Reavivados por Sua Palavra


1Reis 18 — Rosana Barros by Ivan Barros
19 de fevereiro de 2026, 0:45
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“Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu” (v.21).

Após três longos anos de seca, quando “a fome era extrema em Samaria” (v.2), “veio a palavra do Senhor a Elias” (v.1), ordenando ao profeta que retornasse a Israel. Entre os que serviam a Acabe, havia um homem chamado Obadias, descrito como alguém que “temia muito ao Senhor” (v.3). Enquanto Jezabel perseguia os profetas de Deus para os matar, Obadias providenciou esconderijo para cem deles, sustentando-os com pão e água (v.4).

Enviado para terras distantes com a missão de encontrar pasto para os animais, Obadias teve um encontro inesperado. Diante daquele que imediatamente reconheceu ser Elias, ele “prostrou-se com o rosto em terra” (v.7) em sinal de profundo respeito, e certificou-se: “És tu, meu senhor Elias?” (v.7). Uma reação totalmente contrastante com a do perverso rei Acabe que, movido por indignação, lançou sobre o profeta a acusação que logo recairia sobre si mesmo: “És tu, ó perturbador de Israel?” (v.17).

Ao abandonar os mandamentos do Senhor para seguir outros deuses, Acabe fez de Israel uma nação pagã. Apesar disso, o povo ainda mantinha o status de nação eleita do Senhor, embora suas obras revelassem o quão longe estavam de Deus. Foi nesse contexto de incoerência e de falsa adoração, que Elias subiu ao monte Carmelo para provar, de uma vez por todas, o poder da norma elevada de Deus na vida do crente fiel.

À pergunta que exigia uma posição inflexível e firme convicção, Elias só encontrou o silêncio daqueles cuja fé rasa precisava do sobrenatural para crer. Assim como o povo nada respondeu, também “não havia uma voz que respondesse” (v.26) aos rogos estridentes e derramamento de sangue dos profetas de Baal. Já sem forças e manquejando, tudo o que os idólatras conseguiram ouvir foi a potente voz de Elias a zombar de sua inútil e ridícula apresentação.

“Chegai-vos a mim” (v.30), foi o chamado do homem de Deus ao povo tremente. Provada a impotência de Baal, era hora de restaurar o altar do Senhor. Ali estava o altar da verdadeira adoração, constituído sobre o inabalável fundamento do “assim diz o Senhor”. No devido tempo (v.36), Elias orou e o fogo do Senhor consumiu o holocausto, a lenha, as pedras e a terra, e ainda “lambeu a água que estava no rego” (v.38). A voz do povo, antes emudecida, já não pôde ser contida: “O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” (v.39). Os falsos profetas receberam o devido juízo e, em resposta à oração perseverante do profeta, “caiu grande chuva” (v.45).

A poderosa experiência de Elias provoca duas reações: a de Obadias ou a de Acabe. A ordem divina: “Crede em Meus profetas” (2Cr.20:20) encaixa-se perfeitamente na atitude de Obadias. A ironia de Acabe, por outro lado, representa com precisão a classe daqueles que se sentem incomodados pela presença dos fiéis servos de Deus. Em sua fidelidade e peculiar temperança, Elias tornou-se uma inconfundível norma que revelava os pecados do rei perverso e da nação errante. Em outras palavras, a presença de Elias causava desconforto aos ímpios obstinados.

Amados, eis que a última sentença dada pelo Senhor ao profeta Malaquias está ganhando cumprimento e se apressa para o fim: “Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor; ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição” (Ml.4:5-6). Em meio a um mundo corrompido pelo pecado e seduzido pelo engano, somos chamados a testemunhar de um Deus único e verdadeiro; a restaurar o altar do Senhor em nosso coração e em nossa casa. A andar com o Senhor em fidelidade ainda que isso nos custe a própria reputação.

Que a nossa vida, encharcada da chuva serôdia, dê ao mundo um testemunho claro e inconfundível de que só o Senhor é Deus! 

Pai amado e querido, Deus misericordioso e justo, como o Senhor foi com Elias e o fortaleceu para aquele confronto, nós também necessitamos de Ti, do Teu Espírito, para o confronto espiritual que enfrentamos a cada dia. Derrama sobre nós a Tua chuva serôdia para que, mesmo perseguidos e injustiçados, perseveremos em andar Contigo em fidelidade. Necessitamos de um genuíno reavivamento e de uma mente sã para compreender a Tua verdade presente. Ajuda-nos, Pai! Reaviva-nos, Senhor! Faz-nos Teus verdadeiros adoradores, dando ao mundo o Teu último chamado! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#1REIS18 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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