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“Buscai o Senhor, vós todos os mansos da terra, que cumpris o Seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura, lograreis esconder-vos no dia da ira do Senhor” (v.3).
As ameaças contra as cinco nações inimigas do povo de Deus anunciavam o livramento dos “restantes da casa de Judá” (v.7) e a destruição dos perversos, “até que não haja um morador sequer” (v.5). Em contraste com a abordagem violenta e orgulhosa daquelas nações, o Senhor convocou “todos os mansos da terra” (v.3) a se aproximarem dEle. A palavra hebraica usada para designar a mansidão significa “se inclinar”, “se submeter”. Ou seja, biblicamente falando, ser manso é muito mais do que manifestar tranquilidade; ser manso é ser submisso à vontade de Deus, estar conformado com ela. Nesse sentido, podemos compreender melhor o convite do Salvador: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt.11:28-29).
A vida de Jesus foi de perfeita e completa obediência. Sua submissão ao Pai era constante e nada fazia por vontade própria. Em cada madrugada despertava na certeza de que Seu Pai O aguardava para com Ele entreter preciosos momentos de comunhão. Ali, Jesus recebia as instruções do dia e o vigor espiritual para combater “o bom combate” (2Tm.4:7). Sua mansidão era claramente percebida em Suas palavras e vista em Suas ações. Não se tratava apenas de um Homem gentil, mas dAquele que revelou ao mundo a verdadeira mansidão, que é andar humildemente com Deus em atitude de submissão. O conselho dado através do profeta: “Buscai o Senhor […], buscai a mansidão” (v.3), rasga as cortinas do tempo e nos diz, hoje: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo.2:5).
Conhecido como o homem mais manso da Terra (Nm.12:3), Moisés recebia diariamente do Senhor as instruções e o poder para liderar a nação eleita. Era um homem submisso à vontade divina. No episódio das águas de Meribá não foi a manifestação de sua ira que o privou de entrar em Canaã, e sim seu ato de incredulidade e de rebeldia ao descumprir uma ordem de Deus (Nm.20:12). Portanto, a mansidão não é algo que se conquista e se torna inerente ao homem, mas um dom do Espírito que precisa ser buscado a cada dia na escola de Cristo. Precisamos encarar as adversidades como oportunidades de avanço e não como inibidoras dele. É nesse processo que, qual Moisés, o nosso encontro diário com Deus transparecerá em nossa face (Êx.34:29).
Semelhante aos juízos que sobreviriam às nações impenitentes, a Terra está prestes a ser atingida pelos “sete flagelos dos sete anjos” (Ap.15:8). E o chamado do Senhor a “todos os mansos da terra” (v.3) que ainda estão na Babilônia espiritual é este: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). Existem multidões de mansos que ainda não ouviram o último chamado de Deus. Pessoas que, mesmo não conhecendo toda a verdade, são muito sinceras e fiéis no que acreditam ser o correto. Mas o Senhor “atentará para eles e lhes mudará a sorte” (v.7). A todos, porém, que “escarneceram e se gabaram contra o povo do Senhor dos Exércitos” (v.10), serão “como Sodoma” e “como Gomorra” (v.9) “no dia da ira do Senhor” (v.3).
Olhemos para Jesus, amados, e busquemos nEle a mansidão e a humildade que necessitamos a fim de que sejamos participantes de Sua vida vitoriosa.
Querido Senhor, bendito seja o Teu nome! Pai, para termos um coração disposto e voluntário para fazer a Tua vontade necessitamos do Teu Espírito. Enche-nos do Espírito Santo! Sabemos que logo haverá um juízo final e queremos estar escondidos no esconderijo do Altíssimo. Fortalece a nossa fé em Ti e que a Tua Palavra continue iluminando o nosso caminho a cada dia. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, mansos da Terra!
Rosana Garcia Barros
#Sofonias2 #RPSP
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“Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção! O Dia do Senhor é amargo, e nele clama até o homem poderoso” (v.14).
Em um tempo consideravelmente próspero, quando o rei Josias promovia uma significativa reforma espiritual em Judá, Deus levantou Sofonias após um período de silêncio profético. Da linhagem real de Ezequias (v.1), o profeta estava familiarizado com a apostasia dentre aqueles que deveriam liderar a nação com o temor do Senhor. Vestindo-se da cultura pagã e idólatra dos povos vizinhos, Judá havia perdido sua identidade assemelhando-se a eles. A reforma nos dias de Josias “purificou a Judá e a Jerusalém” (2Cr.34:5). E, encontrado “o Livro da Lei na Casa do Senhor” (2Cr.34:15), Josias cuidou em lê-lo perante todo o povo e em renovar a “aliança ante o Senhor” (2Cr.34:31).
Tal reavivamento e reforma causou um grande impacto na nação e deu início a um período de paz. No entanto, a fidelidade do povo só durou o tempo de vida de Josias, e era dever de Sofonias indicar-lhes o futuro tempestuoso que os aguardava. Com linguagem apocalíptica, suas palavras apontavam para o cativeiro babilônico e possuem uma íntima relação com o juízo final: “De fato, consumirei todas as coisas sobre a face da Terra, diz o Senhor” (v.2). Primariamente, quanto ao reino de Judá, a profecia era uma ameaça contra os idólatras, contra os adoradores divididos (v.5) e contra os indiferentes (v.6). O que não deixa de ser uma clara advertência de Deus quanto à aplicação de Seu último juízo sobre a Terra.
A Bíblia apresenta o Dia do Senhor sob dois pontos de vista: o dos perdidos e o dos salvos. Para os salvos representa libertação e salvação. Dia de alegria e de encontro com o seu Deus (Is.25:9). Para os perdidos “é dia de indignação, dia de angústia e dia de alvoroço e desolação, dia de escuridade e negrume, dia de nuvens e densas trevas” (v.15). É certo que “o grande Dia do Senhor” (v.14), portanto, revelará o maior contraste que este mundo já viu, quando a maturação do mal terá seus efeitos aniquilados enquanto os salvos serão como um troféu perante o Universo dAquele que os comprou a preço de sangue.
Nesses últimos dias muitos falsos “profetas” têm se levantado alegando ser detentores de revelações divinas e usando da mídia para supervalorizar seus pontos de vista. Muitos destes são responsáveis pela instalação do pânico e do medo no coração “dos que não buscam o Senhor” (v.6), alardeando mensagens totalmente divergentes do “assim diz o Senhor”. As palavras de Sofonias não tinham a intenção de causar medo, mas de promover a perseverança necessária a fim de que os fiéis soubessem que haveriam de enfrentar um tempo sobremodo difícil e os ímpios fossem avisados e tivessem a oportunidade de se converter dos seus maus caminhos.
Há um juízo iminente que precisa ser anunciado tanto quanto um amor que precisa ser revelado. O amor de Deus não vela a Sua justiça, e vice e versa. Ambos são igualmente manifestados na pessoa de Jesus Cristo, que, por Sua justiça, foi o protagonista do maior ato de amor de todos os tempos. Diante de uma época de tantas incertezas, precisamos definir de que lado estamos independentemente da força espiritual alheia. A morte de Josias marcou uma nova fase de apostasia entre o povo. Não podemos apoiar a nossa fé na fé de outros. As virgens néscias farão isso (Mt.25:8) e descobrirão tarde demais que o Espírito Santo não é dado no último momento, mas outorgado é a todos os que O tem buscado diariamente.
Que, cheios do Espírito Santo, proclamemos ao mundo “o evangelho eterno” (Ap.14:6), com a nossa voz e com a nossa vida. Que temperada com amor, a mensagem do juízo divino abale toda a Terra: “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção!”.
Querido Deus e Pai, a cada livro profético percebemos a voz do Espírito Santo falando conosco e aumentando o seu volume em palavras cada vez mais apelativas. Dá-nos a mente de Cristo, Senhor, pois queremos entender com clareza a Tua vontade e colocá-la em prática. Não temos condições de Te obedecer e fazer a Tua vontade por nós mesmos, mas confiamos em Tua Palavra quando diz: “Tudo posso nAquele que me fortalece”. Se Cristo for a nossa força, certamente seremos vitoriosos com Ele a cada dia até aquele grande Dia. Veste-nos com as vestiduras da Tua justiça, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Sofonias1 #RPSP
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“Tenho ouvido, ó Senhor, as Tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a Tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na Tua ira, lembra-te da misericórdia” (v.2).
O livro que iniciou com uma oração em forma de lamentação, termina com uma oração “sob a forma de canto” (v.1). Alarmado diante das circunstâncias que abateriam o povo de Judá, o profeta iniciou o seu louvor com dois pedidos: 1º “aviva a Tua obra, ó Senhor” e “faze-a conhecida” e 2º “na Tua ira, lembra-Te da misericórdia”.
O desejo do profeta não era apenas para a sua geração, mas para as gerações que surgiriam “no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos” (v.2). De uma maneira linda e plena, Deus transformou o Habacuque perplexo em um homem de fé. Por mais que as circunstâncias pareçam ser um indicativo de fracasso, ele aprendeu que Deus é Deus independentemente de estarmos enfrentando boas ou más situações. As circunstâncias não afetam as promessas de Deus e nem devem abalar a nossa fé. Tudo está sob o controle dAquele cuja “glória cobre os céus” (v.3). De geração em geração, o Senhor revela o Seu poder “para salvamento” (v.13) do Seu povo e a Sua contínua misericórdia para com aqueles que O amam.
O avivamento da obra de que o profeta se referiu não tem que ver com obras laborais ou com rituais religiosos, mas com o verdadeiro conhecimento de Deus. Após ouvir a resposta do Senhor, ele compreendeu a parte que lhe cabia: “pois, em silêncio, devo esperar” (v.16). Habacuque aprendeu a confiar em Deus apesar das circunstâncias. O inimigo poderia lhe tirar todo o sustento (v.17), “todavia” (v.18), a sua alegria no Deus em quem confiava não mudaria. Isso é viver pela fé, uma fé viva e inteligente, a fé de Jesus.
Viver pela fé não é simplesmente professar um credo religioso, mas perseverar na confiança em Cristo “ainda que” falte o alimento; “ainda que” haja desemprego; “ainda que” morra alguém que amamos; “ainda que” pessoas nos decepcionem; “ainda que” tudo nos falte. Viver pela fé é confiar nAquele que jamais nos faltará (Sl.23:1). Pois quando Deus é suficiente em nossa vida, aprendemos a viver contentes “em toda e qualquer situação” (Fp.4:11).
Precisamos buscar viver o que Habacuque viveu e o que o apóstolo Paulo viveu e declarou: “entristecidos, mas sempre alegres; […] nada tendo, mas possuindo tudo” (2Co.6:10). Eis que a Bíblia nos apresenta a verdadeira alegria! Tal comunhão e intimidade com o Senhor redunda em sublime e incomparável felicidade. Quando escolhemos derramar nossas lágrimas e expor nossas aflições no altar do Senhor, Ele converte a nossa tristeza em gozo, o nosso pesar em alegria perene. Porque “os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Sl.126:5-6).
Amados, se tem algo que entristece o coração de Deus e que tirará muitos do reino dos céus é a incredulidade. A falta de fé é um bloqueio à voz do Espírito Santo. A revelação dada a Habacuque de que o justo viverá por sua fé (Hc.2:4), nos diz que a fé é indispensável na vida do cristão. Necessitamos de uma vida de constante confiança em Deus se queremos viver em Sua presença para sempre. E a fé é fortalecida justamente pelo estudo da Palavra de Deus. “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm.10:17, ARC). Portanto: “Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo” (Hb.3:12).
Permita que o Espírito Santo frutifique em seu coração a verdadeira alegria (Gl.5:22). Persevere em estudar a Bíblia, “orando em todo tempo no Espírito” (Ef.6:18). Desprenda-se das encostas de risco deste mundo e que seja “o Senhor Deus” a sua fortaleza (v.19). Então, ainda que as dificuldades deste mundo de pecado tirem o sorriso de seus lábios, jamais conseguirão tirar a alegria do seu coração, porque ela provém de uma fé viva e segura em Cristo Jesus, o nosso Deus vivo.
Pai amoroso e misericordioso, fazemos das palavras do profeta a nossa oração neste dia: “aviva a Tua obra, ó Senhor […] e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na Tua ira, lembra-te da misericórdia”, para que o Teu evangelho eterno seja pregado e nosso Redentor venha nos buscar. Dá-nos a fé viva e segura de que tanto necessitamos! Dá-nos o Espírito Santo em grande medida a fim de que façamos parte da geração que iluminará a Terra com a Tua glória, com o caráter de Cristo refletindo em nós. Eis-nos aqui, Senhor! Purifica os nossos lábios e o nosso coração e faze da nossa vida a morada do Teu Espírito. Ó, Pai, nesse tempo de exaustão, dá-nos um pouco mais do Teu fôlego de vida para ajudarmos nossos pequeninos irmãos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, alegres e confiantes no Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Habacuque3 #RPSP
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“Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé” (v.4).
Angustiado diante da situação de Judá, Habacuque comparou a sua espera pela resposta de Deus ao sentinela que fica em lugar alto e estratégico a fim de vigiar a cidade. No silêncio da solidão, o profeta buscou ouvir a única voz que poderia acalmar os anseios de seu coração. Sua “queixa” (v.1) não era uma murmuração, mas uma lamentação diante das dúvidas que o afligiam. Habacuque estava disposto a esperar e confiar que, no tempo determinado, o Senhor lhe responderia.
Uma visão lhe foi concedida com uma mensagem para que “a possa ler até quem passa correndo” (v.2). A angústia que antes inquietava o seu coração, tornou-se em esperança gravada “sobre tábuas” (v.2) para todo o povo. A mensagem de justificação pela fé é seguida de uma série de cinco “ais” sobre os principais pecados de Babilônia. Fraude, roubo, extorsão, cobiça, homicídio, bebedice, luxúria, imoralidade, idolatria, eram os “alicerces” sórdidos sobre os quais aquele império foi construído e sobre os quais seria destruído. Flertar com Babilônia e suas práticas é perigoso e fatal, amados. A menos que haja genuíno arrependimento, todos os que assim procedem, seguem pelo mesmo caminho de destruição, porque “o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23).
Por mais que o mal pareça prevalecer, “no tempo determinado” (v.3) por Deus ele cairá por terra. E assim como cumpriu-se o fim da antiga Babilônia, cumprir-se-á o fim da Babilônia atual: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8). Mesmo que pareça demorar, eis que “se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará” (v.3). A fé nesta promessa é o que move a vida do cristão. Precisamos da fé de Jesus. Precisamos manter nossos olhos no lugar Santíssimo na certeza de que, “no tempo determinado”, chegará a vez do verdadeiro culpado (v.16) tomar do cálice que o Justo Inocente bebeu (Mt.26:39).
Lutero passou por uma luta semelhante a de Habacuque e foi testemunha ocular de corrupção semelhante. Ao deparar-se com o verdadeiro significado da cruz, percebeu que o seu pior inimigo habitava em sua carne e que a sua única chance de salvação estava na fé em Cristo Jesus, que o salvou. Aquele que encheu a terra “do conhecimento da glória do Senhor” (v.14) passou a ser o alvo de seus mais profundos estudos. Em Jesus, tanto Lutero como Habacuque, Isaías e tantos outros, encontraram o verdadeiro caminho da vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Este caminho continua disponível a nós, hoje. Precisamos, portanto, guardar “firme, até ao fim, a confiança que desde o princípio, tivemos” (Hb.3:14).
No lugar Santíssimo do santuário celeste, Jesus tem cumprido o Seu ministério sacerdotal, aguardando apenas uma ordem do Pai: “Vai buscar os que são Teus!” Aqueles que viveram pela fé no Filho de Deus e que suspiraram e gemeram “por causa de todas as abominações que se cometeram” sobre a Terra (Ez.9:4), semelhante a Habacuque estarão vigiando conforme a ordem do Mestre: “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor” (Mt.24:42).
Que a nossa fé seja fortalecida nAquele que prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). E que estejamos todos prontos para dizer: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9).
Pai amoroso, Deus justo e santo, nós bendizemos o Teu nome porque temos a Tua Palavra, pela qual o Senhor fala conosco! E ela nos diz mais de 1000 vezes que Jesus voltará! Ó, Pai, dá-nos a fé de Jesus; fé que não desfaleça ainda que severamente provada! Livra-nos dos engodos e sutilezas de Babilônia! Ajuda-nos a não sairmos da nossa torre de vigia e a sermos a geração do Teu remanescente que refletirá a luz de Cristo, iluminando o mundo com a Tua glória. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, justificados pela fé em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Habacuque2 #RPSP
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“Não és Tu desde a eternidade, ó Senhor, meu Deus, ó meu Santo? Não morreremos. Ó Senhor, para executar juízo, puseste aquele povo; Tu, ó Rocha, o fundaste para servir de disciplina” (v.12).
Acusada de cometer injustiças, Judá tornou-se culpada perante Deus. A nação que deveria ser um exemplo de retidão diante das demais, mostrou-se perversa e violenta, cercando os justos com contendas e atitudes opressoras. O que sucedeu a Judá foi tão terrível, uma obra tão pavorosa, que seria difícil de acreditar sendo apenas contada (v.5). Apesar de não se tratar de um nome hebraico, alguns sugerem que o significado do nome do profeta está relacionado com uma palavra hebraica que denota “abraço”. Habacuque, portanto, não foi enviado para declarar um desfecho, mas para comunicar uma saída. A disciplina viria, seria, contudo, para correção e não para destruição. O Pai desejava abraçar novamente o Seu filho.
Como um filho rebelde, Judá escolheu andar por caminhos tortuosos e aprender à duras penas que longe do Senhor a vida não faz sentido. Fundada “para servir de disciplina” (v.12), Babilônia seria para o povo de Deus a prova de que não há lugar melhor do que aquele em que o Pai está. Semelhante à parábola do filho pródigo, Judá desejava andar longe do Pai. Seguindo os desejos de seu próprio coração corrupto, acabou em terra distante. Julgando-se ser rico o bastante, tornou-se miserável ao extremo. O clamor apavorado do profeta (v.2) revela o caos que a nação enfrentava e o desejo sincero de um filho de Deus de entender o propósito divino para tal litígio.
Quando decidimos seguir os desejos de nosso próprio coração enganoso, estamos declarando a Deus que não queremos viver debaixo de Seu abrigo, mas desfrutar do que Ele mesmo nos dá de forma egoísta e dissoluta, e em “terra distante” (Lc.15:13). Como um Pai amoroso, Deus não nos impede de partir, mas nunca Se cansa de nos esperar. E é esse amor paciente que tem aguardado os últimos pródigos retornarem ao lar, antes que Cristo volte “para executar juízo” (v.12).
A resposta para o profeta está em seus próprios questionamentos. Deus é Eterno, Ele sabe o fim desde o princípio. Deus é Santo, não pode comungar com a impiedade. Deus é Rocha, a Sua justiça é imutável e perfeita. Deus têm olhos puros, não habita onde reina a iniquidade. Assim como o pai do pródigo permitiu que ele partisse, Deus permitiu que Seu povo seguisse o caminho que ele mesmo escolheu e experimentasse o quão terrível é estar longe do Pai e de casa.
Muitos estão a consumir tudo o que Deus lhes deu até que, sobrevindo as dificuldades da vida, se veem sem nada. Então, ao invés de voltar para a casa do Pai, vão atrás de pessoas que os colocam em situação ainda pior. Mas aquele que cai em si, reconhecendo a sua inanição espiritual e volta para o lugar do qual jamais deveria ter saído, por mais miserável que seja a sua condição de retorno, há um Pai de amor que o aguarda. E, semelhante ao provável significado do nome do profeta, Deus não espera que Seu pródigo filho faça todo o trajeto de volta sozinho. Ele corre ao seu encontro e o abraça!
Assim como a disciplina de Deus para Judá não foi para a morte (v.12), as dificuldades da vida também não o são. Suas escolhas podem ter lhe levado para uma terra distante do Pai, mas saiba que Ele o espera para correr ao seu encontro com abraços e beijos de um amor que é eterno (Jr.31:3). Você ainda se encontra sob as mazelas de Babilônia? Aceite hoje o convite do Pai: “Fugi do meio de Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). “Sai dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).
Volte, amado(a) irmão(ã), para os braços do Pai! Volte, para a nossa alegria e regozijo! Porquanto, “era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (Lc.15:32). Aleluia!
Pai amado e misericordioso, sabemos que o Senhor não tem prazer na morte do perverso, mas em que este se converta e viva. Semelhante ao tempo de Habacuque, há uma Babilônia hoje e muitos dos Teus filhos ainda estão dentro de suas fronteiras do engano. Pai, faze soar a voz celestial atraindo-os para Ti! Que o Teu santo e bom Espírito entre nos becos e valados desta Terra, e todos tenham a oportunidade de Te conhecer e saber que só o Senhor é Deus e que logo voltará. Usa-nos como Tuas testemunhas. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, filhos do Pai de amor!
Rosana Garcia Barros
#Habacuque1 #RPSP
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“Não há remédio para a tua ferida; a tua chaga é incurável […]” (v.19).
De todos os livros dos profetas menores, Naum é o único a terminar com uma mensagem de total destruição. A maldade de Nínive atingiu o ápice do cálice da ira de Deus. Tudo o que poderia ter sido feito para salvar aquele povo, Ele fez. Mas, sob terrível maldição, Nínive rejeitou aos apelos divinos e se apossou de um sentimento de invencibilidade que levou a nação à completa ruína. A palavra profética decretou: “Nínive está destruída” (v.7).
O pecado se mostra belo e encantador. A face do mal não é a pintura de um diabo com um par de chifres e um tridente na mão, e sim, sedutoras tentações e sutis enganos que têm levado multidões a acreditar de que não importa o que façamos ou deixemos de fazer, Deus só quer o nosso coração. Sim, amados, Deus quer o nosso coração, mas para fazer nele uma conversão, uma “cirurgia” espiritual: “[…] tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne” (Ez.36:26), para colocar dentro de nós o Espírito Santo e fazer com que andemos nos Seus estatutos e obedeçamos à Sua Palavra (Ez.36:27).
Percebem que este é o resultado e não a causa? A mudança que o Senhor deseja realizar na vida de cada filho Seu é gradual e constante, e é de dentro para fora. Assim também, o mal surge com pequenas concessões até tomar conta de todo o coração. A mensagem do Senhor através do profeta Jonas havia levado salvação a Nínive. E a mensagem do profeta Naum tinha mesmo objetivo. Os ninivitas poderiam ter se arrependido, contudo, escolheram endurecer o coração e sofrer o mal que eles mesmos buscaram, pois “[…] o cruel a si mesmo se fere” (Pv.11:17).
O perdão de Deus está além do alcance de nosso entendimento limitado. Ele é completamente perfeito e extraordinariamente misericordioso. Creio que o episódio do rei Manassés seja a maior prova disso. Como um dos reis mais cruéis da história de Judá, Manassés queimou seus filhos em holocausto aos ídolos e fez errar todo o povo, fazendo-o pior do que os povos que Deus havia destruído (2Cr.33:9). Mas bastou uma oração, uma simples oração de genuíno arrependimento, para Deus tornar-Se “favorável para com ele” (2Cr.33:13).
No Novo Testamento também encontramos outro episódio que nos dá um vislumbre da graça de Deus. Reconhecendo que ao seu lado estava sendo crucificado o Salvador da humanidade, aquele ladrão fez apenas um pedido: “Jesus, lembra-te de mim quando vieres no Teu reino” (Lc.23:42). E a mesma voz que criou todas as coisas, que acalmou uma tempestade e fez mortos ressuscitarem, pronunciou a sua liberdade: “Em verdade te digo hoje, estarás Comigo no paraíso” (Lc.23:43).
Só não há remédio para a ferida daquele que insiste em rejeitar a cura. Esta é a chaga incurável, um coração irremediavelmente obstinado. O livre arbítrio é uma das maiores provas de amor de um Pai que respeita as nossas escolhas. Ele só espera uma simples oração de nossa parte: “Eu aceito!”. Então, as chagas de Cristo se tornam a nossa cura. Não deixe que mais um dia passe sem que você tome essa decisão. Jesus não quer mais estar do lado de fora batendo (Ap.3:20). Ele deseja habitar em seu coração e lhe oferecer um banquete diário de fé, esperança e amor, mas, principalmente, de amor (1Co.13:13).
Meus irmãos, o inimigo de nossas almas é astuto e sua estratégia é fazer com que não tenhamos tempo de olhar para Cristo. Assim, as coisas que há no mundo ocupam o lugar do Senhor e multidões são seduzidas e enganadas pelo mercador do pecado. Aceite, agora, “o dom gratuito de Deus” (Rm.6:23) e viva na certeza de que porque Cristo vive, nós também viveremos (Jo.14:19).
Querido Pai que habita nos Céus, que a Tua repreensão e a Tua disciplina sejam para nós instrumentos de correção para a vida. Não queremos ter um coração obstinado e insensível. Cria em nós, Senhor, um coração puro e reto, que Te ame e que tenha prazer na Tua Palavra. Livra-nos dos enganos destes últimos dias e prepara-nos para habitar Contigo para sempre. Queremos ir para casa, Pai! Guarda a nossa vida no esconderijo do Teu abraço! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, curados pelas chagas de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Naum3 #RPSP
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“Ah! Vacuidade, desolação, ruína! O coração se derrete, os joelhos tremem, em todos os lombos há angústia, e o rosto de todos eles empalidece” (v.10).
É muito triste ver a corrupção humana atingir os seus limites. Nínive foi alertada e, certamente, muitos descansaram confiantes no perdão divino. Mas o tempo foi passando, novas gerações foram surgindo e a mensagem do profeta Jonas, esquecida. De forma arbitrária e cruel, os ninivitas voltaram a assolar o povo de Deus e foram, pouco a pouco, bloqueando o coração aos apelos do Espírito do Senhor.
Não há pecado grande demais que Deus não possa perdoar. Não existe abismo tão profundo que Ele não consiga alcançar um pecador que se arrepende. Mas Jesus declarou existir um pecado imperdoável: “Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada” (Mt.12:31). Acusado de realizar curas pelo poder de Satanás e não do Espírito Santo, Jesus concluiu com estas palavras. A dureza de coração dos fariseus os estava levando para um caminho sem volta. “Com base no episódio, concluiu-se que a essência desse pecado é a recusa deliberada em reconhecer a atuação do Espírito de Deus. Essa atitude obstinada acaba levando à dureza de coração e à completa rejeição do Espírito e do próprio Jesus” (Comentário da Bíblia de estudos Andrews, p. 1253).
Nínive não só fechou os portões da cidade para Deus. Pior do que isso, fechou a porta do coração. Buscou a própria destruição. O Espírito Santo não intercede por nós apenas. Ele “intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”, e mesmo que nos arrependamos e busquemos andar na presença de Deus, “não sabemos orar como convém” (Rm.8:26). É o Espírito do Senhor que transforma as nossas orações em palavras aceitáveis diante do trono de Deus. Se rejeitamos essa intercessão, não temos acesso ao Pai. “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm.8:14).
Mas o Senhor prometeu restaurar a glória do Seu povo (v.2). Aqueles que rejeitam a voz do Espírito Santo podem fazer de tudo para se salvar no dia da calamidade, mas de nada adianta. A ironia nas palavras do profeta (v.1) mostra que toda a força, todo o poder e toda a glória de Nínive de nada serviriam quando “o Senhor dos Exércitos” (v.13) derramasse o Seu juízo para fazer vingança aos Seus filhos. Ele diz: “A Mim Me pertence a vingança; Eu é que retribuirei, diz o Senhor” (Rm.12:19).
E porque é tão importante compreendermos acerca do juízo divino? Porque ele é real e está prestes a ser derramado de maneira definitiva, amados. Porque precisamos entender que estamos inseridos num grande conflito, onde o nosso pior inimigo habita dentro de nós enquanto o inimigo externo, Satanás, faz de tudo para que o que é carnal prevaleça. O nosso eu pecador deve ser constantemente deposto ante os pés de Jesus com a simplicidade de uma criancinha. O Espírito Santo tem sido derramado “sobre toda a carne” (Jl.2:28). Mas qual tem sido a nossa resposta? “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32).
Invoque o nome do Senhor! Não cale a voz dAquele que quer te salvar e te levar de volta para o lugar de onde nunca deveríamos ter saído. Permita que o Espírito Santo te leve de volta para a casa do Pai!
Pai amado e querido, queremos ouvir a Tua voz e obedecê-la. Para isso, Te pedimos o batismo do Espírito Santo. Enche-nos do Teu Espírito até que o nosso eu não mais viva, mas Cristo viva em nós. Cremos que muito em breve Ele voltará e queremos estar preparados para subir ao Seu encontro. Que possamos prosseguir em Te conhecer cada dia mais até aquele grande Dia, quando Te conheceremos face a face. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Naum2 #RPSP
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“O Senhor é bom, é fortaleza no dia da angústia e conhece os que nEle se refugiam” (v.7).
Em 2021, arqueólogos encontraram no Oriente Médio alguns fragmentos do livro de Naum e também do livro de Zacarias. O texto encontrado do livro do profeta Naum foi o verso seis do capítulo de hoje: “Quem pode suportar a Sua indignação? E quem subsistirá diante do furor da Sua ira? A Sua cólera se derrama como fogo, e as rochas são por Ele demolidas”. Há uma verdade solene e urgente nesse achado arqueológico: Logo todos estaremos diante do justo Juiz e, como escreveu o profeta Naum: “Quem subsistirá diante do furor da Sua ira?” A resposta está no fragmento encontrado do livro de Zacarias: “Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz; nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas Eu aborreço, diz o Senhor” (Zc.8:16-17).
O profeta Naum tinha uma mensagem de iminente juízo para o povo de Nínive. Muitos têm confundido a ira de Deus com a ira humana. Pois a ira humana é contra pessoas, mas a ira de Deus é contra o pecado e seus efeitos. Naum, que em hebraico significa “compassivo”, foi enviado a Nínive com uma mensagem de juízo, assim como Jonas o foi muitos anos antes. A diferença é que os ninivitas não se arrependeram como seus antepassados e, mediante a sua conduta violenta e má, todo o povo seria “inteiramente exterminado” (v.15). A expressão “O Senhor é tardio em irar-Se” (v.3), revela que Ele tolerou por muito tempo as atrocidades de Nínive, principalmente contra o Seu povo. Inimigo declarado de Israel, a Assíria também foi instrumento de Deus para corrigir o Seu povo, mas ultrapassou os limites com sua violência sem escrúpulos. Foi tida por culpada perante o Senhor, e Ele “jamais inocenta o culpado” (v.3).
Esses relatos geralmente causam medo em muitos que, equivocados em sua concepção acerca do juízo divino, decidem não servir a um Deus que julgam “tirano”, ou decidem servi-Lo, porém, movidos pelo motivo errado. A Bíblia diz que “Deus é amor” (1Jo.4:8). E o discípulo amado prossegue dizendo: “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor” (1Jo.4:18).
Amados, quando Deus pronunciava uma sentença punitiva contra alguma nação era porque, certamente, de todas as formas, Ele tentou salvá-la. E o próprio anúncio do juízo era uma última tentativa de salvação, como foi na experiência de Jonas. Mas a partir do momento em que a maldade ultrapassa os limites para prejudicar um filho de Deus que seja, podemos ter a certeza de que o Senhor, no tempo certo, agirá. Quando não há arrependimento genuíno, a aparência não consegue enganar Aquele que lê as intenções do nosso coração. Ele “conhece os que nEle se refugiam”, os que O amam e provaram que o “Senhor é bom” (v.7).
Muito em breve veremos com nossos próprios olhos o Senhor andando sobre as nuvens (v.3), vindo declarar o Seu juízo final. Para os que não se arrependeram, o medo será terrível, mas para os que fizeram de Deus a sua “fortaleza no dia da angústia” (v.7), será dia de indescritível alegria. Jesus derrotará o nosso último inimigo chamado “morte”. Mães reencontrarão seus filhinhos. Filhos abraçarão novamente seus pais. Para os ímpios, aquele Grande Dia será a maior cena de destruição que este mundo já presenciou; para os salvos, a maior celebração de amor que já houve.
Medo ou amor? O que te move a adorar a Deus? Escolha calçar “os pés com a preparação do evangelho da paz” (Ef.6:15). Que seus pés anunciem as “boas-novas” (v.15): “Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Is.52:7). Então, muito em breve, estes mesmos pés pisarão sobre o estrado dos pés de Jesus e você reinará com Ele por toda a eternidade.
Pai de amor, calça os nossos pés com o calçado da preparação do evangelho da paz. Necessitamos da unção e do poder do Espírito Santo a fim de irmos ao mundo proclamar a verdade que liberta e santifica. Senhor, queremos ir para casa! Ouve as nossas orações em favor da nossa família e daqueles por quem intercedemos, e volta logo. Este é o desejo e o clamor de todos os que em Ti se refugiam. Salva-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, portadores de boas-novas!
Rosana Garcia Barros
#Naum1 #RPSP
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“Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar” (v.19).
Em Seu ministério terrestre, Jesus falou diversas vezes acerca dos dias que antecederiam a Sua segunda vinda. Através de parábolas, revelação de sinais e pela confirmação dos escritos dos antigos profetas, Ele nos deixou clara advertência: “Vede que vo-lo tenho predito” (Mt.24:25). Um tempo de grande confusão foi profetizado; tempo de angústia, perseguição e morte espiritual. As pessoas, absortas demais em viver conforme sua natureza depravada, se entregariam por completo às suas baixas paixões, de modo que até “os da […] própria casa” se levantariam uns contra os outros: “Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe; sogra contra nora, e nora contra sogra” (Lc.12:53). Seria um tempo “como foi nos dias de Noé” (Mt.24:37).
O profeta Miqueias foi grandemente usado por Deus deixando escrito praticamente um resumo da obra redentora de Cristo, desde o Seu nascimento, Seu ministério terrestre, até Seu retorno glorioso. Em seu livro podemos vislumbrar o cumprimento do que escreveram os filhos de Corá: “Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram” (Sl.85:10). Foi contemplando o estado decadente de Israel que o profeta percebeu a terrível realidade de que não havia alguém com quem pudesse contar ou em quem pudesse confiar. Nem “os da sua própria casa” (v.6) eram dignos de confiança. Seria um cenário de completo desespero para Miqueias não fosse o seu profundo e firme relacionamento com Deus: “Eu, porém, olharei para o Senhor e esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá” (v.7). Foi olhando para cima, para o santuário celeste, que ele encontrou forças para perseverar e pôde contemplar, pela fé, a vitória final.
Como os profetas do passado, que tiveram de experimentar a rejeição até mesmo daqueles a quem mais amavam, a igreja de Deus nos últimos dias há de passar por semelhante experiência. Apesar da rejeição, havia um plano de compaixão em andamento, e este plano incluía um tempo de juízo a fim de colher os frutos do arrependimento. Nos dias de Noé, apenas ele e sua família foram salvos do dilúvio e milhares de vidas foram ceifadas pelas águas, “por causa do fruto das suas obras” (v.13). Aos fiéis, contudo, a única coisa que o Senhor deseja lançar “nas profundezas do mar” (v.19) é o pecado e a iniquidade que nos separa dEle (Is.59:2).
“Quem, ó Deus, é semelhante a Ti, que perdoas a iniquidade e Te esqueces da transgressão do restante da Tua herança? O Senhor não retém a Sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia” (v.18). Precisamos, hoje, reconhecer os atos de Deus em nossa vida como instrumentos da graça para nos salvar de nós mesmos. Os sofrimentos que, porventura, estejamos enfrentando, não são permitidos para nos debilitar e destruir, mas para nos fortalecer e salvar. Quem deseja nos “roubar, matar e destruir” é o inimigo das almas, mas Jesus vem até nós para que tenhamos vida, e vida “em abundância” (Jo.10:10).
Pouco antes da segunda vinda de Cristo, “a Terra será posta em desolação, por causa dos seus moradores” (v.13). Este planeta será abalado desde o céu atmosférico até às profundezas da terra, atingindo o seu clímax na “vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” (2Pe.3:12). Nesse tempo, subirá ao Céu o clamor de um restante que, vivos para contemplar a realização de sua bendita esperança, como Miqueias, ainda que rejeitados e maltratados pelos que lhes são mais próximos, permanecerão com os seus olhos fixos em Cristo, Aquele que os resgatou de seus maus caminhos, concedendo-lhes o dom do amor e do perdão.
Eu creio estar vivendo nos últimos momentos desta Terra de pecado e não me importo em ser considerada uma fanática, já que Noé foi considerado assim pelo mundo antigo, mas diante de Deus, um “pregador da justiça” (2Pe.2:5). Elias foi chamado de “perturbador de Israel” (1Rs.18:17), mas foi a ele que o Senhor respondeu com fogo (1Rs.18:38) e com chuva (1Rs.18:45). Não podemos, contudo, amados, confundir convicção com presunção. Eu não sei quando o meu Redentor virá, mas com estes homens de Deus e, principalmente, com a vida santa e de constante vigilância de meu Salvador, tenho aprendido que a minha preparação deve estar fixa num só tempo: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15).
Meus amados irmãos, não é sem razão que o Senhor diz que “lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar” (v.19). Quando João teve a visão de novos céus e nova terra na revelação do Apocalipse, percebam o que ele viu que não mais existiria: “e o mar já não existe” (Ap.21:1). Percebem? Fim do pecado. Fim da luta. Fim deste grande conflito que nos aflige. Louvado seja o nome do Senhor para todo o sempre!
Que diante da pergunta escarnecedora dos perversos: “Onde está o Senhor, teu Deus?” (v.10), seja somente uma a nossa segura resposta: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra. […] Vê-Lo-ei por mim mesmo, os meus olhos O verão, e não outros; de saudades me desfalece o coração dentro de mim” (Jó 19:25 e 27).
Louvado sejas para sempre, ó Deus eterno, por Tua bondade e misericórdia! Graças Te damos por mais um estudo profético! Queremos viver a Tua vontade. Ajuda-nos a sermos o que queres que sejamos, a fazer o que queres que façamos e a nos aproximarmos de Ti, cada dia mais, com o coração contrito e sincero, disposto a ser moldado e, de glória em glória, transformado. Restaura em nós a Tua imagem e que este mesmo milagre aconteça em nossa família, para a Tua glória e para que voltes logo. Ó, Senhor, apaga os nossos pecados e cria em nós um coração puro e completamente dependente de Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos saudosos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Miqueias7 #RPSP
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“Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (v.8).
No primeiro sermão de Cristo, o famoso sermão do monte, Ele apresentou o passo a passo de uma vida cristã vitoriosa. Ao contrário do que os judeus tinham aprendido de seus líderes desde então, “as multidões” ficaram “maravilhadas da Sua doutrina; porque as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt.7:28-29). Tomando os antigos profetas como exemplo, Jesus elencou as bem-aventuranças definindo como felicidade real aquela que tem o Céu como alvo bem definido. Ser feliz, portanto, não depende dos benefícios que possam existir na caminhada, mas o que há no final dela. E foi “por amor da Sua própria justiça”, tornando a Sua lei gloriosa (Is.42:21), que Ele não somente veio para morrer em nosso lugar, mas para nos deixar exemplo de como devemos viver aqui, a fim de seguirmos “os Seus passos” (1Pe.2:21), até que Ele volte.
Foi a partir da mensagem central do Cristo que viria como antítipo dos sacrifícios realizados no santuário, que Deus introduziu a Sua “controvérsia com o Seu povo” (v.2). “Ouvi, agora” (v.1), apelava o profeta aos incautos de coração. Os dois episódios relatados pelo Senhor revelam a natureza de Seu caráter misericordioso e Seu amor incondicional para com Seu povo. O Senhor enviou Moisés para libertar Israel quando este nem sequer tinha um lugar de adoração e quando muitos dentre o povo haviam se corrompido com a cultura e a idolatria pagã. E o único sacrifício exigido foi aquele que, mais do que qualquer outro relatado nas Escrituras, revelava o perfeito plano da salvação em Cristo (Êx.12:1-13). Já no episódio de Balaão, após abençoar Israel por três vezes, sem que o povo percebesse o perigo que estava correndo, declarou a profecia a respeito de Cristo: “uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro” (Nm.24:17). Em ambas as experiências, a resposta para Israel foi: Jesus Cristo salva!
A doutrina da salvação por obras, por mais que seja considerada como um problema do passado na vida dos escribas e fariseus, e um mal que imperava na Idade das trevas, prosseguiu com seus efeitos alcançando a nossa geração de crentes apenas com uma roupagem diferente. De modo que “milhares de carneiros” (v.7) continuam sendo sacrificados, sendo mudado apenas o formato e o objeto do “sacrifício”. Praticar a justiça, amar a misericórdia e andar humildemente com Deus não requer de nós uma religião de aparências e de sacrifícios vazios, mas um vivo e transparente relacionamento com Deus, de forma que nossas palavras possam tão-somente refletir a coerência de quem aceitou viver a vida dAquele que nos “chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9).
Todo aquele que deseja andar com Deus, como andou Enoque (Gn.5:24), encontrará verdadeira e suficiente motivação na pessoa de Jesus Cristo. Muitos alegam ter lido muitas vezes a Bíblia e os escritos do espírito de profecia enquanto mantém seus corações fechados para a boa obra que o Espírito Santo deseja realizar na vida. Deveriam, porém, deter-se em ler outras dezenas de vezes, desta vez clamando ao Céu com humildade para que, silenciado o coração enganoso, ouçam com clareza a mesma voz que acalmou a tempestade, curou os enfermos, expulsou os demônios e perdoou os pecadores.
Você ainda nutre alguma dúvida acerca das Escrituras e dos Testemunhos Inspirados? Então olhe para Jesus. Examine a Sua vida. Contemple a Sua morte. Maravilhe-se com Sua ressurreição. Se você fixar os seus olhos em Jesus, o Espírito Santo lhe concederá o poder para praticar a justiça, amar a misericórdia e andar humildemente com o Senhor até que Ele volte.
Deus amado, só é possível colocar em prática o que o Senhor nos pede se o Teu Espírito habitar em nós. Enche o nosso coração do poder do Espírito Santo para que nossa vida reflita o caráter manso e humilde do nosso Salvador. Precisamos de Ti a cada passo, Senhor. Queremos andar Contigo como andou Enoque. Ilumina o nosso caminho com a luz da Tua Palavra e guia-nos até Te encontrarmos nas nuvens do céu. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, imitadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Miqueias6 #RPSP
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