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“[…] Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem” (v.9).
Diferentemente das duas primeiras vezes, Balaão não saiu a fim de cumprir seus agouros e rituais supersticiosos. Ao contemplar as tribos de Israel acampadas em perfeita ordem ao redor do santuário de Deus, seus olhos foram abertos não apenas para o que via naquele momento, mas, vindo “sobre ele o Espírito de Deus” (v.2), contemplou o futuro glorioso de um reino que não terá fim (Lc.1:33). A “palavra do homem de olhos abertos” (v.3) foi uma profecia de inspiração divina acerca das bênçãos do Senhor sobre o Seu povo ao decorrer da história e de sua vitória final “nos últimos dias” (v.14). Ele viu o Leão da tribo de Judá e a promessa de Seu reino eterno.
Furioso com as palavras de Balaão, Balaque o repreendeu e culpou Deus por não conceder ao adivinho as honras prometidas. Balaão, porém, continuou a profetizar, reafirmando a vitória de Israel sobre todos os seus inimigos. Ao declarar: “de Israel subirá um cetro” (v.17), ele profetizou tanto o reinado de Davi quanto o reinado eterno de Cristo. Contudo, embora movido pelo Espírito Santo ao proferir essas palavras, Balaão não entregou sua vida ao Senhor, e sua contribuição para a obra de Deus limitou-se àquele momento. Ele retornou para casa, mas seu coração permaneceu preso ao desejo de obter as riquezas que Deus lhe negara.
As três bênçãos pronunciadas por Balaão sobre Israel revelam o caminho perfeito de Deus para Seus filhos em todos os tempos. A primeira bênção aponta para o perdão, a santificação e o descanso dos justos na morte. A segunda destaca o fiel cumprimento das promessas divinas, a constante presença de Deus com Seu povo e Seu zelo por ele. A terceira proclama a vitória de Israel sobre seus inimigos, a bênção de suas moradas e o triunfo final por meio do reinado de Cristo. Essas promessas demonstram claramente o cuidado de Deus por Seu povo, desde o início até a consumação de todas as coisas.
Não sabemos até quando o nosso tempo de graça irá durar. Cada um de nós é chamado a tomar uma decisão pessoal e definitiva. Deus deseja nos perdoar, nos santificar e, ainda que apanhados pela morte, nos guardar no descanso dos justos para a primeira ressurreição, como está escrito: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16). O Senhor é fiel e nenhuma de Suas promessas jamais falhou (Js.21:45). Ele prometeu estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Ele tem cuidado de nós (1Pe.5:7). E, “por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25), nos levando para as eternas moradas do Pai (Jo.14:1-3).
Não sabemos por quanto tempo o período da graça se estenderá. Cada um de nós é chamado a fazer uma escolha pessoal e definitiva. Deus deseja nos perdoar, nos santificar e, mesmo que enfrentemos a morte, nos preservar no descanso dos justos até a primeira ressurreição, como está escrito: “Pois o Senhor mesmo descerá dos céus com voz de comando, com a voz do arcanjo e com o som da trombeta de Deus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16). O Senhor é fiel, e nenhuma de Suas promessas jamais falhou (Js.21:45). Ele prometeu estar conosco “todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt.28:20), cuidando de nós (1Pe.5:7) e, por fim, se levantará sobre a terra (Jó 19:25), conduzindo-nos às moradas eternas do Pai (Jo.14:1-3).
Ao longo das gerações, o Senhor tem estendido ao mundo Seu amoroso convite: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Muitos reconhecem Sua existência e poder, mas, como Balaão, embora ouçam Sua voz, não permitem que Ele transforme seus corações. O mundo os atrai mais. Eles não se rendem ao Oleiro, que deseja moldar seus corações. Fascinados pelas bênçãos de Deus, não desejam, contudo, fazer parte de Seu povo eleito, escolhendo o caminho de Balaão: “Eis que vou ao meu povo” (v.14). Assim, retrocedem, retornando ao caminho de onde vieram.
A promessa de que “Israel fará proezas” (v.18) continua se cumprindo e alcançará seu ápice no triunfo final do “Israel de Deus” (Gl.6:16). Jesus não nos chamou para uma experiência passageira, mas para a vida eterna com Ele, que começa aqui para todo aquele que nEle crê. Não perca a oportunidade de fortalecer sua comunhão com Deus, buscando diariamente a unção do Espírito Santo. Que a oração seja seu respirar e a Bíblia, seu alimento. Que se cumpram em nós as palavras de Ezequiel: “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis” (Ez.36:26-27).
Ó Senhor, nosso Deus, assim como a salvação é um dom do Céu, assim também é a fidelidade e obediência a Ti. Tira de nós, Pai, o coração de pedra e dá-nos um coração de carne, um coração modelável pelo Teu Espírito! Que sejamos o Teu último Israel, sob o vitorioso estandarte do Príncipe Emanuel. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, Israel de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Números24 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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