Reavivados por Sua Palavra


Números 30 — Rosana Barros by Ivan Barros
10 de setembro de 2025, 0:45
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“São estes os estatutos que o Senhor ordenou a Moisés, entre o marido e sua mulher, entre o pai e sua filha moça se ela estiver em casa de seu pai” (v.16).

O voto ou juramento era realizado para fins de adoração, gratidão, reavivamento espiritual ou até mesmo para alcançar alguma bênção. Tanto o homem quanto a mulher podiam fazer um voto, desde que respeitassem os estatutos estabelecidos por Deus para esse propósito. A mulher, no entanto, deveria levar em conta a aprovação de seu pai ou de seu marido quanto ao voto realizado. Por vezes, pelo “dito irrefletido dos seus lábios” (v.6), uma mulher poderia fazer juramentos que fossem prejudiciais tanto a si mesma quanto à sua família. Para tanto, o pai ou o marido, responsáveis por sua proteção e segurança, foram autorizados pelo Senhor a “anular o voto que estava sobre ela” (v.8).

Um voto muito conhecido na Bíblia, feito por uma mulher, foi o voto de Ana. Sendo incapaz de gerar filhos, Ana prostrou-se em humilhação diante do Senhor e prometeu que, se Ele lhe desse um filho, ela o dedicaria a serviço dEle. Ciente da grande tristeza de sua amada esposa devido à sua esterilidade, seu marido, Elcana, não reprovou o voto de Ana, mas concordou em cumpri-lo logo após o desmame do pequeno Samuel (1Sm.1:24). Deus nunca Se agradou de votos precipitados ou realizados por motivos egoístas. A mulher exerce um papel fundamental no seio do lar e é muito importante que ela promova uma atmosfera de harmonia e de mútua cooperação entre os membros da família.

Na cruz do Calvário, Jesus cumpriu o supremo voto dando Sua vida para resgate de muitos. Quando encarnado entre nós, ao observar a incoerência dos votos e juramentos realizados, nos deixou a seguinte ordem: “de modo algum jureis” (Mt.5:34). Muitos dos juramentos daquela época eram feitos de forma pública e audível a fim de revelar uma aparência de piedade, enquanto o coração era guiado por orgulho e vaidade. Da mesma sorte, o jejum era praticado como um mostruário de “santos”. Mas, ao contrário disso, Jesus jejuou no deserto, deixando-nos exemplo de que o jejum é uma prática espiritual entre o homem e Deus e não uma “propaganda” de santidade.

O Senhor não espera de nós, hoje, que nos obriguemos com votos e juramentos, mas com uma vida consagrada a Ele e intimamente ligada à dEle. Como mulher, mãe e esposa, devo conhecer e buscar praticar meus deveres diante de Deus e de minha família. Não posso viver em função apenas de mim mesma, mas zelar pelo bem-estar de minha casa, pois está escrito: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba” (Pv.14:1). Olhemos para Cristo, para Sua vida abnegada e altruísta, e, certamente, encontraremos lições suficientes que nos ensinarão a sermos servos e servas de Deus não somente de palavra, mas de fato e de verdade, para a glória do Pai Celestial.

Pai de amor, nosso único clamor neste dia é que Teu Espírito guie o nosso coração, e bem assim as nossas palavras e ações! Que hoje, todos nós, homens e mulheres, nos ocupemos em andar Contigo e Te servir, segundo a Tua vontade. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, servos e servas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Números30 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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