Filed under: Sem categoria
“E reconhecerão que só Tu, cujo nome é Senhor, és Altíssimo sobre toda terra” (v.18).
O pedido do salmista foi expresso em um clamor pela atuação da justiça divina sobre as nações inimigas. Todos os prodígios de Deus realizados no Egito em favor dos hebreus e todos os milagres e livramentos no êxodo, tornaram Israel uma nação temida e também muito perseguida. Apesar de ser a menina dos olhos de Deus (Sl.17:8), não poucas vezes, caía em suas próprias ciladas. Deixava de buscar a Deus e de seguir os Seus mandamentos, e o resultado era desastroso.
O verso nove faz menção a Sísera. Este comandante do exército do rei de Canaã foi derrotado, junto com todo o seu forte exército, pela mão poderosa do Senhor. Israel padecia sob jugo de Jabim, rei de Canaã, justamente por ter dado as costas a Deus. Após vinte anos de sofrimento, resolveram clamar ao Senhor. Deus os ouviu e libertou, concedendo-lhes quarenta anos de paz (Jz.5:31). Percebem, amados? Vinte anos de sofrimento, mas o dobro de tempo de paz. Deus tem maior desejo de nos oferecer o Seu melhor do que nós temos de receber. Pois assim diz o Senhor: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (Jr.29:11).
A justiça de Deus é plena de misericórdia. E enquanto há alguma chance de arrependimento, Ele usa a Sua justiça como instrumento de salvação, para que busquem o Seu nome (v.16); para que reconheçam que só Ele é Deus (v.18). Na experiência de Elias no Carmelo podemos vislumbrar um tipo do desfecho do conflito final, denominado pelo Apocalipse de: Armagedon (Ap.16:16), quando a intervenção divina será manifestada em resposta às orações de Seus servos, e todo o mundo terá de reconhecer que só o Senhor é Deus.
O Senhor nos tem chamado para buscá-Lo tanto em tempos de crise quanto em tempos de paz. “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto” (Is.55:6). “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr.29:13). Cristo em breve voltará para vingar “o sangue dos Seus servos” (Ap.19:2). Que sejamos encontrados por Jesus como Elias e os sete mil fiéis, e Ele nos salvará!
Senhor, sabemos que vivemos em um mundo de injustiças e que as profecias apontam para dias ainda mais difíceis à nossa frente. Clamamos a Ti para que a nossa vida seja, pelo poder do Teu Espírito, uma fiel declaração de que só “O Senhor é Deus” (1Rs.18:39). Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, fiéis servos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos83 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Levanta-Te, ó Deus, julga a Terra, pois a Ti compete a herança de todas as nações” (v.8).
Em meio a uma geração corrupta e desleal, um clamor foi erguido. Como representantes da justiça do Senhor na Terra, os juízes de Israel julgavam em direta e ousada oposição ao direito que deveriam promover. Como “deuses” (v.1), tinham em suas mãos decidir as causas que lhes eram confiadas e dar ao povo o exímio testemunho da verdadeira justiça.
Ao estender as mãos ao suborno, tomando “partido pela causa dos ímpios” (v.2), os juízes encolhiam as mãos para os aflitos e necessitados do povo, profanando a causa de Deus e lançando grande maldição sobre a nação. Como tateando “em trevas” (v.5), não entendiam que a maior e melhor recompensa não consiste nos lucros deste mundo, mas na dádiva divina de ser participante de Sua natureza ao atender as necessidades dos pequeninos irmãos.
Interrogado pelos judeus e sob a ameaça de um apedrejamento, Jesus recitou as palavras do salmista: “Replicou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: ‘Eu disse: sois deuses?’ Se Ele chamou deuses àqueles a quem foi dirigida a palavra de Deus, e a Escritura não pode falhar, então, dAquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, dizeis: Tu blasfemas; porque declarei: sou Filho de Deus?” (Jo.10:34-36). Como justo Juiz, Jesus nos deixou o perfeito exemplo dos deveres a nós confiados. Pois todos temos responsabilidades uns para com os outros, não para julgar ou condenar, mas para zelar e amar.
Foi por cair na armadilha de Satanás e endurecer o coração, que Caim questionou: “acaso, sou eu tutor de meu irmão?” (Gn.4:9). Se somos “todos filhos do Altíssimo” (v.6), a nossa vida deve revelar as Suas obras em amor e dedicação uns pelos outros, mas, principalmente, pela classe de pessoas indicadas por Jesus: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste” (Mt.5:44-45). Ser filho ou filha de Deus, portanto, não é simplesmente uma escolha, mas uma vitória, que pode ser gradual, lenta, porém, eficaz e plena, pela fé em Cristo Jesus.
Destituídos de amor, somos incapazes de amar e insensíveis às necessidades do próximo. Mas olhando para o Filho de Deus, a fonte de todo o amor, e contemplando a Sua vida completamente altruísta e Seu sacrifício perfeito, nEle somos “feitos justiça de Deus” (2Co.5:21). Então, movidos pelo amor e pelo poder do Espírito Santo, faremos “justiça ao fraco e ao órfão”, procederemos “retamente para com o aflito e o desamparado” (v.3). Socorreremos “o fraco e o necessitado” e os tiraremos “das mãos dos ímpios” (v.4). E muito em breve, ouviremos a voz da aprovação: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34).
Querido Pai, queremos viver à luz da Tua Palavra, conforme o amor que desejas derramar em nosso coração a cada dia. Mesmo em meio a um mundo cada vez mais injusto, veste-nos da Tua justiça. “Levanta-Te, ó Deus, julga a Terra; pois a Ti compete a herança de todas as nações”. Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos82 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Ah! Se o Meu povo Me escutasse, se Israel andasse nos Meus caminhos!” (v.13).
Quando o Senhor deu a Moisés os Seus estatutos quanto ao funcionamento e manutenção do santuário, estabeleceu todo o serviço com ordem e decência, a cargo dos levitas. Da tribo de Levi, Asafe e sua descendência foram eleitos, nos dias de Davi, para ministrar o louvor no tabernáculo. Em vinte e quatro grupos de doze cantores cada, “instruídos no canto do Senhor” (1Cr.25:7), eles se revezavam em turnos, de forma que sempre houvesse louvor na Casa de Deus. E “Asafe, Jedutum e Hemã”, ministravam os louvores “debaixo das ordens do rei” (1Cr.25:6).
Uma das festas mais alegres instituídas por Deus a Israel era a Festa dos Tabernáculos. Era ela a última festa anual, anunciada ao som de trombeta (v.3). Por sete dias, o povo se alegrava e erguia as vozes em louvor e adoração ao Senhor, habitando em tendas e desfrutando das bênçãos das colheitas das vinhas e dos olivais. Esta celebração simbolizava o período em que Israel habitou em tendas no deserto, mas também aponta para o momento final, quando o povo de Deus viajará por “sete dias ascendendo para o mar de vidro”, para a cidade celestial (EGW, Primeiros Escritos, CPB, p.16).
Mas assim como a desobediência e a murmuração prolongaram o deserto para o antigo Israel, vivemos em tempo de prorrogação. “Ouve, povo Meu, quero exortar-te” (v.8), tem sido o constante clamor do Espírito Santo. Por Sua longanimidade, o Senhor tem suportado este planeta que não passa de uma ranhura em Seu universo perfeito. Por Seu imenso e intenso amor pela humanidade caída, Jesus segura o sopro da última trombeta (1Ts.4:16) enquanto aguarda o último pecador arrependido. Estamos chegando ao fim do grande dia da expiação. Em nossa angústia, clamemos ao Senhor, e Ele nos livrará (v.7). Apeguemo-nos à forte destra do Senhor, “força nossa” (v.1) e, muito em breve, Ele livrará nossos “ombros do peso” (v.6) do pecado.
“Ó, Israel, se Me escutasses!” (v.8), diz o Senhor. “Mas o Meu povo não Me quis escutar a voz” (v.11). “Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos” (v.12). Como filhos desobedientes e néscios, muitos têm vivido sob a falsa ilusão de uma religião de títulos. Como fazer parte de Israel não era sinônimo de amizade com Deus, ter o nome no rol de membros da igreja também não é. Enoque, Noé, Abraão, Moisés, dentre outros, ouviam a voz de Deus porque mantinham comunhão com Ele. Sua voz lhe era familiar porque constituía seu prazer andar na Lei do Senhor.
Como pais podemos ensinar nossos filhos no caminho em que devem andar, mas chegará o tempo em que eles terão de decidir sozinhos se permanecerão nele ou se andarão “na teimosia do seu coração” (v.12). Da mesma sorte, o nosso Pai celeste nos aponta o Seu “caminho sobremodo excelente” (1Co.12:31), mas Ele nunca nos obrigará a seguir por ele. Em meio a um cristianismo barato de louvores incoerentes, que, pela graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, façamos parte do povo que O louva com a vida e o coração, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Então, logo ouviremos o som de nosso resgate soando pela abóbada celeste e anunciando a nossa salvação que durará “para sempre” (v.15).
Ó “Deus, força nossa”, não queremos andar na teimosia do nosso coração, seguindo nossos próprios conselhos, como néscios. Mas queremos ser transformados e guiados pelo Teu Espírito. Queremos prosseguir em Te conhecer através do estudo da Tua Santa Palavra, só assim não daremos ouvidos a estranhos, e a Tua voz nos será familiar. Nós Te amamos! Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo do advento!
Rosana Garcia Barros
#Salmos81 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Ó Deus dos Exércitos, volta-Te, nós Te rogamos, olha do céu, e vê, e visita esta vinha” (v.14).
O espírito de rebelião contínua de Israel levou a nação a experimentar por muitas vezes as consequências do afastamento de Deus. Entregue ao poder dos inimigos, o povo passava por períodos sobremodo escuros e sob a constante tensão do serviço vassalo. Envergonhados e humilhados, eram obrigados a suportar a zombaria daqueles que deveriam respeitá-los. Mas, quanto maior a crise, maior era o despertamento para a necessidade vital de restauração em Deus.
A oração de Asafe, em forma de louvor, apresenta pontos importantes que representam o caminho desta restauração:
1. Asafe se referiu ao Senhor como “pastor de Israel” (v.1), como Aquele que cuida do Seu povo e lhe oferece tudo de que necessitam;
2. Ele citou o nome de José, o filho amado de Jacó; uma representação do amor do Senhor por Seu povo;
3. Ele também se referiu a Deus como Aquele que está “entronizado acima dos querubins” (v.1); uma referência ao “Shekinah” e à habitação celestial de Deus;
4. Por três vezes, recitou a bênção de Arão; um símbolo da obra sacerdotal de Cristo, que opera para a salvação do Seu povo;
5. Ao destacar as obras de Deus no passado, o salmista apelou para a realização de uma obra de restauração no seu tempo. Mesmo que motivado por inabalável confiança, Asafe sabia que somente uma obra de reavivamento e reforma resgataria o povo de uma situação degradante, para a posição que o Senhor lhe havia designado na Terra.
Podemos concluir que esses pontos destacados no Salmo de hoje constituem a nossa jornada rumo ao Lar. Quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador pessoal, confiamos de que Ele nos guiará como filhos amados; que do Céu, no Santo dos Santos, Jesus intercede por nós e, por meio de Seu Espírito nos vivifica e restaura para a salvação. Portanto, nestes últimos instantes da Terra, que nossas vozes se unam em oração e “súplica por todos os santos” (Ef.6:18). Supliquemos pelo tão necessário e urgente batismo com o Espírito Santo!
Logo, do Céu virá o comando: “chegou a hora de ceifar, visto que a seara da Terra já amadureceu!” (Ap.14:15). E todo o que for regado com a chuva serôdia, “este habitará nas alturas […], o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas”, e os seus “olhos verão o Rei na Sua formosura” (Is.33:16-17). Que “até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto” (Is.32:15), semelhante a Asafe perseveremos em oração e ação de graças ao Deus dos Exércitos que luta por nós.
“Dá ouvidos, pastor de Israel”, ao nosso clamor pelo batismo do Teu Espírito! “Restaura-nos, ó Deus, faze resplandecer o Teu rosto, e seremos salvos”. “Ó, Deus dos Exércitos, volta-Te, nós Te rogamos”! “Seja a Tua mão sobre o povo da Tua destra”! “Restaura-nos, ó Senhor, Deus dos Exércitos”! Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pelo Senhor dos Exércitos!
Rosana Garcia Barros
#Salmos80 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do Teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do Teu nome” (v.9).
Existem lugares em que a perseguição religiosa tem sido a causa de muitas mortes e injustiças. As igrejas são invadidas e os membros agredidos. Ordens de prisão são dadas sem que haja um fundamento convincente ou qualquer direito de defesa. Cristãos são obrigados a reunir-se secretamente e muitos têm de esconder-se até mesmo da própria família. São situações que desafiam a fé, mas que não conseguem abater o fiel servo de Cristo.
O clamor por justiça e a ansiedade por vê-la em ação, revelam o desejo do salmista de ter de volta o que lhe foi violentamente tirado. Destruídos a cidade e o templo, o povo passou por um momento muito difícil, mas necessário. Diferente de tantos que são perseguidos sem causa, há também os que provocam o próprio infortúnio. A corrupção nacional havia tomado conta daqueles que deveriam corresponder ao chamado do Senhor com temor e tremor. Asafe sabia que era só uma questão de tempo para o Senhor agir. Em seu anelo, porém, o coração desabafou: “Até quando, Senhor?” (v.5).
De igual forma, em um mundo manchado pelo pecado e destituído da glória de Deus, sabemos que é só uma questão de tempo para que o Senhor manifeste o Seu juízo. Mas como Asafe, o nosso coração desfalece de saudades e pergunta: “Até quando, Senhor?”. “Muitos serão purificados, embranquecidos e provados” (Dn.12:10), através das perseguições e das aflições. Desprovidos até mesmo das necessidades mais básicas e “sobremodo abatidos” (v.8), há neste instante milhares de vozes a clamar: “Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso”!
Conta-se que, após um ataque violento a uma igreja em determinado país, um missionário voluntário foi enviado para levar conforto e auxílio às vítimas. Apenas alguns dias depois, sua vida foi impactada ao ver os irmãos, mesmo feridos, reunidos novamente na igreja. Contagiado pela fé viva e sólida daquelas pessoas, o missionário declarou: “Não importa o tamanho da destruição, Deus nunca pode ser destruído. Ele sempre deixa espaço para um raio de luz e um fio de esperança. Então, como podemos nos desesperar, quando há sempre luz e esperança em Cristo? Temos a garantia da vida eterna”.
Não sabemos quanto tempo falta para a nossa redenção, amados. É fato que estamos cansados. Mas precisamos andar aqui confiantes na fiel promessa: “Certamente, venho sem demora” (Ap.22:20). Ainda que perseguidos, feridos e abatidos, do alto virá o nosso Salvador, então, “para sempre [Lhe] daremos graças” (v.13).
Ó, Deus amado, “apressem-se ao nosso encontro as Tuas misericórdias”! E volta logo, Jesus! Em Teu nome, oramos. Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis servos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Salmos79 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Escutai, povo Meu, a Minha lei; prestai ouvidos às palavras da Minha boca” (v.1).
Um Salmo que inicia com palavras proferidas pelo próprio Deus merece uma atenção especial, vocês não acham? Ao estudar o livro de Êxodo, nós vimos que cada detalhe da história de Israel possui um significado maior, que aponta para Cristo. Por exemplo:
– O maná (v.24) representava a Cristo, “o pão vivo que desceu do céu” (Jo.6:51);
– A rocha que jorrava água (v.16), também era uma representação de Cristo, “a pedra angular” (1Pe.2:4) e a água da vida (Jo.4:14);
– O santuário terrestre (v.69) era uma ilustração acerca do plano da salvação em Cristo Jesus e do verdadeiro santuário, o celeste (Hb.8:2).
Portanto, como tudo em Israel era usado por Deus como uma ilustração a fim de educar o Seu povo, não é de se estranhar que Jesus tenha Se comunicado através de parábolas (v.2; Mt.13:35).
Em nosso estudo da jornada dos hebreus, percebemos também que a ideia de um Deus tirano foi lançada por terra. O cuidado do Senhor para com o Seu povo não era guiado por Sua ira, mas por Sua rica misericórdia (v.38). Vez após outra, o povo O tentava com suas rebeliões e murmurações (v.8). Apesar de terem sido testemunhas oculares de sinais e prodígios jamais vistos (v.11, 12), ainda assim endureciam o coração cada vez que sentiam falta de algo que possuíam no Egito. Não conseguiram avançar para a terra prometida, enquanto não pararam de olhar para a terra que deveria ser esquecida.
Meus amados, o Senhor não elegeu Israel para ser o único povo a ser salvo, mas como o Seu representante da única mensagem de salvação. A primeira declaração de Cristo na tentação do deserto é um chamado de Deus para todos. Ele não disse: “Nem só de pão viverá o judeu […]”. Não, amados! Ele disse: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt.4:4). Portanto, obedecer às palavras que saem da boca de Deus não é o dever só do judeu, mas “é o dever de todo homem” (Ec.12:13).
Infelizmente, Israel não deu ouvidos ao que Deus ordenou (v.5). As novas gerações foram surgindo e os propósitos do Senhor foram sendo esquecidos (v.7). A ordem de Deuteronômio 6:4-9 foi ignorada, e seus filhos “tornaram atrás […] desviaram-se como um arco enganoso” (v.57). Notem a preocupação de Deus para com a educação dos filhos. Não era importante apenas o conhecimento da Palavra de Deus, mas o conhecimento de Deus através da Palavra. A vida espiritual dos pais deveria ser refletida na dos filhos e assim por diante. Como bem sintetizou Sutherland: “ […] um professor tem poder na proporção em que vive o que deseja ensinar” (E. A. Sutherland, Fontes Vivas ou Cisternas Rotas, p.38).
Ao ver toda a Escritura se cumprir na vida de Jesus, a geração que O contemplou deveria tê-Lo adorado e não O rejeitado. Não corremos nós o mesmo risco? Nunca se falou tanto em Deus como hoje. Nunca houve no mundo tantas igrejas cristãs. Mas também nunca houve uma geração tão ignorante com relação às verdades da Bíblia e tantos lares destruídos. E quanto mais o mundo busca a paz e a fraternidade, tanto mais o caos se instala. Porque com a boca lisonjeiam a Deus (v.36), mas o coração não é firme para com Ele e não são “fiéis à Sua aliança” (v.37).
O homem busca o próprio infortúnio ao dar as costas para as palavras da vida eterna. Assim como os filhos de Israel “não reprimiram o apetite” (v.30), o apetite deste mundo pelo mal não tem limites. Se, como Daniel, rejeitarmos “as finas iguarias e o vinho” do príncipe deste mundo (Dn.1:8), o Senhor nos dará o “cereal do Céu” (v.24), “o pão dos anjos” (v.25). Se tivéssemos noção do que isso significa, jamais trocaríamos o estudo da Palavra por horas e horas na mediocridade das redes sociais.
Onde estão vocês, pais e mães que decidem iluminar este mundo com uma descendência que verdadeiramente teme a Deus? A maior herança que podemos deixar aos nossos filhos é uma vida espiritual sólida e fiel. O Senhor nos deu filhos para isto. Eles não são nossos, são a “herança do Senhor” (Sl.127:3). Somos chamados a educar uma geração de verdadeiros adoradores (Jo.4:23), e, para isso, a mudança deve começar em nós.
Se assim fizermos, meus irmãos, pela graça e misericórdia do Senhor, nossa casa cumprirá o propósito divino: “A primeira obra dos cristãos é manter a unidade da família. Quanto mais intimamente forem unidos os membros da família em sua obra no lar, tanto maior será a influência que pais e mães exercerão fora dele” (Ellen G. White, Fundamentos do Lar Cristão, CPB, p. 20).
Querido Pai que está nos céus, queremos responder ao Teu chamado em nossa vida e em nosso lar. Dá-nos o Espírito Santo, a fim de que estejamos sempre satisfeitos com a Tua provisão e com nossos olhos iluminados pela luz da Tua Palavra! Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Feliz semana, lares de esperança!
Rosana Garcia Barros
#Salmos78 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Recordo os feitos do Senhor, pois me lembro das Tuas maravilhas da antiguidade” (v.11).
O mundo tem vivido dias escuros e de insegurança. Conflitos, doenças, violência, degradação moral, desamor, crises econômicas. Não há registros na História sobre algo que tenha atingido todo o mundo de forma tão avassaladora e tão rápida quanto o foi com a última pandemia. A célere propagação de um vírus microscópico mudou drasticamente o ritmo do planeta. E o que antes considerávamos coisas simples, como a liberdade de ir e vir, ou viajar nas férias, tornou-se para muitos lembranças de um passado feliz. Foram dias bem difíceis. Olhando para o passado com saudosismo e para o futuro com pessimismo, a alegria deu lugar à angústia e a esperança, ao desânimo.
Asafe estava passando por um momento de forte tribulação. Em uma súplica sincera, o salmista abriu o coração através de questionamentos sobre a ação e a presença de Deus em seus dias de aflição. Relembrando as obras do Senhor em favor de Seu povo, ele reconheceu que se deixou levar pela tristeza, ao declarar: “Então, disse eu: isto é a minha aflição” (v.10). Deus sempre está à nossa disposição, amados. Ainda que seja para ouvir nossas lamentações e pesares. Mas precisamos ter cuidado para não sobrepor as nossas aflições em detrimento do que verdadeiramente é remédio para a alma: a confiança em Deus.
Foi quando caiu em si, que Asafe mudou completamente o seu discurso, exaltando a Deus e as Suas obras. Olhou para o passado com alegria e vislumbrou o futuro com esperança. Disse ele: “O Teu caminho, ó Deus, é de santidade. Que deus é tão grande como o nosso Deus?” (v.13). Assistindo a um documentário sobre a dimensão do Universo e a grandeza das obras de Deus (https://youtu.be/Zk_Ne2dJxYk), meus olhos foram ainda mais abertos para o Seu amor por um planeta que não passa de uma “poeira cósmica” entre galáxias incontáveis. E se Ele Se importa conosco a ponto de tornar-Se semelhante a nós e dar-Se em sacrifício para nos salvar, podemos, como o salmista, exclamar em louvor e adoração: “Tu és o Deus que opera maravilhas e, entre os povos, tens feito notório o Teu poder” (v.14). Louvado seja o nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!
O nosso Deus deseja nos conduzir como Seu rebanho (v.20). Somos as ovelhas do Seu aprisco. Ainda que tenhamos que enfrentar dificuldades e angústias, como Davi, confiemos no nosso bom Pastor: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo” (Sl.23:4). Como escreveu Ellen G. White: “Nada temos que recear quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado, e os ensinos que nos ministrou no passado” (Testemunhos Seletos, CPB, v.3, p. 443).
“O Teu caminho, ó Deus, é de santidade”. Segura-nos com Tua forte mão direita e guia-nos em Teu caminho eterno. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, guiados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos77 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Desde os céus fizeste ouvir o Teu juízo; tremeu a Terra e se aquietou” (v.8).
Asafe apresentou a majestade e o poder de Deus na perspectiva do juízo divino. Parece que este era o assunto de maior interesse do salmista; o tema de estudo que mais lhe fascinava. Em reconhecer a grandeza de Deus, seu coração ardia na expectativa de que Ele Se levantasse “para julgar e salvar todos os humildes da Terra” (v.9). Asafe não enxergava o juízo como algo a ser temido, mas como a ação divina que culminará na salvação dos justos.
“O Senhor odeia o pecado, mas ama o pecador”. Você certamente já ouviu essa frase. Ela é verdadeira e nos ajuda a entender melhor a ira de Deus. Foi exatamente o pecado que fez separação entre nós e o Senhor (Is.59:2). Como de costume, o Senhor andava pelo Éden no pôr do sol, e mesmo sabendo o que havia acontecido e como Adão e Eva se esconderam de Sua face, em um misto de ternura e tristeza, perguntou ao homem: “Onde estás?” (Gn.3:9). Desde então, pela mácula da iniquidade, perdemos o privilégio de um relacionamento face a face com o nosso Criador.
O pecado criou uma barreira que, não fosse a intervenção de Deus ao longo da história, todo o mundo teria perecido nas águas do dilúvio. Mas a vitória de Cristo na cruz do Calvário quebrou o jugo do pecado e nos leva para cada vez mais perto do encontro com o nosso Deus e Redentor (Jo.14:1-3). O Senhor não lança fora nenhum pecador arrependido, por mais longe que tenha ido. A Sua ira é contra o pecado e seu originador. A cada filhinho que tem se escondido pelo medo da rejeição, Ele pergunta: “Onde estás?”. E assim como Ele vestiu Adão e Eva com “vestimenta de peles” (Gn.3:21), Ele deseja nos vestir com as “vestiduras brancas” da justiça de Cristo (Ap.7:9).
O Senhor virá para destruir o pecado com “o diabo e seus anjos” (Mt.25:41), mas todos os que se agarram ao pecado, “os que lavram a iniquidade e semeiam o mal, isso mesmo eles segam. Com o hálito de Deus perecem; e com o assopro da Sua ira se consomem” (Jó 4:8-9). E até estes terão de um dia reconhecer: “Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos” (Ap.5:13).
Como Asafe, não devemos temer o juízo e a ira de Deus, pois o nosso ilustre e glorioso Senhor trabalha incansavelmente para nos levar de volta para Sua casa, de volta para um relacionamento face a face e eterno. Porque Ele mesmo prometeu: “Certamente, venho sem demora” (Ap.22:20).
“Tu és ilustre”, ó Deus, “e mais glorioso do que os montes eternos”! Tu és o Juiz justo e salvas “todos os humildes da Terra”! Por isso, Senhor, nos ensina a aprender de Cristo, para que tenhamos um coração manso e humilde como o dEle! Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, “humildes da Terra” (v.9)!
Rosana Garcia Barros
#Salmos76 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Pois disseste: Hei de aproveitar o tempo determinado; hei de julgar retamente” (v.2).
Já ouviram essa frase: “Deus é amor, mas também é justiça”? Na verdade, ela não faz jus ao que a Bíblia nos ensina. O correto, seria dizer: “Deus é amor e também é justiça”. Esses dois atributos divinos não podem separar-se, mas ligados um ao outro revelam a natureza do caráter de Deus. Foi na força deste dueto indivisível que Jesus viveu nesta Terra e deu à humanidade prova suficiente de Seu amor leal e justiça salvífica.
O amor de Deus tem sido banalizado por ensinamentos com fundamento arenoso. Baseados em suas próprias convicções e visando seus próprios interesses, muitos ministros do engano têm arrebanhado multidões ao apresentar ao mundo um Deus que é somente amor, omitindo o fato de que “Deus é o juiz” (v.7). Desconsiderando a exortação e a repreensão, suas mensagens visam dizer o que as pessoas querem ouvir, e não o que elas precisam ouvir. Há, porém, nesses lugares, muitos fiéis que hão de obedecer ao último chamado de Deus.
Quando estudamos o amor de Deus revelado em Jesus Cristo é como se em nossa cegueira fôssemos recuperando a visão aos poucos, à medida que prosseguimos em conhecê-Lo. O mistério da piedade, até então oculto, foi revelado na cruz, onde o amor prevaleceu, e no túmulo vazio, onde a justiça teve o seu triunfo. “Porquanto Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele” (Jo.3:17). E porque o Seu amor foi o perfeito cumprimento da Lei, que Ele voltará para “julgar vivos e mortos” (2Tm.4:1).
O mesmo Deus que ama o pecador e deseja justificá-lo, é Aquele que lhe diz: “vai e não peques mais” (Jo.8:11). Jesus veio como o nosso modelo de fidelidade e obediência. Sua vida estava em completa harmonia com as Escrituras. As acusações dos escribas e fariseus não passavam de uma reação ao conflito que tinham de enfrentar consigo mesmos todas as vezes que se deparavam com o “Maravilhoso Conselheiro” (Is.9:6). Pois “foi do agrado do Senhor, por amor da Sua própria justiça, engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (Is.42:21), a “lei da liberdade”, pela qual haveremos de ser julgados (Tg.2:12).
Também é por amor da Sua própria justiça, que Jesus virá segunda vez. Não mais para beber do cálice que, com rogos, clamou para não beber (Mt.26:39), mas para buscar aqueles pelos quais suportou tamanho mal. Contudo, aos que rejeitaram os apelos divinos e a validade de Sua Lei, beberão “do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira” (Ap.14:10).
Este mundo de pecado está quase chegando ao seu “tempo determinado” (v.2), e os ímpios terão de sofrer os resultados de suas más escolhas, “mas a força do justo será exaltada” (v.10). Que, pela graça de Deus, possamos declarar a cada dia até aquele Grande Dia: “Quanto a mim, exultarei para sempre; salmodiarei louvores ao Deus de Jacó” (v.9).
“Graças Te rendemos, ó Deus, graças Te rendemos, e invocamos o Teu nome, e declaramos as Tuas maravilhas”. Pleiteia a nossa causa, Senhor, e imprime em nós o caráter justo e amoroso de Jesus! Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados pela amorosa graça de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos75 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Levanta-Te, ó Deus, pleiteia a Tua própria causa; lembra-Te de como o ímpio Te afronta todos os dias” (v.22).
Em tom de lamentação, este Salmo retrata a angústia do povo de Deus diante da invasão dos inimigos. O santuário havia sido destruído e o povo levado cativo. O período que retrata bem este Salmo é quando Babilônia conquistou Jerusalém, assim como havia predito o profeta Jeremias. Negando a mensagem profética, os judeus rejeitaram o chamado de Deus e a Sua aliança: “Viraram-Me as costas e não o rosto; ainda que Eu, começando de madrugada, os ensinava, eles não deram ouvidos, para receberem a advertência” (Jr.32:33).
A reivindicação do salmista para com Deus foi, na verdade, um grito de misericórdia. O que vemos é o clamor de um homem que tinha fé no mesmo Deus que abriu o mar (v.12) e que secou os rios (v.15), guiando o Seu povo por caminhos seguros. Todavia, a desobediência às palavras do profeta de Deus fez com que o Senhor os entregasse à própria sorte: “Portanto, assim diz o Senhor: Eis que entrego esta cidade nas mãos dos caldeus, nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, e ele a tomará” (Jr.32:28).
A palavra profética nunca foi tão banalizada como atualmente. Milhares têm aberto a boca para declarar profecias falsas e aleatórias, quando a verdadeira profecia é negligenciada ou ignorada. Enquanto Jeremias clamava para que o povo desse ouvidos ao que Deus o havia revelado, mais obstinado o povo se tornava. Mas foi ali, em meio ao cativeiro babilônico, enquanto se dizia: “já não há profeta” (v.9), que Deus suscitou Daniel e lhe deu o dom profético e um livro que, em conjunto com o livro de Apocalipse, nos abre os olhos para o “até quando” (v.9). Na verdade, foi revelado aos filhos de Israel e de Judá até quando duraria aquele jugo: 70 anos (Jr.25:11).
Nós não sabemos quanto tempo mais durará o cativeiro do pecado neste mundo, contudo, de uma coisa podemos ter certeza, os sinais nos mostram que cada dia é o tempo que nos é concedido para estarmos prontos: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Se tão somente seguirmos as orientações proféticas, seremos bem-sucedidos: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).
O Senhor nunca desconsiderou a aliança que havia feito com o Seu povo (v.20), mas o Seu povo que não Lhe deu ouvidos. Em sua dureza de coração, os judeus rejeitaram o profeta de Deus e trataram de eles mesmos profanarem a casa de Deus: “Antes, puseram as suas abominações na casa que se chama pelo Meu nome, para a profanarem” (Jr.32:34). Mas a aliança que o Senhor fez com os Seus filhos é eterna e jamais volta atrás: “Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o Meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de Mim” (Jr.32:40).
Se tem uma verdade que Satanás odeia é a verdade do santuário. As visões de João no Apocalipse revelam que há um santuário no Céu “que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:2). Ali está traçado todo o plano de Deus para a salvação da humanidade. É claro que o inimigo faria de tudo para que essa verdade ficasse encoberta aos homens e o salmista bem soube reconhecer isso: “tudo quanto de mau tem feito o inimigo no santuário” (v.3). Só quando, pela fé, entramos no santuário, é que recebemos do Espírito Santo uma melhor compreensão do que Cristo fez, faz e fará por nós. Estude essa doutrina. Ela fará toda a diferença na edificação da sua fé.
O Senhor breve virá, amados! Perseveremos em estudar a Bíblia. Examinemos as Escrituras com diligência e humildade, cavando na mina sagrada a fim de encontrarmos os tesouros do caráter aprovado pelo Céu. Então, não teremos do que lamentar, mas veremos o Senhor pleitear a Sua própria causa (v.22) em favor do Seu povo: “Eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus” (Jr.32:38). Logo Deus destruirá os que “[profanam] o santuário […], mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo” (Dn.11:31 e 32).
“Lembra-Te da Tua congregação, [Pai]! […] Até quando, ó Deus, o adversário nos afrontará? Acaso, blasfemará o inimigo incessantemente o Teu nome? […] Considera a Tua aliança, pois os lugares tenebrosos da Terra estão cheios de violência […] Levanta-Te, ó Deus, pleiteia a Tua própria causa”! Queremos ir para casa, Pai! Levanta-Te, ó Deus! Vigiemos e oremos!
Bom dia, congregação do Senhor!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Salmos74 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100