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“A mulher não usará roupa de homem, nem o homem, veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao Senhor, teu Deus” (v.5).
Uma série de leis é relatada neste capítulo com base em princípios que não se perdem com o tempo. Algumas leis e tradições passam, mas os princípios da Palavra de Deus são imutáveis e revelam o caráter de seu Autor. A honestidade deve ser observada em todos os aspectos da vida do povo de Deus, e, mais especificamente, quanto ao zelo pelos bens materiais uns dos outros. O ditado “Achado não é roubado” nunca poderá ter harmonia com a vida cristã, pois é totalmente contrário ao caráter de Deus.
O princípio estabelecido no versículo cinco, caracteriza o cuidado do Criador em estabelecer as diferenças quanto ao modo de vestir entre o homem e a mulher; para que, de modo algum, houvesse confusão em distinguir os gêneros (masculino e feminino). Isso deixa claro que as roupas feitas por Deus para vestir nossos primeiros pais tinham esta distintiva definição (Gn.3:21). O pecado e a rejeição de Deus como Criador, no entanto, afetou “o modo natural” das relações humanas, introduzindo no mundo as “paixões infames” que têm pisoteado abertamente o princípio imutável de que o Senhor criou o homem e a mulher (Rm.1:26). “O que passar disso vem do maligno” (Mt.5:37).
Como Criador, o cuidado de Deus também é estendido para a natureza e a preservação das espécies. Através do exemplo de um ninho de passarinhos, estabeleceu o Seu povo como guardião da natureza e cooperador com Ele em sua conservação. Ao contemplar a criação, Israel deveria enxergar o amor de um Deus que cuida até mesmo dos passarinhos. Jesus reforçou esse amor e cuidado ao declarar: “Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?” (Mt.6:26).
A lei seguinte é muito interessante, pois trata do cuidado com a segurança doméstica. Podemos dizer que o “parapeito” (v.8) representa as regras de segurança que devem ser obedecidas em nossa casa, tanto para preservar a integridade física dos membros da família quanto a integridade mental e espiritual. Em todos os aspectos da vida, Deus nos chama a edificarmos a nossa casa sobre a Rocha, que é Cristo. Nisto consiste a segurança eterna de nosso lar. Pois “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Sl.127:1).
Virgindade, pureza, casamento, adultério e estupro são temas de vasto estudo, mas os princípios contidos nas leis concernentes a eles também contêm um peso imutável. Deus criou o homem e a mulher para viverem em um relacionamento heterossexual, monogâmico e dentro do casamento. Os relacionamentos fora deste contexto são reprovados pelo Senhor – e ponto final. E não sou eu quem diz isso, mas “Assim diz o Senhor”. E mesmo que não haja mais a pena de morte imposta no passado, lembremos que é só uma questão de tempo, e o pecado contra o corpo vai requerer o seu salário fatal (Ez.18:4; Rm.6:23).
Portanto, amados, seja a nossa vida e a nossa casa dirigidas pelos princípios da Palavra imutável de Deus, que através do Espírito Santo nos diz: “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21).
Nosso Deus e amado Pai Celestial, se prosseguirmos em Te conhecer, certamente nosso desejo será sempre fazer a Tua vontade. Então, seremos honestos em todos os negócios da vida, o que vestimos Te honrará, cuidaremos da Tua criação e nossos relacionamentos estarão em harmonia com Teus princípios. Ajuda-nos, Senhor, pois necessitamos do Espírito Santo a cada passo! Guia-nos em Teu caminho seguro! Perdoa o nosso enganoso coração e o transforma para Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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