Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 17 – Comentado por Rosana Barros
11 de abril de 2024, 0:45
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Certa vez, um grupo de pessoas se reuniu para plantar uma horta. Com a terra devidamente limpa, passaram uma tarde cavando as covas e plantando as sementes. A terra, porém, estava compacta e não havia sido devidamente preparada para o plantio. Contudo, eles imaginaram que logo veriam os frutos daquela trabalhosa, mas prazerosa tarde. Sem experiência alguma em agricultura, ficaram decepcionados ao perceber que o trabalho foi em vão, pois nada se desenvolveu naquele solo infértil. É vergonhoso admitir, mas eu fazia parte deste grupo. E, a partir de então, entendemos que é necessário cumprirmos uma série de etapas até que possamos colher algo naquele lugar.

Apesar de ter recebido tudo do Senhor para ser uma nação excelente, o reino de Judá ignorou os cuidados divinos e apegou-se ao braço do Egito. Deposto de seu trono, o rei Joaquim, “a ponta mais alta” (v.4), foi levado ao exílio babilônico e, em seu lugar, Nabucodonosor estabeleceu uma “muda da terra” (v.5), Zedequias, o qual reinou em Jerusalém. Mas apesar dos inúmeros apelos dos profetas, advertindo-os acerca dos maus resultados, os líderes do povo insistiam em prosseguir no caminho que supunham ser o mais fácil e eficiente. Descobririam tarde demais que haviam abandonado o bom solo e as melhores condições pelo “vento oriental” de suas más escolhas, tornando-se em plantio seco desde a raiz (v.10).

Como supremo Agricultor, o Senhor olhava para o Seu povo em busca de uma parte em que a Sua aliança “pudesse subsistir” (v.14). O “renovo mais tenro”, plantado por Ele “sobre um monte alto e sublime” (v.22), é uma referência ao Messias, uma profecia que apontava para a fidelidade de Deus apesar da infidelidade de Seu povo. O orgulho de Judá seria abatido e Jesus, vindo em forma de servo, seria exaltado. “Não sabeis o que significam estas coisas?” (v.12). Deus cumpre as Suas promessas. O mundo pode até rejeitar o método divino, mas como “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9), precisamos ser a planta dileta do Senhor, permitindo que Ele opere em nós tudo o que é necessário “para produzir ramos e dar frutos” (v.8) para a Sua glória.

Fazer parte de uma igreja ou ser reconhecido como crente não faz de ninguém um verdadeiro cristão. Apenas o contato pessoal com a Fonte da vida pode gerar uma boa colheita. Sustentar uma aparência de piedade enquanto se é regido pelos ídolos do coração logo se revela como a pior farsa que existe. “Prosperará, escapará aquele que faz tais coisas? Violará a aliança e escapará?” (v.15). Certamente que não. A profecia da primeira vinda de Cristo já se cumpriu e, às vésperas da Sua segunda vinda, quando o destino eterno de todos estará definido, não acham que deveríamos estar ainda mais vigilantes quanto ao nosso preparo e resgate daqueles que ainda jazem em trevas?

Que possamos estar diariamente firmados no solo fértil do Senhor, dEle recebendo o necessário para estarmos em pé no Dia de Cristo. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3).

Querido Pai que habita nos Céus, cada profecia tem aberto os nossos olhos não somente para enxergar a situação da igreja e do mundo, mas a nossa. Precisamos examinar a nós mesmos, se estamos andando com o Senhor ou rejeitando o teu caminho. Nosso coração é enganoso, mas tu o conheces. Sonda-o, Pai! Como Davi, nós Te suplicamos: Vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, excelente videira de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 16 – Comentado por Rosana Barros
10 de abril de 2024, 0:45
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Não, Deus não estava se referindo à Babilônia neste capítulo, e sim à menina dos Seus olhos: Jerusalém. Naquele tempo muitas meninas que nasciam eram abandonadas à própria sorte, mas Deus usou desta analogia para declarar o Seu amor pelo Seu povo desde o nascimento. Semelhante ao louvor poético do livro de Cantares, Ele não economizou palavras de afeto para descrever a Sua noiva. Com ela, Ele firmou concerto adornando-a com o melhor de Seu reino e cobrindo-a com Sua glória (v.14). Eis que “era tempo de amores” (v.8).

Porém, como uma mulher cujo coração não pertence a seu marido, Jerusalém exaltou-se a si mesma como objeto de cobiça (v.15). A sua fama, ao invés de causar-lhe profunda gratidão por Aquele que a amou primeiro, tornou-se em arrogância e em orgulho. Permitiu que o mesmo sentimento que despertou rebelião no Céu fosse aflorado em seu coração. E mediante a sua formosura, multiplicou a sua prostituição (v.26).

De forma pejorativa, e em linguagem forte, Jerusalém tornou-se um antro de práticas abomináveis, abrindo “as pernas a todo que passava” (v.25). As nações que antes a admiravam, passaram a vê-la como sua igual. Não havia mais diferença entre o povo de Deus e os ímpios, a ponto de sacrificarem seus próprios filhos (v.20) e o Senhor exclamar: “Ai, ai de ti!” (v.23). A falsa adoração a despojou do título de “rainha” eleita (v.13) para o de “meretriz descarada” (v.30). E sobre a sua cabeça recairiam os juízos de Deus segundo o seu procedimento (v.43). Comparada a Sodoma e a Samaria, Jerusalém praticou coisas ainda piores. A soberba e o egoísmo tornaram-na hostil para com as necessidades do próximo (v.49 e 52).

No livro de Apocalipse também encontramos a descrição de uma “grande meretriz” (Ap.17:1). Esta sim, referindo-se a Babilônia. E assim como o provérbio citado em Ezequiel: “Tal mãe, tal filha” (v.44), encontramos algo semelhante na visão de João: “BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA” (Ap.17:5). A profecia nos revela que há um poder religioso apóstata cuja apostasia gerou filhas e práticas abomináveis ao Senhor. Apesar da degradação de Jerusalém, o seu meretrício cessaria e Deus a conduziria ao arrependimento (v.63). Porém, com relação à Babilônia atual, o chamado ao arrependimento é para todo aquele que dela aceita se retirar: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).

Estamos vivendo em tempos difíceis e decisivos, amados. Deus sempre teve e sempre terá um povo para chamar de Seu. A ruína que sobreveio a Jerusalém foi o resultado da maldade que ali prevalecia. Esquecendo-se dos dias de sua mocidade (v.43), provou das consequências de seu fraco coração (v.30). Pela concupiscência dos olhos e da carne, caiu em profunda crise espiritual, a ponto de adorar a Deus e aos ídolos ao mesmo tempo. Erguida foi a bandeira da insanidade e deposta a verdadeira Bandeira (Êx.17:15).

O urgente e derradeiro chamado de Deus ao Seu povo no tempo do fim não é diferente em seu objetivo. O Senhor deseja estabelecer com o Seu Israel atual “uma aliança eterna” (v.60). As práticas abomináveis aos olhos do Senhor, hoje, não diferem das que levaram Jerusalém à queda. Inseridos em um mundo onde a máxima é de que não há verdade absoluta, a humanidade pensa ter aberto um terceiro caminho, quando a Bíblia é bem clara ao afirmar que só existem dois (Dt.30:15; Mt.7:13-14). E nesta busca insaciável pelo prazer a qualquer custo, o homem ergue em seu fraco coração ídolos que jamais conseguirão preencher o espaço que só o Eterno é capaz de preencher (Ec.3:9).

Deus está chamando homens que, semelhante a Josué, assumam o sacerdócio do lar e declarem firme e corajosamente ao mundo: “se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais […] Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Deus está chamando mulheres que não temam a pressão feminista e, como mulheres virtuosas (Pv.31:10), assumam a sua “missão de mãe” (1Tm.2:15) como uma sagrada e santa obra, e vivam como mulheres genuinamente piedosas (1Tm.2:9-10). Deus está chamando filhos que, à semelhança de José, honrem a seus pais e ao Senhor a despeito das tentações que os assaltam e das más influências que os rodeiam (Gn.39:12).

Creio estarmos vivendo o tempo para o cumprimento das palavras do profeta: “Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição” (Ml.4:6). Não é sem razão que as famílias têm sido bombardeadas por Satanás através dos inúmeros artifícios midiáticos. Precisamos blindar a nossa casa com oração e sabedoria. Precisamos, como Jacó, nos agarrar às vestes do Senhor e não deixá-Lo ir enquanto há graça. Então, quando os juízos de Deus vierem com ímpeto jamais visto, “serás salvo, tu e a tua casa” (At.16:31).

Senhor, estamos vivendo em dias semelhantes aos dias de Noé e aos de Ló. Há corrupção e apostasia por todos os lados. Não permite que estejamos no meio de tudo isso por escolha própria, pois eis que a Tua vontade é que nos retiremos para lugares de comunhão e não nos associemos com a impiedade. Mas enquanto muitos de nós ainda estamos habitando em lugares não favoráveis, ajuda-nos, Senhor, a não nos corrompermos tal foi com José no Egito e Daniel e seus amigos em Babilônia. Dá-nos a perseverança dos santos e a confiança de que, se dermos o passo da fé que deu Abraão, em obediência à Tua Palavra, o Senhor nos guiará em segurança para a Canaã Celestial. Que aonde estivermos, sejamos Tuas testemunhas, conduzindo muitos à justiça! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, famílias benditas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 15 – Comentado por Rosana Barros
9 de abril de 2024, 0:45
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Conforme o dicionário, sarmento é o “rebento anual da vide e de outras plantas”. Em outras palavras, são os ramos da vide. Mas a linguagem profética se refere aos sarmentos ou ramos ladrões que precisam ser podados para o bom crescimento da videira. De acordo com especialistas, quanto mais próximo for o ramo da posição vertical, maior vigor ele terá. Mas os sarmentos inadequados para uma boa produção devem ser cortados ou se tornarão uma ameaça para toda a planta. Diante desta análise, percebemos a situação dramática que envolvia os “habitantes de Jerusalém” (v.6). Deus os comparou a sarmentos que para mais nada serviam, a não ser para serem lançados ao fogo (v.4). Suas “graves transgressões” (v.8) tornaram-lhes ramos infrutíferos que ameaçavam a ruína completa do povo de Deus. A começar por seus líderes, Israel havia se desconectado da Fonte da vida.

No livro de João, também no capítulo quinze, Jesus afirma: “Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor” (Jo.15:1). Se você ler a respeito dos cuidados que se devem ter na viticultura, perceberá que o Senhor não fugiu em nada do que é necessário para se obter uma boa colheita, pois que Ele mesmo estabeleceu as leis naturais. Ramos que não dão bons frutos são peso morto em uma videira e prejudicam aqueles que frutificam. A analogia utilizada pelo profeta e por Jesus é lógica e totalmente compreensível: o homem que dá as costas ao Seu Criador rejeita a vida e caminha para a morte.

Toda a criação revela o cuidado e a existência de um Deus que através dela Se manifesta: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm.1:20). Deus Se utiliza da natureza para expressar em linguagem humana os Seus propósitos a fim de que possamos compreendê-los. A figura de linguagem utilizada por Jesus, portanto, nos habilita a entender o que Ele falou no sermão da montanha, que nem todo o que diz “Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus” (Mt.7:21).

Israel já não sabia mais discernir o certo do errado. Já não mais fazia diferença entre o santo e o profano. E, como sarmentos secos, tanto os líderes como a maior parte do povo precisavam ser podados. Aquele que afirma ser cristão, mas, como um ramo seco, não produz o fruto do Espírito (Gl.5:22-23), é cortado pelo Agricultor para receber o salário inevitável (Rm.6:23). Tiveram o inigualável privilégio de estar na Videira (Jo.15:2), contudo, recusaram ser limpos por Sua Palavra e nela permanecer (Jo.15:3 e 5). E como podemos permanecer ligados à Videira verdadeira? Jesus mesmo nos ensina: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor” (Jo.15:10).

Percebem que tudo está baseado no amor? A perfeita expressão do caráter divino é o amor. E é este princípio sagrado que Ele nos convida a viver. Por isso que Jesus virá buscar não um povo legalista, mas um remanescente que compreendeu o perfeito amor de Deus na observância dos Seus mandamentos. O grande Legislador deseja replicar o que um dia escreveu com o próprio dedo em tábuas de pedra (Êx.31:18), nas tábuas de carne do teu coração (2Co.3:3). Você não foi criado para aquecer a fornalha do castigo que foi “preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41), mas “para a vida eterna” (Mt.25:46). Portanto, apegue-se à Videira, que é Jesus Cristo, permita ser limpo por Sua Palavra e permaneça nEle dando “muito fruto” (Jo.15:8).

Pai de amor, Tu és o divino agricultor. Sabes o que é melhor para o nosso crescimento e amadurecimento espiritual. Queremos estar ligados à Videira verdadeira, à Raiz de Davi, frutificando para a Tua glória. Necessitamos do agir do Espírito Santo podando o que precisa ser podado e tornando-nos ramos sadios e frutíferos, preparados para a colheita final. Senhor, salva-nos! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, ramos frutíferos da Videira verdadeira!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 14 – Comentado por Rosana Barros
8 de abril de 2024, 0:45
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O capítulo de hoje é praticamente um grito de Deus à humanidade. Sofrendo os reveses do exílio, os “anciãos de Israel” (v.1) procuraram o profeta de Deus em busca de respostas. Contudo, não visavam ouvir a voz de Deus, mas acalentar seus corações corruptos com o que desejavam ouvir. Aquele, porém, que sonda os corações conhecia muito bem o seu conteúdo. Seus ídolos ocupavam o lugar que devia pertencer somente ao Senhor. Seu tempo era preenchido com tudo o que alimentasse a sua idolatria, menos com Deus. E seu contentamento estava em ouvir profecias e palavras falsas, “segundo a multidão dos seus ídolos” (v.4), que os fizessem permanecer em sua condição de comodidade e apostasia.

Meus amados irmãos, o que está acontecendo conosco, hoje? Somos teimosos e demasiado lentos para confiar em Deus e obedecer ao que Ele nos deixou escrito por intermédio de Seus profetas. “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede em Seus profetas, e prosperareis” (2Cr.20:20). A verdade é que o que pregamos, nós mesmos somos tardios em praticar e confiar. Querem um exemplo?

Desde o período da pandemia, há uma longa discussão acerca de ir morar no campo ou não, lançando sombras e dúvidas na palavra profética. A serva de Deus é muito clara: se você tem uma família, principalmente com filhos pequenos, o plano divino é a vida no campo. Se você não tem filhos pequenos, mas tem condições de tomar tal decisão, por questões espirituais, a fim de aperfeiçoar o caráter, então vá. Mas tudo deve ser feito com ordem, decência e muita oração. Simples assim. É uma vida que requer mais esforços e renúncias? Sim. Sem dúvida. Mas também foi o plano divino para nos proteger, e a nossos filhos, das influências deste século e nos preparar para a crise final que há de vir. (No final do texto e da descrição do vídeo no YouTube, deixo para vocês o link de uma mensagem muito coerente com o pastor Josanan Alves sobre o assunto. Assista, por favor).

Os sinais que têm acontecido no mundo natural e no mundo social, apesar de catastróficos e assustadores, não chegam nem perto dos sinais que definirão “o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18): “Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:10-13). Noé, Daniel e Jó foram usados como exemplo pelo próprio Deus quando o assunto é fidelidade e perseverança.

Foi fácil para Noé passar 120 anos ouvindo de todos que ele estava louco? Não, amados. Mas ele confiou no Senhor e empregou tudo o que tinha na construção da arca e salvação de sua casa. Foi fácil para Daniel contrariar as ordens do monarca mais cruel de sua época? Mas ele decidiu firmemente ser fiel a Deus. Foi fácil para Jó suportar tanta dor e sofrimento? Mas ele permaneceu com sua fé inabalável em seu Redentor. Mesmo com as recompensas que aqui receberam, nenhum dos três olhava ou almejava as coisas corruptíveis, mas seus corações desfaleciam de saudades de Deus e da pátria superior.

Salve a sua vida e a sua casa! Precisamos nos mover antes que seja tarde! Jesus pode voltar daqui a 10 anos, 5 anos ou daqui alguns meses ou dias. Não sabemos quando Ele virá. Mas também não sabemos se estaremos vivos amanhã e, para os pais que ainda possuem filhos pequenos, nossos filhos não estarão congelados na infância até lá. Por isso, o Senhor nos apela, agora: “Convertei-vos, e apartai-vos dos vossos ídolos, e dai as costas a todas as vossas abominações” (v.6). Por favor, consideremos essas palavras com temor e oração! Está chegando o tempo em que, por mais que os pais sejam justos e verdadeiros adoradores diante de Deus, a Terra estará tão corrompida, que “não salvariam nem a seu filho nem a sua filha; pela sua justiça salvariam apenas a sua própria vida” (v.20).

Em uma era onde a tecnologia tornou-se um ídolo no coração de muitos, fomos chamados para ser diferentes. Nossa vida deve mover-se em direção contrária a todas as tendências deste mundo que nos afastam do conhecimento do Senhor. E essa obra deve começar no “coração dos pais aos filhos” e, então, no “coração dos filhos a seus pais” (Ml.4:6). A fim de que não aconteça em nossa casa o que aconteceu a Israel, que, por se misturar “com os povos”, acabou levando “seus filhos ao matador” (Os.7:8; 9:13). Oh, amados, clamemos por um coração como o de Cristo! Está mais do que na hora de despertarmos do nosso torpor espiritual! E será essa obra de reavivamento e reforma em nós que despertará nossos filhos a terem sua própria experiência com Deus.

Ainda existe esperança, meus irmãos! Pois “eis que alguns restarão nela, que levarão fora tanto filhos como filhas” (v.22). E saberemos “que não foi sem motivo tudo quanto” o Senhor fez na Terra, “diz o Senhor Deus” (v.23). É tempo de vivermos pela fé. E quando o Senhor declarar: “quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (Lc.18:8), que sejamos o Seu consolo, “o fruto do penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).

Pai nosso, Te agradecemos pela palavra profética, que tem sido um instrumento de comunicação entre o Senhor e o Seu povo ao longo dos séculos! Abre o nosso entendimento, hoje, a fim de compreendermos com clareza a Tua vontade para nossa vida e nossa família, e concede-nos fé e coragem para praticá-la. Batiza-nos com o Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, justos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

Link do vídeo “Há tempo profético para sair das cidades?”: https://youtu.be/wd4ve8uOpT8

#Ezequiel14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 13 – Comentado por Rosana Barros
7 de abril de 2024, 0:45
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O dom de profecia tem sido dado por Deus ao homem desde que o pecado o separou de Seu Criador. Mesmo não sendo chamado de profeta, o livro de Judas revela Enoque como sendo o primeiro a profetizar: “Quanto a estes foi que também profetizou Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que veio o Senhor entre Suas santas miríades, para exercer juízo contra todos e para fazer convictos todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram e acerca de todas as palavras insolentes que ímpios pecadores proferiram contra Ele” (Jd.14 e 15). Vocês entendem que desde a geração de Adão foi revelado ao mundo, através da profecia, que Jesus há de vir para exercer um juízo final e definitivo?

Os pseudo profetas de Israel não declaravam o “assim diz o Senhor”, mas exprimiam o que lhes vinha do próprio coração (v.2). Fazendo um apanhado bíblico acerca do que provém do coração humano, encontramos a seguinte realidade: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto” (Jr.17:9). “Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias” (Mt.15:19). Analisando este “lixo” humano interior, percebemos que o Senhor foi bem misericordioso ao chamar o que eles falavam apenas de “visões mentirosas” (v.8) e “visões falsas” (v.9).

Não estamos diante de um livro qualquer, amados. Você não acabou de examinar páginas de um periódico semanal, mas do “que sai da boca de Deus” (Mt.4:4) e que tem validade eterna (Is.40:8). Profetizar e afirmar que “o Senhor disse” (v.6) quando Ele não disse, é mergulhar de cabeça para a morte. A divulgação de mentiras, ou de meias-verdades, em troca de popularidade e de ganhos pessoais, têm levado multidões a acreditar em um dos maiores enganos de todos os tempos: “Paz, quando não há paz” (v.10).

Acesse os principais sites de notícias mundiais e você verá que eu não estou profetizando, mas afirmando o que está escrito: “Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros” (Mt.24:10). A humanidade está destruindo a Terra e uns aos outros. O direito à vida já deixou de ser um direito e transformou-se em uma luta pela sobrevivência. Quer ouvir a verdade? Eis a verdade: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). É hora de despertar, igreja do Deus vivo! As gotas da chuva serôdia já estão caindo.

As dores de parto estão aumentando. “Haverá chuva de inundar” (v.11). Deus está para derramar a Sua tempestade de juízos sobre a Terra. E a quem você está dando ouvidos? Ao ASSIM DIZ O SENHOR ou ao assim diz o homem que o SENHOR disse? Quer saber se um profeta é verdadeiro? Prove-o segundo a Palavra de Deus: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Is.8:20).

As chamadas “filhas do teu povo” (v.17) também estavam profetizando, ou melhor, praticando a feitiçaria, usando o nome de Deus para fins egoístas. O dom profético não é um dom exclusivo para os homens, já que a Bíblia mesmo faz menção de mulheres que foram usadas por Deus com este propósito, como: Miriam (Êx.15:20), Débora (Jz.4:4), Hulda (2Rs.22:14), as quatro filhas de Filipe (At.21:9). Portanto, Deus pode chamar homens e mulheres para este ministério de acordo com a necessidade dos santos. Pois “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Pv.29:18).

Em um momento de real necessidade, o Senhor concedeu o dom profético a uma mulher que, humanamente desprovida de qualquer capacidade, foi erguida de forma sobrenatural para que as verdades que haviam sido lançadas por terra (Dn.8:12) pudessem novamente ser reveladas ao mundo. Sim, eu estou falando de Ellen G. White. Uma pessoa comum como você e eu, mas que escolheu morrer para o eu e viver para a glória de Deus. Ela não foi escolhida por ser especial, mas tornou-se especial por se deixar ser escolhida. Ao fazer menção de sua pessoa aqui não estou levantando a bandeira de uma denominação, mas a bandeira da Palavra de Deus. Pois não há como ler os escritos desta mulher de Deus (com profunda humildade) e não ser levado a amar a Bíblia.

Do mesmo modo com que a destruição virá aos mentirosos, virá também aos que rejeitaram a verdade. Os escritos da irmã White não provocam divisões, mas são para a edificação da igreja (1Co.14:4), para subir “às brechas” e fazer “muros para a casa” do Israel espiritual de Deus, “para que ela permaneça firme no Dia do Senhor” (v.5). Foi com este objetivo que Deus a chamou e a usou. As classes que têm se levantado a provocar divisões no corpo de Cristo têm cometido uma abominação ao Senhor. Querem saber se os escritos de Ellen White são divinamente inspirados? Então, provai “se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora” (1Jo.4:1).

“Põe-te contra” (v.17) os falsos profetas, mas cuidado, muito cuidado para não dar as costas ao que é verdadeiro! Deus já está realizando a obra de soltar “livres como aves as almas” (v.20) que foram presas por falsos ensinos. Elas farão parte do remanescente de Deus, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). E “o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Ap.19:10). Quer continuar cego e surdo? Deus respeita a sua decisão. Mas quer ser liberto desta condição? Então, vá ler o que o Espírito Santo inspirou a Sua serva a escrever e você descobrirá que foi mais uma forma que Ele encontrou de lhe dizer: “Prepara-te, filho Meu, pois Eu logo voltarei!”

Pai de amor, o Senhor sempre levantou Seus servos, os profetas, para falar ao coração do Teu povo. A Israel, no deserto, Moisés, com quem o Senhor falava face a face. A Israel, na terra prometida, Samuel, Natã, Hulda, e tantos outros. A Israel, a fim de repreendê-la, Elias, Isaías, Jeremias. A Israel, em cativeiro, Ezequiel, Daniel. A Israel de volta para Jerusalém, Zacarias, Ageu, Malaquias. A Israel, geração da primeira visitação de Cristo, João Batista. Como, Senhor, não enviarias à última geração da Terra uma voz profética a fim de habilitar um povo preparado para a segunda vinda de Cristo? Oh, Pai, eu Te louvo pelas orientações tão claras e que fazem tanto sentido diante de tudo que temos vivido nestes últimos dias! Desperta-nos para a Tua glória e para estarmos prontos para Te encontrar! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, remanescente de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel13 #RPSP

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Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 12 – Comentado por Rosana Barros
6 de abril de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

A primeira rebelião do universo se deu no Céu. Liderados por Lúcifer, um anjo de luz que colocou em dúvida o amor e a justiça de Deus, uma terça parte dos anjos foi expulsa do Céu juntamente com ele (Ap.12:7-9). Em sua tentativa de provar diante dos seres não caídos que seu governo era melhor, o anjo rebelde arquitetou um plano para enganar o casal recém-criado. Quando Adão e sua mulher comeram do fruto, parecia que seu plano havia se cumprido e que possuía todo o direito sobre o mundo. Mas Aquele que instituíra o sábado como um memorial da criação e de Sua autoridade sobre “toda a obra que, como Criador, fizera” (Gn.2:3), logo revelou o Seu vitorioso e salvífico plano diante da “antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap.12:9), dizendo: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn.3:15).

Caim, Cam, Esaú, os filhos de Eli, dentre outros, são exemplos de pessoas que, por sua rebelião, rejeitaram e perderam as bênçãos advindas de uma vida de comunhão e de obediência ao Senhor. Na promessa de que em uma mulher seria gerado o Messias, e que este destruiria de uma vez por todas o inimigo das almas, estão implícitas as duas maiores promessas de Deus à humanidade: a primeira e a segunda vinda de Cristo. No tempo determinado e cumprindo cada palavra escrita a respeito dEle nas Escrituras, Jesus veio primeira vez deixando uma marca incomparável no mundo, de forma que a Sua vida dividiu o calendário em antes e depois de Cristo. Mas o tempo de Sua visitação também foi marcado pelo desprezo e rejeição daqueles que se declaravam fieis sentinelas de Sua vinda.

Habitando “no meio da casa rebelde” (v.2), Ezequiel recebeu ordens divinas de encenar o que aconteceria à nação desobediente: “porque por sinal te pus à casa de Israel” (v.6), na esperança de que pudessem entender o recado profético (v.3). Cegos e surdos aos avisos do Senhor (v.2), sem compreender, perguntaram ao profeta: “Que fazes tu?” (v.9). Mas ao declarar Ezequiel: “Eu sou o vosso sinal” (v.11), e revelar o destino do príncipe de seu povo (12-13), o que se cumpriu na vida do rei Zedequias com precisão (2Rs.25:4-7), ao invés de encontrar arrependimento e contrição, o profeta encontrou resistência ainda maior no lamentável provérbio: “Prolongue-se o tempo, e não se cumpra a profecia” (v.22).

Da mesma sorte, referindo-se aos últimos dias, o apóstolo Pedro declarou: “tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da Sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2Pe.3:3-4). Contudo, desde a entrada do pecado no mundo, nada permanece como no princípio da criação. O pecado causou uma ruptura da humanidade com Deus e manchou de tal forma a natureza antes perfeita, que a imagem divina no homem foi severamente prejudicada e não há mais nada na natureza que possa ser comparado às primícias do Éden. Uma coisa, porém, não mudou e jamais poderá mudar: o amor de Deus por nós e Sua promessa de nos levar de volta para casa.

Independentemente da rebelião que há no mundo, instigada pelo primeiro rebelde, seguremos firme no leme da fé que nos conduzirá ao porto seguro. Temos um mapa fiel e infalível em mãos, amados. Examinemos a Palavra de Deus, olhando com confiança inabalável para a promessa do segundo advento do nosso Redentor. Jesus vive! Ele intercede por nós! Olhemos para Ele e gravemos em nossa mente Suas maravilhosas palavras de consolo e esperança:

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:1-3).

Breve todos saberão que o Senhor é Deus. Sejamos, pois, Seus fieis atalaias, declarando ao mundo, antes que seja tarde: “Assim diz o Senhor Deus: Não será retardada nenhuma das Minhas palavras; e a palavra que falei se cumprirá, diz o Senhor Deus” (v.28).

Senhor Deus, nós Te louvamos por Tua fidelidade e bondade para conosco! Somos indignos de estar em Tua presença, mas ainda assim, o Senhor Se aproxima de nós com terno amor, nos falando através da Tua Palavra. Livra-nos de agir como uma casa rebelde! Abre os nossos olhos e os nossos ouvidos, de modo que estejamos vigilantes, bem atentos aos sinais que apontam o quão perto estamos de ir para Tua casa! E volta logo, Senhor! Estamos com saudades! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, atalaias dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 11 – Comentado por Rosana Barros
5 de abril de 2024, 0:45
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Há alguns anos faleceu um pastor muito querido que, mesmo depois de jubilado, possuía um lindo ministério de evangelismo. Provavelmente ele nem lembrasse de mim e de minha família, mas ao saber do ocorrido, ficamos muito tristes e meu filho mais velho logo lembrou: – Era aquele pastor daquela música, mãe, “O Senhor é o meu Pastor”? Todas as vezes que este querido ministro ia pregar, ele gostava de introduzir o sermão com o louvor do Salmo 23, e isso ficou bem gravado na mente de meu filho. É bem provável que o anúncio de Deus acerca da condição dos líderes espirituais da nação e a morte de um deles tenha despertado a memória de Ezequiel aos anos em que ele crescia naquele meio e até mesmo a admiração e respeito que nutria por eles. A morte de Pelatias (v.13) e o conhecimento sobre o futuro dos demais encheu o seu coração de tristeza e aflição.

Profetizar “contra eles” (v.4) certamente foi uma tarefa muito dura e difícil para Ezequiel. Vemos a obra constante do Espírito Santo erguendo o profeta de seu estado de contrição e caindo sobre ele (v.5) a fim de que pudesse ouvir as palavras do Senhor. O ministério profético era um serviço privilegiado, mas angustiante. Geralmente, Deus chamava homens e mulheres para declarar palavras de advertência e repreensão aos de seu próprio povo. Quando Jonas fugiu de seu chamado a pregar aos ninivitas, considerou ser tarefa demasiado difícil para cumprir. Contudo, eu creio que não exista tarefa mais desafiadora do que a que deva ser realizada aos de casa.

O próprio Jesus foi o mais experimentado dos homens, de forma que “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo.1:11). Quando em Nazaré, onde havia crescido, mesmo reconhecido como detentor de sabedoria e poder jamais vistos, Jesus “não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles” (Mt.13:58). O Senhor sabe o que se passa em nossa mente e o que de fato move as nossas ações (v.5). Ele não leva em conta quanto trabalho fazemos, mas o que nos move a realizá-los. Ao profeta foi revelado que havia pecados ocultos na vida daqueles líderes e que seu serviço no templo na verdade se tratava de um desserviço, pois que maquinavam vilezas e aconselhavam perversamente (v.2).

Amados, temos tantos que amamos e admiramos neste mundo como homens e mulheres de Deus. E o Senhor nos deixou esse sentimento de respeito e admiração uns pelos outros como uma bênção. Mas isso se torna em maldição se depositamos toda a nossa confiança em seres humanos tão falíveis quanto nós. Não foi fácil para Ezequiel declarar ao povo “todas as coisas que o Senhor [lhe] havia mostrado” (v.25), mas ele assim o fez porque Deus ocupava lugar de primazia em sua vida. Nenhum profeta foi afligido com mensagens de juízo sem receber conjuntamente o consolo e a bendita esperança da restauração.

Ainda que as estrelas mais brilhantes percam a sua luz, precisamos manter os nossos olhos nAquele que é “a Luz do mundo” (Jo.8:12). Jesus Cristo, o Sol da Justiça, incide Seus raios de fé e de amor esperando que nos coloquemos em lugar de recebê-los. Muitos que um dia estiveram sob Sua santa incidência têm se colocado sob a sombra de seus pecados ocultos até que estes os lancem no abismo onde nenhuma luz há. Oh, meus irmãos, como o Espírito deseja novamente erguê-los! Como há, agora, grande comoção no Céu pelos que ainda perecem na escuridão do pecado! Olhemos para Jesus! Olhemos para a Luz do mundo! E por mais difícil que possamos considerar a nossa missão nesses últimos dias, somos testemunhas de Jesus com um único e claro objetivo: “buscar e salvar o perdido” (Lc.19:10).

Cumpra-se na igreja de Deus, hoje, as palavras do Senhor: “Dar-lhes-ei um só coração, espírito novo porei dentro deles; tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei coração de carne; para que andem nos Meus estatutos, e guardem os Meus juízos, e os executem; eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus” (v.19-20). Que o Senhor encontre em nós um coração aberto ao trabalho do Espírito Santo para que se cumpra em nossa vida “tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade” (Fp.2:13).

Querido Pai que habita nos Céus, como é triste saber que muitos têm se desviado de Teu plano de amor! E isso não acontece de repente, mas aos poucos. De forma sutil e ardilosa, o inimigo tem inserido na mente de muitos a mistura maligna da verdade com o engano, de forma que, tal foi com o rei Saul, afugentam a presença do Espírito Santo e tornam-se alvos fáceis de Satanás e seus agentes. Senhor, queremos ser como Ezequiel, de forma que o Teu Espírito caia sobre nós e não incorramos no erro de dar ouvidos a mentiras, mas, revestidos do Teu poder, possamos dar ao mundo o sonido certo de um claro e fiel “assim diz o Senhor”. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, fieis testemunhas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 10 – Comentado por Rosana Barros
4 de abril de 2024, 0:45
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Semelhante à sua primeira visão, Ezequiel viu como uma fusão entre àquela e a última. O “homem vestido de linho” (v.2) aparece segunda vez com a missão de espalhar “brasas acesas” (v.2) sobre Jerusalém. Haveria um juízo purificador, mediante o qual a glória de Deus seria retirada. O movimento das rodas e dos querubins simbolizava a perfeita ordem que há nos oráculos de Deus. A apostasia de Judá contrastava por completo com a obediência dos seres viventes que realizavam com exatidão as ordens “do Deus Todo-Poderoso”, de forma que até o “tatalar das asas dos querubins” se assemelhava à voz do Senhor, “quando fala” (v.5).

As brasas lançadas “sobre a cidade” (v.2) representavam o juízo purificador de Deus sobre aquele lugar. Logo, não mais uma cidade apenas receberá tal juízo, mas toda a Terra, no “Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” (2Pe.3:12). “Quando, porém, se completarem os mil anos” (Ap.20:7), descerá sobre a Terra o fogo definitivo, que consumirá os ímpios: “desceu, porém, fogo do céu e os consumiu” (Ap.20:9). Há uma mensagem de advertência para nós, hoje, dada aos profetas. As profecias foram reveladas não somente ao antigo Israel, mas são um recado atual que revela a justiça e a misericórdia de Deus, como reforça Ellen White:

“As mensagens de consolo e admoestação dadas por meio dos profetas que tornaram claro o eterno propósito divino em favor da humanidade são de valor especial para a igreja de Deus hoje – os guardas de Sua vinha na Terra. Nos ensinos dos profetas, o amor de Deus pela humanidade decaída e Seu plano para sua salvação são claramente revelados. A história do chamado de Israel, de seus sucessos e fracassos, de sua restauração ao favor divino, da rejeição do Senhor da vinha e de Seu plano ser levado avante por um bom remanescente, a quem seriam cumpridas todas as promessas do concerto, tem sido o tema dos mensageiros de Deus para Sua igreja através dos séculos até aqui. E hoje a mensagem de Deus à Sua igreja – aos que estão ocupando Sua vinha como fiéis lavradores – não é outra senão aquela expressa pelo profeta no passado” (Profetas e Reis, CPB, p.22).

Quando for fechada a porta que ninguém pode abrir e for retirado da Terra o Espírito Santo que ainda inibe as forças do mal, terá início uma cena de horror jamais vista. Como a nação de Israel ficou destituída da glória de Deus, recebendo sobre si os juízos sobre os quais havia sido advertida, o mundo há de sofrer tudo o que, por intermédio de Seus profetas, o Senhor tornou conhecido. Não haverá desculpas para a ignorância. A obra do Espírito Santo estará completada assim como a obra do Pai e do Filho. Todos haverão decidido de que lado estar no grande conflito.

Pela fé, ouçamos hoje, como o “tatalar das asas dos querubins”, “a voz do Deus Todo-Poderoso” (v.5) a nos falar por meio de Seu profeta: “Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à Sua voz e apegando-te a Ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó” (Dt.30:19-20). Eis a terra que Abraão e sua descendência aspiravam: “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Suspiremos pela pátria celestial, confessando que somos “estrangeiros e peregrinos sobre a Terra” (Hb.11:13). Então, quando chegar o tempo das desolações finais, não temeremos, mas seguros estaremos “no esconderijo do Altíssimo” (Sl.91:1), até o Dia de nosso resgate.

Oh, Senhor, que reina soberano no trono do Universo, mas que também habita com o contrito e abatido de espírito, nós Te louvamos por Tua Palavra e pelas preciosas e fieis promessas nela contidas! Está muito perto o dia de nossa eterna libertação e queremos estar preparados para Te encontrar. Que o Teu Espírito complete em nós a boa obra que começou. Que a nossa comunhão diária Contigo nos santifique e continue a nos santificar até o glorioso dia em que receberemos a coroa da vitória sobre o mal. Ajuda-nos a sermos Teus amigos! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, remidos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 09 – Comentado por Rosana Barros
3 de abril de 2024, 0:45
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Assim foi apresentado a Ezequiel o juízo divino. Seres celestiais, agentes do juízo, tomaram posição no cumprimento de seu dever. Detentores das armas da justiça de Deus, e acompanhados de um escrivão com a ordem de selar “a testa dos homens” (v.4) que se entristeciam por todas as abominações cometidas no meio de seu povo, um cenário foi apresentado não somente para aquele tempo, mas como uma prefiguração do juízo final. O sinal na testa representa uma escolha consciente de temer a Deus e de se desviar do mal. Contudo, aos demais que haviam se corrompido e se recusado a dar ouvidos ao Senhor, seu destino foi a morte, a começar pelo santuário, ou seja, pelos líderes espirituais da nação (v.6).

Quão terrível foi o sentimento experimentado pelo profeta ao perceber que só havia ficado ele “de resto” (v.8)! Um sinal também foi exigido dos filhos de Israel quando do derramamento da última praga no Egito. O sangue de um cordeiro nos umbrais da porta era uma marca demasiado significativa, um sinal da aliança de cada família com “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29). Uma grande tensão tomou conta de cada casa, mas tão logo o anjo destruidor passava sem molestar os que obedeceram às ordens de Deus, seus corações eram tomados de profunda gratidão. O sangue de Cristo, este símbolo sagrado de nossa preciosa redenção, continua sendo um símbolo de purificação na vida de quem escolhe não se contaminar com as finas iguarias do príncipe deste século (Dn.1:8).

Está escrito sobre os salvos: “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Havemos de passar por um selamento definitivo e um tempo de grande angústia. Ouso afirmar que já começamos a experimentar o princípio deste tempo. E muitos têm sido guardados pelo Senhor no descanso da morte. Mas um derradeiro grupo, os que ficarem “de resto”, terão de passar pelo tempo sombrio. Nossa mente, porém, não deve estar concentrada no futuro desafiador, mas nas presentes oportunidades que temos de estar preparados e preparando outros para o glorioso retorno do nosso Redentor.

Embora a nossa luta seja grande e constante mediante um inimigo derrotado que tenta nos roubar a paz, que a bendita esperança que encheu o meu coração de fé através das palavras a seguir, também preencha o seu coração, na certeza de que o Senhor já nos garantiu a vitória:

“Não fiqueis desalentados, não desfaleçais. Embora tenhais tentações; embora sejais assediados pelo astuto inimigo, se o temor de Deus estiver diante de vós, anjos valorosos em poder serão enviados em vosso auxílio e podereis estar à altura de enfrentar os poderes das trevas. Jesus vive. Ele morreu para prover um meio de escape à raça caída; e vive hoje para fazer intercessão por nós, a fim de que sejamos exaltados à Sua destra. Tende confiança em Deus. O mundo anda no caminho largo; e ao andar no caminho estreito e ter de lutar com principados e potestades, e enfrentar a oposição de inimigos, lembrai-vos de que foram tomadas providências a vosso favor. A ajuda está a cargo de Alguém que é poderoso; e, por meio dEle, podeis vencer” (Ellen G. White, E Recebereis Poder, CPB, p.373).

Como Lutero e os demais reformadores tiveram de enfrentar a rejeição e perseguição daqueles que se diziam representantes de Deus, o remanescente fiel enfrentará a dura perseguição daqueles que antes erguiam o mesmo estandarte. Maior aflição, porém, advém de um coração que clama qual Davi: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me repulses da Tua presença, nem me retires o Teu Santo Espírito” (Sl.51:10-11). Consciente de seus pecados, Davi clamou pelo perdão e pela misericórdia divina. “De igual modo”, escreveu a irmã White, “todos quantos desejem seja seu nome conservado no livro da vida, devem, agora, nos poucos dias de graça que restam, afligir a alma diante de Deus, em tristeza pelo pecado e em arrependimento verdadeiro. Deve haver um exame de coração, profundo e fiel” (O Grande Conflito, CPB, p.493).

Examinemos o nosso coração, amados, e o preparemos para o selamento final dos santos (Ap.7:3).

Pai Celestial, logo todos nós estaremos com nosso destino eterno selado. Queremos ter o Teu selo em nossa fronte, de forma que não haja dúvida de que pertencemos a Ti. Mas para isso, precisamos tomar decisões acertadas aqui. A Tua Palavra diz que “todo homem piedoso Te fará súplicas em tempo de poder encontrar-Te” (Sl.32:6). Oh, Senhor, enquanto podemos achá-Lo, suplicamos que nos batize com o Espírito Santo! Prepara-nos para o refrigério da chuva serôdia e para o retorno de Cristo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia santos do Altíssimo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 08 – Comentado por Rosana Barros
2 de abril de 2024, 0:45
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Em um tempo sobremodo escuro, Deus levantou homens e mulheres que pela firmeza de caráter e fé viva sacudiram a Europa. Dentre eles estava Martinho Lutero, um sincero sacerdote da igreja papal que comoveu-se com grande reverência ao descobrir que a Palavra de Deus era muito mais do que as poucas palavras em latim proferidas nos cultos públicos. Acendeu-se em seu coração a chama do amor pela verdade. Verdade esta que defendeu e pregou a ponto de pôr em risco a própria vida. Em seus primeiros anos escolásticos aprendeu a reverenciar e ansiar estar em Roma, a qual considerava ser uma cidade santa e de atmosfera celestial. Mas eis a decepcionante surpresa do inocente clérigo:

“Na providência de Deus [Lutero] foi levado a visitar Roma. Seguiu viagem a pé, hospedando-se nos mosteiros, pelo caminho. Em um convento na Itália, encheu-se de admiração ante a riqueza, magnificência e luxo que testemunhou […] Com dolorosos pressentimentos Lutero contrastou esta cena com a renúncia e rigores de sua própria vida […] Afinal, contemplou à distância a cidade das sete colinas. Com profunda emoção prostrou-se ao solo, exclamando: ‘Santa Roma, eu te saúdo’[…] Por toda parte via cenas que o enchiam de espanto e horror. Observava a iniquidade que existia entre todas as classes do clero. Ouviu gracejos imorais dos prelados, e horrorizou-se com sua espantosa profanidade, mesmo durante a missa […] ‘Ninguém pode imaginar’, escreveu ele, ‘que pecados e ações infames se cometem em Roma; precisam ser vistos e ouvidos para serem cridos. Por isso costumam dizer: ‘Se há inferno, Roma está construída sobre ele: é um abismo donde procede toda espécie de pecado’” (EGW, O Grande Conflito, p.122).

A descrição de Lutero parece estar apoiada nas palavras dadas ao profeta Ezequiel no capítulo de hoje. O lugar de adoração, a morada de Deus, a Casa de oração para todos os povos havia se tornado em um antro de abominações. As visões apontam para pecados abertos e pecados ocultos, em uma escala crescente (ou poderia dizer, decrescente) e cada vez pior. A “imagem dos ciúmes” (v.5), os ídolos “pintados na parede em todo o redor” (v.10), as “mulheres assentadas chorando a Tamuz” (v.14), os “vinte e cinco homens, de costas para o templo” adorando o sol (v.16), compunham as terríveis abominações praticadas no templo “santo” dos judeus, e apontam para o passo a passo da apostasia final que culminará no selamento do povo de Deus e no derramamento das sete últimas pragas sobre os ímpios (Ap.7:3; Ap.16:1-16).

A apostasia de Jerusalém e a corrupção de Roma assemelham-se à condição espiritual da última igreja: “Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da Minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:16-17). Enquanto os judeus se orgulhavam de Jerusalém e os clérigos apontavam para Roma como um lugar sagrado, há uma igreja atual orgulhosa de seu status. O convite divino, contudo, revela uma igreja cujo Deus permanece do lado de fora: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20).

No relato de um homem desonesto, infeliz e desprezado por Seu povo, encontramos um exemplo prático de quando alguém aceita o convite do Senhor. Zaqueu tinha ouvido de Jesus e de Seus milagres. Ouviu de como Ele recebia os pecadores e como pregava e curava sem cobrar nada em troca. Zaqueu sentiu o contraste da vida de Cristo com a sua e um sentimento de vergonha e desprezo próprio tomou conta de seu coração. Ele precisava ver e ouvir Aquele Homem tão simples, mas cujo ministério era tão grandioso. Sua pequena estatura parecia-lhe um empecilho, mas foi a forma mais significativa e singela de Jesus lhe dizer: “Zaqueu, desce depressa”. Desce depressa do teu orgulho. Desce depressa do teu pedestal ilusório. E continuou: “pois Me convém ficar hoje em tua casa” (Lc.19:5).

A resposta de Zaqueu deve ser a resposta de todos nós: “Ele desceu a toda a pressa e O recebeu com alegria” (Lc.19:6). E Jesus mesmo promete a cada pecador arrependido que o resultado da visita divina será o mesmo: “Hoje, houve salvação nesta casa” (Lc.19:9). Mediante um reavivamento genuíno (ouvindo e aceitando as palavras do Senhor) e uma reforma completa de seu caráter e obras, Zaqueu é um antítipo daqueles que atenderão ao chamado divino nos últimos dias. Mediante todas as abominações que têm sido cometidas sobre a Terra e até mesmo no meio do professo povo de Deus, temos uma escolha a fazer, uma decisão firme a tomar.

Diante da indecisão de Israel, Josué declarou: “Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais”, e manifestou a sua firme decisão: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Elias instigou a indecisão de seu povo: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o” (1Rs.18:21). Logo estaremos todos “no vale da Decisão” (Jl.3:14), não como num lugar físico, mas como um símbolo de cada decisão pessoal, que estará selada para a vida ou para a morte eterna. A questão é: Cristo Jesus continua do lado de fora batendo para entrar ou estamos nos banqueteando diariamente em Sua presença?

Os capítulos 8 e 9 de Ezequiel devem nos levar a uma séria e urgente reflexão, amados. Atenderemos ao chamado de Deus em reconhecimento de nossa condição pecadora e necessitada da graça e do perdão divinos? Permitiremos que Cristo entre em nossa casa, de forma que as mudanças realizadas em nós reflitam a escolha que fizemos? Ou permaneceremos arraigados a pecados que podem até estar escondidos em uma forma religiosa, mas que impedem a livre atuação do Espírito Santo e provocam “ainda maiores abominações” (v.6), endurecendo o coração aos apelos do Céu?

Oh, meus irmãos, não incorramos nas abominações que muitos “fazem nas trevas” (v.12) e que impedem o Senhor de ouvi-los (v.18)! Mas, como Ezequiel, sentados em nossa casa, ali a mão do Senhor caia sobre nós (v.1) e nos conceda um vislumbre diário de Sua Palavra em nossos momentos de comunhão. Eu não sei você, mas eu prefiro que o Senhor me puxe pelos cabelos “da cabeça”(v.3) do que estar em oposição à Sua vontade (v.17). Compremos de Jesus o ouro de Sua fé e de Seu amor, as vestiduras brancas de Sua justiça e o colírio de Seu Espírito. Então, muito em breve, sentaremos com o Senhor em Seu trono (Ap.3:18 e 21). É a promessa dAquele que é o “Amém, a Testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da criação de Deus” (Ap.3:14).

Senhor, quantos avisos e advertências tão claros deixastes em Tua Palavra! São provas inequívocas de Teu amor, misericórdia e bondade para conosco. O Teu desejo é de nos salvar, e o sacrifício de Teu Unigênito nos garantiu a salvação. Mas todos nós temos uma escolha inteligente a fazer. Deste-nos a liberdade de decisão: obediência e vida ou desobediência e morte. É assim desde o princípio. Hoje, a falsa adoração representa o fruto proibido que podemos aceitar ou rejeitar. Pai de amor, dá-nos a real compreensão do tempo em que estamos vivendo, e como Lutero, Ezequiel, e tantos homens e mulheres de Deus do passado, dá-nos um amor tão grande por Ti que a Tua verdade seja mais preciosa do que a nossa própria vida. Dá-nos a perseverança dos santos! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, remanescente fiel!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel8 #RPSP

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