor” (v.14). Logo vem a noite trazendo trevas e destruição e só escaparão para desfrutar da gloriosa manhã da redenção, os restantes que permanecerem fiéis: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). O chamado da primeira voz angélica é para que “cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6) tornem a olhar para o Criador, o único digno de toda a adoração: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).

As advertências da santa Palavra de Deus têm sido negligenciadas e ignoradas em nome de um falso amor. Milhares se contentam com belos sermões enlatados que pregam uma falsa piedade. Há uma contrafação acerca do amor de Deus. Satanás deleita-se ao perceber que o mundo o transformou numa lenda e caricatura cômica, com um rabo e um par de chifres. E enquanto enche os olhos das multidões com um amplo leque de entretenimentos e de maldades, deleita-se em observar como eles mesmos procuram a própria destruição. A humanidade é movida pelo que vê, pelo que é “agradável aos olhos” (Gn.3:6) e acaba caindo na mesma ruína que levou Eva a cair. Ao contrário da vitória de Cristo no deserto, muitos têm sido derrotados ao contemplar a oferta demoníaca: “Tudo isto te darei” (Mt.4:9), desviando o olhar do Único que tem uma eternidade de riquezas para nos dar: o nosso Criador.

Para onde você está olhando? Saiba que por mais tempo que tenha perdido olhando na direção errada, o Senhor lhe convida, hoje, a olhar na direção certa: “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da Terra; porque Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22). Não perca mais tempo, pois não temos mais tempo a perder! Que, como Pedro, você tenha a oportunidade de cair em si e olhar para Aquele que tem os olhos fixos em você (Lc.22:61).

Logo, o nosso Redentor virá e dará fim a este mundo de pecado! Clamemos pelo Espírito Santo, a fim de sermos capacitados a perseverar até o fim.

Oh, Santo de Israel, nosso Criador! Fortalece a nossa fé e aplaina os nossos caminhos para que “naquele Dia” possamos Te contemplar, face a face! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, remanescente de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Isaías17 #RPSP

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Isaías 16 – Comentado por Rosana Barros
9 de dezembro de 2023, 0:45
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Em toda a Escritura não há uma só manifestação da justiça de Deus que não esteja aliada à Sua misericórdia. Os avisos dados pelo Senhor mediante Seus profetas concediam oportunidades para que as nações pagãs se arrependessem e abandonassem os seus maus caminhos. Porém, nem todas deram ouvidos, e, como Moabe, rejeitaram “a palavra que o Senhor há muito pronunciou” (v.13). Apesar do contexto de profecia messiânica revelada no verso cinco, este teria sido o galardão de Moabe se tivesse escolhido a benignidade no lugar da opressão. Mas a sua soberba, arrogância e orgulho (v.6) levou a nação à ruína e à completa tristeza.

A soberba e o orgulho próprio são dois “venenos” disfarçados. Eles vão matando aos poucos. São doses diárias que vão endurecendo o coração até o ponto de estar completamente comprometido. Só existe um antídoto contra este perigo letal: Jesus Cristo. O “manso e humilde de coração” (Mt.11:29) nos convida a dEle aprender para nEle caminhar (Jo.14:6). Todo aquele que não lança mão do próprio eu, que torna o coração “soberbo em extremo” (v.6) “entra no santuário a orar e nada alcança” (v.12). Como o fariseu, ora “de si para si mesmo” (Lc.18:11), desprezando a única justiça que salva, “porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado” (Lc.18:14).

“Quando o homem violento tiver fim, a destruição for desfeita e o opressor deixar a terra” (v.4), “então, um trono se firmará em benignidade” (v.5) e os remidos irão declarar: “Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!” (Ap.15:3), e “todas as nações virão e adorarão diante de Ti, porque os Teus atos de justiça se fizeram manifestos” (Ap.15:4). O nosso Senhor não tarda “em fazer justiça” (v.5). Falta pouco, amados, para vermos a linda face de Cristo! Por favor, não troque este presente eterno pelas efêmeras e transitórias ofertas deste mundo!

Que em meio a Babilônia espiritual desses últimos dias, sejamos encontrados como o restante de Deus, que será “pouco, pequeno e débil” (v.14), mas que vencerá pelos méritos e graça de Cristo Jesus.

Santo Deus, que não desprezemos as Tuas palavras, pois elas são justas e benignas e nos guiam para a vida eterna. Na nossa fraqueza, faz-nos fortes! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, salvos pela justiça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Isaías16 #RPSP

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Isaías 15 – Comentado por Rosana Barros
8 de dezembro de 2023, 0:45
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As profecias de Isaías têm mostrado um alto teor de justiça. Deus não deixaria sem punição os algozes de Seu povo, pois a Sua voz não foi levada em consideração por aquelas nações. De forma desmedida e terrível, permitiram ser guiados por suas iniquidades e idolatria. O profeta chegou a condoer-se grandemente pela provável visão que teve a respeito da destruição de Moabe. Porém, mais terrível do que a destruição material de uma nação ou de um povo é a destruição espiritual.

As aparentes atitudes (v. 2 e 3) nada valiam se não fossem acompanhadas de arrependimento genuíno. Os moabitas entrariam em estado de calamidade e seu choro seria ouvido de longe. Mas seus corações permaneceriam endurecidos e rejeitariam a oportunidade de agir diferente. Moabe, a “bacia de lavar” de Deus (Sl.108:9), seria transformada em águas de “pura assolação” (v.6).

Hoje, o mundo clama por paz e por justiça. E com razão. A realidade mundial é de pobreza e violência extremas. Quando pensamos que já vimos de tudo, membros de nossa família humana cometem atrocidades ainda piores. A maldade tem sido tão divulgada que as pessoas assistem aos “plantões” policiais enquanto comem suas refeições; que o derramamento do sangue alheio já não causa mais compaixão; que a televisão tem sido um verdadeiro “matadouro público”; e o direito à vida, o célebre e primordial direito fundamental, banalizado. Cumprem-se, então, as palavras de Jesus ao se referir aos últimos dias desta Terra: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). Mas louvado seja Deus por esse “quase”!

Você e eu precisamos fazer parte do restante que clama ao Senhor com todo o coração e não apenas da boca para fora; do restante que conserva o amor e a compaixão em sua vida. Que não se alegra com a aflição dos inimigos, mas que clama por eles (v.5), seguindo a ordem do Mestre: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt.5:44). Eis o caminho da perfeição (Mt.5:48)! Eis o caminho da paz e da justiça eternas!

Quando o “assim diz o Senhor” é trocado pelo “grito de desespero” (v.5) sem que haja entrega do coração, o resultado são “leões” (v.9) que trazem ainda mais dor e sofrimento. Escolha, hoje, confiar em Deus e em Seus propósitos, e, certamente, você não estará entre o “quase todos”, mas entre “os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele [com Cristo]” (Ap.17:14).

Querido Pai Celestial, que dias estranhos e imprevisíveis temos vivido! Sabemos que muito em breve a Tua justiça será feita não apenas em uma cidade ou nação, mas em toda a face da Terra. Oh, Pai, desperta-nos deste sono que nos prende ao sonho ilusório deste mundo! E que nossos olhos se voltem para o Senhor sem jamais perdê-Lo de vista! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos do Rei da paz!

Rosana Garcia Barros

#Isaías15 #RPSP

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Isaías 14 – Comentado por Rosana Barros
7 de dezembro de 2023, 0:45
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O prenúncio da queda de Babilônia proclamado pela segunda voz angélica resume bem este capítulo: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8). De igual forma, o profeta Isaías declarou a queda do opressor: “Como cessou o opressor! Como acabou a tirania!” (v.4).

Mas, de repente, o contexto se volta para alguém que prefigurou a maldade e que deu origem à servidão do pecado: “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!” (v.12). De “filho da alva” a príncipe das trevas, Satanás tem tecido seu engano, desde que despovoou terça parte dos anjos do Céu, até os confins deste mundo. Contudo, o seu reinado maligno está chegando ao fim! Os cativos que o inimigo não deixa ir para casa (v.17), estão prestes a contemplar a justiça que o Senhor dos Exércitos determinou (v.27).

A realidade de que existe um conflito cósmico que teve início no Céu e se instalou na Terra tem sido ignorada, enquanto Satanás tece a sua teia de engano e entretece cada vez mais os corações que não temem a Deus. Porém, o tempo de sua destruição está determinado (v.24), assim como do pecado e de todos aqueles que se recusarem a abandoná-lo (Mt.25:41). E é por saber “que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12), que ele está irado contra um pequeno povo que insiste em permanecer fiel aos mandamentos de Deus e ao testemunho de Jesus (Ap.12:17). A Bíblia é muito clara, amados. Resta um remanescente que, pela graça de Cristo, manterá fé firme e atuante nas Escrituras e na Sua eterna validade, que fugirá de Babilônia e de tudo o que se assemelhe às suas práticas e que jamais trocará a verdade pelo engano.

O nosso preparo precisa ser diário. Nossas orações, constantes. Nossa comunhão, íntima. O conhecimento de Deus, progressivo. Sigamos as orientações deixadas por Pedro: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). O grande conflito é real, amados. Satanás é real. Precisamos ter isso em consideração a cada instante de nossa vida. Só consegue escapar do perigo quem está atento aos sinais e toma as devidas precauções. Vigiemos, pois, mediante uma vida de oração fervorosa e de minucioso estudo da Bíblia, sendo, pelo poder do Espírito Santo, testemunhas verdadeiras de Jesus Cristo.

Seja a nossa oração neste dia: Santo Deus, que façamos parte do povo que erguerá no Teu grande Dia, o triunfante hino da vitória! Que, em breve, encontrem “refúgio os aflitos do Seu povo” (v.32)! Volta logo, Jesus! Estamos cansados e com saudades! Em Teu nome oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, remanescente fiel!

Rosana Garcia Barros

#Isaías14 #RPSP

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Isaías 13 – Comentado por Rosana Barros
6 de dezembro de 2023, 0:45
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A invasão de Babilônia ao reino de Judá foi devastadora, levando cativo o povo de Deus e deixando a terra desolada. Os babilônios exerceram poder por um tempo, mas Deus suscitaria os medos (v.4 e 17) para os abater, profecia que foi cumprida com exatidão (Dn.5:31). Além do contexto histórico e da profecia que já se cumpriu, há o contexto profético para além dos tempos bíblicos, apontando para o segundo advento de Cristo. E o cumprimento dessa profecia está mais próximo do que possamos imaginar.

A proximidade do “Dia do Senhor” (v.6) tem sido a maior esperança daqueles que aguardam o retorno de Jesus à Terra. Será? A Bíblia nos dá um vislumbre do que acontecerá naquele Dia, mas a situação de letargia com que muitos se encontram parece amortizar a mente do “dia de obscuridade e densas trevas, dia de nuvens e negridão!” (Jl.2:2). Para os salvos será um glorioso dia, mas para os ímpios, dia de assombro, dor e medo arrebatador (v.8). Se todos os que professam a fé adventista fizessem ideia da grande destruição que sobrevirá (v.9), o compromisso com a pregação do evangelho seria bem maior e não desejariam que este Dia chegasse a menos que tivessem esgotado todas as forças fazendo a vontade de Deus na obra de salvação.

Deus nos chama a um serviço que os anjos celestes desejariam realizar. A obra inicial deve acontecer em cada lar e dali para o mundo. O inimigo tem atacado as famílias e tornado muitas casas em palco de maldições. Se como pais fizéssemos ideia da missão que nos foi confiada, quão diferente seria a realidade com a qual estamos sendo obrigados a conviver. O caráter mau construído nos filhos, a ausência dos pais e a falta de tempo e interesse no ministério do lar, negligenciando o plano original do Criador, tem deixado fora da “arca” muitas famílias.

Lembremos de Noé, amados. Considerado por muitos como um evangelista fracassado, Noé conseguiu a façanha de entrar na arca com toda a sua família, mesmo em face de uma geração corrompida e cruel: “Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração” (Gn.7:1).

Um povo está sendo preparado pelo Senhor, tanto para recebê-Lo com poder e grande glória, como para suportar a destruição que sobrevirá a este mundo. E esse preparo deve ser iniciado em cada lar, como declara Ellen White: “Os pais negligenciam demais seus deveres domésticos. Não preenchem o padrão bíblico. Mas àqueles que abandonam seus lares, cônjuges e filhos, Deus não confiará a obra de salvar vidas, pois eles têm se demonstrado infiéis a seus sagrados votos. Têm-se revelado infiéis às sagradas responsabilidades. Deus não lhes confiará riquezas eternas” (CPB, Conduta Sexual, p.31).

Deus nos chama para uma missão mais elevada dentro de nossa casa, especialmente às mães. “As crianças precisam do olhar vigilante das mães”, reforça a irmã White, “O Senhor não a chamou a negligenciar seu lar, esposo e filhos” (Idem, p.29). O que acontecerá no grande Dia do Senhor envolve dois resultados: de sofrimento ou de alegria. Para qual dos dois temos nos preparado e preparado nossos filhos? Por mais louváveis que sejam as suas atividades, inclusive as religiosas, elas nunca podem se sobrepor à santa e sagrada obra do lar. Estamos mui perto do Dia em que a terra e os céus serão abalados (Mt.24:29) e precisamos nos entregar diariamente à oração e ao exame das Escrituras, para que não sejamos participantes do mesmo destino de Babilônia (v.19; Ap.18:4).

Jesus nos convida hoje: “Segue-Me” (Mt.9:9), para que, por Sua graça, façamos parte do seleto grupo que dEle ouvirá: “Muito bem, servo bom e fiel” (Mt.25:21). Como você tem administrado o seu tempo em família? Ore e peça ao Espírito Santo que lhe dê sabedoria para ser um missionário (ou uma missionária) primeiramente em sua casa.

Pai de amor, assim como o Senhor deseja nos conduzir em Teu caminho eterno como Teus filhos, necessitamos ter esse mesmo cuidado com os de nossa casa. Babilônia espiritual está aí, destruindo vidas e famílias inteiras através da mentira. Sabemos que logo o nosso Salvador voltará e, como Noé, queremos estar prontos juntamente com os nossos. Como Daniel e seus amigos, que permaneceram fiéis em meio a um reino corrupto e idólatra, também sejamos encontrados pelo Senhor assim: perseverando, nos santificando, obedecendo e confiando em Tua graça e poder. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo do advento!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Isaías13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Isaías 12 – Comentado por Rosana Barros
5 de dezembro de 2023, 0:45
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Um coração agradecido, cheio de louvor, entende que a sua principal motivação não deve ser o que Deus faz, mas o que Deus é. Ao chamar Moisés para a grande obra de sua vida, este temeu por sua incapacidade e pela rejeição do povo. Então, ao pedir que o Senhor revelasse o Seu nome, ouviu a seguinte declaração da boca de Deus: “EU SOU O QUE SOU” (Êx.3:14). Ou seja, Deus é Aquele que subsiste pelo Seu próprio poder. O verso cinco não se trata de uma contradição a tal pensamento, mas uma confirmação de que é Ele quem realiza todas as coisas em favor daqueles que O buscam, o “restante do Seu povo” (Is.11:11).

Creio que o grande desafio da fé é crer que DEUS É. Que Deus não somente tem a salvação, a força e a grandeza, mas “Deus é a minha salvação […] Ele se tornou a minha salvação” (v.2), “o Senhor Deus é a minha força” (v. 2), “grande é o Santo de Israel no meio de ti” (v.6). Compreendem? Se Deus não for o EU SOU em nossa vida, corremos o risco de viver uma fé baseada apenas em condições favoráveis, ignorando que neste mundo também passamos por aflições (Jo.16:33).

Apesar da grande tribulação sofrida pelo povo, Deus consolaria o Seu remanescente. Para um cristão verdadeiro, as provações não são obstáculos que o afastam de Deus, mas são degraus que o fazem chegar mais perto dEle, como está escrito: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3).

Em João, capítulo oito, Jesus declarou por três vezes: “EU SOU”, e de forma clara afirmou ser o mesmo Deus que falou com Moisés na sarça ardente. O nosso louvor e adoração deve ser ao único Deus: “Aquele que É, que ERA e que HÁ de vir” (Ap.1:8). E a nossa adoração deve ser conhecida “em toda a terra” (v.5). Temos o privilégio de sermos atalaias do Deus Todo-Poderoso e permitirmos que o poder atuante e constante do Espírito Santo faça de nossa vida um cântico de louvor ao Senhor para que o último sinal que antecede a volta de Jesus seja cumprido: “E será pregado este evangelho do Reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).

Seja a minha e a sua vida um cântico de louvor em testemunho ao Deus EU SOU, e certamente faremos parte, “naquele dia” (v.4), do grupo de salvos que entoará o cântico de abertura dos portais da eternidade! “Exulta e jubila, ó habitante de Sião, porque grande é o Santo de Israel no meio de ti” (v.6)!

Senhor Deus, mesmo em nossos dias mais difíceis, ajuda-nos a conservarmos em nosso coração um cântico de louvor a Ti! Tu és a nossa salvação e a nossa força. Louvado seja o Teu santo nome! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, habitantes de Sião!

Rosana Garcia Barros

#Isaías12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100