Reavivados por Sua Palavra


Efésios 3 – Comentado por Rosana Barros
17 de janeiro de 2025, 0:45
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O maior tesouro que temos nesta terra chama-se Palavra de Deus. Em Sua infinita bondade e misericórdia, Deus nos deixou a Sua Palavra como o “GPS” em nossa jornada para o lar celestial. Ao fazer aliança com Abraão e sua descendência, o Senhor tinha propósitos bem maiores e melhores do que simplesmente estabelecer uma nação. Israel foi escolhida como mensageira de Deus às demais nações. Sua missão consistia em viver em conformidade com o maior dos dons: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt.6:5). Mas, no decorrer do percurso de Israel, o favor de Deus para com alguns estrangeiros, demonstrou o Seu real desejo: salvar a todos. Raabe, a prostituta de Jericó (Js.6:25), Rute, a moabita (Rt.1:4), Naamã, o sírio (2Rs.5), e o povo de Nínive (Jn.3:5), são exemplos inquestionáveis da atenção do Senhor para com todos os pecadores.

O Senhor também declarou: “Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a Minha aliança, também os levarei ao Meu santo monte e os alegrarei na Minha Casa de Oração […] porque a Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:6-7). Essa é uma bênção e uma promessa que alcança a cada um de nós. A diferença é que, hoje, podemos compreender o “mistério de Cristo” (v.4), que àquelas gerações “não foi dado a conhecer” (v.5). Mesmo cientes de que Deus lhes daria livramento através do Messias, eles morreram sem ver o cumprimento da promessa.

Deus não mais manifestaria o Seu poder em uma nação apenas, mas, por meio de Cristo Jesus, estabeleceu a Sua igreja mundial, para que, por meio dela, “a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida” (v.10). Ele passou a contar com pessoas de todas as nações, tribos, povos e línguas que fazem parte “do mesmo corpo” (v.6). Pessoas em cujo coração Cristo habita por meio do Espírito Santo, estando “arraigados e alicerçados em amor” (v.17). Que conhecem “o amor de Cristo, que excede todo entendimento” (v.19), porque nutrem diariamente uma amizade genuína com Ele. Sobre estes recai “toda a plenitude de Deus” (v.19) para que, como “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), glorifiquem a Ele mediante “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6).

Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai” (v.14). Por esta causa, sou imensamente grata pelo “eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor, pelo qual temos ousadia e acesso com confiança, mediante a fé nEle” (v.11-12). Fomos constituídos ministros de Cristo, “conforme o dom da graça de Deus […] segundo a força operante do Seu poder” (v.7). A nós, os menores “de todos os santos, [nos] foi dada esta graça de pregar” a todas as nações “o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (v.8). Fazemos parte de um movimento profético e guiado por Deus. Que privilégio! Fomos chamados para realizar uma obra que os anjos desejariam desempenhar! Que sublime convocação!

Há um exército de fiéis cuja pátria não é aqui. Que experimenta e compartilha o amor de Deus com todos, compreendendo que a nossa luta não é contra pessoas, mas contra Satanás e tudo o que é mau (Ef.6:12). Uma igreja que corresponde ao amor que a salvou e que trabalha não para agredir, mas para revelar ao mundo a única verdade que liberta (Jo.8:32). Será este remanescente que o Senhor virá buscar; que, independentemente das ameaças humanas e das trevas morais, escolheu não se contaminar com as iguarias do príncipe deste mundo (Dn.1:8). Um povo que confia que, Aquele “que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o Seu poder que opera em nós” (v.20), há de cumprir a Sua derradeira promessa.

Conforme escrevi a pouco, resumidamente” (v.3), encerro com as palavras desta canção, que também resume o que Deus espera de nós como Seus representantes:

Eu quero uma igreja que sare ao ferido, que rompa as correntes, liberte ao cativo, que aclare a mente que está confundida, e que fale a verdade. Eu quero uma igreja que com seu olhar mostre a esperança à alma angustiada. Eu quero uma igreja que sare as feridas desta humanidade. Eu quero um rebanho onde Minhas ovelhas se sintam seguras e cheias de paz, onde a Palavra seja o alimento, ali quero morar” (“A Igreja”, intérprete: Luiz Cláudio).

Nosso Pai que habita nos Céus, reconhecemos que a salvação veio dos judeus, e não apenas para os judeus, mas porque o Senhor tanto amou o mundo deu o Seu Filho unigênito. Todos nós somos chamados para aceitar a Tua salvação em Cristo Jesus. Não temos como entender o Teu amor, mas pela fé o aceitamos e desejamos. Como o Senhor foi com Paulo, capacita-nos, pelo poder do Teu Espírito, a pregar o evangelho eterno e apressar a volta do nosso Salvador. Ilumina o nosso coração e segura a nossa mão, Pai amado! Concede-nos mais amor por Tua Palavra, mais amor pelos nossos semelhantes, mais amor por Ti! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, igreja do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#Efésios3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Efésios 2 – Comentado por Rosana Barros
16 de janeiro de 2025, 0:45
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O papel da graça é apresentado em seu mais intrínseco significado: Jesus nos deu vida quando estávamos mortos em nossos pecados (v.1). Talvez a visão do profeta Ezequiel em um vale de ossos secos nos ajude a entender melhor o trabalho divino no homem. Ezequiel viu um vale com um grande número de ossos ressecados e lhe foi ordenado profetizar a eles. Foi enquanto profetizava que os ossos começaram a bater uns nos outros “e se ajuntavam, cada osso ao seu osso” (Ez.37:7); cresceram os tendões, as carnes e a pele os revestiu. Ezequiel continuou profetizando até que “o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso” (Ez.37:10; também leia Jó 27:3). Essa visão representava o que Deus faria à nação de Israel, tirando-a de uma situação sem esperança para a promessa de uma vida em abundância: “Porei em vós o Meu Espírito, e vivereis” (Ez.37:14).

Paulo buscou reforçar a mesma ideia da visão. Segundo a Escritura, a morte é um estado de inconsciência (Ec.9:5, 10; Jo.11:11). Jó declarou: “Mas, se eu aguardo já a sepultura por minha cama; se nas trevas estendo a minha cama […] juntamente no pó teremos descanso” (Jó 17:13 e 16). Portanto, a morte é comparada ao sono. Fora de Cristo vivemos em um estado de inconsciência, como mortos ou adormecidos espiritualmente. O termo “filhos da desobediência” (v.2) deixa claro que temos um papel a desempenhar para não incorrermos em fazer parte deste grupo, mas este papel só faz sentido e só tem eficácia se for o resultado da salvação, “as boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (v.10). É quando o Espírito age no homem que a obediência se torna um resultado inevitável: “Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis” (Ez.36:27).

Primeiro o Senhor nos salva e liberta por Sua graça, e só então nos apresenta o corpo de leis que, se obedecido, nos preserva em Sua justiça. Se você já experimentou a conversão através de um encontro pessoal com Cristo sabe bem do que estou falando e do que se trata este capítulo. Jesus me encontrou num momento crucial da minha vida. Quando eu andava “segundo as inclinações […] da carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (v.3), Ele me encontrou e me amou. Eu fui ressuscitada com Cristo, pois estava morta em meus “delitos e pecados” (v.1). Eu não pedi para ser encontrada, amados. Na verdade, não fazia ideia de que estava perdida. “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que [me] amou […]” me “deu vida juntamente com Cristo” — pela graça eu fui salva! (v.5).

Hoje eu posso afirmar que, como resultado da graça e da obra do Espírito Santo, o meu “prazer está na lei do Senhor” (Sl.1:2). Quando permitimos que o Espírito Santo atue em nossa vida, a nossa alegria está em fazer a vontade de Deus. É por isso que o verdadeiro adorador não se gloria no que faz, mas se regozija pelo que Deus realiza nele. É diferente, percebem? Ao olharmos para a cruz precisamos enxergar Aquele que não veio abolir os mandamentos de Seu Pai, mas abolir “a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (v.15), as leis cerimoniais que nada mais eram do que as leis que regiam o serviço do santuário terrestre. Mas as dez palavras divinas, que Deus escreveu com o próprio dedo (Êx.31:18) são eternas e servem como espelho para todos os que verdadeiramente desejam viver vida piedosa em Deus. Gosto muito de uma frase do pastor Mark Finley, que diz: “O evangelho nos liberta da condenação da lei, não de nossa responsabilidade em obedecê-la”.

Amados, “sois da família de Deus” (v.19), “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (v.20). Antigo e Novo Testamentos, fundamento dos profetas e dos apóstolos, compõem a nossa única regra de fé e prática. A vida de Jesus deveria ser o bastante para entendermos esse assunto de uma vez por todas. Sua vida de altruísmo, abnegação e obediência foi a trombeta de Deus naquele tempo e permanece ainda hoje, quando vivemos na iminência de Sua gloriosa volta. Como o sábio que constrói a sua casa sobre a Rocha, todo aquele “que ouve” as palavras de Jesus “e as pratica” (Mt.7:24) jamais será abalado. Permanece “como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre” (Sl.125:1).

Diz a palavra inspirada: “Aqueles que têm genuíno amor a Deus manifestarão um intenso desejo de conhecer Sua vontade e executá-la. […] Não é somente privilégio, mas dever de todo cristão manter íntima união com Cristo e ter uma rica experiência nas coisas de Deus. Então sua vida será frutífera em boas obras. Disse Cristo: ‘Nisto é glorificado o Meu Pai: que vocês deem muito fruto’. Jo.15:8” (Santificação, CPB, p.81 e 84). A salvação é pela graça e a santificação acontece quando obedecemos a Palavra dAquele que nos salvou. Que nossa vida possa crescer como “santuário dedicado ao Senhor” (v.21), firmada na Rocha que é Cristo, “sendo edificados para habitação de Deus no Espírito” (v.22).

Deus eterno, o Senhor nos deu Jesus quando ainda estávamos mortos em nossos pecados. Por isso, nós O amamos porque Tu nos amaste primeiro. Tu és rico em misericórdia, nosso Pai, cheio de amor por nós, que tantas vezes O rejeitamos! Ó, Deus amado e bendito, a Tua graça é tão linda! Que pelo poder do Teu Espírito, nós possamos andar nas obras que o Senhor de antemão nos preparou. Almejamos o caráter de Jesus, revelado em uma vida de voluntária obediência. Envia-nos aos lugares e às pessoas que o Espírito Santo nos indicar e que tudo em nós manifeste a luz de Cristo. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela graça e santificados pela obediência!

Rosana Garcia Barros

#Efésios2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Efésios 1 – Comentado por Rosana Barros
15 de janeiro de 2025, 0:45
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A carta de Paulo aos Efésios sintetiza a atuação da graça nas mais importantes esferas: individual, eclesiástica e familiar. Certo da fé e do amor operantes naquela comunidade cristã, o apóstolo os exortou a perseverar nesse sentido. Por meio de Cristo, “pelo Seu sangue” (v.7), Deus opera a salvação na vida dos que são “selados com o Santo Espírito da promessa” (v.13). A Trindade trabalha a fim de nos salvar “segundo o beneplácito de Sua vontade” (v.5). Deus nos escolheu “antes da fundação do mundo” (v.4) “para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo” (v.5). NEle, “temos a redenção” e “a remissão dos pecados” (v.7). E o Espírito Santo nos concede o poder “a fim de sermos para louvor” da glória de Deus (v.12), como fiéis testemunhas de Jesus, “santos e irrepreensíveis perante Ele” (v.4).

O conhecimento prático de Deus é obtido a partir do relacionamento pessoal que entretemos diariamente com Ele. É através da comunhão que recebemos o selo diário de aprovação do Espírito, que nos exorta, corrige, educa e confirma pela autoridade de Sua Palavra. Todos os dias estamos na mira dos ataques letais de Satanás. E nossas escolhas definem o impacto do conflito e se passaremos por ele vitoriosos. E não há escola mais eficaz em seus métodos do que a escola de Cristo. Ele não somente morreu por nossos pecados, como também viveu nesta Terra andando entre os homens como o único que jamais pecou e que nos deixou o perfeito exemplo a ser seguido.

Através de Cristo, Deus nos revelou “o mistério da Sua vontade” (v.9). A vida de Jesus é exatamente o que Deus espera que Seus filhos busquem imitar. Mas isso não acontece por desejo e capricho do homem e nem é obra de um dia ou de uma experiência apenas. É um processo contínuo e diário que envolve a renúncia do eu e a entrega completa do coração a Deus. Como aponta Ellen White, da seguinte forma: “Cristianismo pressupõe uma reforma do coração. O que Cristo opera no interior, será manifesto no exterior sob os ditames de um intelecto convertido. O plano de iniciar pelo exterior e procurar operar interiormente, tem sempre falhado e falhará sempre” (Ellen G. White, Temperança, CPB, p.102). Ou seja, tentar cobrir a nudez de nossos pecados com as folhas de figueira de nossa justiça jamais satisfará os reclamos da justiça divina. Mas, “iluminados os olhos do [nosso] coração” (v.18), o que acontece fora dele torna-se um resultado inevitável.

A nossa união com Cristo deve ser uma bênção a crentes e descrentes. “Deus derramou abundantemente sobre nós em toda a sabedoria e prudência” (v.8), “a riqueza da Sua graça” (v.7). Quanto mais nos esvaziarmos de nós mesmos, mais seremos cheios “dAquele que a tudo enche em todas as coisas” (v.23). E quanto anseia Cristo habitar em nossa vida e nos acompanhar passo a passo em nossa jornada! Ele nos chamou “para sermos santos e irrepreensíveis perante Ele; e em amor nos predestinou para Ele” (v.4-5). Não significa dizer que Deus escolheu uns para a salvação e outros para a perdição. Não, amados! Ele simplesmente conhece o fim desde o princípio, mas ainda assim luta por cada ser humano enquanto há vida.

O infinito amor do Criador é a “matéria-prima” que transformará este mundo escuro no nosso perfeito lar eterno. E você e eu, definitivamente, somos o alvo desse puro e santo amor. Coloque-se, hoje, na mira do Senhor, e Aquele que está à direita de Deus, “nos lugares celestiais” (v.20) irá te selar “com o Santo Espírito da promessa, o qual é o penhor da nossa herança, até ao resgate da Sua propriedade, em louvor da Sua glória” (v.13-14).

Pai querido, o Senhor tem nos abençoado com toda sorte de bênção espiritual e nos escolheste antes que houvesse mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante Ti. Através de Cristo, o Senhor nos desvendou o mistério da Sua vontade, o evangelho da nossa salvação e, nele crendo, fomos selados com o Teu Santo Espírito. Confirma o Teu selo em nós a cada dia e ilumina os olhos do nosso coração para que saibamos qual é a esperança do nosso chamamento e qual é a riqueza da glória da herança que tanto aguardamos. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, selados com o Espírito Santo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Efésios1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Gálatas 6 – Comentado por Rosana Barros
14 de janeiro de 2025, 0:45
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Com ardente expectativa, o Céu aguarda a plenitude dos últimos dias. O Criador, o Redentor e o Consolador, que compõem um único Deus verdadeiro, estão trabalhando para que a última advertência seja dada ao mundo. Um povo que reflete o Seu caráter está sendo preparado para encontrar-se com Ele e colher a vida eterna do que semearam aqui nesta Terra. As palavras finais de Paulo aos gálatas revelam as atitudes que Cristo espera encontrar naqueles que está vindo buscar. Isso nos diz, amados, que as virtudes do Espírito Santo precisam ser visíveis e tangíveis em nossa relação com Deus e uns com os outros.

Essas virtudes, no entanto, não fazem parte de uma espécie de autopromoção de santidade. Como bem expressou o apóstolo: “Porque, se alguém julga ser alguma coisa, não sendo nada, a si mesmo se engana” (v.3). O fruto do Espírito é notoriamente percebido pela atuação do próprio Espírito Santo na vida. É verdadeiramente chorar com os que choram e celebrar com os que se alegram. Se Paulo pudesse resumir as suas cartas em um único conselho, creio que ele diria: estudem a Bíblia com humildade. Pois o estudo das Escrituras é o instrumento deixado por Deus para que possamos conhecê-Lo e entreter um relacionamento pessoal com Ele.

Por isso, “aquele que está sendo instruído na Palavra” (v.6) apegue-se a ela cada dia mais. O nosso amor por Deus e por nossos semelhantes cresce e se fortalece à medida que o nosso amor pela Bíblia é elevado. Como bem expressou Warren Wiersbie: “Quanto mais recebemos da Palavra de Deus, mais desejamos ter comunhão com o Deus da Palavra” (Comentário Bíblico Expositivo, vol.5, p.361). Com “que letras grandes” (v.11) o Espírito Santo deseja gravar as palavras do Senhor em nossa mente e em nosso coração! Vocês já pararam para pensar que podemos ser o último “Israel de Deus” (v.16)? Que podemos fazer parte da geração que proclamará o alto clamor e que testemunhará o glorioso retorno de Jesus? O meu coração desfalece de emoção só em pensar em ver o meu Redentor!

Portanto, “não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos” (v.9). O evangelho da humildade e mansidão de Cristo é o que nos impulsiona a “ser nova criatura” (v.15), seguir nos passos do nosso Mestre e semear a boa semente no coração de muitos. Todo aquele que se esconde em Cristo torna-se inevitavelmente um receptor e refletor de Seu caráter. Quer você saber qual é o seu papel como servo de Cristo nesses últimos dias? Busque a Deus “de todo o vosso coração” (Jr.29:13) e Ele Se revelará através de Sua Palavra e fará de você uma poderosa testemunha de Jesus que apressa a Sua volta. Vamos terminar o estudo deste livro com uma bênção, amados:

“A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja, irmãos, com o vosso espírito. Amém!” (v.18).

Vigiemos e oremos!

Bom dia, semeadores da Palavra!

Rosana Garcia Barros

#Gálatas6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Gálatas 5 – Comentado por Rosana Barros
13 de janeiro de 2025, 0:45
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Lendo o livro “Ainda que caiam os céus” (www.cpb.com.br), o autor conta a história de sua vida, de sua família e de irmãos em Cristo que sofreram os terríveis resultados do regime soviético. Em meio à fome, violência, repressão e descaso, os filhos de Deus eram contados com os criminosos. Mas ainda que em face de tantas tribulações, seus testemunhos deixaram um legado de elevada importância e que nos relembram um fato incontestável: o nosso lar não é aqui. Presos como animais, separados de suas famílias e constantemente à mercê de homens opressores e frios, as palavras que deixaram registradas na história revelam a fé, o amor e a alegria dos que são “guiados pelo Espírito” (v.18).

A tônica deste capítulo parece apresentar um novo discurso, quando, na verdade, Paulo apresenta um segundo problema. Primeiro, os gálatas foram severamente advertidos quanto ao legalismo. Então, mediante o espírito crítico que contaminava as igrejas, surgiu outro problema: o liberalismo. “Ora, se a lei não salva, então posso ser de Jesus enquanto faço o que quero”, julgavam alguns. Foi este tipo de pensamento que Paulo procurou corrigir a partir do versículo treze, quando disse: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor”.

Nos campos de concentração, nas prisões e nos lugares de trabalhos forçados, muitos de nossos irmãos encontraram a oportunidade de ser a última esperança àqueles que pereciam. Proibidos de ter consigo uma Bíblia, percebiam a atuação do Espírito Santo lembrando-lhes de textos que com dedicação e oração haviam estudado. Sua fé era fortalecida cada vez que eram levados a contemplar as cenas da crucifixão. O “escândalo da cruz” (v.11) era-lhes melhor compreendido e de suas faces irradiava a alegria de quem foi salvo por tão grande amor. Eles poderiam simplesmente ter negado a sua fé, colaborando com o regime socialista ou concordando em transgredir os mandamentos de Deus, mas a liberdade que tinham em Cristo não poderia jamais ser privada pelas circunstâncias. E diante de inquiridores agressivos, blasfemos e lascivos, davam graças a Deus por estarem do lado perseguido, e não do perseguidor.

A fé que atua pelo amor” (v.6) promove transformação. Geralmente, são mudanças imperceptíveis àqueles que as experimentam, mas, diante de outros, notoriamente vistas. Paulatinamente o Espírito Santo vai atuando naqueles que por Ele são guiados, de forma que “as obras da carne” (v.19) desaparecem para dar lugar ao “fruto do Espírito” (v.22). Notem que as obras da carne estão no plural, enquanto o fruto do Espírito, no singular. Há uma razão para isso. Tiago escreveu o seguinte: “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tg.2:10). Ou seja, da lista de quinze pecados destacados por Paulo, se eu cometo apenas um, é como se praticasse todos, e “não herdarão o reino dos céus os que tais coisas praticam” (v.21). Já a atuação do Espírito Santo na vida do cristão converso, produz um único fruto cujas virtudes andam juntas, sendo pouco a pouco aperfeiçoadas, como está escrito: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18).

Diante de Deus, não existem argumentos para a desobediência, pois a obediência é a fé operante, “a fé que atua pelo amor” (v.6): Amor a Deus e ao próximo (v.14), assim como nossos irmãos que escolheram não fazer a sua própria vontade (v.17), mas, por amor a Deus e à Sua Palavra, e por amor àqueles que pereciam no engano, colocaram em risco a própria vida e de suas famílias para pregar o evangelho. Todas as vezes que “vos mordeis e devorais uns aos outros” (v.15), “provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros” (v.26), estão assumindo o posto de agentes de Satanás. Não seja assim conosco, amados! Estamos tão perto do glorioso retorno de Cristo! E o Espírito Santo deseja encher nossas vasilhas de azeite e nos levar às bodas do Cordeiro.

Não poderemos jamais nos assemelhar àqueles mártires e nem alcançar perante Deus os mesmos privilégios que os aguarda na eternidade, se formos legalistas ou liberais. Deus não está em nenhum desses extremos. Mas “se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (v.25). Se o Espírito Santo habita em nós, que nossas palavras e ações sejam uma manifestação deste milagre. Então, quando formos severamente provados e diante de nós estiver o “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), nossa fé será confirmada, nossos ombros fortalecidos e nosso coração animado, na certeza de que estamos chegando na casa do nosso Pai.

Nosso Pai Celestial, o Senhor nos enviou o Seu Filho unigênito para iluminar a Terra com a glória do Teu caráter. Em Jesus temos o perfeito exemplo de quem viveu a harmonia entre a justiça e o amor. A lei cerimonial foi cravada na cruz, mas a lei dos Teus mandamentos é perfeita e restaura a alma. Por isso queremos obedecê-la pela fé, a fé que atua pelo amor. Ó, Pai, retira de nossa vida qualquer gosto ou vontade pelas obras da carne e realiza o milagre do fruto do Espírito em nós. Porque para as obras da carne há lei, que diz ao pecador que ele ficará fora do reino de Deus se as continuar praticando. Para o fruto do Espírito, contudo, não há lei, pois os que são de Cristo crucificaram a carne com suas obras. Faz-nos andar no Espírito até que Cristo volte, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, “guiados pelo Espírito” (v.18)!

Rosana Garcia Barros

#Gálatas5 #RPSP

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Gálatas 4 – Comentado por Rosana Barros
12 de janeiro de 2025, 0:45
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O Novo Testamento nada mais é do que a continuação do Antigo. Ignore o antigo testemunho, então o novo não poderá ser compreendido com clareza. Desde o Éden, Deus nos deixou mensagens que devem ser examinadas com diligência e oração. A fim de conservar o homem no caminho direito, o Senhor não poupou introduzir em Sua Palavra as consequências desastrosas da desobediência. Mas também deu especial destaque àqueles que, por sua fidelidade e integridade, tornaram-se exemplos inquestionáveis de que “Bem-aventurado é o homem que teme ao Senhor e se compraz nos Seus mandamentos” (Sl.112:1).

Ao chamar Abraão para dar início à descendência em que a promessa messiânica se cumpriria, o Senhor lhe prometeu um filho, o filho da promessa. Entretanto, a demora fez com que Abraão cedesse ao insistente pedido de Sara, gerando em Agar, a escrava egípcia, um filho que não correspondia à promessa de Deus. A impaciência gerou frustração e consequências desastrosas e inevitáveis. Mas foi através de Isaque que o Senhor confirmou a Sua aliança e multiplicou o Seu povo. Israel tornou-se o povo que representava o Deus vivo na Terra e, “sob a lei” (v.5), deveria ser testemunha ao mundo de que Deus certamente enviaria “Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). No entanto, na “plenitude do tempo, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (v.4), como prometera, e a nação estava tão ocupada em observar “dias, e meses, e tempos, e anos” (v.10), que não reconheceram em Cristo o cumprimento da profecia.

Ao entregar a Sua vida naquele madeiro, “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29), encerrou toda a lei cerimonial. Não era mais necessário guardar os dias de festas e os rituais de sacrifícios, pois que todos eles apontavam para o plano da salvação em Cristo. Quando Jesus expirou na cruz, “o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo” (Mt.27:51), simbolizando a vitória do perfeito plano divino. Por meio do sacrifício de Cristo, temos livre acesso ao Santíssimo, onde está o trono de Deus. Perante o Pai, reconhecendo que a intercessão dAquele que “saiu vencendo para vencer” (Ap.6:2) é suficiente para nos salvar, devemos depositar o nosso coração a fim de que “o Espírito de Seu Filho” (v.6) realize em nós a Sua boa obra.

Eis o que Paulo estava exortando aos gálatas e o que o Senhor nos pede todos os dias: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv.23:26). “Mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus” (v.9), procederemos como uma classe de escribas e fariseus atuais? Entregue o seu coração a Deus sem reservas e você verá se Ele não vai abrir os seus olhos para compreender com clareza toda a Escritura. Paulo revelou aos gálatas verdades tão absolutas e plenas, que eles teriam “arrancado os próprios olhos” (v.15) por amor a ele. Jesus mesmo afirmou: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). O pecado revelado na lei nos escraviza, mas a verdade revelada em Cristo nos liberta, e o Espírito Santo nos dá poder para obedecer a “lei da liberdade” (Tg.2:12).

Estude a vida de Paulo e você verá que, em momento algum, ele desobedeceu aos dez mandamentos. Mas também, em nenhuma de suas palavras inspiradas, você encontrará uma única citação que se refira à lei como um meio de salvação. Abraão obedeceu porque ele era livre. Ele poderia ter se recusado a obedecer, mas escolheu ser obediente porque amava a Deus. Paulo e os demais apóstolos poderiam ter se recusado a pregar o evangelho em tão terríveis condições, mas escolheram obedecer à voz de Deus porque, antes de tudo, O amavam. Se amamos a Deus, igualmente, “somos filhos não da escrava, e sim da livre” (v.31), e Lhe seremos obedientes porque escolhemos amá-Lo.

Tomando emprestado as palavras de Paulo, pergunto a vocês, meus irmãos: “Tornei-me, porventura, [vossa inimiga], por vos dizer a verdade?” (v.16).

Nosso Deus e Pai amado, o Teu conhecimento é liberdade e é vida. Em Te conhecer está a nossa felicidade. Que privilégio sermos chamados Teus filhos e podermos clamar: Aba, Pai! Ensina-nos a sermos sempre zelosos pelo bem e termos a Tua lei escrita em nosso coração. A nossa salvação foi comprada e garantida na cruz do Calvário, mas a nossa resposta a tão precioso e grandioso dom revela a quem servimos e para onde estamos indo. E nós queremos ir para Tua casa, Senhor! Salva-nos por Tua graça! Santifica-nos por Tua Palavra! Glorifica-nos por ocasião da Tua volta! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, livres em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Gálatas4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Gálatas 3 – Comentado por Rosana Barros
11 de janeiro de 2025, 0:45
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Não há nada mais nocivo à vida espiritual do que a justiça própria. Torna-se quase que um caminho sem volta. O apóstolo Paulo abriu este capítulo declarando: “Ó gálatas insensatos!” (v.1). Forte, não é mesmo? Mas, necessário. Ao receberem o evangelho de Cristo, eles também haviam recebido o Espírito Santo, e isto, apenas crendo, sem que precisassem se valer de qualquer obra humana. Mediante a influência de alguns, porém, as igrejas da Galácia estavam sendo minadas pela doutrina da justificação por obras, o que descaracteriza totalmente a justificação pela fé.

Ao destacar a experiência de Abraão, Paulo lhes mostrou que a referência dada pelo Antigo Testamento ao descendente abraâmico não se tratava de Isaque apenas, mas do próprio Cristo (v.16). Isaque foi um tipo que apontava para o antítipo. E Abraão um tipo que, representando Deus Pai, nele seriam “abençoados todos os povos” (v.8), o que deixa claro a paternidade de Deus quanto a toda a humanidade. Quando o pecado entrou no mundo por causa da desobediência de Adão e Eva, Seus primeiros filhos terrenos, Deus deixou a seguinte promessa: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn.3:15).

Em profecia, mulher significa igreja. Ou seja, Satanás ficaria irado contra o povo de Deus e colocaria muitos povos contra o descendente da mulher, que é Cristo. Mas a cruz, que o inimigo pensava ser uma vitória, foi a sua eterna derrota. Satanás apenas Lhe causou uma ferida no calcanhar, enquanto Jesus esmagou a cabeça da “antiga serpente, que se chama diabo e Satanás”, de uma vez por todas (Ap.12:9). Por isso que Paulo estava tão perplexo diante da insensatez dos gálatas. A exata compreensão acerca do plano da redenção deveria ser suficiente para que não fossem enredados pelas mesmas teorias que antes acreditavam.

Se o pecado entrou no mundo pela desobediência, certamente deveria ser eliminado pela obediência, mas não mais do homem, pois este já estava sob a “maldição da lei” (v.13). E que maldição é esta? É o resultado da transgressão da lei. O Senhor declara: “Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à Sua voz e apegando-te a Ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó” (Dt.30:19-20). Cristo Se fez maldição por nós quando, sem pecado, Se entregou para morrer em nosso lugar. A Sua perfeita obediência pagou o preço de nosso resgate.

Nas palavras dadas por Deus a Moisés, nos é apresentado o caminho para a Canaã celestial. Percebam:

1. Amar a Deus: O maior princípio ativo;

2. Dar ouvidos à Sua voz: Obediência;

3. Apegar-se a Ele: Perseverança.

Esses três resultam em vida em abundância na Terra que o Senhor há de nos dar. É a nossa resposta à aliança que o Senhor fez conosco. Se amarmos a Deus, daremos ouvidos à Sua voz e O buscaremos cada dia mais, experimentando a Sua “boa, agradável e perfeita vontade” (Rm.12:2). “É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum!” (v.21). Ela só não gera salvação, como alguns afirmavam nas igrejas da Galácia. Mas, em contrapartida, a salvação gera obediência, como foi com Abraão, que creu e foi tão obediente a ponto de levar seu filho para ser sacrificado. No monte Moriá foi ilustrado que as obras humanas nunca poderão ser suficientes, mas o sacrifício do Filho unigênito do Pai, este sim, foi suficiente e perfeito (Hb.10:12).

Portanto, “não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (v.28). Todos fomos comprados pelo mesmo preço. Satanás procura de todas as formas confundir o homem e torná-lo refém de teorias que nada tem a ver com o “assim diz o Senhor”. E ele usa a própria Bíblia para nos confundir, assim como tentou fazer com Jesus no deserto (Mt.4:1-11). O originador da desobediência, no entanto, não pode enganar aqueles que amam a Deus, que obedecem à Sua voz e que perseveram em apegar-se a Ele.

Ó, amados, ainda existem tantos filhinhos de Deus na ignorância! Tantas pessoas por quem Cristo morreu que ainda estão aprisionadas no engano! Nas cenas finais desta Terra, será que estamos perdendo o precioso tempo que ainda nos resta com discussões tolas e inúteis? Até quando Deus irá tolerar uma igreja mais preocupada consigo mesma do que com as preciosas almas que estão morrendo sem a bendita esperança que é nosso privilégio compartilhar? Você e eu somos herdeiros de uma promessa irrevogável e precisamos buscar vivê-la pela fé nAquele que nos resgatou e nos salvou de nós mesmos. Qual será a tua decisão? “Se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (v.29). Apenas creia!

Bendito Deus, basta um pequeno exame do nosso próprio coração para ficarmos envergonhados de nós mesmos e do quanto somos tardios em entender e até mesmo em aceitar a Tua vontade. Ainda existem tantos filhos Teus, pelos quais Jesus deu a vida, perdidos no engano da idolatria, da imoralidade, da feitiçaria! Enfim, Senhor, tantos, mesmo os que se dizendo cristãos estão amortecidos por uma religião formal ou apenas com a aparência de santidade! Como um dia o Senhor, Pai, por Sua graça e misericórdia, me encontrou, busca as Tuas ovelhinhas que estão fora do Teu aprisco e volta logo! Enche-nos do poder do Espírito Santo até que fique evidente de que não resta mais nada de nós mesmos! Estamos cansados de nossa natureza caída, Senhor! Cumpre em nós a Tua maravilhosa promessa de que podemos ter a inscrição da natureza divina em nós! É o nosso clamor, Pai! Que estejamos escondidos em Cristo e andando com Ele a cada passo do caminho. Fazemos esta súplica a Ti, pelos méritos e no nome do nosso Redentor, Jesus Cristo! Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, justificados pela fé em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Gálatas3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Gálatas 2 – Comentado por Rosana Barros
10 de janeiro de 2025, 0:45
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De todas as palavras de Paulo, essas, certamente, são as mais significativas para mim. A experiência pessoal do apóstolo com Cristo não ficou limitada à estrada de Damasco, mas era vivenciada todos os dias. Ele não usava de subterfúgios para afirmar sua fé. Paulo falava com a alma. Todo o seu ser estava entregue aos cuidados de Quem confiou o depósito de sua existência. Buscando “viver para Deus” (v.19), sua fidelidade não dependia das circunstâncias, mas, independentemente das mesmas, dava glórias ao Senhor pela oportunidade de servi-Lo. Cristo verdadeiramente era o seu Salvador pessoal.

Conhecido como apóstolo dos gentios, seu chamado foi específico e notoriamente polêmico. Em momento algum Paulo desprezou ou declarou nula a lei de Deus, mas procurou colocá-la em seu devido lugar de mecanismo divino de proteção. A lei aponta para os nossos pecados e, consequentemente, para a nossa necessidade de um Salvador pessoal. Ela nos impressiona no sentido de que não devemos viver como bem desejamos, mas em que há um padrão de conduta estabelecido por Deus para a nossa própria felicidade e proteção. Portanto, se Jesus foi obediente até à cruz (Fp.2:8), e Ele vive em mim, a minha obediência será o resultado da salvação obtida “pela fé no Filho de Deus” (v.20). Todo aquele, pois, que nasce no Reino dos Céus como uma nova criatura, terá por privilégio o ser participante da obediência pela fé em Cristo.

A missão mundial dada por Jesus (Mt.28:19-20) logo foi melhor compreendida no Pentecostes, quando os apóstolos, cheios do Espírito Santo, falaram no idioma materno de irmãos judeus de várias partes do mundo (At.2:4). Grande dificuldade, porém, foi encontrada quando a missão passou a incluir os gentios. Enraizados no judaísmo, os judeus conversos ao cristianismo ainda não compreendiam a universalidade do amor de Deus, de forma que houve muita dissensão e discussão acerca desta inclusão. Paulo, no entanto, era pouco tolerante quanto à imaturidade neste sentido, e buscava de todas as formas persuadir as igrejas a acolherem aos gentios sem exigir-lhes nada além do que havia sido decidido em concílio (At.15:29).

Ao relatar uma de suas idas a Jerusalém, Paulo enfatizou que nem sempre as estratégias que consideramos ser as mais eficazes realmente o são. “Em obediência a uma revelação”, ele subiu a Jerusalém e procurou pregar sobre o seu ministério dentre os gentios, aos homens “que pareciam de maior influência” (v.2). Seu objetivo era simples: formar novos líderes engajados na missão de pregar o evangelho. Contudo, percebeu que sua estratégia não deu muito certo, tendo que lidar com “falsos irmãos” (v.4) e com uma trupe de influentes que nada lhe acrescentaram (v.6). Além do mais, teve de resistir “face a face” (v.11) com o próprio Pedro acerca de sua atitude incoerente. A divisão causada entre judeus e gentios era reprovada por Paulo, ao passo que Pedro e outros ainda tinham certo preconceito. E ao tornar esta atitude pública, Paulo precisou repreender a Pedro “na presença de todos” (v.14).

O que se seguiu se trata da exata compreensão sobre a justificação pela fé e o testemunho da verdadeira conversão. Gentio ou judeu, homem ou mulher, escravo ou livre, rico ou pobre, todos são convocados a comparecer perante o Senhor, e dEle aprender. Todos nós temos um papel a desempenhar na sagrada obra de evangelismo. Seja no lar, no trabalho, na faculdade ou nos lugares mais remotos, talvez na comunidade em que você vive ou em lugares distantes, onde quer que seja, a influência benéfica de uma vida escondida em Cristo é infinitamente mais eficaz do que a aparente influência de quem representa o que de fato não vive.

O mundo não precisa ver pessoas de grande influência, amados, mas ver a influência de Jesus em nossas palavras e ações. Sejam as palavras de Paulo não apenas o que foi a experiência dele mesmo, mas que, “pela fé no Filho de Deus”, seja esta a nossa experiência diária: “Estou crucificado com Cristo, logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (v.19 e 20).

Nosso Senhor e Deus amado, a promessa do derramamento do Teu Espírito como chuva serôdia é real e verdadeira. Logo, o Senhor cumprirá a Sua promessa e nós queremos estar preparados para recebê-la e iluminar o mundo com a Tua glória. Subjuga o nosso eu, Pai, para que Teu Filho amado viva em nós! Cria em nós um coração puro e nos dota de uma fé inabalável. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, crucificados com Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Gálatas2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Gálatas 1 – Comentado por Rosana Barros
9 de janeiro de 2025, 0:45
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A Galácia ficava entre a Capadócia e a Macedônia, na região onde atualmente fica a Turquia. Já na introdução da epístola encontramos uma saudação em forma de oração. Paulo declara-se apóstolo de Cristo e O exalta como Aquele que, “segundo a vontade de nosso Deus e Pai” nos salvou de nossos pecados “para nos desarraigar deste mundo perverso” (v.4). Apesar de seus esforços em deixar ali uma igreja forte e vibrante, a realidade não correspondia às suas expectativas. Rapidamente, o puro evangelho estava sendo substituído por “outro evangelho” (v.6). Os cristãos judaizantes estavam criando um grupo separatista exigindo dos cristãos gentios a prática da circuncisão e de outros rituais que não mais condiziam com a nova aliança em Cristo Jesus.

Paulo conhecia os perigos de uma religião legalista. Seu passado o fazia identificar com segurança o grave problema que os gálatas estavam enfrentando. Se continuassem a proceder desta forma, não passariam de uma nova classe de cristãos fariseus, mais preocupados com o exterior do que com o que realmente importa. Pois um exterior verdadeiramente aperfeiçoado nada mais é do que o resultado de um interior santificado. Nem “um anjo vindo do céu” (v.8) tem a autorização dada por Deus, muito menos pelas Escrituras, de modificar, acrescentar ou retirar nada da Inspiração. O que o próprio Jesus disse a João em Apocalipse é perfeitamente aplicável a toda a Escritura: “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro” (Ap.22:18-19).

Na época da reinvenção, da distorção de valores e das “desculpas” pessoais como meios de transformar o evangelho em uma espécie de guarda-roupas eclético, onde cada um escolhe a religião que vai vestir, certamente Paulo ficaria perplexo. No tempo em que a igreja mais se preocupa em agradar antes as pessoas do que a Deus, como imaginar que logo nossas escolhas apontarão para o mesmo princípio dos apóstolos: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29)? Há pessoas lá fora em busca de algo diferente; corações que clamam pelo conhecimento da verdade ainda que elas mesmas não se deem conta disso. Precisa-se urgentemente de homens e mulheres que entendam que existe um Manual seguro e verdadeiro que precisa ser estudado, compreendido e praticado. É disso que se trata o livro de Gálatas. Da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6).

Paulo não advogou pela revogação da lei, não a modificou e nem a desprezou. Paulo também não defendeu uma religião liberal, egocêntrica e, muito menos, desobediente. Aquele humilde “servo de Cristo” (v.10) simplesmente acendeu o alerta da temperança, que é tão-somente rejeitar “as obras da carne” (Gl.5:19) e permitir que “o fruto do Espírito” atue na vida (Gl.5:22-23). Meus amados irmãos, Deus não nos libertou de nossos pecados porque O obedecemos. Muito pelo contrário. Primeiro Ele nos liberta, então, nos chama à obediência. Foi assim com o antigo Israel. Primeiro Ele os libertou da escravidão do Egito e, depois, promulgou a Sua Lei. Primeiro Cristo nos perdoa e acolhe, e só então ordena: “vai e não peques mais” (Jo.8:11).

Em meio a tantos “outros evangelhos” dentro e fora da igreja, que você e eu sejamos guiados pelo mesmo Espírito que inspirou aqueles que escreveram a Palavra do Senhor. Que possamos dar ouvidos às palavras inspiradas: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).

Querido Pai do Céu, estamos cercados de igrejas e pessoas que se dizem cristãs, quando, na verdade, estão pregando outro evangelho, não o de Cristo. Não queremos viver uma religião que não Te agrada, Senhor. Clamamos pelo precioso dom do Espírito Santo, para que sejamos Teus verdadeiros adoradores. Não agradando a nós mesmos ou fazendo a vontade de homens, mas a Tua vontade, Pai. Que o testemunho da nossa vida, como foi a de Paulo, glorifique tão-somente a Ti. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#Gálatas1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2Coríntios 13 – Comentado por Rosana Barros
8 de janeiro de 2025, 0:45
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Toda avaliação requer um preparo anterior. Na fase escolar ou acadêmica, por exemplo, nosso conhecimento é testado através de provas e outros métodos a fim de saber se podemos avançar para a fase seguinte ou não. Na vida espiritual também somos avaliados. Seja como consequência de nossas más escolhas ou resultado da fúria do Maligno, as provações surgem e o nosso preparo anterior fará toda a diferença ao enfrentá-las. Ao encerrar a sua segunda carta aos coríntios, a linguagem de Paulo foi clara e persuasiva: ou eles se arrependiam e mudavam suas atitudes, ou teriam de ser corrigidos com rigor. Paulo fez tudo o que estava ao seu alcance para admoestá-los com brandura e não fez caso da própria vida por amor a eles.

No âmbito espiritual, porém, as provas também podem ser uma forma de reavivar em nós o que estava adormecido. A igreja de Corinto precisava voltar ao primeiro amor e todas as tribulações enfrentadas deveriam lhes servir como instrumentos de aperfeiçoamento. O exame pessoal era necessário a fim de que se arrependessem de seus pecados, os confessassem e abandonassem. Paulo não estava impondo um comportamento específico a eles, mas oferecendo-lhes a oportunidade do “aperfeiçoamento” (v.9), de crescerem espiritualmente. Mediante a autoridade que o Senhor lhe “conferiu para edificação e não para destruir” (v.10), concluiu: “Aperfeiçoai-vos, consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz estará convosco” (v.11).

Quando o apóstolo afirmou: “Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade” (v.8), expôs, a meu ver, o maior dos princípios da Bíblia: a verdade. Paulo e os demais apóstolos derramaram lágrimas e sangue em defesa das verdades da Palavra de Deus. Os reformadores, igualmente, dedicaram suas vidas contra as tradições humanas e em defesa do “assim diz o Senhor”. Todos esses homens e mulheres de Deus enfrentaram duras e longas provas em favor da verdade. E foi por sua fé e confiança no poder de Deus e em Suas promessas, que hoje temos a Bíblia em mãos em nossa própria língua materna. Aqueles cristãos abriram mão de tudo, até da própria vida, por amor à verdade que os libertou da escravidão do pecado. O amor de Deus e a infinita graça do Salvador ressurreto era tudo de que precisavam. As muitas tribulações só provaram o quanto amavam a Deus.

Da mesma sorte, como povo de Deus, somos chamados ao aperfeiçoamento. Cada um de nós necessita do autoexame diário. Há um crivo sendo realizado. Aqueles que seguem a “Testemunha fiel e verdadeira” (Ap.3:14) são conhecidos como “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Como testemunhas de Jesus (At.1:8), é nosso dever guardar e zelar pela verdade do Senhor. Não como uma obrigação imposta, mas como quem descobriu a verdadeira felicidade, pois “o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite” (Sl.1:2). Então, as últimas provas virão e “toda questão será decidida” não mais “por boca de duas ou três testemunhas” (v.1), mas, perante todo o Universo, Deus revelará “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18).

A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” (v.13).

Nosso Deus e Pai eterno, a Tua verdade é pavês e escudo para todo aquele que em Ti confia. O sincero exame pessoal só pode ser realizado se dermos liberdade ao Teu Espírito. E pedimos, Pai, que Ele sonde o nosso coração para que haja mudança e genuíno reavivamento. Que ao perseverar no estudo da Tua Palavra, cada um de nós seja santificado e purificado pelo Teu poder. Que a Tua verdade nos liberte de nós mesmos para que assim possamos levar libertação aos nossos semelhantes. Faz-nos Te conhecer cada dia mais e andar Contigo como quem caminha com um amigo íntimo. Por favor, Senhor, enche-nos do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos do Altíssimo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#2Coríntios13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100