Reavivados por Sua Palavra


LAMENTAÇÕES 02 – Comentado por Rosana Barros
22 de março de 2024, 0:45
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Que tristeza abatia o coração de Jeremias! Ele sabia que aquele seria o resultado da desobediência à voz profética. Mas ao ver o sofrimento do seu povo, em especial dos pequeninos, que desfaleciam pela dureza de coração de seus pais, o profeta ficou tremendamente comovido. A cidade amada, o templo magnífico, a nação santa, agora era espetáculo ao mundo, um terrível cenário de ruína e completa desolação. Por seus pecados, Israel foi entregue nas mãos de seus inimigos e humilhada até ao pó. A cidade da paz tornou-se em lugar de calamidade.

Israel rompeu com a paz a partir do momento em que deixou de cumprir com a justiça. Como filhos do Senhor, não fizeram o que é justo: “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo” (Ef.6:1). E este mandamento também se aplica a nós com relação Àquele que chamamos de Pai. A ira de Deus é considerada pela maioria como tirania. Até os que dizem crer em Deus têm julgado Suas ações antigas como sendo demasiadamente severas e desprovidas de misericórdia. Mas esquecem que a justiça de Deus foi violada, e que a Suas misericórdias clamavam insistentemente através dos Seus profetas a um povo que se negava a ouvi-Lo.

Hoje estamos vivendo um verdadeiro pandemônio no que se refere aos relacionamentos. Paulo escreveu que nos últimos dias os filhos seriam “desobedientes aos pais” (2Tm.3:2). E essa quebra na autoridade paterna é um fator que, consequentemente, gera uma sociedade que não teme a Deus Pai. Jesus veio à Terra porque “Deus amou ao mundo” (Jo.3:16), e Sua vida era um reflexo do caráter do Pai: “Quem Me vê a Mim, vê o Pai” (Jo.14:9). Não podemos perder esta verdade de vista. Muitos têm se enveredado por uma religião que praticamente descarta Deus Pai. Mas Deus, em Sua infinita misericórdia, tem estendido o Seu tempo de graça enquanto clama aos corações ainda endurecidos.

Não adianta, amados, nos apegarmos ao fato de pertencermos a uma igreja e de participarmos de suas atividades litúrgicas. É necessário que adoremos a Deus em espírito de arrependimento e de todo o nosso coração. Israel continuava observando as leis cerimoniais, mas seu coração estava longe de Deus. E perante seus olhos viram a queda do lugar que consideravam sagrado, mas que o Senhor rejeitou e detestou (v.7). Estamos prestes a testemunhar o tempo em que “não vigora a lei, nem recebem visão alguma do Senhor os Seus profetas” (v.9). Tempo em que Deus enviará “fome sobre a Terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão de mar a mar e do Norte até ao Oriente; correrão por toda parte, procurando a palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:11-12).

Queremos paz? Então, andemos na justiça enquanto há tempo! Pratiquemos o que é nosso dever: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (Ec.12:13). Porque a verdadeira paz só provém de uma vida em conformidade com a vontade de Deus. É tempo de consumirmos os nossos olhos de lágrimas clamando a Deus uns pelos outros (v.11)! É tempo de derramarmos “como água o coração perante o Senhor” e erguermos “a Ele as mãos pela vida” de nossos filhos (v.19)! Está chegando o Dia da ira do Cordeiro em que Ele “julgará o Seu povo” (Hb.10:30), para que possa haver paz eterna. E, com o coração partido, Ele terá de ver muitos daqueles do Seu carinho, os quais criou, sendo consumidos (v.22).

Que você e eu façamos parte do remanescente que, com perseverança e constante oração, permanecerá praticando a justiça, pela graça de Deus e poder do Espírito Santo, até que do alto possamos ouvir: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt.25:21).

Pai santo, o Senhor é bom e a Sua misericórdia dura para sempre! O nosso coração é enganoso e não o podemos mudar. Mas Tu o podes. Toma-o inteiramente em Tuas mãos e envolve-nos em uma atmosfera pura e santa, onde o Teu Espírito tenha liberdade de agir e nos revestir da justiça de Cristo. Temos uma voz profética entre nós, Senhor, que ainda nos fala por meio de seus escritos. Que possamos dar-lhe ouvidos enquanto há oportunidade, pois tempos sobremodo difíceis estão bem à nossa frente. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, perseverantes em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Lamentações2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LAMENTAÇÕES 01 – Comentado por Rosana Barros
21 de março de 2024, 0:45
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Em forma poética, este livro inicia com o choro de quem sofre os resultados das próprias escolhas, e termina com o clamor de quem reconhece que precisa de ajuda. A princípio, Jeremias relata todo o sofrimento do povo de Judá. Os exilados padeciam de um processo de luto. Jerusalém é comparada a uma viúva que, desamparada e solitária, é forçada a viver “sujeita a trabalhos forçados” (v.1) para sobreviver. Além disso, precisava suportar a afronta e o escárnio das demais nações, até aquelas que um dia foram suas aliadas.

O povo estava colhendo exatamente o que plantou. “Jerusalém pecou gravemente” (v.8) ao rejeitar as palavras do Senhor. Não pensou nas consequências de suas ações, “por isso, caiu de modo espantoso” (v.9). “Todo o esplendor” “da filha de Sião” (v.6) foi trocado por aflição e vergonha. Enredou-se no jugo de suas transgressões (v.14) e buscou caminho que o Senhor não havia planejado. Dando as costas aos planos estabelecidos por Deus, não lhe restava mais nada a não ser chorar, e chorar muito (v.16).

Mas o discurso sofre uma mudança drástica a partir do versículo 18. Em reconhecimento de sua rebelião e de suas prevaricações contra Deus, uma verdade foi declarada com convicção: “Justo é o Senhor”. A angústia de Judá não foi causada pela ira de um Deus tirano com sede de vingança, mas permitida pela justiça de um Deus pleno de misericórdia e pronto a perdoar. A dor nos faz lembrar que Ele continua sendo “o Senhor que [nos] sara” (Êx.15:26). E através da dor, temos a oportunidade de buscar ao Senhor em espírito de arrependimento, pois Ele é “bom e pronto a perdoar” (Sl.86:5).

A dor e a angústia são dois algozes, mas ao mesmo tempo agentes corretivos, que nos deixam bem claro de que o nosso lugar não é aqui. Que estamos longe de casa. Então, nossas lágrimas tornam-se em bálsamo curativo para nosso coração que têm saudades do lar, regando a nossa jornada e tornando-a frutífera. Pois “quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Sl.126:6).

A dor lhe alcançou? As lágrimas insistem em cair ou inundam o teu coração? Como Judá, derrame toda a sua dor e esgote todas as suas lágrimas diante de Deus, em oração:

“Vê, Senhor, a minha aflição” (v.9).

Não sejamos rebeldes à Palavra do Senhor, mas continuemos sendo por ela reavivados e santificados, aguardando a bendita promessa: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Ap.21:4).

Santo Deus, a maioria de nós mora em lugares onde ainda podemos desfrutar de liberdade de crença e isso é uma bênção. Mas também existem lugares onde os Teus filhos têm sofrido perseguição e muitos são obrigados a fugir de seus lares e até mesmo de seu país de origem. Senhor, oramos em favor dos que ainda gozam de liberdade, para que esta liberdade não lhes dê ocasião de viverem como quem pertence a este mundo, mas como peregrinos e forasteiros que estão forjando a sua fé para a batalha. Oramos também a favor de nossos irmãos que sofrem os revezes da guerra e da perseguição, para que sua fé não esmoreça, e eles percebam o Teu cuidado com eles ainda que no vale da sombra da morte. Quer em uma situação ou em outra, une o Teu povo num só pensamento e propósito, em perseverante súplica no Espírito Santo. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, herdeiros da promessa!

Rosana Garcia Barros

#Lamentações1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 52 – Comentado por Rosana Barros
20 de março de 2024, 0:45
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O último capítulo do livro de Jeremias relata um resumo das profecias quanto ao cativeiro babilônico. Desde os dias do rei Josias, Deus enviou o Seu profeta para alertar o povo acerca do que deveria fazer. Por muitos anos Jeremias pregou sobre a necessidade de arrependimento e conversão, mas também sobre juízo. Porém, um rei após outro fazia “o que era mau perante o Senhor” (v.2). O convite da graça foi rejeitado e pronunciada foi “a sentença” (v.9) sobre “todas as casas de Jerusalém” (v.13).

O rei Zedequias, dentre os demais, teve a oportunidade maior de dar ouvidos às palavras do Senhor. Estabelecido como rei a mando de Nabucodonosor (2Rs.24:17), ocupou o trono de seu sobrinho Joaquim, que foi levado cativo “no oitavo ano do seu reinado” (2Rs.24:12). “Zedequias, no início do seu reinado, desfrutou inteiramente a confiança do rei de Babilônia, e teve como experimentado conselheiro ao profeta Jeremias” (EGW, Profetas e Reis, CPB, p. 224). No entanto, recusou-se a seguir as orientações divinas e o último rei de Judá terminou seus dias sem honra alguma dentro de uma prisão.

Apesar de ter seguido os passos de seu pai (2Rs.24:9), o rei Joaquim teve um fim diferente. Recebeu honra maior do que os demais reis que se encontravam em Babilônia, comeu pão na presença do rei dos caldeus e ainda recebeu uma espécie de salário diário de natureza vitalícia “até ao dia da sua morte” (v.34). Ao que parece, Joaquim entendeu os propósitos de Deus e aprendeu “no exílio a lição da obediência tão necessária para sua futura felicidade” (EGW, Profetas e Reis, CPB, p. 242).

Quantos apelos o Espírito Santo vai ter que fazer até que possamos entender que já não nos resta muito tempo? Assim como Babilônia foi tomada e “apanhada de surpresa” (Jr.51:41), “à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt.24:44). “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:37). O Espírito Santo já está sendo retirado deste mundo. Ele “não agirá para sempre no homem, pois este é carnal” (Gn.6:3).

Desde o princípio, o Espírito Santo tem agido em favor da humanidade. Da mesma forma em que trabalhou no coração dos ouvintes de Noé, tem agido em benefício de cada um que haverá de existir. A Sua função é a de nos unir em comunhão com Cristo e uns com os outros. E, para isso, precisamos estar dispostos a ouvi-Lo e a obedecê-Lo no tempo que se chama HOJE: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15).

Estamos vivendo no tempo em que o apóstolo Paulo chamou de “tempos difíceis” (2Tm.3:1), onde somos aconselhados a fugir de tudo e de todos os que recusam o governo divino: “Foge também destes” (2Tm.3:5). Uma mente que não é guiada pelo Espírito de Deus torna-se uma arma letal nas mãos de Satanás. “Tendo forma de piedade”, agem com sutileza e cativam os que se deixam guiar pelas próprias paixões e que “jamais podem chegar ao conhecimento da verdade”(2Tm.3:5, 7).

Oh, amados, o verso final deste livro fantástico e sobremodo apaixonante nos deixa uma linda mensagem de esperança:

Mesmo ainda em solo estrangeiro; mesmo sabendo que o nosso lar não é aqui; mesmo conscientes de que o pecado ainda faz separação entre nós e nosso Deus; mesmo sofrendo perseguições, ameaças e por vezes, nos sentindo sozinhos; o Senhor nunca nos abandonará! Dentro em breve Jesus virá sobre as nuvens do céu com poder e grande glória e, diante de todos, nos falará “benignamente” e nos dará “lugar de mais honra do que o dos reis” (v.32) que já pisaram nesta terra, e nos levará Consigo para a Casa de Seu Pai (Jo.14:1-3). Ele mudará as nossas “vestes do cárcere” em “uma vestidura branca” (Ap.6:11) e passaremos “a comer pão na Sua presença” (v.33) e a desfrutar dos doze frutos da árvore da vida (Ap.22:2), de onde receberemos uma “subsistência vitalícia, uma pensão […] durante os dias” da eternidade!

Quer você receber este dom gratuito? Então, prepara-te! Eis que o Rei do universo está às portas!

Oh, Senhor, nosso Deus, estamos tão gratos a Ti pelo estudo deste livro que foi para nós um grande alerta, uma voz profética poderosa! Estamos no limiar de nossa eterna libertação. O convite para hoje não mais é que edifiquemos e prosperemos em Babilônia, mas que fujamos dela enquanto há tempo. Abre o nosso entendimento e fortalece a nossa confiança em Ti assim como o foi com Jeremias. Necessitamos do refrigério e do poder do Espírito Santo, purificando o nosso coração e a nossa mente. Que as Lamentações de Jeremias também cumpram o Teu propósito em nós, nos santificando para a Tua glória. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, estrangeiros à caminho de Casa!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Jeremias52 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 51 – Comentado por Rosana Barros
19 de março de 2024, 0:45
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“Ele fez a terra pelo Seu poder; estabeleceu o mundo por Sua sabedoria e com a Sua inteligência estendeu os céus” (v.15).

A maior loucura de Nabucodonosor e de seus sucessores foi a de ignorar a voz de Deus. Mal havia levado cativo o povo de Israel e a sua sentença já estava decidida. Da mesma forma com que destruíram Jerusalém, veriam seu reino também destruído. A diferença é que Babilônia nunca mais “haverá quem nela habite” (v.37), mas, Jerusalém, seria reerguida. O terror das nações, a cabeça de ouro (Dn.2:38) se tornaria “objeto de espanto entre as nações!” (v.41).

E a ordem que se seguiu ao povo exilado, quando vissem cumprir-se a profecia, foi: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (v.6). O Senhor não permitiria que Babilônia prosseguisse em seus desígnios de exaltar a criatura em lugar do Criador. A adoração ao Deus que “fez a terra pelo Seu poder” foi trocada pela estupidez humana em se curvar perante uma “obra ridícula” (v.18). “O Criador de todas as coisas” (v.19) procurou de várias formas revelar-se àquela nação pagã, que vez após vez desprezou o “assim diz o Senhor”.

Finalmente, após setenta anos de cativeiro babilônico, o povo de Israel veria cumprida a justiça de Deus (v.10), e voltaria para a sua terra. A promessa de livramento do jugo do pecado é tão semelhante, que a Bíblia também chama de Babilônia ou a “grande meretriz” (Ap.17:1) “que habita sobre muitas águas” (v.13), aquela que influenciará os reinos do mundo “com o vinho de sua devassidão” (Ap.17:2). Discursos falsos com aparência de verdade se alastrarão pelo meio cristão como praga. E, a não ser que estejamos muito bem alicerçados na verdade, seremos levados por toda sorte de doutrinas.

O engano fará com que muitos “povos, multidões, nações e línguas” (Ap.17:15) enlouqueçam (v.7), e, “repentinamente” (v.8), serão ceifados juntamente com “as imagens de escultura da Babilônia” (v.47). O sistema religioso representado por Babilônia “deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou” (Dn.8:12). E há algum tempo, seu líder mundial defendeu a tese de que o relato da criação não foi literal. Uma tremenda heresia que, infelizmente, tem sido aceita e aplaudida pela maioria, pois está escondida sob o manto da caridade e de palavras agradáveis.

O poder, a sabedoria e a inteligência do Senhor são trocados por fábulas humanas que supõem a evolução de um mundo que funciona com a precisão de um comando inteligente. Um mundo que comporta milhares de seres vivos onde nenhum é igual ao outro. Onde as nossas digitais são únicas. Onde de pequeninas sementes surgem árvores majestosas. Descarte a literalidade do Gênesis, e terá também que negar o sacrifício de Jesus prenunciado a Adão e Eva (Gn.3:15). Negue a criação e terá de negar que existe o pecado. Ora, e se não há pecado, que necessidade temos de um Salvador? Entendem a afirmação de que “todo homem se tornou estúpido e não tem saber” (v.17)? “Trabalharam os povos em vão, e para o fogo se afadigaram as nações” (v.58).

No entanto, “cada um” (v.45) que, dando ouvidos à voz do Senhor, sair do meio de Babilônia, não precisará ter medo dos juízos que sobrevirão (v.46). Sair de Babilônia pode significar para muitos carregar consigo as profundas marcas e cicatrizes do passado. Mas há um Salvador que os aguarda mesmo assim, pronto e desejoso de transformar essas marcas em testemunho de Sua graça redentora. “Ide-vos, não pareis” (v.50), é a ordem de Deus para Seus filhos hoje! Perseverem, e vocês serão salvos (Mt.24:13)! “Lembrai-vos do Senhor, e suba Jerusalém à vossa mente” (v.50). Que estas palavras sejam luz para sua vida, e que a busca pelas verdades do Senhor encha o seu coração da esperança de que, muito em breve, Jerusalém não estará só em sua mente, mas você mesmo estará lá!

Deus Bendito e Eterno, o Senhor nos deixou as devidas orientações, advertências e ordens acerca de nossa vida aqui e que envolvem o nosso destino eterno. A maravilhosa graça de Cristo se estende a todos nós a fim de, por seu poder, nos transformar. Pai, livra-nos de estarmos tão mesclados a este mundo, a ponto de sermos confundidos com os que são do mundo! Não podemos nos conformar a este século, Senhor! Batiza-nos com o Espírito Santo, nos concedendo uma mente renovada e uma santa disposição para fazer somente a Tua vontade. Que o Céu esteja sempre em nosso coração, pois temos saudades de Ti! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos.

Bom dia, obra-prima do Criador!

Rosana Garcia Barros

#Jeremias51 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 50 – Comentado por Rosana Barros
18 de março de 2024, 0:45
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“Naqueles dias, naquele tempo, diz o Senhor, voltarão os filhos de Israel, eles e os filhos de Judá juntamente; andando e chorando, virão e buscarão ao Senhor, seu Deus” (v.4).

Para todo aquele que sonha com o segundo advento de Cristo, este capítulo faz estremecer o coração! Não se trata apenas de um relato histórico, mas de uma descrição futura. E o Senhor nos revelou em Sua Palavra que este futuro já chegou. Estamos vivendo “naquele tempo” relatado no livro do profeta Daniel, os últimos dias deste mundo de pecado. E assim como foi prenunciada a queda do império babilônico, o mesmo acontece no tempo do fim : “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8).

E o chamado urgente é para que as “ovelhas perdidas” que esqueceram “do seu redil” (v.6), fujam “do meio da Babilônia” (v.8) e voltem a unir-se “ao Senhor, em aliança eterna que jamais será esquecida” (v.5). Unir-se-á ao povo do advento todos os que, à semelhança deste, estiver em constante busca pelo Senhor e pela Sua promessa em derramar o Seu “Espírito sobre toda a carne” (Jl.2:28). Eles não andarão aflitos por causas terrenas, mas “em ordem de batalha” (v.14) estarão revestidos com a armadura de Deus, suplicando em intercessão por todos os seus irmãos (Ef.6:18). Haverá uma manifestação tal de unidade e de oração tal qual foi no Pentecostes.

“Há na Terra estrondo de batalha e de grande destruição” (v.22), que já conseguimos ouvir. “Porque a terra é de imagens de escultura, e os seus moradores enlouquecem por estas coisas horríveis” (v.38). O orgulho do império babilônico estava em seus deuses e imagens, e a estátua construída a mando de Nabucodonosor foi o estopim para que logo toda a nação adorasse a tudo, menos a Deus. Não vivemos numa realidade distante, amados. E eu ouso afirmar que vivemos em tempos consideravelmente piores. Pois o que se ergue hoje não é mais uma estátua apenas, mas uma infinidade de “imagens” que destronam por completo o Senhor do coração humano.

Enquanto isso, multidões passam de largo pela Palavra de Deus e recusam ouvir as Suas advertências. Ou pior, usam a Bíblia em suas retóricas convincentes, afagando o coração dos imprudentes, enquanto praticamente os incentivam a permanecer no pecado. Babilônia contemporânea tem “engolido” todos aqueles que, como Nabucodonosor, se recusam a dar ouvidos às verdades do Senhor.

Oh, amados, está chegando o dia em que Babilônia e todos os que insistiram em nela permanecer receberão a retribuição “segundo a sua obra; conforme tudo o que fez […] porque se houve arrogantemente contra o Senhor, contra o Santo de Israel” (v.29; Ap.18:6). E toda a opressão com que oprimiram os remanescentes dos últimos dias será castigada. Por isso, avante exército do Senhor, pois “o seu Redentor é forte, Senhor dos Exércitos é o Seu nome; certamente, pleiteará” a nossa causa! (v.34).

“Portanto, ouvi os conselhos do Senhor, que Ele decretou contra Babilônia, e os desígnios que Ele formou” (v.45). Prepara-te para o grande Dia do teu resgate, povo de Deus! É tempo de seguirmos a ordem do Senhor por intermédio do profeta Joel: “Ainda assim, agora mesmo, diz o Senhor: Convertei-vos a Mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus” (Jl.2:12-13).

Deus eterno e poderoso, só o Senhor é Deus e não há outro. O Teu amor nos redimiu pelo precioso sangue de Teu Unigênito! Louvado seja o Teu santo nome! Pai, vivemos nos últimos dias deste mundo de pecado. Estamos no tempo da última igreja, às vésperas da última trombeta. Desperta a Tua igreja, Senhor! Retira de nós os encantos desta terra, as vaidades que ainda nos assediam, o apetite pervertido, a ambição mundana, os gostos não santificados e dá-nos tão somente o intenso desejo de viver e andar no Espírito Santo. Queremos vê-Lo voltar em nossa geração! Dá-nos o necessário discernimento para conhecer o tempo em que estamos vivendo! Ensina-nos a contar os nossos dias a fim de alcançarmos coração sábio. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, remanescente do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Jeremias50 #RPSP



JEREMIAS 49 – Comentado por Rosana Barros
17 de março de 2024, 0:45
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“Pois quem é semelhante a Mim?” (v.19).

A despeito de todos os juízos divinos que sobrevieram àquelas nações, o Senhor sempre deixou claro de que o Seu veredito final é pleno de misericórdia. Como em Moabe, os amonitas e os elamitas também receberam a promessa de uma futura restauração (v.6 e 39). Porém, as demais nações receberam uma condenação certa e definitiva (v.13, 27 e 33). E, especificamente uma delas, recebeu um julgamento tal qual foi com “Sodoma e Gomorra” (v.18): a nação de Edom.

Movidos pelo orgulho e por suas baixas paixões, os edomitas eram governados pelo seu próprio coração enganoso e buscavam no prazer e na ostentação a grandeza de seu reino. A lógica humana ocupava “as alturas dos outeiros” (v.16) e de lá sofreria a queda mortal, provando que tudo aquilo de que se orgulhavam tanto, não passava de um terrível engano. A pergunta feita pelo Senhor àquela nação nos diz quem estava à frente daquela batalha para fazer justiça ao Seu povo: “Pois quem é semelhante a Mim?”, disse o Senhor (v.19). Acompanhem comigo este comentário do Programa Bíblia Fácil, da Rede Novo Tempo:

“Miguel significa ‘quem é semelhante a Deus’ e é um desafio a Satanás, que desde o princípio quis ser igual ao Criador (Isaías 14:12-14). Sempre que Miguel é mencionado na Bíblia, refere-se à Pessoa de Jesus como Comandante dos exércitos celestiais em direta disputa com Satanás e os anjos maus. Para nossa felicidade eterna, Miguel sempre sai vitorioso. Leia: Judas 9; Daniel 10:13, 21; Daniel 12:1; Apocalipse 12:7. Quando falamos que Miguel significa ‘semelhante a Deus’, no original e para a cultura hebraica, ‘semelhante’ significa ‘igual’ (ver João 5:18; 19:7). Miguel, portanto, seria um dos nomes de honra de Jesus, que o iguala a Deus Pai e que em nada diminui a Divindade dEle!”

Portanto, amados, o próprio Miguel, ou seja, Jesus, atuou como o Conselheiro (v.20) e Comandante à frente daqueles juízos contra as nações pagãs, que estavam sob a regência de Satanás. O propósito divino nunca foi o de destruir nação ou povo algum, mas conduzi-los à verdadeira conversão, mudando-lhes “a sorte” (v.39). Contudo, nem todos aceitaram os Seus apelos e, pelas próprias atitudes insensatas, tornaram-se “assolações perpétuas” (v.13).

Percebam que, apesar da rebeldia das nações, Deus sempre tinha o cuidado de zelar pelos menos favorecidos. As classes que eram rejeitadas, por Ele eram amparadas: “Deixa os teus órfãos, e Eu os guardarei em vida; e as tuas viúvas confiem em Mim” (v.11). O ministério de Cristo na Terra foi a maior prova deste cuidado. Ele não somente andou com todos os que eram marginalizados, mas os tocou, ensinou, curou e amou. Aquele que é igual a Deus veio aqui como “Emanuel (que quer dizer: Deus conosco)” (Mt.1:23), para nos mostrar que este é o Seu desejo e será o galardão eterno para todo aquele que permitir que Ele lhe mude a sorte: morar com Ele!

Não foi sem razão que Jesus Se colocou no lugar dos pobres, presos, doentes e desabrigados e afirmou que os benditos do Pai, que entrarão no Reino dos Céus, serão os que amaram assim como Ele amou (Mt.25:31-40). Busquemos, pois, o poder do alto para sermos testemunhas de Jesus (At.1:8), e perseverarmos ao lado de Miguel na grande última batalha. Como Jeremias, temos uma mensagem a dar ao mundo, uma mensagem de advertência, mas também de esperança. Que o Espírito Santo nos capacite e que estejamos dispostos, a despeito de perseguições e insultos, a fazer a vontade de Deus e apressar o Seu grande Dia.

Pai de amor e de misericórdia, ajuda-nos a reconhecer em cada situação a Tua boa mão nos guiando! Enche-nos do Teu Espírito para que o Teu querer em nós glorifique o Teu nome até os confins da Terra, apressando a volta do nosso Salvador! Santifica-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, nação santa!

Rosana Garcia Barros

#Jeremias49 #RPSP



JEREMIAS 48 – Comentado por Rosana Barros
16 de março de 2024, 0:45
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Advertido sobre a destruição de Sodoma e Gomorra, Abraão intercedeu diante do Senhor pela vida daqueles a quem amava. Seu sobrinho Ló, sua família e seus servos, que antes faziam parte de sua íntima convivência, habitavam naquela região condenada. Mas apesar da intercessão de Abraão, Aquele que sonda os corações sabia que até mesmo Ló colheria os resultados de sua imprudência. Ao escolher ir “armando as suas tendas até Sodoma” (Gn.13:12), Ló ignorou o fato de que “os homens de Sodoma eram maus e grandes pecadores contra o Senhor” (Gn.13:13). O que custou a vida de sua esposa e grande parte de sua família.

Refugiados “numa caverna” (Gn.19:30), Ló e as duas filhas enfrentaram uma mudança brusca em todos os sentidos. Contudo, esquecendo-se de que a mão do Senhor poupou-lhes a vida, as duas filhas logo manifestaram a força da influência de suas más associações. Embriagando o próprio pai, praticaram uma relação incestuosa, que deu origem a dois povos, inimigos de Israel: os moabitas e os amonitas (Gn.19:37-38). Moabe significa “de nosso pai”, como um lembrete de sua natalidade licenciosa. Independente, porém, do começo da história de um povo, o que realmente importa para Deus é de que forma e por quem a história continuará sendo escrita.

Assim como Golias é a referência dos filisteus, Rute é a referência dos moabitas. Sua viuvez e pobreza não abalaram a sua fé no Deus de Israel. Pelo contrário, sua atitude altruísta e servil fez de Rute um testemunho vivo de que o Senhor tem filhos em todas as nações e a habilitou a fazer parte da genealogia do Rei das nações (Mt.1:5). A nossa origem terrena pode trazer sobre nós marcas hereditárias difíceis de suportar. Por vezes herdamos hábitos e costumes ou até mesmo um temperamento que nos machucam e machucam até mesmo aqueles que mais amamos. Mas assim como Rute confiou a sua vida nas mãos de Deus, deixando a velha vida para trás, necessitamos confiar na bondade do Senhor entregando a Ele o nosso coração e permitindo ser guiados para onde melhor possamos servi-Lo.

Infelizmente, semelhante a Sodoma e Gomorra, a nação moabita havia atingido o limite da iniquidade, com sua soberba, arrogância, orgulho e altivez (v.29), “porque se engrandeceu contra o Senhor” (v.42). A “sua insolência” (v.30), a fez rejeitar cada um dos apelos divinos. “Contudo”, o Senhor ainda mudaria “a sorte de Moabe, nos últimos dias” (v.47). Ainda havia esperança!

De igual modo, ainda há esperança para este mundo prestes a perecer. Deus deseja mudar a sorte dos impenitentes mais do que uma mãe amorosa deseja o bem de seus filhos. “Mas, convertendo-se o perverso da perversidade que cometeu e praticando o que é reto e justo, conservará ele a sua alma em vida” (Ez.18:27). “Fugi” das contaminações deste mundo e “salvai a vossa vida”, ainda que você tenha que se sentir sozinho na caminhada, “como o arbusto solitário no deserto” (v.6). Consideremos todos estes juízos anunciados como os sonidos divinos da misericórdia.

“A respeito” (v.1) da nossa vida, seja registrado nos livros do Céu como aquela que foi lavada e remida no sangue do Cordeiro. E, de uma origem de pecado, Deus nos devolverá o direito à origem da perfeição em Cristo Jesus.

Senhor, nosso Deus, o Senhor conhece a nossa origem, os nossos defeitos de caráter e tudo aquilo que nos machuca, pois sabes de que somos feitos. Somos tão frágeis, Senhor! Mas Tu és forte! Somos tão incapazes! Mas Tu és poderoso! Somos tão pequenos! Mas Tu és grande! Por isso, depositamos a nossa vida em Tuas mãos e clamamos pelo batismo do Espírito Santo a fim de que neste grande conflito morra o nosso eu e Cristo viva em nós. Porque nesta guerra, a nossa morte para o eu, representa a vitória de Cristo em nós. Quando morremos, então vivemos! Bendito seja o Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, chamados a um novo começo!

Rosana Garcia Barros

#Jeremias48 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 47 – Comentado por Rosana Barros
15 de março de 2024, 0:45
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Quando a Bíblia se refere aos filisteus, certamente a nossa mente remete para o filisteu mais conhecido até mesmo pelas crianças: o gigante Golias. Desafiando os exércitos de Israel, os filisteus anunciaram o duelo da morte. Por dias, seu soldado “imbatível” gritava palavras de insulto a Israel e aguardava um guerreiro corajoso o suficiente para enfrentá-lo. Para a sua surpresa, porém, Golias avistou um rapazinho vindo em sua direção com vestes e instrumento de pastor de ovelhas. Bem, já conhecemos a história e o seu desfecho. Davi, pelo poder do Senhor dos Exércitos, abateu a Golias com uma pedra na fronte e o matou com a espada do próprio filisteu.

Os juízos de Deus dependem da rejeição de Sua misericórdia. Quando os homens dão as costas ao Senhor, como foi com Golias, suas armas se voltam contra eles mesmos, pois “o cruel a si mesmo se fere” (Pv.11:17). O homem mau busca a sua própria ruína, de forma que Deus precisa cumprir a Sua justiça na Terra, ou, de outro modo, a Terra já teria sido destruída pela maldade do coração humano. Foi assim no tempo de Noé. “Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na Terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração” (Gn.6:5). Como se levantaram as águas do dilúvio, o Senhor levantaria os exércitos “do Norte” como “se levantam as águas” se tornando “em torrentes transbordantes” (v.2) sobre a Filístia, destruindo “a todos os filisteus” (v.4), que rejeitaram o tempo da graça que lhes fora concedido.

Há um apelo sendo feito. Há um clamor sendo erguido. Há um arauto apregoando quão perto estamos das bodas do Cordeiro. Há uma ira prestes a ser derramada sobre esta Terra corrompida pelo pecado. Por causa do pecado todos nos tornamos inimigos do bem e possuidores de uma natureza má e enganosa. “Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos da ira. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do Seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela Sua vida” (Rm.5:8-10).

Oh, amados, quão maravilhoso é o amor de Deus em Cristo Jesus! Enquanto a profecia se avoluma no sentido de que “o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12), que o nosso coração transborde do perfeito amor. Não fomos criados para a destruição. Fomos criados para desfrutar para sempre do amor do nosso Criador. Persevere em viver esse amor, que redime, que salva e que liberta. Não se deixe levar pelas águas da incredulidade e da maldade. Mas vá à Fonte das águas vivas, e “receba de graça a água da vida” (Ap.22:17).

Aproxima-se o Dia em que, como os filisteus, “clamarão os homens, e todos os moradores da Terra se lamentarão” (v.2). Que, pela graça e misericórdia de Deus, sejamos encontrados “entre os sobreviventes, aqueles que o Senhor chamar” (Jl.2:32).

Oh, Pai de amor, o grande Dia de nossa redenção se aproxima e queremos estar prontos, como Noé e sua família, refugiados na arca da salvação! Coloca em nosso coração, mediante o agir do Teu Espírito, o amor. Amor por Ti, amor pelo nosso próximo e amor pelas coisas celestiais. Luta as nossas batalhas, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, chamados para a salvação!

Rosana Garcia Barros

#Jeremias47 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 46 – Comentado por Rosana Barros
14 de março de 2024, 0:45
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Este mundo já foi palco de muitas guerras, mas o primeiro conflito do Universo aconteceu no Céu: “Houve peleja no céu. Miguel e os Seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles” (Ap.12:7-8). Desde então, este conflito foi transferido para a Terra com a entrada do pecado. Satanás e os demais anjos caídos têm atuado neste mundo como agentes do mal e semeadores de contendas. Através de seus agentes humanos, o inimigo das almas instiga nação contra nação, reino contra reino e faz com que o homem seja o pior inimigo do homem.

Toda guerra possui motivos egoístas por parte de quem a promove. Adolf Hitler, por exemplo, liderou a Alemanha numa batalha sangrenta contra todos os que se colocassem em seu caminho na busca por uma raça pura e superior. Sua loucura custou a vida de milhares de pessoas, principalmente judeus, que estavam fora de seu parâmetro doentio. Vivendo nesse tempo bélico, uma família adventista do sétimo dia resolveu permanecer fiel a Deus embora as circunstâncias fossem completamente desfavoráveis e, aos olhos humanos, até impossíveis de se praticar a fé.

Em certa situação em que a tropa de elite de Hitler estava entrando nos vilarejos para matar os judeus, o chefe desta família, o irmão Hasel, advertiu aos judeus de determinado vilarejo que pegassem o que pudessem de mantimento e fugissem dali. Sobre esta situação, há o seguinte relato: “Muitos salvaram a vida porque deram atenção à sua advertência e desapareceram em direção ao campo. A maioria deles, no entanto, estava mais preocupada em proteger a propriedade. Apegando-se aos pertences, muitos perderam a vida” (CPB, Mil Cairão ao Teu Lado, p.74).

O Egito não foi deixado sem aviso. Àquele país que um dia hospedou Abraão; que um dia acolheu os filhos de Jacó; que testemunhou os prodígios de Deus, foi dada solene advertência quanto ao dia de seu juízo caso não abandonassem suas práticas idólatras e pagãs. Porém, os homens mais valentes se tornariam em medrosos ao avistar os exércitos do Norte com toda a sua força. Comparado ao “Dia do Senhor” (v.10), a invasão dos babilônios ao Egito foi um dia de acerto de contas contra Faraó e todos os que deixaram “passar o tempo adequado” (v.17). O Senhor, porém, ainda tinha planos para aquela nação, de forma que prometeu: “mas depois será habitada, como nos dias antigos, diz o Senhor” (v.26). O Egito ainda acolheria o Salvador do mundo, para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor, por intermédio do profeta Oseias: “do Egito chamei o Meu Filho” (Os.11:1).

Nós também não fomos deixados sem aviso. Como Deus advertiu as nações através de Seus profetas, como Ele advertiu aquele pequeno vilarejo de judeus na Alemanha através de Seu servo Hasel, Ele tem nos advertido hoje através do cumprimento das profecias deixadas para que saibamos o tempo em que estamos vivendo, como bem nos advertiu por intermédio do apóstolo Paulo: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Está chegando o tempo que Jesus anunciou: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt.24:22).

Estamos prontos para a última grande batalha? “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo”, amados (Ef.6:11)! Eis que o Senhor nos diz, hoje: “Não temas, pois, tu, servo Meu […] nem te espantes […]; porque Eu te livrarei” desta terra de pecado “e a tua descendência” desta geração escravizada; você “voltará ficará tranquilo e confiante; não haverá quem o atemorize” (v.27). Estamos no tempo de tomar uma firme decisão ao lado do Senhor dos Exércitos. Pois como prometeu, “assim [Ele] virá” (v.18) e dará cabo dos que “receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem” (Ap.19:20).

Mas, aos que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro […] o Cordeiro que Se encontra no meio do trono os apascentará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” provocada pelas lutas deste mundo escuro (Ap.7:14 e 17). Faça de Jesus o seu capitão e você fará parte deste santo e eterno destino.

Pai Celestial, estamos às portas do retorno do nosso Salvador. Clamamos pelo revestimento especial, pela Tua armadura, o refrigério do Espírito Santo em nossa vida! Que o estudo diligente e humilde da Tua Palavra e sincera disposição em conhecer e fazer a Tua vontade nos conceda discernimento na oração e sabedoria em nossas palavras e ações. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, fieis soldados de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Jeremias46 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 45 – Comentado por Rosana Barros
13 de março de 2024, 0:45
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Como cristãos, nem sempre é fácil encarar as provações conforme está escrito: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3). Os sofrimentos geralmente causam dor, tristeza e decepção. Para encará-los como degraus da fé e da perseverança necessitamos de um elemento imprescindível: o poder do Espírito Santo.

Em poucas palavras, o profeta Jeremias revelou a Baruque a mensagem do Senhor que, se lida de forma superficial, pode parecer uma dura repreensão. Tratava-se, porém, do amor revelado de Deus àquele que havia escrito o que Ele revelava a Jeremias e que, muito provavelmente, tivesse sido a única companhia confiável que o profeta teve em seus anos de ministério. Talvez Baruque tivesse pensado que seu serviço a Deus o livraria dos sofrimentos e que sua dedicação seria de alguma forma recompensada. Por algum motivo, que não sabemos ao certo, sua mente estava perturbada e havia perdido por completo a paz de espírito.

Não foi apenas Baruque o único a sentir tamanho desalento. Os filhos de Corá manifestaram o mesmo sentimento ao declarar: “Pois a nossa alma está abatida até ao pó, e o nosso corpo, como que pegado no chão” (Sl.44:25). Davi também expressou a sua profunda tristeza: “Compadece-te de mim, Senhor, porque me sinto atribulado; de tristeza os meus olhos se consomem, e a minha alma e o meu corpo” (Sl.31:9). Vivemos em um tempo onde é praticamente impossível encontrar quem não tenha passado ou quem não esteja passando por momentos conflitantes em que nos sentimos fracos e debilitados. Não podemos, porém, atribuir a Deus algo que não provém dEle.

Disse Baruque: “Ai de mim agora! Porque me acrescentou o Senhor tristeza ao meu sofrimento” (v.3). Ele mesmo já havia escrito as seguintes palavras de Deus dadas a Jeremias: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (Jr.29:11). As dificuldades da vida podem até frustrar os nossos planos nesta Terra, mas não podemos permitir jamais que destruam a nossa confiança em Deus e conexão com Ele.

Foi olhando “para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14), que Paulo e Silas, após uma severa sessão de açoites e presos em cadeias, encheram aquela escura prisão de louvores e orações (At.16:25). Também açoitados, os apóstolos “se retiraram do Sinédrio regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome” (At.5:41). Eles receberam o elemento imprescindível. Eles receberam o poder do Espírito Santo.

Há um inimigo “cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12), açoitando os filhos de Deus com toda sorte de sofrimentos e aflições. De todas as formas, ele tem tentado arruinar a nossa fé. Mas, semelhante ao que disse a Pedro, o nosso Sumo Sacerdote nos diz, hoje: “eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça” (Lc.22:31-32).

Olhe para Jesus e, pela fé, entre no Santíssimo com Ele! Clame pelo poder do Espírito Santo! Não procure as grandezas de um mundo que logo perecerá! Mas confie de que, dentro em breve, Jesus Se levantará do Seu lugar para fazer justiça aos Seus filhos (Dn.12:1). Em nosso sofrimento e tristeza, olhemos para a cruz e para a sepultura vazia e confiemos na firme e certa palavra: “porque Eu vivo, vós também vivereis” (Jo.14:19).

Querido Pai, livra-nos da autopiedade que tem encerrado tantos dos Teus servos nas “cavernas” da depressão. Como foi com o profeta Elias, cujo coração foi confortado por Tua mansa e suave voz, conforta-nos em nossa tristeza e dá-nos ouvidos sensíveis à voz do Teu Espírito a fim de que andemos na paz e na alegria do Senhor, sabendo que o nosso lar não é aqui e que nossa redenção se aproxima. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, vencedores com Cristo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Jeremias45 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100