Reavivados por Sua Palavra


Deuteronômio 27 — Rosana Barros by Ivan Barros
13 de outubro de 2025, 0:45
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“Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém!” (v.26).

O terceiro discurso de Moisés foi inaugurado com um solene chamado à obediência aos mandamentos do Senhor. Estes deveriam ser gravados em pedras, que serviriam de testemunho às futuras gerações. Nesse “altar de pedras” (v.5), “o altar do Senhor” (v.6), o povo ofereceria holocaustos e ofertas pacíficas, e ali comeria e se alegraria na presença de Deus. Era um monumento à fidelidade das promessas do Senhor e uma constante lembrança de que os filhos de Israel deveriam obedecer “à voz do Senhor”, seu Deus, e cumprir “os mandamentos e os estatutos” que Ele lhes havia ordenado (v.10).

Logo em seguida, “naquele dia” (v.11), Moisés ordenou a Israel que se posicionasse, em tribos, “sobre o monte Gerizim para abençoarem o povo” e “para amaldiçoar” (v.12, 13). Em “alta voz” (v.14), os levitas pronunciariam sobre toda a congregação palavras de maldição e palavras de bênção. É interessante observar que o discurso dos levitas começou pelas maldições e, veremos amanhã, que ele terminou com os resultados da desobediência. É inevitável perceber o emprego de energia para alertar o povo sobre o caminho destrutivo de desprezar ou de não cumprir a lei do Senhor. E a confirmação do povo com um sonoro “Amém” após cada maldição, era a declaração de que todos estavam cientes disso.

A lista de maldições inclui idolatria, desobediência aos pais, egoísmo, pecados sexuais, além de pecados ocultos contra o próximo. Qualquer que praticasse tais iniquidades já tinha a plena consciência de que receberia o juízo prescrito. Percebam que manter imagem de escultura “em lugar oculto” (v.15), alguns dos pecados sexuais, ferir o “próximo em oculto” (v.24) e “aceitar suborno para matar pessoa inocente” (v.25), se tratavam de ações veladas e não de pecados públicos. Podemos até incluir aqui o pecado de fazer “o cego errar o caminho” (v.18) e de “perverter o direito do estrangeiro, do órfão e da viúva” (v.19), porque também são pecados que podem ser praticados sem que ninguém os perceba. Mas há um Deus que tudo vê, amados. E que, no devido tempo, faz justiça e juízo na Terra.

Se Israel conservasse o temor do Senhor no coração, certamente seria um povo semelhante a Enoque, que andou com Deus e “Deus o tomou para Si” (Gn.5:24); seria como José, que era fiel ao Senhor, “e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava” (Gn.39:23); seria como Daniel, em quem “não se achava [¼] nenhum erro nem culpa” (Dn.6:4); se fossem obedientes à lei de Deus, cumpririam o propósito do chamado divino: “Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt.4:6).

Necessitamos estudar toda a jornada de Israel buscando no Senhor a sabedoria necessária para compreendermos os princípios imutáveis da Palavra de Deus. Os resultados da desobediência são maldição e morte. Os resultados da obediência são bênção e vida. Não temos como fugir disso, meus irmãos! As últimas mensagens a serem dadas ao mundo antes da volta de Jesus também são muito claras quanto a isso: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Já na primeira voz angélica temos a ordem de manter em nossa vida o temor do Senhor de forma que ela glorifique o Criador. A segunda voz angélica nos diz que o caminho do engano é a inevitável queda (Ap.14:8).

Na terceira mensagem angélica percebemos o contraste entre os falsos adoradores e os verdadeiros adoradores. Os adoradores da besta e de sua imagem, ou seja, que decidiram pelo caminho da desobediência, a parte que lhes cabe será num lago “com fogo e enxofre” (Ap.14:10). Mas “aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Os verdadeiros adoradores do Deus vivo são perseverantes: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Eles são santos: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição” (1Ts.4:3). É um povo obediente: “E aquele que guarda os Seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele” (1Jo.3:24). E é um povo que possui a fé de Jesus: “o Meu justo viverá pela fé” (Hb.10:38).

Você deseja fazer parte deste povo seleto, que renuncia o mundo e as coisas deste mundo, pois tem o Céu no coração? Então, oremos amados:

Nosso amado Pai Celestial, estudando este capítulo da Tua Palavra, novamente fomos confrontados com nossos pecados, principalmente com aqueles que ninguém pode ver, mas que Tu o sabes. Ó, Senhor, que o Teu maravilhoso Espírito Santo nos convença de nossos pecados e nos conduza ao genuíno arrependimento! Perto está o Senhor. Ajuda-nos a termos consciência constante disso, não por medo, mas pelo temor que nos conduz a nos aproximarmos de Ti com reverência e devoção. Santifica Teu povo, ó Deus! Prepara-nos para a breve volta do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! Em nome dEle nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio27 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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