Filed under: Sem categoria
“No tocante a Deus, professam conhecê-Lo; entretanto, O negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra” (v.16).
Com a morte dos apóstolos e o crescimento da igreja cristã primitiva, houve a necessidade de novos líderes que levassem adiante a missão de “promover a fé que é dos eleitos de Deus e o pleno conhecimento da verdade segundo a piedade” (v.1). Semelhante a Israel quando estava prestes a entrar em Canaã, uma geração que não viu os prodígios do Senhor no Egito e nem como com poder Deus livrou a seus pais da fúria de Faraó, os novos conversos não viram a Cristo e os muitos milagres que realizou. Era necessário que fossem apascentados por pastores apegados “à palavra fiel” (v.9), de modo que não perdessem de vista a “esperança da vida eterna que o Deus que não pode mentir prometeu antes dos tempos eternos” (v.2).
Com isso, Paulo deixou a seu discípulo grego orientações bem parecidas as que deu a Timóteo no tocante à escolha e ordenação daqueles que iriam liderar a igreja de Deus. Orientações que permanecem vigentes como sólido fundamento: “irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados […], não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem” (v.6-9). Precisamos, meus amados irmãos, de líderes e pastores que por seu caráter e obras testemunhem de que estão mais em contato com a Bíblia do que com seus “smartphones”. Homens que assumam com integridade a sua sagrada obra como despenseiros de Deus (v.7).
Segundo as profecias bíblicas, estamos vivendo em tempos emprestados, às portas da segunda vinda de Cristo. Já começamos a experimentar as primeiras gotas da tempestade do tempo sobremodo difícil que está por vir. E como Jesus nos revelou na parábola das dez virgens (Mt.25:1-13), haveria um tempo em que a Sua igreja dormiria. Uma coisa, porém, foi o que separou as virgens néscias das virgens prudentes; é que estas, antes de dormirem, estavam munidas de azeite adicional. Ou seja, as virgens prudentes estavam preparadas antes de seu estado de sonolência. O que nos diz que ainda que pareça que o Noivo está demorando, ainda que o tempo de espera nos cause sono, ou até mesmo que o sono da morte nos alcance, naquele grande Dia a voz do Senhor despertará o Seu povo, ou do pó da terra, ou do cansaço de enfrentar o “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1).
Diante deste cenário inevitável, “que o Deus que não pode mentir” (v.2) nos revelou por intermédio de Seus santos profetas, não deveríamos nós estar completamente comprometidos com “a pregação que [nos] foi confiada por mandato de Deus, nosso Salvador” (v.3)? Quanto maior a responsabilidade maior deve ser o compromisso de fidelidade para o cumprimento do chamado. O Senhor sempre colocou em meu coração o temor de tratar com respeito e consideração aqueles que são ungidos como Seus ministros. Eu acredito, e pelo testemunho das Escrituras confirmo, que Ele não escolhe pessoas por capacitação ou talento. Seu método de escolha é até contrário ao método humano. Deus atravessa a capa para o íntimo. O próprio Paulo é um exemplo disso. Seu currículo lattes incluía um doutorado em Bíblia, mas nenhuma experiência com o Deus da Bíblia. Foi quando se viu na condição de um homem caído ao chão e cego, que a obra divina pôde ser realizada em sua vida. Sobre a responsabilidade que pesa sobre os pastores, Ellen White escreveu: “Se forem humildes, se não confiarem na sua suposta sabedoria e habilidade, Deus lhes colocará argumentos na mente e falará por seus lábios. Também impressionará a mente dos ouvintes, preparando-lhes o coração para receber a semente que é semeada” (CPB, Testemunhos Para Ministros, p.311).
O Senhor está derramando o Seu Espírito sobre aqueles que entendem que, antes de serem pastores, são ovelhas de Cristo. E está repreendendo e apelando aos corações dos que “andam pervertendo casas inteiras” (v.11). A estes Ele ainda diz: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap.3:19). A ordem dada a Tito de repreender os falsos mestres é uma prova disso: “repreende-os severamente, para que sejam sadios na fé” (v.13). Deus deseja que desenvolvamos uma fé sadia, coerente com as nossas obras, “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6). Para a irmã White, “o fato de que Deus enviou mensagens de repreensão aos que erraram, não era uma indicação de que eles foram abandonados; e, sim, uma evidência do amor de Deus, ‘porque o Senhor corrige a quem ama’ […] e que o Deus de Israel ainda está guiando o Seu povo, e continuará com eles até ao fim” (Testemunhos Para Ministros, CPB, p.13).
Oremos pelos líderes que foram comissionados por Deus nestes últimos dias e, como Tito, sejamos verdadeiros filhos de nossos pastores, “segundo a fé comum” (v.4), conhecendo ao Senhor e apegando-nos à Palavra da verdade, “de modo que [tenhamos] poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem” (v.9), “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12).
Senhor, nosso Pai amado, Tu és o nosso bom Pastor que nunca nos falta! Como necessitamos, Pai, de pastores que exerçam com fidelidade a Tua comissão! Homens tementes a Ti, que se prostrem a cada dia diante do Senhor antes de qualquer outra atividade. Homens cujo serviço seja o resultado da orientação e do poder do Espírito Santo. Homens que preguem o evangelho e o vivam com a força e a motivação de quem anda com os pés na Terra, mas com os olhos no Céu. Ó, Senhor, visita agora o coração de Teus pastores e líderes, concedendo-lhes coragem, ousadia, fé e perseverança! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, eleitos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Tito1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda longanimidade e doutrina” (v.2).
Suas palavras finais ao jovem Timóteo revelam a conformidade de Paulo diante da possibilidade de ser entregue à morte. Conjurando, ou seja, suplicando, o apóstolo procurou encaminhá-lo a perseverar na missão que o Senhor lhe havia conferido, pregando a verdade em todo tempo e usando de paciência para com todos. Ele previu um tempo em que “a sã doutrina” não seria mais suportada, quando seria mais conveniente cercar-se de falsos mestres que ensinem aquilo que seja confortável “segundo as suas próprias cobiças”, e, “como sentindo coceira nos ouvidos”, “se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se à fábulas” (v.3-4).
Mesmo diante de uma realidade tão triste e preocupante, Paulo encorajou seu pupilo a perseverar ainda que debaixo de muitas aflições. Os verbos “sê”, “faze” e “cumpre” (v.5), indicam ordens expressas de um superior e a responsabilidade de Timóteo frente ao grande conflito. Ao reconhecer que estava chegando o momento de sua partida, o grande apóstolo dos gentios fez o discurso de fim de carreira missionária mais conhecido do Novo Testamento e apressou Timóteo a ir ter com ele antes que sua voz fosse finalmente silenciada. Alguns o abandonaram, outros, cumprindo o seu chamado, foram enviados por ele mesmo aos campos missionários. E o último pedido do maior evangelista de todos os tempos se resumiu em uma capa, alguns livros e os pergaminhos (v.13).
Meus amados, todos nós temos uma missão a ser cumprida nesta Terra. O Senhor nos confiou um precioso encargo que deixa o inimigo das almas furioso. Pedro escreveu: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Mas assim como foi com Paulo, se permanecermos em sobriedade e vigilância, o Senhor nos assistirá e nos revestirá de forças a fim de que, “por [nosso] intermédio, a pregação [seja] plenamente cumprida” e todos possam ouvi-la; e seremos libertados “da boca do leão” (v.17). Ele nos “livrará também de toda obra maligna e [nos] levará [salvos] para o Seu reino celestial. A Ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém!” (v.18).
Talvez você julgue pequeno o seu ministério. Quem sabe você esteja travando duras batalhas. De repente, alguém que estava próximo de você se revelou como “Alexandre”, lhe causando “muitos males” (v.14). Diante de pessoas assim, o conselho de Paulo foi: Afaste-se destes! O que não implica odiá-los, mas colocar em prática o que disse o próprio Jesus: “Eis que Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices, como as pombas” (Mt.10:16). Mas, contrariando os perseguidores, Deus também coloca em nosso caminho amigos e irmãos queridos que comungam do mesmo desejo de apressar a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, porque sinceramente amamos a Sua vinda. A estes, temos prazer em ter ao nosso lado e com eles podemos compartilhar nossas alegrias e tristezas, à semelhança da amizade estabelecida entre Paulo e Timóteo.
Clamemos, dia após dia, pela porção dobrada do Espírito Santo, a fim de que nossa luta resulte nestas últimas palavras:
“Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto Juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a Sua vinda” (v.7-8).
“O Senhor seja com o teu espírito. A graça seja convosco” (v.22).
Querido Pai Celestial, nós Te louvamos pelo sublime privilégio de termos acesso à Tua Palavra e sermos por ela reavivados à cada dia! Muitos, porém, têm usado o Teu nome e a Tua Palavra para pregar um falso evangelho, que nada tem a ver com o Teu puro evangelho. Livra-nos dos enganos destes últimos dias e dá-nos ouvidos sensíveis e prontos a ouvir a Tua preciosa verdade. Nós amamos a Tua vinda, Senhor! Capacita-nos a pregar o Teu evangelho eterno! Concede-nos amizades que nos ajudem a permanecermos firmes na fé e na certeza de que breve o nosso Redentor voltará. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, evangelistas dos últimos dias!
Rosana Garcia Barros
#2Timóteo4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (v.16).
Assistindo a um sermão, o pregador começou a falar sobre a agitação dos nossos dias. Vivemos em uma época de corrida contra o tempo. Corremos de um lado para o outro em um ritmo tão frenético que a impressão que dá é que 24h por dia é pouco para a quantidade de atividades a serem realizadas. E o pior é que isso se tornou motivo de orgulho ou uma necessidade de adaptação. Ou nos adequamos a esta rotina, ou somos chamados de desocupados ou inúteis. É necessário mostrar aos outros o quanto estamos ocupados, estressados, cansados ou até mesmo doentes para provar que fazemos parte dos “super homens” ou “super mulheres” dos últimos dias. Mas será que isso pode ser considerado um motivo de orgulho, ou a causa de nossa ruína?
A descrição feita por Paulo sobre os nossos dias responde a este questionamento: “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobreviverão tempos difíceis” (v.1). Conforme estudamos nas profecias de Daniel, estamos vivendo nos últimos dias. Amados, como escreveu Paulo, vivemos em tempos difíceis, onde os valores estão distorcidos e onde as coisas e o trabalho valem mais do que as pessoas. A vida tem se tornado um fardo para muitos e os propósitos de Deus, esquecidos ou ignorados. A sociedade cobra de nós uma postura idêntica à maioria e acabamos caindo como presas fáceis nas estratégias do Maligno. Notem a primeira característica destacada pelo apóstolo: “pois os homens serão egoístas” (v.2).
O egoísmo é a mola propulsora para todas as demais características medonhas que descrevem o último quadro da humanidade. O egoísta pode até aparentar se importar com outros, mas as suas reais intenções são voltadas para o exibicionismo e satisfação do próprio “eu”. E lá se vai uma lista em que ninguém, em sã consciência, gostaria de estar incluso. Na verdade, creio que o aspecto final da lista é bem mais assustador do que o restante: “tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder” (v.5). Paulo já havia orientado o jovem Timóteo a fugir “das paixões da mocidade” (2Tm.2:22), e agora orientou para que fugisse de todos os que apresentassem aquelas características e ainda assim aparentassem ser religiosos. Isso é realmente assustador! Até porque estamos limitados às aparências. Aquele, porém, que é guiado pelo Espírito de Deus, pelo mesmo Espírito também é orientado em suas associações e amizades.
Apesar desses nomes não aparecerem no Antigo Testamento, na tradição judaica, “Janes e Jambres” (v.8) se referiam a dois dos magos de Faraó que imitaram, através das ciências ocultas, alguns dos milagres que Deus havia realizado no Egito (Êx.7:11). O engano daqueles charlatães era tão semelhante ao que Moisés realizava, que acreditar em Moisés tornou-se uma questão de fé. A comparação feita por Paulo nos concede uma luz maior sobre a finalidade do texto, de que precisamos estar atentos e alicerçados na verdade a fim de que não façamos parte dos “que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade” (v.7). O engano tem entrado “sorrateiramente nas casas” (v.6) e conduzido as pessoas a falsos ensinamentos. Mas assim como o Senhor desmascarou e deixou evidente a farsa de Janes e Jambres e dos demais encantadores de Faraó, no seu devido tempo a insensatez dos falsos mestres dos últimos dias “será a todos evidente” (v.9) e esses “homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados” (v.13).
“Viver piedosamente em Cristo Jesus” (v.12), requer tempo de qualidade e dedicação ao estudo da Bíblia e à oração. Daí eu volto para a questão inicial de nossa conversa: a falta de tempo. Amados, Deus não nos chamou para sermos semelhantes ao mundo, mas para sermos o sal da Terra e a luz do mundo para a glória do Seu nome. Ele também não requer de nós as 24h do dia dedicados à comunhão pessoal. Mas se tão somente reservarmos pelo menos uma hora do nosso dia para parar e ouvir a voz de Deus, certamente o nosso labor não seria um fardo a fim de se adequar à maioria, mas uma oportunidade de colocar em prática o que aprendemos na contemplação de Jesus Cristo através de Sua Palavra. Creio que Paulo usou a expressão “mulherinhas sobrecarregadas de pecados” (v.6) para descrever a triste realidade daquelas que deveriam edificar as suas casas com sabedoria (Pv.14:1), mas que pelo mau uso do tempo, ou pela ociosidade, ou pela sobrecarga de afazeres, são facilmente conduzidas ao engano.
Timóteo foi exortado a permanecer naquilo que havia sido instruído “desde a infância” (v.15). Novamente, Paulo destacou a importância da educação do lar e do papel bem desempenhado de Eunice e Loide na vida de Timóteo através da verdadeira educação. Viver na contramão do mundo realmente requer muita fé e renúncia. Não é fácil lidar com as críticas e perseguições quando escolhemos viver os propósitos de Deus; acabamos sendo taxados de fanáticos e retrógrados. Coloque-se sob o governo do Espírito Santo para ser ensinado, repreendido, corrigido e educado, e a sua vida se tornará uma afronta aos falsos piedosos, porém, aos olhos de Deus, será uma vida perfeita e perfeitamente habilitada “para toda boa obra” (v.17).
Encontre tempo para Deus e Ele te livrará de todas as perseguições (v.11). Uma coisa é certa: quão perto estamos do retorno de Jesus! Que pelo poder do Espírito Santo nossa vida e nosso tempo sejam investidos na obra de pregar ao mundo as boas-novas do evangelho eterno de um Deus que Se aproxima.
Deus eterno, o Senhor é o dono do tempo e sabes como melhor podemos administrá-lo. Na verdade, o Senhor nos criou com propósitos eternos e nós precisamos aproveitar o presente que nos dás para que em breve recebamos um futuro glorioso. Ajuda-nos, Pai! Não tem sido fácil viver a Tua vontade no meio de uma geração tão secularizada. Mas nós não queremos nos conformar com este século, mas ser transformados pela renovação da nossa mente, para experimentarmos a Tua boa, agradável e perfeita vontade. Que a Tua Palavra, mediante a ação do Teu Espírito, continue nos corrigindo, repreendendo e educando na justiça para que andemos em integridade diante de Ti e dos homens. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, piedosos em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#2Timóteo3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (v.15).
Após sua primeira experiência em Roma, marcada por decepções e descobertas, o jovem monge Martinho Lutero descobriu, em meio à escória de um dissoluto lugar, o mais valioso tesouro que o homem pode encontrar: a “graça que está em Cristo Jesus” (v.1). Foi ali, enquanto subia os degraus de uma suposta escada sagrada que, “de súbito uma voz semelhante a trovão pareceu dizer-lhe: ‘o justo viverá da fé’ Rom.1:17. Ergueu-se de um salto e saiu apressadamente do lugar, envergonhado e horrorizado. […] Desde aquele tempo, viu mais claramente do que nunca o engano de se confiar nas obras humanas para a salvação, e a necessidade de fé constante nos méritos de Cristo” (Ellen G. White, O Grande Conflito, CPB, p.125). Sem dúvida, a Reforma Protestante abriu uma porta no cenário profético preparando o bom caminho pelo qual passariam tantos homens e mulheres de Deus, eleitos para uma obra de resgate da verdade.
Milhares de fiéis, condenados pela igreja papal, sofreram até à morte como malfeitores. Mas quanto mais sangue inocente era derramado, mais conversões eram testemunhadas. O conhecimento da graça de Cristo, da justificação pela fé no sacrifício do Filho de Deus, significava para eles a aquisição do amor que nem a morte poderia romper. Ainda que algemados, feridos e humilhados, seus corações gozavam da paz que excede todo o entendimento. E os calabouços escuros e insalubres eram iluminados e envoltos em uma atmosfera celestial que nenhum palácio jamais pôde superar. Assim se tornou a vida do memorável prisioneiro cristão em Roma. Deus fez da prisão de Paulo um ponto de luz para o mundo. Ainda que “sofrendo até algemas, como malfeitor”, Paulo se manteve firme na certeza de que “a Palavra de Deus não está algemada” (v.9).
Por meio de sua experiência pessoal com Deus e de tudo que até então havia sofrido, Paulo usou uma comparação que, creio eu, seja a que mais se aproxime da realidade em que vivemos: o combate da fé. Estamos bem no centro de uma guerra pelo controle de nossa vida. De um lado, Satanás, constantemente nos armando ciladas e nos ofertando mentiras que, de tão sutis, enganariam, “se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Do outro, Jesus, constantemente nos oferecendo Sua armadura e Sua indumentária de justiça, e a liberdade por Sua verdade, pois “se somos infiéis, Ele permanece fiel” (v.13). O grande problema é que estamos sendo tão absorvidos pelos “negócios desta vida” (v.4), a atual conjuntura tem sido tão imperativa, que nossa mente se tornou escrava de nós mesmos. Já acordamos preocupados com um tempo que não nos pertence, nos autodenominando soldados de Cristo enquanto Cristo é o último a ser consultado em nossas demandas.
Percebam a direção, o alvo, que Paulo apontou para o jovem Timóteo:
“Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus” (v.3).
Trabalhe com o objetivo de satisfazer Cristo (v.4).
“Lembra-te de Jesus Cristo” (v.8).
Fiel é Cristo (v.13).
Ellen White escreveu: “Cientes de nossa deficiência, devemos contemplar a Cristo” (Parábolas de Jesus, CPB, p.404). Quando tiramos o foco de nós mesmos, de nossos “achismos” e “de palavras que para nada aproveitam” (v.14), e passamos a admirar a pessoa de Cristo Jesus, Sua graça, Seu amor, Sua bondade, Sua longanimidade, nosso objetivo de vida se resume em “satisfazer Àquele que [nos] arregimentou” (v.4). Quando, como criancinhas, em sinceridade e humilde dependência vamos até Jesus em busca de auxílio, o Senhor passa a nos dar “compreensão em todas as coisas” (v.7). É quando essa mudança acontece que, por mais que às vezes tenhamos a sensação de que estamos sozinhos, mais na frente encontramos o Senhor nos estendendo a mão e dizendo: “Você nunca está sozinho. É que o Meu silêncio às vezes é a melhor forma para que você volte a depender de Mim”. Oh, amados! Que amor glorioso!
Logo teremos de enfrentar uma resistência ainda maior do que a que Lutero enfrentou e perseguições bem piores do que as vividas por Paulo. E as palavras ditas a Timóteo precisam ser estampadas em nosso coração a fim de que perseveremos “como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (v.15). Muitos, ainda que professando piedade, estão se desviando da verdade “e estão pervertendo a fé de alguns” (v.18). “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que Lhe pertencem; E mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor” (v.19). Ou seja, Deus tem um povo para chamar de Seu, e convida todo aquele que ainda não O conhece para que se arrependa e abandone a injustiça. “Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor” (v.22). “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Logo a nossa exaustão dará lugar ao descanso celestial, a nossa tristeza à alegria eterna, pois se já morremos com Cristo, “também viveremos com Ele; se perseveramos, também com Ele reinaremos” (v.11, 12). Ele prometeu, “Ele permanece fiel” (v.13).
“Fiel é esta palavra” (v.11). “Pondera o que acabo de dizer” (v.7).
Glorioso e Eterno Deus, Pai Santo e Bendito, as experiências de Teu servo Paulo têm nos apontado um caminho de lutas, mas também um caminho de vitórias. E todos os Teus filhos que têm buscado viver uma vida piedosa têm padecido perseguições e injustiças. Mas eu creio que as Tuas profecias apontam os nossos dias como os últimos dias deste mundo de pecado. Tudo tem se cumprido bem diante dos nossos olhos, Senhor! É tempo de exultarmos e erguermos a nossa cabeça, pois a nossa redenção se aproxima! Creio também que hoje “ainda que estivessem” em nosso meio “Noé, Daniel e Jó, eles, pela sua justiça, salvariam apenas a sua própria vida”. Ó, Senhor, desperta-nos em caráter de urgência, para que possamos nos arrepender dos nossos pecados e viver em integridade diante de Ti, por Tua graça e misericórdia! Queremos ver Jesus voltar em nossa geração, Pai! Muda o nosso coração e prepara-nos para Te encontrar! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, bons soldados de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#2Timóteo2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Guarda o bom depósito, mediante o Espírito Santo que habita em nós” (v.14).
Encarcerado e ciente de que logo seria morto, Paulo demonstrou ansiedade por rever seu irmão e amigo Timóteo. Sua amizade e “fé sem fingimento” (v.5) era uma fonte de regozijo para o saudoso apóstolo. Ao conviver com Timóteo, percebeu que sua educação fora forjada pelos princípios das Escrituras. Não, ele não foi educado nas escolas dos rabis, mas na escola do lar, ante os pés de sua mãe e de sua avó. Eunice e Loide são o típico exemplo de esforço e dedicação sob o governo do Espírito Santo de que este mundo tanto necessita. Em acentuada dificuldade, elas tiveram que conviver com o desprezo de seu próprio povo, com a opressão do império romano e com as trevas morais que irrompiam em repugnantes espetáculos a céu aberto. Manter o menino Timóteo livre das influências negativas e das baixas paixões demandava uma obra de caráter prioritário e santo. Obra esta que culminou em aprovação da parte de Deus e em grande bênção à humanidade.
Realmente a ansiedade de Paulo por rever seu pupilo ficou evidente. Creio que o apóstolo enxergava em Timóteo o sucessor de sua fé, e a imposição de mãos iria conferir-lhe tal privilégio. A dedicação de Paulo em escrever tantas orientações a este irmão especial foi justamente uma forma de fortalecê-lo e encorajá-lo a fim de que fosse reavivado “o dom de Deus” que nele estava (v.6). Com espírito “de poder, de amor e de moderação” (v.7), o jovem Timóteo deveria seguir sua “santa vocação” (v.9), sendo um exemplo para os demais. Sua pouca idade não deveria ser uma barreira, mas uma força a ser considerada por onde quer que fosse. O seu reencontro com Paulo certamente reavivaria a sua fé e firme convicção em servir o “nosso Salvador Cristo Jesus” (v.10).
Quão maravilhoso é partilhar a fé em Jesus e compartilhar experiências espirituais com amigos e irmãos que comungam da mesma “fé sem fingimento” (v.5)! Paulo foi grandemente atribulado por situações de perseguições e ameaças por parte de muitos que, por não aceitarem viver piedosamente como ele, o oprimiam. Mas também teve motivos de muita alegria e gratidão pelo consolo que Deus lhe concedia através de irmãos sinceros e de honesto procedimento que o amavam genuinamente e tinham prazer em desfrutar de sua singular companhia e de ouvir seus sábios e inspirados ensinamentos. Sem dúvida, Timóteo foi um desses irmãos queridos, cuja vida foi eleita por “Cristo Jesus, antes dos tempos eternos” (v.9).
Os sofrimentos e prisão de Paulo não deveriam ser motivo de vergonha, e sim de perseverança e confiança no poder de Deus. Onesíforo também recebeu o reconhecimento de seu irmão Paulo por seu amor que não mediu esforços para percorrer os calabouços de Roma até encontrá-lo, e de como foi solícito em prestar auxílio ao seu ministério “em Éfeso” (v.18). Todo aquele que deseja viver um reavivamento genuíno da verdadeira piedade tem experimentado as amargas decepções de ser um alvo de críticas e perseguições. Na verdade, mais a frente, Paulo mesmo afirmou: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). Assim como a piedade de Cristo era considerada pelos líderes judeus como uma terrível afronta, os fiéis servos do Senhor têm sido apontados como fanáticos e perturbadores da paz.
Sendo confortados pelo Senhor pelo reavivamento que há em Sua Palavra e pela companhia de irmãos sinceros, guardemos “o bom depósito, mediante o Espírito Santo que habita em nós” (v.14). Afinal, Jesus nos chamou de bem-aventurados (Mt.5:11-12). De mim mesma, não confio em obra alguma que proceda de meu coração corrupto, mas eu “sei em Quem tenho crido e estou [certa] de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (v.12). Aleluia! “Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).
“O Senhor lhe conceda, naquele Dia, achar misericórdia da parte do Senhor” (v.18).
Nosso Deus e Pai amado, que bênção é termos amigos e irmãos de oração! Pessoas com quem podemos contar nos momentos mais difíceis. Eu Te louvo, pois o Senhor me presenteou com preciosas amigas de oração! Pelo poder do Teu Espírito, dá-nos uma fé sem fingimento; fé que permaneça ainda que severamente provada. Conceda o Senhor misericórdia à casa de todos os Teus filhos que têm sido verdadeiramente Tuas testemunhas nesta Terra. Habite em nós o Teu Santo Espírito. E conforme a Tua própria determinação e graça, não segundo nossas obras, salva-nos, por Cristo Jesus, nosso Senhor, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, habitação do Espírito Santo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#2Timóteo1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (v.10).
Nenhum ser humano está imune à cobiça e à inveja, porque são obras da carne (Gl.5:19). A menos que se apegue à forte destra da Onipotência, mente alguma pode manter-se livre da corrupção que há no mundo. E todos os males existentes derivam de um amor maltrapilho pelas riquezas. O “amor do dinheiro” (v.10), ou cobiça material, tornou-se a primazia no coração daqueles que não conhecem a Deus. Até mesmo aqueles sobre os quais repousa a sagrada missão de ensinar ao mundo as verdades eternas, têm se privado de conhecê-las a fim de garantir que seu raso conhecimento da Palavra se resuma em sermões que rendam grande lucro. Afinal de contas, igreja cheia, bons negócios.
Muitos têm se enveredado por caminho sobremodo tortuoso, sustentando uma triste “mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas, altercações sem fim” (v.4-5), que em nada edificam a própria vida e nem a de outros, a fim de lucrarem com isso. Deus pedirá contas de cada palavra dita “por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro” (v.5). Mas recompensará todo aquele que considera “a piedade com o contentamento” a sua “grande fonte de lucro” (v.6) e vive feliz com o que tem. O problema, portanto, não está na prosperidade, mas em fazer dela o objetivo da fé.
Paulo exortou Timóteo a fugir “destas coisas” e a seguir “a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” (v.11). A maioria não se interessa por conhecer o plano da salvação e o que precisa renunciar, mas deseja usufruir de seus benefícios. A religião cristã tornou-se a mais eclética possível. Existem igrejas para todos os gostos. A vontade humana é colocada acima da vontade divina e muita confusão se estabelece a partir daí. Literalmente, o homem fica sem saber para onde ir ou em quê acreditar. A maior parte delas sustenta a posição de que a Bíblia é a sua única regra de fé e prática, mas nem todas ensinam seus membros a combater “o bom combate da fé” mediante uma vida livre de avareza e instruída em “toda a Escritura” (2Tm.3:16). E em uma religião “faz de conta” gritam que Deus é amor enquanto silenciam o fato de que Ele também é o Justo Juiz.
Na era das redes sociais, está mais do que comprovado que o ser humano sente um prazer doentio em mostrar aos outros o que possui. A fim de ostentar uma imagem criada pelo ego, compartilhar a vida tornou-se praticamente um labor diário. Sendo assim, o “bom combate da fé” (v.12) é trocado pela competição transitória por “likes” e comentários que afagam a vaidade e despertam a inveja. O “amor do dinheiro” é muito mais do que possuir riquezas ou desejá-las. Pois existem muitos ricos “generosos em dar e prontos a repartir” (v.18), e muitos pobres cheios de si e avarentos. O que define esse amor exacerbado pelo dinheiro é a ganância de possuir a fim de exibir perante o mundo uma felicidade ilusória ou uma falsa imagem. E os mentirosos, meus irmãos, não herdarão o reino dos céus (Ap.21:8).
O fato de Paulo ter destacado a confissão de Cristo “diante de Pôncio Pilatos” (v.13), possui uma finalidade na qual todo cristão deve estar firmado. Ao ser questionado pelo governador romano se Ele era um rei, Jesus lhe respondeu da seguinte forma: “Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a Minha voz” (Jo.18:37). Paulo advertiu e exortou Timóteo a não dar ouvidos a “falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam” (v.20), a fim de que permanecesse na verdade. Pois “alguns, professando-o, se desviaram da fé” (v.21). Quando ocupamos nossa atenção com o que não edifica, paulatinamente endurecemos o nosso coração e deixamos de dar ouvidos à voz divina. O Rei dos reis Se humilhou à condição de servo “a fim de dar testemunho da verdade”. Do que, pois, estamos dispostos a abrir mão a fim de sermos imitadores de Cristo?
O “bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade” (v.15-16), nos concedeu o privilégio de sermos Seus embaixadores na Terra. Como representantes de uma pátria superior, nossa missão consiste em seguir os passos de Jesus, dando testemunho da verdade; em acumular para nós “mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de” nos apoderarmos “da verdadeira vida” (v.19). E a maior riqueza que podemos adquirir aqui é um caráter semelhante ao de Cristo, a única aquisição que levaremos para o Céu.
“A graça seja convosco” (v.21).
Pai nosso, bendito e único Soberano, Reis dos reis e Senhor dos senhores, a Ti toda a glória pelos séculos dos séculos! Muitos têm se perdido no meio do caminho por dar ouvidos a falatórios inúteis e contradições do saber, misturando a Tua pura Palavra com elementos humanos e profanos que deturpam a Tua verdade. Outros, se enredam pelo caminho da cobiça e da inveja, desprezando a verdadeira felicidade em uma vida de contentamento. Senhor, entendemos que são tempos difíceis, mas também cremos que não nos deixastes sem esperança. Há luz e há capacitação para os nossos dias como nunca houve antes. Ajuda-nos a combater o bom combate da fé seguindo a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância e a mansidão! Enche-nos do Espírito Santo! Por Jesus, Te pedimos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, embaixadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#1Timóteo6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (v.8).
O doutrinamento de Timóteo foi realizado por Paulo de forma pessoal e também escrita. As viagens e experiências que tiveram juntos os unia mais e mais no elo dourado do amor de Deus. O jovem discípulo tornou-se uma referência quanto ao procedimento, e suas palavras deveriam segui-lo. A cada classe de pessoas, foi-lhe orientado manter a cortesia e o princípio de que precisamos respeitar cada fase da vida. Ao repreender os idosos como a pais, as idosas “como a mães”, e aos moços e moças como a irmãos e irmãs, foi expresso o ardente desejo de Deus: que o Seu povo esteja unido como uma só família.
Na tentativa de evitar injustiças, Paulo fez distinção entre as viúvas. As “viúvas verdadeiramente viúvas” (v.3) deveriam ser auxiliadas pela igreja, enquanto que as que tinham “filhos ou netos” deveriam ser assistidas por estes, “pois isto é aceitável diante de Deus” (v.4). O exercício da piedade dentro do lar é o maior formador de caráter, ao passo que o descaso para com os membros da família provoca revolta, dor e profunda tristeza. As viúvas e os órfãos sempre foram objeto do particular afeto de Deus. A morte lhes roubou os entes queridos e em seu sentimento de desamparo, o Senhor lhes estende a mão.
A conduta das viúvas também deveria ser avaliada para a sua inscrição como beneficiadas das ofertas de irmãos generosos. Na verdade, elas deveriam ser recomendadas “pelo testemunho de boas obras”, criação de filhos, exercício da hospitalidade, humildade, benignidade e “se viveu na prática zelosa de toda boa obra” (v.10). Paulo não condenou o casamento de uma viúva mais jovem, e sim o mau procedimento de algumas que desonravam “o seu primeiro compromisso” (v.12). Casavam-se para viver na ociosidade, “falando o que não devem” (v.13). Logo após, ele aconselha “que as viúvas mais novas se casem, criem filhos, sejam boas donas de casa e não deem ao adversário ocasião favorável de maledicência” (v.14).
Os presbíteros, por sua vez, também deveriam ser assistidos pela igreja financeiramente. Seu serviço e dedicação exclusiva devem ser compreendidos como dignos de justa remuneração. Como líder da casa de Deus, sua reputação deve ser preservada e nenhuma denúncia lhe deve recair, “senão exclusivamente sob o depoimento de duas ou três testemunhas” (v.19). Aos transgressores declarados, no entanto, é-nos dito que a repreensão pública deve ser feita “para que também os demais temam” (v.20). Timóteo deveria ser imparcial e sábio. Suas mãos jamais deveriam investir ou consagrar alguém cuja conduta não fosse claramente irrepreensível.
De uma coisa precisamos estar certos, amados: idosos, moços, viúvas, presbíteros, dentro em breve, todos estaremos perante o Senhor de toda a Terra. E enquanto “os pecados de alguns homens são notórios e levam a juízo”, “os de outros só mais tarde” hão de ser manifestados (v.24). Lembrem da oferta de Abel e da oferta de Caim. Qual era o altar mais bonito? Certamente que era o de Caim. Mas não foi o dele que Deus aceitou. Precisamos fazer a vontade de Deus ainda que aos nossos olhos não faça muito sentido. Não é o que fazemos que nos recomenda a Deus, meus irmãos. Mas é o que o Espírito do Senhor opera em nós e através de nós que revelam a oferta agradável de um coração submisso ao Senhor.
Que a nossa vida revele as boas obras do Espírito Santo e quer como membros do lar, ou como membros do corpo de Cristo, possamos cumprir com fidelidade a parte que nos corresponde: “Conserva-te a ti mesmo puro” (v.22).
Pai de amor, nós Te exaltamos e Te bendizemos, pois com Tua graça o Senhor nos alcançou e nos amou. Não queremos agir por nós mesmos e nem incorrer no pecado de Caim, em preparar para Ti um altar que o Senhor não pediu e não aceita. Queremos sim, Pai, ser guiados pelo Espírito Santo e entregar a Ti a oferta de um coração completamente submisso à Tua vontade. Tem misericórdia de nós, nosso Deus! Perdoa-nos se até aqui agimos sem a Tua orientação! Dá-nos a mente de Cristo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, purificados em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#1Timóteo5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (v.16).
Em Seu sermão profético, Jesus proferiu várias advertências, dentre elas, que surgiriam “falsos cristos e falsos profetas”, operando sinais e maravilhas a fim de enganar a muitos (Mt.24:24). Mas também comparou os últimos dias com os “dias de Noé […]. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam […] assim será também a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:37-39). Jesus não apresentou o casamento, ou o comer e beber como problemas, mas em como eles seriam praticados no fim dos tempos. A Bíblia contém princípios sobre o matrimônio segundo a vontade de Deus e, da mesma forma, princípios de saúde que o Senhor nos deixou a fim de que tenhamos saúde e qualidade de vida.
O extremo oposto apresentado por Paulo a Timóteo diz que “nos últimos tempos” também surgiriam muitos mentirosos, que ele chamou de “espíritos enganadores”, e que alguns iriam apostatar da fé (v.1). A fim de selar suas palavras com inconfundível autoridade, iniciou dizendo: “o Espírito afirma expressamente” (v.1). No entanto, apesar de também falar do casamento e da comida, os problemas eram outros: a castidade e a “abstinência de alimentos” (v.3). Notem que tanto Cristo quanto Paulo se referiram ao mesmo tempo, mas falaram dos mesmos assuntos sob perspectivas completamente distintas. Por quê? Porque ambas as situações ocorreriam. Dois extremos que não têm nada a ver com os planos do Senhor para a humanidade.
O gnosticismo defendia a ideia de que o casamento era uma desculpa para desfrutar dos prazeres da carne e, portanto, era pecado, rejeitando o fato de que o casamento entre um homem e uma mulher foi instituído pelo Senhor no Éden, antes mesmo do pecado (Gn.2:24). Os rituais, cerimônias e tradições exigiam a completa abstinência de certos alimentos em determinados dias e datas. Em nenhum momento Paulo afirmou que “pela palavra de Deus e pela oração” tudo o que escolhemos comer “é santificado” (v.5), e sim os “alimentos que Deus criou para serem recebidos” (v.3). E o que Deus criou para ser recebido como alimento? Em Gênesis 1:29 encontramos a dieta original do Éden. Em Levítico 11, a permissão divina quanto ao consumo de algumas carnes e proibição quanto a outras. Em 1Coríntios 6:19-20 e 10:31, os princípios que devem reger o cuidado com o nosso corpo. Os fiéis e todos “quantos conhecem plenamente a verdade” (v.3), nem irão se enredar nas orgias dos antediluvianos, muito menos deixar-se enganar por “ensinos de demônios” (v.1).
O exercício pessoal “na piedade” (v.7) será o grande aliado do remanescente no tempo de angústia. A rejeição de fábulas e discussões que nada edificam é o caminho mais eficaz para aquele que deseja empregar suas energias “à leitura [das Escrituras], à exortação, ao ensino” (v.13), a fim de tornar-se “padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (v.12). Timóteo não deveria ser desmerecido devido à sua juventude, mas um jovem modelo de alguém que estava progredindo em sua vida cristã (v.15). Por isso, sobre ele repousava esta responsabilidade: “Ordena e ensina estas coisas” (v.11). “Não te faças negligente para com o dom que há em ti” (v.14). Paulo orientou seu pupilo a ser cuidadoso consigo mesmo e com o estudo das Escrituras, permanecendo nesses deveres, perseverando dia após dia, para a sua salvação e de todos que o ouvissem.
Devemos examinar a Bíblia por nós mesmos, mediante um coração submisso à voz do Espírito Santo. Deus deseja ardentemente ter conosco uma conversa sincera: “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Is.1:18). A verdade liberta. A liberdade em Cristo cura. E a cura de Jesus salva. Você deseja ser liberto, curado e salvo? Vá às Escrituras. Seja este o seu primeiro hábito da manhã, encontrar-se com Deus através da oração e do cuidadoso estudo das Escrituras. E se ainda lhe restar alguma dúvida, o Espírito Santo enviará Seus servos para lhe explicar. Que como o eunuco etíope, sejamos sempre humildes para aceitar as verdades do Céu e tomar uma firme decisão ao lado de Jesus (At.8:26-31), pois os dias aos quais Jesus e Paulo se referiram, nós estamos vivendo.
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, servos de Jesus Cristo e fiéis em Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (v.15).
Novamente, Paulo exaltou a fidelidade da Palavra de Deus. Desta vez para instruir Timóteo acerca do procedimento que deveria ser seguido na escolha dos bispos e diáconos da igreja. Paulo listou algumas características que devem ser vistas na vida desses líderes:
- Irrepreensível: Aquele que por sua conduta ilibada, não dá margem a censura ou repreensão;
- Esposo de uma só mulher: Deve ser alguém que mantém uma vida pura e fiel, respeitando os laços do matrimônio;
- Temperante: O que é comedido, rejeitando o que é mau e sendo equilibrado no que é bom;
- Sóbrio: Que não vive de forma desregrada;
- Modesto: É despretensioso e age com pudor;
- Hospitaleiro: Tem prazer em acolher pessoas e atendê-las em suas necessidades;
- Apto para ensinar: É capacitado para o ensino. Sua vida reflete o que ensina;
- Não dado ao vinho: Tem uma vida livre de vícios;
- Não violento, porém cordato: Age com mansidão, mas também é sensato;
- Inimigo de contendas: Não se envolve em brigas. É um defensor da paz e reparador de brechas;
- Governa bem a própria casa: Assume com fidelidade o seu papel de sacerdote do lar, instruindo os filhos com disciplina e “com todo o respeito” (v.4).
Diante dessas características, percebemos a seriedade quanto a assumir uma posição de liderança na casa de Deus. Não deve ser algo realizado conforme eleição de vontade humana, mas sob o governo e direção do Espírito Santo. A igreja de Deus sofre quando homens e mulheres assumem a frente de batalha destituídos da armadura de Deus e das virtudes necessárias para se vencer o Maligno. O “bom testemunho dos de fora” (v.7) deve ser a consequência de uma vida completamente entregue à vontade de Deus. Por analogia, podemos aplicar tudo o que vimos a todos os que assumem cargos na igreja, inclusive, às mulheres, pois “é necessário que sejam elas respeitáveis, não maldizentes, temperantes e fiéis em tudo” (v.11).
O diaconato foi um cargo de elevada importância na igreja primitiva. O primeiro diácono eleito, Estêvão, tornou-se o primeiro mártir da igreja primitiva. Sua abnegação e serviço, fé e coragem despertaram um respeito ainda maior por esta função. Aqui, Paulo incluiu as mulheres no serviço do diaconato e igualmente exortou para que sejam cristãs genuínas. Apesar do sagrado e indispensável papel da mãe dentro do lar, percebam que os homens, antes de assumirem liderança na casa de Deus, devem “governar bem seus filhos e a própria casa” (v.12). A Bíblia apresenta uma escala de prioridades onde a família sempre vem antes de qualquer outra obra. Foi por sua negligência no governo do lar, que Eli, antes de morrer, perdeu seus dois filhos e viu o santuário de Deus sendo profanado e saqueado pelos inimigos de Israel. Ou seja, a sua dedicação à igreja e descaso para com a família causou opróbrio tanto para a sua própria casa, quanto para a casa de Deus (1Sm.2-4).
O Senhor nos deixou orientações sobre “como se deve proceder” em Sua casa. A comissão que Ele nos faz envolve compromisso, fidelidade e amor, mas, sobretudo, uma fé viva e atuante que quebre o paradigma do presente século de que a família é uma instituição falida. Somos chamados a fazer parte da “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (v.15), cada um desempenhando a sua função como membro do lar de forma ordenada. Na verdade, Deus espera que sejamos esta igreja, resgatando a verdade que se perdeu e elevando-a ao seu patamar de sustentáculo de Sua igreja. Mas àqueles que estão no posto de liderança, o Senhor os convida a serem servos e experimentarem o real sentido de sua eleição: viver como Jesus viveu. Porque “o mistério da piedade” (v.16) nos revela um Deus que Se fez carne para servir e tudo entregar para que muito em breve façamos parte de Sua grande e eterna família.
Se Jesus for o Líder de nossa vida, “com a consciência limpa” (v.9), ouviremos a Sua voz a nos dizer: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt.25:21).
Querido Pai Celestial, a Tua perfeição é incomparável. Como, pois, podemos ser perfeitos como Tu és perfeito? Mas, se permitirmos, o Teu Espírito pode realizar este milagre em nós. Porque o Senhor prometeu que o fará a todo aquele que O buscar de todo o coração, e nós cremos que a Tua Palavra é fiel e verdadeira, e que não existem impossíveis em nenhuma de Tuas promessas. Derrama o Teu amor em nosso coração para que sejamos capacitados a Te servir, servindo ao nosso próximo, principalmente aqueles que não merecem. Porque foi sem merecermos que o Senhor nos deu o melhor do Céu, Jesus Cristo. Que o Espírito Santo frutifique em nós e em nosso lar as virtudes do caráter do nosso Salvador. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, servos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#1Timóteo3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Porquanto, há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (v.5).
“Antes de tudo” (v.1), ou seja, antes de fazer qualquer coisa, a oração deve preceder as nossas ações. A oração teve um papel fundamental na igreja cristã primitiva e deve continuar sendo uma prática constante. Uma igreja que não ora, é uma igreja que não prospera. A “prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças” (v.1), terá uma influência tão poderosa nestes últimos dias quanto o foi no Pentecostes. Foi quando os discípulos e os seguidores de Jesus se uniram num mesmo propósito, em constante oração, que a promessa do Espírito Santo se cumpriu e, num só dia, o Senhor acrescentou à Sua igreja quase três mil pessoas (At.1:14 e 2:41).
Se ao invés de protestarmos e falarmos mal dos líderes e governantes, orássemos em favor deles, quão grande seria a bênção que o Senhor nos concederia. Uma “vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito” (v.2) seria a nossa recompensa. Porque “isto é bom e agradável a Deus, nosso Salvador” (v.3). Porque foi em oração que Jesus venceu o diabo no deserto. O sol não dava a sua claridade sem que os primeiros raios atingissem o Salvador prostrado em oração. “Antes de tudo”, antes de dar qualquer passo em direção aos necessitados e sofredores, Jesus ascendia aos Céus Suas súplicas e ações de graças, intercedendo ao Pai “em favor de todos os homens” (v.1).
Cristo, o único “Mediador entre Deus e os homens” (v.5), deve ser o nosso sublime exemplo. Seu ministério público era composto, portanto, de uma vida de oração e de serviço. E o serviço era sempre o resultado de Sua comunhão com o Pai. De igual modo, homens e mulheres são chamados para que, unidos num mesmo propósito, possam engrandecer o testemunho de Jesus “em tempos oportunos” (v.6). A distinção feita por Paulo entre homens e mulheres no culto público não fere, de modo algum, a participação e importância da mulher na obra de Deus. O apóstolo simplesmente apresentou princípios que devem reger a vida da mulher cristã de todas as épocas, e costumes que, para aquele tempo, seriam uma pedra de tropeço para uma igreja em fase de desenvolvimento.
Quais são os princípios apresentados que devem ser aplicados na vida de homens e mulheres ainda hoje? Paulo deixa claro que os homens de oração devem erguer “mãos santas, sem ira e sem animosidade” (v.8). Não é o púlpito que torna uma pessoa santa, e sim uma pessoa limpa de mãos (Sl.24:4) que torna o lugar santificado. A oração pública feita por alguém que mantém uma vida impura, ou que sustente um espírito de inveja e de vingança, é abominável diante de Deus (Pv.28:9). Não se trata de impecabilidade, mas de manter, como disse o próprio Paulo, uma “boa consciência” diante de Deus (1Tm.1:19). “Da mesma sorte” (v.9), às mulheres foi expressamente orientado que o seu exterior reflita o seu interior. As “mulheres que professam ser piedosas” (v.10), devem seguir três princípios basilares em sua conduta: decência (ou autorrespeito), modéstia (ou discrição, bom gosto) e bom senso (ou domínio próprio). Paulo não instituiu uma só forma de se vestir, nem tampouco um só penteado, mas em que as nossas escolhas pessoais (e não somente o que vestimos) não firam os princípios estabelecidos pelo Espírito Santo através das Escrituras.
A submissão feminina, por mais que seja alvo de ataques e discussões, também não deveria gerar nenhum tipo de indisposição na mulher cristã. Leia o louvor da mulher virtuosa em Provérbios 31:10-31, e você entenderá que a mulher tem sim um papel fundamental na igreja e na sociedade em geral, a partir de uma função bem desempenhada no seio do lar. Apesar dos empecilhos quanto às funções públicas da mulher naquela época, ainda assim as mulheres tiveram uma participação crucial para o crescimento e estabelecimento da igreja primitiva. Paulo só pediu que agissem com cautela, que as mulheres fossem diferentes dos padrões mundanos para que a pregação do evangelho não fosse prejudicada.
Para acalmar os ânimos, o plano original de Deus foi exaltado e a primeira queda relembrada a fim de que homens e mulheres permanecessem no que o Senhor mesmo estabeleceu: “Porque, primeiro, foi formado Adão, depois, Eva” (v.13). Mas então Paulo encerrou o capítulo com um dos versos bíblicos que mais amo: “Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso” (v.15). E o jovem Timóteo era um exemplo do sucesso de duas mães que aceitaram o chamado de Deus em suas vidas para serem edificadoras de caráter. Eunice e Lóide (2Tm.1:5), mãe e avó, cumpriram com fidelidade a sua sagrada missão, e a vida de Timóteo, os resultados de sua educação, coroaram as cabeças daquelas que se despiram de si mesmas para vestir-se das brancas vestes do caráter de Cristo. Se toda mãe aceitasse este santo chamado e a ele se dedicasse como se dedica ao serviço secular e ao serviço da igreja, creio que o nosso mundo não estaria enfrentando nem um terço dos problemas que tanto nos afligem.
Homens e mulheres podem, ainda hoje, ter funções distintas na pregação do evangelho, mas todos nós, sem distinção, somos chamados a uma vida de oração: “Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres” (At.1:14). Se nos unirmos como um só povo que serve a “um só Deus” (v.5) em perseverante oração e súplica, certamente o Senhor nos concederá o poder do Seu Espírito para que as nossas obras sejam tão-somente o resultado de Sua perfeita vontade. Quando nos entregarmos inteiramente nas mãos de Deus confiando em Seus propósitos, iremos experimentar a alegria do Céu ainda que enfrentando as dificuldades da Terra.
Senhor, nosso Deus e Pai, louvado e santificado seja o Teu nome! Estamos vivendo em tempos muito difíceis. Não por termos dificuldades em professar a nossa fé, mas justamente pelas facilidades que podem se apresentar bem mais perigosas. Pelo menos aqui no Ocidente, Senhor, que desfrutamos de liberdade religiosa, muitos ainda não despertaram para a solenidade e urgência destes últimos dias. Capacita-nos, Pai, pelo Teu Espírito, a sermos homens e mulheres que Te honrem, vivendo aqui os Teus propósitos; vivendo a verdade para o nosso tempo, pois ainda há profeta em Israel. E o Senhor nos deixou bem claro como espera que o Seu povo viva hoje. Abre os nossos olhos e confirma a Tua vontade em nós e através de nós. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, homens e mulheres de oração!
Rosana Garcia Barros
#1Timóteo2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100