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“Ser-Me-eis santos porque Eu, o Senhor, sou santo e separei-vos dos povos, para serdes Meus” (v.26).
Israel já era muito numeroso no deserto e, certamente, se estabeleceria como uma nação numerosa em Canaã. Era imprescindível que houvesse leis, inclusive, leis penais que inibissem a prática de crimes no meio do povo. Os crimes descritos no capítulo de hoje compõem, por assim dizer, a lista dos mais hediondos aos olhos de Deus. Suas sanções, que incluem pena de morte e esterilidade, já dizem por si só que a tolerância divina não as admite. Sacrifícios humanos, idolatria, imoralidade sexual, filhos rebeldes, alimentação imunda e feitiçaria eram práticas comuns entre os povos que habitavam em Canaã, “porque fizeram todas estas coisas”, por isso o Senhor os lançaria para fora daquela terra (v.23).
Até hoje, as penas estabelecidas por Deus chamam a atenção para o rigor que possuem. Não parece haver piedade, contrastando com a compaixão do Salvador nas linhas que descrevem o Seu ministério terrestre. Todavia, este contraste desaparece quando examinamos toda a história de Israel e a misericórdia e a paciência de Deus para com os filhos do Seu povo. De todos os reis de Judá, por exemplo, creio que Manassés foi um dos piores. Dentre os crimes citados neste capítulo, pelo menos 90% deles Manassés praticou, e ainda outros cometeu. Mas, quando preso por ganchos e cadeias, Manassés se humilhou diante de Deus e orou fervorosamente. Resultado: ele foi perdoado pelo Senhor, conduziu Israel a um reavivamento e reforma, e dormiu em paz o sono da morte dos que serão despertados para a vida eterna na volta de Jesus. O que é isso, senão a graça de Deus?
Deus abomina o pecado, mas ama o pecador. Suas leis e penas aplicadas aos transgressores, ao contrário do que aparentam, não eram para a morte, e sim para a vida. Quando uma mulher adúltera foi levada à presença de Jesus (Jo.8:1-11), a lei dizia que ela deveria morrer, mas também dizia que ela não sofreria a pena sozinha: “Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera” (v.10). Jesus estava diante de uma acusação justa, considerando que a mulher adulterou, mas também de um julgamento injusto, porque ela não adulterou sozinha. O povo havia corrompido tanto a pena como a motivação da pena, e cada pedra que tinham em mãos era a materialização de seus corações endurecidos. Aquele, porém, que sonda os corações, jamais aplicaria uma pena de morte a alguém que estivesse disposto a ser por Ele transformado.
Amados, estamos cercados pelo mal que o pecado tem causado a este mundo. A respeito disto, está escrito: “Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). E “fechar os olhos para não ver” (v.4) as abominações que acontecem todos os dias, e o pior, que têm acontecido até mesmo no meio do professo povo de Deus, não resolve nada. Pelo contrário, só faz com que o pecado de um atinja também “a sua família” (v.5). Quando lemos o relato do rei Manassés, de seus pecados e de sua conversão (2Cr.33:1-20), percebemos que não cumpre a nós julgarmos a ninguém no sentido do que só o Senhor pode enxergar, mas, certamente, cumpre-nos falar e viver a vontade do Senhor como Seus atalaias, intercedendo sempre por nossos irmãos. Porque não há admoestação mais eficaz para o impenitente do que o exemplo de uma vida consagrada a Deus.
Cumpre-nos viver como aqueles que estão à espera do selamento final (Ap.7:3). Porque, como foi revelado ao profeta Ezequiel, assim será nos últimos dias. O selo de Deus só será posto sobre a fronte daqueles “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem” não somente na Terra, mas, principalmente, no seio da igreja de Deus (Ez.9:4). A profunda angústia levou o ímpio rei Manassés ao arrependimento. Creio que o Senhor trará grande angústia aos “Manassés” atuais, a fim de que a pena de morte não seja o seu destino final. Nunca foi e nunca será desejo de Deus que o perverso morra em sua perversidade, mas “que ele se converta dos seus caminhos e viva” (Ez.18:23). Há um clamor sendo realizado pelo Espírito Santo, hoje, e existem duas reações: quebrantamento ou endurecimento do coração. A pergunta é: De que lado nós estamos?
Seja hoje o dia de buscarmos ao Senhor com angústia de alma! Olhemos para a cruz, para o sacrifício do Inocente que sofreu a pena de morte pelos nossos pecados. Olhemos para a tumba vazia, para o Salvador que nos resgatou para a vida eterna. Cristo, eis o incomparável Exemplo! Olhemos para Ele sem cessar, e viveremos!
Senhor, nosso Deus, logo teremos que comparecer diante da Tua santidade, e somente os que permitiram a obra do Espírito Santo no coração através do meio purificador, que é o sangue de Cristo, estarão preparados para Te encontrar. Santo Pai, contempla a nossa situação, pois como disse Davi: “já não há homens piedosos; desaparecem os fiéis entre os filhos dos homens” (Sl.12:1). Ó, Senhor, santifica-nos para Ti e volta logo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, selados para a eternidade!
Rosana Garcia Barros
#Levítico20 #RPSP
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“Guardareis todos os Meus estatutos e todos os Meus juízos e os cumprireis. Eu sou o Senhor” (v.37).
Na providência de Deus, foram estabelecidas instruções e leis instituídas a fim de que o Seu povo permanecesse separado dos demais povos da Terra. O atributo divino que mais se destaca em toda a Bíblia foi requerido daqueles que representam a Deus: “Santos sereis, porque Eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo” (v.1). A santidade ordena as prioridades estabelecidas por Deus e rejeita as instituídas pelo homem. Antes mesmo de proferir uma espécie de resumo das diversas leis dadas a Seu povo, o Senhor deu destaque ao seu objetivo: para que se tornasse santo como Ele é santo. Israel estava para deparar-se com povos cujo grau de maldade e depravação superava a corrupção do Egito. Apenas se fossem fiéis em guardar e cumprir as leis do Senhor, dEle receberiam poder para não se contaminarem com as abominações da terra.
A verdadeira obediência requer disciplina, perseverança, mas, acima de tudo, total dependência de Deus e a prática do amor altruísta. Em todas estas leis podemos perceber que elas nos elevam a uma atmosfera de amor a Deus e uns pelos outros. Todos os “nãos” de Deus apresentam um claro e sonoro “Eu amo vocês!”. Se apreciássemos devidamente as Escrituras como um tesouro de inestimável valor, nossos ouvidos compreenderiam e nossos olhos se abririam para ver que, ainda que algumas leis tenham sido criadas apenas para o antigo Israel, outras prevalecem em sua eterna força normativa, e todas elas apresentam princípios que nem o tempo pode revogar. O Decálogo, por exemplo, é a inscrição do caráter de Deus, algo que é eterno como Ele mesmo o é. E a mesma posição em que foi colocado, no lugar Santíssimo do santuário terrestre, permanece diante do trono de Deus, no Santíssimo do santuário celeste (Ap.11:19).
Outras leis específicas que encontramos como reivindicações de um Deus santo ao Seu povo, podemos encontrar no Novo Testamento. As leis com relação ao cuidado com os pobres e os estrangeiros, por exemplo, revelam o mesmo princípio nas palavras do apóstolo Paulo à igreja de Corinto: “Quanto à coleta para os santos […] No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando” (1Co.16:2). Também no trabalho dos diáconos para com as viúvas da igreja primitiva (At.6:3). E no ministério do próprio Cristo que, compadecendo-Se de uma multidão faminta, a alimentou a partir de cinco pães e dois peixes (Mt.14:13-21).
A verdade, a honestidade e a transparência também devem nortear a vida do fiel filho de Deus. É uma questão de caráter, amados. Fofocas, rancor que consome o coração e vingança, são venenos tomados a conta gotas e, mais cedo ou mais tarde, destroem o possuidor. O mesmo princípio destacado no versículo 17 do capítulo de hoje, Paulo aplicou ao perceber a insensatez de Pedro: “Quando, porém, Cefas [Pedro] veio a Antioquia, resisti-lhe face a face, porque se tornara repreensível” (Gl.2:11). O amor ao próximo de acordo com a Bíblia, não tem nada a ver com o amor mundano romantizado. Aquele que ama busca o bem do seu próximo, ainda que para isso tenha que repreendê-lo ou afastar-se, como Paulo também advertiu: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos […] afastai-vos deles” (Rm.16:17). Não é uma questão de política da boa vizinhança, é uma questão de salvação, pois “nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; aquele que não ama permanece na morte” (1Jo.3:14).
Repetidas vezes o Senhor tem mostrado o Seu amor para conosco no exame de cada capítulo sagrado. O Espírito Santo tem nos revelado os segredos do reino dos Céus e a cada “chave” que nos é dada, uma nova porta é aberta para que possamos entrar na presença de Deus oferecendo-Lhe o nosso culto racional (Rm.12:1). Precisamos cooperar com o poder divino a fim de recebermos porções de sabedoria cada vez maiores do divino Professor. O testemunho de um povo que ama a Deus e ao próximo; que não se contamina com ídolos e nem com homens que professam adivinhar o futuro; um povo que guarda o sábado do Senhor como sinal de que pertence ao Criador do Universo; que trata com respeito seus pais e os anciãos do povo; que teme a Deus e pratica a justiça; será este povo que terminará a última obra do Senhor na Terra. Neste povo se cumprirá a profecia de Isaías:
“Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos. Irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os Seus caminhos, e andemos pelas Suas veredas” (Is.2:2-3).
O Senhor ainda tem ovelhas lá fora à procura de um lugar de adoração ao Deus verdadeiro. E o que Cristo disse à mulher samaritana, ecoa até nós hoje: “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo.4:23). Ellen White escreveu o seguinte: “O Capitão de nossa salvação nos deu Suas ordens, e devemos prestar-Lhe implícita obediência; se, porém, fecharmos o Livro que revela Sua vontade, e não investigarmos ou examinarmos, nem buscarmos compreender, como poderemos cumprir suas obrigações?” (Ellen G. White, E Recebereis Poder, CPB, p.129).
O Senhor tem um só povo em cada tribo, língua e nação, um povo unido no mesmo propósito de adorá-Lo em espírito e em verdade. Que por meio de Sua Palavra, seguros na âncora da graça de Cristo, façamos parte do povo que o Senhor erguerá perante o Universo como “fruto do penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).
Pai Celestial, o Teu desejo é nos tornar santos como Tu és santo. O Senhor deseja nos purificar como Tu és puro. Pai, ajuda-nos a compreender a grandiosidade disso e a também desejarmos, cada dia mais, a Tua pureza e santidade! Purifica-nos e santifica-nos para Ti, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, povo de propriedade exclusiva de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Levítico19 #RPSP
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“Portanto, guardareis a obrigação que tendes para Comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que se praticaram antes de vós, e não vos contaminareis com eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (v.30).
Após a queda do homem, a primeira impressão que Adão e Eva tiveram do pecado foi a de sua nudez. Despidos das vestes da glória de Deus, o homem e sua mulher fizeram para si vestes com “folhas de figueira” e, ouvindo a voz de Deus, “que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus” (Gn.3:7 e 8). A nudez causou-lhes a sensação de impotência diante de tal situação. Tiveram medo de se apresentarem daquela forma diante da pureza e santidade do Criador. Mas com que amor o Senhor lhes proveu a solução! Antes mesmo de criá-los, o plano já estava estabelecido, através do “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8). Ali no Éden, o primeiro sacrifício foi realizado e “fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu” (Gn.3:21).
Não podemos cobrir a nudez do pecado mediante nossos próprios esforços, mas Deus nos proveu os vestidos da salvação: “Aconselho-te que de Mim compres[…] vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez” (Ap.3:18). A nudez representa a condição vergonhosa do homem perante Deus. E os estatutos e juízos estabelecidos quanto às uniões abomináveis revelam as bênçãos de Deus em cumpri-los, e as consequências destrutivas em desobedecê-los. O Senhor instituiu uma lista de parentes como proibida para o matrimônio. Antes mesmo da entrada do pecado, Deus já havia estabelecido a união entre o homem e a mulher. O casamento heterogêneo e monogâmico foi instituído por Deus para ser uma bênção à humanidade; e o sexo, planejado como uma bênção exclusiva para o uso sagrado dentro do casamento. O relato da vida dos personagens bíblicos que desobedeceram a estes princípios está escrito “para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co.10:11).
O pecado deturpou a sexualidade humana de tal forma que, a respeito do que o Senhor disse: “maldade é” (v.17), o homem responde: “é normal”. O que antes causou grande vergonha no Éden, hoje é publicado nas redes sociais. Estamos, de fato, devendo, e muito, a Sodoma e Gomorra! Os povos que ainda habitavam em Canaã estavam contaminados com práticas condenáveis e uniões abomináveis, e Deus precisava instruir o Seu povo a fim de não praticarem “nenhum dos costumes abomináveis” (v.30) que ali se praticavam. O incesto, a homossexualidade, a bestialidade, dentre outras práticas sexuais ilícitas e perversas diante de Deus eram naturalmente aceitáveis entre os povos cananeus e praticadas em seus rituais pagãos. Os filhos de Israel estavam para entrar em terreno perigoso e o Senhor precisava alertá-los e protegê-los. Seus estatutos e juízos não são imposições arbitrárias, mas um código de segurança: “cumprindo-os, o homem viverá por eles” (v.5).
Ainda moro em zona urbana, mas quanto mais os dias passam, mais me convenço de que o povo de Deus não deveria morar nas cidades. Está chegando o tempo (se é que já não chegou), em que os anjos do Senhor estão apelando, como fizeram com Ló, para que os filhos de Deus abandonem, o mais rápido possível, os grandes centros. A demora de Ló lhe custou a perda de praticamente toda sua família e de sua esposa, e a gravidez abominável de suas filhas. A terra em que habitava tornou-se tão maligna que a homossexualidade era praticada em plena luz do dia. Estamos longe deste contexto, amados? Músicas, novelas, filmes, séries e até desenhos animados incentivam nossas crianças e adolescentes a serem sexualmente ativos antes da hora, da forma que desejarem e com quem ou o quê desejarem. O mundo está testemunhando a desconstrução da família e do casamento, e o surgimento de uma nova geração cujo pudor é ignorado e a moral zombada.
Muitos carregam marcas de uma infância vivida em uma família que não era temente a Deus, ou de escolhas erradas que fizeram antes de conhecer ao Senhor. Todos nós, na verdade, possuímos marcas causadas pelo simples fato de existirmos. O pecado é letal e “a terra se contaminou” (v.25), e a menos que guardemos e andemos no caminho que o Senhor nos orienta a andar, carregaremos em nosso corpo e em nossa mente feridas que nos causarão traumas difíceis de esquecer. É desejo do Senhor que os Seus filhos se mantenham puros. Mas ainda que o pecado tenha nos causado manchas difíceis de limpar, ou que alguém tenha nos machucado, o Senhor nos prometeu: “ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se quiserdes e Me ouvirdes” (Is.1:18 e 19).
Ó amados, ao que o Senhor chamou de abominável sob a recorrente lembrança: “Eu sou o Senhor” (v.6), não consideremos aceitável! Não é normal, “é abominação” (v.22)! Não é natural, “é confusão” (v.23)! A repetida declaração de Deus como Senhor declara a Sua autoridade em legislar sobre a sexualidade humana. Aquele que cobriu a nudez de nossos primeiros pais é O mesmo que deseja cobrir a nossa, não mais com vestimentas de peles de animais, mas com “vestes de salvação[…] e com o manto de justiça” (Is.61:10). Não permita que o inimigo exponha a sua nudez, mas confiante nos méritos de Cristo Jesus e em Sua justiça, dEle adquira a roupa da vitória.
“Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (Ap.16:15).
Senhor, nosso Deus, enquanto o mundo se agita em confusão, nós queremos desfrutar da vida em santificação que o Senhor nos oferece. Há vida em obedecermos à Tua Palavra. Como nosso Criador, bem sabes o que é melhor para nós. Não permite, Pai, que consideremos normal o que o Senhor chama de abominação! Veste-nos com as Tuas vestes de justiça e dá-nos sabedoria nestes dias finais para tomarmos as melhores decisões para nós e nossos filhos, segundo a Tua vontade. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, vestidos pelo Senhor da glória!
Rosana Garcia Barros
#Levítico18 #RPSP
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“Nunca mais oferecerão os seus sacrifícios aos demônios, com os quais eles se prostituem; isso lhes será por estatuto perpétuo nas suas gerações” (v.7).
Há algum tempo, um famoso casal americano expôs na mídia um costume extremamente bizarro: tomar um pouco do sangue um do outro para fins ritualísticos. Em entrevista, a atriz descreveu tal ritual como quem descreve uma ida ao parque para tomar um sorvete, alegando que eles tomavam apenas algumas gotas do sangue um do outro. Essa prática pagã e demoníaca advém de tempos muito remotos, e nos faz compreender melhor por que Deus advertiu o povo com tanta veemência a respeito da proibição quanto ao consumo do sangue; e nos faz pensar além, na questão das leis quanto aos fluidos corporais que estudamos em Levítico 15, pois estes também eram e continuam sendo utilizados para fins de rituais satânicos.
Havia práticas pagãs observadas pelos povos vizinhos que também eram realizadas no Egito. Uma delas era o sacrifício aos deuses pagãos. Deus orientou o Seu povo para abster-se de tais práticas, pois elas, na verdade, não passavam de cultos a demônios. Ou seja, só o Senhor Deus é digno de toda adoração; só o Senhor é Deus, e não há outro. Ele é o nosso Criador e Redentor. Fora disso, a adoração é adulterada. O Senhor mesmo disse: “Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22). Nos dois primeiros mandamentos do Decálogo, está escrito: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura […] não as adorarás, nem lhes darás culto […]” (Êx.20:3-5). Só ao Senhor Deus devemos prestar culto! Não existe divisão e nem neutralidade quando o assunto é adoração. Como foi dito pelo profeta Elias: “Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-O” (1Rs.18:21).
Semelhantemente, os pagãos tinham o costume de beber do sangue de seus sacrifícios aos deuses estranhos, inclusive, de sacrifícios humanos. Deus advertiu o Seu povo a não se contaminar com a mesma prática. O derramamento de sangue no santuário prefigurava a Cristo, que verteria o Seu sangue para a remissão de nossos pecados. Os sacrifícios às entidades pagãs eram uma contrafação de Satanás ao plano da redenção prefigurado no santuário. Sobre isso, escreveu Ellen White: “Fazendo os homens violarem o segundo mandamento, visava Satanás rebaixar suas concepções acerca do Ser divino. Pondo de lado o quarto, fá-los-ia esquecer-se completamente de Deus. A reivindicação divina à reverência e culto, acima dos deuses dos gentios, baseia-se no fato de que Ele é o Criador, e que a Ele todos os outros seres devem sua existência” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.239).
A ênfase do capítulo de hoje está, portanto, na contrafação à verdadeira adoração e dá início ao chamado “Código de Santidade” que segue até o capítulo 26 deste livro. Um código não somente de conduta, mas que definiria a identidade do povo de Deus, através de um estilo de vida que declarava ao mundo que só o Senhor é Deus, o Senhor é único. A idolatria afasta o povo da verdadeira adoração e, por consequência, o coloca em terreno inimigo. Não era apenas uma proibição quanto ao consumo de sangue de animais, mas uma questão que afetava o relacionamento entre o povo e Deus, que feria a identidade de um povo escolhido para ser santo. Podemos nós afirmar categoricamente que servimos somente ao Senhor? Ellen White também pontuou: “Por meio das tentações de Satanás o gênero humano todo se tornou transgressor da lei de Deus; mas, pelo sacrifício de Seu Filho, abriu-se um caminho por onde podem voltar a Deus. Mediante a graça de Cristo, podem habilitar-se a prestar obediência à lei do Pai. Assim, em todos os séculos, do meio da apostasia e rebelião, Deus reúne um povo que Lhe é fiel, povo em cujo coração está a Sua lei.” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.241).
Cuidado com as contrafações atuais, amados! Elas não deixaram de existir, só mudaram de forma. A última batalha universal não será por força ou violência, mas pela diferença entre os verdadeiros e os falsos adoradores, os que conhecem ao Senhor e os que não O conhecem (Leia Jo.17:3; 2Ts.1:8). E Satanás está usando todas as suas armas “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Não se engane! Sem santificação “ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14). Que Deus nos ajude e continue a nos santificar através de Sua Palavra (Jo.17:17). Portanto: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef.6:11).
Pai querido, o Senhor nos deixou um código de conduta na Tua Palavra, mas não somente isto, pois Cristo mesmo Se fez carne e nos deu exemplo de como viver em santidade na Tua presença. Mas é algo que não conseguimos sozinhos, Senhor. Necessitamos do Espírito Santo habitando em nós, nos guiando e colocando em nós o Seu fruto. Por isso, humildemente nós Te pedimos pelo Espírito Santo em nossa vida! Retira de nós tudo o que possa estar impedindo o cumprimento da Tua promessa e nos habilita como um povo santo, um povo preparado para Te encontrar. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, adoradores do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico17 #RPSP
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“Porque, naquele dia, se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados” (v.30).
Tendo em mente que o santuário e tudo o que o envolvia apontava para o plano da salvação, o capítulo de hoje é um símbolo da obra final de Cristo no santuário celestial. O Dia da Expiação, ou, em hebraico, “Yom Kippur”, era um dia de extrema solenidade para o povo de Israel, o dia da purificação do santuário. Durante todo o ano, seus pecados haviam sido levados para o santuário, e aquela única vez no ano em que o sumo sacerdote poderia entrar no Lugar Santíssimo era justamente como uma “borracha” no tempo, a fim de apagar de uma vez por todas as marcas de todos os pecados ali acumulados. O sangue do cordeiro e do bode “para o Senhor” (v.9) representavam, respectivamente, Cristo se fazendo pecado por nós e Cristo como nosso inocente substituto (2Co.5:21). E o bode emissário, ou bode Azazel – que significa “demônio do deserto” – é um claro símbolo de Satanás, que é o autor do pecado e do mal e que passará mil anos nesta Terra deserta sem ter a quem tentar (Ap.20:1-3).
Quando avançamos para o livro de Daniel, ali encontramos a profecia referente ao Dia da Expiação profético: “Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (Dn.8:14). Sabendo que a expressão “tarde e manhã” se refere a um dia, que um dia em profecia é equivalente a um ano (Leia Nm.14:34; Ez.4:7), e que o início desse período se deu no ano 457 a.C. com o decreto de Artaxerxes (Dn.9:25; Ed.7), a contagem dos dois mil e trezentos anos termina no ano de 1844. Anos antes, porém, homens e mulheres que buscavam sinceramente a verdade das Escrituras se debruçaram sobre esta profecia e chegaram à conclusão de que algo grandioso e significativo estava para acontecer. Apesar da compreensão errada quanto ao evento – pois acreditaram que a purificação do santuário era a purificação da Terra com o retorno de Cristo – eles não erraram na data, e, apesar da evasão de muitos que, decepcionados, abandonaram a fé, um pequeno grupo de crentes permaneceu buscando no Senhor a resposta à sua decepção.
Foi quando Deus revelou que a decepção deles também estava profetizada. O conhecimento acerca do livrinho de Daniel e da volta de Jesus tinha-lhes sido na boca doce como o mel, mas ao perceberem que Jesus não voltaria conforme esperavam, grande foi a amargura, como está escrito: “Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo” (Ap.10:10). Era o tempo certo, mas o evento errado. Ali se cumpriram as palavras do anjo ditas a Daniel: “Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará” (Dn.12:4). Ainda não era o fim, mas o tempo do conhecimento acerca das profecias de Daniel serem compreendidas e espalhadas como folhas de outono: “É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). Era o começo do fim, inaugurado pela primeira voz angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).
Iniciava-se, portanto, o juízo em que Jesus, o nosso Sumo Sacerdote, entraria no Lugar Santíssimo do santuário celeste, a fim de exercer a Sua obra final. A partir dali podemos dizer que começou a contagem regressiva para a volta de Jesus. Como tudo no santuário terrestre encontrou o seu antítipo, não poderia ser diferente com relação à obra de Cristo no “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:1). Observem, por exemplo, as visões de João no Apocalipse. Tudo ali aponta para o santuário celestial. E o Dia da Expiação, diferente dos demais dias de festa, era dia de aflição de alma para os filhos de Israel. Era um dia de solene reflexão. Cada filho de Israel deveria se perguntar: “Será que eu confessei diante do Senhor todos os meus pecados?” Da mesma forma, amados, com Cristo no Lugar Santíssimo, desde 1844 estamos vivendo na solenidade do Dia da Expiação profético. Há registros de pecados no Céu que estão sendo examinados e julgados. E, ao findar Sua obra de selar os servos de Deus (Ap.7:3), é de lá, do mais santo lugar, que Jesus dirá: “Feito está!” (Ap.16:17), e, então, cada decisão estará selada para sempre (Ap.22:11), e os salvos poderão se alegrar na última festa, na festa dos tabernáculos antitípica e eterna (Lv.23:40; Jo.14:2).
Pode ser que esse assunto seja uma novidade para você. Mas eu te convido a estudar com diligência e sinceridade o assunto do santuário. Você verá que ele envolve toda a Bíblia, todo o plano de salvação e, inclusive, tem a ver com as escolhas que fazemos hoje. Enquanto Cristo ministra em nosso favor no Lugar Santíssimo, nos acheguemos a Ele. “Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb.4:15-16).
Pai Celestial, aí no lugar mais sagrado, o nosso Salvador ministra em nosso favor, como nosso fiel Advogado, mas Ele também acumulou a função de Juiz, como Ele mesmo afirmou em João 5:22: “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento”. Se nas leis humanas existe o direito de investigação a fim de comprovar a condenação ou a absolvição de alguém, quanto mais perfeitos e justos são os Teus juízos, Senhor! Ó Pai, que possamos dar ouvidos ao que diz o Teu Espírito! E que a nossa atitude seja aceitável a Ti nestes dias finais e decisivos! Perdoa-nos, Senhor! Purifica-nos, Pai! E prepara-nos para Te encontrar! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, selados para a eternidade!
Rosana Garcia Barros
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“Assim, separareis os filhos de Israel das suas impurezas, para que não morram nelas, ao contaminarem o Meu tabernáculo, que está no meio deles” (v.31).
A lei sobre as imundícias do homem e da mulher apresenta algumas restrições que, em certos detalhes, podemos até entender como sendo um exagero, mas que, na verdade, se tratava de uma proteção divina. Foi a forma que Deus encontrou para preservar tanto a saúde quanto a intimidade de Seus filhos. Provavelmente, a primeira parte do capítulo sobre o vazamento de fluxo seminal ou a retenção dele fosse referente a alguma enfermidade no homem, podendo ser até alguma doença venérea. Logo após, o capítulo trata sobre o período menstrual da mulher. O Senhor buscou ensinar o Seu povo noções importantes acerca do cuidado com a higiene e de como isso pode ser uma questão de vida ou morte.
Habitando em tendas no meio do deserto, tanto homens quanto mulheres precisavam seguir as orientações de Deus para o bem geral da nação. Além da mulher não possuir os recursos que temos hoje para conter “o fluxo costumado do seu corpo” (v.19), por uma questão de higiene, como de cuidado para com a mulher neste período, Deus também estabeleceu regras para que nenhum homem a importunasse nos dias de sua menstruação. Dada a cultura predominantemente patriarcal, se o Senhor não tivesse sido tão enfático com relação a isso, o homem não respeitaria este período feminino tão íntimo e incômodo. E hoje, amados, esses regulamentos precisam ser compreendidos à luz dos princípios ali contidos, também como uma questão espiritual, a fim de não contaminarmos o tabernáculo de Deus que somos nós (1Co.6:19).
Mesmo em nossos dias, acredito que necessitamos de semelhante zelo no cuidado com o nosso corpo, a fim de que ele seja oferecido diariamente como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm.12:1). Como nosso Criador, Seu cuidado em estabelecer limites nos lembra do que aconteceu no Éden quando um limite foi quebrado. Apesar de muitos especialistas discordarem a respeito da abstinência sexual no período menstrual, pesquisas já comprovaram que há um risco maior em se contrair doenças sexualmente transmissíveis e até mesmo alguns tipos de infecções. Portanto, é prudente levarmos essas questões em consideração. Mas o versículo 25 revela algo ainda mais crítico: a mulher que era acometida do fluxo de sangue além do período natural.
Nos evangelhos, encontramos o relato de uma mulher que há 12 anos sofria deste mal. Conforme estudamos no capítulo de hoje, tudo o que aquela mulher tocasse tornava-se imundo. Contudo, ela rompeu todas as barreiras do preconceito e se pôs no meio de uma grande multidão. Imaginem quantas pessoas ela não tocou até conseguir chegar perto de Cristo. Nada mais importava para ela, a não ser tocar nas vestes dAquele que era o Único capaz de torná-la limpa, e com muita dificuldade, ela tocou na orla do “jaleco” do Médico dos médicos. Sabem o que é mais lindo nessa história, amados? Em meio àquela multidão, Jesus perguntou: “Quem Me tocou? […] porque senti que de Mim saiu poder” (Lc.8:46). Notem que a Bíblia não diz que foi o poder da fé que a curou, mas o poder que saiu de Jesus. O toque da fé é o conduto que faz com que o poder divino possa atuar em nosso favor. Quando confiamos nAquele que nos salvou, a consequência inevitável é a salvação.
Qual tem sido a barreira que tem lhe impedido de ir ao encontro de Cristo? Hoje, o Senhor nos diz que nem demônios, nem multidões, nem a morte, absolutamente nada “poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:39). Por isso, não pense que o seu problema não tem solução, mas continue suplicando com fervor e perseverança. Deus tem o poder de transformar maldição em bênção! Aleluia! Aquela mulher entendeu isso e sua fé em Cristo a salvou! E o sangue que era símbolo de imundícia tornou-se símbolo de fé. Deus reverteu este conceito ao enviar o Seu único Filho em favor de nós, que éramos imundos em nossos pecados, pois “o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1Jo.1:7). E por meio do sangue de Jesus, temos nossas vestes lavadas e alvejadas (Ap.7:14).
Aceite ser purificado pelo único sangue que tem poder para salvar, o sangue do Cordeiro de Deus. Não permita que pessoas ou situações desfavoráveis lhe impeçam de tocar nas vestes da justiça de Cristo. Lembre-se que, no meio de grande multidão, os olhos do Salvador percorriam ao redor para encontrar o olhar de uma única mulher. Jesus está, agora, olhando para a Terra e a pergunta é: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (Lc.18:8). Que muito em breve possamos ouvir da boca do nosso Resgatador: “Filho(a), a tua fé te salvou” (Mc.5:34).
Nosso amado Deus, Tu enviaste Teu Filho único em nosso resgate, e, por Seu sangue, somos purificados dos nossos pecados e salvos para o Teu reino. Nós Te louvamos e Te agradecemos por tão abundante graça! Senhor, nos limpa dos nossos pecados e continua nos ensinando, nos repreendendo, nos corrigindo e nos educando na justiça através da Tua Palavra. Que o nosso corpo seja uma oferta diária ao Senhor como sacrifício vivo, santo e agradável! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pela fé em Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
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“Para ensinar quando qualquer coisa é limpa ou imunda. Esta é a lei da lepra” (v.57).
Tanto a comprovação da lepra quanto a cura da doença exigiam cerimônias que precisavam ser observadas. Caso o leproso alegasse estar curado, deveria novamente apresentar-se ao sacerdote e levar consigo “duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e estofo carmesim, e hissopo” (v.4). Realizada a cerimônia de purificação, o ex-leproso era declarado limpo e a ave viva, manchada com o “sangue da ave que foi imolada sobre as águas correntes” (v.6), era solta “para o campo aberto” (v.7), como símbolo de uma praga que foi mandada embora. Havia ainda uma série de condições para que a pessoa pudesse ser declarada definitivamente limpa. Mesmo que pudesse voltar ao arraial, precisava aguardar o prazo de sete dias antes de entrar em sua tenda. Também tinha que rapar o cabelo e todo o pelo do corpo, lavar as suas vestes e tomar banho. Além disso, ao oitavo dia, precisava oferecer oferta pela culpa, oferta pelo pecado, holocausto e oferta de manjares.
Em seguida, o Senhor apresentou uma segunda forma de lepra, a “lepra a alguma casa” (v.34). Neste caso, o mais provável é que se tratasse de praga de mofo ou de fungo. Este era um problema que ainda não afetava o povo, visto que ainda habitavam em tendas. Deus os estava preparando para saberem como lidar com tal dificuldade quando estivessem habitando “na terra de Canaã” (v.34). Manchas “esverdeadas ou avermelhadas” (v.37) precisavam ser cuidadosamente observadas. Caso elas se estendessem “nas paredes da casa” (v.39), eram arrancadas as pedras contaminadas, as paredes eram lixadas por dentro e por fora, eram colocadas novas pedras e a casa era rebocada com “outra argamassa” (v.42). Mas caso todo este processo não fosse suficiente, e a praga retornasse, a casa era declarada imunda, sendo derrubada, restando apenas entulho em um “lugar imundo” (v.45).
A primeira situação nos remete ao pecador e às consequências do pecado. Há uma obra individual a ser realizada na vida do pecador. Como está escrito: “a alma que pecar, essa morrerá” (Ez.18:4). Precisamos prestar contas a Deus do que fazemos de nossa existência. O pecado nos torna sujos e indignos de comparecer à presença de Deus, mas a Sua graça nos é estendida e, então, percebemos que ela é suficiente para nos limpar e purificar de todo mal. Contudo, mesmo retornando ao aprisco do Senhor com a certeza da cura oferecida por Jesus, nossa vida deve ser um testemunho vivo de que estamos curados e livres das imundícies que antes nos maculavam. A família e a sociedade precisam assegurar-se de que o indivíduo está no caminho direito. A mudança interior sempre reflete em uma mudança exterior. Com os ouvidos atentos à vontade de Deus, as mãos dispostas a servi-Lo e os pés firmes no caminho em que se deve andar, o verdadeiro crente segue confiante na perfeita justiça de Cristo, e, por Seu sangue, torna-se limpo (v.20).
A segunda situação ilustra a triste realidade de famílias afetadas pela praga do pecado. São, inicialmente, pequenas concessões que, a longo prazo, produzem resultados difíceis de se consertar, e, como a casa cujo fungo se espalha e a reforma não adianta, “há nela lepra maligna; está imunda” (v.44). Quantos não têm declarado a respeito de seu lar: “Parece-me que há como que praga em minha casa” (v.35)! Quantos têm sofrido a dor de um casamento fracassado, de um filho desencaminhado ou de membros da família que não se amam! Cristo nos oferece uma nova vida, uma reforma por dentro e por fora. Somente Ele pode fazer “expiação pela casa, e será limpa” (v.53). Muitos, porém, apesar de inicialmente aceitar a reforma da casa, logo permitem que o pecado torne a adoecê-la, causando-lhe a total ruína.
Amados, o Senhor deseja limpar a nossa vida e a nossa casa. Este é o objetivo da salvação em Cristo Jesus: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). A mudança precisa começar em você e em mim. E por mais que a sua família tenha sido afetada pela lepra maligna do pecado, saiba que Jesus já está com todo o material em mãos para renovar e purificar o seu lar. Não desista! Ore, persevere, ame e confie no Deus que não conhece o impossível. E Ele transformará o que antes parecia um caso impossível em um lar que O glorifique, pois “todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor” (Is.61:9).
Nosso Pai do Céu, nós queremos agora entregar a nossa vida e a nossa família em Tuas mãos! Há um grande conflito acontecendo e se intensificando contra as famílias, e nós clamamos pela conversão e salvação da nossa casa! Limpa e purifica o nosso lar para que ele seja a Tua habitação e, assim, um pedacinho do Céu na Terra! Por favor, Senhor, opera um milagre nas famílias que estão em ruínas! Que haja transformação nesses lares, pelo poder do Espírito Santo! Nós Te pedimos e, desde já, Te agradecemos, em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias purificadas pelo sangue de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico14 #RPSP
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“As vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e os seus cabelos desgrenhados; cobrirá o bigode e clamará: Imundo! Imundo!” (v.45).
De todas as doenças ou pragas que assolavam o mundo daquela época, certamente a lepra era a mais temida. Além de ser incurável, dolorosa e humilhante, privava o doente do convívio social, sendo obrigado a habitar “fora do arraial” (v.46). Pensando em poupar sofrimentos desnecessários, Deus instituiu que fossem feitos exames minuciosos a fim de que ninguém fosse declarado leproso sem a exata comprovação. Cada caso exigia um exame rigoroso, podendo incluir um período de até 14 dias de reclusão. Como se tratava de uma doença altamente contagiosa, a quarentena protegia a própria família do paciente de ser contaminada pela praga. Caso não fosse confirmada a lepra, “o homem (ou a mulher)” (v.29) podia retornar à sua casa e às suas atividades normais. Mas caso o sacerdote confirmasse a praga, o leproso era obrigado a submeter-se à condição vexatória de proclamar de longe a sua terrível situação: “Imundo! Imundo!” (v.45).
O leproso mais famoso do Antigo Testamento não foi um filho de Israel. Naamã, o capitão do exército da Síria, sofria com esta enfermidade. Mas, apesar de ser um pagão, o Senhor encontrou em Naamã um coração disposto a servi-Lo. E através da menina israelita cativa e do profeta Eliseu, Naamã encontrou o caminho da cura. Ao invés de um confinamento de sete dias, sete mergulhos no rio Jordão foram suficientes para que ele pudesse contemplar o poder de Deus através de sua pele renovada (2Rs.5:14). Jesus também curou muitos leprosos. Na cura dos dez leprosos, por exemplo, Ele ordenou que fossem se apresentar ao sacerdote; porém, ainda no caminho, eles perceberam que estavam diferentes, e ao olharem para a pele limpa como a de uma criança, tiveram a certeza da cura. Todavia, dos dez leprosos curados, apenas um retornou para agradecer a Jesus, “e este era samaritano” (Lc.17:16).
Hoje a lepra ainda existe, mas a conhecemos como hanseníase e, ao contrário daquela época, existe tratamento e cura. Mas, pior do que a lepra física, é a lepra do pecado, amados. O salmista Davi escreveu: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl.51:5). Já nascemos todos contaminados pelo pecado e inevitavelmente condenados à morte. Como a lepra, primeiramente o pecado se mostra pequeno, uma mancha apenas que, a depender de nossas escolhas, pode se espalhar ou regredir. Assim como no caso de Naamã e do samaritano, Jesus tem buscado Seus verdadeiros adoradores que ainda estão fora do aprisco. Homens e mulheres que estão a definhar pela lepra do pecado e cuja condição é uma sonora declaração ao mundo: “Imundo! Imundo!”, mas que ao se depararem com Cristo Jesus, a Água da Vida, o Purificador de pecados, não gritam mais de sua imundície, mas clamam pela cura: “Jesus, Mestre, compadece-te de nós!” (Lc.17:13).
Os dez leprosos reconheceram em Cristo o antídoto da purificação, o tratamento eficaz e instantâneo. Imediatamente ficaram livres da mazela que os afligia. O que antes os matava, passou a ser uma vaga lembrança, e o corpo saudável, a linda e miraculosa manifestação do poder que só o Senhor possui. Essa ilustração não nos remete a uma cena que muito em breve ocorrerá? “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21:4). O Rei vem vindo! Ele vem para dar fim, uma vez por todas, à morte. Em Sua morte e ressurreição, Cristo nos proveu a cura para o pecado. Todo o mal já não mais existirá e, num piscar de olhos, receberemos um corpo completamente saudável e perfeito: “E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória” (1Co.15:54).
Muito em breve nossa tristeza se converterá em alegria e, como Naamã e aquele samaritano que voltou para agradecer, exultaremos no Deus de nossa salvação! “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).
Nosso amado Deus, como almejamos a completa e eterna purificação dos nossos pecados! Mas enquanto ainda estamos aqui, purifica-nos com o lavar restaurador e renovador do Espírito Santo! Alveja e embranquece as nossas vestes no sangue do Cordeiro! E concede-nos um coração sempre agradecido e consciente de que é somente pela justiça de Cristo que nossa vida é purificada e salva! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, purificados pelo sangue de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico13 #RPSP
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“[…] esta é a lei da que der à luz menino ou menina” (v.7).
A lei instituída por Deus a Israel acerca da purificação da mulher depois do parto dá sequência às leis de saúde. Os prazos diferentes de acordo com o sexo do bebê, porém, são a maior causa de dúvidas quanto a este capítulo. Não se sabe ao certo o porquê da diferença entre o nascimento de um menino ou de uma menina exigir da mãe prazos divergentes de purificação: 40 dias para menino e 80 dias para menina. Alguns dizem que era porque o menino era circuncidado e a menina precisava, portanto, de um período maior de purificação. Outros afirmam que era devido ao sexo masculino ser mais valorizado naquela época. Contudo, uma coisa é certa: se foi uma lei estabelecida por Deus, havia um amoroso objetivo e uma recompensa em seu fiel cumprimento.
De acordo com a medicina, o puerpério é um período em que a mulher passa por alterações tanto físicas quanto psicológicas, até que recupere a sua condição anterior à gravidez. O período em que a mãe ficava somente em função de seu bebê a mantinha mais protegida contra enfermidades, dado o seu sistema imunológico estar mais vulnerável (lembrando que naquela época não se tinha os recursos que temos hoje, como hospitais, medicamentos ou absorventes). Este período puerperal promovia também a construção de fortes laços entre a mãe e o bebê, além de proporcionar o descanso necessário para a total recuperação pós-parto. Creio que estas tenham sido as principais finalidades desta ordem de Deus, o Médico dos médicos.
Muitas vezes não compreendemos os desígnios do Senhor, e outras vezes nos parecem loucura. Questionamos o Senhor e procuramos justificar nossas atitudes com nossa própria noção do que seja certo ou errado. Contudo, a lógica humana é infinitamente aquém da sabedoria divina. Certamente, o objetivo principal da criação de tal lei foi a preservação da vida da mãe e do bebê e mais uma forma do Senhor fazer distinção entre o limpo e o imundo. Deus não está preocupado em que busquemos desvendar os motivos para tal ordem, e sim, que pelo poder da Sua Palavra, sejamos santificados. Que possamos perceber em cada ordem divina o Seu amor ali impresso. Que em cada relato possamos enxergar o Seu cuidado para com a nossa vida.
Este sempre será o real objetivo de Deus para com a humanidade: amar para salvar! Assim como Ele desejava preservar a vida dos filhos do Seu povo Israel e purificá-los desde o nascimento, Ele deseja preservar e purificar o Israel de Deus dos últimos dias. Foi pensando no bem-estar das mulheres e das crianças que Ele estabeleceu tal lei. O salmista Davi escreveu: “Os Teus olhos me viram a substância ainda informe, e no Teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda” (Sl.139:16). Se Deus olhou para nós quando ainda nem éramos um ser formado, quanto maior cuidado Ele não tem quando iniciamos a nossa vida neste mundo?
Que muito acima de leis e estatutos, possamos enxergar o amor de um Deus que se preocupa conosco nos mínimos detalhes. Que o nosso “eu acho” se curve perante a majestade do “EU SOU”, Aquele que nos criou e age para o nosso próprio benefício conforme as nossas necessidades.
Querido Deus, nosso Pai amado, é tão lindo perceber o Teu amor e a Tua misericórdia para com a nossa vida! O Senhor pensou em cada detalhe e o Teu Espírito é quem nos ajuda a olhar para as Tuas leis e orientações com reverente assentimento e colocá-las em prática com voluntária obediência. Ó, Senhor, nosso Deus, obrigado porque não levas em conta o tempo da ignorância! Mas que cada página da verdade que se abre para nós, nos seja uma bênção que nos aproxime ainda mais de Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, filhos e filhas do Pai Celestial!
Rosana Garcia Barros
#Levítico12 #RPSP
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“Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que Eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque Eu sou santo” (v.45).
Sem dúvida, este capítulo apresenta um dos assuntos bíblicos mais polêmicos: a diferença entre animais puros e animais imundos. O Senhor fez distinção entre os animais que se podem comer e aqueles que são impróprios para o consumo humano. Quando retornamos ao relato da criação, em Gênesis 1:29, vemos que o plano original do Criador era que o ser humano tivesse uma dieta totalmente vegetariana. Porém, após o dilúvio, não havia vegetação, e o Senhor permitiu que Noé e sua família incluíssem a carne em sua dieta (Gn.9:3). Mas, antes mesmo dos animais entrarem na arca, Deus fez diferença entre os limpos e os imundos (Gn.7:2). A lei sobre animais limpos ou imundos, portanto, não é uma nova lei, mas um reforço de uma lei que já existia.
Como podemos, hoje, saber se esta lei permanece válida ou não? Digamos que você tenha que se submeter a uma cirurgia. Quais são as carnes que o médico prontamente proíbe na recuperação pós-cirúrgica? Carne de porco e seus derivados, frutos do mar e peixe de couro. Não é assim? Existe uma lógica em tal prescrição. Estas carnes são potencialmente inflamatórias, e Deus, em Sua infinita sabedoria, já nos tinha deixado orientações para que delas nos abstenhamos. Não são alimento, mas abominação: “Ser-vos-ão, pois, por abominação; da sua carne não comereis e abominareis o seu cadáver” (v.11). A nutrição de Seu povo é importante para Deus, pois, como nosso Criador, Ele sabe bem como o que comemos tem influência direta sobre a nossa mente.
Assim como o apetite foi usado no Éden para a queda de Adão e sua mulher, Satanás usou da mesma estratégia na primeira tentação de Cristo no deserto: “Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães” (Mt.4:3). A diferença foi que a vitória provisória que o inimigo teve no Éden não pôde se repetir no deserto da tentação. Ali, o nosso Salvador venceu para que com Ele participemos de Sua vitória. Chegando ao fim de Seu ministério terrestre, Jesus orou por nós e nos deixou o protocolo da santidade: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). Deus nos deixou a Sua Palavra escrita para que por ela fôssemos santificados. No capítulo de hoje, Ele nos diz: “Eu sou o Senhor, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque Eu sou santo” (v.44). E o fato de o Senhor associar alimentação com santidade nos deixa um recado bem claro, vocês não acham?
Existe um abismo intransponível entre a pureza e a impureza; entre a vontade de Deus e a nossa própria vontade. Cristo mesmo disse: “A Minha comida consiste em fazer a vontade dAquele que Me enviou e realizar a Sua obra” (Jo.4:34). Quando desafiamos a vontade de Deus para satisfazer o nosso próprio apetite, estamos corrompendo o templo do Espírito Santo (1Co.6:19). Mais do que qualquer médico, o Médico dos médicos deseja que você e eu tenhamos vida e vida em abundância (Jo.10:10). A frase que diz que “somos o que comemos” resume bem a nossa reflexão de hoje. Esta “máquina” incrível que é o corpo humano pode ter o seu “prazo de validade” prolongado de forma útil se seguirmos as sábias orientações de Deus. A saúde, na verdade, é só um resultado do principal objetivo: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31).
Lembremos de Daniel, que decidiu “firmemente não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Daniel 1:8). E a Bíblia diz que, além dos benefícios físicos, ele e seus três amigos foram considerados “dez vezes mais doutos” do que qualquer dos sábios do reino (Dn.1:20). E Daniel foi dotado de uma excelência espiritual tão extraordinária, que Deus lhe conferiu “inteligência de todas as visões e sonhos” (Dn.1:17). Percebem, amados? Há uma ligação lógica e inseparável entre a mente e o corpo. O Espírito Santo fala conosco através da nossa mente. É nela que acontece o grande conflito que definirá o nosso destino eterno. Logo, um corpo saudável possui uma mente mais lúcida, tendo uma melhor conexão com Deus e uma melhor compreensão de Sua vontade. Quanto melhor for a nossa saúde, melhor faremos a obra que o Senhor nos confiou.
Diante de nossa realidade de carnes e produtos de origem animal contaminados e causadores de doenças e alergias, creio na mensagem profética para nossos dias de que o retorno à dieta edênica é a melhor escolha a se fazer. Que assim como Daniel e seus amigos, e como o próprio Jesus, o nosso alimento seja fazer a vontade de Deus. E isso também inclui buscar ter um sono de qualidade, praticar exercícios físicos regularmente, renovar o ar dos pulmões com ar puro, desfrutar da bênção da luz solar, beber água em abundância, ser temperante e, acima de tudo, confiar no poder de Deus. Cuidar da saúde é uma questão espiritual, meus irmãos. Mas, cuidado! Que a nossa decisão pessoal seja uma bênção para os outros, e não um instrumento de condenação.
“Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma” (3Jo.2).
Nosso Deus e Criador, feliz sábado! Como é maravilhoso saber que o Senhor Se importa conosco e deseja que tenhamos vida abundante, mesmo aqui nesta Terra contaminada pelo pecado! E esta vida abundante inclui não somente a saúde do nosso corpo, mas também da nossa mente e da nossa alma. Como seres integrais, podemos desfrutar de uma saúde plena Contigo. Louvado seja o Senhor por tão grande privilégio! Ajuda-nos, Pai, no desafio de cuidarmos de nossa saúde, praticando os oito remédios da natureza! E que a nossa vida glorifique tão somente a Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
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