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“Ponho as Minhas palavras na tua boca e te protejo com a sombra da Minha mão, para que Eu estenda novos céus, funde nova terra e diga a Sião: Tu és o Meu povo” (v.16).
Dentre as nações existentes e as multidões que se espalhavam pela Terra, Deus viu um coração sincero e fiel: “porque era ele único” (v.2). De Abraão, o Senhor suscitou uma grande nação a fim de ser Sua testemunha em toda o mundo, um povo que proclamaria a Sua justiça e em cujo coração estaria a Sua lei (v.7). Sião (ou Jerusalém) foi estabelecida para ser a capital da justiça e do governo divino como um símbolo terreno do que é eterno. Um lugar favorecido com a glória de Deus não apenas para benefício próprio, mas “como luz dos povos” (v.4).
Apesar da degradação espiritual e moral do povo, assim como viu em Abraão um piedoso crente, o Senhor ainda possuía um remanescente fiel: “Ouvi-Me vós, os que procurais a justiça, os que buscais o Senhor” (v.1). “Atendei-Me, povo Meu, e escutai-Me, nação Minha” (v.4). A Bíblia contém 1.085 versículos em que aparece a palavra ouvir, sendo que em alguns deles, aparece mais de uma vez. Nas cartas às igrejas de Apocalipse, encontramos a seguinte sentença encerrando cada uma delas: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap.2:7, 11, 17 e 29; 3:6, 13 e 22). Algo assim repetido e reforçado, certamente deve ser levado em máxima consideração.
Conforme um estudo realizado na Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, o último sentido que o ser humano perde antes da morte é a audição. Nesse estudo foi verificado que o cérebro responde aos sons mesmo que a pessoa esteja em estado de inconsciência, pouco antes da morte. Fazendo uma analogia, podemos dizer que ainda que muitos estejam em estado de inconsciência espiritual, quase a perecer, o Espírito do Senhor fala a seus corações até o último instante. Tão perto como estamos do fim deste mundo de pecado, há uma voz a clamar: “Desperta, desperta, levanta-te” (v.17)! Aproxima-se a meia-noite com o grito final: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6). Como as dez virgens, todas se levantarão, mas nem todas participarão da “perpétua alegria” (v.11).
A nossa resposta à voz divina, hoje, é o que definirá se morreremos “como mosquitos” (v.6), ou se iremos “a Sião com júbilo” (v.11). Ouça o Senhor a lhe falar nesse instante: “Eu, Eu sou Aquele que vos consola” (v.12), que “fará o seu deserto como o Éden, e a sua solidão, como o jardim do Senhor” (v.3), logo “os céus desaparecerão como a fumaça, e a terra envelhecerá como um vestido […] mas a Minha salvação durará para sempre, e a Minha justiça não será anulada” (v.6). “Assim voltarão os resgatados do Senhor e virão a Sião com júbilo, e perpétua alegria lhes coroará a cabeça; o regozijo e a alegria os alcançarão, e deles fugirão a dor e o gemido” (v.11), pois o Seu povo “lá não morrerá, lá não descerá à sepultura; o seu pão não lhe faltará” (v.14).
Cristo tomou da nossa mão “o cálice de atordoamento”, o cálice da ira de Deus (v.22) e bebeu em nosso lugar (Mt.26:39). “Pelo que agora ouve isto” (v.21), “os que procurais a justiça” (v.1): Jesus é a nossa justiça (Jr.23:6). Ele é a nossa luz e a nossa salvação (Sl.27:1). “Convertei-vos e desviai-vos de todas as vossas transgressões; e a iniquidade não vos servirá de tropeço” (Ez.18:30). Deus nos chama para ser “um povo modesto e humilde, que confia em o nome do Senhor” (Sf.3:12); um povo que espera, segundo a promessa do Senhor, “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13); que, seguindo o exemplo do seu Salvador, ensina, prega, cura e se compadece das multidões “aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor” (Mt.9:35-36).
Nos últimos instantes desta Terra enferma, em que a voz do Espírito se avoluma para erguer o apelo final, “os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn.12:10). Então, será declarada a sentença definitiva: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11). “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa” (Hb.10:35-36). Pois “aquele que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13).
Perseveremos, amados! Despertai, igreja do Deus vivo! Que a Lei do Senhor esteja escrita em nosso coração (2Co.3:3). “Levantai os olhos para os céus” (v.6)! “Eis que o Senhor fez ouvir até às extremidades da Terra estas palavras […]: Eis que vem o teu Salvador; vem com Ele a sua recompensa, e diante dEle, o seu galardão. Chamar-vos-ão Povo Santo, Remidos-Do-Senhor” (Is.62:11-12).
Pai nosso que está nos Céus, escreve os Teus mandamentos em nosso coração com tinta que não se apaga. Abre os nossos ouvidos para ouvirmos a doce e suave voz do Teu Espírito. Faze de nós a última geração, a geração dos resgatados do Senhor que estarão vivos quando Ele voltar! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, resgatados do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Isaías51 #RPSP
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“O Senhor Deus me deu língua de eruditos, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado. Ele me desperta todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que eu ouça como os eruditos” (v.4).
No texto de hoje, o Senhor iniciou Sua fala esclarecendo o fato de que o sentimento de abandono e de descaso que Seu povo experimentava não tinha fundamento nEle, mas em suas próprias escolhas (v.1). Suas iniquidades estavam fazendo separação entre eles e Deus. O Senhor vinha, e ninguém aparecia. Chamava, e ninguém respondia (v.2). E, aos poucos, foram perdendo a comunhão que os podia livrar de toda aquela sensação de desalento.
A palavra erudito significa aquele que é disciplinado, instruído, ensinado. E a “língua de eruditos” é uma promessa condicional. Isto é, ela está disponível a todo aquele em que “todas as manhãs” se dispõe a ser despertado pelo Senhor e dEle ouvir a sabedoria, para que “saiba dizer boa palavra ao cansado” (v.4). O Espírito do Senhor tem nos apelado para que haja entre nós um despertamento. Despertamento para que os Seus servos abandonem toda e qualquer rebeldia que os impeçam de ouvir a Sua voz com clareza (v.5), e que se empenhem por serem encontrados “por Ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (2Pe.3:14).
No entanto, parece que a continuação do capítulo mostra um discurso, aos olhos humanos, nada motivador. Ele diz que o erudito ofereceu as costas aos que o feriam e o rosto a quem lhe afrontava e cuspia (v.6). Quem, em sã consciência, é capaz de se humilhar desta forma? Somente aquele que está escondido no esconderijo do Altíssimo (Sl.91:1). Mas quem deu as costas ao açoite sem reclamar, foi afrontado e cuspido na face sem proferir palavra? Aquele que foi ultrajado, mas permaneceu fiel. Aquele que, pelo exemplo, nos ensinou o que significa, de fato, ser um servo do Senhor. Aquele que “todas as manhãs” estava, em primeiro lugar, na presença do Pai: Jesus Cristo.
A vida de Jesus contrasta completamente com o discurso humano de autoajuda. De acordo com a sabedoria humana, a melhor forma de libertar a nossa mente de maus pensamentos é expressando tudo o que pensamos e não levando “desaforo” para casa. Mas a psicologia de Cristo nos ensina que a cura emocional advém de uma cura espiritual, e que este “tratamento” deve ser diário e matinal, diretamente com o Médico dos médicos. Esta “consulta” diária é gratuita, não tem fila de espera e é 100% garantida. Jesus é o único Médico que você não precisa marcar consulta, mas Ele mesmo te chama, manhã após manhã: “Quem há entre vós que tema ao Senhor e que ouça a voz do Seu Servo?” (v.10).
Jesus disse que as Suas ovelhas vão adiante dEle “porque Lhe reconhecem a voz” (Jo.10:4). A cada dia, as ovelhinhas de Jesus são por Ele alimentadas, dessedentadas e conduzidas a pastos verdejantes. E ainda que se levantem adversários, confiando na companhia e proteção dAquele que as acompanha até no “vale da sombra da morte” (Sl.23:4), com profunda convicção erguem suas vozes: “Perto está O que me justifica; quem contenderá comigo?” (v.8). “Eis que o Senhor Deus me ajuda; quem há que me condene?” (v.9).
Amados de Deus, o que pensamos estar fazendo quando trocamos a voz de Jesus pelo som da televisão? Que loucura é esta de trocar a presença de Deus pela tela de um celular? Onde está o povo cujos joelhos tocam o chão e o coração toca o Céu? Aquele que se fez Servo está às portas de voltar como “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap.19:16). É hora de dizer aos adversários: “Chegue-se para mim” (v.8) e mostrar-lhes que servimos ao Deus Todo-Poderoso que não conhece derrota! Quando colocamos o Senhor em primeiro lugar a cada dia, certamente teremos prazer em andar com Ele durante todo o dia.
Ao contrário do que pensa o mundo, não é vergonhoso sofrer pelo nome de Jesus (v.7). Vergonha e horror sentirão todos os que acenderam fogo e armaram “setas incendiárias” (v.11) contra as ovelhinhas do Senhor! Portanto, ovelhinha do bom Pastor, “confie em o nome do Senhor e se firme sobre o seu Deus” (v.10), “todas as manhãs” (v.4), até a manhã gloriosa.
Pai, necessitamos ter uma vida de oração e de comunhão mais íntima Contigo! Há promessas grandiosas para aqueles que Te buscam e que em Ti confiam. Mas acima de qualquer promessa, há o privilégio incomparável de entreter diálogo com o Senhor da glória. Ensina-nos a orar, e que seja essa a nossa primeira ação todas as manhãs a fim de sermos habilitados a andar Contigo todos os dias. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, amigos de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Isaías50 #RPSP
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“[…] Eu contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos […] Todo homem saberá que Eu sou o Senhor, o teu Salvador e o teu Redentor, o Poderoso de Jacó” (v.25 e 26).
O maior problema da humanidade sempre foi no que diz respeito à confiança em Deus. Se Adão e Eva tivessem confiado na palavra de Deus não teriam caído na armadilha do inimigo. Se Sara tivesse confiado na providência divina não teria oferecido a sua serva a Abraão. Se Jacó confiasse que Deus cumpriria a Sua promessa não teria enganado seu pai. Se Israel tivesse confiado no Senhor não teria passado quarenta anos peregrinando no deserto. As consequências da incredulidade são desastrosas e, muitas vezes, irreversíveis. Porém, o convite de Deus continua sendo o mesmo: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará” (Sl.37:5).
Com um amor insistente e uma graça superabundante, Deus tem chamado todos os povos a dar ouvidos à Sua Palavra (v.1). Israel rejeitou vez após outra o chamado de ser o povo que manifestaria a glória de Deus (v.3) e que seria luz para as demais nações (v.6). Ao invés de ser um transmissor da verdade, tornava-se um receptor da maldade. Facilmente, Israel trocava os princípios dados por Deus pela cultura das nações circunvizinhas, deixando de cumprir os propósitos divinos. Eram essas ações negativas que levavam o povo a perder, aos poucos, a relação de confiança com o Senhor, e, por conseguinte, a percepção quanto à Sua Palavra. Mas “o Redentor e Santo de Israel” (v.7) veio à Terra “como luz para os gentios” (v.6), revelando e iluminando o mundo com a glória do Pai. Porém, Israel não reconheceu em Jesus o cumprimento das profecias.
Como na lei da física toda ação produz uma reação, as más ações traziam maus resultados, e era aí que o povo caía em si e clamava pelo socorro do seu Criador. E diante das amargas consequências, com pesaroso espanto dizia: “O Senhor me desamparou, o Senhor Se esqueceu de mim” (v.14). Mas a resposta de Deus lança por terra toda e qualquer possibilidade de abandono: “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, não Me esquecerei de ti” (v.15). Você e eu estamos gravados nas palmas das mãos do nosso Criador (v.16). Tão certo como Ele vive (v.18), os que nEle esperam “não serão envergonhados” (v.23). Muito em breve “os que te devoravam estarão longe de ti” (v.19). Deus nos livrará dos destruidores e assoladores (v.17) e nos vestirá com Sua justiça (v.18). Precisamos confiar em Suas promessas e com firmeza embraçar “o escudo da fé”, com o qual podemos “apagar todos os dardos inflamados do Maligno” (Ef.6:16).
Hoje é o “tempo aceitável”, o “dia da salvação” (v.8)! “Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). A oportunidade que o Senhor nos estende hoje, agora, é completamente plena de um amor que supera a forma humana mais sublime de amar. Ele nos convida a uma experiência pessoal e diária com Ele para que então possamos saber que Ele é o Senhor e que não irá nos decepcionar. Se o Senhor prometeu que vai lutar com os que lutam conosco e que vai salvar os nossos filhos (v.25), é porque Ele vai! Qual é a nossa parte então? Obedecer e confiar!
Acredite que não tardará, e o Senhor que te formou “desde o ventre para ser Seu servo” (v.5), te guiará e te conduzirá “aos mananciais das águas” (v.10) e todos saberão que o Senhor é “o teu Salvador e o teu Redentor” (v.26). “Cantai, ó céus, alegra-te, ó terra, e vós, montes, rompei em cânticos, porque o Senhor consolou o Seu povo e dos Seus aflitos Se compadece” (v.13). Ele nos diz: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei” (Hb.13:5).
Nosso Pai Amado, o Senhor nos escolheu para a salvação, de modo que esta eleição seja um testemunho a outros do Teu amor e da Tua bondade. Não sabemos orar como convém, mas temos a Tua Palavra, que nos orienta e enche a nossa mente do que Lhe é agradável. Seja ela a nossa regra de fé e prática. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhinhos do Pai Celeste!
Rosana Garcia Barros
#Isaías49 #RPSP
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“Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deve andar” (v.17).
Desconfiando da promessa divina de que nunca mais o mundo seria destruído pelo dilúvio (Gn.9:15), homens vis decidiram fundar uma cidade e construir uma torre cujo topo atingisse os céus (Gn.11:4), havendo assim a necessidade da intervenção de Deus para dar um fim àquele despropósito. Divididos em grupos conforme o idioma de cada um, os descendentes de Noé foram dispersados por toda a Terra (Gn.11:9). Somente várias gerações depois, da descendência de Sem, surgiu Abrão, a quem Deus chamou para ser o pai de “uma grande nação” e por meio de quem seriam “benditas todas as famílias da Terra” (Gn.12:2 e 3). A mudança de seu nome para Abraão (pai de uma multidão) e o milagroso nascimento de Isaque fortaleceu lhe a fé, pela qual foi justificado (Gn.15:6).
Ao separar um povo para Si, e passar a ser conhecido como o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Senhor desejava ensinar a Israel e às demais nações que o Deus Todo-Poderoso, que “fundou a terra” e “estendeu os céus” (v.13) também é Deus pessoal, que ama e chama Suas criaturas para um relacionamento de intimidade com Ele. Não foi sem razão que de Abraão Ele declarou: “Abraão, Meu amigo” (Is.41:8). E esse relacionamento de amizade deve estar fundamentado na fidelidade e na confiança. Foi por acreditar que “Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hb.11:19), que, “pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque” e “estava mesmo para sacrificar o seu unigênito” (Hb.11:17). Foi por fé e obediência que Abraão conheceu o Senhor e a alegria em servi-Lo.
Vendo a necessidade vital de que Seus discípulos compreendessem o que Abraão compreendeu, Jesus declarou: “Vós sois Meus amigos, se fazeis o que Eu vos mando” (Jo.15:14). Aquele que nos ensinou por preceito e por exemplo a obediência que provém da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), reforçou o apelo dado a Israel: “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos Meus mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio, e a tua justiça, como as ondas do mar” (v.18). Os mandamentos de Deus e os princípios celestes contidos em Sua Palavra permanecem “para sempre” (Sl.119:152). O Senhor declara: “Eu sou O mesmo, sou o primeiro e também o último” (v.12).
Amados, antes da volta de Jesus, será “revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição […] ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (2Ts.2:3 e 4), e este tempo está bem diante de nós. Satanás imitará o retorno de Cristo, operando sinais e maravilhas à vista de todos, se declarando como sendo o próprio Senhor e apresentando muitos de seus anjos caídos como pessoas que foram ressuscitadas. Estamos prontos para resistir a este engano final? Lembremos da advertência de Paulo: “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça” (2Co.11:14-15). Lembremos de que o apóstolo João, mesmo tendo contemplado Jesus em Sua glória, curvou-se diante de um anjo por duas vezes e por duas vezes foi repreendido (Ap.19:10 e 22:9).
A nossa segurança está em perseverar e crescer em nosso relacionamento com Deus, fortalecendo a fé pela Sua Palavra, que nos ensina o que é útil e nos guia pelo caminho em que devemos andar. E o Caminho é Cristo (Jo.14:6)! Ele é o nosso porto seguro, a nossa torre forte e fortaleza na qual estaremos amparados no “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1). O Senhor não nos falou “em segredo desde o princípio” (v.16). Tudo o que necessitamos saber nos está revelado. Como amigos de Deus, precisamos confiar em Sua Palavra, proclamando-a “até ao fim da Terra” (v.20). “Ajuntai-vos, todos vós, e ouvi!” (v.14): “Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus e anunciai isto com voz de júbilo” (v.20). “Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará; todavia, o Meu justo viverá pela fé” (Hb.10:37-38).
Oh, Senhor, quão perto estamos de vivenciar os últimos instantes deste mundo de pecado! Livra-nos dos enganos do mal e capacita-nos, pelo poder do Teu Santo Espírito, a proclamar a Tua Palavra com fé e intrepidez e a viver nossos dias com sabedoria e confiança em Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, amigos de Deus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Isaías48 #RPSP
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“Assenta-te calada e entra nas trevas, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada senhora de reinos” (v.5).
Os juízos de Deus têm sido derramados sobre a Terra desde que a mancha do pecado a corrompeu. A expulsão de Adão e Eva do Éden, a exclusão de Caim, o dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra, as pragas no Egito, a morte de Nadabe e Abiú, os quarenta anos de peregrinação israelita no deserto, o cativeiro babilônico, a queda de reinos, tudo aponta para o fim do pecado de uma vez por todas pelo reino que “subsistirá para sempre” (Dn.2:44), um reino que “jamais será destruído” (Dn.7:14). Mas antes de cada juízo, houve um apelo, um tempo de oportunidade e uma orientação segura; sendo alguns desses juízos mais uma forma divina de alcançar os impenitentes.
A nossos primeiros pais foi dada clara advertência: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn.2:16-17). A Caim foi feito o apelo: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito?” (Gn.4:7). Aos antediluvianos foi-lhes dada uma voz profética por 120 anos. A Sodoma e Gomorra, séculos de oportunidade foram dados para que se arrependessem de sua “soberba, fartura de pão e próspera tranquilidade”, pois que nunca amparavam “o pobre e o necessitado” (Ez.16:49). A Nadabe e Abiú foi-lhes conferida a responsabilidade sacerdotal e o privilégio de contemplar os objetos que apontavam para a redenção do mundo, mas levaram “fogo estranho perante a face do Senhor, o que não lhes ordenara” (Lv.10:1).
Também, antes mesmo da primeira praga, Faraó foi advertido quanto ao desfecho de sua rebeldia: “Digo-te, pois: deixa ir Meu filho, para que Me sirva; mas, se recusares deixá-lo ir, eis que Eu matarei teu filho, teu primogênito” (Êx.4:23). A Israel foram dadas provas mais do que suficientes de que o Senhor cumpriria a Sua promessa de fazê-los entrar e possuir Canaã, mas preferiram se unir aos espias murmuradores, de forma que diziam: “Levantemos um capitão e voltemos para o Egito” (Nm.14:4).
O profeta Jeremias percorreu o reino de Judá com o apelo do Céu para livrar o povo do jugo babilônico: “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4). Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma, as nações da Europa e todas as demais nações foram e têm sido igualmente advertidas por profecias que se cumprem com incrível precisão. E aproxima-se o dia em que o Senhor tomará “vingança e não poupará homem algum” (v.3), que não se apartou dos pecados da Babilônia espiritual.
Examinai e dai ouvidos à voz profética de Apocalipse 14:6-12! Logo os juízos de Deus cairão sobre os ímpios, “num momento, no mesmo dia” (v.9)! “Quanto ao nosso Redentor, o Senhor dos Exércitos é o Seu nome, o Santo de Israel” (v.4). Ele virá “com poder e muita glória” para reunir “os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:30-31). De que lado estaremos? Se “até agora não tomaste a sério estas coisas” (v.7), agora é o tempo de entender que “ninguém te salvará” (v.15) se não atenderes ao apelo final: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). “O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). “Ouve isto” (v.8), “lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras” (Ap.2:5).
Consideremos com temor e tremor o que escreveu Ellen White: “Meus irmãos, lede o livro do Apocalipse do começo ao fim, e perguntai a vós mesmos se não seria melhor gastar menos tempo em discussões e contendas, e começar a pensar em quão depressa estamos nos aproximando da última grande crise. Aqueles que procuram dar a impressão de que não há nenhuma significação especial nos juízos que o Senhor agora está enviando sobre a Terra, logo se verão obrigados a reconhecer o que agora eles preferem não perceber” (E Recebereis Poder, CPB, p.288).
Deus Eterno, opera o milagre da transformação do nosso caráter! Que não percamos os últimos momentos preciosos que temos com dissensões e contendas sem sentido, mas em constante vigilância, fervente oração e diligente trabalho, vislumbrando, pela fé, a nossa eterna redenção. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, alvos da misericórdia divina!
Rosana Garcia Barros
#Isaías47 #RPSP
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“Até à vossa velhice, Eu serei o mesmo e, ainda até às cãs, Eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei” (v.4).
A invasão persa promoveu terrível perturbação entre os babilônios e muitos, fugindo, colocaram tudo quanto podiam em cima de seus animais de carga, inclusive seus ídolos (v.1), e até sobre os ombros (v.7) levaram consigo os seus deuses. Mas nenhum deles pôde livrá-los da disciplina do Deus vivo. A invasão que julgaram ser uma maldição, para o povo de Deus foi a resposta de seu livramento. O contraste apresentado por Isaías apresenta clara distinção entre os deuses que são carregados e o Deus que carrega: “Esses deuses juntamente se abaixam e se encurvam, não podem salvar a carga; eles mesmos entram em cativeiro” (v.2); “vós, a quem desde o nascimento carrego e levo nos braços desde o ventre materno” (v.3), diz o Senhor.
Deus é o único pai de que se tem notícia que carrega os filhos no colo até à velhice. O Deus que de tal maneira considera os Seus filhos não deveria jamais ter Seu amor questionado. Quando Belsazar e “os seus grandes e as suas mulheres e concubinas” beberam nas taças do vinho de sua prostituição dando “louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra” (Dn.5:3-4), seus pecados encheram a taça do vinho da ira de Deus. Contudo, o sacrilégio cometido com os utensílios da Casa de Deus não foi maior do que a apostasia de seus corações. “Naquela mesma noite, foi morto Belsazar, rei dos caldeus” (Dn.5:30).
Certa vez, “Jesus viu um homem cego de nascença. E os Seus discípulos perguntaram: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus. É necessário que façamos as obras dAquele que Me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (Jo.9:1-4). Sabemos que o pecado trouxe consigo inúmeras sequelas, dentre elas as enfermidades e a morte. Mas até mesmo estas coisas o Pai deseja usar para revelar a Sua glória. Ele é o único poderoso para curar as enfermidades do corpo e da alma. “Lembrai-vos disto e tende ânimo” (v.8).
Tão perto como estamos de viver os momentos mais escuros desta Terra, o Espírito Santo tem clamado com grande voz: “Ouvi-Me vós, os que sois de obstinado coração, que estais longe da justiça. Faço chegar a Minha justiça, e não está longe; a Minha salvação não tardará” (v.12-13). Amados, não é hora de tombar do posto de nosso dever! Nem tampouco de ver o cumprimento dos sinais a se avolumar e apegar-nos ao que não pode nos livrar da tribulação (v.7). “Afligi-vos, lamentai e chorai. Converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria, em tristeza. Humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará” (Tg.4:9-10). Supliquemos ao Senhor por nossa vida, nossa casa e nossos irmãos! Acenda-se em nosso meio a ardente chama do Espírito e saiamos para declarar ao mundo que há um Deus no Céu que os ama com amor eterno. Em nome de Jesus, amados, não desanimemos!
O Senhor nos declara nestes últimos dias: “Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que Eu sou Deus, e não há outro […] que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o Meu conselho permanecerá de pé, farei toda a Minha vontade” (v.9-10). Portanto, nos apeguemos à Palavra de Deus, que é fiel e verdadeira e Àquele que prometeu: “Certamente, venho sem demora” (Ap.22:20). Que a noite não traga sobre nós a morte, mas a firme certeza de que a manhã da nossa redenção se aproxima.
Senhor, tem sido muito difícil não desanimar diante das dificuldades que se avolumam. Mas queremos clamar hoje por uma renovação da alegria em nosso coração. Dá-nos a alegria, que é fruto do Teu Espírito, e livra-nos de nos apegarmos aos deuses deste século! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhinhos no colo do Pai do Céu!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías46 #RPSP
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“Porque assim diz o Senhor, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu; que não a criou para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o Senhor, e não há outro” (v.18).
Babilônia, em seu apogeu, havia conquistado o mundo antigo e fazia 70 anos que Jerusalém fora reduzida a ruínas e seu povo levado cativo. Dentre os exilados, a Bíblia destaca a experiência de Daniel, Ananias, Misael e Azarias. Jovens hebreus que guardaram com fidelidade o “assim diz o Senhor”. Tinham tudo em seu favor para ceder às condescendências de um país idólatra e completamente alheio ao temor de Deus. Longe de seus pais e diante de uma verdadeira lavagem cerebral palaciana, aqueles quatro jovens permaneceram fiéis e foram agraciados com dons especiais e uma fé bem fundamentada nas Escrituras.
Passado o período do exílio (Jr.29:10), o profeta Daniel passou a orar e almejar pelo cumprimento profético. Oh, quão maior deve ser o nosso desejo e quão maior o quebrantamento do nosso coração pelo retorno do Senhor à Terra! Aos filhos de Israel foi-lhes dado um libertador, o qual Deus chamou pelo nome: “Ciro” (v.1). Após a derrocada da “cabeça de ouro” do sonho de Nabucodonosor (Dn.2:38), “despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (Ed.1:1), para dar liberdade ao Seu povo de retornar à sua terra, bem como de reconstruir as cidades e o templo. Mesmo sem conhecer o Senhor, Ciro foi usado por Ele e logo descobriu que a sua vida e tudo o que fazia obedecia fielmente ao propósito grandioso dos oráculos de Deus.
O decreto de Ciro abriu as portas de Babilônia. Sua nobreza e boa consciência lhe renderam o favor do Senhor. Contudo, sua obra foi limitada a devolver a Israel uma liberdade provisória num reino terreno. O “Senhor, que criou os céus, o Deus que formou a terra […] não a criou para ser um caos” (v.18). Há milênios a raça humana tem sofrido no cativeiro do pecado. Sob a influência de Satanás, a Terra criada “para ser habitada” (v.18), está imersa em um verdadeiro caos. O exílio do príncipe das trevas tem nos maltratado e, muitos, como na antiga Babilônia, têm se recusado a atender ao chamado de Deus pela conformação com os padrões deste século.
“Ai daquele que contende com o seu Criador!” (v.9); que diz adorar o Oleiro enquanto vive para fazer a própria vontade! Como Daniel, precisamos orar e confiar em Deus até que do alto venha a resposta. Jesus veio primeira vez e pagou o preço para nos libertar do cativeiro maligno. Todo aquele que perseverar em olhar para Ele (v.22), “será salvo pelo Senhor com salvação eterna” (v.17). Aquele que forma a luz e faz a paz (v.7) também permite que o mal revele os seus mais terríveis resultados a fim de que, diante de todo o Universo, não restem dúvidas de que “tão somente no Senhor há justiça e força” (v.24).
Logo, “ao nome de Jesus se [dobrará] todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua [confessará] que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp.2:10-11). Que façamos parte daqueles que assim o farão “em toda a eternidade” (v.17).
Nosso Deus e Pai, a terra geme e a humanidade afunda cada vez mais no lamaçal do pecado. Faz-nos Tuas testemunhas, como Daniel e seus amigos, declarando ao mundo, com a nossa vida, de que servimos ao Deus único e verdadeiro que logo voltará! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, adoradores do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#Isaías45 #RPSP
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“Assim diz o Senhor, Rei de Israel, seu Redentor, o Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro e Eu sou o último, e além de Mim não há Deus” (v.6).
A idolatria havia atingido o povo de Deus de tal forma, que seus sentidos foram embotados e seu coração não mais entendia a razão de tal abominação (v.18-19). De uma forma terrivelmente pessimista, o profeta descreveu a situação dos seguidores de imagens de escultura como uma ilusão que não lhes permite ver e nem entender que estão seguindo uma prática mentirosa (v.20). Conforme os dois primeiros mandamentos do Decálogo (Êx.20:3-6), além do Senhor não há Deus (v.6). À pergunta: “Há outro Deus além de Mim?”, a resposta é enfática e inquestionável: “Não, não há outra Rocha que Eu conheça” (v.8).
O uso da rocha como ilustração do poder divino vem desde que Israel foi dessedentado por Deus no deserto. Moisés feriu a rocha, e dela fluiu um manancial de águas. Então, pela segunda vez, o povo teve sede, e a ordem do Senhor a Moisés não mais foi para ferir, mas para falar à rocha. Porém, o povo havia, numa linguagem contemporânea, enchido a paciência do velho líder, que, com ira, feriu a rocha duas vezes (Êx.20:7-12).
Então, quando vamos ao Novo Testamento, no final do sermão da montanha, Cristo conta uma parábola acerca de dois homens. Um constrói a sua casa sobre a rocha e esta permanece firme, mesmo em meio à forte tempestade. Porém, outro homem que constrói a sua casa sobre a areia, sobrevindo a tempestade, sua casa transforma-se em ruínas (Mt.7:24-27). Cristo é a Rocha, amados! O Antigo e o Novo Testamento se fundem para testemunho de um só Senhor (Jo.5:39), uma só Rocha: Jesus Cristo. O apóstolo Pedro confirmou esta verdade: “Chegando-vos para Ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa” (1Pe.2:4). Paulo declarou: “E a pedra era Cristo” (1Co.10:4).
Tudo o que o Senhor fazia pelo Seu povo no deserto, além de ser uma prova de Seu cuidado e amor, era também com o lindo propósito de desvendar-lhes o plano da redenção. A rocha representava a Cristo, que seria ferido uma vez, para que então pudéssemos falar com Ele sem reservas. Quando Moisés e Arão foram ferir a rocha pela segunda vez, o povo perdeu de entender tal sabedoria: a rocha representa o nosso Redentor, que foi ferido uma vez por todas (Hb.7:27). Diante deste precioso conhecimento, “ajoelhar-me-ia eu diante de um pedaço de árvore” (v.19), quando eu sirvo a Rocha que me remiu dos meus pecados (v.22)? Faz algum sentido me deter diante de “uma imagem de escultura, que é de nenhum préstimo?” (v.10). O Senhor mais uma vez nos diz: “Vós sois as Minhas testemunhas” (v.8) e perante tal privilégio, nossa vida deve ser uma intensa e constante declaração: “Eu sou do Senhor”! “Eu sou do Senhor”! (v.5).
“Agora, pois, ouve” (v.1), Israel de Deus: não deposite a sua confiança em nada além do Senhor. A promessa do derramamento do Espírito Santo (v.3) não ficou no passado e nem está em um futuro distante. Ela é uma promessa para hoje. Deus nos convida agora a abandonar os “deuses estranhos” que têm desvirtuado o nosso coração da verdadeira adoração. Eles podem ser em forma de uma televisão, de um celular, de um computador, ou até mesmo de alguém que você odeia ou inveja. Temos duas escolhas a fazer: ou ferimos a Rocha, ou falamos com ela. Aquele que “te formou desde o ventre materno” (v.24) ainda permanece com a destra estendida para te remir e fazer de tua vida glória ao Seu nome (v.23).
Oh, amados, não temos mais tempo a perder ferindo Aquele que deseja ter uma relação de amizade conosco! Falar com Deus, ter uma vida de oração e ir em busca de Seu auxílio com sinceras súplicas, abre a porta do nosso coração para que o Espírito seja derramado e estejamos alicerçados sobre o firme fundamento da Palavra do Senhor. Lembre-se de que também foi sobre a rocha que Deus escreveu os Seus mandamentos (Êx.31:18). Que a minha e a sua vida cumpram o propósito de glorificar a Deus pela “perseverança dos santos” (Ap.14:12)! Que nossos atos e palavras revelem a Quem pertencemos: “Eu sou do Senhor”!
Pai Celeste, o Senhor falou comigo de uma forma muito íntima no capítulo de hoje, consolando o meu coração! Que o mesmo consolo alcance o coração de cada um de meus irmãos também. Santifica-nos e consola-nos por meio de Tua Palavra! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, testemunhas da única Rocha!
Rosana Garcia Barros
#Isaías44 #RPSP
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“Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (v.2).
É realmente fascinante a história do antigo Israel. O chamado de Abraão, a forma como Deus o conduziu, o cumprimento da promessa em Isaque, a marcante experiência de Jacó, os prodígios realizados pelos filhos de Israel no Egito, a abertura do Mar Vermelho e sua longa peregrinação no deserto, a conquista de Canaã e a sucessão de reis em um reino politicamente dividido, tudo aponta para a misericórdia e paciência de Deus e Seu desejo constante de salvar o Seu povo. Já no primeiro versículo, Deus expõe o Seu direito sobre o povo pela criação, pela redenção e pela filiação. Eles pertenciam a Deus. Uma verdade que poderia ser rejeitada, mas jamais apagada.
A história de Israel e as inúmeras oportunidades divinas ilustram a história da humanidade e as oportunidades que se refletem no fato de que ainda vivemos no tempo da graça, desde que o primeiro cordeirinho foi morto no Éden, simbolizando o sacrifício de amor de Cristo por nós. Adão viveu pela graça, Noé alcançou graça diante de Deus, Abraão conheceu a graça, foi pela graça que os filhos de Israel foram perdoados e conduzidos a Canaã, Davi foi transformado pela graça, os profetas proclamavam a graça divina, a igreja primitiva foi alcançada pela graça e, hoje, desfrutamos do último e decisivo tempo de graça, mediante o mesmo apelo divino: “Eu, Eu sou o Senhor, e fora de Mim não há salvador” (v.11).
Em nenhum momento a Bíblia relata a promessa de que não passaremos por dificuldades. O Senhor não diz que não passaremos pelas águas ou pelo fogo. E sim que, ainda que tenhamos que enfrentá-los, Ele lá estará para nos livrar. Os três jovens hebreus entraram na fornalha aquecida sete vezes, mas de lá saíram ilesos, de forma que “nem cheiro de fogo passara sobre eles” (Dn.3:27). A mesma experiência aguarda os fiéis servos de Deus nos últimos dias. De longe o Senhor chama os Seus filhos e “das extremidades da Terra” as Suas filhas (v.6), dizendo: “Eu te amei […] Vós sois as Minhas testemunhas, diz o Senhor […] para que o saibais, e Me creiais, e entendais que sou Eu mesmo, e que antes de Mim Deus nenhum se formou, e depois de Mim nenhum haverá” (v.4 e 10).
Não sabemos em que dia virá o nosso Senhor e quando findará a graça que nos foi outorgada desde o princípio. O que necessitamos saber e viver, consiste nas últimas palavras de Cristo nesta Terra: “Respondeu-lhes Jesus: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da Terra” (At.1:7-8). Aquele que deseja apagar os nossos pecados e esquecê-los (v.25) é O mesmo que deseja nos encher do Seu Espírito para celebrar o Seu louvor (v.21).
Como Israel, nós pertencemos a Deus, pois Ele também é o nosso Criador, o nosso Redentor e o nosso Pai. Nós somos de Deus e Ele breve virá para buscar os que aceitaram esta verdade. Portanto, não fiquemos ansiosos quanto a tempos ou épocas, ou com o que havemos de sofrer, mas vivamos o “agora, o tempo sobremodo oportuno […] agora, o dia da salvação” (2Co.6:2), “vigiando com ações de graças” (Cl.4:2), sendo “pacientes, até à vinda do Senhor” (Tg.5:7).
Nosso Deus Todo-Poderoso, que a Tua graça dirija a nossa mente ao Senhor e à Sua Palavra! Que guiados pelo Espírito Santo, todo empecilho seja retirado e nossa entrega seja completa a fim de recebermos a plenitude do poder do Espírito! Dá-nos a perseverança dos santos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, igreja perseverante!
Rosana Garcia Barros
#Isaías43 #RPSP
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“Eu sou o Senhor, este é o Meu nome; a Minha glória, pois, não darei a outrem, nem a Minha honra, às imagens de escultura” (v.8).
Amado e adorado pelos anjos, Rei soberano de todo o Universo, Aquele que não tem princípio nem fim, deixou “as noventa e nove” e veio “em busca da que se perdeu” (Lc.15:4). Dentre os mundos criados, apenas a Terra foi contaminada pelo pecado; uma mancha no Universo que poderia ter sido facilmente eliminada. O plano de Deus, porém, assinalou a mais plena demonstração de amor através da entrega do Criador pela criatura. Pois “o Senhor, que criou os céus e os estendeu, formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo que nela está” (v.5), veio para ser “mediador da aliança com o povo e luz para os gentios” (v.6), “para engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (v.21).
Assim como o pecado entrou no mundo pela desobediência de nossos primeiros pais, a salvação nos foi dada pela obediência de Jesus, que “a Si mesmo Se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). Em uma “geração má e adúltera” (Mt.16:4), Jesus enfrentou o descaso para com a Lei de Deus por parte de uns e a hipocrisia por parte de outros. Em um tempo em que obedecer aos mandamentos de Deus era considerado um pesado fardo mediante as exigências de regras humanas e insensatas, Cristo os iluminou com a essência da obediência, que é de dentro para fora, e não uma mera manifestação exterior (Mt.5:21-28).
Jesus não veio para esmagar “a cana quebrada” (v.3), e sim para restaurá-la e “em verdade” promulgar “o direito” (v.3) com “a Sua doutrina” (v.4). “Em verdade, em verdade vos digo” é uma expressão que precede grande parte dos ensinamentos de Cristo e que não deixa dúvida do Seu desejo em libertar “da prisão o cativo e do cárcere, os que jazem em trevas” (v.7), pois “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Desde o Éden, Satanás tem iludido o mundo com o engano letal: “É certo que não morrereis” (Gn.3:4). O mesmo engano permeia esta geração com o mascarado discurso da morte: “Você não precisa mudar, pois Deus te ama e te aceita do jeito que você é”. Sim, Deus é amor. E é justamente por isso que Ele também é justiça e apela a cada pecador: “Vai e não peques mais” (Jo.8:11).
“Acaso, não foi o Senhor, Aquele contra quem pecaram e nos caminhos do qual não queriam andar, não dando ouvidos à Sua lei?” (v.24). Acaso não foram nossos pecados que causaram tanto sofrimento ao Salvador? Acaso não é pela transgressão da Lei de Deus que estamos sujeitos à morte, “porque o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23)? Mas “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25)! Graças a Deus por Jesus, que veio a este mundo sombrio deixando-nos “exemplo para [seguirmos] os Seus passos” (1Pe.2:21)! Graças a Deus, que “não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que O teme e faz o que é justo Lhe é aceitável” (At.10:35). Graças a Deus que outorgou o Seu Espírito “aos que Lhe obedecem” (At.5:32)!
Não há necessidade maior em nossa vida do que um “reavivamento da verdadeira piedade”, como bem assinalou Ellen White (E Recebereis Poder, CPB, p.283). Aquele que declarou a Pedro: “quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc.22:32), pode estar nos fazendo o mesmo apelo hoje. Ora, Pedro era um discípulo de Cristo e havia andado ao lado dEle por três anos e meio, no entanto, ainda necessitava de uma experiência real com Jesus. “Surdos, ouvi, e vós, cegos, olhai, para que possais ver” (v.18). “Deem honra ao Senhor e anunciem a Sua glória nas terras do mar” (v.12).
Examinemos as Escrituras até que sejam desimpedidos os nossos ouvidos, e os nossos olhos possam contemplar a glória que emana da Palavra de Deus. Então, seremos habilitados pelo Espírito Santo a fortalecer o nosso próximo pela constante companhia e auxílio dAquele que nos prometeu: “Jamais os desampararei” (v.16). “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20).
Senhor, nosso Deus, sonda o nosso coração e purifica-o para Ti! Que a nossa vida reflita o caráter do nosso amado Salvador, pela ação poderosa do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, imitadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Isaías42 #RPSP
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