Reavivados por Sua Palavra


Salmo 73 – Comentado por Rosana Barros
18 de julho de 2023, 0:45
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“Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (v.26).

O Livro III de Salmos inicia com o dilema vivido por Asafe. Confessando sua fraqueza, o salmista descreveu a prosperidade dos ímpios em contraste com a sua vida de aflição: “Eis que são estes os ímpios; e, sempre tranquilos, aumentam suas riquezas […] Pois eu de contínuo sou afligido e cada manhã, castigado” (v.12 e 14). Invejando “os arrogantes” (v.3), Asafe quase caiu na armadilha do inimigo das almas, ao contemplar a sua tentadora oferta: “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mt.4:9).

Quando Cristo foi tentado no deserto, o diabo apresentou as principais tentações sob as quais grande parte dos pecados estão inseridos: o apetite (Mt.4:3), a presunção (Mt.4:5) e a cobiça e falsa adoração (Mt.4:9). Ao vencer estas tentações, Cristo assinou a nossa carta de alforria da escravidão do pecado. Como Asafe olhou para o “santuário de Deus” (v.17) e viu o destino de quem aceita as ofertas de Satanás, é olhando para o alto que o homem passa de “embrutecido e ignorante” (v.22) para aquele que é sábio e cheio do conhecimento de Deus.

Quando nossos olhos contemplam as verdades do Senhor em Sua Palavra através das lentes do Espírito Santo, passamos a vislumbrar, pela fé, as preciosas promessas divinas e o nosso coração é fortalecido na bendita esperança que nenhuma oferta deste mundo pode superar. Ao permitir que Deus tome as rédeas de nosso enganoso coração, descobrimos a incomparável alegria de pertencer-Lhe. E a vitória de Jesus no deserto representa a nossa vitória. Do santuário celeste, sai o poder do Espírito que nos habilita a recusar as ofertas do maligno e nos regozijarmos no que ainda não recebemos, mas, pela fé, aguardamos.

Ainda que o ímpio prospere na Terra. Ainda que as nossas aflições sejam muitas. Ainda que as injustiças se agravem. “Quanto a mim, bom é estar junto a Deus; no Senhor Deus ponho o meu refúgio, para proclamar todos os Seus feitos” (v.28). Louvado seja o meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, que me “chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9)! E quanto a você, meu irmão e minha irmã? Já tomou a sua decisão? Atendei, agora, ao convite da graça que ainda por um pouco nos está disponível: “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da Terra; porque Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22).

Deus bendito e glorioso que habita nas alturas dos céus, nós Te agradecemos pelo dom maravilhoso da graça do nosso Redentor, que no mais santo lugar intercede por nós e tem tomado todas as providências para nos salvar dos nossos pecados. Diante do cenário profético a se desenrolar diante de nossos olhos, aguardamos com grande expectativa o Dia de nossa redenção. Até lá, Pai, fortalece a nossa fé, santifica-nos em Tua Palavra e faz-nos Teus atalaias, apressando o Teu glorioso Dia. Pois Tu és a fortaleza do nosso coração e a nossa herança para sempre. Vigiemos e oremos!

Bom dia, satisfeitos em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Salmos73 #RPSP

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Salmo 72 – Comentado por Rosana Barros
17 de julho de 2023, 0:45
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“Subsista para sempre o seu nome e prospere enquanto resplandecer o sol; nele sejam abençoados todos os homens, e as nações lhe chamem bem-aventurado” (v.17).

Este Salmo, de autoria atribuída a Salomão, descreve a bênção divina sobre o rei justo. O governo íntegro e caridoso, onde todos são julgados e atendidos com justiça, é revelado como um lugar de paz e prosperidade. E os aflitos e necessitados, como os mais beneficiados. É um reino conhecido de todas as nações e que exerce influência e domínio “até aos confins da Terra” (v.8). Seu rei é digno do respeito de “todos os reis” (v.11) e todas as nações o servem e lhe dão presentes voluntários. Certamente, semelhante rei e governo seria o sonho de consumo de qualquer nação.

Quando o rei de Babilônia, Nabucodonosor, teve o famoso sonho da estátua de metais, e o profeta Daniel, divinamente instruído, lhe deu a revelação do sonho, a sua significação apontava para os grandes reinos da Terra, desde Babilônia até Roma pagã e a Europa moderna, cujo metal, representado pelo ferro, estava misturado com o barro. A queda de cada reino e ascensão do próximo provou a veracidade da profecia e tem apontado para os momentos finais dos reinos da Terra com a chegada da “pedra […] cortada sem auxílio de mãos” (Dn.2:34), que representa “um reino que não será jamais destruído […] mas ele mesmo subsistirá para sempre” (Dn.2:44).

O Rei deste reino eterno esteve entre nós, acudindo “ao necessitado” que clamava “e também ao aflito e ao desvalido” (v.12). Ele teve “piedade do fraco e do necessitado” e salvou “a alma aos indigentes” (v.13) e desprezados da Terra. Cada alma era preciosa aos Seus olhos, de maneira que ninguém que fosse ao Seu encontro era lançado fora. Em Sua companhia havia “abundância de cereais” (v.16) e suprimento espiritual para redimir a “alma da opressão e da violência” (v.14). O Rei da Glória deixou escrito com sangue o Seu infinito amor pela humanidade e breve voltará para levar o povo do Seu reino.

Enquanto finda os preparativos para receber os que nEle creram (Jo.14:1-3), Jesus continua Sua obra intercessora que se apressa para o fim, “a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). Seu coração divino-humano pulsa no ritmo dos alegres cânticos dos anjos, que enchem o Céu na expectativa de reunir os escolhidos de Deus, “dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:31). Independente dos reinos injustos e corruptos desta Terra, devemos viver como aqueles que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hb.11:16).

Aguardemos, com paciência e perseverança, a nossa tão sonhada redenção. Examinemos diligentemente as Escrituras, amados, principalmente os livros de Daniel e Apocalipse. Olhemos para Jesus, o nosso Rei justo e fiel, que em breve voltará para nos levar ao Seu reino eterno. Assim Ele prometeu e assim será. “Bendito para sempre o Seu glorioso nome, [Senhor], e da Sua glória se encha toda a Terra. Amém e Amém!” (v.19). Vigiemos e oremos!

Bom dia, cidadãos do reino de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Salmos72 #RPSP

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Salmo 71 – Comentado por Rosana Barros
16 de julho de 2023, 0:45
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“Não me rejeites na minha velhice; quando me faltarem as forças, não me desampares” (v.9).

A vida do homem é composta por três fases: a infância, a fase adulta e a velhice. Em cada uma delas passamos por experiências diferentes, mas a última sempre corresponde a como vivemos nas primeiras duas fases. O nosso estilo de vida hoje é o que vai definir a nossa velhice amanhã. O idoso salmista atingiu o ápice da vida com esperança, usando sua experiência e sabedoria para instruir os mais jovens. Sua oração corresponde ao resultado de uma vida que, desde a mocidade (v.5), confiou em Deus.

É certo que os reveses da idade avançada o estavam afligindo, a ponto de clamar: “Não me rejeites na minha velhice” (v.9). Temores pessoais e inimigos declarados o angustiavam, mas a sua confiança permanecia em Deus, a sua “rocha habitável” (v.3). Talvez você já esteja experimentando esta fase da vida. Alguns com mais tranquilidade, outros com muitas dificuldades. Talvez as outras fases tenham lhe causado feridas difíceis de cicatrizar ou consequências que, hoje, são difíceis de suportar. Mas uma coisa é certa, e o salmista a escolheu: a sua experiência pode ser um instrumento de ensino “à presente geração”, e um legado “às vindouras” (v.18).

Não tive muito contato com meus avós. Quando nasci, meu avô materno já havia morrido e meus outros avós moravam distante. Mas quando o meu avô paterno adoeceu, ele passou um tempo em minha casa. Ele era um homem de pouca instrução e com modos um tanto rudes, mas foi na velhice que ele teve contato com o evangelho e se converteu. Com seu jeito peculiar e sinceridade cômica, vô Dudé, como era chamado carinhosamente pelos netos, levou muita alegria à nossa casa.

Nesse tempo de tantas enfermidades, em que a vida de muitos idosos tem sido ceifada, lembremos de seus sábios conselhos e oremos pelo bem-estar daqueles que ainda estão em nosso meio. Mesmo que na velhice lhe falte “as forças” (v.9), ou inimigos lhe assediem, como foi com o salmista, que o seu coração esteja firme em Deus: “Quanto a mim, esperarei sempre e Te louvarei mais e mais” (v.14). E mesmo em face da morte, repousarás na segurança de que “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá [lhe separar] do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39). Porque Ele vive, nós também viveremos (Jo.14:19).

Querido Pai, queremos andar Contigo todos os dias da nossa vida. Ajuda-nos em nossa caminhada para que anunciemos as Tuas maravilhas! Pois Tu és a nossa esperança, Senhor Deus, a nossa confiança desde a nossa mocidade. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, testemunhas do cuidado de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Salmos71 #RPSP

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Salmo 70 – Comentado por Rosana Barros
15 de julho de 2023, 0:45
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“Eu sou pobre e necessitado; ó Deus, apressa-Te em valer-me, pois Tu és o meu amparo e o meu libertador. Senhor, não Te detenhas!” (v.5).

Em suplicante prece, Davi expressou, em poucas palavras, a sua urgência em ser socorrido. Isso exemplifica bem o que acontece quando alguém está em situação de emergência. A depender da situação, as palavras devem ser poucas e irem direto ao ponto. Às vezes, elas são abafadas pelo grito ou pelo choro, o que também não deixa de ser um pedido de socorro ouvido pelo Céu. Em nossa condição vulnerável diante do acusador, que nos “acusa de dia e de noite” (Ap.12:10), somos pobres e necessitados do cuidado de Deus. E precisamos, constantemente, de Seu auxílio e proteção.

A atual conjuntura do mundo tem revelado isso, e a intensidade do clamor do salmista deve ser a nossa, diante dos colapsos que têm despertado a curiosidade até mesmo de professos ateus pelas profecias bíblicas. Aos que buscam a Deus e amam a Sua salvação é tempo de se alegrar e de declarar com a vida: “Deus seja magnificado!” (v.4). Como Paulo, aprender a viver o dualismo cristão: “entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:10). Porque é impossível não se entristecer com os estragos do pecado, mas também é impossível não se alegrar em saber que o nosso Senhor e Salvador está às portas.

Estamos vivendo em dias de misericórdia, prorrogados pela longanimidade de Deus (2Pe.3:9). Com ódio homicida, Satanás tem lançado seus dardos inflamados e ninguém escaparia não fosse pela armadura confeccionada na cruz e disponível a todo aquele que crê. Jesus está revestindo com Sua armadura os Seus servos que com lágrimas e agonia de espírito têm clamado por Sua ajuda. Como na cruz Jesus disse em forte brado: “Está consumado!” (Jo.19:30), Ele está prestes a erguer o brado que encerrará a história do pecado: “Feito está!” (Ap.16:17).

De que lado nos encontramos, hoje, neste grande conflito, amados? Que possamos permitir a ação transformadora do Espírito Santo em nossa vida e aguardar vigilantes e anelantes pela vinda do nosso Libertador.

“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a Tua lei está sendo violada” (Sl.119:126). Por favor, “Senhor, não Te detenhas!” (v.5). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, anelantes pela vinda do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Salmos70 #RPSP

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Salmo 69 – Comentado por Rosana Barros
14 de julho de 2023, 0:45
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“Por alimento me deram fel e na minha sede me deram a beber vinagre” (v.21).

Este Salmo, intitulado de “O lamento do Messias”, possui algumas referências acerca do sofrimento de Cristo, principalmente no que diz respeito aos Seus últimos momentos de vida na Terra. Rejeitado pelos Seus (Jo.1:11) e até pela própria família (Jo.7:5), Jesus viveu o ministério da reconciliação oferecendo-Se a Si mesmo na vida e na morte. Movido por terna compaixão e amor abnegado, Suas obras testificavam da riqueza de Sua graça para com a humanidade caída. E, no silêncio da madrugada, o Homem de dores ascendia aos Céus as orações mais altruístas que este mundo jamais testemunhou.

Olhando para as cenas finais do Calvário, percebemos o claro contraste entre criatura e Criador. Nos momentos finais de Sua paixão, Aquele que curou multidões só pôde contar de perto com a companhia de João e de Sua mãe. Onde estavam os Seus seguidores? Onde estavam as multidões que O aclamaram como um rei em Sua entrada triunfal em Jerusalém, poucos dias antes? Sua morte ignominiosa foi vista como uma derrota devido à cegueira espiritual predominante. Não puderam reconhecer o cumprimento das profecias messiânicas e perderam o privilégio único de, apontando para a cruz, como o Batista, declarar a vitoriosa afirmação: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo.1:29).

O sacrifício que nos trouxe a vida foi suficiente e eficaz. Até mesmo em Sua morte e sepultamento, Jesus respeitou o mandamento que estabeleceu desde o Éden como memorial da criação (Gn.2:1-3). Nas horas do sábado, o nosso Salvador descansou e selou este dia também como memorial da redenção. Sua agonia encontrou o repouso no cumprimento de Sua imutável Lei. Assim também somos chamados, hoje, a descansar no repouso de Cristo, pois ainda “resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9). E, assim como Ele ressuscitou ao terceiro dia, aguardar o cumprimento da fiel promessa de Sua segunda vinda.

O Senhor não nos deixou na ignorância, amados. Temos em mãos a Sua Santa Palavra. “Vejam isso os aflitos e se alegrem”, e, “quanto a vós outros que buscais a Deus, que o vosso coração reviva” (v.32). Diante da turbulência que estamos vivendo num mundo em constante ameaça de colapso, não precisamos andar desanimados, mas louvando “com cânticos o nome de Deus” (v.30), pois Jesus mesmo nos deixou escrito: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28).

Não precisamos cair no mesmo erro daqueles que não souberam reconhecer as profecias messiânicas. Mas que, com o coração reavivado pela bendita esperança, olhemos “firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, O qual, em troca da alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (Hb.12:2).

Querido Pai, ensina-me a olhar para a cruz com os olhos desvendados pelo colírio do Espírito Santo. Muitos têm desanimado pelo caminho. “Quanto a mim, porém, Senhor, faço a Ti, em tempo favorável, a minha oração” (v.13) e, pela fé, confio em Tua graça. Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, salvos pela graça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Salmos69 #RPSP

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Salmo 68 – Comentado por Rosana Barros
13 de julho de 2023, 0:45
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“Bendizei a Deus nas congregações, bendizei ao Senhor, vós que sois da estirpe de Israel” (v.26).

Usando figuras de linguagem conhecidas pelo povo, de experiências vividas e símbolos que representam cenas futuras, Davi compôs este precioso Salmo. Já no início, percebemos o cenário de um julgamento. “Levanta-Se Deus” (v.1) significa que o Juiz justo está pronto para proferir Sua sentença. Antes de sua morte, o mártir Estêvão, “cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus” (At.7:55-56). A visão de Estêvão representava a sentença do Senhor sobre o povo de Israel, de que não mais seria a Sua nação eleita na Terra; marco este que encerrou a profecia das setenta semanas dadas ao profeta Daniel (Dn.9:24-27).

Descrevendo as cenas finais deste mundo, João viu “o Cordeiro em pé sobre o monte Sião” (Ap.14:1). Costumo dizer que se temos Jesus como nosso Advogado hoje (1Jo.2:1), não O temeremos quando Ele vier como Juiz. Mas “à presença de Deus perecem os iníquos” (v.2), pois não suportarão a glória de Deus, e dirão “aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face dAquele que Se assenta no trono e da ira do Cordeiro” (Ap.6:16).

Dentro em breve, o céu se recolherá “como um pergaminho quando se enrola” (Ap.6:14) e ficará repleto de “milhares e milhares” de anjos, e, “no meio deles, está o Senhor” (v.17), pois “virá o Senhor, meu Deus, e todos os santos, com Ele” (Zc.14:6). E os justos se regozijarão e exultarão “na presença de Deus” (v.3), e dirão: “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9).

Eu não sei vocês, amados, mas eu me sinto “exausta” (v.9) e com grande expectativa aguardo e clamo pela preciosa promessa da “copiosa chuva” (v.9) do Espírito Santo: “Pedi ao Senhor chuva no tempo das chuvas serôdias” (Zc.10:1). O “Pai dos órfãos e Juiz das viúvas” (v.5), “que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração” (2Co.1:22), do alto olha para a Terra e sela os Seus últimos servos (Ap.7:3). “O Senhor” também nos “deu a Palavra” (v.11) que nos aproxima do nosso “Deus libertador” (v.20) e nos “faz ouvir a Sua voz, voz poderosa” (v.33). “Bendito seja o Senhor” (v.19)!

Em Seu batismo, Jesus foi ungido pelo Espírito Santo, que desceu “como pomba, vindo sobre Ele” (Mt.3:16). Não qualquer pomba, ou uma pombinha branca como muitos ilustram, mas como a pomba descrita pelo profeta salmista, cujas asas “são cobertas de prata, cujas penas maiores têm o brilho flavo do ouro” (v.13). Sob Suas asas, o Senhor, o Espírito, deseja, “dia a dia”, levar “o nosso fardo” (v.19) até chegarmos no “monte de Deus” (v.15). Com Ele, “o Senhor, está o escaparmos da morte” (v.20), pois “nos deu vida juntamente com Cristo” (Ef.2:5).

Falta muito pouco, amados, para, do santuário, iniciar “o cortejo do meu Deus” (v.24) e do seu Deus, que culminará no dia em que, olhando para Cristo, diremos: “Deus é a nossa salvação” (v.19)! Portanto, “bendizei ao Senhor, vós que sois da estirpe de Israel” (v.26), do “Israel de Deus” (Gl.6:16). “Reinos da Terra, cantai a Deus, salmodiai ao Senhor” (v.32), “porque o tempo está próximo” (Ap.22:10). De Sua habitação Jesus declara: “Venho sem demora” (Ap.3:11). “Bendito seja Deus!” (v.35).

“Copiosa chuva derramaste, ó Deus, para a Tua herança; quando já ela estava exausta, Tu a restabeleceste” (v.9). Somos a Tua última herança, Pai. Restabelece-nos com a Tua chuva serôdia! Dá “força e poder ao [Teu] povo”, Senhor (v.35)! Amém! Vigiemos e oremos!

Bom dia, estirpe de Israel!

Rosana Garcia Barros

#Salmos68 #RPSP

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Salmo 67 – Comentado por Rosana Barros
12 de julho de 2023, 0:45
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“Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto” (v.1).

Iniciando com uma parte da bênção sacerdotal (Nm.6:24-26), o salmista dá sequência ao seu louvor com uma antífona de ações de graças. Ao globalizar a adoração a Deus, incluindo “todas as nações” (v.2), a sua perspectiva era de missão, de proclamar a “todos os confins da Terra” (v.7) a bondade de Deus e a Sua justiça. Este Salmo apresenta, de forma muito clara, a obra que o Senhor confiou ao Seu povo; não de um evangelho fechado e exclusivista, mas aberto e mundial.

Com insistência, o salmista convida “os povos todos” (v.3) a louvar a Deus e alegrarem-se por Sua justiça e provisão. E encerra com um pedido cujo objetivo final também possui essência missionária: “Abençoe-nos Deus, e todos os confins da Terra O temerão” (v.7). Dentro do contexto atual em que estamos vivendo, com que insistência e ousadia não deveríamos aplicar os dons a nós confiados na obra da salvação! É o momento de atendermos a súplica do incansável pregador: “prega a Palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm.4:2).

Firmes e apegados à Palavra, apresentemos ao mundo a antífona da salvação em Cristo Jesus; que somente pela Sua maravilhosa graça somos salvos, e aperfeiçoados por Sua justiça. A bênção requerida pelo poeta não se refere apenas às bênçãos materiais e nem deve ser confundida com ausência de problemas. Pois foi aos Seus amados discípulos que Cristo mesmo advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). A maior e mais poderosa bênção a favor do evangelho é uma vida que irradie a felicidade do Céu ainda que lhe sobrevenha aflições, que tem a Lei do Senhor em seu coração, pois “o que guarda a Lei, esse é feliz” (Pv.29:18).

Já nos dias de Noé, o “pregador da justiça” (2Pe.2:5), sua voz pôde ser ouvida por toda a Terra antes do dilúvio. O chamado do Senhor a Abraão incluía a bênção para “todas as famílias da Terra” (Gn.12:3). Israel foi eleita a nação que brilharia a luz de Deus “perante os olhos dos povos” (Dt.4:6). Àqueles que iriam liderar a igreja primitiva foi ordenado: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mt.28:19). Em alertas claros e perfeitamente compreensíveis, os reformadores da Idade Média revelaram ao mundo verdades encobertas por um sistema religioso opressor e manipulador.

Mas foi em 1844, que Deus suscitou o movimento que revelaria ao mundo do tempo do fim um povo cuja expectativa não seja outra senão que todos sejam alcançados pela bendita esperança do segundo advento de Cristo, soando o alarme da primeira voz angélica “aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). E conhecidos, desde 1863, como adventistas do sétimo dia, mas, acima de tudo, servos de Deus, a nossa missão tem sido a de advertir o mundo quanto ao breve retorno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e a necessidade de estarmos preparados para este glorioso encontro, através das três mensagens angélicas de Apocalipse 14. Como João Batista preparou o caminho para a vinda do Messias (Lc.1:17), fomos chamados por Deus para preparar a última seara da Terra.

A Terra logo dará o seu fruto (v.6), “pois chegou a hora de ceifar” (Ap.14:15). “Abençoe-nos Deus, e todos os confins da Terra O temerão” (v.7). Você aceita fazer parte deste derradeiro exército de oração do Deus vivo? O Senhor está com a mão estendida, pronto a lhe conceder a bênção prometida: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas […] até aos confins da Terra” (At.1:8). “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).

Ó, Deus amado, perdoa os nossos pecados, transforma o nosso caráter e enche-nos do Teu Espírito até que não reste mais nada de nós mesmos! Vigiemos e oremos!

Bom dia, testemunhas de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Salmos67 #RPSP

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Salmo 66 – Comentado por Rosana Barros
11 de julho de 2023, 0:45
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“Vinde, ouvi, todos vós que temeis a Deus, e vos contarei o que tem Ele feito por minha alma” (v.16).

Em nosso estudo da Bíblia temos visto o relato da vida de diversos personagens, uns que nos deixaram o legado de uma vida guiada por Deus e ainda outros que colheram os resultados de suas más escolhas. Provavelmente não haja um senso comum a respeito de alguns deles, pois que onde um falhou o outro venceu, e onde um venceu o outro falhou. Só quando paramos para ver as obras de Deus (v.5) e os Seus maravilhosos feitos (v.6), é que nos damos conta do quanto o Senhor nos ama e nos preserva (v.9) — apesar de nossas falhas e limitações — e o quanto Ele deseja alcançar “toda a Terra” (v.1) com Seus “tremendos feitos” (v.5).

Há aproximadamente dez anos, eu não tinha o relacionamento que hoje tenho com o Senhor. Eu não compreendia a Bíblia e nem me esforçava por compreendê-la. Toda a minha vida se resumia em religiosidade, não em comunhão. Foi quando Deus me encontrou, assim como a mulher encontrou a sua dracma perdida (Lc.15:8-10), que me dei conta de que estava perdida dentro da igreja. Eu dizia seguir a Cristo, mas nem ao menos O conhecia. Mas Ele me amou e não desistiu de mim.

Então, a partir do momento em que me rendi aos propósitos divinos, vieram provações que jamais havia passado com tanta intensidade. Passei “pelo fogo e pela água” (v.12). O inimigo manifestou a sua ira, e percebi que, verdadeiramente, algo havia mudado. E de uma maneira inexplicável, apesar das forças enfraquecidas e do coração angustiado, ao mesmo tempo, eu sentia, e ainda sinto, uma certeza tão grande do amor de Deus por mim que tenho enfrentado situações de uma forma que a única explicação plausível é o que está escrito no Salmo de hoje : “Deus me tem ouvido e me tem atendido a voz da oração” (v.19).

Amados, ainda continuo passando por lutas e aflições, mas segura nAquele que “em Seu poder governa eternamente” (v.7), “prossigo para o alvo” (Fp.3:14). Portanto, se as lutas desta vida estiverem te afligindo, apegue-se Àquele que deseja te levar “para um lugar espaçoso” (v.12). Quando pensar que não há mais para onde ir, que as forças acabaram, continue marchando e Ele te abrirá o caminho (v.6). Creia que a sua provação se converterá em alegria e em um testemunho eficaz e poderoso para os que temem a Deus (v.16).

Hoje entendo a razão de ter passado por tantas provas e porque continuo a passar: para transformar o meu caráter e para testemunhar o que Ele tem feito por mim (v.16). Então, pela graça de Deus, Ele tem me usado para fortalecer a muitos através da comunhão com Sua Palavra. O processo de purificação requer em nossa vida o aperfeiçoamento da fé, da esperança e do amor. Porém, por mais difícil que seja e por mais que não sejamos merecedores, se perseveramos em conhecer a Deus, Ele não rejeita a nossa oração e nem aparta de nós a Sua graça (v.20).

No momento apropriado entenderemos o porquê tivemos que passar por certas dificuldades, mas, até lá, prossigamos aclamando ao Deus de toda a terra (v.1) e dando glórias ao Seu nome (v.2). Rendamos graças ao Senhor, “porque Ele é bom; porque a Sua misericórdia dura para sempre” (Sl.106:1). Confiemos na promessa dAquele que não falha: “Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque Eu sou o Senhor, teu Deus” (Is.43:2-3). Aleluia! Amém! Aguenta, firme, amado irmão! O nosso Rei vem vindo! Vigiemos e oremos!

Bom dia, vitoriosos em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Salmos66 #RPSP

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Salmo 65 – Comentado por Rosana Barros
10 de julho de 2023, 0:45
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“Bem-aventurado aquele a quem escolhes e aproximas de Ti, para que assista nos Teus átrios; ficaremos satisfeitos com a bondade de Tua casa – o Teu santo templo” (v.4).

Davi ergueu um cântico de louvor a Deus em gratidão por Sua perfeita e suficiente provisão. O perdão, os livramentos, os milagres e a manutenção da vida através das necessidades básicas correspondem ao cuidado paterno de Deus para com a humanidade. Em tudo isso, Davi reconheceu a bondade e a misericórdia do Senhor, a “esperança de todos os confins da Terra” (v.5). Podemos contemplar neste Salmo uma linda revelação do ministério terrestre de Cristo, “Salvador nosso” (v.5).

Ungido pelo Espírito Santo nas águas do Jordão (Mt.3:16) e vitorioso no deserto (Mt.4:11), Jesus iniciou o Seu sagrado ministério atraindo “todos os homens” (v.2) para Si, a fim de aliviar-lhes o pesado fardo de suas transgressões. “Por causa de suas iniquidades” (v.3), as multidões O procuravam. Havia nEle uma santa atração que eles não viam em seus líderes religiosos. “Com tremendos feitos” (v.5) e “cingido de poder” (v.6), Jesus ensinou, pregou e curou a muitos (Mt.9:35). Aplacando “o rugir dos mares” (v.7; Mt.8:27), e fazendo calar “o tumulto das gentes” (v.7), fez aquela geração “exultar de júbilo” (v.8) no “ano da [Sua] bondade” (v.11), “o ano aceitável do Senhor” (Lc.4:19).

Suas pegadas destilaram fartura sobre a Terra (v.11). No tempo de Sua visitação, regou este mundo com a copiosa riqueza de Sua graça e amor, fazendo transbordar em muitas vidas a água da vida (v.9; Jo.4:14). Através da multiplicação de alimentos (Mt.14:20), revelou ao mundo a essência de Seu ministério e os depósitos do mantimento eterno: “Eu sou o pão da vida” (Jo.6:48). Sua missão consistia em lançar as sementes da Palavra a todos “do Oriente e do Ocidente” (v.8), a fim de encontrar cada coração com “boa terra” (Mt.13:8), “regando-lhe os sulcos, aplanando-lhe as leivas”, enviando-lhe os “chuviscos” do Espírito Santo e abençoando-lhe “a produção” (v.10), “a cem, a sessenta e a trinta por um” (Mt.13:23).

A mesma obra Cristo Jesus deseja realizar no meu e no seu coração. Seus ensinos, Sua obra, Sua vida, descritos nas Escrituras, devem ser a fonte de nossos principais estudos. Somente olhando para a revelação de Deus em Cristo, o Espírito Santo nos aproxima do Eterno e coloca em nós a satisfação de pertencermos a Ele e a alegria de estar nos levando para Sua casa (v.4). O nosso voto (v.1) a Deus não se trata de promessas humanas e falíveis, mas da entrega que Ele nos pede: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv.23:26).

Vá agora a Jesus com “confiança e louvor” (v.1)! Ele aguarda a sua sincera oração em busca de perdão (v.2). Ele deseja que você seja um bem-aventurado, e levar-lhe ao Seu “santo templo” (v.4). “Com tremendos feitos” (v.5) de misericórdia, Ele deseja ser o seu Salvador pessoal, enchendo de esperança a tua vida. Ele quer acalmar “o ruído das ondas” (v.7) que te causam medo. Ele anseia saciar-te com a água da vida e o pão do Céu (v.9). Ele deseja fazer do seu coração um solo fértil e rentável para a eternidade (v.10). Deus te escolheu para isso, mas a decisão é sua.

Estamos nos aproximando “da hora undécima”, amados (Mt.20:6). Necessitamos hoje e diariamente buscar o Senhor de todo o nosso coração, permitindo que a Palavra de Deus cumpra o seu propósito em nossa vida, que é santificar o nosso caráter. Então, cheios do Espírito, sairemos para dar ao mundo a última mensagem de advertência. Escolha, hoje, seguir as pegadas (v.11) de Cristo (1Pe.2:21), e Ele te fará exultar de alegria e cantar (v.13) aqui e “pelos séculos dos séculos” (Ap.22:5). Vigiemos e oremos!

Bom dia, seguidores de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Salmos65 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Salmo 64 – Comentado por Rosana Barros
9 de julho de 2023, 0:45
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“O justo se alegra no Senhor e nEle confia; os de reto coração, todos se gloriam” (v.10).

A oração é o mais poderoso instrumento conferido por Deus ao homem. Através da oração, entramos na sala de audiências do Eterno sem qualquer burocracia de horário, duração ou motivo. Em qualquer momento e de qualquer lugar, podemos expressar em palavras humanas o que o Espírito Santo transforma em “gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26) e o que Cristo apresenta perante o Pai, “como Ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:2).

Consternado pelas investidas “do terror do inimigo” (v.1), Davi entrou em audiência com Deus em busca de auxílio e livramento. Desde a entrada do pecado no mundo, há um inimigo tocando o terror na Terra. Sua fúria contra Deus voltou-se para aqueles a quantos o Senhor ama. Na destruição de uma vida, na desunião de uma família, na dissolução de um casamento, em cristãos incoerentes, na promiscuidade sem limites, Satanás vislumbra com orgulho a materialização de seu temporário, mas trágico e maldito projeto. E além da terça parte dos anjos caídos que tem a seu comando (Ap.12:4 e 9), também possui seus agentes humanos, que são usados para “atingirem o íntegro” (v.4).

Em nossa atual luta contra enfermidades e guerras que têm ceifado muitas vidas e deixado outras em completo estado de desespero, não podemos nos esquecer de que o mesmo inimigo que atuou no jardim do Éden com palavras de engano, tem articulado com terrível ira “palavras amargas” (v.3), a fim de desviar-nos a atenção da doce e suave voz de Cristo. Confesso aos irmãos que a minha maior luta nesses dias tem sido a de lidar comigo mesma, clamando a Deus para que o Espírito Santo transforme o meu caráter, concedendo-me um coração movido pelo amor divino.

Oh, amados, nesses últimos anos em que temos estudado juntos a preciosa Palavra de Deus, louvado seja o Senhor porque a pecadora ficou encoberta para que Cristo fosse revelado! Conheci muitos que olhavam para mim com olhos de admiração, enquanto dentro de mim, orava: “Ó, Pai, livra o meu coração do orgulho! Livra-me de mim mesma! Não sou melhor do que ninguém!”. Porque as palavras, meus irmãos, têm o poder de edificar ou de destruir, segundo “o pensamento e o coração de cada um” (v.6). Não há nada de que possamos nos gloriar nesta Terra, a não ser do que o próprio Deus nos orientou: “mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em Me conhecer e saber que Eu sou o Senhor e faço misericórdia, juízo e justiça na Terra; porque destas coisas Me agrado, diz o Senhor” (Jr.9:24).

Enquanto a maioria rejeita as palavras de vida e de esperança, teimando “no mau propósito” (v.5), em dar as costas ao amor de Deus através de Cristo Jesus, “os retos de coração, todos se gloriam” (v.10), se gloriam em Deus e na certeza de que Ele tem o controle de todas as coisas. Muito em breve, “todos os homens temerão, e anunciarão as obras de Deus, e entenderão o que Ele faz” (v.9), não, porém, com arrependimento, mas com a angústia indescritível de quem não tem mais tempo. Hoje, agora, enquanto há graça, é tempo de confissão e arrependimento, de entrar no Santíssimo, confiando nos méritos dAquele que é o nosso “Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1).

Todos nós temos lutas a vencer. O caminho da santificação na maioria das vezes se torna bem doloroso. Dói olhar no espelho e ver os nossos defeitos de caráter. Ao mesmo tempo, porém, se perseverarmos em olhar para Jesus, buscando em Sua Palavra a sabedoria de que necessitamos, em constante oração, o Espírito Santo continuará a Sua boa obra em nós até que sejamos “dia perfeito” (Pv.4:18). Oremos, amados: Ouve, ó Deus, a nossa voz, nas nossas perplexidades; preserva-nos a vida do terror do inimigo das almas! Por Cristo Te imploramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, retos de coração!

Rosana Garcia Barros

#Salmos64 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100