Reavivados por Sua Palavra


Deuteronômio 01 — Rosana Barros by Ivan Barros
17 de setembro de 2025, 0:45
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“O Senhor, vosso Deus, vos tem multiplicado; e eis que, já hoje, sois multidão como as estrelas dos céus” (v.10).

Na planície do Jordão, Moisés iniciou seu primeiro discurso ao povo antes de sua morte. O livro de Deuteronômio é composto de um rico compêndio da história de Israel, suas leis, a importância da obediência, a repetição dos dez mandamentos e das cerimônias do santuário; uma série de quatro sermões do grande líder hebreu. Diante de uma nova geração que, em sua maioria, não testemunhou os prodígios do Egito e nem a manifestação do Senhor no Sinai, Moisés proferiu as palavras deste livro a fim de entregar a Josué uma nação ciente de seus direitos e deveres para com Deus e uns para com os outros.

Moisés não começou seu discurso relembrando as experiências do Egito. Ao narrar a trajetória no deserto, ele destacou Israel não como um povo cativo, mas como uma nação livre. Passo a passo, a mão do Senhor conduzia Israel “como um pai leva seu filho” (v.31), disciplinando-o quando necessário e amando-o em todo o tempo. Apesar disso, o povo frequentemente murmurava contra Deus e seus líderes, mesmo diante de inúmeros milagres e bênçãos visíveis. Nem os prodígios foram suficientes para aplacar a insatisfação de um povo acostumado a reclamar. Contudo, Israel servia a um Deus fiel, que cumpriu a promessa feita a Abraão: “Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. Assim será a tua descendência” (Gn.15:5).

Hoje, em um mundo onde o lucro muitas vezes dita as prioridades, multidões têm seguido pelo caminho de uma religião circunstancial. As circunstâncias governam a vida e sob a mínima prova, abandonam sua fé. O que aconteceu com Israel acontece hoje no “grande e terrível deserto” (v.19) deste mundo. E o mesmo consolo nos é dado: “Não temas e não te assustes” (v.21). Porém, à semelhança da antiga nação, muitos permanecem “rebeldes à ordem do Senhor, nosso Deus” (v.26), compondo uma “maligna geração” (v.35) que não verá o lar eterno. Como necessitamos do Espírito do Senhor nos conduzindo e fortalecendo! Como necessitamos de uma fé que não desfaleça mesmo em face das dificuldades! Uma fé que possa declarar em verdade: “Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação” (Hc.3:17-18).

Assim como Israel parou para ouvir o discurso de seu líder, precisamos parar para ouvir o que o Senhor deseja nos falar por meio de Sua Palavra. Lembrem-se de que os comentários aqui são apenas auxiliares, e não podem jamais substituir a sua busca e o seu contato pessoal com as Escrituras. O seu relacionamento com Deus precisa ser autêntico e profundo. Nestes dias decisivos, precisamos compreender que a verdadeira adoração não consiste apenas em fazer parte de Israel, mas em ser um verdadeiro adorador do Deus de Israel, independentemente das circunstâncias. Tão perto como estamos da pátria celestial, que naquele grande Dia, o Senhor possa dizer a nosso respeito: “ele(a) ali entrará” (v.38).

Nosso amado Senhor, Criador dos céus e da terra, bendito seja o Senhor, que Se debruça de Teu trono para ouvir nossas orações e para nos falar através da Tua Palavra! Ó, Pai, dá-nos o poder do Espírito Santo para sermos Tuas testemunhas! Queremos andar Contigo em um relacionamento crescente e intenso até que o nosso caráter seja semelhante ao de Cristo. Ajuda-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio01 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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