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“Andareis após o Senhor, vosso Deus, e a Ele temereis; guardareis os Seus mandamentos, ouvireis a Sua voz, a Ele servireis e a Ele vos achegareis” (v.4).
De forma muito pontual, Moisés buscou orientar Israel a respeito dos perigos da idolatria e dos falsos mestres. Especificamente, o capítulo de hoje relata uma advertência contra os falsos profetas ou sonhadores que surgissem no meio do povo, o incitando a seguir outros deuses através de sinais e prodígios previamente revelados por eles. Tais impostores buscariam de todas as formas possíveis persuadir o maior número de pessoas a cometer “rebeldia contra o Senhor” (v.5), afastando-os assim de Deus e da verdadeira adoração.
A advertência prévia, no entanto, visava proteger Israel desta ameaça nacional, inclusive, de lidar com tal assunto de maneira branda ou negligente. O Senhor permitiria que os falsos profetas e os idólatras se levantassem no meio da nação a fim de provar a fidelidade dos filhos do Seu povo, se amavam o Senhor, seu Deus, mas não poderia tolerar que os enganadores permanecessem semeando a idolatria e a apostasia. Nem os laços de parentesco poderiam falar mais alto do que a fidelidade ao Senhor: “não concordarás com ele, nem o ouvirás; não olharás com piedade, não o pouparás, nem o esconderás” (v.8).
No Sermão Profético, Jesus também nos alertou contra esse mesmo mal: “Vede que ninguém vos engane”; “levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos”; “Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, até os eleitos”; “Vede que vo-lo tenho predito” (Mt.24:4,11,24,25). O engano é a base do governo de Satanás na Terra desde o princípio, quando proferiu a primeira mentira: “É certo que não morrereis” (Gn.3:4). Desde então, essa tem sido sua estratégia para incitar a rebelião da criatura contra o Criador. Cabe ao povo de Deus, porém, proclamar a verdade pura e simples da Palavra por preceito e exemplo, desmascarando o inimigo e seus agentes, especialmente quando infiltrados na própria igreja.
Jesus nos deixou advertências claras e reiteradas, amados! Nesse confronto entre o bem e o mal, não podemos adotar a atitude de Eva, que se aproximou do terreno inimigo, nem nos acovardar diante de nossa responsabilidade. Assim diz o Senhor: “Quando Eu disser ao perverso: ‘Certamente morrerás’, e tu não o avisares nem o advertires do seu mau caminho para salvar-lhe a vida, esse perverso morrerá na sua iniquidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei” (Ez.3:18). Não devemos subestimar as ofertas sedutoras do maligno, pois “não é de admirar que o próprio Satanás se transforme em anjo de luz” (2Co.11:14).
A sutileza do inimigo de Deus alcançará seu ápice quando se cumprir a profecia de Jesus, e nossa fé se tornar uma ameaça à ordem mundial: “Sereis entregues até por vossos pais, irmãos, parentes e amigos” (Lc.21:16). Contudo, Jesus acrescentou: “Não se perderá um só fio de cabelo da vossa cabeça. É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma” (Lc.21:18-19). Apesar das muitas apostasias atuais, se perseverarmos em buscar o Senhor de todo o coração, firmados em Sua Palavra, o Espírito Santo nos conduzirá pelo caminho da verdade e da justiça, até contemplarmos a face do nosso Salvador.
Passada a grande prova final, que o Senhor nos encontre aprovados pelos méritos do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, no qual “vivemos, e nos movemos, e existimos” (At.17:28).
Pai querido, graças Te damos por Tua Palavra, que nos orienta, nos santifica e fortalece a nossa fé! Ajuda-nos, Senhor, a não sermos enganados por pessoas que aparentam piedade, mas que não andam na verdade! Pedimos, humildemente, que o Espírito Santo abra bem os nossos olhos e os nossos ouvidos, para que tenhamos a real e necessária percepção do Teu conhecimento. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados na verdade!
Rosana Garcia Barros
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“Lá, comerás perante o Senhor, vosso Deus, e vos alegrareis em tudo o que fizerdes, vós e as vossas casas, no que vos tiver abençoado o Senhor, vosso Deus” (v.7).
As nações que habitavam em Canaã preservavam o seu sistema de culto pagão “sobre as altas montanhas, sobre os outeiros e debaixo de toda árvore frondosa” (v.2). Por meio de altares, colunas, postes-ídolos e imagens de escultura, invocavam e adoravam seus deuses com rituais abomináveis, inclusive queimando seus próprios filhos e filhas como sacrifícios (v.31). A destruição completa desses lugares de culto simbolizava a purificação de Canaã para receber o verdadeiro e único lugar de adoração ao Senhor Deus.
A fim de entrar em Canaã, o procedimento dos filhos de Israel precisava ser mudado, pois faziam “cada qual tudo o que bem [parecesse] aos seus olhos” (v.8). Como Israel, muitos almejam entrar no descanso do Senhor com suas opiniões formadas, suas concepções irredutíveis e seus corações intransponíveis. Não entregam verdadeiramente o coração à boa obra do Espírito Santo e prosseguem em viver um forjado “assim diz o Senhor”, moldado segundo a inclinação da própria carne e da sabedoria humana.
As Escrituras devem ser recebidas como a voz de Deus diretamente ao nosso coração, amados; não como uma seta que apontamos em direção àqueles que julgamos estar errados. Deus deseja primeiro abrir os nossos olhos para que, então, possamos compartilhar a Sua Palavra. Quando o profeta Elias subiu ao monte Carmelo, era apenas um o seu objetivo: deixar bem claro diante de todos que só o Senhor é Deus. Ele não apontou o dedo para os seus irmãos, mas restaurou o altar do Senhor e ergueu as mãos aos céus. Ali, ele ofereceu o agradável sacrifício de um coração submisso à vontade de Deus e obteve a resposta divina por meio do fogo.
Assim como Deus orientou em tudo a Israel, Ele nos deixou todas as orientações necessárias através dos escritos do Espírito de Profecia (Ap.12:17; 19:10) para que vivamos na Terra, nesses últimos dias, como aqueles que “manifestam estar procurando uma pátria”, os que, “agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:14 e 16). O propósito é que não incorramos na idolatria e nas práticas que corrompem o lugar que Ele elegeu como a habitação do Seu Espírito: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1Co.6:19).
Há um lugar de descanso e de banquete preparado para os que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Perseveremos em buscar ao Senhor de todo o nosso coração, edificando a nossa vida sobre a Rocha que é Cristo, e de modo algum erraremos o caminho, como está escrito: “E ali haverá bom caminho, caminho que se chamará o Caminho Santo; o imundo não passará por ele, pois será somente para o Seu povo; quem quer que por ele caminhe não errará, nem mesmo o louco” (Is.35:8).
Senhor, nosso Deus, vivemos em um tempo não muito diferente do que viveu Israel no passado, no que diz respeito à idolatria. Mas nós queremos Te adorar em espírito e em verdade, Pai. Ensina-nos a andar nos Teus caminhos para que possamos Te conhecer. Que a Tua Palavra esteja em nosso coração e busquemos, em sinceridade, ser habitação do Teu Espírito. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, santuários do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
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“Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, e todos os dias guardarás os Seus preceitos, os Seus estatutos, os Seus juízos e os Seus mandamentos” (v.1).
Já naquele tempo, cada recado dado a Israel resultava em uma mensagem aos verdadeiros adoradores até a última geração: “Guardai, pois, todos os mandamentos que hoje vos ordeno, para que sejais fortes, e entreis, e possuais a terra para onde vos dirigis” (v.8). Como peregrinos a caminho do Lar, temos uma escolha individual e diária a fazer: “Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-O” (1Rs.18:21). Disse Jesus: “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mt.6:24). “Considerai hoje” (v.2) tudo o que o Senhor nos deixou escrito como a Sua carta de amor à humanidade. Uma vida de integridade e de retidão diante de Deus não é feita apenas de experiências do passado e nem pode ser alcançada no ato do batismo, mas mediante a constante entrega de nós mesmos aos cuidados do Espírito Santo a fim de que, por Seu fruto, possamos andar nEle (Gl.5:25), ouvindo e praticando a Palavra de Cristo.
Inúmeros são os benefícios da obediência, e destrutiva a maldição da rebeldia. Ninguém que conhece a Deus e prossegue em conhecê-Lo será abandonado à sua própria sorte. Segundo a fidelidade das Escrituras, colherá as bênçãos provenientes das promessas divinas aqui e no porvir. O Senhor tem prazer em cuidar dos Seus filhinhos. Como um Pai amoroso e bom Pastor, Ele nos toma em Seus braços e nos fala aos ouvidos: “Certamente, venho sem demora!” (Ap.22:20). Essa esperança deve encher o nosso coração de confiança e inspirar-nos a seguir olhando sempre para Jesus, o Autor e Consumador de nossa fé (Hb.12:2).
Deus aguarda apenas que, como Elias dos últimos dias, a Sua igreja desperte para dar testemunho a todas as nações. E com insistente fé, como um só homem, esteja unida em oração a fim de que desça sobre nós a última chuva; que, com santa ousadia, derribemos os altares da idolatria e reedifiquemos o altar do Senhor em nosso coração e em nossa casa; que o nosso coração e alma sejam regidos pelo “assim diz o Senhor”; que nossos filhos sejam “ensinados do Senhor” (Is.54:13), tornando-se homens e mulheres de fé inabalável. Mas isso só acontecerá mediante o poder e a eficácia do Espírito Santo.
“Eis que, hoje”, o Senhor coloca diante de nós “a bênção e a maldição” (v.26). De que lado estaremos nos momentos finais deste grande conflito? Apegue-se ao Senhor, vosso Deus, “amando o Senhor, vosso Deus” (v.22) em todo o tempo! “Guardai, pois, todos os mandamentos […] para que sejais fortes, e entreis, e possuais a terra para onde vos dirigis” (v.8). Não esmoreçamos agora que falta tão pouco tempo para recebermos o maior e melhor abraço de nossa vida! Clamemos pelo Espírito Santo, amados!
Por favor, abra bem os seus ouvidos para o apelo da Palavra do Senhor: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37).
Pai Celestial, nós clamamos pelo batismo do Espírito Santo! Se há algo em nós que esteja nos impedindo de recebê-lo, por favor, Pai, retira de nós! Lava as nossas vestes no sangue do Cordeiro e purifica-nos dos nossos pecados! Queremos ir para a Casa do Senhor e receber o Teu abraço! Ó, Pai, por Tuas muitas misericórdias é que Te pedimos estas bênçãos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, perseverantes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
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“Circuncidai, pois, o vosso coração e não mais endureçais a vossa cerviz” (v.16).
Segundo tudo quanto o Senhor havia escrito na “primeira escritura”, assim Ele escreveu nas segundas tábuas “os dez mandamentos” (v.4). Tendo lugar de honra dentro da arca da aliança no lugar Santíssimo, a Lei de Deus poderia até ser quebrada pelo homem, mas jamais perderia sua vigência. Jesus mesmo afirmou: “até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:18). A Lei proclamada no Sinai é a mesma que permanece “no céu, [no] santuário do tabernáculo do Testemunho” (Ap.15:5), na “arca da Aliança no Seu santuário” (Ap.11:19).
“Agora, pois, ó Israel [de Deus dos últimos dias], que é que o Senhor requer de ti, [hoje]? Não é que temas ao Senhor, teu Deus”? (v.12) “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap.14:7). Não é que “andes em todos os seus caminhos, e O ames, e sirvas ao Senhor, teu Deus”? (v.12) “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15). Não é que guardes “os mandamentos do Senhor […] para o teu bem?” (v.13). “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).
Quando permitimos que o Espírito Santo retire do nosso coração a cobertura que nos impede de ouvir com clareza a voz de Deus e de conhecê-Lo como de fato Ele é, compreendemos que Sua Lei nada mais é do que a transcrição do caráter de Cristo, que não fez acepção de pessoas, que não aceitou suborno (v.17), que fez “justiça ao órfão e à viúva”, que amou o estrangeiro e o cobriu e o alimentou (v.18) e que ainda afirmou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10). É Jesus em nós, através de Seu Espírito, que nos capacita a praticar as obras que Ele praticou.
A circuncisão da carne era uma atitude externa, mas a circuncisão do coração simboliza a verdadeira obra de transformação que o Espírito Santo deseja realizar em nossa vida. Portanto, amados, antes de qualquer reforma, deve haver o reavivamento. Se permitirmos que o Espírito Santo realize esta boa obra em nós, ela será completada até ao Grande Dia do Senhor. Pois “a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18).
Que o Senhor nos conduza “como as estrelas dos céus em multidão” (v.22) rumo ao Lar eterno. Pois, “Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn.12:3).
Nosso Pai amado, com Teu Espírito conduziste o Teu servo Moisés a indicar ao povo o caminho da obediência. E assim tem sido em cada geração do Teu povo. Tens levantado servos fiéis que têm erguido a Tua Palavra como fonte da vida. Senhor, só Tu tens a sabedoria de que necessitamos para vivermos nesses últimos dias como luzeiros a conduzir muitos a Cristo. Em nossa fraqueza, faz-nos fortes, Senhor! Circuncida o nosso coração para Ti! Por favor, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, circuncidados de coração!
Rosana Garcia Barros
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“Sabe, pois, que não é por causa da tua justiça que o Senhor, teu Deus, te dá esta boa terra para possuí-la, pois tu és povo de dura cerviz” (v.6).
Prestes a se deparar com “cidades grandes e amuralhadas até aos céus” (v.1) e a enfrentar um “povo grande e alto” (v.2), os filhos de Israel precisavam confiar que no tempo em que atravessassem o Jordão, o Senhor passaria adiante deles para destruir e subjugar aquelas nações. Contudo, sua confiança deveria ser fruto de fé, e não de presunção. Pela fidelidade da aliança feita a “Abraão, Isaque e Jacó” (v.5) e pela maldade das ímpias nações, era que Israel entraria na “terra para a possuir” (v.4).
Aqueles que foram testemunhas oculares dos maiores prodígios já registrados na história deste mundo, foram os que mais provocaram a ira de Deus. Não é interessante, amados? A arrogância e o orgulho agem como entorpecentes que paralisam pouco a pouco a vida espiritual. Um coração cativo pelo orgulho corre o sério risco de fechar de vez qualquer acesso à voz de Deus, e incorrer no pecado contra o Espírito Santo. A advertência de Moisés era para que Israel não chegasse justamente ao patamar dos líderes judeus que instigariam os romanos a crucificar o próprio Cristo.
O sentimento de justiça própria deve ser rejeitado tanto quanto o pecado mais hediondo. O Senhor não prometeu a vida eterna aos que se julgam merecedores ou mais santos, e sim aos “humildes de coração” (Mt.5:3). Ou seja, aos que reconhecem que nunca conseguiriam ser salvos não fossem os méritos de Cristo Jesus. Será a justiça de Cristo vista sobre nós que nos livrará “do corpo desta morte” (Rm.7:24). Somente com as vestes de Sua imaculada justiça não será exposta nossa nudez: “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). “Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (Ap.16:15).
O Testemunho que o Senhor gravou em “duas tábuas de pedra, escritas com o dedo de Deus” (v.10), logo foi quebrado pela idolatria de um povo de coração obstinado. Infelizmente, não tem sido diferente hoje. A rebelião continua, e a menos que nos apresentemos diante do Senhor com a mesma disposição de Moisés, teremos de enfrentar a ira e o furor de um Deus santo que ama o pecador, mas que abomina o pecado. Moisés não só foi o maior líder de Israel, mas também o maior intercessor. Sua vida de oração era um constante favor em benefício de uma casa rebelde. Suas orações transbordavam o amor que devotava a Israel, ainda que sob a mira do ódio homicida daqueles pelos quais intercedia.
Moisés foi um tipo que apontava para o Antítipo. Hoje, Jesus ministra no Santíssimo do santuário celeste, intercedendo ao Pai em nosso favor. E nós, como Seus embaixadores na Terra, precisamos fazer mais uso deste instrumento capaz de mover o coração de Deus: a oração. A oração sincera nos protege da justiça própria e nos leva ao constante reconhecimento de nossa total dependência do cuidado divino. Ela nos eleva a Deus e nos liga a Ele em uma amizade que cresce mais e mais à medida em que a praticamos. Em tempos de grande crise, oremos uns pelos outros através das palavras do compassivo líder:
“Ó, Senhor Deus! Não destruas o Teu povo e a Tua herança, que resgataste com a Tua grandeza […] não atentes para a dureza deste povo, nem para a sua maldade, nem para o seu pecado […] Todavia, são eles o Teu povo e a Tua herança, que tiraste com a Tua grande força e com o braço estendido” (v.26-29). Jesus nos “chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Por meio dEle fomos resgatados da escravidão do pecado. Que Teu Espírito, Pai, nos conduza todos os dias a uma vida de oração uns pelos outros, e de clamor pela misericórdia do Senhor na vida daqueles que ainda precisam Te conhecer. Fazemos esta oração confiando nos méritos de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo de oração!
Rosana Garcia Barros
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“Ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conhecias, nem teus pais o conheciam, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor viverá o homem” (v.3).
Há um cuidado muito especial de Deus para que Seus filhos se mantenham incontaminados do mundo. A vida, a prosperidade e o cumprimento da promessa dada inicialmente a Abraão dependia, em certa medida, da fidelidade de sua descendência para com a aliança do Senhor. A jornada no deserto foi trazida à memória como um período de prova e preparação antes da entrada em Canaã. O povo de Deus estava prestes a cruzar as fronteiras de um território extremamente pagão, e a menos que vivesse “de tudo o que procede da boca do Senhor” (v.3); a menos que aceitasse a disciplina divina como um instrumento do amor de Deus, e Sua lei como uma boa e santa proteção, estaria completamente vulnerável às perigosas influências de nações que não conheciam e nem temiam ao Senhor.
Quando nossa mente é dirigida a pensar e meditar nas bênçãos de Deus, sejam livramentos, milagres ou até mesmo nos benefícios diários de nossas necessidades mais básicas, como alimento, roupa e habitação, isso nos liga a Deus com o elo da gratidão e promove em nosso coração o amor altruísta. Esse exercício diário, se realizado, nos livra da soberba e do egoísmo, e do perigo da exaltação própria: “A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas” (v.17). A história de Israel nos foi deixada como uma apostila de Deus a fim de nos exortar a não cairmos nas mesmas ciladas. Por isso que “estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6), e muitas das promessas do Senhor são condicionais, ou seja, dependem da nossa resposta a elas.
Quando compramos algum kit de produtos, por exemplo, ele geralmente acompanha a seguinte mensagem em cada item: “Este produto não pode ser vendido separadamente”. Percebam que a promessa do Senhor a Israel estava intimamente ligada à obediência. O deserto foi a prova pela qual Deus avaliaria os que poderiam entrar na terra prometida. As dificuldades da peregrinação tinham um fim bem definido: “para te humilhar, e para te provar, e, afinal, te fazer bem” (v.16). Deus nunca permite uma provação que não seja para redundar em bem. Nem tampouco nos pede nada que não seja para nossa felicidade. Nossa natureza caída, porém, em muitos momentos, nos faz questionar os desígnios de Deus. No “terrível deserto” deste mundo “de serpentes abrasadoras, de escorpiões e de secura” (v.15), nossos olhos, por vezes, ficam escamados pelo desânimo e pela incredulidade, e esquecemos de todos os “oásis” que já desfrutamos pela bondade e misericórdia do Senhor.
O apelo feito a Israel deve nos alcançar hoje qual trombeta que anuncia a última batalha: “Guarda-te não te esqueças do Senhor, teu Deus, não cumprindo os Seus mandamentos, os Seus juízos e os Seus estatutos, que hoje te ordeno” (v.11). Deus prometeu cuidar de Israel, e assim o fez. Ele prometeu executar juízo sobre os desobedientes, e assim o fez. Ele prometeu que nos enviaria o Salvador, e assim o fez. Jesus prometeu que virá segunda vez, e assim o fará. Não temos um Deus que Se deteve no Céu, mas que foi “homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is.53:3). Jesus também passou pelo deserto. E, ao contrário de Israel, que foi sustentado pelo maná, Cristo padeceu fome, mas, em Sua terrível prova, Se apegou com confiança ao alimento da alma, proclamando com autoridade e poder o que está escrito: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4).
Amados, no fim da jornada no deserto, Israel teve de se deparar com a realidade da guerra. Para que pudessem habitar em Canaã sob a bênção divina, os filhos de Israel precisavam se livrar de todos e de tudo o que ameaçasse seu relacionamento e comunhão com Deus. E quanto mais nos aproximamos do fim do grande conflito, mais necessitamos nos abster de tudo aquilo que nos afasta da vontade do Senhor. Portanto, “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo […]; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo […]; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1Jo.2:15-17).
Precisamos nos revestir de toda a armadura de Deus a fim de enfrentarmos a hora mais escura deste mundo como Jacó lutou com Deus e prevaleceu (Leia Gn.32:22-32). A prova e a humilhação a que o patriarca se submeteu foi o que o habilitou a sair vitorioso com um nome novo e honroso. “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois coparticipantes dos sofrimentos de Cristo, para que também na revelação de Sua glória, vos alegreis exultando” (1Pe.4:12-13). Ao olharmos para trás, para tudo o que Deus tem feito para o nosso bem, lembremo-nos, acima de tudo, do maior bem que Ele já nos fez: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).
Ó, nosso Pai, amado, hoje queremos abrir nosso coração diante de Ti e nos humilhar diante da Tua presença, pois só o Senhor pode entender nossas lutas e só o Senhor tem o poder para nos fazer vencedores em Cristo Jesus! Nós Te agradecemos por nos ouvir e por nos falar por meio da sabedoria da Tua Palavra! Nós Te agradecemos por todo o bem que nos tem feito e por tudo que ainda farás! Ajuda-nos a perseverarmos em olhar para o alto mesmo no deserto desta vida, crendo que a nossa redenção se aproxima! Em nome de Cristo Jesus, Te agradecemos e Te louvamos por Tua bondade, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos gratos do Pai Celestial!
Rosana Garcia Barros
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“Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que Lhe fosse o Seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra” (v.6).
Cientes de que estavam para entrar em terra de gigantes e de povos mais numerosos do que eles, os filhos de Israel deveriam sustentar fé consistente no Senhor, seu Deus, que os livrou das cadeias do Egito. Aquelas “sete nações” (v.1) em Canaã, que haviam rejeitado anos de misericórdia, deveriam ser totalmente destruídas, e ignorada qualquer aliança que tentassem fazer com Israel. Casamentos mistos também foram proibidos a fim de preservar o povo da idolatria e dos costumes pagãos. A ordem do Senhor dada aos pais quanto à instrução dos filhos era (e continua sendo) o segredo de preservar a fidelidade de Seu povo, em uma obra sagrada e perseverante: “assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt.6:7).
Israel não foi eleito por predileção ou por ser um povo destacado entre os demais, mas, sendo “o menor de todos os povos” (v.7), o Senhor Deus o amou e cumpriria com fidelidade o juramento feito aos seus pais, Abraão, Isaque e Jacó. A fidelidade da aliança e da misericórdia do Senhor é mantida às gerações “que O amam e cumprem os Seus mandamentos” (v.9), bem como Seu juízo, aplicado “aos que O odeiam, fazendo-os perecer” (v.10). Israel não deveria temer seus inimigos, mas confiar no poder de Deus para detê-los em suas obras perversas. Se eles guardassem os mandamentos do Senhor, Deus os guardaria e os livraria de seus inimigos, assim como os havia resgatado “da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito” (v.8).
As bênçãos decorrentes da obediência fazem do fiel povo de Deus “bendito […] mais do que todos os povos” (v.14). Há, porém, um abismo de diferença entre ser obediente à letra da lei e ser obediente ao Senhor da lei. Na conquista de Jericó, por exemplo, toda a cidade foi destruída, menos uma mulher e sua família, Raabe. A orientação do Senhor era clara: “totalmente as destruirás” (v.2). Porém, um notável testemunho foi dado por aquela mulher que, por sua fidelidade, teve sua vida e de sua família poupadas e entrou para a privilegiada galeria das mulheres que fizeram parte da genealogia de Jesus Cristo (Mt.1:5) e dos heróis da fé (Hb.11:31).
Precisamos compreender a Palavra de Deus à luz de Seu caráter justo e misericordioso, amados. Ainda que nos deparemos com muitos inimigos pelo caminho, precisamos confiar que o Senhor, nosso Deus, está no meio de nós, “Deus grande e temível” (v.21), e que, “pouco a pouco” (v.22), cada inimigo será derrotado no tempo determinado, caso não aceitem a misericordiosa bondade de Deus que conduz ao arrependimento (Rm.2:4). Até lá, cumpre-nos buscar viver em integridade diante de Deus, pedindo pelo Espírito Santo a fim de que possamos obedecer ao urgente apelo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).
Há um último povo sendo separado pelo Senhor. Não mais uma nação apenas, mas um remanescente de “cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Uma igreja que, tendo “tudo em comum” (At.2:44), caminha sobre as mesmas pegadas deixadas pelo Salvador. Que a minha e a sua família façam parte deste exército militante. E ainda que, até lá, inimigos se levantem, confiemos na promessa divina:
“Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus. A vingança vem, a retribuição de Deus; Ele vem e vos salvará” (Is.35:4). Aleluia! Amém!
Querido Pai do Céu, muito obrigado porque a Tua longanimidade nos alcançou e tivemos o privilégio de Te conhecer! Mas sabemos que o tempo de graça está se esgotando e Jesus em breve voltará. Concede-nos, ó Deus, Teu Santo e Bom Espírito, para que nos alegremos em Tua presença, em fazer a Tua vontade e para que abandonemos tudo aquilo que não Te agrada! Em nome do nosso Salvador, nós Te pedimos e Te agradecemos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo santo do Senhor!
Rosana Garcia Barros
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“Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor” (v.4).
Neste capítulo está contido o Shemá que, em hebraico, significa “ouve”. Este trecho das Escrituras revelava a necessidade em que Israel desse ouvidos aos mandamentos, estatutos e juízos do Senhor, tendo como esteio legal o amor: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (v.5). Os três aspectos (mental, espiritual e físico) deveriam estar em plena ligação com Deus. Não se tratava de uma subserviência cativa, mas de uma adoração voluntária; a ordem de Deus obedecida por amor.
Esta obediência, porém, deveria ultrapassar os limites individuais do coração dos pais e servir de escola na vida dos filhos. A gentil e paciente educação deveria ser a tônica de cada lar israelita. Competia aos pais ensinar seus filhos, através da rotina diária, que Deus é o único Senhor. O sinal na mão e “por frontal entre os olhos” (v.8) aponta para o caráter não somente teórico, mas prático da Palavra de Deus. Cada pai e cada mãe que compreenda sua responsabilidade doméstica, deve buscar no Senhor uma vida de santidade, tendo como objetivo principal o aperfeiçoamento do caráter, seu e de seus filhos.
Uma vida de obediência gera três coisas muito importantes:
1. Temor a Deus: “para que temas ao Senhor” (v.2) – Eis a primeira voz angélica para nossos dias: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap.14:7). Temer a Deus não significa ter medo de Deus, e sim o respeito em reconhecimento por quem Ele é, como continua dizendo o primeiro anjo: “[…] e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”. Eu preciso deixar bem claro diante do Universo que eu e minha casa servimos, adoramos e tememos ao Criador;
2. Recompensas aqui e no porvir: “casas cheias de tudo o que é bom […] poços abertos […] vinhais e olivais” (v.11); “para que bem te suceda, e entres, e possuas a boa terra” (v.18); “para o nosso perpétuo bem” (v.24). O Senhor não nos prometeu apenas bênçãos neste mundo. Afinal, antes de chegar a Canaã, Israel teve de atravessar o deserto. Contudo, há bênçãos prometidas para todo aquele que busca fazer “o que é reto e bom aos olhos do Senhor” (v.18). Mas ainda que as adversidades atinjam o lar dos filhos de Deus, as recompensas eternas sobrepujam todo e qualquer sofrimento transitório. Além do mais, a prosperidade aqui também pode ser uma ameaça, por isso, “guarda-te, para que não esqueças o Senhor” (v.12);
3. A justiça de Deus: “Será por nós justiça, quando tivermos cuidado de cumprir todos estes mandamentos perante o Senhor, nosso Deus, como nos tem ordenado” (v.25). A justificação pela fé é atribuída a todo aquele que crê em Jesus como Senhor e Salvador de sua vida. Isto é fato. Entretanto, este “crê” muitas vezes é entendido de forma equivocada, como se não dependesse de nenhuma resposta de nossa parte. A fé requer de nós mudança de rota, renúncia e, por vezes, o risco de morte. Lembremos de Abraão que saiu da casa de seu pai para ir a uma terra desconhecida, e que estava disposto a sacrificar o próprio filho para obedecer ao mandado do Senhor. Ou de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que entregaram seus corpos para serem queimados, mesmo não tendo conhecimento do livramento divino.
A verdadeira obediência, amados, é acompanhada do amor, e, somente pela “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), podemos experimentar a graça de um coração e de um lar regido pelo Espírito Santo. Quando nossos filhos questionarem nossa fé, seja esta nossa resposta, por preceito e por exemplo: “O Senhor nos ordenou cumpríssemos todos estes estatutos e temêssemos o Senhor, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como tem feito até hoje” (v.24).
Senhor, o Shemá representa a verdadeira adoração que o Senhor espera de Seus filhos. Não queremos simplesmente conhecê-Lo na teoria, mas viver essas palavras mediante a ação do Espírito Santo em nós. Ó, Pai, que estas Tuas palavras estejam em nosso coração como um agente transformador e, assim, sejamos aptos para ensiná-las a nossos filhos. Que a justiça de Cristo esteja sobre nós. Por Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias vitoriosas em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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“Cuidareis em fazerdes como vos mandou o Senhor, vosso Deus; não vos desviareis, nem para a direita, nem para a esquerda” (v.32).
O segundo discurso de Moisés foi inaugurado com a repetição dos dez mandamentos. Perante “todo o Israel” (v.1), ele proferiu a transcrição do caráter divino que o próprio Deus escreveu “em duas tábuas de pedra” (v.22). A importância de transmitir as palavras de Deus e de inculcá-las na mente do povo envolvia a preservação daquela geração e das demais, que deveriam conservar não um mero sistema religioso, mas um só coração guiado pelo Espírito Santo.
Relembrando o que estudamos em Êxodo 20, nos mandamentos do Senhor encontramos os dois pilares da fé cristã: o amor a Deus e o amor ao próximo. Os quatro primeiros mandamentos apontam ao Senhor Deus, como o único Deus verdadeiro e digno de toda a adoração; é o compêndio de nosso relacionamento com Ele. Semelhantemente, os seis últimos revelam como devemos amar nosso semelhante, que é o resultado de nossa união com Cristo. E na junção de todos eles encontramos a perfeita harmonia da lei áurea, que aponta para nossa falibilidade em cumpri-la e o plano infalível de Deus através da justiça de Cristo sobre nós.
Mesmo que nossa obediência não seja a causa da salvação, e sim o resultado, ela nos ajuda a dar passos decisivos na direção de Deus, unindo-nos a Ele em Seu inquebrantável elo do amor. A gloriosa manifestação do Senhor no Sinai foi uma cena maravilhosa demais para Israel. A voz do Senhor “do meio do fogo” (v.24), o terremoto, os trovões, encheram os filhos de Israel de grande temor; de modo que rogaram a Moisés que ele fosse o porta-voz entre Deus e eles. A comunhão de Moisés com o Senhor e sua obediência em fazer tudo quanto Ele ordenou, lhe conferiu o privilégio de comungar com Ele face a face.
“[Todos] os que, hoje, aqui estamos vivos” (v.3) devemos ouvir, aprender e cuidar em cumprir a lei de Deus como uma manifestação do Seu amor derramado em nosso coração por intermédio do Espírito Santo. A respeito dos nossos pecados, Jesus nos diz:
“Somente Meu sangue pode apagá-lo. Se você quiser daqui para diante escolher o caminho da humilde obediência e confiar somente nos méritos do Meu sangue para cobrir suas transgressões passadas, ‘Eu […] sou o que apaga as tuas transgressões […] e dos teus pecados Me não lembro.’ (Is.43:25). Mas se você escolher o caminho dos transgressores, deve ceifar a recompensa do transgressor. ‘O salário do pecado é a morte.’ (Rm.6:23)” (Testemunhos Seletos, v.1, CPB, p.543).
Amados, que tempos solenes estamos vivendo! É momento de entrega total do coração e de clamor diário pelo batismo do Espírito Santo, para que nossa vida revele a vontade de Deus e um caráter semelhante ao do nosso Redentor. “Tornai-vos, pois, praticantes da Palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg.1:22).
Nosso Pai do Céu, a segunda entrega das tábuas da lei a Israel representa a segunda chance que o Senhor nos dá por meio da salvação em Cristo Jesus. Que nossa obediência a Ti seja tão somente o agir do Espírito Santo em nossa vida. Apaga nossas transgressões e nos purifica com o precioso sangue do Cordeiro! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, filhos obedientes do Pai!
Rosana Garcia Barros
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“Por isso, hoje, saberás e refletirás no teu coração que só o Senhor é Deus em cima no céu e embaixo na terra; nenhum outro há” (v.39).
Imagine uma nação inteira parando para ouvir as últimas palavras de seu líder. Crianças, jovens e idosos, todos estavam reunidos e bem atentos às últimas instruções de Moisés. Certamente, foram momentos solenes, mas também cheios de comoção e de necessária reflexão. Que empatia havia em cada palavra proferida! Não consigo pensar no final deste primeiro discurso como um ditado comum, mas como uma emocionante tentativa de Moisés de reencontrar seus amados irmãos no Grande Dia do Senhor; de fortalecê-los na certeza de que Deus os amava com amor eterno e que os conduziria geração após geração.
A sequência de verbos utilizada por Moisés nos indica as coordenadas de Deus para a salvação: ouvir, cumprir, viver, entrar e possuir (v.1). Eis as perfeitas pegadas deixadas por Jesus Cristo, nosso Senhor! Não se trata de uma obediência cega ou forçada, amados, nem tampouco de salvação por obras, mas do resultado inevitável de quem deseja dar ouvidos à Palavra do Senhor, de quem O conhece e O ama. Cumprir ou obedecer as Escrituras resulta em vida, e vida em abundância; e ainda promove a propagação do evangelho “perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (v.6). Ou seja, a obediência é resultado de uma vida consagrada a Deus, que, consequentemente, reflete ao mundo o caráter de Jesus.
Em regra, obediência gera obediência. Por isso que nosso primeiro dever consiste em guardar a nós mesmos de não esquecermos a vontade de Deus (v.9) e para que nosso primeiro alvo missionário seja a nossa casa, como disse o Senhor: “Reúne este povo, e os farei ouvir as Minhas palavras, a fim de que aprenda a temer-Me todos os dias que na terra viver e as ensinará a seus filhos” (v.10). Sobre isto, Paulo advertiu: “pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?” (1Tm.3:5). E continuou dizendo: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm.5:8).
Há grande perigo em negligenciar as prescrições do Senhor. A comunhão dos pais para com Deus deve refletir sobre os filhos as bênçãos de andar com Ele. O propósito do Senhor em nos dar Suas leis é o de conduzir Seu povo em famílias para o reino dos céus. A lei de Deus revela nossas iniquidades e nossa necessidade de um Salvador que, “foi obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). “Guardai, pois, cuidadosamente, a vossa alma” (v.15), a fim de que os ídolos modernos não ocupem o lugar de Cristo em seu coração e em sua casa. O Senhor foi muito claro em Sua Palavra, meus irmãos: Não adore e não se curve diante de imagem alguma! Pois “não veem, nem ouvem, nem comem, nem cheiram” (v.28). Porque só “o Senhor é Deus; nenhum outro há, senão Ele” (v.35).
“Por isso, hoje” (v.39), “não vos esqueçais da aliança do Senhor, vosso Deus” (v.23), “para que te vá bem a ti e a teus filhos depois de ti e para que prolongues os dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá para todo o sempre” (v.40).
Ó, Paizinho Querido, que privilégio imerecido o nosso de sermos Teus representantes na Terra! A Tua Palavra diz que nós somos chamados para ser Teus discípulos, Tuas testemunhas, Teus embaixadores, Teu sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus, para que possamos proclamar as boas-novas do evangelho a toda língua, tribo, povo e nação. Mas jamais conseguiríamos cumprir e terminar essa missão sem o poder do Espírito Santo. Por isso, nosso Deus, único e soberano Senhor, nós suplicamos pelo batismo do Espírito Santo em nossa vida e em nosso lar. E o fazemos, em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, famílias que o Senhor amou e escolheu para salvar!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100