Reavivados por Sua Palavra


1João 1 – Comentado por Rosana Barros
18 de março de 2025, 0:45
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De filho do trovão a discípulo do amor, João continua sendo um poderoso testemunho do poder transformador de Deus. Mais do que no evangelho segundo João e em Apocalipse, através de suas epístolas conseguimos enxergar a mudança realizada em sua vida, mesmo que ele não fale de si mesmo. Assim como no início de seu evangelho, o apóstolo amado descreveu a pessoa de Jesus como o “Verbo da vida” (v.1). Pelo que viu, ouviu, contemplou e tocou, sua vida revelava a autoridade de quem compreendeu o que significa ser uma testemunha de Cristo. Não foi só o privilégio de ter andado lado a lado com o Mestre que o transformou, mas cada palavra que saía de Sua boca era para o inexperiente discípulo um renovado fôlego de vida.

O Verbo que Se fez carne e veio habitar entre pecadores (Jo.1:14) foi a mais comovente e constrangedora prova do grande amor de Deus pela humanidade. Quando João entendeu isso, e o plano salvífico que teve origem “desde o princípio” (v.1), com que profundo amor e reverência proferia: “Jesus, o Verbo da vida!”. A noção que antes possuía do temor a Deus como sendo uma forma de aplicar o próprio senso de justiça aos semelhantes, como o foi quando, junto com seu irmão, sugeriu que Jesus fizesse descer fogo do Céu para destruir os samaritanos (Lc.9:54), foi completamente mudada quando, ao pé da cruz, ele viu o Seu Senhor em agonia, proferir as palavras mais carregadas de amor e de misericórdia que ele já ouviu: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc.23:34).

Estas coisas que João escreveu, portanto, são como um manual de comunhão plena com Deus “para que a nossa alegria seja completa” (v.4), assim como o foi com ele. “Deus é luz, e não há nEle treva nenhuma” (v.5). E a luz que emana da vida e da entrega de Jesus por seres humanos imerecedores, deve refletir em nossa vida e em nossa entrega pessoal como uma renovação diária e crescente, ou não passaremos de “admiráveis” mentirosos, cujo brilho tem prazo de validade. “Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado” (v.7). Aquele cujo espírito rude e vingativo havia desejado a morte dos samaritanos, revelou um trato amável e misericordioso quando as suas faculdades foram entregues ao transformador e restaurador poder do amor.

Amados, todos pecamos e não podemos dizer “que não temos pecado nenhum” (v.8). Por mais lindas e notórias que sejam as mudanças realizadas em nós através da atuação do Espírito Santo, ainda somos reféns da natureza humana, que é pecadora. Contudo, esse entendimento não pode e não deve ser uma desculpa para se viver pecando. Ser pecador é uma coisa, ser conivente com o pecado é outra completamente diferente. O Espírito trabalha em nosso coração e intercede por nós “com gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26), para que confessemos “os nossos pecados” diante de Deus, e a graça que advoga a nosso favor nos garante que “Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (v.9).

Continuemos sendo reavivados e transformados pela Palavra que nos leva ao conhecimento de Deus e de Cristo. Será esse conhecimento que nos levará à “vida eterna” (v.2).

Pai de amor e misericórdia, como agradecer o que fizestes por nós, através da entrega de Jesus na cruz do Calvário? Como diz a Tua mensageira Ellen White, a nossa redenção será a ciência da eternidade. Passaremos os incontáveis anos da eternidade estudando a cruz, o sublime sacrifício de Cristo. Mas só estaremos lá se começarmos aqui a olhar para Jesus como o nosso Salvador pessoal e dEle aprender a cada dia, permitindo que o Espírito Santo opere a transformação necessária em nossa vida. Portanto, Senhor, nos ajuda e nos ensina a mantermos comunhão Contigo todos os dias, de forma que a mensagem de “Cristo, Justiça Nossa”, seja a nossa credencial perante o mundo de que pertencemos a Ele e para Ele voltaremos. Perdoa os nossos pecados e nos purifica de toda injustiça, Senhor! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, purificados pelo sangue de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#1João1 #RPSP

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2PEDRO 3 – Comentado por Rosana Barros
17 de março de 2025, 0:45
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Temos visto, pelo exame das Escrituras, que toda ela aponta para o reencontro do Criador com Sua criatura. A entrada do pecado no mundo causou uma ruptura que só a cruz pôde desfazer. Pedro encerrou sua última epístola destacando que em ambas as epístolas que escreveu, ele não apresentou um evangelho novo, mas procurou “despertar com lembranças” (v.1) a mente dos cristãos, a fim de que recordassem do que já estava escrito “pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos […] apóstolos” (v.2). Ou seja, o Antigo e o Novo Testamento. Eis a nossa regra de fé e prática: “Toda a Escritura” (2Tm.3:16).

Por outro lado, outro ponto deveria ser levado “em conta”: “nos últimos dias”, surgiriam escarnecedores da genuína fé, que pela defesa de uma vida “segundo as próprias paixões” (v.3), pondo em dúvida a volta de Jesus, usariam a natureza como prova de que a sublime promessa não tem razão de ser. O apóstolo usou, então, o relato do dilúvio para contestar tal argumento. Assim como Deus enviou o dilúvio “sobre o mundo de ímpios” (2Pe.2:5), certamente cumprirá o seu derradeiro juízo, com fogo, na “destruição dos homens ímpios” (v.7). Contanto que muitos julguem demorado o retorno do nosso Senhor e Salvador, para Ele, “um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia” (v.8). Deus, portanto, não retarda “a Sua promessa, como alguns julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo” (v.9).

A longanimidade de Deus aguarda a nossa decisão. A demora, então, não é um atraso, mas um tempo de misericórdia. O desejo do Pai é de “que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (v.9). Nada é tão precioso para o Criador do que a obra-prima de Sua criação! “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor” (v.10). Não no sentido de que será um evento silencioso, mas em que não sabemos nem o dia nem a hora em que ele ocorrerá. Pois Pedro continua dizendo: “[…] no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a Terra e as obras que nela existem serão atingidas […] os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” (v.10 e 12). Será o evento mais ruidoso e espetacular que este mundo jamais testemunhou!

Vivemos no tempo de não somente esperar, mas também de apressar “a vinda do Dia de Deus” (v.12). A nossa espera, na verdade, deve refletir o nosso anseio pelo Lar de justiça que o Senhor nos preparou. E o nosso empenho deve ser na direção de sermos “achados por Ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (v.14), tendo sempre em mente de que a paciência de Deus é sinônimo de salvação, e não de demora. O reforço dado às cartas de Paulo aponta para outra grande lição: a firmeza nas verdades eternas. O cuidadoso estudo das Escrituras deve ser acompanhado de humildade e profundo desejo por ouvir a voz de Deus. A atuação do Espírito Santo apresenta, através da Palavra, o “conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (v.18).

É através da construção de um relacionamento íntimo com o Senhor da Palavra através da comunhão pessoal diária, que crescemos “na graça e no conhecimento” de Jesus (v.18). Que esta seja a nossa realidade hoje e sempre, até aquele grande Dia!

Querido Pai do Céu, nós Te agradecemos por Tua longanimidade, que nos aguarda para a salvação! Mas nós sabemos que o tempo de misericórdia logo findará e precisamos estar prontos, cheios do Espírito Santo, vestidos com a justiça de Cristo. Pai, desperta-nos! Desperta a Tua igreja enquanto há tempo! Que nossos ouvidos ouçam o que o Teu Espírito diz! Diante de um mundo tão caótico e da triste realidade de uma igreja morna, a Tua Palavra diz que os perversos não entenderão o cumprimento profético, mas os sábios entenderão. Ó, Deus Eterno, dá-nos a Tua sabedoria para vivermos esses últimos dias com os pés a Terra, mas com os olhos no Céu! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, “os que vivem em santo procedimento e piedade” (v.11)!

Rosana Garcia Barros

#2Pedro3 #RPSP

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2PEDRO 2 – Comentado por Rosana Barros
16 de março de 2025, 0:45
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Após o Pentecostes, a pregação do evangelho se espalhou por todas as nações, e a igreja apostólica crescia cada vez mais em número. Como na parábola proferida por Jesus, o inimigo também semearia o joio entre o trigo na tentativa de destruir a igreja de Cristo. Falsas doutrinas e teorias humanas foram acrescentadas, e a pura verdade rejeitada pelo desejo e ambição de muitos que se autoproclamavam representantes de Deus. A pureza do evangelho do reino e o conhecimento de Cristo foram trocados pela ostentação e ignorância destes falsos mestres que iludiam o povo com discursos aparentemente piedosos. Antes de sua morte, Pedro e Judas (um dos irmãos de Jesus) foram inspirados a advertir os cristãos sinceros quanto a este terrível engano, apontando para relatos do Antigo Testamento e os terríveis resultados de se apartar “do santo mandamento” (v.21).

Diante dos enganos espalhados pela igreja romana, o reformador inglês Tyndale ergueu a Palavra da verdade com coragem e ousadia, esforçando-se por traduzir a Bíblia em sua língua materna e a espalhar as boas-novas da salvação em Cristo entre os seus compatriotas. Tyndale, como os demais reformadores, encontrou severa oposição. Certa vez, um ilustre doutor católico lhe disse: “’Seríamos melhores estando sem as leis de Deus, do que sem as do papa’. Tyndale replicou: ‘Desafio o papa e todas as suas leis; e, se Deus poupar minha vida, dentro em pouco farei com que um rapaz que conduz o arado saiba mais das Escrituras do que vós‘“ (O Grande Conflito, CPB, p.244). Como Pedro, muitos homens e mulheres têm sido comissionados pelo Espírito Santo — e não sem sofrimentos — a resgatar a verdade da Palavra de Deus e dela falar com os lábios e com a vida; a erguê-la perante o mundo e mostrar que o conhecimento que dela podemos obter é mais luminoso do que o sol do meio-dia.

Estamos inseridos num grande conflito que começou no coração de um anjo criado perfeito. O mistério da iniquidade, contudo, não ficou limitado ao coração de Lúcifer. Seu comércio alcançou o coração de terça parte dos anjos, muitos dos quais foram encerrados por Deus, “reservando-os para juízo” (v.4). Com a multiplicação deste comércio espúrio na Terra, Deus “fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios” (v.5) e reduziu “a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra” (v.6).

As reformas realizadas no meio do povo de Deus sempre tiveram o objetivo de aproximá-lo novamente do Senhor e de Sua vontade. O ministério terrestre de Cristo e Sua vida em perfeita harmonia com as Escrituras revolucionaram a religião formal da época. E, até hoje, é o nosso modelo de reforma, aquele cuja Palavra é a ferramenta principal, como bem sustentou Ellen G. White: “A mesma inseparável adesão à Palavra de Deus que se manifestou na crise da Reforma, é a única esperança de reforma hoje” (O Grande Conflito, CPB, p.203). Ou nos voltamos para o “assim diz o Senhor”, ou nossa religião não passará de um conjunto de regras e valores não mais significativos do que o dos escribas e fariseus.

Portanto, amados, como bem nos advertiu Jesus: “Vede que ninguém vos engane” (Mt.24:4). Daqui para frente enfrentaremos tempos ainda mais difíceis. Digo isso não com sensacionalismo, mas com o entendimento dado pela autoridade inconfundível das Escrituras que tão claramente nos apontam os sinais do fim e as credenciais dAquele que prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). É a intimidade com Deus através da Bíblia que nos protegerá dos últimos enganos dentro e fora da igreja. Apegue-se à Palavra de Deus. Leia e estude como o aluno aplicado que não fica satisfeito até obter do professor todo o conhecimento possível. Uma coisa eu lhe garanto: você não vai se decepcionar.

Nosso amado Pai Celestial, louvado seja o Teu nome pelas advertências da Tua Palavra! Elas iluminam o nosso caminho e nos dão clareza suficiente para não cairmos nas ciladas do inimigo. Senhor, tantas coisas estão acontecendo, inclusive no meio do Teu povo, que não Te agradam! Tem misericórdia de nós, ó Deus! Desperta-nos a prestar atenção na palavra profética para os nossos dias e a não sermos enganados por discursos humanos e filosóficos. Queremos estar bem firmados e alicerçados no infalível “assim diz o Senhor”. E para isso, clamamos pelo batismo do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, reformados pela Palavra!

Rosana Garcia Barros

#2Pedro2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2PEDRO 1 – Comentado por Rosana Barros
15 de março de 2025, 0:45
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1PEDRO 5 – Comentado por Rosana Barros
14 de março de 2025, 0:45
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Após a Sua ressurreição, assentado à praia com sete de Seus discípulos, por três vezes Jesus perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu Me amas?” (Jo.21:16). A insistência do Mestre pela terceira vez, no entanto, entristeceu o coração daquele que O havia negado por três vezes, e, dotado de uma humildade que antes lhe faltava, o arrependido discípulo, por fim, respondeu: “Senhor, Tu sabes todas as coisas, Tu sabes que eu Te amo”. Então, também pela terceira vez, a ordem foi proferida: “Apascenta as Minhas ovelhas” (Jo.21:17). Assim como o Senhor confiou o ministério pastoral a Pedro, outros também receberiam o mesmo chamado. Pedro destacou alguns princípios que devem reger este sagrado ministério:

1. O pastor deve conduzir o seu “rebanho” espontaneamente, “não por constrangimento” (v.2), e cuidar de suas necessidades;
2. O pastor não faz o seu trabalho por ganância, “mas de boa vontade” (v.2), ainda que tenha de passar por privações;
3. O pastor deve ser um modelo de Cristo para o rebanho (v.3). Deve ser o primeiro a dar o exemplo, vivendo de forma coerente ao seu chamado.

Diante dos deveres dos presbíteros, Pedro não deixou a cargo somente destes líderes o dever cristão de seguir as orientações de Deus, mas continuou sua fala a uma classe especial: “Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos; outrossim, no trato de uns com os outros, cingindo-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a Sua graça” (v.5). O cumprimento do dever sempre vem acompanhado de uma recompensa. Deus mostra a Sua misericórdia e graça para conosco, mesmo diante da verdade de que “nEle vivemos, nos movemos, e existimos” (At.17:28). Trata-se de um dever cristão a união entre líderes e liderados na obra de salvação. Enquanto não houver esta unidade imprescindível, em espírito de humildade; enquanto o povo de Deus não se humilhar “sob a poderosa mão de Deus” (v.6), a derradeira chuva não cairá.

Semelhante a Daniel e seus companheiros em Babilônia, o Senhor tem chamado os jovens cristãos desta geração a fechar a boca de leões e glorificar o Seu nome em meio às chamas. Jovens que, à semelhança de José, fujam da tentação e do pecado (Gn.39:12); que assim como Samuel, estejam dispostos a dizer ao Senhor: “Fala, porque o Teu servo ouve” (1Sm.3:10). Jovens como o reformador escocês George Wishart, que dedicou sua juventude à serviço de Deus. Ou como a norte-americana Ellen G. White, que mesmo jovem e com a saúde debilitada, tornou-se um poderoso instrumento nas mãos do Senhor. Todos estes passaram por diversos sofrimentos, mas, “firmes na fé”, resistiram ao maligno (v.9). Certamente, o Senhor tem levantado na nossa “irmandade espalhada pelo mundo” (v.9), um exército de jovens fiéis revestidos da armadura de Deus, prontos para combater “o bom combate” (2Tm.4:7).

Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à Sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, Ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar” (v.10). É na mais alta temperatura do crisol que sai o mais puro ouro. Pois assim diz o Senhor: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9). Quando as chamas da última perseguição envolverem o mundo, haverá a definitiva separação entre o trigo e o joio, entre o ouro e a escória. Não mais haverá líderes e liderados, mas dois grupos: os salvos e os perdidos. Cumprir-se-á o que está escrito: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11).

Perseveremos firmes, amados, sendo reavivados e santificados pela Palavra de Deus, “lançando sobre Ele toda a [nossa] ansiedade, porque Ele tem cuidado de [nós]” (v.7). “Paz a todos vós que vos achais em Cristo” (v.14).

Nosso Deus e Pai, quão gratos Te somos pelo estudo de mais um precioso livro da Tua Palavra! Através de Pedro, o Espírito Santo nos deixou importantes orientações e admoestações, principalmente a nós que vivemos nos últimos dias. Precisamos de um verdadeiro reavivamento entre nós, Senhor! Necessitamos de líderes genuinamente convertidos e consagrados ao Teu serviço! E como pecadores que somos, necessitamos diariamente nos humilhar debaixo da Tua poderosa mão, sendo sóbrios e vigilantes, conscientes do grande conflito em que estamos envolvidos. Ó, Senhor, aperfeiçoa, firma, fortifica e fundamenta a Tua igreja! Somos Tuas ovelhas, Pai! Conduze-nos aos Teus pastos verdejantes! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, “rebanho de Deus” (v.2)!

Rosana Garcia Barros

#1Pedro5 #RPSP

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1PEDRO 4 – Comentado por Rosana Barros
13 de março de 2025, 0:45
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Uma nova vida em Cristo requer abnegação e renúncia do que é mau e dedicação e serviço “na prática do bem” (v.19). Sepultado o velho homem nas águas do batismo, é dado o “start” da vida cristã a fim de que o Espírito Santo conceda doses diárias da pureza de Cristo. O batismo, porém, como um símbolo da morte e ressurreição de Cristo, não é garantia de santidade, mas apenas o início da jornada cristã. Pedro aprendeu esta lição à duras penas. Só compreendeu que não eram as suas obras, mas a perfeita obra do Senhor que o salvaria, quando o cantar do galo o despertou para encontrar o olhar penetrante e perdoador de seu Redentor. Cristo mesmo, após ser batizado, foi levado pelo Espírito ao deserto, de onde saiu vitorioso contra o diabo. Aqueles que entendem o batismo como um fim em si mesmo ou a solução de tudo, geralmente terminam como as sementes lançadas entre pedras ou entre espinhos (Mt.13:20-22), e logo abandonam o evangelho que um dia os cativou.

A exortação de Pedro rompe as barreiras do tempo e chega até nós como uma mensagem tão atual quanto o noticiário de amanhã: “no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus” (v.2). E qual é a vontade de Deus, amados? O apóstolo Paulo nos responde: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Ts.4:3). Precisamos estudar a Palavra de Deus não para obter informações, mas para sermos por ela transformados. E esta transformação causa estranheza entre aqueles que eram acostumados ao nosso antigo estilo de vida. Alguns compreendem, outros, porém, tornam-se nossos perseguidores. “Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão” (v.4). E quer nós, os vivos, quanto aqueles que já morreram, todos tivemos a oportunidade de ser alcançados pelo evangelho (v.6), porque Deus é o mesmo e não muda, desde o princípio (Ml.3:6; Tg.1:17). Só ao Senhor competirá “julgar vivos e mortos [ou seja, aqueles que já morreram e serão ressuscitados]” (v.5) no dia do Seu juízo.

Ora, o fim de todas as coisas está próximo” (v.7), meus irmãos, e “a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (v.17). E o que irá separar os cabritos das ovelhas (Mt.25:32), será justamente o amor e a obediência. Todos aqueles que permitiram que a perfeita obra do Espírito Santo fosse completada, que não a tomaram por mérito próprio, que preferiram se humilhar a revidar, que suspiraram e gemeram “por causa das abominações” que eram cometidas na Terra (Ez.9:4), estes, colocados pelo Rei da Glória à Sua destra, ouvirão: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). Estes tiveram “amor intenso uns para com os outros” (v.8), amaram os seus inimigos e, aos seus perseguidores, retribuíram com orações (Mt.5:44). Eis a genuína transformação realizada pela Palavra do Amor!

Amados, “como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (v.10), que nossas palavras e serviço glorifiquem a Deus, “por meio de Jesus Cristo, a Quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!” (v.11). Portanto, não estranhemos “o fogo ardente que surge no meio de [nós]”, dando ênfase a este tipo de coisa (v.12), mas que a alegria que brota de um coração diariamente purificado pelo sangue de Cristo, nos motive a perseverar até alcançarmos a exultante alegria de ver o nosso Salvador regressar e de estarmos com Ele para sempre. “Se, pelo nome de Cristo, [somos] injuriados, bem-aventurados [somos], porque sobre [nós] repousa o Espírito da glória de Deus” (v.14). É melhor sofrermos fazendo a vontade de Deus do que praticando o que não nos convém. Não considere, pois, “sofrer como cristão” (v.16) motivo de vergonha, mas como oportunidade de glorificar “a Deus com esse nome” (v.16).

Nosso Deus e Pai, é inevitável sofrermos quando julgados e perseguidos de forma injusta. A verdade é que o nosso coração se entristece, e sentimos ainda mais saudades de um Deus que nunca vimos e de um Céu que nunca fomos. O nosso Salvador carregou uma cruz que era nossa e morreu a nossa morte para que nEle tenhamos vida, e vida eterna. Então, não Te pedimos que não passemos por aflições, mas Te pedimos que nos conceda a força e a fé necessárias para que possamos perseverar até o fim. Ouve o clamor do Teu povo, Senhor! Pois Te oramos nos méritos e no nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, fieis até o fim!

Rosana Garcia Barros

#1Pedro4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



1PEDRO 3 – Comentado por Rosana Barros
12 de março de 2025, 0:45
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Os conselhos matrimoniais contidos neste capítulo não definem um casamento perfeito, mas incidem luz sobre os cônjuges dispostos a viver as orientações deixadas por Deus. Em uma igreja em ascensão, era comum que muitas mulheres aceitassem a mensagem do evangelho quando já casadas. E diante do desafio de permanecer firmes na fé, Pedro as exortou não a encher os ouvidos de seus maridos incrédulos com discursos religiosos, mas a conquistá-los “por meio do procedimento” (v.1). Um “honesto comportamento cheio de temor” (v.2) era, e continua sendo, o melhor método evangelístico, principalmente dentro de casa.

Uma mulher temente a Deus, trajada “de um espírito manso e tranquilo” (v.4) não significa, contudo, uma mulher desleixada, mas cuja beleza interior reflete no exterior. Seu foco não está em exibir o que é corruptível, mas em respeitar seu marido e esperar em Deus (v.5). Sara é citada como exemplo de submissão e de esposa idônea. “Pela fé”, ela “recebeu poder para ser mãe, não obstante o avançado de sua idade, pois teve por fiel Aquele que lhe havia feito a promessa” (Hb.11:11). Sua confiança foi honrada, assim como o Senhor tem honrado toda mulher que nEle confia. Também o marido, herdeiro “da mesma graça de vida” (v.7), deve desempenhar sua função levando em consideração os sentimentos de sua esposa, tratando-a com dignidade, para que suas orações não sejam interrompidas (v.7).

Do relacionamento conjugal, Pedro avançou para o relacionamento fraternal. Como filhos e filhas de Deus, fomos chamados para abençoar, ainda que tenhamos de “sofrer por causa da justiça” (v.14). Viver em paz com os outros não significa ser conivente com suas más ações, e sim praticar “o que é bom” (v.11), mesmo que o retorno não seja positivo. “Porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal” (v.17). Noé e sua família tiveram de suportar as mais cruéis perseguições e zombarias, mas permaneceram firmes no propósito de fazer a vontade do Senhor. Através do idoso pregador, Jesus “pregou aos espíritos em prisão” (v.19), ou seja, aos antediluvianos presos nas trevas do pecado. Estiveram frente a frente com a verdade que liberta (Jo.8:32), enquanto “a longanimidade de Deus aguardava” (v.20). Escolheram, porém, recusar o último chamado de Deus e “poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através da água” (v.20).

Amados, “ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois” (v.14). Simplesmente segui a prática do bem e a paciência, “santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós […] com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo” (v.15-16). Confiem que, da mesma forma que o Senhor Se manifestou em defesa de Moisés: “como, pois, não temestes falar contra o Meu servo, contra Moisés?” (Nm.12:8), assim Ele Se levantará para fazer justiça aos Seus servos atuais.

Portanto, não paguem o “mal por mal ou injúria por injúria, antes, pelo contrário”, bendizei os que vos amaldiçoam, “pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança” (v.9).

Nosso Pai amado, bendito seja o Senhor, que por Sua Palavra nos fala, nos exorta, nos repreende e nos instrui na justiça! Ajuda-nos, mediante o agir do Espírito Santo, a sermos homens e mulheres tementes a Ti e que bem Te representem. Abençoa os casamentos do Teu povo! Abençoa os relacionamentos da Tua igreja! E abençoa os que nos maldizem, pois assim o Senhor nos orienta a fazer! Esvazia o nosso coração do nosso eu, e enche-o do Teu amor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, praticantes do bem!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#1Pedro3 #RPSP

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1PEDRO 2 – Comentado por Rosana Barros
11 de março de 2025, 0:45
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Antes do início de qualquer construção, é realizada uma fase de limpeza. O solo precisa ser preparado e estar livre de toda sujeira que possa atrapalhar. Só então estará pronto para receber o alicerce que irá sustentar toda a edificação. Assim é em nossa vida espiritual, amados. Quando nos despojamos “de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências” (v.1), preparamos o solo do nosso coração para ser edificado em Cristo Jesus como casa espiritual, a fim de sermos Seu sacerdócio santo (v.5). Foi quando os discípulos resolveram suas divergências e uniram-se em oração, que tornaram-se aptos para receber o poder do Espírito Santo e serem testemunhas de Jesus. Onde há contendas e invejas, difamações e ruins suspeitas, não há “crescimento para salvação” (v.2), nem tampouco o poder do Espírito.

Fomos chamados, como “povo de Deus” (v.10), para proclamarmos “as virtudes” de Cristo (v.9). “Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios” (v.11-12). O mundo precisa de servos e servas de Deus como Daniel, que quando observado pelos inimigos, não pôde ser acusado, “porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa” (Dn.6:4). “Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos” (v.15). Pois “todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nEle é divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (1Jo.3:9).

Eis o resumo da “ópera”, amados: “Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei” (v.17). A vida de Jesus foi a perfeita sinfonia e não houve sequer uma nota dissonante, pois Ele “não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em Sua boca” (v.22). Em Sua incomparável obra pelo resgate da raça caída, “quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-Se Àquele que julga retamente” (v.23). Fomos chamados para seguirmos os Seus passos (v.21) e, como Ele, suportar a injustiça, retribuindo sempre o mal com o bem. O apóstolo Paulo também escreveu aos romanos: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm.12:21).

Pelas chagas de Cristo fomos sarados (v.24). Pela morte mais injusta sobre a face da Terra, nos foi garantida a justiça eterna que nos habilita para o Céu. Tendo em mente que foram os nossos pecados que pregaram o corpo de Jesus “sobre o madeiro” (v.24), vivamos “como servos de Deus” (v.16), praticando o bem ainda que retribuídos com o mal. A hora de maior provação se aproxima. E isso exigirá de nós a fé e a perseverança que possuía a igreja cristã primitiva. Tertuliano, um líder cristão muito respeitado que viveu entre o primeiro e o segundo século, escreveu o seguinte a fim de fortalecer um grupo de cristãos que estavam há muito tempo na prisão: “Os pés não sentem as correntes quando a mente está no Céu” (Que Falem os Primeiros Cristãos, p. 55).

Eu não sei quanto a vocês, mas essa frase me impactou profundamente. “Os pés não sentem as correntes quando a mente está no Céu”. Mas ela define bem a fé inabalável daqueles homens e mulheres dispostos a seguir na senda ensanguentada do Príncipe Emanuel. Que com o coração alicerçado em Cristo Jesus, nossas palavras e atitudes sejam luz para a glória do Pai, pelo poder do Espírito Santo. Se assim perseverarmos a cada dia, o Senhor nos sustentará nos dias finais e ficará muito claro diante do Universo, que Deus ainda tem um povo para chamar de Seu.

Pai Santo e Bendito, graças Te damos pelo sangue do Cordeiro, que lava as nossas vestes e as alveja, a fim de sermos Teu sacerdócio santo! Graças Te damos por nosso Salvador Cristo Jesus, que por Sua maravilhosa graça nos remiu e por Teu Espírito que nos santifica mediante a Tua Palavra! Senhor, purifica o nosso coração e dá-nos a mente de Cristo! Enche o nosso coração do Teu amor, de maneira que possamos Te contemplar a cada dia, e pela contemplação, sermos transformados à Tua imagem. Firma o nosso coração em Ti, de forma que não importa o que aconteça, a nossa mente esteja no Céu. Nós confiamos em Ti e oramos no maravilhoso nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo de propriedade exclusiva de Deus!

Rosana Garcia Barros

#1Pedro2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



1PEDRO 1 – Comentado por Rosana Barros
10 de março de 2025, 0:45
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Já na primeira carta de “Pedro, apóstolo de Jesus Cristo” (v.1), podemos perceber a obra santificadora do Espírito Santo na vida daquele que, de todos os discípulos de Cristo, certamente era o mais impulsivo e impetuoso. Ao enfatizar a eleição de Deus, Pedro lançou por terra o conceito judaico, que por tanto tempo ele mesmo havia defendido, de conquistar a salvação por obras. A eleição divina, no entanto, não significa a obra de um Deus que escolhe uns para a salvação e outros para a perdição, “porque para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm.2:11). Consiste, porém, na resposta humana ao chamado de Deus. A “presciência de Deus Pai” (v.2), isto é, o fato de Deus conhecer todas as coisas do princípio ao fim, não interfere em nada no livre arbítrio que Ele mesmo nos deu. Não podemos, por exemplo, ir às urnas votar em pessoas que não se candidataram à eleição, mas somente nos candidatos que cumpriram todos os requisitos legais para a candidatura. Percebem? Da mesma forma, o Senhor não elege aqueles que, voluntariamente, rejeitam a “santificação do Espírito” (v.2).

A eleição divina e obra de santificação, “mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt.3:5), ao contrário do que a maioria acredita, não é uma aquisição única e uma exposição de palavras sem sentido e gestos enlouquecidos, e sim “para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo” (v.2). Notem que a obediência vem pela santificação, como um resultado da obra contínua do Espírito Santo na vida do cristão. E assim como a aspersão do sangue do cordeiro no santuário significava a purificação dos pecados, o sangue de Cristo nos lava e nos purifica de todo o pecado. Só por meio da obra redentora de Jesus alcançaremos “a salvação preparada para revelar-se no último tempo” (v.5). Como está escrito: “Eles, pois, o venceram [Satanás] por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Ap.12:11).

Aquele que experimentou o terrível preço de negar três vezes o Seu Salvador, aprendeu que mesmo “contristados por várias provações” (v.6), os eleitos de Deus devem perseverar na certeza de que, Aquele que sonda os corações, “segundo a Sua muita misericórdia” (v.3), nos estenderá o mesmo olhar de amor que fez estremecer a Pedro naquele dia fatídico (Lc.22:61). Porque é na provação que a nossa fé é fortalecida e confirmado o seu valor, tornando-se “mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo”, para que “redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo” (v.7). Porque este é o resultado da nossa fé: “a salvação da [nossa] alma” (v.9). Todos os esforços estão sendo feitos na Terra “pelo Espírito Santo enviado do Céu” (v.12), e todo o Céu tem trabalhado para que a nossa “fé e esperança estejam em Deus” (v.21) e nEle permaneçam.

Como filhos da obediência” (v.14), somos chamados para sermos santos “segundo é santo Aquele que [nos] chamou” (v.15). Este processo de santificação que resulta em obediência é obra de toda uma vida, amados. E ela não acontece simplesmente pela estrita observância da Lei, mas pela experiência pessoal de quem é guiado pelo Espírito Santo a praticar a essência da Lei: o amor. Leia com muita atenção as citações seguintes do pastor Morris L. Venden:

“Atualmente há pessoas que ficaram tão frustradas com a melhor obediência que puderam prestar em sua própria força, que decidiram abandonar totalmente sua crença na vitória. Sim, os discípulos pecaram, falharam e caíram repetidamente, mas há algo além disso! Através do contínuo relacionamento com Cristo foram transformados à Sua imagem e se tornaram mais do que vencedores por Aquele que nos amou […] Somente o cristão fiel poderá compreender e experimentar o que é realmente a obediência. Não é simplesmente outro esforço para ajudar-se a si mesmo, nem mudança de comportamento, nem o enfoque do pensamento positivo que proporciona mudanças exteriores àqueles que têm suficiente força de vontade para consegui-las. A obediência pela fé provém unicamente do coração e só é alcançada por aqueles que mantém comunhão diária com Jesus Cristo” (Como Conhecer a Deus, p. 118, 119 e 125).

Portemo-nos, pois, “com temor durante o tempo da [nossa] peregrinação” (v.17), “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis” (v.18) que fomos resgatados de nossos pecados, “mas, pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (v.19). Prossigamos em sermos regenerados e reavivados pela “Palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (v.23), pois, “seca-se a erva e cai a sua flor; a Palavra do Senhor, porém, permanece eternamente. Ora, esta é a Palavra que vos foi evangelizada” (v.24-25). Permita que ela continue te guiando para Casa!

Nosso Pai e Senhor, graças damos pelas Tuas misericórdias que nos alcançam mais um dia e por Tua Palavra que nos santifica! Paizinho, queremos estar entre os filhos da obediência e Te prestar verdadeira adoração. Almejamos ser santos como Tu és Santo! Este é um milagre que só o Teu Espírito pode realizar. Batiza-nos com o Espírito Santo de modo que a nossa vida revele que somos Tuas testemunhas! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos da obediência!

Rosana Garcia Barros

#1Pedro1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



TIAGO 5 – Comentado por Rosana Barros
9 de março de 2025, 0:45
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As últimas palavras de Tiago nos exortam a olhar para o presente século. O Espírito Santo havia lhe revelado os piores problemas e as maiores necessidades dos últimos dias. Dentre os pecados perniciosos, as riquezas mal adquiridas e mal administradas são veementemente condenadas: “Tesouros acumulastes nos últimos dias” (v.3). Cristo mesmo já havia advertido: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a Terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam” (Mt.6:19). O tolo se esquiva de tais palavras, construindo celeiros maiores a fim de viver “regaladamente sobre a terra” (v.5). “Mas Deus lhe [diz]: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” (Lc.12:20).

A má administração dos recursos que o Senhor nos dá, contudo, não será um mal maior do que o mau uso da língua. O julgamento parcial e o falso testemunho são fortes artimanhas malignas a fim de enfraquecer e destruir o povo de Deus. No sofrimento e na paciência, os profetas de Deus “perseveraram firmes” (v.11) no caminho do Senhor. E dois nomes em particular surgem no texto como modelo a ser considerado: Jó e Elias. A “paciência de Jó” (v.11) redundou em um fim que nem ele mesmo esperava. Assim como a fé de Elias e sua vida de oração o tornou as primícias dos vivos que serão salvos no segundo advento de Cristo. Realmente, a vida destes dois servos de Deus tem muito a nos ensinar.

De todos os livros históricos do Antigo Testamento, o livro de Jó é o único que apresenta uma cena do mundo invisível, relatando um diálogo entre Deus e Satanás. O grande conflito é desvendado e temos uma visão mais clara da intensa luta entre o bem e o mal. Jó era um “homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal” (Jó 1:1), e ao contrário do que Satanás sugeriu, nenhuma dessas características dependia das circunstâncias, mas faziam parte de seu firme caráter, que foi provado “no sofrimento e na paciência” (v.10). Já Elias, “era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos” (v.17). Sua confiança em Deus e vida de oração lhe renderam um ministério singular de restaurar a verdadeira adoração em Israel.

Nestes dois servos, encontramos algo em comum que será encontrado no remanescente dos últimos dias: a perseverança. Jesus assegurou: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Mesmo ante as dificuldades extremas que os assolaram, preservaram a firme esperança na vinda de Cristo. Foi com inequívoca certeza que Jó declarou: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-Lo-ei por mim mesmo, os meus olhos O verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim” (Jó 19:25-27). Jó representa a classe de justos que será despertada do sono da morte no grande Dia do Senhor. Elias, que em vida “subiu ao céu num redemoinho” (2Rs.2:11), representa a classe de justos vivos que será transformada “num abrir e fechar de olhos, ao ressoar a última trombeta” (1Co.15:52).

Não sabemos se estaremos vivos ou não quando Cristo vier “sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt.24:30). É por isso que o nosso tempo de oportunidade se chama Hoje: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). “Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? Cante louvores” (v.13). Que a nossa vida glorifique ao Senhor, e certamente Ele atenderá as nossas súplicas. Como Jó intercedeu por seus amigos e Elias orou para que chovesse, oremos uns pelos outros, até recebermos “as primeiras e as últimas chuvas” (v.7) do Espírito Santo. Seja este o nosso lema até o fim: “Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor” (Rm.14:8).

Pai amado, Tu és o dono do ouro e da prata e tudo o que possuímos, seja pouco seja em fartura, das Tuas mãos queremos Te devolver. Senhor, muitos estão dormindo e não querem ser despertados da ilusão de uma vida regada a prazeres e avareza. Não queremos cair neste engano de uma falsa segurança e nem sermos injustos com ninguém. Não queremos acumular tesouros nestes últimos dias. Mas almejamos os tesouros do Céu. Almejamos o Lar, o lindo e eterno Lar! Pai, dá-nos paciência a fim de sermos perseverantes até o fim como foi Teu servo Jó e Teu servo Elias. Derrama sobre nós o Teu Espírito como chuva serôdia! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, justos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Tiago5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100