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“Assim falara o Senhor dos Exércitos: Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (v.9).
Durante os anos de exílio, alguns do povo “foram enviados […] para suplicarem o favor do Senhor” (v.2). Até que, após os setenta anos, eles questionaram aos sacerdotes até quando continuariam com aquela prática. O Senhor falou por intermédio de Zacarias, e disse: “Quando jejuastes e pranteastes […] acaso foi para Mim que jejuastes, com efeito, para Mim?” (v.5). Em tempos de paz, Deus enviou os Seus profetas para anunciar a Sua vontade, “porém, não quiseram atender e, rebeldes, […] deram as costas” ao Senhor “e ensurdeceram os ouvidos, para que não ouvissem” (v.11).
Não foi a prática do jejum que foi desconsiderada por Deus, mas a intenção em praticá-lo. Mesmo afastados do Senhor, a observância de alguns rituais religiosos não cessou e, de contínuo, ainda jejuavam. No entanto, apesar de julgarem ter “prazer em se chegar a Deus” (Is.58:2), suas atitudes não tinham qualquer harmonia com sua religião. O jejum havia perdido totalmente a sua finalidade e foi transformado em aparência de santidade. Era um jejum orgulhoso. Erguiam suas orações com polida oratória enquanto seus corações tramavam o mal “contra o seu próximo” (v.10).
Era comum o jejum realizado no sábado, mas não como um sinal de arrependimento e contrição, e sim como um mostruário de “santos” que jejuavam “para contendas e rixas” (Is.58:4). Certa vez ouvi uma frase que me impactou profundamente: “Nós [cristãos] somos o único exército em que os soldados lutam entre si”. Vocês percebem a seriedade disso? O Senhor nos diz: “Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (v.9). Temos realmente praticado o “assim diz o Senhor”? Temos verdadeiramente jejuado para a glória de Deus e benefício de nossos semelhantes?
O grande e maior perigo que nos cerca não está associado às catástrofes naturais, nem tampouco à violência humana, mas ao que Cristo mesmo nos alertou: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). A prática de qualquer dos mandamentos de Deus consiste em amar. Vejamos o que o apóstolo Paulo escreveu em Romanos 13:10: “O amor não pratica o mal contra o próximo, de sorte que o cumprimento da lei é o amor”. Se o que fazemos o fazemos com o fim de sermos vistos pelos outros, não receberemos o galardão de Deus (Mt.6:1).
Entendem, amados? Jesus manifestou o amor ao praticar cada um dos mandamentos de Seu Pai (Jo.15:10). Ele não veio revogar (Mt.5:17-18) o que Ele mesmo instituiu, mas veio para nos dar o exemplo de como cumprir com o nosso dever (Ec.12:13). Jesus não escolheu o templo para jejuar diante de todos, mas foi “levado pelo Espírito ao deserto” (Mt.4:1). Ele não disse para divulgarmos nossas boas obras, mas que a nossa ajuda ao próximo “fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:4). Até sobre a prática da oração, Ele nos diz: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6).
Há recompensa para aqueles que ouvem as palavras de Deus e as praticam. Mas o “coração duro como diamante” (v.12) não é humilde para reconhecer os seus erros e pedir perdão; só jejua e ora pelo que julga ser importante aos próprios olhos. Notem que aquele grupo de judeus não apenas jejuava, mas também chorava (v.3). Muito em breve, Jesus enxugará “dos olhos toda lágrima” (Ap.21:4), mas não as lágrimas derramadas por motivos egoístas. Há bênçãos sem igual reservadas não para os frios legalistas, mas para os verdadeiros adoradores de Deus, que é o próprio amor (1Jo.4:8). Jejuar para interceder e observar a lei do Senhor executando “juízo verdadeiro” com “bondade e misericórdia” (v.9), é a maior declaração e demonstração de amor que podemos dar a Deus e ao nosso próximo. E é exatamente isso que o Senhor espera de Seu povo nestes últimos dias. Mas devemos fazê-lo da forma que Ele nos orienta em Sua Palavra.
Quantos anos ainda perderemos derramando lágrimas e erguendo clamores que o Senhor não ouve (v.13)? Quando o remanescente do Senhor se levantar como um genuíno povo de oração e quando o amor for a essência de sua religião, haverá um reavivamento tal que, semelhante a Estêvão, o mundo não poderá resistir “à sabedoria e ao Espírito” pelo qual falaremos (At.6:10). Que a nossa oração hoje, e a cada dia, seja por um coração semelhante ao de Cristo: “manso e humilde” (Mt.11:29).
Santo Deus, nós reconhecemos que só há amor em Ti, só há justiça em Ti, só há humildade em Ti. Concede-nos um coração manso e humilde como o de Jesus! Que perseveremos em dEle aprender, olhando para Ele, buscando nEle tudo o que precisamos para andar Contigo e permanecer em Tua santa presença. Livra-nos de uma vida de hipocrisia, Senhor! Queremos Te adorar em espírito e em verdade, na beleza da Tua santidade. Ajuda-nos a Te amar e amar o nosso próximo como está escrito, segundo Cristo nos deixou exemplo. Que o jejum e a oração sejam atos de amor em nossa vida. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, povo que ora, jejua e ama!
Rosana Garcia Barros
#Zacarias7 #RPSP
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“Aqueles que estão longe virão e ajudarão no edificar o templo do Senhor, e sabereis que o Senhor dos Exércitos me enviou a vós outros. Isto sucederá se diligentemente ouvirdes a voz do Senhor, vosso Deus” (v.15).
Em praticamente todas as visões de Zacarias, há uma espécie de ritual inicial, em que o profeta levanta os olhos e vê. Os seus olhos eram chamados a desviar-se da perspectiva terrestre e contemplar a celeste: “levantei os olhos e vi” (v.1). E apesar do contexto profético e da profundidade da mensagem não só para Israel, mas para a humanidade de todas as épocas, o privilégio dado a Zacarias nos é ofertado pelo exercício da fé. O desejo de Deus é que todo o Seu povo ouça a Sua voz (v.15). E para isso não precisamos ser profetas, mas homens e mulheres que, como Zacarias, apreciem levantar os olhos para contemplar as coisas do alto. O apóstolo Paulo reforça este pensamento: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra” (Cl.3:2).
Apesar de ser incerto o significado da oitava visão, ela começa com um detalhe que faz toda a diferença. Os quatro carros saíram “dentre dois montes” (v.1). E o verso cinco diz que os quatro carros “são os quatro ventos do céu, que saem donde estava perante o Senhor de toda a terra”. Ou seja, eles saíram da morada do Altíssimo. João também teve uma visão parecida acerca de cavalos de cores diferentes e dos quatro ventos que são contidos por quatro anjos. Interessante é que a visão de João dos quatro cavaleiros (Ap.6:1-8) é seguida da visão dos quatro ventos (Ap.7:1), indicando uma ligação entre ambas, assim como na visão de Zacarias.
A ordem dada de percorrerem “a terra” (v.7), culmina na ordem de fazer repousar o Espírito Santo “na terra do Norte” (v.8). Recém-chegados de um regime opressor, os remanescentes de Judá encontraram a oposição e a resistência daqueles que tentavam atrapalhar a reconstrução de Jerusalém e do templo. Mas Deus enviou o Seu Espírito para trabalhar no coração de Dario (“na terra do Norte”) a não somente autorizar a reconstrução, como também enviar tudo o que fosse necessário para que a obra fosse concluída (Ed.6:1-12).
A seguir, o profeta recebeu ordens divinas acerca de alguns do povo. Mesmo sendo desconhecida a genealogia destes três personagens, Heldai, Tobias e Jedaías representavam muito mais do que simples cativos judeus, mas o significado de seus nomes indicava a forma como Deus sempre teve o controle sobre o Seu povo: “os principais”, “os úteis” e “os que têm entendido” (CBASD, v. 4, p.1208). Já o nome de Josué é a forma hebraica para o nome Jesus. A coroação do sumo sacerdote Josué é um símbolo do ministério sacerdotal de Cristo e de Seu reino eterno. O Renovo (v.12) é o nosso Sumo Sacerdote, o nosso único Mediador diante de Deus (1Tm.2:5) e também é o “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap.19:16), havendo “perfeita união entre ambos os ofícios” (v.13).
O ministério aos gentios é descrito como “aqueles que estão longe” (v.15). O Messias veio para unir judeus e gentios num só propósito, o de fazer parte da “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15). Olhar para o alto requer a coragem de aceitar as verdades eternas e perseverar com fé em defendê-las, ainda que demande a nossa própria vida. “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10) é uma promessa, mas também é um desafio; o desafio de permanecer fiel mesmo que todos ao seu redor não concordem com a sua fé. Noé aceitou este desafio e foi salvo, ele e a sua casa. Não foi sem razão que Cristo nos alertou de que os dias que antecedem a Sua vinda serão “como […] nos dias de Noé” (Mt.24:37). As pessoas “comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento” (Mt.24:38), isto é, estavam tão envolvidas com as coisas deste mundo que nem perceberam que a porta da arca já havia sido fechada.
Amados, é tempo de erguer os olhos aos céus e clamar por nossa vida! “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida” (Jr.51:6). Deus está prestes a dar a ordem para que os quatro ventos sejam soltos e precisamos, hoje, estar com os olhos no Céu. Mas “isto sucederá se diligentemente” buscarmos ouvir a voz do Senhor, nosso Deus (v.15). É uma promessa condicional, que depende da sua e da minha decisão. Todo o Céu trabalha para que olhemos na direção certa. “As coroas serão” (v.14) para “os principais” aos olhos de Deus, que foram úteis em Sua obra de salvação e que entenderam que ainda não chegaram em casa. Pela graça de Deus, decida, “agora” (2Co.6:2), fazer parte do remanescente que olha para o Céu com o ardente desejo de para lá subir.
Querido Pai Celestial, nós Te louvamos pela obra de salvação através do sacrifício do Teu Filho! Pelos méritos do sangue do Cordeiro, queremos muito em breve receber a coroa da vida. Pai, que a Tua misericórdia nos alcance, que a Tua bondade nos conduza ao arrependimento e que o Teu Espírito nos transforme de glória em glória à semelhança do Teu Filho. Abre os nossos olhos para que possamos Te ver e os nossos ouvidos para Te ouvir. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, remanescente rumo ao Lar!
Rosana Garcia Barros
#Zacarias6 #RPSP
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“Então me disse: Esta é a maldição que sai pela face de toda a Terra, porque qualquer que furtar será expulso segundo a maldição, e qualquer que jurar falsamente será expulso também segundo a mesma” (v.3).
Semelhante ao tempo em que Israel saiu do Egito, levando consigo os costumes e práticas pagãs daquele reino, os hebreus retornaram para Canaã com Babilônia no coração. Havia a necessidade urgente de uma reforma espiritual entre o povo, segundo o que estava escrito nas Escrituras Sagradas. Aquele rolo voante de tamanho incomum contendo uma maldição, simbolizava a urgência e a abrangência da mensagem. Ao cometerem ofensas uns contra os outros (furtar) e contra Deus (jurar falsamente), estavam transgredindo a Lei de Deus e trazendo sobre si mesmos a maldição da desobediência. Como uma continuação da anterior, a sétima visão esclarece melhor a razão da maldição e o desejo de Deus de remover a iniquidade e a impiedade do meio de Seu povo.
A primeira maldição foi proferida contra Caim após assassinar o seu irmão (Gn.4:11). Em direta oposição à Lei de Deus, Caim rejeitou o apelo divino e seu ato criminoso deixou bem claro de que o caráter do Senhor revelado nos dez mandamentos sempre foi conhecido até mesmo pela primeira família da Terra. Zacarias viu a maldição proveniente da quebra da Lei divina, algo que precisava ser visto por todos antes que suas obras testificassem o mesmo teor do primeiro homicida. Existe uma medida limite para a iniquidade, e o Senhor põe sobre ela uma “tampa de chumbo” (v.7), segurando os ventos da impiedade “entre a terra e o céu” (v.9), até que se complete “o número dos que foram selados” (Ap.7:4).
O caráter santo de Deus manifestado em Sua santa Lei foi por séculos transmitido de geração em geração pelos lábios de Adão. Foi quando Enoque experimentou a paternidade pela primeira vez, quando seu coração ficou enternecido pelo amor de seu filho e por seu filho, que pôde melhor compreender o amor de Deus contido em Suas palavras. Tornou-se fácil para ele rejeitar a impiedade que já se instalava na geração antediluviana a fim de desfrutar da constante companhia de seu Pai do Céu. A obediência era tão-somente fruto de um relacionamento baseado no amor e na confiança. Enoque experimentou, mesmo em uma terra já manchada pelo pecado, o gozo que Adão e Eva sentiram quando caminhavam lado a lado com o Criador no Éden.
Por algum motivo as gerações após Noé foram abandonando a antiga educação das primeiras gerações de Adão, esquecendo-se do Criador e do propósito de replicar as Suas leis. Mesmo pela renovação da aliança com Abraão, Israel se deixou corromper com os pecados do Egito e houve a necessidade de gravar em tábuas de pedra o que haviam apagado de seus corações. Através da manifestação gloriosa de Deus, os dez mandamentos foram entregues a Moisés contendo os princípios que devem nortear a vida do cristão, e o povo foi instruído novamente a retornar ao método de ensino da família de Adão (Dt.6:4-9). Como Enoque olhou para seu filho e nele viu um símbolo do amor de Deus, precisamos olhar para o Filho de Deus a fim de compreendermos o amor divino contido em Sua Lei. Precisamos trazer à lembrança que foi por nossos pecados, ou seja, a quebra da Lei de Deus (1Jo.3:4), que “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-Se Ele próprio maldição em nosso lugar” (Gl.3:13).
Não haverá desculpas para os transgressores no Dia do Senhor. Antecipando a Sua aparição, Cristo revelará diante de toda a Terra as tábuas de Sua Lei em tamanho que todos possam ler, e não haverá um impenitente sequer que olhando para si não admita: “Isto é a impiedade” (v.8). As mesmas vestes de pureza com que Josué foi vestido lhes foram oferecidas com constantes rogos, e todas as oportunidades rejeitadas passarão como um filme em suas mentes perturbadas pela certeza da iminente maldição. Não se arrependeram nem confessaram a Jesus as suas iniquidades e terão de suportar por um tempo a terrível angústia que palavra alguma pode descrever. Mas este tempo ainda não chegou, amados. Louvado seja Deus por Sua longanimidade que espera, quem sabe, pela minha e pela sua inteira entrega! Existem três mensagens angélicas sendo erguidas bem alto com palavras que possam “ler até quem passa correndo” (Hc.2:2).
Qual tem sido a nossa resposta frente a este tempo estendido de graça? Que pelo poder do Espírito Santo, sejamos encontrados por Jesus como Enoque, andando com Ele porque O amamos. E disse Jesus: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15).
Nosso Pai amado, quantas advertências mais terás que nos dar, e quanto tempo mais a impiedade se prolongará por causa de nossa demora em entender que precisamos entregar o nosso coração por inteiro ao Senhor? Ajuda-nos a levantar nossos olhos e contemplar o Teu Filho, e, por Seu amor, sermos transformados! O andar de Enoque Contigo é tudo o que precisamos; um andar guiado pelo Espírito Santo! Continua iluminando a nossa vida com a Tua Palavra. Dá-nos a perseverança dos santos! Dá-nos a mente de Cristo! Nós Te amamos, nosso Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, aqueles que amam a Deus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Zacarias5 #RPSP
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“Prosseguiu ele e me disse: Esta é a palavra do Senhor a Zorobabel: Não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (v.6).
Estamos diante de um dos princípios mais belos da Palavra de Deus, que é o da harmonia entre seus livros. Toda a Bíblia se comunica entre si como elos de uma corrente inquebrável. A linguagem do anjo que falava a Zacarias se assemelha em vários aspectos ao que o apóstolo João recebeu em visão também por intermédio de um anjo. No capítulo 11 de Apocalipse encontramos praticamente a mesma sequência de símbolos indicada nos capítulos 3 e 4 de Zacarias. Temos um homem tomando nota de medidas e temos símbolos bem semelhantes aos apresentados no capítulo de hoje. Zacarias foi despertado para ver o candelabro entre as duas oliveiras, o que indica a importância de compreender com clareza tal visão.
Além da ligação do livro de Zacarias com o livro do Apocalipse, também existem ligações entre as visões. Na visão anterior, por exemplo, Zacarias viu uma pedra com “sete olhos” (Zc.3:9). Notem que o candelabro possui “sete lâmpadas” (v.2), e, mais a frente foi dito: “Aqueles sete olhos são os olhos do Senhor, que percorrem toda a Terra” (v.10). Em Apocalipse 5:6, João viu o Cordeiro, que tinha o seguinte aspecto: “Ele tinha sete chifres, bem como sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus enviados por toda a Terra”. Ou seja, há uma íntima e inerente ligação entre a pedra e o Cordeiro, que é Cristo, e as sete lâmpadas e os sete olhos, que são um símbolo da plenitude do Espírito Santo. Não seria por força ou por violência que terminariam a construção do templo, mas pelo Espírito através da Palavra de Deus.
Por intermédio de Zorobabel e Josué, “os dois ungidos” (v.14), Deus cumpriria o Seu propósito de iluminar o mundo com a luz provinda de Sua Palavra. Em Apocalipse 11:3 João viu as “duas testemunhas” de Deus, sendo “estas as duas oliveiras e os dois candeeiros que se acham em pé diante do Senhor da Terra”, uma referência ao Antigo e Novo Testamentos, como testemunhas que condenam o pecado e que não podem ser destruídas enquanto não cumprirem sua missão de anunciar a mensagem de salvação até o último pecador arrependido. Como igreja de Deus, precisamos do Espírito Santo a fim de cumprirmos a missão que nos foi confiada como testemunhas de Jesus: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas […] até aos confins da Terra” (At.1:8). Assim como os olhos do Senhor percorrem toda a Terra através de Seu Espírito, Ele nos concede o privilégio de sermos participantes em Sua obra salvífica.
Para cada pessoa resgatada das trevas para a luz, há uma aclamação que ecoa do Céu: “Haja graça e graça para ela!” (v.7). Todo o Céu se une em louvor quando um pecador se arrepende. E em meio à geração mais degradada pelo pecado e mais incapaz de dar ouvidos à voz de Deus, o Espírito Santo tem sido derramado “sobre toda a carne” (Jl.2:28) a fim de operar grandes milagres de conversão. Amados, assim como Zacarias precisou ser despertado para ter a quinta visão, estamos vivendo em um momento em que o Senhor está despertando aqueles que, ao entrarem em contato com a verdade presente, com profundo interesse estão a exclamar: “Meu senhor, que é isto?” (v.4). Pessoas que, alcançadas e redimidas pela graça de Cristo Jesus, não estão satisfeitas com o conhecimento que possuem a não ser que este cresça “à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef.4:13). Não pelo sacrifício de obras vazias, mas pela atuação do Espírito de Deus na vida.
“Nem por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (v.6). Não é o que fazemos que nos abrirá os portais do Céu, meus irmãos, mas o que permitimos que o Espírito Santo realize em nós. Deus está medindo, investigando cada canto da Terra em busca de Seus filhinhos. Há uma obra a ser terminada e você e eu fazemos parte deste projeto divino. A respeito disso, encerro com as palavras da irmã White:
“É chegado o tempo em que os que escolhem ao Senhor como sua presente e futura porção, devem confiar unicamente nEle. Todos quantos professam piedade devem possuir uma experiência individual. […] Os anjos estão observando o desenvolvimento do caráter, e pesando o valor moral. Os que professam crer na verdade devem ser, eles mesmos, justos, e exercer toda a sua influência para esclarecer e ganhar outros para a verdade. Suas palavras e obras são o meio pelo qual são transmitidos ao mundo os puros princípios da verdade e da santidade. Eles são o sal da Terra, e a sua luz” (Testemunhos Para a Igreja, CPB, v.1, p.262).
Nosso Deus eterno, Senhor dos Exércitos, mas que também é nosso Pai, quão maravilhoso é perceber o Teu amor e a Tua graça nas profecias! Quão preciosa é a Tua Palavra! É qual tesouro que nunca acaba. Pelo contrário, só aumenta. E quão imerecedores somos nós de termos em mãos tão lindo e valioso presente. A Bíblia é a Tua carta de amor à humanidade. Desperta-nos para contemplarmos a beleza da Tua Revelação! Que o Teu Espírito habite em nós, e nos conceda o interesse de aprender mais de Ti e de viver para Ti. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Zacarias4 #RPSP
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“Deus me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do Anjo do Senhor, e Satanás estava à mão direita dele, para se lhe opor” (v.1).
Representando muito bem o seu papel de acusador, Satanás se pôs em oposição ao ministério sumo sacerdotal de Josué. A expressão “Anjo do Senhor” é uma referência ao próprio Jesus: o “Príncipe do exército do Senhor” (Js.5:14), “o Senhor dos Exércitos” (v.7), “Miguel, vosso Príncipe” (Dn.10:21). A experiência de Josué se assemelha ao que está relatado no livro de Judas: “Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!” (Jd.9). Da mesma forma, no capítulo de hoje, “o Senhor disse a Satanás: O Senhor te repreende, ó Satanás” (v.2).
O contexto do povo pós-exílio era o de estrangeiros na terra prometida. Os setenta anos de cativeiro os havia privado da adoração no templo e das tradições religiosas de seus pais. Era necessária uma obra de reavivamento e reforma a fim de restaurar a verdadeira adoração. Certamente, Josué nunca havia oficiado antes e tornar-se o principal líder religioso da nação era uma responsabilidade de grande peso sobre o inexperiente sumo sacerdote. A quarta visão de Zacarias, portanto, se tratava da autorização divina para a restauração do ofício sumo sacerdotal e da promessa de proteção e aprovação de Jesus frente à direta oposição de Satanás.
Como uma brasa retirada do meio do fogo, Josué é um símbolo do remanescente salvo da destruição pela fidelidade da aliança do Senhor com Seu povo. Suas “vestes sujas” (v.3) representam as iniquidades do povo e a substituição dessas vestes por “finos trajes” (v.4) e “um turbante limpo” (v.5), símbolos das vestes puras de Cristo e da salvação por Sua graça. Apesar de ser uma visão direcionada a Josué, ela também aponta para o perfeito ministério sacerdotal de Cristo, “o Renovo” (v.8), Aquele que tiraria a iniquidade não somente de alguns, mas “desta terra, num só dia” (v.9). Diante do “acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus” (Ap.12:10), a nossa condição é irremediável. Mas diante dAquele que num só dia, “ao se cumprirem os tempos, Se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de Si mesmo, o pecado” (Hb.9:26), nossa condição é perfeitamente remediável.
Mesmo que tenhamos saído de Babilônia carregando conosco as cicatrizes do passado, e tenhamos em nosso encalço um inimigo que nos acusa de dia e de noite, “possuímos tal sumo sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos céus” (Hb.8:1); “temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1), que Se manifesta para repreender a Satanás e que deseja nos vestir “com trajes próprios” (v.5), as “vestiduras brancas” de Sua justiça (Ap.3:18). A resposta a tão preciosa graça é a obediência, como o Anjo do Senhor protestou a Josué: “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Se andares nos Meus caminhos e observares os Meus preceitos, também tu julgarás a Minha casa e guardarás os Meus átrios, e te darei livre acesso entre estes que aqui se encontram” (v.7). Foi assim que Jesus venceu e nos deu poder para vencer, “tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8).
A derradeira obra do Espírito já começou, em despertar as virgens prudentes para um curto e decisivo tempo de preparo para o reavivamento e reforma tão necessários, fruto da graça de Cristo recebida na vida. E como foi com Josué e na luta pelo corpo de Moisés, há um grande conflito sendo travado pela minha e pela sua vida. Se permitirmos, porém, pela fé simples e singela como de uma criança, que Jesus lute as nossas batalhas, o acusador não terá alternativa a não ser fugir de nossa presença pelo poder que há no sangue remidor e purificador de Cristo Jesus. Somos “sacerdócio real” de Deus (1Pe.2:9) e estrangeiros em uma terra de quase seis mil anos de pecado. Com certeza, ser chamados hoje de filhos de Deus, é um privilégio que geração nenhuma pôde experimentar sob o peso de milênios de corrupção.
Falta muito pouco para Jesus Cristo rasgar os céus com Sua glória, amados! Falta muito pouco para numa fração de milésimos de segundos “este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade” (1Co.15:54). Falta muito pouco para estarmos “em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos” (Ap.7:9). Falta muito pouco para o Grande Dia do Senhor, quando Ele tirará “a iniquidade desta Terra, num só dia” (v.9). Falta muito pouco para “a pedra” (v.9), “uma pedra […] cortada sem auxílio de mãos” (Dn.2:34), e a pedra é Cristo (1Co.10:4), cumprir o Seu propósito glorioso, estabelecendo “um reino que não será jamais destruído” (Dn.2:44). Portanto, vigiemos e oremos, pois não sabemos “o dia nem a hora” (Mt.25:13).
Pai da eternidade, graças Te damos pela preciosa graça de Jesus, que tira as nossas vestes sujas e nos veste com Suas vestes puras e finas, tecidas no tear do Céu! Graças Te damos porque a Tua graça também nos capacita a obedecer a Tua Palavra e andar nos Teus caminhos! Santifica os líderes da Tua igreja, assim como santificaste a Josué. Luta por nós, Senhor! Repreende o inimigo de nossa alma e enche-nos do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Bom dia, sacerdócio real de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Zacarias3 #RPSP
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“Cale-se toda carne diante do Senhor, porque Ele Se levantou da Sua santa morada” (v.13).
Dando continuidade às visões, a terceira visão de Zacarias revela os resultados da segunda. Derrotados “os chifres” (Zc.1:19), isto é, os inimigos de Israel, a vitória seria tão grande que a cidade não precisaria mais de muros, pois o Senhor mesmo lhe seria por “muro de fogo em redor e […] no meio dela, a Sua glória” (v.5). Mas o toque de rebate deveria ser respeitado. Os filhos do Seu povo precisavam obedecer a ordem de sair de Babilônia: “Fugi, agora, da terra do Norte, diz o Senhor” (v.6). O chamado era sério e urgente.
Mediante tamanha urgência, deveria todo o povo sair imediatamente daquela terra de exílio e dirigir-se à terra da liberdade. E ai de quem tocasse “na menina do Seu olho” (v.8)! A promessa de proteção era para Israel um bálsamo diante de todo o sofrimento que havia passado devido à opressão de povos inimigos. Mas Deus prometeu algo além das expectativas de um povo que esperava a glória de um reino terrestre. Um vislumbre do celeste lhes foi concedido e, muito acima de uma cidade com fortalezas, Deus prometeu um lugar de paz, onde Ele estabelecerá a “Sua santa morada” (v.13).
“Eis que venho” (v.10) é a promessa dAquele que também prometeu urgência: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). E o que ainda estamos fazendo perdendo tempo e colocando a nossa salvação em risco, comungando com os pecados da atual Babilônia? Muitos há que pensam que apenas provar das “finas iguarias” do príncipe deste mundo (Dn.1:8) não lhes tirará o direito de comer “da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus” (Ap.2:7), e se iludem com uma religião de aparências enquanto nutrem a alma com pecados que estão a ponto de tornarem-se em pecado contra o Espírito Santo (Mt.12:32).
“Eh! Salva-te” (v.7) é um clamor que chega até nós como um eco persistente de um Deus que não desiste de ninguém. Quando o justo Juiz levantar-Se “da Sua santa morada” (v.13), até o céu ficará em silêncio (Ap.8:1). A Sua justiça virá para destruir “os que destroem a terra” (Ap.11:18) e para salvar aqueles que “venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Ap.12:11).
O tempo de angústia que diante de nós está é descrito pelo profeta Daniel como um “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1). O cumprimento das profecias nos mostra que este tempo já está revelando seus primeiros efeitos. E qual tem sido a nossa atitude, amados? Estamos de fato e de verdade preparados para enfrentar a grande e última fúria do Maligno? Como Daniel e seus amigos, a nossa fé tem sido fortalecida no sentido de negar com firmeza tudo aquilo que não faz parte da “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2)?
Quer você morar na santa morada do Altíssimo? “Fugi, agora” (v.6), das práticas abomináveis deste mundo! “Canta e exulta” (v.10) ao Deus da tua salvação! Porque eis que Ele vem sem demora para buscar um povo peculiar, que não se curvou diante do deus deste século; que não se conformou com os “tempos difíceis” e que fugiu da companhia dos escarnecedores (2Tm.3:1-5). Um povo cujos princípios de vida não podem ser confundidos com a impiedade deste mundo. Um povo que “é gente sábia e inteligente” (Dt.4:6) e que, pela maravilhosa graça de Cristo, se mantém fiel “ainda que caiam os céus” (Ellen G. White).
Siga as orientações de Jesus em Mateus 6:6. Hoje, entra no teu quarto e, fechada a porta, rasgue o teu coração diante do Senhor (Jl.2:13). Faça disso uma prática constante e diária. Daniel venceu orando “três vezes por dia” (Dn.6:10). E quão pouco é diante de todo o tempo de graça que nos tem sido ofertado! Hoje, decida “firmemente” (Dn.1:8) buscar ao Senhor enquanto pode achá-Lo e invocar-Lhe o nome “enquanto está perto” (Is.55:6). “Salva-te” (v.7), enquanto há tempo!
Pai nosso que está nos Céus, santificado seja o Teu nome. Nós queremos fazer parte do Teu povo, cercados por Ti e participantes da Tua glória. Ó, Senhor, cuida de nós como a menina do Teu olho! Nosso coração desfalece de saudades de Ti! Conforta-nos com Tua constante presença. Enche-nos do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, salvos pela graça maravilhosa de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Zacarias2 #RPSP
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“Respondeu o Senhor com palavras boas, palavras consoladoras, ao anjo que falava comigo” (v.13).
Contemporâneo de Ageu, o profeta Zacarias recebeu do Senhor uma série de visões em sucessão. Era um tempo sobremodo difícil e solene. O povo havia acabado de retornar do exílio e ainda enfrentava muita retaliação por parte dos pagãos que ali viviam. Daqueles que voltaram, uma grande parte havia nascido e crescido em Babilônia, trazendo consigo os costumes de seu antigo lar. Ao trazer-lhes à memória a desobediência de seus pais e as consequências de tal atitude, era desígnio de Deus chamá-los para assumir uma postura diferente, a fim de que pudessem desfrutar das bênçãos advindas da obediência. “Tornai-vos para Mim” (v.3) e “Convertei-vos” (v.4) eram declarações de amor do Pai, que desejava reatar com Israel o elo do relacionamento que se havia rompido.
Acompanhado de um anjo, Zacarias teve visões em sequência, a começar pelos cavalos. Em uma visão da noite, ele viu num vale “um homem montado num cavalo vermelho” e vários cavalos atrás dele (v.8). Após cumprirem o seu propósito de “percorrerem a Terra” (v.10), eles apresentaram a seguinte conclusão: “Nós já percorremos a Terra, e eis que toda a Terra está, agora, repousada e tranquila” (v.11). Considerando a expectativa humana, esta seria uma conclusão positiva acerca da condição da Terra. Mas sob o ponto de vista divino, pior não poderia estar. Ainda que, de muitas formas, as nações tivessem testemunhado as manifestações de Deus, escolheram adormecer no sono letal da indiferença e andar por sobre o solo instável da autoconfiança: “E, com grande indignação, estou irado contra as nações que vivem confiantes […], e elas agravaram o mal” (v.15).
Na segunda visão, o profeta viu quatro chifres e quatro ferreiros como símbolos da soberania de Deus sobre os poderes terrestres. Chifre em profecia simboliza poder ou reino. Os quatro chifres, portanto, são uma referência aos reinos que dispersaram o povo de Deus e o oprimiu em períodos diferentes da história de Israel. Mas apesar das tentativas de destruir os filhos de Israel e de frustrar os propósitos de Deus, essas visões revelam que, mesmo na letargia ou nas circunstâncias mais adversas, ninguém pode malograr a perfeita agenda dAquele que planejou a nossa salvação antes da fundação do mundo.
Há um relatório sendo apresentado ao Senhor sobre a situação da Terra hoje. Há um clamor sendo erguido com grande urgência: “Tornai-vos para Mim, diz o Senhor dos Exércitos, e Eu Me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos” (v.3). “Convertei-vos, agora, dos vossos maus caminhos e das vossas más obras” (v.4). Em um clima de contagem regressiva, a Terra convulsiona como prestes a revelar os efeitos do mal em sua totalidade. As doenças malignas, os desastres naturais, a falta de amor são sintomas cada vez mais graves de um mundo em ebulição. Contudo, não há pior condição do que aquela que afeta a nossa razão e nos condiciona ao estado de repouso fatal; aquele em que o homem se torna cuidador de si mesmo, deixando de depender de Deus.
Como o mundo antediluviano sucumbiu pela água, os ímpios sucumbirão no juízo final pelo fogo. Noé teve de enfrentar uma geração “repousada e tranquila” (v.11) certa de que as palavras do velho pregador não se cumpririam. Ao perceber, porém, que logo entraria na arca, sua voz ergueu um alto clamor com palavras de apreço e consideração mesmo por aqueles que constantemente o escarneciam. A fim de nos livrar da condenação do pecado, Jesus Cristo nos falou “com palavras boas, palavras consoladoras” (v.13): “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17). “Com grande empenho” (v.14), o Espírito Santo está zelando por todos os mansos da Terra e congregando-os para a arca da salvação, para o seguro Refúgio durante a última grande batalha.
Que neste tempo de decisiva sacudidura, o Senhor nos encontre “seguindo a verdade em amor” (Ef.4:15), “na esperança da vida eterna que o Deus que não pode mentir prometeu antes dos tempos eternos” (Tt.1:2).
Querido Pai do Céu, nunca necessitamos tanto da Tua armadura como agora! Reveste-nos da Tua armadura, e a Tua armadura é Cristo! Ele é a Verdade. Ele é a nossa Justiça. Ele é o Príncipe da Paz. A nossa fé é a fé de Jesus. Ele é o nosso Salvador. Ele é a Palavra. Senhor, concede-nos Teu Espírito de amor! Desperta a Tua igreja! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, despertos para a última grande batalha!
Rosana Garcia Barros
#Zacarias1 #RPSP
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“Minha é a prata, e Meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos” (v.8).
Com uma força a ser considerada, Ageu proclamou as palavras do Senhor. Apenas dois capítulos, mas verdades que precisam impactar a nossa vida com a mesma intensidade com que impactou aquele povo. Para os antigos, o segundo templo refletia apenas uma pálida imagem do que tinha sido o primeiro. Contudo, tanto aos líderes da reconstrução quanto a todo o povo, foi dito: “sê forte, sê forte, sê forte” (v.4). O “Meu Espírito habita no meio de vós; não temais” (v.5). Então, são relatados abalos no céu, na terra e no mar, e a glória de Deus enchendo o templo de uma forma como nunca houve, um evento que promoveria “a paz” (v.9). Uma mensagem animadora e pertinente ao momento difícil em que o povo estava vivendo.
Dois meses depois, porém, o profeta ergueu entre o remanescente uma mensagem diferente. Falando acerca das cerimônias realizadas no templo como incapazes de purificá-lo, o Senhor declarou: “tudo é imundo” (v.14). “Antes” que pudessem colocar “pedra sobre pedra no templo do Senhor” (v.15), o povo foi açoitado com diversas provas; ainda assim, “não houve, entre vós, quem voltasse para Mim, diz o Senhor” (v.17). Ninguém houve que percebesse os alarmes de Deus a fim de prepará-los para o que estava por vir. Se o tivessem percebido, não teriam abandonado o posto de seu dever quando severamente perseguidos. Mas as misericórdias do Senhor os encontrou e os fez vislumbrar o poder do evangelho, que apaga o passado e dá novo sentido ao futuro: “Considerai, Eu vos rogo, desde este dia em diante […]; mas, desde este dia, vos abençoarei” (v.18, 19).
Desde a queda de nossos primeiros pais, Satanás tem se empenhado arduamente na obra de nos afastar do nosso Criador. De forma desleal e cruel, ele tem arquitetado seus planos sempre no mesmo propósito: destruir a humanidade e acusar o Senhor como Deus injusto. Sua mente completamente egoísta e maligna não conseguia conceber o fato de que “o Senhor dos Exércitos” (v.6) se tornaria o Descendente da mulher (Gn.3:15) e passaria por tudo o que passou a fim de salvar a raça caída. Ainda assim, ele tremia ao pensar no cumprimento desta promessa e, durante toda a história do povo de Deus, fez tudo o que podia para impedir que o Deus homem entrasse no segundo templo e revelasse ao mundo a glória do Pai. Porque Jesus Cristo, Sua vida e Seu caráter, é a prova inquestionável, diante de todo o Universo, que as acusações de Satanás são falsas e que a Palavra de Deus é verdadeira (Jo.17:17), é viva e é eterna (1Pe.1:23), e que “Deus é amor” (1Jo.4:8).
Na morte do fiel Abel, o inimigo desferiu o seu primeiro golpe contra Adão e Eva. Ao matar todos os filhos de Jó e afligi-lo com úlceras malignas, queria provar que sua fé era condicional às bênçãos recebidas. Ao matar os discípulos, pensava em silenciar a voz militante da igreja primitiva. Ao queimar cristãos nas fogueiras da inquisição, esperava abafar a trombeta da reforma protestante. Mas em todos os casos, houve uma única resposta: fé genuína apesar das circunstâncias. O que Deus ensinou ao Seu povo através do profeta Ageu, Ele deseja que aprendamos hoje. Não são as nossas obras de igreja que nos santificam e nos preparam para o que está por vir, porque as nossas justiças são “como trapo da imundícia” (Is.64:6). Mas as obras do “Desejado de Todas as Nações” em nós é a nossa salvação e segurança.
Quando entendermos que não somos nós, nossa alimentação impecável, onde moramos, como nos vestimos, que nos tornam dignos de alguma coisa, e sim Jesus Cristo, o Pão da vida, o nosso seguro Refúgio, Aquele que nos oferece as Suas vestes brancas de pureza, seremos tão-somente prata e ouro nas mãos dAquele que operará em nós a Sua justiça salvífica. Então, o nosso exterior refletirá o nosso interior cheio do Espírito Santo. Porque, assim diz o Senhor: “Minha é a prata, Meu é o ouro” (v.8). Uma mensagem que Ele fez questão de explicar através do contemporâneo de Ageu: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu as ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9).
Estamos sendo “purificados, embranquecidos e provados” (Dn.12:10), e a pergunta é: Como os três jovens hebreus, estamos dispostos a entrar na fornalha ardente se preciso for? Ou assumiremos a postura covarde dos milhares de falsos adoradores que se curvaram diante da estátua (Dn.3:7, 12)? A “perseverança dos santos” (Ap.14:12), a obediência do último remanescente de Deus na Terra, será naturalmente percebida como fruto de um relacionamento de fé e de amor com o Criador. A fornalha da aflição está prestes a ser aquecida “sete vezes mais” (Dn.3:19), e só conseguirá vencer aquele que estiver “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:2). Como Zorobabel foi uma ilustração da vitória de Cristo, Deus fará do Seu último povo o Seu “anel de selar” (v.23), selando-o “na fronte” (Ap.7:3), na sede do entendimento, elevando o seu caráter e nele revelando a face de Cristo.
Portanto, sê forte, povo de Deus! Considerai o que Jesus já fez por nós e, “deste dia em diante” (v.18), Ele nos abençoará e nos dará a derradeira chuva do Seu Espírito.
Querido Deus e Pai, aguardamos ansiosos o Desejado de Todas as Nações. Mas antes de esperarmos o Seu retorno, Ele tem esperado que o Seu povo esteja preparado, selado pelo Espírito Santo. Ó, Deus Eterno, ainda há tanta coisa em nós que necessita de transformação! Estamos tão distantes do caráter de Teu Filho! Mas louvado seja o Senhor, porque há socorro para nós! Fortalece-nos nas batalhas para que sejamos o Teu ouro e a Tua prata, provados e purificados para a Tua glória. Renova as nossas forças, Pai! Envolve-nos em Teus braços de amor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, prata e ouro do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Ageu2 #RPSP
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“Tendes semeado muito e recolhido pouco; comeis, mas não chega para fartar-vos; bebeis, mas não dá para saciar-vos; vesti-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o para pô-lo num saquitel furado” (v.6).
Após os setenta anos do cativeiro babilônico, “para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (Ed.1:1), o qual emitiu um decreto que autorizava o retorno dos judeus a Jerusalém a fim de reconstruir o templo de Deus. Retornar a Jerusalém, contudo, significava abrir mão de tudo o que haviam conquistado em Babilônia. Mesmo na condição de exilados, muitos haviam adquirido muitos bens e viviam de forma confortável na terra estrangeira. Voltar para um país destruído e a incerteza quanto ao que os aguardava fez com que muitos dentre o povo permanecessem em Babilônia e apenas um pequeno grupo regressasse.
A reconstrução do templo tornou-se o objetivo de vida daquele povo, de forma que, lançados os alicerces do templo, houve um ajuntamento solene, com muitos cânticos. Os mais idosos, porém, ao lembrar da glória da “primeira casa, choraram em alta voz” (Ed.3:12), ao ver apenas um alicerce onde antes havia um belíssimo templo. As manifestações de alegria e de choro se misturaram em vozes que puderam ser ouvidas de muito longe. Mesmo em face da autorização de Ciro, os judeus remanescentes encontraram muitas limitações e sérios problemas na reconstrução do templo. Homens maus se levantaram e impediram o povo de continuar a obra. Inicialmente, houve um período de grande tristeza e desânimo, mas, com o passar do tempo, os judeus se ocuparam na construção e embelezamento de suas próprias casas, esquecendo-se do propósito pelo qual haviam retornado.
Ainda que empenhados em se estabelecer em Jerusalém e seus arredores com o mesmo padrão de vida adquirido em Babilônia, suas tentativas eram frustradas. Pareciam ter muito, mas nunca estavam satisfeitos. Plantavam muito e colhiam pouco e os assalariados nunca recebiam o bastante para suprir as necessidades de suas famílias. Todos estavam ocupados demais para buscar o Senhor. Nesse tempo de letargia e indiferença, Deus levantou os profetas Ageu e Zacarias a fim de ajuntar o povo novamente e despertá-lo para o que realmente era importante. Mesmo em face das ameaças inimigas, aquele remanescente deveria manter em mente a fiel mensagem do Senhor: “Eu sou convosco” (v.13).
Há um cativeiro, hoje, do qual já fomos libertos pelo decreto do Rei dos reis: “Está consumado” (Jo.19:30). Jesus assinou com Seu sangue a nossa carta de alforria e nos promete: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Mas também há um inimigo que, ao perceber o esforço de muitos no propósito de fazer a vontade de Deus, cria barreiras e impedimentos a fim de causar desânimo, desviando-os da fé para as coisas corruptíveis deste mundo. E, ocupados demais em seus esforços por conquistas temporais e pelo reconhecimento humano, acabam como aquele remanescente pós-exílio, tão cheios de atividades para a satisfação própria, mas sempre insatisfeitos.
A nossa missão como último remanescente de Deus não requer a reconstrução de um templo onde muitos possam estar, mas de um templo onde o Senhor possa habitar: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas” (At.1:8). “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1Co.6:19-20). Essa mensagem nunca foi tão atual quanto o é hoje. Em um tempo comparado aos dias de Noé, quando a seu bel prazer “comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento” (Mt.24:38), somos chamados para agradar não o nosso apetite pervertido, não as nossas paixões carnais, não a opinião alheia, mas agradar a Deus. “Temei a Deus e dai-Lhe glória” (Ap.14:7) compõe o escopo da verdade presente para os nossos dias, e a glória de Deus que se manifestará na vida de Seu remanescente.
Deus tem levantado, hoje, homens e mulheres que qual Ageu tem clamado com a voz e com a vida: “Considerai o vosso passado” (v.5, 7). Enviados do Senhor a fim de despertar o povo de Deus para tomar novamente as ferramentas necessárias a fim de que o santuário do Espírito Santo esteja pronto para receber o Rei em toda a Sua glória. Muitos têm se perguntado porque Deus não fala hoje como falava com Seus profetas no passado. Mas a pergunta deveria ser: O problema está em Deus não falar ou em não termos condições de ouvi-Lo? As pedras estão clamando através das descobertas científicas que o mau funcionamento do nosso corpo tem total influência sobre o nosso cérebro. E se a nossa mente está afetada pelos prejuízos que causamos ao nosso corpo, como poderemos discernir com clareza a suave voz do Espírito?
O objetivo principal da mensagem de saúde não se trata, portanto, amados, de uma fuga das doenças ou de um meio para sermos salvos, e sim de glorificarmos a Deus através de um corpo são e uma mente esclarecida. “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Então, se exercitar, se alimentar de maneira saudável, ser temperante, beber água com frequência, renovar o ar dos pulmões, tomar banho de sol, dormir bem à noite e confiar em Deus não serão oito sacrifícios, mas oito formas de amar o meu Criador e conhecê-Lo melhor.
Em um mundo escravizado pelos costumes que têm destruído o corpo e a mente e afastado multidões da vida eterna (Jo.17:3), experimente esta verdade presente de preparar-se para ser um templo cheio do Espírito Santo.
Pai Santo, muitos de nós temos trocado as bênçãos da Tua presença e de andar segundo a Tua vontade por uma vida segundo os costumes e mau uso do tempo que tem tornado este mundo um lugar cada vez mais difícil de se estar. Tem misericórdia de nós, Senhor! Necessitamos desesperadamente do batismo do Espírito Santo! A ira do inimigo tem aumentado. Suplicamos que renove as nossas forças e o nosso ânimo, na certeza de que, ao final das provas, receberemos a recompensa de morar com o nosso Salvador para sempre. Envia Teus anjos com o tatalar de suas asas nos concedendo o refrigério do alívio. Reveste-nos da Tua armadura, que é Cristo em nós! E nós Te oramos no nome e pelos méritos dEle, que por nós verteu Seu sangue na cruz do Calvário. Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Ageu1 #RPSP
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“Mas deixarei, no meio de ti, um povo modesto e humilde, que confia em o nome do Senhor” (v.12).
A condição espiritual dos moradores de Jerusalém era degradante, não obstante ostentassem uma postura religiosa. Seus príncipes e juízes eram cruéis, seus profetas, levianos, seus sacerdotes, profanos. “Manhã após manhã” (v.5) o Senhor revelava a Sua justiça, enquanto eles se levantavam de madrugada para praticar a corrupção (v.7). Os juízos divinos sobre as nações impenitentes deveriam ter sido levados em consideração pelo povo, como claras advertências contra o que é mau. Contudo, ele escolheu o caminho da obstinação: “Não atende a ninguém, não aceita disciplina, não confia no Senhor, nem se aproxima do seu Deus” (v.2). Perante Deus, Jerusalém tornou-se uma cidade pior do que as cidades ímpias que “foram destruídas” (v.6).
Mas no meio das ruínas espirituais de Jerusalém Deus enxergou algo precioso. É descrito aqui um reforço ao conceito da sacudidura do povo de Deus: “tirarei do meio de ti os que exultam na sua soberba […]. Mas deixarei, no meio de ti, um povo modesto e humilde, que confia em o nome do Senhor” (v.11, 12). Ou seja, a escória é tirada e o ouro é deixado; a palha sai e o grão fica. O Senhor não suscitaria uma nova nação, mas renovaria a nação existente retirando os soberbos e confirmando os humildes. “Dalém dos rios da Etiópia” (v.10), Deus congregaria os Seus adoradores de todas as nações como um só povo sob a segurança da fiel promessa: “Eu os congregarei” (v.18). “Os restantes de Israel” (v.13) constituiriam um povo peculiar que anda na verdade, uma revelação do caráter de Cristo.
Se o Senhor tivesse sido fielmente representado por Israel no passado, com Seu amor, alegria e poder para salvar (v.17), certamente o nascimento de Cristo teria sido uma celebração ouvida pelas nações ao redor e Seu ministério terrestre, completamente desimpedido de corações obstinados e soberbos. Cristo veio, porém, para revelar o verdadeiro caráter do Pai, que Israel “religiosamente” distorceu. Ao contrário do cântico da filha de Sião, fruto de um louvor sincero “de todo o coração” (v.14), a respeito daqueles que diziam representá-Lo, Cristo declarou: “Este povo honra-Me com os lábios, mas seu coração está longe de Mim” (Mt.15:8).
Como aqueles que professam crer em Jesus e aguardar a Sua segunda vinda, estamos, de fato e de verdade, buscando a semelhança de Cristo? Enoque foi tão fiel e perseverante em sua busca, ainda que no meio de uma geração continuamente má, que Deus o tomou para Si (Gn.5:24). Elias almejou tanto a companhia de Deus diante da apostasia de Israel, que também foi levado ao Céu sem passar pela morte (2Rs.2:11). Ainda que habitando na capital da idolatria e da imoralidade, Daniel se manteve puro, e seus olhos viram o próprio Cristo. A respeito do “povo modesto e humilde” (v.12) dos últimos dias, aqueles que apesar de viverem no momento mais escuro da Terra, “suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (Ez.9:4), eis o que Cristo promete: “voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3).
Você aceita fazer parte da nação santa de Deus? É simples. Escolha Jesus Cristo. NEle encontramos as respostas para uma vida modesta e humilde. Ser um seguidor e representante de Cristo não significa aparecer mais do que os outros, mas ser semelhante a Ele tanto diante dos outros quanto a sós com Deus. Não fomos chamados para agradar a homens, mas para agradar a Deus. E mesmo que nesse processo sejamos incompreendidos, o Senhor nos diz: “Não temas […]. O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; Ele Se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no Seu amor, regozijar-Se-á em ti com júbilo” (v.17).
As promessas contidas no capítulo de hoje são um verdadeiro bálsamo para todos os que amam a Jesus e “amam a Sua vinda” (2Tm.4:8). Oh, preciosa redenção! Preciosas promessas que revelam o amor do Pai por nós! Cada vez mais o coração de Seus filhos tem sido machucado por este século sombrio. Mas nossa momentânea tristeza logo será convertida em eterna alegria. Nossas lágrimas darão lugar ao cântico de louvor celestial. Todas as nossas angústias e provações terão ficado para trás. A constante contemplação do semblante amoroso e sereno de nosso Redentor despertará em nós uma alegria arrebatadora e desejo sublime em render-Lhe graças por toda a eternidade.
Quer você participar do que “Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co.2:9)? Permita que a Terceira Pessoa da Trindade, o Consolador, o Espírito Santo, lave a sua vida com Seu lavar regenerador e renovador. Então, seremos, pela graça de Jesus e pelo poder do Espírito Santo, o motivo do sorriso de Deus.
Ó Pai de misericórdias, almejamos estar entre os que terão lábios puros, um povo modesto e humilde que anda na verdade! Queremos Te louvar e Te amar de todo o nosso coração e ser o motivo de Tua alegria por toda a eternidade! Salva-nos para o Teu reino, pois Tu és poderoso para nos salvar! Aguardamos novos céus e nova terra, onde não se cometerá iniquidade, nem haverá mentira; lugar onde seremos apascentados por Jesus, nosso bom Pastor, e não teremos mais medo nem veremos mal algum. Mas podemos, hoje, viver um vislumbre da eternidade se aqui andarmos Contigo. Nosso Pai, toma-nos pela mão e nos ensina a andar Contigo como andou Enoque. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo modesto e humilde!
Rosana Garcia Barros
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